Por enquanto, o aplicativo disponibilizou o recurso apenas para os usuários da versão Beta. Para esses, começou a valer nessa segunda (3/10)
O aplicativo de mensagens WhatsApp está começando a implementar de forma gradual, um novo recurso de bloqueio de captura de tela em vídeos e fotos de visualização única. A novidade de privacidade foi anunciada em agosto deste ano e começou a funcionar para alguns usuários nessa segunda-feira (3/10).
Por enquanto, o aplicativo disponibilizou o recurso, que garante mais segurança no envio de arquivos, apenas para testadores da versão Beta. De acordo com a empresa, ainda não existe uma data definida para que o recurso chegue a todas as versões do aplicativo.
A ferramenta impede que quem recebe as mídias faça capturas de tela de fotos e vídeos que só podem ser abertos uma única vez, mas sem notificar o remetente sobre a tentativa de prints. Assim, caso algum contato tente fazer uma captura de tela de alguma mídia enviada por um usuário, ele não será informado disso.
Com o recurso, quando a pessoa tenta tirar o screenshot, a imagem fica preta, e logo em seguida aparece uma mensagem informando que não é permitido fazer capturas de tela por conta das políticas de segurança do aplicativo.
A empresa vai usar as informações coletadas para revisar os próximos passos e entregar aeronaves aos clientes até 2027
O primeiro avião de passageiros totalmente elétrico do mundo fez seu voo inaugural na terça-feira 27.
O protótipo decolou do Aeroporto Internacional de Grant County, em Washington, nos Estados Unidos. O voo durou por apenas oito minutos e atingiu uma altitude máxima de cerca de mil metros, com poucas manobras durante o período no ar.
“Isso é história”, comemorou Gregory Davis, presidente e CEO da Eviation, empresa israelense fabricante da aeronave. “Não vimos a tecnologia de propulsão mudar na aeronave desde que passamos do motor a pistão para o motor a turbina, em 1950.”
Com tecnologia de bateria semelhante à de um carro elétrico ou de um celular com 30 minutos de carregamento, o Alice — como foi batizado —, de nove passageiros, poderá voar por uma hora.
O avião tem uma velocidade máxima de cruzeiro de 530 quilômetros por hora. Para referência, um Boeing 737 tem uma velocidade máxima de cruzeiro de 1 mil quilômetros por hora.
A empresa espera usar as informações coletadas durante o voo de terça-feira para revisar os próximos passos e entregar aeronaves aos clientes até 2027.
“Na verdade, geramos, francamente, terabytes de dados com os sistemas de aquisição de dados que tínhamos na aeronave, então vamos levar algumas semanas e revisá-los para ver como a aeronave se comporta em relação aos nossos modelos e nossos análise”, disse Davis.
Segundo a big tech, o objetivo é permitir que os usuários tenham seu próprio julgamento sobre os conteúdos
A Microsoft anunciou que não vai rotular publicações na rede social profissional LinkedIn e no buscador Bing como fake news. A big techinformou que, com essa medida, pretende fugir das acusações de estar “censurando” o discurso on-line.
“Não acho que as pessoas queiram que os governos lhes digam o que é verdadeiro ou falso”, disse o presidente da Microsoft, Brad Smith, à agência de notícias Bloomberg. “E não acho que a população esteja realmente interessada em que as empresas de tecnologia definam isso.”
Smith disse que a Microsoft tem como foco o rastreio e a divulgação de campanhas de desinformação que visam seus clientes do setor público e privado. O objetivo, segundo ele, é fornecer mais informações sobre quem está falando e o que estão dizendo como forma de permitir que os usuários tenham seu próprio julgamento se o conteúdo é verdadeiro.
“Temos de ser muito cuidadosos, porque — e isso também é verdade para todos os governos democráticos — fundamentalmente as pessoas querem, com razão, tomar suas próprias decisões. E deveriam fazer isso”, afirmou.
O presidente da Microsoft argumentou que a companhia prefere fornecer mais informações às pessoas em vez de colocar selos que indicam fake news. “Não podemos tropeçar e usar o que outros podem considerar censura como tática”, afirmou.
A decisão pode ser uma resposta à reação negativa enfrentada pelo Facebook e pelo Twitter depois das tentativas de sinalizar e remover posts com informações rotuladas como enganosas.
O Google foi multado em cerca de US$ 4,125 bilhões pelo Tribunal da União Europeia por violar leis de concorrência em países do bloco. As informações são da Reuters.
De acordo com a Corte, a empresa impôs restrições ilegais aos fabricantes de dispositivos móveis Android e operadoras de redes móveis para “consolidar a posição dominante de seu mecanismo de busca“.
Embora a empresa tenha contestado uma decisão antitruste do bloco, o Tribunal da UE confirmou a decisão. A multa inicial era de US$ 4,34 bilhões, mas foi reduzida depois do recurso.
“Estamos desapontados que o Tribunal não anulou a decisão por completo. O Android criou mais opções para todos, não menos, e apoia milhares de empresas de sucesso na Europa e em todo o mundo“, disse um porta-voz do Google à Reuters.
“Para melhor refletir a gravidade e a duração da infração, o Tribunal Geral considera apropriado, no entanto, impor uma multa de 4,125 bilhões de euros ao Google“, disseram os juízes, segundo a agência de notícias.
Gastar no exterior sem cartão de crédito internacional, pagar hospedagem em outros países com transferência instantânea ou compartilhar o custo de um churrasco com amigos estrangeiros em segundos. Este tipo de transação, impensável atualmente, está em testes e pode unir mais de 60 países no Nexus, o “Pix Internacional”. O sistema vai permitir transações entre diferentes nações e moedas em até um minuto.
O Nexus está sendo desenvolvido dentro do hub de inovação do Bank Of International Settlements (BIS), conhecido como “o banco central dos bancos centrais”, com sede em Basiléia, na Suíça. A ideia é integrar todos os países que já contam com algum sistema instantâneo de pagamento e transferência, como o Pix.
O desenvolvimento do Nexus está atualmente na fase de prova de conceito, com testes entre sistemas de pagamento da Malásia, de Cingapura e da Zona do Euro, por meio do Banco da Itália. O BC brasileiro participa como observador.
Brecha permite que aparelhos sejam controlados por hackers; usuários devem migrar para nova versão.
Duas vulnerabilidades críticas de segurança nos sistemas operacionais da Apple iOS e MacOS fizeram com que a empresa disponibilizasse nesta sexta-feira (19) uma atualização de emergência que deve ser feita por todos os usuários imediatamente.
Segundo a nota oficial emitida pela gigante de tecnologia, as vulnerabilidades podem permitir que pessoas mal intencionadas tomem “completo controle dos dispositivos” por meio da execução de códigos maliciosos com privilégios elevados sem o conhecimento ou a permissão do proprietário do dispositivo.
A falha de segurança foi identificada em aparelhos como iPhone 6S e superiores; todos os modelos de iPad Pro, iPad 2 e superiores; iPad 5ª geração e superiores; iPad Mini 4 e superiores e no iPod Touch de 7ª geração.
Já para o sistema operacional de mesa, o MacOS, a atualização deve ser feita para usuários que estiverem usando as versões Monterey, Big Sur e Catalina.
A Apple não forneceu detalhes sobre como a brecha pode ter sido explorada por hackers.
Saiba como atualizar
Em seu iPhone, vá em Ajustes, depois em Geral, selecione Atualização de Software e aguarde pela busca da nova versão. Não esqueça de manter seu aparelho conectado a uma rede sem fio e ter carga de bateria superior a 70%.
Para os sistemas de mesa, vá em Preferências de Sistema e depois em Atualização de Software.
A decisão segue a estratégia da Apple de aumentar sua produção fora da China após os lockdowns que interromperam as cadeias de fornecimento
A Apple (APPL34) anunciou nesta quarta-feira, 17, que vai transferir a produção do MacBook e do Apple Watch da China para o Vietnã.
A decisão segue a estratégia da Apple de aumentar sua produção fora da China. Nos últimos meses algumas linhas de produção já tinham sido transferidas para a Índia.
Os fornecedores da Apple, Luxshare Precision Industry e Foxconn, já iniciaram a produção experimental do Apple Watch na parte norte do Vietnã.
O país já é o centro de produção mais importante da Apple fora da China e produz uma ampla gama de produtos para a empresa americana, incluindo tablets iPad e fones de ouvido AirPods.
Considerando que o novo Apple Watch é ainda mais sofisticado – que empacotar tantos componentes em um aparelho tão pequeno exige um alto grau de habilidade tecnológica – produzi-lo seria uma benção para o Vietnã, que busca melhorar seu setor industrial e aumentar o grau de sofisticação de suas fábricas.
Mudança da Apple (APPL34) da China para o Vietnã provocada pelos lockdowns
A Apple começou a transferir a produção do iPad para o Vietnã por causa dos repetidos lockdowns na região de Xangai impostos pelo governo chinês para tentar conter o surto de Coronavírus (Covid-19).
Esses bloqueios causaram graves interrupções na cadeia de fornecimento da fabricante americana, que está precisando produzir mais para atender a uma demanda crescente.
No segundo trimestre a Apple registrou uma disparada das vendas do iPhone e bateu o recorde de receitas.
Além disso, essa diversificação produtiva no Vietnã segue uma tendência iniciada em 2020, quando a Apple tinha transferido sua produção no país após o início da guerra comercial entre China e Estados Unidos, durante o governo do ex-presidente Donald Trump.
A mudança foi um divisor de águas na estratégia da Apple, que por décadas dependeu da China para quase todas as suas necessidades de fabricação.
Dessa vez, muitas empresas chinesas, como a BYD, estariam colaborando nesse movimento de mudança para o Vietnã.
A Apple estaria buscando soluções para que não haja escassez de suprimentos no momento em que começar a produção em massa do iPhone 14. E o Vietnã poderia ter uma boa vantagem com essa diversificação produtiva.
Elon Musk provocou o Twitter e desafiou o CEO da empresa, Parag Agrawal, a um “debate público” sobre contas falsas e spam em meio a uma batalha legal por uma aquisição de US$ 44 bilhões.
Respondendo a um tweet da pesquisadora de segurança cibernética Andrea Stroppa resumindo a ação de Musk contra o Twitter, o CEO da Tesla e da SpaceX escreveu no sábado (6) que seguiria com sua proposta de aquisição de US$ 44 bilhões do Twitter se a plataforma social divulgasse como rastreia bots.
“Se o Twitter simplesmente fornecer seu método de amostragem de 100 contas e como elas são confirmadas como reais, o acordo deve prosseguir nos termos originais. escreveu.
Em um tweet de acompanhamento, ele acrescentou: “Desafio @paraga para um debate público sobre a porcentagem de bots do Twitter. Deixe-o provar ao público que o Twitter tem <5% de usuários diários falsos ou spam!” Ele também criou uma enquete , pedindo respostas sim ou não para a pergunta “Menos de 5% dos usuários diários do Twitter são falsos/spam”.
Informações sobre o número de usuários do Twitter que na verdade são bots e contas falsas foram cruciais na disputa legal de Musk com a empresa .
Quando Musk disse que queria desistir de seu acordo para comprar o Twitter, um dos principais motivos que ele citou foi sua crença de que o Twitter tem muito mais bots e contas falsas do que deixa transparecer. Ele também acusou o Twitter de ocultar suas informações de bot dele, o que a empresa negou .
O bilionário Elon Musk afirmou que, se o Twitter conseguir apontar seu método de amostragem de 100 contas e como confirmou que as contas são reais, o acordo de compra da empresa pode prosseguir nos termos originais. Ele deu declarações, neste sábado (6), nas redes sociais. As informações são da Reuters.
– No entanto, se os registros da SEC (órgão que regula o mercado de capitais nos EUA) forem materialmente falsos, então não deve – escreveu Musk, no Twitter.
No dia 29 de julho, Musk entrou com uma ação contra o Twitter nesta sexta-feira (29). O processo ocorre no âmbito da disputa aberta entre as partes em relação à desistência do diretor-executivo da Tesla de comprar a rede social após anunciar a operação no final de abril.
Segundo a agência EFE, Musk entrou com a ação no tribunal de Delaware, onde o caso está sendo julgado, segundo mostram os documentos do tribunal. O julgamento entre Musk e o Twitter para resolver a disputa sobre a compra da rede social começará em 17 de outubro, a menos que ambas as partes cheguem a um acordo sobre outra data.
No início de julho, Elon Musk notificou sua intenção de cancelar a compra da rede social, que tinha sido acordada entre as duas partes por 44 bilhões de dólares. O Twitter respondeu com uma ação em um tribunal especializado em disputas comerciais para forçar o bilionário a concluir a operação.
Página passou a fazer propaganda de criptomoedas e NFTs
O perfil oficial do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística no Twitter foi hackeado na tarde desta segunda-feira, primeiro dia do início da coleta dos dados do Censo 2022.
A primeira postagem feita no perfil após a conta do IBGE ter sido hackeada fazia propaganda de uma carteira virtual de criptomoedas e NFTs.
Perfil do IBGE nas redes sociais foi hackeado — Foto: Reprodução
Os demais perfis do instituto nas redes sociais seguem funcionando normalmente. Procurado, O IBGE ainda não se manifestou sobre a invasão de sua conta nas redes.
O Censo Demográfico 2022 começou nesta segunda-feira nos 5.570 municípios do país. Os mais de 183 mil recenseadores do IBGE visitarão 75 milhões de domicílios até outubro. A estimativa é que sejam contabilizadas cerca de 215 milhões de pessoas.