Casos de Covid na China subiram após o fim da política de Covid zero, imposta pelo governo desde 2020 para tentar eliminar a transmissão do vírus entre os cerca de 1,4 bilhão de habitantes do país.
China enfrenta explosão no número de casos de Covid-19 em seu território desde o abandono da chamada política de Covid Zero — Foto: AP Photo/Andy Wong
A possibilidade de a Covid-19 voltar a se espalhar na China nos próximos dois ou três meses é remota, já que 80% das pessoas já foram infectadas, disse um importante cientista ligado ao governo neste sábado.
O deslocamento em massa de pessoas durante o período do feriado do Ano Novo Lunar pode ajudar a espalhar a pandemia, aumentando as infecções em algumas áreas, mas uma segunda onda de Covid é bem improvável no curto prazo, afirmou Wu Zunyou, epidemiologista chefe do Centro de Controle e Prevenção de Doenças da China, na plataforma de mídia social Weibo.
Centenas de milhões de chineses estão viajando pelo país para as reuniões de fim de ano que haviam sido suspensas devido às restrições de aglomeração recentemente atenuadas, o que aumentou o medo de novos surtos em áreas rurais menos capazes de lidar com grandes surtos.
A China ultrapassou o pico de pacientes com Covid em postos de saúde, em salas de emergência e com condições críticas, disse um funcionário da Comissão Nacional de Saúde na quinta-feira.
Quase 60 mil pessoas com Covid morreram nos hospitais até o dia 12 de janeiro, cerca de um mês depois que a China encerrou abruptamente sua política de Covid-zero, de acordo com dados do governo.
Mas alguns especialistas disseram que esse número provavelmente subestima muito o impacto total, pois exclui aqueles que morreram em casa e porque muitos médicos já disseram que são desencorajados a citar a Covid-19 como causa da morte.
Portaria da gestão de Pazuello exigia que médicos acionassem a polícia em casos de aborto por estupro
O Ministério da Saúde iniciou, nesta segunda-feira, a revogação de portarias e notas técnicas adotadas na gestão do governo de Jair Bolsonaro. O ato havia sido prometido no discurso de posse de Nísia Trindade. Entre as primeiras seis normas anuladas, está uma que exigia que médicos acionassem a polícia em casos de aborto por estupro.
A portaria foi assinada pelo então ministro Eduardo Pazuello, em setembro de 2020 e modificava as regras, inclusive, para abortos permitidos na legislação. Alvo de críticas quando autorizada, a norma recuou em alguns pontos após a ajuizamento de ação direta de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF).
Uma das exigências alteradas pelo Supremo obrigava os profissionais de saúde a oferecer às mulheres vítimas de violência sexual exames de ultrassom para ver o feto ou embrião antes de fazer o aborto legal. A lei não exigia o registro de ocorrência pela vítima e também não colocava a denúncia como compulsória, “em respeito à autonomia da mulher”.
Ao tomar posse, Nísia afirmou que irá revogar todas as leis que “ofendem a ciência, os direitos humanos e os direitos sexuais reprodutivos”. Questionada, a ministra deu como exemplo a nota técnica que autoriza a prescrição da cloroquina e da hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19. A análise de atos da antiga gestão é um trabalho realizado por um grupo em parceria com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).
Também foram revogadas as portarias 4.809, de 30 de dezembro de 2022, que institui o Fórum Permanente de Articulação com a Sociedade Civil; 1.079, de 11 de maio de 2022, que formaliza e institui programas nacionais de prevenção e detecção precoce de câncer, na Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer; 3.473, de 12 de setembro de 2022, que dispõe sobre a Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização, e dá outras providências; 715, de 4 de abril de 2022, que institui a Rede de Atenção Materna e Infantil (RAMI); e a portaria 2.228, de 1º de julho de 2022, que dispões sobre a habilitação e o financiamento da RAMI.
Em comunicado, a pasta afirma que “todas essas ações anuladas não haviam sido pactuadas com representantes ” de ambos os conselhos das secretarias de Saúde. “A falta de transparência, diálogo e definições conjuntas entre União, estados e municípios é totalmente contrária aos preceitos básicos do SUS, que determinam uma gestão compartilhada do sistema de saúde brasileiro”, continua.
O ministério diz ainda que as revogações seguem sugestões feitas pelo grupo de trabalho da saúde, estabelecido no final do ano passado durante a transição entre os governos. Em coletiva de imprensa na última terça-feira, a titular da pasta, Nísia Trindade, afirmou que as decisões seriam debatidas para que nenhuma anulação deixe um “vazio”.
Em Feira de Santana, 29 pessoas aguardam por transferência para uma unidade hospitalar até esta segunda-feira (16). As vagas são disponibilizadas pelo Sistema de Regulação do Governo do Estado. Os pacientes estão distribuídos nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e policlínicas municipais.
Na policlínica do Tomba, um paciente de 21 anos está há três dias esperando transferência para tratar pancreatite. Na UPA Queimadinha, uma mulher de 23 anos aguarda há dois dias regulação para receber o atendimento necessário para problemas decorrentes de uma crise asmática.
Do total, 15 pacientes aguardam regulação na UPA Queimadinha e outros 14 distribuídos nas policlínicas municipais: Feira X (4), Tomba (4), George Américo (2), Parque Ipê (2), São José (1) e Rua Nova (1).
REGULAÇÃO ESTADUAL
O Sistema de Regulação Estadual é uma ferramenta do Governo do Estado que disponibiliza vagas em unidades públicas hospitalares conforme critério de gravidade e não proximidade, visando a democratização do acesso.
Para isso, o paciente atendido em uma unidade de urgência e emergência é avaliado e submetido a exames laboratoriais ou de imagem, de acordo com as condições clínicas.
Se comprovada a necessidade de assistência hospitalar, os profissionais da unidade solicitam a regulação no sistema para que o paciente tenha a assistência adequada.
Lembra do filme “De Repente 30”, dos anos 2000? Ao mostrar como é ser um adulto dessa idade, ele só esqueceu das mudanças —e declínios— na saúde. “Você atinge o pico de sua potencialidade nessa idade (aos 30) e começa a descer, mas dá para se manter no pico esperado”, informa Natan Chehter, geriatra da BP – Beneficência Portuguesa de São Paulo.
Segundo o médico, assim como outros entrevistados por VivaBem, embora o envelhecimento seja irreversível, é possível adentrar sua porta, por assim dizer, com o pé direito.
Isso significa, antes que doenças comecem a aparecer, manter uma dieta equilibrada, evitar o sedentarismo, bem como a exposição ao sol sem cuidados e o cigarro e álcool, e rastrear e tratar problemas.
“Quanto antes as mudanças ocorrerem, melhor”, complementa Chehter. A seguir, veja os principais processos de perdas à saúde que se iniciam aos 30 anos, mas podem ser freados.
1. Perda de massa óssea
“O pico da massa óssea em homens e mulheres ocorre por volta dos 30 anos, depois começa a ter redução”, informa Paulo Camiz, geriatra e professor de clínica geral do HC-FMUSP (Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo). Gradual, esse declínio é de 0,3% a 0,5% ao ano, podendo ser maior e precoce havendo deficiência de vitamina D e cálcio.
2. Perda de massa muscular
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A partir da terceira década, os músculos, até então em pleno vigor, também entram na fase de sarcopenia, ou seja, de perda de massa e função, explica Fabrício Buzatto, médico do esporte e fisiatra do Hospital das Clínicas da UFES (Universidade Federal do Espírito Santo). “Por década, essa redução —inclusive de força e mobilidade— pode ser de até 10%, sobretudo em sedentários.”
3. Perda da facilidade de emagrecer
Com o início da redução de massa muscular e ainda de hormônios, o metabolismo começa a desacelerar, resultando em dificuldade para queimar calorias e até voltar ao peso de antes de uma gravidez.
“É preciso treinar com mais empenho, rever dieta e se atentar a problemas que podem surgir, como pressão alta, síndrome metabólica, doenças da tireoide”, informa Maria Fernanda Barca, endocrinologista pela Faculdade de Medicina da USP.
4. Perda de cabelos – e da cor deles
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Aproximadamente 37% dos homens ficam calvos até os 35 anos e, entre as mulheres, até os 30 anos, algumas já perderam cerca de 30% dos fios. Alterações hormonais, histórico familiar de calvície, síndrome dos ovários policísticos, doenças da tireoide, estresse, tudo isso conta como fator para os fios afinarem e perderem volume. Sem falar no surgimento dos brancos.
5. Perda do bom funcionamento intestinal
São afetados trânsito alimentar, química da digestão e função motora gastrointestinal. “Por volta dos 35 anos, pode surgir diverticulose, uma fraqueza da parede do intestino grosso. A constipação também aumenta, nelas sobretudo após a maternidade, com o enfraquecimento pélvico”, aponta Vanessa Prado, cirurgiã do aparelho digestivo do Hospital Nove de Julho (SP).
6. Perda da pele firme e lisinha
Aos 30 anos, começam a aparecer as consequências da falta de cuidados com a pele quando mais jovem, como tomar sol sem protetor, dormir pouco e consumir muito álcool e cigarro. As primeiras rugas e manchas, que são comuns nessa idade, são finas e claras, mas podem ficar acentuadas, bem como pés de galinha, olheiras e linhas de expressão no rosto e na testa.
7. Perda do desejo sexual
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Os índices de testosterona, principal hormônio masculino, começam a cair, podendo essa ser uma das causas da redução da libido masculina e disfunção erétil, e na faixa dos 40 aos 70 anos essa perda pode ser de até 0,8% ao ano. Para as mulheres, carreira, filhos pequenos e mudanças hormonais, inclusive durante a amamentação, também podem boicotar o desejo.
8. Perda da estatura
A redução da altura pode começar aos 30 anos, mas o processo é tão lento que a diferença só passa a ser notada por volta dos 40 ou 45 anos, e fica de fato evidente a partir dos 60 anos. Depois dos 80, tanto homens quanto mulheres podem reduzir mais 2,5 cm de altura. Estudos indicam que ao longo da vida adulta nós encolhemos, em média, cerca de 0,1 cm por ano.
9. Perda da agilidade mental
Julio Barbosa, médico pela UFBA (Universidade Federal da Bahia) e neurocirurgião, diz que a cognição também sofre reduções. “Progressivamente, o raciocínio torna-se um pouco mais lento, mas sem afetar a funcionalidade”. Além disso, já há algum tempo, pesquisadores anunciaram que memória, habilidades e visualização espacial também começam a declinar perto dos 30 anos.
10. Perda do sono reparador
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Quase um bilhão de adultos, a partir dos 30 anos, sofre com apneia do sono, segundo o periódico científico The Lancet. Porém, como a maioria não busca ajuda, de 30% a 50%, segundo Caio Bonadio, psiquiatra pela Santa Casa de São Paulo e especialista em medicina do sono, acabam apresentando insônia e estão sujeitos a hipertensão, insuficiência cardíaca e diabetes.
Medicamento promoveu uma redução média de 17% do peso corporal.
Foro: Marcelo Camargo
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso de mais um medicamento injetável de uso semanal para reduzir o sobrepeso e obesidade.
O princípio ativo da injeção é a semaglutida. Ela é uma substância semelhante ao hormônio GLP-1, que produzimos naturalmente no intestino e que indica para o sistema nervoso a sensação de saciedade. O médico endocrinologista Pedro Leão conta que a substância gera uma série de efeitos que auxiliam no emagrecimento.
A injeção da semaglutida deve ser aplicada apenas uma vez na semana. Pesquisa feita pelo laboratório que produz a medicação mostrou que o medicamento promoveu uma redução média de 17% do peso corporal.
Apesar dos benefícios, o endocrinologista Pedro Leão alerta que um profissional de confiança deve ser procurado para indicar ou não o tratamento.
Mesmo após a aprovação, ainda não há data definida para a comercialização do medicamento.
5 dicas para manter a saúde mental no topo em 2023 — Foto: Divulgação
Pandemia, guerra, eleições e outros problemas pessoais podem ter impactado no seu humor e na saúde mental em 2022. Mas, para iniciar 2023 com mais leveza, é possível adotar algumas medidas simples na rotina para favorecer o bem-estar.
O g1 ouviu psicólogos e outros especialistas que compartilham a seguir dicas para quem deseja manter a saúde mental em dia neste novo ano:
Busque equilíbrio na utilização de redes sociais: elas são boas para contatos, especialmente com parentes e amigos que estão distantes. Especialistas dizem que não há nada de errado em usá-las, mas é importante encontrar um equilíbrio e lembrar que as plataformas não substituem o contato presencial. Se descontar por um tempo também é aconselhável.
“Tanto os serviços de streaming quanto as redes sociais são organizados pelos princípios da economia da atenção. Com isso, teremos mais tempo para voltar a termos relações autênticas com os outros, examinar e cuidar de nós mesmos”, diz Caio Maximino, professor do curso de psicologia da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa).
Esteja em contato com a natureza: caminhar no parque, ir à praia e respirar ar fresco são atividades aliadas do bem-estar. E há muitos efeitos positivos já comprovados pela ciência, como redução no nível de estresse, restauração da atenção, aumento do nível de células que combatem o câncer, diminuição dos níveis de ansiedade e depressão, além de melhorar o sistema imune.
“Além dos fatores biológicos, sociais e psicológico, nós temos o fator ambiental, que é outro pilar para se trabalhar visando melhor qualidade de vida. Caminhar em ambientes arborizados, tomar banho de cachoeira, por exemplo, ajudam muito no bem-estar”, reforça Andrea Valéria Steil, professora do departamento de psicologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Visite o seu médico regulamente e mantenha os exames em dia: fazer check-ups é muito importante para saber como anda a sua saúde. Segundo a professora da UFSC, os exames de rotina podem ajudar a analisar questões hormonais, que podem influenciar no nosso humor. Além disso, se tiver condições financeiras, faça acompanhamentos no nutricionista. É esse profissional que poderá informar os nutrientes necessários para você e que ajudarão na qualidade de vida.
“Muita gente acha que sabe se alimentar, mas acaba se alimentando como a família sempre se alimentou e não necessariamente da forma mais saudável. Faz muita diferença fazer um acompanhamento profissional. Mas se a pessoa não tem condições de consultar um nutricionista, vale ir atrás de informações sobre nutrição e busque segui-las no dia a dia”, diz a profissional.
Busque fazer terapia: apsicoterapia não é para quem está com problemas mentais e sim um processo de autoconhecimento. Segundo Andrea Valéria Steil, o tratamento é capaz de desenvolver elementos protetivos da saúde mental.
“Infelizmente, a psicoterapia é muito negligenciada pela população, mas, se a pessoa puder fazer, faça, porque não é para quem tem problemas mentais. É para a pessoa se autoconhecer e encontrar respostas”, diz Andrea.
Tenha atenção com a qualidade do sono: um adulto precisa ter em média 6-8 horas de sono por noite. Isso porque o ideal é completarmos cerca de 5 ciclos de sono por noite, cada ciclo leva em média 90 minutos, explica Janaina Weissheimer, pesquisadora do AprendiLab no Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). É importante frisar que essa é a média e não a regra, ou seja, as 6-8 horas não valem para todo mundo e o ideal é sempre fazer um acompanhamento com um especialista, reforça Fernando Louzada, doutor em neurociências e professor titular do departamento de fisiologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
“O sono é fundamental para a manutenção do sistema imunológico e no controle do metabolismo energético. Quando a gente dorme menos, acaba ficando mais predisposto a doenças e infecções. Ele [o bom sono] ainda é importante para a cognição, para a memória, atenção e, consequentemente, para o bom desempenho acadêmico e no trabalho”, diz Fernando Louzada.
Atenção Básica é a principal porta de acesso dos usuários ao SUS
A Rede Municipal de Atenção Primária à Saúde de Feira de Santana realizou 2.193.417 atendimentos entre o período de janeiro e novembro deste ano. A Atenção Básica é a principal porta de acesso dos usuários ao Sistema Único de Saúde (SUS), através das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Unidades de Saúde da Família.
O serviço mais solicitado foi a visita domiciliar com médico e enfermeiro nas residências dos pacientes acamados ou com dificuldade de locomoção. No total, foram 1.279.489 atendimentos. Em seguida, vêm o atendimento individual (310.095) e procedimentos individualizados (300.628) realizados na própria unidade.
“Todos os serviços realizados nas unidades são essenciais para a população. Os pacientes são acolhidos e acompanhados pelo Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), que realiza ações educativas para as famílias e atendimentos com educador físico, psicólogo, nutricionista, fisioterapeuta, assistente social e entre outras especialidades”, destacou Helen Costa, chefe da Atenção Primária à Saúde.
Feira de Santana possui 7 UBSs e 103 USFs que atendem de segunda a sexta-feira. As unidades vinculadas ao programa Saúde na Hora, tem funcionamento ampliado das 8h às 21h. São elas: Campo Limpo I, V e VI; Liberdade I, II e III; Queimadinha I, II e III; Parque Ipê I, II e III; Videiras I, II e III; Rua Nova II, III e Barroquinha.
Ministério libera imunizante da Pfizer para crianças de até 4 anos
Foto: Myke Sena/MS
O Ministério da Saúde deve liberar nos próximos dias autorização para vacinação de crianças de seis meses a 4 anos com imunizante da Pfizer contra a covid-19. Até então, o governo federal havia distribuído as primeiras doses apenas para as crianças de 6 meses a 2 anos e 11 meses que tivessem alguma comorbidade.
De acordo com a pasta, a recomendação passará a valer a partir da publicação do parecer técnico da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) e de uma portaria da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do ministério.
Vacinas bivalentes
No domingo (25), foram entregues 2,8 milhões de doses de vacina bivalente BA.4/BA, que protege contra a a cepa original e duas subvariantes ômicron.
As ampolas serão distribuídas após passarem por análise do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde.
O Ministério da Saúde divulgou hoje (27) novos números da pandemia de covid-19 no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, o Brasil registrou, em 24 horas, 35,8 mil novos casos da doença e 230 óbitos.
Desde o início da pandemia, o país acumula 36,2 milhões de casos confirmados da covid-19 e 693,1 mil mortes registradas. O número de pacientes recuperados soma 34,8 milhões.
O estado de São Paulo tem o maior número de registros de covid-19 e de mortes em consequência da doença – 6,2 milhões de casos e 177,2 mil óbitos. Em seguida, aparecem Minas Gerais (4 milhões de casos e 64,3 mil óbitos); Paraná (2,8 milhões de casos e 45,6 mil óbitos) e Rio Grande do Sul (2,8 milhões de casos e 41,4 mil óbitos).
Vacinação
Segundo o vacinômetro do Ministério da Saúde, 497,7 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 já foram aplicadas no país, sendo 181,4 milhões da primeira dose e 163,9 milhões da segunda, além de 102,3 milhões da primeira dose de reforço e 40 milhões do segundo reforço.
1. É bastante calórico: 1 g de álcool tem 7 calorias, enquanto 1 g de carboidrato tem 4 calorias. Para ter ideia, em uma lata (350 ml) de cerveja há cerca de 140 calorias, e algumas pessoas bebem facilmente 5, 6, 7 latinhas, ultrapassando as calorias de uma ou duas refeições (sem oferecer nutrientes ao corpo).
2. Aumenta o apetite: segundo Paola Machado, colunista de VivaBem, o álcool desregula a produção de hormônios que controlam a fome e a saciedade, fazendo você comer mais. Além disso, devido ao mal-estar gerado pela bebedeira, no dia seguinte você tende a preferir comidas calóricas e que geram conforto, como doces e fast-food.
3. Favorece o estoque de gordura corporal: como o álcool é bastante tóxico, nosso fígado fica focado em metabolizar a substância (para se livrar logo dela) e diminui a metabolização de nutrientes, como os carboidratos (açúcares). Por não ser usado como combustível, esse açúcar que está no organismo é estocado como gordura, especialmente na região da barriga.
Nessa época de festas, férias e verão, em que o consumo de álcool tende a ser mais comum, lembre-se que ele é vilão da saúde e da dieta. Se for beber, não exagere.