A preocupação com doenças virais, especialmente em tempos de surtos e epidemias, é uma realidade que a população enfrenta periodicamente. A dengue e as infecções respiratórias estão cada vez mais frequentes, lotando consultórios e emergências médicas na Bahia. A Dra. Fernanda Barbosa, médica do Pronto Atendimento da União Médica, traz importantes informações sobre essas enfermidades e como lidar com elas.
Na opinião da médica, em meio às mudanças climáticas, os desafios para a saúde pública se multiplicam. “Para entender melhor a relação entre a dengue, as gripes e os resfriados, e como podemos nos proteger, é importante entender que a dengue é uma preocupação constante, especialmente em áreas tropicais e subtropicais, mas não podemos esquecer das infecções respiratórias, que também representam um risco significativo para a saúde,” afirmou.
Segundo a Dra. Fernanda, os sintomas da dengue, como febre elevada, dores musculares e cefaleia, podem ser confundidos com os de outras viroses. “Por isso, é importante ficar atento a sinais de gravidade, como sangramento de mucosas e dor abdominal intensa, que exigem atenção médica imediata.” Ainda segundo ela, as infecções virais variam de acordo com os tipos de vírus que são causadores. “Em geral existe uma classificação entre as viroses gastrointestinais, as infecções virais gastrointestinais, que acabam gerando diarreia, náusea, vômito e cólica abdominal. Existem as viroses, que são as infecções virais respiratórias, como a influenza, a H1N1, e o COVID-19, que vão causar sintomas respiratórios, como coriza, febre, prostração, espirros e tosse.”
A médica estaca a importância de abordar a ansiedade que muitas pessoas enfrentam ao buscar exames para diagnosticar a dengue. Ela ressalta que, em um cenário de epidemia, o diagnóstico da doença é predominantemente clínico. Solicitar exames laboratoriais para todos os casos de suspeita de dengue seria inviável tanto para o sistema público quanto para o privado, devido ao alto custo e à alta incidência da doença. A Dra. Fernanda explica que “a viremia nos primeiros cinco dias é de extrema relevância para um diagnóstico preciso, já que o vírus da dengue precisa de tempo para se replicar e desencadear uma resposta imune no organismo. Portanto, realizar o exame laboratorial antes desse período pode não ser eficaz, resultando apenas em ansiedade e não em um diagnóstico conclusivo.” Ela acrescenta que o diagnóstico clínico é o mais relevante nesse contexto, sem a necessidade de uma prova comprobatória adicional.
A Relação entre Dengue e Outras Viroses Um ponto que vale destaque, de acordo com a Dra. Fernanda Barbosa, são os sintomas que devem ser observados tanto para a dengue quanto para as infecções respiratórias. Para a dengue, os sintomas característicos incluem febre elevada, dores musculares e articulares, cefaleia persistente e manchas avermelhadas na pele, podendo ser acompanhados de prurido (coceira). No entanto, é essencial estar atento a sinais de gravidade, como sangramento de mucosas, vômitos persistentes, dor abdominal intensa, cefaleia intensa, desmaio e hipotensão, que exigem atenção médica imediata.
Já as infecções respiratórias, como a influenza, o H1N1 e o próprio COVID-19, apresentam sintomas respiratórios, como coriza, febre, tosse e dificuldade respiratória, podendo variar em gravidade de acordo com o tipo de vírus e a condição de saúde do paciente. “Os imunossuprimidos, como pacientes em quimioterapia ou acamados, tendem a desenvolver formas mais graves dessas infecções. Uma simples gripe pode evoluir para pneumonia devido à condição de saúde debilitada,” alerta a Dra. Fernanda.
Prevenção é Fundamental Em relação à prevenção, a Dra. Fernanda Barbosa enfatiza a importância de medidas simples, porém eficazes, para reduzir o risco de contrair essas viroses. O combate ao mosquito Aedes Aegypti, por meio da eliminação de criadouros e do uso de repelentes, é essencial para prevenir a dengue. “O uso de repelente é fundamental”, reforça a médica. Já para as infecções respiratórias, as medidas incluem a higiene das mãos, o uso de máscaras em ambientes públicos e a manutenção da distância física, especialmente em locais fechados e aglomerados. “Durante o inverno, a mudança de clima pode provocar respostas alérgicas e a aglomeração de pessoas, facilitando a disseminação de vírus respiratórios,” explica a Dra. Fernanda. “A falta de uso de máscara também contribui para a disseminação.”
Tratamento Sintomático No que diz respeito ao tratamento, a abordagem é principalmente sintomática, como explica a Dra. Fernanda Barbosa. Para a dengue, os medicamentos são prescritos de acordo com os sintomas apresentados pelo paciente, como analgésicos para dor e antipiréticos para febre. No caso das infecções respiratórias, os sintomas também são tratados individualmente, com medicamentos para aliviar a tosse, a congestão nasal e outros desconfortos. “A hidratação é essencial tanto para a dengue quanto para outras viroses,” destaca a médica. “Beber bastante líquido ajuda a prevenir complicações e auxilia na metabolização das medicações.”
O Impacto da Baixa Temperatura Quanto à relação entre a baixa temperatura e essas doenças, a Dra. Fernanda Barbosa destaca que, embora a dengue seja mais comum em áreas quentes e úmidas, as infecções respiratórias podem ocorrer em qualquer época do ano, inclusive durante o inverno. A queda na temperatura pode aumentar a circulação de vírus respiratórios, tornando a prevenção e a atenção aos sintomas ainda mais importantes.
“Idosos, crianças, gestantes e asmáticos são os mais afetados pelas infecções respiratórias graves. Estamos vendo um aumento significativo de casos graves em pacientes com comorbidades, principalmente os asmáticos. A conscientização e a busca por assistência médica adequada são essenciais para enfrentar essas viroses com segurança e eficácia. Não podemos baixar a guarda,” conclui a Dra. Fernanda.
Conhecida por causar problemas à saúde a longo prazo, a categoria dos ultraprocessados é bastante ampla e inclui vários tipos de alimentos
Todo mundo sabe: alimentos ultraprocessados são ricos em sódio, açúcares e conservantes e trazem vários malefícios à saúde. O consumo excessivo está ligado ao desenvolvimento de obesidade, pressão alta, diabetes, alguns tipos de câncer e até problemas de saúde mental. Porém, o conceito é muito amplo e entram na mesma categoria salsichas, congelados, fórmula para recém-nascidos e pão de forma, por exemplo.
Existem vários tipos de classificação de alimentos, mas a que inaugurou o conceito de ultraprocessados e é usada em vários países é brasileiríssima. A Nova, criada na Universidade de São Paulo (USP), divide as comidas em quatro categorias e reconhece que muitos tipos de processamento industrial de alimentos são inofensivos, benéficos ou mesmo essenciais.
O grupo considerado prejudicial à saúde é o de ultraprocessados. “De uma forma geral, as evidências são consistentes e na sua maioria mostram que um padrão alimentar baseado em alimentos ultraprocessados está associado com desfechos negativos de saúde”, explica a pesquisadora Fernanda Rauber, que estuda o consumo de alimentos ultraprocessados e seus efeitos no Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde, da Universidade de São Paulo (Nupens/USP).
Ela conta que o problema não é comer ultraprocessados de vez em quando, é basear a alimentação nesses produtos. As pessoas tendem a comer um combo: refrigerante e salgadinho de pacote, por exemplo, andam quase sempre juntos. Fernanda diz que é difícil avaliar o efeito do consumo de um único alimento ou subgrupo porque é preciso fazer uma comparação com uma comida saudável que é substituída por ele. “Por isso, faz mais sentido estudar os padrões alimentares”, afirma.
Alimentos ultraprocessados são considerados os vilões da saúde
O que são alimentos ultraprocessados?
“São produtos alimentícios que passaram por diversos processos industriais e que contêm na sua formulação aromatizantes, corantes, realçadores de sabor e vários tipos de aditivos para dotar os produtos de propriedades sensoriais atraentes. Sua elaboração envolve diversas etapas de processamento e muitos ingredientes, incluindo sal, açúcar, óleos e gorduras”, explica a nutricionista Monize Cicetti, professora doutora da PUC Campinas, em São Paulo.
Os alimentos ultraprocessados normalmente têm pouco ou nenhum alimento inteiro na sua composição, são ricos em açúcares e gorduras não saudáveis e carentes de fibras, vitaminas e demais micronutrientes.
Fernanda, do Nupens, explica que a melhor forma de identificar esse tipo de produto é verificando a lista de ingredientes. “Se tiver pelo menos uma substância alimentar nunca ou pouco utilizada nas cozinhas das nossas casas ou de restaurantes, como os corantes, aromatizantes e emulsificantes, então ele será considerado um alimento ultraprocessado”, ensina.
Para ajudar no reconhecimento dos alimentos ultraprocessados na hora de fazer compras, em outubro de 2022, a Anvisa aprovou uma nova regra sobre a rotulagem de alimentos embalados. Agora, a tabela nutricional deve ser maior, para facilitar a visualização, e a quantidade de açúcares totais e adicionados será apresentada. Além disso, na frente da embalagem aparece uma lupa que indica alto teor em algum ingrediente específico, como sódio, açúcar ou gorduras.
“A ideia é esclarecer o consumidor, de forma clara e simples, sobre a quantidade elevada de algum item que ofereça impactos negativos para a saúde”, aponta o site do Ministério da Saúde.
Fernanda afirma que, apesar de vários estudos publicados usarem a classificação Nova, ainda são necessárias mais pesquisas para entender como os subgrupos de alimentos ultraprocessados estão associados a diferentes doenças.
A classificação Nova
A proposta de classificação Nova, criada pelo Nupens, começou quando a equipe percebeu a mudança no padrão de aquisição de alimentos pela população. Entre o final da década de 1980 e 2009, o brasileiro passou a comprar menos arroz, feijão, farinha, ovos, leites e carnes, óleos vegetais e açúcar, e começou a gastar mais em doces, salgadinhos, biscoitos, refeições prontas e bebidas açucaradas.
Os pesquisadores perceberam que essa mudança estava associada ao aumento da prevalência de excesso de peso e obesidade entre os brasileiros. Em 2009, o Nupens criou a classificação que divide os alimentos com base na natureza, assistência e propósito do processamento industrial.
Os alimentos são divididos em quatro grandes grupos. O primeiro reúne aqueles que são in natura, ou minimamente processados (que não têm adição de elementos que descaracterizem o alimento). Bons exemplos são os grãos de milho que são transformados em farinha, cuscuz e massas; o café que é torrado e moído; ou as carnes congeladas.
No segundo grupo, estão os ingredientes culinários que são usados para temperar, mas são extraídos de alimentos do primeiro grupo por procedimentos físicos. Por exemplo: a manteiga, que é obtida do leite; o açúcar, que vem da cana; o azeite, que é fabricado a partir das azeitonas; ou o sal, que é extraído da natureza.
Na terceira categoria, estão os alimentos processados. Entram neste grupo os produtos modificados por processos industriais simples, que podem ser replicados em casa, e têm adição de alimentos do segundo grupo para aumentar a duração do alimento. Aqui, são incluídas conservas de legumes, frutas em calda, queijos e pães artesanais. A Nova considera que, em pequenas quantidades, esses produtos podem fazer parte de uma dieta equilibrada e nutricionalmente saudável.
Por último, entram os ultraprocessados, que são formulações obtidas “por meio do fracionamento de alimentos do primeiro grupo” e que têm adição de corantes, aromatizantes, emulsificantes, espessantes e outros aditivos.
“Os três primeiros grupos da classificação nova compõem os padrões alimentares tradicionais e estabelecidos há muito tempo em todo o mundo, incluindo aqueles conhecidos por promover uma vida longa e saudável”, explica Fernanda.
Monize conta que o conceito de ultraprocessados da Nova é amplamente aceito na área da saúde, principalmente por nutricionistas, e que é suficiente para explicar todos os alimentos que estão incluídos na categoria. A professora aponta que é importante entender a diferença entre ultraprocessados e processados para a criação de um cardápio saudável e equilibrado.
Doces e refrigerantes são alguns exemplos de alimentos ultraprocessados com muito açúcar
Indústria considera classificação equivocada
O presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA), João Dornellas, defende que o que define a qualidade de um alimento é sua composição nutricional, não a quantidade de processamentos. “Essa nomenclatura de ultraprocessados, em sua concepção, apresenta o processamento como algo nocivo, que descaracteriza ou desqualifica um alimento, o que não é verdade”, afirma.
Na visão das fabricantes de alimentos, separar “comida de verdade e de mentira” é irresponsável e injusto com a população, visto que a indústria tem investido na modernização do processamento e na melhora da tecnologia de alimentos.
“A indústria trabalha com inovação, o que permite que tenhamos hoje uma grande diversidade de alimentos, com diferentes perfis nutricionais, que possam atender às mais variadas necessidades e preferências das pessoas”, explica Dornellas.
Acesso aos ultraprocessados
Uma pesquisa brasileira, feita pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e publicada na edição de março dos Cadernos de Saúde Pública, mostra que os moradores das periferias brasileiras têm dificuldade para encontrar e comprar alimentos in natura e acabam consumindo mais ultraprocessados.
De acordo com o estudo, os moradores de favelas não têm tempo para cozinhar as refeições todos os dias, mas raramente saem para comer fora de casa. Os ultraprocessados são baratos e práticos para quem passa a maior parte do dia no trabalho ou escola e no deslocamento.
Os autores do trabalho argumentam que o problema não é só a oferta fácil e barata dos ultraprocessados. Os moradores das periferias precisam ter acesso a opções mais saudáveis, e uma opção é apostar em feiras de rua organizadas por órgãos públicos, onde os alimentos saudáveis e sem agrotóxicos podem ser comercializados por um preço mais baixo.
Em resposta à situação de calamidade pública enfrentada pelo estado do Rio Grande do Sul, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) tomou medidas para facilitar o acesso a medicamentos essenciais para milhares de cidadãos afetados na região. Através da Resolução de Diretoria Colegiada nº 864/2024, publicada em 08 de maio de 2024, a ANVISA temporariamente autorizou a prescrição eletrônica de medicamentos sujeitos a Notificação de Receita, incluindo aqueles das categorias “A”, “B”, “B2” e “C2”. Anteriormente, esses medicamentos exigiam receitas físicas com numeração única, produzidas por gráficas autorizadas, mas agora os médicos podem emitir prescrições eletrônicas de forma rápida e segura. Com informações da Medicina S/A.
A Defesa Civil estima que até 600 mil pessoas foram deslocadas para abrigos no estado, muitas delas sem acesso aos seus tratamentos habituais. A resolução da ANVISA visa garantir a continuidade desses tratamentos necessários. De acordo com a norma, as prescrições eletrônicas devem seguir os moldes da Receita de Controle Especial em duas vias e estar assinadas eletronicamente com certificado ICP-Brasil. As Farmácias do RS podem validar a autenticidade da receita e da assinatura digital por meio de códigos como tokens ou QR Codes. Essa normativa tem validade de 90 dias, aplicando-se somente ao estado, mas pode ser prorrogada conforme necessário.
Julia Cestari Santos, coordenadora do Grupo de Trabalho de Documentos Eletrônicos de Saúde e Dispensação da Saúde Digital Brasil, destaca que os profissionais de saúde desempenham um papel vital, especialmente via serviços de telessaúde, ao apoiar pacientes na retomada de tratamentos, muitas vezes de pacientes crônicos. A norma da ANVISA é uma decisão acertada, permitindo que esses profissionais prescrevam remotamente medicamentos sujeitos a Notificação de Receita, que anteriormente demandavam uma via física.
Além disso, a digitalização das prescrições de medicamentos controlados também tem impacto na saúde mental. A pandemia de Covid-19 aumentou casos de depressão, ansiedade e estresse pós-traumático, e a medida adotada pela ANVISA visa democratizar e acelerar a assistência a esses pacientes.
Em meio à calamidade pública no Rio Grande do Sul, fornecer um método ágil e confiável de prescrição é crucial para garantir a continuidade do tratamento e enfrentar os desafios decorrentes dessa crise, incluindo os impactos na saúde mental de adultos e crianças. As especialistas enfatizam a necessidade contínua de atualizar normas e processos para avançar na digitalização dos processos em saúde e no acesso aos serviços.
Marília destaca que, devido à complexidade do tema, é essencial adotar uma abordagem meticulosa para garantir que o processo atenda aos mais altos padrões de rigor e qualidade, equiparáveis ou até superiores aos talonários físicos. O Grupo de Trabalho da SDB tem avançado com discussões internas para debater melhores práticas nesse contexto.
“A expansão dos serviços de telessaúde tem proporcionado diversos casos práticos, e acreditamos que, com a colaboração setorial, podemos compartilhar essas experiências com os órgãos reguladores. Nosso objetivo é contribuir conjuntamente com o setor para ampliar o acesso à saúde por meio de prescrições eletrônicas seguras, rápidas e rastreáveis para pacientes, profissionais de saúde e a vigilância sanitária”, reforça Julia Cestari Santos.
A semente de abóbora é cheia de nutrientes e fibras. O consumo diário do alimento ou de sua farinha podem trazer vários benefícios à saúde
A semente de abóbora é considerada um superalimento devido aos benefícios que traz à saúde. Um estudo recente realizado na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)mostrou que a farinha feita a partir do alimento ajuda a controlar os níveis de açúcar no sangue e o colesterol.
Publicada na revista científica International Journal of Cardiovascular Sciences em novembro do ano passado, a pesquisa acompanhou cem mulheres com obesidade submetidas a uma dieta de baixas calorias.
As que incluíram um sachê contendo 20 gramas da farinha de semente de abóbora todos os dias no cardápio apresentaram uma maior redução na circunferência do pescoço, maior perda de gordura corporal e diminuição nos índices de triglicérides e insulina.
Semente de abóbora como superalimento
O consumo regular da semente de abóbora tem muitos benefícios além da queda na glicemia e no colesterol ruim. Por ser rico em fibras e gorduras saudáveis, além de zinco e magnésio, o alimento ajuda a controlar a fome criando uma espécie de gel no estômago que promove a saciedade.
Por conta das fibras, adicionar a semente às refeições acaba diminuindo o índice glicêmico dos alimentos, evitando picos repentinos de glicose. Como o ingrediente estimula a secreção de insulina, ele é interessante para o controle da diabetes tipo 2.
“A semente de abóbora pode inclusive influenciar na produção de hormônios essenciais para o organismo. As vitaminas e minerais do alimento são capazes de prevenir e controlar doenças”, afirma a nutricionista Patricia Leite, do Rio de Janeiro.
Outro benefício é a redução de inflamações, já que a semente de abóbora é rica em ômega 3. A substância estimula a renovação celular e combate os radicais livres, controlando o quadro inflamatório.
A semente de abóbora também é considerada proteica — cada 100 gramas do alimento têm 19 g de proteína. Por isso, pode ser usada para aumento da massa muscular, uma vez que o macronutriente ajuda a reparar os tecidos após o treino, aumentando o seu volume.
A escalada da epidemia no Congo é vista como uma ameaça global por especialistas. Com os eventos programados para o mês do orgulho gay em todo o mundo nas próximas semanas, as autoridades dos Estados Unidos estão se preparando para o retorno da Mpox (MPXV), a doença infecciosa anteriormente conhecida como varíola dos macacos, que afetou dezenas de milhares de homens gays e bissexuais em todo o mundo em 2022. Embora uma combinação de mudanças comportamentais e vacinação tenha controlado esse surto, a maioria das pessoas em risco ainda não foi imunizada.
Nesta quinta-feira (16), os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos alertaram para uma versão mais letal da Mpox, atualmente disseminada na República Democrática do Congo (RDC), e instaram as pessoas em risco a serem vacinadas o mais rápido possível. Até o momento, nenhum caso desse subtipo foi identificado fora da África. No entanto, a escalada da epidemia no Congo representa uma ameaça global, similar às infecções na Nigéria que desencadearam o surto de 2022, conforme apontam os especialistas.
Anne Rimoin, epidemiologista da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, enfatizou a importância de uma vigilância contínua das doenças em todo o mundo. Rimoin estuda o Mpox no Congo há mais de 20 anos e alertou pela primeira vez sobre seu potencial de disseminação global em 2010.
Existem dois subtipos principais: o Clade I, dominante no Congo, e o Clade II, uma versão que causou o surto global de 2022. Ambos circulam na África há décadas, surgindo esporadicamente em surtos.
As pessoas infectadas podem apresentar febre, dor de cabeça intensa e dor nas costas, seguidas de erupção cutânea. Muitos pacientes também desenvolvem feridas dolorosas no local da infecção. Aqueles com sistemas imunológicos enfraquecidos, incluindo os que vivem com HIV, têm maior probabilidade de adoecer gravemente e morrer.
A versão do vírus que causou o surto de 2022, chamada Clade IIb, resultou em mais de 30.000 casos nos Estados Unidos naquele ano. Embora a epidemia tenha diminuído em 2023, com apenas cerca de 1.700 casos, agora está mostrando sinais de ressurgimento, com o número de casos no país neste ano sendo quase o dobro do registrado no mesmo período do ano passado.
No Congo, até 14 de abril, o vírus do Clade I causou cerca de 20.000 casos e quase 1.000 mortes desde janeiro de 2023. A infecção pelo Clade I tem uma taxa de mortalidade de cerca de 5%, em comparação com menos de 0,2% do Clade IIb. Mais de três quartos das mortes relacionadas à Mpox do primeiro tipo no Congo ocorreram em crianças com menos de 15 anos, devido ao contato direto com animais infectados, como macacos e esquilos, ou à ingestão de carne de caça contaminada. As crianças muitas vezes vivem em famílias superlotadas e têm problemas de saúde.
Nos Estados Unidos, um teste aprovado pela Food and Drug Administration (FDA) detecta todas as versões da Mpox, mas não pode distingui-las. Um resultado positivo nesse teste deve ser seguido por testes mais específicos para identificar o subtipo.
Para a prevenção, duas doses da vacina são mais eficazes do que uma, com uma eficácia de até 90%, de acordo com uma análise recente de 16 estudos. Mesmo quando a vacina não previne a infecção, ela pode reduzir a gravidade e a duração da doença. No entanto, menos de um em cada quatro americanos em risco recebeu duas doses.
Jennifer McQuiston, vice-diretora da Divisão de Patógenos de Alta Consequência do CDC, observou que é necessário continuar a educar a população sobre a importância da vacinação, sugerindo abordagens mais criativas.
Em 2022, a vacina estava disponível apenas nos Estados Unidos através de agências federais e enfrentou problemas de distribuição, limitando sua disponibilidade; agora está disponível comercialmente. A Organização Mundial da Saúde (OMS), que recomenda vacinas para países africanos, ainda não aprovou a vacina e nem iniciou o processo de aprovação.
Dia Mundial da Hipertensão, comemorado anualmente em 17 de maio, foi instituído com o objetivo de alertar a população para os riscos dessa doença tão perigosa. A hipertensão arterial (pressão alta) é uma enfermidade crônica que aponta os níveis elevados da pressão sanguínea nas artérias. Ela acontece quando os valores das pressões máxima e mínima são iguais ou ultrapassam os 140/90 mmHg (ou 14 por 9). Em 90% dos casos é uma doença herdada dos pais. Mas, vários fatores relacionados ao estilo de vida também contribuem nos níveis de pressão arterial como o fumo, a bebida alcoólica, a obesidade, o colesterol, o consumo excessivo de sal, estresse e sedentarismo.
As doenças cardiovasculares são, lamentavelmente, as principais causas de morte em todo o mundo. No Brasil as doenças do coração também ocupam o topo da lista de óbitos, representando uma preocupação significativa para a saúde pública. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que mais de 17,9 milhões de pessoas morram a cada ano devido a essas enfermidades. A hipertensão arterial acomete mais de 32% da população adulta brasileira, ou o equivalente a 36 milhões de indivíduos, de acordo com dados do Ministério da Saúde. Nesta data importante, é preciso entendermos os malefícios associados ao consumo excessivo de sal de cozinha e sódio, especialmente em relação à saúde cardiovascular.
O sal de cozinha, rico em cloreto de sódio, tem sido apontado como um dos principais vilões quando se trata de problemas cardiovasculares. O sódio em excesso pode elevar a pressão arterial, aumentando assim o risco de hipertensão, doenças cardíacas e Acidentes Vasculares Cerebrais (AVCs). Além disso, o consumo descontrolado de sal está associado à retenção de líquidos, inchaço e ganho de peso, fatores que podem agravar ainda mais as condições cardiovasculares.
No entanto, há uma luz no fim do túnel para aqueles que buscam reduzir sua ingestão de sódio sem sacrificar o sabor. O Bio Salgante surge como uma alternativa revolucionária no mercado brasileiro. Aprovado pela Anvisa e formulado sem sódio, este substituto de sal promete oferecer um sabor praticamente idêntico ao do sal comum.
Segundo a empresa fabricante, testes realizados pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) demonstraram os benefícios do Bio Salgante. Em experimentos com ratos normotensos e hipertensos, a substituição do sal comum por esse novo salgante resultou na manutenção da pressão arterial, mesmo após períodos prolongados de ingestão. Além disso, ao não reter líquidos, o Bio Salgante oferece a promessa de reduzir inchaços e ganho de peso, proporcionando um benefício adicional para a saúde cardiovascular.
Neste Dia Mundial de Combate à Hipertensão, é essencial reconhecermos a importância de reduzir nossa ingestão de sal e sódio para proteger nossa saúde cardiovascular. Com o Bio Salgante, os hipertensos e aqueles que buscam melhorar sua saúde têm uma nova e saborosa alternativa à sua disposição. É um passo positivo em direção a uma vida mais saudável e livre de doenças do coração.
Fonte: Viver Mais Comunicação Cristiane Melo: 75 99134-1324
A inflamação crônica é uma resposta natural do corpo a infecções, lesões ou substâncias tóxicas. Durante esse processo, substâncias químicas são liberadas, aumentando o fluxo sanguíneo na área afetada e facilitando a cura.
Diferentemente da inflamação aguda, que é temporária e localizada, a inflamação crônica persiste mesmo sem perigos iminentes. Esse “estado de alerta” do sistema imunológico pode prejudicar tecidos saudáveis e levar a problemas de saúde crônicos.
Os riscos da inflamação crônica incluem doenças graves como câncer, alergias, asma e condições autoimunes. Além disso, especialistas apontam que ela pode afetar a saúde reprodutiva, causando falhas na implantação de embriões e abortos recorrentes.
Os sintomas da inflamação crônica podem ser sutis e variados, como fadiga, dor, rubor, fraqueza constante, infecções recorrentes e problemas digestivos. Identificar e buscar ajuda médica para um diagnóstico correto são essenciais. Mudanças no estilo de vida, como alimentação equilibrada e atividade física, são recomendadas para combater eficazmente a inflamação crônica.
Estudos mostram que a prevenção e o tratamento precoce são fundamentais para controlar a inflamação e reduzir o risco de doenças graves. Adotar hábitos saudáveis fortalece o sistema imunológico e mantém a inflamação sob controle.
Manter uma dieta equilibrada diariamente pode ser um desafio, principalmente quando não há um planejamento das refeições. É importante ir ao mercado já sabendo o que você pretende consumir e quais itens não podem faltar no dia a dia.
Além do sabor, é fundamental garantir alimentos ricos em nutrientes essenciais para o bom funcionamento do organismo.
A seguir, veja 9 alimentos que deveriam ser consumidos todos os dias e são fáceis de incorporar na rotina.
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1. Leguminosas
As leguminosas são alimentos que oferecem proteínas, fibras, minerais, como ferro, magnésio e potássio, além de vitaminas. Nesse grupo, destacam-se: feijão, lentilha, ervilha e grão-de-bico.
O consumo regular aumenta a saciedade, melhora o funcionamento do intestino, estabiliza os níveis de açúcar no sangue e reduz o risco de doenças crônicas, como problemas cardíacos, diabetes e câncer.
Esses alimentos podem ser cozidos e servidos como acompanhamento ou ingredientes de receitas, como sopas, saladas, purês e molhos.
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2. Laticínios com baixo teor de gordura
Consumir leite, iogurte e queijos com baixo teor de gordura favorece a saúde óssea, cardíaca e muscular. Isso porque eles contêm cálcio, proteínas, vitamina D e potássio. Além disso, são alimentos sem excesso de gordura, contribuindo para o controle de peso.
O leite desnatado, por exemplo, pode ser ingrediente de shakes e vitaminas. Já o iogurte pode ser uma opção de lanche intermediário com fruta e aveia. O queijo, por sua vez, costuma fazer parte de sanduíches, saladas e omeletes.
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3. Aveia
A aveia contém fibras, ferro, cálcio, magnésio, zinco, potássio, fósforo, cobre, manganês, vitaminas, carboidratos e proteínas. Por conta desses nutrientes, o cereal pode ser consumido todos os dias.Continua após a publicidade
Entre os benefícios da aveia, estão: melhorar o funcionamento do intestino, reduzir a pressão arterial e o colesterol “ruim” (LDL). Também regula o açúcar no sangue, dá energia e aumenta a saciedade.
Além do famoso mingau de aveia, ela pode ser consumida em saladas de frutas, pães, tortas, bolos e biscoitos.
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4. Verduras e frutas
Consumir vegetais é uma prática bastante saudável, pois são alimentos ricos em vitaminas, minerais, fibras e antioxidantes, fundamentais para o bom funcionamento do corpo.
Esses alimentos fortalecem o sistema imunológico, melhoram o funcionamento do intestino e previnem diversas doenças, como problemas cardiovasculares, diabetes e alguns tipos de câncer. Além disso, têm poucas calorias.Continua após a publicidade
A OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda o consumo diário de pelo menos 400 gramas de vegetais por dia ou cinco porções desses alimentos.
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5. Ovos
Podem ser consumidos diariamente, pois aumentam o aporte proteico da alimentação. Além de serem fontes vitaminas (como A, D, E, B12) e minerais (como ferro, zinco e selênio), fundamentais para a manutenção adequada da saúde.
O ovo é considerado uma fonte de proteína de alta qualidade e contém todos os aminoácidos essenciais necessários para o organismo.
De forma geral, melhora a saciedade e a imunidade, contribui com a memória e auxilia na recuperação muscular.
Além disso, também contém colina, um nutriente importante para a função cerebral, e promove a saúde cardiovascular, desde que consumido com moderação.
A quantidade recomendada varia de uma a três unidades, dependendo das necessidades individuais.
Sempre que possível, é melhor evitar o ovo frito ou preparações com muita gordura.
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6. Oleaginosas
As oleaginosas fornecem nutrientes como gorduras saudáveis, proteínas, vitaminas, fibras e minerais. Elas podem fazer parte da dieta diária, desde que consumidas com moderação, pois são bastante calóricas.Continua após a publicidade
O consumo regular contribui com a saciedade, melhora o funcionamento do intestino, controla a glicemia, o colesterol e a pressão arterial. Além disso, são benéficas para o coração e ajudam o corpo a ter mais disposição.
O ideal é consumir uma porção diária de oleaginosas, o que equivale a cerca de 30 gramas.
Entre as oleaginosas, destacam-se nozes, amêndoas, castanhas, pistache, macadâmia.
Elas costumam ser consumidas cruas, em torradas, saladas, iogurtes, smoothies ou integrar diversas receitas.
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7. Arroz integral
O arroz integral pode ser consumido todos os dias. É um alimento rico em carboidratos, com um conteúdo elevado de fibras e fonte de aminoácidos.
Possui também vitaminas do complexo B, minerais (como magnésio, fósforo, selênio e manganês) e antioxidantes.
Por ter fibras, promove a regularidade intestinal e previne a constipação. Além disso, tem um índice glicêmico mais baixo em comparação com o arroz branco, ou seja, previne os picos de açúcar no sangue e controla os níveis de glicose.
O arroz integral costuma ser o acompanhamento de diversos pratos principais, como frango, peixe e carne.
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8. Gorduras saudáveis
Muitas vezes, as gorduras são vistas como vilãs da dieta. No entanto, as gorduras saudáveis são importantes para o organismo funcionar adequadamente.
O consumo regular contribui com a saúde cardiovascular ao reduzir os níveis de colesterol “ruim” (LDL) e triglicerídeos, enquanto aumenta os níveis de colesterol HDL (bom). Além disso, desempenham um papel importante na saúde ocular, cerebral, reduzem o risco de inflamações e aumentam a sensação de saciedade.
Invista em azeite extravirgem, abacate, nozes, sementes de girassol e de abóbora, salmão, sardinha.
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9. Carnes magras
Também é importante consumir carnes magras regularmente, como frango e peixes como tilápia, linguado e pescada.
Esses alimentos são ricos em nutrientes, como proteína, ferro, zinco e vitamina B12. De forma geral, oferecem todos os aminoácidos essenciais necessários para o crescimento, reparo e manutenção dos tecidos do corpo.
Têm menos calorias em comparação com cortes mais gordurosos de carne, o que é indicado para quem está tentando controlar o peso e visa manter a saúde cardiovascular.
Fontes: Daniel Magnoni, nutrólogo do Hospital São Camilo (SP); Jamile Tahim, nutricionista e mestre pela UECE (Universidade Estadual do Ceará); Sandra Lúcia, nutróloga e professora do curso de pós-graduação da Abran (Associação Brasileira de Nutrologia).
Mais R$ 1 milhão em emenda parlamentar está sendo destinado pelo deputado federal Zé Neto (PT) para o Hospital Dom Pedro de Alcântara (HDPA), em Feira de Santana. A iniciativa visa a aquisição de novos equipamentos de última geração para ampliar os atendimentos nas áreas de cardiologia, oncologia, transplante de rins e cirúrgico, entre outras especialidades.
O recurso, anunciado na última sexta-feira (10) durante reunião com o provedor da Santa Casa de Misericórdia, Dr. Rodrigo Matos, e o diretor-administrativo Tácio Bezerra, soma-se a mais R$ 5 milhões oficializado, na ocasião, por Zé Neto para o início das obras do novo Hospital Baiano de Oncologia (HBO). Administrado pela Santa Casa, a unidade, que contará com moderna estrutura, dispondo de 224 leitos – 204 de internamento e 20 de UTI, além de centros cirúrgico e de diagnóstico por imagem, será construída no terreno ao lado do Hospital Dom Pedro.
“A compra desses novos aparelhos vão possibilitar que o Dom Pedro continue dando saltos importantes na modernização e na melhoria da qualidade do atendimento em Feira e região. Para se ter uma ideia, só nos últimos dois anos, nosso Mandato investiu mais de R$ 13 milhões através de emendas parlamentares, e mais de R$ 200 milhões de convênios e compra de serviços foram feitos pelo Governo do Estado, mostrando toda atenção e cuidado que nosso governador Jerônimo e a secretária de Saúde, Roberta Santana, vêm dando à saúde do povo baiano. Quanto ao Hospital do Câncer [HBO], esses R$ 5 milhões de emenda nossa, que já estamos alinhando as questões administrativas para o repasse, vão assegurar o início das obras deste que é um dos projetos mais importantes da história na área da saúde em nossa cidade”, pontuou Zé Neto.
Um grupo de nutricionistas de Harvard listou cinco alimentos para comer depois dos 50 anos para aumentar a longevidade
Uma alimentação completa e equilibrada é fundamental para retardar o envelhecimento. Pensando nisso, um grupo de nutricionistas de Harvard listou cinco alimentos para comer depois dos 50 anos para melhorar a saúde física e mental, contribuindo para o aumento da longevidade.
Embora a recomendação dos profissionais seja a variedade de alimentos, eles possuem em comum o fato de conter nutrientes frescos. Portanto, evitar ou reduzir o consumo de alimentos processados e ultraprocessados é outro aspecto a ser levado em consideração, sobretudo, após os 50 anos.
Abaixo, confira cinco alimentos que prolongam a vida e agregam anos de saúde, de acordo com os nutricionistas de Harvard entrevistados pelo site norte-americano CNBC:
Frutas vermelhas
Os especialistas recomendam consumir frutas vermelhas, se possível, todos os dias. Elas são uma excelente opção para promover a recuperação muscular e cuidar da saúde cerebral. Os flavonoides, responsáveis pelas cores das frutas, são conhecidos pela ação anti-inflamatória e antioxidante no corpo.
Rico em vitamina C e em ácido fólico, o morango combate o acúmulo de colesterol ruim
Vegetais de folhas verdes
Existem diversas propriedades nutricionais associadas aos vegetais de folhas verdes, como espinafre, acelga e rúcula. Além de ser rico em vitaminas do complexo A, C e K, esse grupo de alimentos contém ácido fólico, ferro, potássio e cálcio, o que se traduz em inúmeros benefícios à saúde.
Nozes e sementes
As nozes e sementes possuem ácidos graxos ômega-3 , nutrientes que ajudam a manter as células cerebrais saudáveis e a reduzir a inflamação. Em outras palavras, esses alimentos retardam o envelhecimento e a deterioração do cérebro, mantendo o organismo saudável por mais tempo.
Oleaginosas são ricas em nutrientes
Leguminosas
As leguminosas são consideradas superalimentos devido ao seu perfil nutricional. Elas contêm carboidratos de absorção lenta, proteínas, pouca gordura e fibras. Além disso, fornecem micronutrientes como minerais, vitaminas do grupo B e polifenóis antioxidantes.
Peixes e carnes magras
O consumo de proteínas é essencial em qualquer dieta saudável, entretanto, elas devem vir de alimentos saudáveis. Salmão, frango, bacalhau e pato são algumas das opções que fornecem gorduras saudáveis.