O café é uma das bebidas mais consumidas no mundo e faz parte do café da manhã de muitos brasileiros. Além de proporcionar aumento de disposição e redução do cansaço, ele também pode gerar uma incontrolável vontade de ir ao banheiro.
Para algumas pessoas, o café funciona como um “empurrãozinho” para soltar o intestino. Isso ocorre porque os compostos presentes no café estimulam a resposta gastrocolônica em alguns indivíduos. Esses compostos aumentam a contração e o relaxamento das paredes musculares dos intestinos, tanto o delgado quanto o grosso, ajudando a movimentar o conteúdo intestinal.
Embora a cafeína tenha um leve efeito laxativo, o principal componente do café responsável por esse efeito é o ácido clorogênico. Mesmo em cafés descafeinados, esse ácido pode causar o mesmo efeito.
Além disso, o café estimula a produção de gastrina, um hormônio gástrico que aumenta a secreção ácida no estômago. Quando combinado com o ácido clorogênico, isso pode levar ao reflexo gastrocólico, resultando na vontade de ir ao banheiro. Esse efeito costuma ocorrer rapidamente, cerca de 5 a 10 minutos após a ingestão do café. Portanto, é bom pensar duas vezes antes de tomar aquele cafezinho pela manhã!
De acordo com um recente estudo publicado no Journal of the Academy of Nutrition and Dietetics, a ingestão de alimentos ultraprocessados está associada a uma maior prevalência de insônia.
A pesquisa analisou os padrões alimentares e de sono, identificando uma associação estatisticamente significativa entre o consumo desses alimentos e a insônia crônica. Essa relação persistiu mesmo após considerar características sociodemográficas, estilo de vida, qualidade da dieta e saúde mental dos participantes.
O estudo, que avaliou dados de mais de 39.000 adultos franceses entre 2013 e 2015, revelou que indivíduos com insônia crônica tinham uma ingestão maior de alimentos ultraprocessados. Essa associação foi observada tanto em homens quanto em mulheres, com um risco ligeiramente maior para os homens.
É importante destacar que o estudo tem algumas limitações, incluindo a confiança em dados autorreferidos e possíveis erros na classificação dos alimentos. Além disso, os resultados não podem ser generalizados para toda a população francesa, uma vez que a amostra incluiu uma proporção maior de mulheres e indivíduos de alto nível socioeconômico.
Os pesquisadores recomendam investigações futuras para testar a causalidade e avaliar as associações ao longo do tempo. No entanto, sugerem que pessoas com dificuldades de sono considerem avaliar sua dieta, especialmente em relação ao consumo de alimentos ultraprocessados.
O que são alimentos ultraprocessados?
Alimentos ultraprocessados são produtos que passam por várias etapas de processamento industrial e contêm diversos ingredientes. Eles incluem óleos, gorduras, açúcares, amidos e proteínas isoladas, além de aditivos artificiais como corantes, aromatizantes, emulsificantes e conservantes.
Esses aditivos modificam a cor, sabor, textura e prazo de validade dos produtos, tornando-os mais atrativos para os consumidores. Exemplos comuns de alimentos ultraprocessados incluem refrigerantes, biscoitos recheados, salgadinhos de pacote, cereais matinais açucarados, macarrão instantâneo e refeições congeladas.
No entanto, é importante considerar que esses alimentos têm baixo valor nutricional e alta densidade energética. Seu consumo regular está associado a um maior risco de obesidade, diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e até certos tipos de câncer.
Você sabia que o TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) frequentemente se apresenta de forma diferente em adultos? Pode ser que você conviva com um adulto com essa condição sem perceber. No entanto, alguns sinais podem ajudar a identificar o transtorno. Especialistas apontam que determinados critérios, como formas específicas de desatenção, hiperatividade e impulsividade, são fundamentais para o diagnóstico.
A literatura médica sugere que a hiperatividade tende a diminuir com o tempo, sendo substituída por desatenção, inquietação interior e dificuldades em regular as emoções. Assim, adultos com TDAH frequentemente enfrentam desafios na organização de suas vidas cotidianas e trabalho.
Veja alguns sinais associados ao TDAH em adultos:
Dificuldade em manter a atenção: Isso pode incluir distração fácil, perda de detalhes importantes, dificuldade em ouvir os outros e incapacidade de concluir tarefas ou projetos.
Problemas de memória: Pessoas com TDAH podem ser mais propensas ao esquecimento em comparação com aquelas sem o transtorno.
Problemas de gerenciamento de tempo:Adultos com TDAH tendem a procrastinar ou evitar tarefas que consideram entediantes, além de se atrasarem para compromissos importantes.
Impulsividade: Isso pode se manifestar de várias formas, como falar excessivamente, interromper os outros, terminar relacionamentos prematuramente, mudar de emprego ou pedir demissão sem pensar nas consequências.
Dificuldade em gerenciar emoções: Muitos adultos com TDAH têm dificuldade em equilibrar suas emoções, irritam-se facilmente e possuem baixa tolerância à frustração, especialmente sob estresse.
Autoimagem negativa: Pessoas com TDAH costumam ser excessivamente autocríticas, inseguras sobre seus problemas de memória e dificuldades de concentração, o que leva a uma autoimagem negativa.
Abuso de substâncias: Alguns adultos com TDAH recorrem ao álcool, tabaco ou drogas na tentativa de aliviar a ansiedade, melhorar a concentração e dormir melhor.
Desempenho inconsistente no trabalho ou na escola: O TDAH pode dificultar a gestão consistente das responsabilidades diárias e o bom desempenho acadêmico ou profissional.
Brócolis é um bom aliado da sua alimentação Imagem: Getty Images/iStockphoto
Dores no estômago não são relacionadas exclusivamente a algum alimento em específico. Na maioria das vezes, o desconforto acontece devido a lesões, provocadas pelo excesso de bebida alcoólica, por medicamentos —como os anti-inflamatórios— ou pela bactéria H. Pylori, que chega a infectar 90% dos adultos. Esses hábitos diminuem a produção de muco no estômago, que age como uma barreira contra o ácido clorídrico que digere as proteínas.
É a partir daí que surgem as primeiras lesões no estômago, que podem virar uma gastrite(inflamação) ou evoluir para uma úlcera (ferida aberta). Para ajudar a evitar o problema, veja uma lista com alimentos que fazem bem para o estômago e outra com comidas que podem piorar as lesões preexistentes.
Coloque no prato
Couve
Ainda que não existam estudos cabais sobre alimentos que tragam benefícios para quem tem dor de estômago, a hortaliça é uma das mais indicadas, por ter propriedades cicatriciais. Elas podem ajudar a “curar” as lesões estomacais.
Brócolis
Estudos já mostraram que brócolis tem indol-3-carbinol, uma substância que agride a bactéria H.Pylori (responsável por grande parte das dores de estômago). Nesses trabalhos, o nutriente foi capaz de “agredir” e diminuir a população da bactéria no estômago.
Pimenta
A história de que a pimenta faz mal para o estômago não passa de um mito. A capsaicina, um dos compostos presentes no condimento, tem grande poder anti-inflamatório, que pode atuar na mucosa do estômago e ajudar em problemas intestinais. No caso de gastrite ou úlcera, no entanto, é melhor evitar até que a doença esteja controlada.
Pão integral
Os grãos integrais têm uma capa de celulose. Ela envolve os alimentos e faz com que não haja uma fermentação excessiva —que prejudica o estômago — quando eles são consumidos.
Melhor maneirar
Refrigerantes e água gaseificada
A lógica é simples: pense na sua pele, se você está com um machucado e a estica, sente dor, certo? É a mesma coisa. Se o estômago estiver lesionado, a bebida gaseificada vai fazer ele inflar, como uma bexiga, provocando dor. Enquanto a água com gás só causa desconforto, o refrigerante, por sua vez, é muito ácido e pode acentuar as lesões já existentes.
Bebidas alcoólicas
O álcool agride a mucosa do estômago e também é capaz de aumentar as lesões já existentes. Estudos mostram que o excesso de bebida pode até causar câncer de estômago.
Condimentos industrializados
Molhos e condimentos industrializados, como ketchup e mostarda, têm conservantes químicos que aumentam a acidez do estômago. Além de gerar dores, esses alimentos contribuem para aumentar a lesão no órgão.
Sucos ácidos
Sucos de limão e de abacaxi podem provocar incômodos devido ao excesso de acidez. Mas eles não pioram a lesão, pois as frutas têm sais minerais que interagem com o líquido do estômago, diminuindo seu pH.
Pães e bolos com farinha refinada
Lembra da capa protetora que protege os grãos integrais e evita a fermentação deles? Então, ela é removida no processo de refinamento da farinha branca. Por causa disso, alimentos feitos com ela fermentam facilmente e induzem a liberação de suco gástrico, o que tende a causar azia. Apesar de não gerar dor, o problema pode ser sinal de uma gastrite.
Leite e derivados
Eles até trazem uma sensação de alívio imediato quando você está com dor de estômago, pois têm pH básico e neutralizam o ácido do órgão. O problema é que o corpo entende que, como o pH do estômago ficou neutro de uma hora para a outra, ele precisa liberar ainda mais suco gástrico, causando um efeito rebote.
Fontes consultadas: Dennys Esper Corrêa Cintra, nutricionista e professor de nutrigenômica da Unicamp.
Um apelo ao governador Jerônimo Rodrigues e à secretária de Saúde do Estado, Roberta Santana, foi feito, na Câmara de Feira de Santana pelo vereador Luiz da Feira (PP). Ele pediu a essas autoridades estaduais que façam algo para diminuir o sofrimento das pessoas que dependem do sistema de regulação (transferência de pacientes que se encontram nas UPA’s, policlínicas e hospitais, nesta cidade, para unidades prestadoras de atendimentos de alta complexidade, para serem submetidas a cirurgias e tratamentos especializados).
Segundo Luiz da Feira, há muitas pessoas aguardando por um período de quatro a seis dias, pela regulação, nas UPA’s e policlínicas lotadas. “Estão cheias de pessoas com trombose, dengue, viroses, infarto e diabetes”. Ele também se dirigiu ao prefeito Colbert Martins Filho e à titular da pasta municipal de Saúde, Cristiane Campos. “Infelizmente, não temos assistência básica eficiente em Feira. Se houvesse, as unidades de suporte não estariam como estão”.
Enquanto isso, reclama, postos de saúde da família “não tem nem curativo, remédio de pressão, fita para a glicose”. O vereador cobrou compromisso feito pelo prefeito, de construção de um hospital municipal. “Várias cidades menores tem. Aqui, não passa de promessa há 25 anos, feita sempre em tempo de eleição. Nem abrem a licitação”. Para piorar, ele acrescentou, agentes de saúde e de endemias estariam sem farda e equipamentos, enquanto apenas “três ou quatro ambulâncias funcionam no SAMU e enfermeiros pedem socorro, com salários atrasados”.
Melhor esperar um pouco antes de tomar aquele cafezinho de manhã… Imagem: Getty Images
Tomar café pela manhã é um hábito comum, mas talvez não seja a melhor ideia — pelo menos isso é o que diz um estudo norte-americano. E isso não tem nada a ver com aquela vontade de ir ao banheiro que se pode ter após ingerir uma xícara dele.
A explicação é que a cafeína age na geração de energia natural do corpo —o que pode levar a uma maior tolerância a esse estimulante. Quem apontou a questão foi Steven Miller, um pós-doutorando em ciências da saúde da Universidade de Bethesada (EUA), que estudou nosso ciclo circadiano, ou seja, o ciclo hormonal de 24 horas pelo qual nosso sono se guia.
A secreção de cortisol, um dos hormônios que controla o ciclo circadiano e nos faz sentir alerta, é maior pela manhã, para que se garanta quantidade adequada de glicose e de outros substratos energéticos (ácidos graxos e aminoácidos) a todas as células que “acabaram de acordar”. De forma geral, seu pico de produção aconteceria por volta das 8h e 9h.
Isso significa que aquela xícara que você toma ao chegar ao escritório é desnecessária, pois seu corpo já está naturalmente energizado neste horário, tornando a cafeína algo supérfluo. Além de diminuir os efeitos energéticos do café, o cortisol ainda faz com que seu corpo fique mais tolerante a ele. Isso faz com que sejam necessárias cada vez mais xícaras de café para você sentir seus efeitos.
A cafeína é um estimulante do Sistema Nervoso Central. Pessoas sensíveis podem ter estímulos elevados mesmo com dosagens baixas de cafeína, resultando em excitação desse sistema e estimulação da glândula pituitária (hipófise) que estimulará a suprarrenal, acarretando produção aumentada de cortisol, além de taquicardia e problemas estomacais se consumido em excesso.
E o cortisol também é considerado um hormônio relacionado ao estresse. Uma maior tolerância à cafeína pode, portanto, levar a níveis elevados de cortisol, que perturbam os ritmos circadianos e causam outros efeitos ruins sobre sua saúde.
Qual é o melhor horário, então?
Prefira os momentos em que os níveis de cortisol diminuem naturalmente. Na maioria das pessoas, os níveis de cortisol chegam ao máximo entre 8h e 9h, 12h e 13h e 17h30 e 18h30. Assim, o melhor seria aproveitar o horário entre 9h30 e 11h30 e 13h30 e 17h00, que são exatamente os momentos em que você precisa daquela força a mais para seguir o dia.
O que é importante deixar claro é que o horário é uma estimativa, que varia de acordo com a região que a pessoa vive (se é mais ou menos ensolarada, por exemplo), hábitos alimentares e estilo de vida.Continua após a publicidadey
Quem troca o dia pela noite apresenta maior risco de ter as alterações orgânicas mencionadas, por exemplo. Também evite beber o café preto em jejum, se o seu estômago for sensível, e depois das 18h30, para conseguir pegar no sono com mais facilidade. O que você menos precisa é estímulo na hora de dormir.
Fontes: Cezar Henrique de Azevedo, nutricionista e professor Dr. da Universidade Catolica de Santos; Francisco Tostes, endocrinologista especialista em medicina do esporte, além de membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).
Consumido diariamente pela maior parte das pessoas, o queijo pode trazer diversos benefícios para a saúde; confira
Um alimento extremamente versátil, o queijo dá sabor, aroma e textura a diversas receitas e está presente na rotina da maior parte das pessoas, principalmente durante o café da manhã. No entanto, apesar do derivado do leite ser rico em nutrientes, as calorias e o teor de gordura do alimento podem ser vistos com maus olhos.
Existem diferentes tipos de queijos e algumas opções podem ser mais saudáveis que outras por apresentarem menos gorduras e mais nutrientes essenciais para o organismo. Dessa forma, o consumo diário do alimento pode trazer benefícios ou desvantagens para o corpo.
Os queijos oferecem diversos benefícios para saúde
Entre as vantagens de incluir o laticínio na rotina alimentar estão as grandes quantidades de probióticos, cálcio, proteínas, fósforo, potássio e outras vitaminas e minerais que impulsionam a saúde. De acordo com o EatingWell, o alimento também pode diminuir os riscos de doenças cardíacas e melhorar a saúde intestinal. Confira!
Benefícios do queijo para saúde
Fortalece os ossos
Segundo EatingWell, os queijos, principalmente os mais duros, são ricos em cálcio, que age no desenvolvimento e manutenção da massa óssea, na circulação sanguínea e nas funções musculares e nervosas. Além disso, uma pesquisa publicada na Food Science & Nutrition descobriu que as opções com alto teor de cálcio podem proteger contra obesidade, hipertensão e diabetes tipo 2.
O cálcio é encontrado em leites e derivados. Ele fortalece os ossos e tem sua absorção impulsionada pela vitamina D
Aumenta a saúde do intestino
Os queijos possuem probióticos, bactérias boas que residem no intestino e ajudam na absorção de nutrientes e minerais e também promove a saúde geral do organismo. Entre as opções que mais oferecem os probióticos estão o suíço, o cheddar, o cottage e o gouda.
De acordo com EatingWell, o calor pode destruir os probióticos, então é válido priorizar o consumo do alimento fresco e cru. Ao invés de adicionar queijo em receitas quentes, é melhor colocá-lo em sanduíches naturais e saladas.
Diminui os riscos de doenças cardíacas
Um estudo publicado na Frontiers in Nutritionsugere que as gorduras saturadas constituem cerca de 60% da gordura na maioria dos queijos. Apesar dessa gordura ser associada aos problemas de coração, nem todos os tipos, incluindo os encontrados no laticínio, são prejudiciais.
Os resultados da pesquisa mostraram que, mesmo com a presença da gordura saturada, aqueles que comeram queijos gordos observaram uma redução no colesterol total e no colesterol ruim. Além disso, uma revisão da revista Nutrients sugeriu que o consumo regular de laticínios está associado a um menor risco de doenças cardiovasculares.
Para o cardiologista Cheng-Han Chen, uma das melhores alternativas para a saúde do coração é a muçarela. “É uma boa fonte de proteína e cálcio e ainda contém probióticos que podem beneficiar a saúde intestinal e imunológica”, disse ele ao New York Post.
Ricos em probióticos, cálcio, proteínas, os queijos podem impactar positivamente a saúde quando consumidos todos os dias
Malefícios do queijo
Possui alto teor de sódio
Com o alto consumo de alimentos embalados e ultraprocessados, a quantidade de sódio consumida diariamente se tornou um problema, mesmo o mineral sendo crucial para o bom funcionamento do corpo. No caso do queijo, o sódio ajuda a realçar o sabor do alimento e também mantém o alimento conservado por mais tempo.
Para evitar os problemas causados pelo excesso de sal, é importante estar atento aos rótulos dos queijos, porque os índices podem variar de uma conta para outra e evitar comer com frequência as opções altamente processadas.
Fazem mal para quem tem intolerância à lactose
Pessoas com intolerância à lactose podem ter sintomas se consumirem queijos
No início da rotina de treinamento, é comum exceder a carga de exercícios, passando horas na academia e, muitas vezes, sem auxílio profissional – sobrecarregando grupos musculares. Em alguns casos, com falta de planejamento ou descanso adequado, o indivíduo não alcança mais os resultados do início e nota até uma regressão.
Sempre digo que o equilíbrio é a chave. O excesso de exercícios pode causar uma série de sintomas, conhecidos como síndrome do excesso de treinamento ou overtraining, que podem ser prejudiciais à sua saúde, desencadeando síndrome neuroendócrina que resulta em modificações fisiológicas e/ou psicológicas e, consequentemente, fazendo com que a pessoa reduza ou até ganhe peso. ”Paola Machado, doutora em saúde e diretora de comunicação do CREF4/SP (Conselho Regional de Educação Física da 4ª Região).
Sintomas do overtraining
Fadiga intensa
Aumento da fome
Desejos de comida, especialmente por doces e cafeína
Depressão, ansiedade e estresse
Sono reduzido
Cortisol alto
Hormônio tireoidiano baixo
Outros desequilíbrios hormonais
Insulina aumentada
Não é preciso “bater ponto”
Se sua ideia é apenas espantar o sedentarismopara ter bem-estar e ficar longe de doenças como infarto e AVC, você não precisa ir à academia todos os dias. Segundo o American College of Sports Medicine, realizar cinco sessões de 30 minutos de atividade física moderada já é suficiente para ter saúde. E ainda é possível garantir o mesmo benefício em três treinos de 20 a 60 minutos de exercício vigoroso.
Correr três vezes por semana, por exemplo, já é o bastante para proporcionar benefícios como a redução da frequência cardíaca em repouso – que diminui o risco de problemas no coração – e evitar o desenvolvimento de diabetes” Murilo Alves de Souza, formado em educação física pela USP e professor da academia Bodytech
Adicionar a isso dois treinos de musculação vai ajudar na manutenção da massa magra, melhorar a postura e reduzir o risco de lesões, garantindo a você um corpo ainda mais saudável.
O foco é a hipertrofia ou ganho de força?
O número de vezes que você vai à academia depende da divisão do formato do seu programa de musculação (A,B; A,B,C; A,B,C,D etc.), mas já é possível obter bons resultados com três treinos – sendo que o mais indicado geralmente é quatro ou cinco e algumas pessoas chegam a malhar sete vezes.
Segundo Ronie Hornos, coordenador de esporte e educação física do Colégio Presbiteriano Mackenzie, em São Paulo, o mais importante é respeitar o tempo de descanso que um grupo muscular precisa para se recuperar – por isso, você não deve fazer em dias seguidos exercícios que trabalham o bíceps (ou pernas, costas, peito), por exemplo. “Para evoluir, nosso corpo obedece o processo de supercompensação, isto é: estresse, repouso e adaptação, inclusive com o sistema muscular”, esclarece.
Dicas para evitar o excesso de treino:
Tenha em mente que o exercício deve ser uma experiência positiva que lhe traga mais saúde e vitalidade. Se isso está te trazendo prejuízos e levando a alterações no seu peso, é importante resolver o problema o mais rápido possível.
Descanse. Com descanso adequado, os efeitos negativos do overtraining devem reduzir.
Melhore seu sono. A falta de sono pode agravar ainda mais os sintomas do overtraining. Seu corpo precisa de sono adequado para reparar e se recuperar. De acordo com o National Sleep Foundation, atletas e pessoas muito ativas precisam de pelo menos oito horas de sono por noite.
Alimentação adequada. Uma combinação certa de macronutrientes é a chave para a recuperação adequada e evitar o overtraining. Tanto proteínas quanto carboidratos também são fundamentais para o seu treino. Opte por carboidratos complexos de frutas, vegetais e grãos integrais.
Se você está treinando demais, com ou sem comer demais, e parece compulsivo, procure ajuda de um médico.
O paciente apresentava “múltiplas patologias subjacentes” e, em 17 de abril, desenvolveu febre, problemas respiratórios, diarreia e náuseas, antes de morrer
Foto: Pixabay
A morte de uma pessoa no México por infecção pela gripe aviária H5N2, uma variante diferente da detectada nos Estados Unidos, foi confirmada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), nesta quarta-feira (5).
“Este é o primeiro caso humano confirmado em laboratório de infecção por um vírus da gripe A (H5N2) notificado no mundo, e a primeira infecção pelo vírus aviário H5 reportada em uma pessoa no México”, declarou a agência de saúde da ONU em um comunicado em seu site.
As autoridades mexicanas haviam informado à OMS, em 23 de maio, sobre um caso confirmado de infecção pela gripe aviária H5N2 em uma pessoa de 59 anos, que havia sido hospitalizada na capital.
O paciente apresentava “múltiplas patologias subjacentes” e, em 17 de abril, desenvolveu febre, problemas respiratórios, diarreia e náuseas, antes de morrer. Em outro comunicado, o governo mexicano indicou que era “um homem de 59 anos, com histórico de doença renal crônica, diabetes tipo 2, hipertensão arterial sistêmica de longa evolução, residente no estado do México”.
A agência da ONU afirmou que a origem da infecção é “atualmente desconhecida” e destacou que a vítima não tinha “histórico de exposição a aves ou outros animais”.
Não há risco de contágio – A organização aponta que, em março, foi detectado um foco epidemiológico de gripe aviária do tipo H5N2 em uma granja avícola no estado de Michoacán, limítrofe com o estado do México. Também foram identificados outros casos em aves domésticas, em março, em Texcoco, e em abril, em Temascalapa, ambos municípios no estado do México.
Após o sucesso do transplante de coração realizado nesta terça-feira (4), o feirense Luiz Cláudio de Jesus segue estável na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Ana Nery. Ele é o primeiro paciente do município a realizar uma cirurgia desse porte, pela rede pública, neste ano.
Segundo informações da esposa, Deijanice Amorim, o procedimento feito na unidade hospitalar durou em média três horas. O feirense deu entrada por volta de 21h no centro cirúrgico e saiu à meia-noite. Logo após, foi direcionado para a UTI por questão protocolar de cuidados referentes aos pacientes cardíacos.
O deslocamento para a cidade de Salvador, local onde foi efetuada a cirurgia, teve a assistência do serviço de Transporte Fora do Domicílio (TFD), oferecido pela Prefeitura de Feira e contou também com a escolta da Polícia Rodoviária Federal que contribuiu para que contratempos na BR-324 não atrapalhassem a chegada, em tempo hábil, na unidade de saúde.
Luiz utiliza o TFD desde o ano de 2020. No começo, ele ia de ônibus, mas com a piora do quadro de miocardiopatia dilatada, passou a ser buscado na própria residência, o que garantiu a continuidade dos acessos às consultas necessárias para habilitação ao transplante.