Estudos da Sociedade Brasileira de Odontologia Canabinoide (SBOCAN) registraram um aumento de 300% da procura por tratamentos bucais com cannabis, em especial, pelos pacientes que apresentam bruxismo e dores orofaciais. A alta se deu após resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do início de 2022, que incluiu o campo de número de registro do profissional de odontologia nos pedidos de importação de medicamentos. O cirurgião Bucomaxilofacial, Dr. Thiago Leite, entretanto, alerta para a importância de o paciente ficar atento, pois a prescrição de uma receita de canabinóide deve ser feita por um especialista no assunto, uma vez que as dosagens da medicação não são iguais para todos os casos, nem para todos os pacientes. Além disso, precisam, muitas vezes, ser ajustadas ao longo do tratamento.
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De acordo com Dr. Thiago Leite, especialista em Medicina Canábica pela Unicamp, a terapia com os canabinoides é aplicada com êxito em pacientes com cefaleia do tipo tensional e que apresenta dor de cabeça. O bucomaxilofacial traz um número preocupante: afirma que 86% dos pacientes que sofrem de Disfunção Temporomandibular Muscular (DTM), dor orofacial da mastigação, por exemplo, também são acometidas por transtorno de ansiedade, depressão, insônia ou fazem uso de antidepressivos, problemas que podem, inclusive, piorar ou potencializar o bruxismo.
“Desta forma, a medicina canábica pode auxiliar bastante na redução da ansiedade e melhorar o padrão do sono destes pacientes, sem causar a dependência que a maioria dos antidepressivos e ansiolíticos causam”, salientou.
Para o especialista, o aumento pela procura dos canabinoides ou mesmo sua prescrição está associada justamente ao aumento do uso de antidepressivos e dos ansiolíticos e esclarece que quando comparados com os derivados da Canabis Medicinal, o que se percebe é que esta, quando prescrita na dosagem correta, não muda a arquitetura do sono, o que não acontece com os benzodiazepínicos, que são os medicamentos usados para dormir. “Além disso, essas medicações são bem mais tolerantes. Não existe uma dose letal do canabidinoide. O que ocorre muito com os antidepressivos e ansiolíticos.
Então, além do canabidiol ter um excelente efeito na ansiedade, no sono, nas dores, na cefaleia e no humor, atua no tratamento do apertamento dos dentes, o conhecido bruxismo que é justamente resultado de todas essas questões”, salientou o especialista em medicina canábica, Dr Thiago Leite, que trabalha com a Canabis Medicinal desde 2020.
O principal objetivo da dieta anabólica é reduzir a gordura corporal e intensificar a produção de hormônios responsáveis pela construção muscular, exemplos: testosterona, o fator de crescimento semelhante à insulina (IGF-1), o hormônio do crescimento (GH) e a insulina.
Dessa maneira, o Sport Life vai compartilhar na sequência os três alimentos essenciais para o crescimento muscular com a ajuda da nutricionista Adriana Stavro.
Os três alimentos essenciais para o crescimento muscular
Queijo cottage
“Fonte rica em proteína caseína, que é de digestão lenta e fornece fluxo constante de aminoácidos aos músculos. Além disso, é uma boa fonte de vitaminas do complexo B, como B12, B2 e B5, que aumentam a energia e auxiliam no crescimento e na reparação muscular. Também contém BCAAs, os aminoácidos de cadeia ramificada, como leucina, isoleucina e valina, essenciais para o crescimento e a recuperação muscular”, disse.
Aveia
“Fornece energia para os treinos e reabastece os estoques de glicogênio muscular e hepático. Rica em fibras, regula os níveis de açúcar no sangue, retarda a absorção de glicose na corrente sanguínea e evita picos nos níveis de glicose sanguínea. Isso proporciona uma liberação lenta e constante de energia”, detalhou.
Salmão
“É uma fonte de proteína completa e contém todos os aminoácidos necessários para a construção muscular. Além disso, é rico em ômega-3. Potente anti-inflamatório, que reduz a inflamação causada pelo treino, aumenta os níveis de testosterona e beneficia o crescimento muscular”, concluiu Adriana Stavro.
O Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), pertencente à rede própria da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia, anuncia a abertura das inscrições para a XI Mostra Integrada de Pesquisa. O evento será realizado nos dias 18 e 19 de setembro deste ano, de forma presencial, no Centro de Cultura Amélio Amorim, situado na cidade de Feira de Santana – BA. A Mostra busca promover o debate e a reflexão sobre a importância da equidade no Sistema Único de Saúde (SUS), diante disso, terá como tema central “Equidade no SUS: reconhecer as diferenças para promover a igualdade”.
As inscrições podem ser realizadas através da Plataforma Even, no link https://www.even3.com.br/xi-mostra-integrada-de-pesquisa-do-hospital-geral-cleriston-andrade-hgca-475049. A submissão de resumos deve ser realizada via e-mail, hgca.mostradepesquisa11@gmail.com, entre os dias 18 de julho e 18 de agosto.
Desde 2013, o HGCA promove a Mostra Integrada de Pesquisa em colaboração com instituições de ensino superior parceiras. O principal objetivo do evento é dar visibilidade às pesquisas desenvolvidas no âmbito dos serviços de saúde, incentivando a aplicação de seus resultados para a tomada de decisões clínicas e de gestão. Esta iniciativa fortalece o SUS, promovendo um atendimento mais eficiente e igualitário à população.
Os trabalhos científicos aprovados para a Mostra devem abordar temas relacionados à Gestão e Avaliação em Saúde na Unidade Hospitalar, bem como à Produção do Cuidado em Unidade Hospitalar. É essencial que os interessados consultem o regulamento completo de submissão, disponível em anexo ou no site https://www.saude.ba.gov.br/mostrapesquisahgca/.
A XI Mostra de Pesquisa do HGCA é mais um passo importante para a divulgação de estudos científicos e práticas inovadoras desenvolvidas na unidade.
Segundo estatísticas recentes do Ministério da Saúde, o câncer de pênis ainda representa uma preocupante realidade entre os homens brasileiros. Embora corresponda a apenas 2% dos tipos de câncer masculino no país, a falta de conscientização sobre cuidados básicos de higiene íntima está diretamente relacionada ao desenvolvimento da doença.
No decorrer da última década, mais de 6 mil homens tiveram que passar por amputações do pênis devido ao câncer, conforme relatórios do Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde (SIS/SUS). Esses dados alarmantes evidenciam a necessidade urgente de educação e medidas preventivas.
Por que é Crucial Manter uma Higiene Adequada?
A higiene íntima masculina não é apenas uma questão de conforto ou estética, é uma medida preventiva essencial contra o câncer de pênis. O acúmulo de esmegma, uma secreção natural que pode se tornar perigosa quando não removida adequadamente, é uma das principais causas evitáveis da doença. Essa substância pode causar inflamações persistentes que, com o tempo, evoluem para o câncer.
Quais são os Principais Sintomas a Observar?
Lesão ou irritação na região genital que não desaparece;
Tumoração visível na pele que cobre a cabeça do pênis;
Inchaço ou mudanças na coloração da glande;
Presença de esmegma constante;
Formação de lumps (nódulos) na virilha que podem indicar a disseminação do câncer.
Ao identificar qualquer um desses sinais, é crucial buscar imediatamente a avaliação de um profissional. A persistência de sintomas por mais de uma semana deve ser motivo de ida ao urologista.
Como é Realizado o Diagnóstico?
O diagnóstico do câncer de pênis requer atenção especial às lesões que não se curam com tratamentos comuns para infecções ou outras condições simples. Em caso de suspeita, um urologista realizará uma biópsia do tecido afetado. Detecção precoce e o tratamento imediato são cruciais para evitar procedimentos mais drásticos, como a amputação.
Medidas Preventivas Contra o Câncer de Pênis
Manter uma rotina de limpeza diária é fundamental para prevenir o câncer de pênis. Além disso, o Ministério da Saúde enfatiza a importância de práticas como evitar o fumo e a utilização de preservativo em todas as relações sexuais. Também é recomendado a vacinação contra o HPV, vírus que está relacionado a diversos tipos de câncer, incluindo o de pênis.
A conscientização sobre essas práticas preventivas pode salvar vidas e evitar sofrimento físico e emocional para muitos homens e suas famílias. Dialogar abertamente sobre o assunto e educar os mais jovens sobre a importância da higiene íntima masculina contribui para uma sociedade mais saudável e informada.
As nutricionistas elencaram seis alimentos que devem ser “cortados” das refeições de quem recebeu o diagnóstico de dermatite
De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologista (SBD), a dermatite atópica é um dos tipos mais comuns de eczema, principalmente na infância, embora alguns casos possam ter início na vida adulta. Estima-se que até 20% das crianças brasileiras apresentem a condição, que pode resultar em desconforto físico e emocional.
Entre os principais sintomas está a pele seca com prurido constante, conforme elenca a SBD. O indício faz com que o paciente tenha ferimentos devido ao ato de se coçar. Recorrer ao dermatologista para saber como tratar deve ser a primeira atitude do indivíduo. No rol de novos hábitos a serem adotados, consta também evitar determinados alimentos.
Os primeiros sintomas da dermatite costumam surgir na infância e continuam na fase adulta
De acordo com a nutricionista Ana Paula Arantes, do Instituto Nutrindo Ideias, pode haver associação entre dermatite atópica e alergia alimentar. “A exclusão de determinados alimentos pode reduzir as manifestações dermatológicas”, argumenta a profissional pós-graduada em nutrição esportiva e estética.
A coluna Claudia Meireles também conversou com a nutricionista Veridiana Sass, pós-graduanda em gastroenterologia e especializada em modulação intestinal. A dupla de experts elege seis alimentos que devem ser “cortados” das refeições de quem recebeu o diagnóstico de dermatite.
O leite e derivados ocupam a primeira posição das listagens das duas nutricionistas
Leite de vaca e derivados
Unanimidade, o topo das listas elaboradas pelas duas nutricionistas traz o leite e derivados como os principais alimentos a serem evitados pelos pacientes que enfrentam a condição dermatológica. “Os produtos lácteos podem desencadear reações alérgicas e inflamatórias em indivíduos suscetíveis”, aponta Ana Paula.
Veridiana, por sua vez, faz a seguinte explicação: “Indivíduos alérgicos a proteína do leite, principalmente à caseína, alfa-lactoalbumina e beta-lactoglobulina, o consumo de lácteos pode comprometer o sistema imunológico contribuindo para a instalação de inflamações sistêmicas, liberação de histaminas e, consequentemente, o surgimento de reações alérgicas, incluindo as dermatites.”
As coceiras da dermatite podem ser mais intensas nas dobras do corpo, como atrás do joelho e braço
A especialista em modulação intestinal ressalta que a intolerância e a má digestão da lactose — ou seja, o açúcar presente no leite e derivados — também tende a contribuir com a inflamação da pele e dermatites.
Glúten
Enquanto para Ana Paula o glúten é o segundo alimento a ser cortado da dieta, Veridiana Sass o numera como quarto. “Encontrado no trigo, cevada e centeio, pode causar inflamações em pessoas sensíveis e intolerantes”, esclarece a pós-graduada em nutrição esportiva e estética.
Ana Paula acrescenta que o consumo de glúten tende a agravar os sintomas dos pacientes com dermatite. Pós-graduanda em gastroenterologia, Veridiana frisa sobre existir muitos indivíduos com dificuldade em digerir a proteína do trigo.
“Associado a má digestão, a alta frequência e quantidade de consumo [do glúten] podem gerar uma quebra da tolerância imunológica ocasionando uma resposta inflamatória da pele e outros sintomas alérgicos”, sustenta Veridiana Sass.
Algumas pessoas têm intolerância ao glúten, composto de proteínas encontrado no trigo
Alimentos processados e ricos em açúcar
Na terceira colocação do rol de Ana Paula Arantes aparecem os alimentos industrializados e com alto índice glicêmico. Essas opções tendem a aumentar a inflamação no organismo, conforme endossa a nutricionista: “A ingestão excessiva de açúcar pode elevar os níveis de insulina, resultando em inflamações e erupções cutâneas”.
Ovos
Veridiana Sass salienta o motivo dos ovos oferecerem “perigo” para quem tem dermatite atópica. “As proteínas presentes principalmente na clara — como albumina, ovomucoide e ovoalbumina — também desencadeiam sintomas alérgicos em indivíduos que apresentam hipersensibilidade aos componentes do alimento quando consumido”, elucida. A nutricionista evidencia que isso tende a afetar a pele.
Proteínas presentes no alimento tendem a desencadear sintomas alérgicos em quem tem hipersensibilidade
Amendoim
Especialista em modulação intestinal, Veridiana enfatiza sobre o amendoim ser um dos alimentos prejudiciais aos pacientes de dermatite. “Em sua composição, há um grupo de proteínas, sendo as mais importantes Ara H 2 e Ara H 8, que também pode desencadear sensibilidades, alergias e reações sistêmicas”, menciona.
A nutricionista explana que o alimento favorece “além da sensibilidade proteica”. “Existe um alto índice de contaminação do amendoim por aflotoxinas, substância tóxica produzida por fungos, que quando ingeridos também tendem a manifestar reações alérgicas, incluindo dermatites”, declara. Veridiana complementa sobre esses compostos serem encontrados no trigo, nozes e milho.
Frutos do mar
A nutricionista Ana Paula Arantes finaliza com frutos do mar o rol de alimentos a serem evitados pelos pacientes com dermatite. Comê-los favorece o surgimento de reações alérgicas em algumas pessoas, o que leva a erupções cutâneas e a piora da condição dermatológica. “A histamina liberada durante essas reações causam prurido e inflamação na pele”, finaliza a especialista.
Considerada uma das consequências mais marcantes do envelhecimento, a demência afeta um número significativo de pessoas pelo mundo. Com pelo menos 1,76 milhão de brasileiros diagnosticados, esta condição não se limita apenas à perda de memória, mas envolve uma série de sintomas que alteram profundamente a vida dos pacientes e de suas famílias.
É crucial estar informado sobre os sinais de alerta e o impacto crescente da demência, especialmente com o avanço da idade da população, que poderia elevar os casos para cerca de 5,5 milhões até 2050 no Brasil. Neste artigo, exploraremos os principais sintomas da doença e como eles impactam o cotidiano das pessoas.
Quais são os primeiros sinais de alerta de demência?
Os sintomas da demência são variáveis e podem envolver dificuldades cognitivas e mudanças comportamentais significativas. Especialistas alertam para alguns sintomas chave que podem indicar o início da doença:
Problemas significativos para planejar ou seguir instruções
Dificuldade frequente em encontrar as palavras certas durante uma conversa
Alterações no padrão de sono, como insônia ou sono fragmentado
Mudanças notáveis de humor ou comportamento, como depressão ou irritabilidade
Como a demência impacta o dia a dia?
A demência provoca uma deterioração na função executiva do cérebro, o que afeta a capacidade de realizar tarefas diárias simples, como cozinhar ou organizar atividades. Esse declínio na função cognitiva leva a uma maior confusão e a uma redução na velocidade com que as tarefas são concluídas, gerando frequentemente sentimentos de frustração e desorientação.
Como lidar com as mudanças de humor associadas à demência?
Um dos aspectos mais desafiantes da demência é o impacto emocional e comportamental que pode surgir. Conhecida como demência frontotemporal, essa variação específica da doença afeta diretamente os lobos frontais do cérebro, responsáveis por controlar nossas emoções e inibições. A perda dessas capacidades frequentemente resulta em comportamentos agressivos ou depressivos, dificultando ainda mais a interação social e o bem-estar do paciente.
Entender esses sinais e sintomas não apenas ajuda a reconhecer a doença em seus estágios iniciais, mas também prepara as famílias e cuidadores para os desafios associados ao cuidado dos pacientes. É essencial buscar orientação médica qualificada para um diagnóstico correto e para discutir as melhores estratégias de manejo e tratamento.
Os beneficiários do Programa Bolsa Família receberam mais uma oportunidade para fazer o acompanhamento obrigatório de saúde. O prazo que encerraria nesta sexta-feira (12) foi prorrogado para o dia 19 deste mês.
Sendo assim, aqueles que ainda não fizeram a atualização, devem procurar as unidades de saúde, pois o fato de não comparecer pode gerar o cancelamento do benefício.
Para fazer o acompanhamento, o beneficiário deve procurar a unidade de saúde na qual é atendido e ao chegar na recepção deve informar que foi para fazer o acompanhamento. Também é necessário apresentar cartão do programa que possui o número do NIS, além de documento de identidade e caderneta de vacina de todos os residentes da casa.
Aos menores de sete anos, deverá ser medido o peso e a altura; e as mulheres entre 14 e 44 anos, que forem gestantes, precisam manter a frequência de consultas pré-natal.
A Santa Casa de Misericórdia de Feira de Santana realizará na próxima quinta-feira, 18, um mutirão para triagem e diagnóstico de osteoporose em mulheres.
O atendimento é gratuito. Podem participar mulheres com idade acima de 60 anos ou que estejam na menopausa e tenham histórico de fraturas ósseas no punho, coluna, colo do fêmur ou úmero.
O atendimento será oferecido no Centro Médico HCardio, unidade de atendimento ambulatorial da Santa Casa. As pacientes passarão por triagem e terão acompanhamento junto ao HCardio, se necessário. O mutirão será realizado das 8:00 às 18:00.
Para garantir a participação, as mulheres devem se dirigir ao próprio Centro Médico HCardio até às 17:00 do próximo dia 17 ou até acabarem as vagas. É necessário apresentar RG, CPF e cartão do SUS.
A osteoporose acelera a perda de massa óssea, facilitando a ocorrência de fraturas. A doença atinge principalmente as mulheres, destaca o provedor da instituição, o ortopedista Rodrigo Matos.
“A osteoporose é uma condição que faz com que os ossos se tornem mais porosos e percam a densidade, o que acaba gerando fraturas. Apesar de afetar pessoas de ambos os sexos, é mais comum em mulheres depois da menopausa. Além disso, é capaz de causar perda de densidade em todo o esqueleto, mas especialmente nos ossos do punho, da coluna, úmero e colo do fêmur”, alerta.
O diagnóstico da doença é essencial para evitar lesões graves e melhorar a qualidade de vida de quem convive com essa doença, observa o provedor. “Por isso, nossa equipe está empenhada em oferecer este atendimento amplo e de qualidade às mulheres de Feira de Santana”, destaca.
Serviço Mutirão de Osteoporose – Atendimento Gratuito 18 de julho, das 8:00 às 18:00
Agendamento: Centro Médico HCardio;/Santa Casa de Feira de Santana — Rua Profa. Edelvira de Oliveira, entrada à esquerda logo após o Hospital Dom Pedro de Alcântara
Frio, chuva, janelas de casa fechadas, escritórios, trens e ônibus sem ventilação. Tudo isso é propício para falarmos de gripes e resfriados. Mas saiba que, infelizmente, esse pode ser o menor dos problemas.
Em grandes centros e cidades, onde construções são mais antigas e o fluxo de pessoas por metro quadrado é ainda maior, com o frio e a umidade, é normal que muitas pessoas tenham sintomas de resfriados, mas a causa pode ser a Síndrome do Edifício Doente, uma realidade preocupante —que pode acontecer também em casas, não só em prédios.
A Síndrome do Edifício Doente (SED) começou a ser reconhecida na década de 1970, quando a construção de edifícios hermeticamente fechados e altamente eficientes em termos de energia se tornou mais comum. A preocupação com a eficiência energética levou à criação de prédios com ventilação reduzida, o que resultou em menor renovação do ar interno e, obviamente, aumento da concentração de poluentes.
Os multifatores que contribuem para a síndrome são diversos e, hoje em dia, ela é cada vez mais presente e mal-interpretada. Afinal, é muito comum apresentarmos certos sintomas e tratar como “gripes”, “resfriados” ou “alergias”, mas sem buscar um diagnóstico definitivo.
Os primeiros estudos sobre a SED surgiram a partir de relatos de trabalhadores em edifícios de escritórios que começaram a apresentar sintomas como dores de cabeça, irritações nos olhos, nariz e garganta, fadiga e dificuldades de concentração. Esses sintomas eram geralmente aliviados quando os indivíduos deixavam o ambiente de trabalho e, veja bem, isso ainda é tão comum hoje em dia —provavelmente, você conhece alguém que sofre o mesmo problema, caso não aconteça com você.
Tanto é verdade sobre essas condições que, em 1984, a OMS reconheceu a Síndrome do Edifício Doente como uma condição de saúde pública, estimando que até 30% dos novos e remodelados edifícios ao redor do mundo poderiam estar sujeitos a problemas de qualidade do ar interno.
Afinal, o que é?
É uma condição em que os ocupantes de um edifício experimentam problemas de saúde e desconfortos típicos de resfriados e alergias, mas sem uma causa específica identificável. Esses sintomas geralmente diminuem ou desaparecem quando a pessoa deixa o edifício ou a casa em que se encontra.
O que pode contribuir?
Falta de renovação do ar interno pode levar ao acúmulo de poluentes, produtos de limpeza, tintas, mobiliário, carpetes e até mesmo equipamentos eletrônicos podem liberar compostos orgânicos voláteis (VOCs) e outras substâncias nocivas que se acumulam nos espaços internos.
Mofo, umidade, bolor: a umidade excessiva pode levar ao crescimento de mofo, que libera esporos e micotoxinas no ar. Bactérias, vírus e ácaros também podem se proliferar em ambientes fechados mal ventilados.
Os sintomas comuns da SED são muito bem conhecidos pela população, o que torna difícil o diagnóstico, como falado anteriormente. Os sinais comuns são:
Dores de cabeça
Tonturas
Náuseas
Irritação nos olhos, nariz e garganta
Pele seca ou com coceira
Fadiga
Dificuldades de concentração
Alergias e reações asmáticas.
Como é o tratamento
O tratamento individualizado envolve a saída do paciente do prédio, de imediato, e então o inicio do tratamento dos sintomas, como forma de amenizar os desconfortos.
Em paralelo a isso, deve ser feita a correta inspeção e tratamento do prédio ou da casa, envolvendo: melhora da ventilação, medição do ar interno, manutenção do sistema HVAC (aquecimento, ventilação e ar condicionado), troca de filtros, purificadores de ar, controle de umidade interna para evitar crescimento de mofo.
Um dos importantes pontos aqui que você deve ficar atento são sinais de bolor que a casa alugada ou o edifício que você está apresenta, principalmente após enchentes ou infiltrações.
Você já sentiu cansaço sem motivo aparente, dores nas juntas ou até mesmo distúrbios digestivos? Estes podem ser indicativos de um problema de saúde muitas vezes ignorado: a inflamação. Este fenômeno, embora seja uma reação natural do organismo contra intrusos nocivos, quando ocorre de forma contínua pode resultar em várias doenças crônicas.
A resposta inflamatória é, essencialmente, uma ferramenta de defesa do corpo. No entanto, quando desencadeada sem controle, abre caminho para uma variedade de condições de saúde adversas. Por isso, é primordial entender as causas e saber como manejar a alimentação para atenuar seus efeitos.
Foto: Jannis Brandt via Unsplash
O que é exatamente a inflamação corporal?
A inflamação pode se manifestar de duas formas: aguda e crônica. A primeira é uma reação imediata a um agressor, bastante intensa mas de curta duração, enquanto a crônica se desenvolve silenciosamente e pode persistir por longos períodos. Essa última é particularmente perigosa, pois está ligada a doenças como diabetes, problemas cardíacos e até alguns tipos de câncer.
Quais são os principais causadores da inflamação?
Alimentos ultraprocessados ricos em açúcar, gorduras e conservantes;
Excesso de peso e obesidade;
Estresse constante;
Hábitos de vida não saudáveis;
Consumo elevado de álcool e tabagismo.
Como sua dieta pode combater a inflamação?
Modificar sua alimentação é uma das estratégias mais eficazes para minimizar os impactos da inflamação. Incluir alimentos naturais e ricos em nutrientes anti-inflamatórios pode fazer uma grande diferença. Além de ajustar a dieta, manter-se hidratado, dormir bem e praticar exercícios regulares são essenciais para a manutenção de um corpo saudável e resistente às inflamações.
Alimentos para incluir na sua dieta anti-inflamatória:
Frutas vermelhas: Ricas em antioxidantes, como as antocianinas, que ajudam a combater os radicais livres;
Verduras escuras: Fontes de vitaminas A, C e K, que são cruciais no combate à inflamação;
Peixes gordurosos: Salmão, atum e sardinha são excelentes fontes de ômega-3;
Azeite de oliva extra virgem: Contém polifenóis, poderosos anti-inflamatórios;
Especiarias como cúrcuma e gengibre:Possuem propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias notáveis;
Nozes e sementes: Oferecem fibra, vitaminas e também ômega-3.
Reconhecer os sinais de alerta da inflamação e adotar um estilo de vida saudável pode prevenir muitas complicações. Consultar um especialista e realizar exames regulares também são práticas recomendadas para monitorar e manter sua saúde em equilíbrio. Através desses hábitos, é possível não só combater a inflamação, mas também melhorar a qualidade de vida de forma geral.