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Passar protetor solar, aplicar fórmulas de skincare, evitar a exposição ao sol, ter boas noites de sono e beber muita água. Quando combinados de forma rotineira, esses hábitos podem ser quase perfeitos para prevenir o envelhecimento da pele. Contudo, um detalhe pode colocar quase tudo a perder: a alimentação.

De acordo com o médico gastroenterologista Saurabh Sethi, da Universidade de Harvard, há um alimento que deveria ser eliminado do prato por servir como uma bomba pró-envelhecimento. Consumida “geladinha” para acompanhar as refeições, essa opção atende pelo nome de refrigerante.

Como o refrigerante afeta a saúde da pele

Para entender como o consumo de refrigerante afeta a saúde da pele e acentua o envelhecimento, conversamos com a dermatologista Ana Carolina Sumam, do Rio de Janeiro. Segundo a médica, membro da Academia Americana de Dermatologia (AAD), o refrigerante prejudica a cútis devido ao seu alto índice glicêmico, pelo teor de açúcares contidos na bebida.

Os carboidratos presentes no refrigerante contribuem para um processo chamado glicação, que é a destruição das fibras colágenas e elásticas. “É como se essas fibras fossem ficando mais enrijecidas e, consequentemente, perdem a sua função”, explica a médica. Em um copo de 200 ml de refrigerante, há entre 10 gramas e 22 gramas de açúcar.

Consumo de refrigerante no Brasil

O consumo de produtos industrializados no Brasil é surpreendentemente alto, gerando sérios prejuízos à saúde, principalmente entre os adolescentes. A Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revelou que o refrigerante é a bebida mais consumida no país, o que gera muitas preocupações.

De acordo com o estudo realizado em 2017/2018, os refrigerantes lideram o consumo diário per capita no Brasil, com uma média de 67,1 gramas por dia. Esta bebida aparece junto a alimentos como café, feijão, arroz e sucos em termos de consumo diário pelos brasileiros.

Os dados do IBGE são ainda mais alarmantes quando se observa a distribuição geográfica do consumo de refrigerantes. Na região Sul do Brasil, o consumo é o dobro do verificado nas regiões Norte e Nordeste. E os maiores consumidores são os adolescentes, superando adultos e idosos.

Quais alimentos afetam a pele de forma semelhante?

Ana Carolina acrescenta que “qualquer alimento com alto índice glicêmico ocasiona esse processo de glicação”. Esse efeito provoca um impacto negativo na qualidade da pele, principalmente na matriz extracelular, por conta da destruição das fibras colágenas e elásticas.

  • Panificados e bolos
  • Doces e chocolates
  • Arroz branco e batatas
  • Macarrão e massas

Outros efeitos negativos do refrigerante

Tanto a elastina quanto o colágeno oferecem firmeza, elasticidade e jovialidade para a pele. Outras condições negativas tendem a surgir na cútis devido à composição da bebida. “Alimentos com alto índice glicêmico também podem contribuir para o aumento da oleosidade da pele e da acne. Esses são os principais efeitos negativos do refrigerante na pele”, aponta a médica.

Portanto, por mais que manter uma rotina de cuidados com a pele seja essencial, prestar atenção à alimentação é uma peça crucial para garantir uma pele saudável e jovem. Evitar o consumo de refrigerantes e alimentos com alto índice glicêmico pode fazer uma grande diferença na aparência e na saúde da sua pele a longo prazo

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O jogador de futebol uruguaio Juan Izquierdo faleceu na última terça-feira (27), após sofrer uma parada cardíaca causada por uma arritmia. Cinco dias antes, durante a partida entre Nacional e São Paulo pelas oitavas de final da Libertadores, ele passou mal e desmaiou em campo. A tragédia trouxe à tona discussões importantes sobre a arritmia cardíaca e a prática esportiva.

A arritmia cardíaca é caracterizada por batimentos cardíacos irregulares. Esses batimentos podem ser mais lentos (bradiarritmias) ou mais rápidos (taquicardias) do que o normal. É fundamental entender como essa condição afeta os atletas e como deve ser gerida.

O que é Arritmia Cardíaca?

O cardiologista Aristides Medeiros Leite explica que o coração, funcionando normalmente, gera impulsos elétricos para regular seus batimentos. Esses impulsos têm uma sequência organizada que permite a circulação adequada de sangue.

Existem arritmias leves, sem grandes repercussões, e arritmias severas, que podem ser potencialmente malignas. A prática esportiva para quem possui arritmia depende do tipo e da severidade da condição.

É Seguro Praticar Esportes com Arritmia Cardíaca?

De acordo com Aristides Medeiros Leite, casos severos de arritmia ou aqueles significativamente sintomáticos geralmente contraindicam a prática de esportes, especialmente os competitivos. A prática podem demandar esforços intensos e longos, aumentando os riscos.

No entanto, as arritmias leves ou que não se manifestam durante exercícios físicos não são necessariamente impedimentos para atividades físicas. A avaliação médica é crucial para determinar a segurança.

Eliana Corrêa, fisioterapeuta, destaca que a avaliação médica é indispensável para quem tem arritmia e deseja praticar atividades físicas. Um teste ergométrico, por exemplo, pode avaliar como o coração reage ao esforço, determinando se a prática esportiva é segura.

Ela afirma que a intensidade do exercício deve ser definida por profissionais capacitados, como fisioterapeutas e educadores físicos, para garantir benefícios ao coração e aos sistemas corporais.

Os Benefícios da Prática Esportiva Adequada

Eliana Corrêa também explica que exercícios leves poderão ser prescritos, mesmo para pacientes com arritmias graves, desde que monitorados e realizados em ambientes controlados. Isso pode incluir programas específicos de reabilitação cardiopulmonar e metabólica.

Além de ajudar no tratamento de doenças cardíacas, a prática adequada e monitorada de exercícios pode melhorar a saúde geral do paciente. É essencial que possíveis sintomas da arritmia sejam observados durante o esforço.

  • Aumento excessivo da frequência cardíaca
  • Palpitações
  • Tontura
  • Sensação de fraqueza
  • Dor no peito
  • Falta de ar
  • Mal-estar

Informações TBN


Na manhã desta segunda-feira (26), o Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA) promoveu uma capacitação voltada para a equipe de maqueiros, com o objetivo de aprimorar o transporte seguro de pacientes e a identificação rápida de sintomas de Acidente Vascular Cerebral (AVC), garantindo o atendimento dentro da janela terapêutica de 4h30. O treinamento, organizado pela Coordenação de Apoio Administrativo do HGCA em parceria com o Centro de Ensino, Pesquisa e Extensão em Saúde (CEPER), contou com a presença do Núcleo de Segurança do Paciente, Dra. Renata Nunes, médica coordenadora de Neurologia, e de Keliane Pinto, enfermeira do Corpo de Bombeiros Civil.

A enfermeira Mara Larissa Vasconcelos, coordenadora da Segurança do Paciente, destacou a importância de valorizar o papel do maqueiro dentro da equipe multidisciplinar. “Nosso objetivo é evidenciar a relevância desse profissional, reforçando a importância de suas ações para o cuidado seguro do paciente”, afirmou. Segundo ela, a capacitação busca não só aprimorar o serviço de transporte, mas também conscientizar os maqueiros sobre a identificação correta e ágil dos pacientes com suspeita de AVC.

Durante a capacitação, a Dra. Renata Nunes explicou detalhadamente os sintomas do AVC e como o maqueiro desempenha um papel crucial no salvamento de vidas. “O tempo é essencial no atendimento de um paciente com AVC. Quanto mais cedo identificamos e agimos, maior é a chance de minimizar as sequelas e evitar mortes. O maqueiro, ao fazer o transporte para exames como a tomografia, tem um papel decisivo nesse processo,” destacou.

Sara Soto, coordenadora da equipe de apoio administrativo do HGCA, ressaltou que essa é a segunda vez que a capacitação é realizada com essa temática. “Precisamos constantemente renovar e fortalecer o conhecimento dos nossos colaboradores. Esse treinamento foi muito produtivo, focando no transporte seguro e na identificação rápida do paciente com AVC, elementos essenciais para o atendimento eficiente,” afirmou Sara. Ainda de acordo com Sara, o treinamento abordou questões como risco de queda, identificação correta dos pacientes e os procedimentos adequados para o transporte seguro em situações de emergência, reforçando o compromisso do HGCA com a segurança e qualidade no atendimento aos seus pacientes.

O maqueiro André Santana da Conceição, que participou da capacitação, também enfatizou os benefícios do treinamento. “Sempre participo dessas formações porque elas são muito importantes, tanto para o nosso desenvolvimento profissional quanto para a segurança dos pacientes,” comentou.

Fonte: ASCOM/HGCA


Planta medicinal é rica em nutrientes que melhoram a saúde cognitiva e ajudam a manter os níveis de açúcar no sangue mais equilibrados

Foto colorida de uma planta - Metrópoles

A sálvia, uma planta comum na medicina tradicional, traz importantes benefícios para a saúde: ela ajuda a controlar o açúcar no sangue e melhora a memória. Com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, é uma opção natural para quem quer cuidar do bem-estar.

A nutricionista Carla de Castro, da Clínica Sallva, em Brasília, explica que a sálvia possui nutrientes essenciais como magnésio, cálcio, vitamina A e vitamina K, além de antioxidantes, como os flavonoides e os ácidos fenólicos. “A vitamina K e o cálcio podem contribuir para apoiar o processo de manutenção da densidade óssea, ajudando a prevenir a osteopenia ou a osteoporose”, informa.

Carla observa que a erva também tem ganhado papel de destaque na melhora da função cognitiva.

“Alguns óleos já incluem a sálvia como um dos compostos, e ela tem sido associada à melhora da função cognitiva e da memória. Isso acontece porque a sálvia tem a capacidade de inibir uma enzima chamada acetilcolinesterase (ACEH), que degrada a acetilcolina, um neurotransmissor essencial para a memória e o aprendizado”, explica a profissional.

Entre os compostos bioativos da planta, Carla ressalta as propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes, que podem ajudar a combater o estresse oxidativo, protegendo o corpo contra danos. Além disso, os antioxidantes presentes na erva podem contribuir para a saúde cognitiva a longo prazo.

A sálvia também desempenha um papel importante na regulação dos níveis de açúcar no sangue, contribuindo para uma melhor sensibilidade à insulina.

“A sálvia contém ácido rosmarínico, um polifenol que auxilia na regulação dos níveis de glicose no sangue. Alguns estudos indicam que a sálvia pode melhorar a sensibilidade à insulina, facilitando a utilização da glicose pelas células e ajudando a manter os níveis de açúcar no sangue mais equilibrados”, diz.

Sobre a quantidade, a nutricionista Carla afirma que não existe uma quantidade padrão de consumo, pois a dose depende da pessoa e da forma como a planta será consumida.

“Pode-se usar a sálvia em forma de chá, cápsula e óleo essencial, entre outros, a depender do objetivo. De toda forma, normalmente é recomendado tomar uma ou duas xícaras do chá por dia. Eu sugiro 250 ml, duas vezes ao dia”, ensina.

Para suplementos em óleo essencial, Carla recomenda seguir as orientações do fabricante e contar com a orientação de um profissional de saúde para determinar a forma correta de uso e a dosagem adequada para cada pessoa.

Imagem colorida - xícara com chá de sálvia - Metrópoles
A sálvia pode ser comprada em mercados, feiras ou lojas de produtos naturais

Cuidados no consumo da sálvia

De acordo com o professor Leandro Rodrigues da Cunha, do curso de Nutrição da Universidade Católica de Brasília, mulheres grávidas ou pessoas que estão tomando alguma medicação devem evitar o consumo da sálvia.

“Ela deve ser evitada durante a gestação por ter possíveis propriedades abortivas, assim como na lactação. Pessoas com sensibilidade aos componentes da sálvia também devem evitar seu consumo. Para indivíduos que tomam algum medicamento hipoglicemiante, o uso deve ser monitorado pelo médico e nutricionista para evitar picos de hipoglicemia”, explica.

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A conexão emocional com um amigo canino pode ter um potencial transformador na vida das mulheres entre 45 a 59 anos que sofreram abuso na infância, de acordo com um novo estudo da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.

Os pesquisadores descobriram que essa relação com o animal de estimação diminui o risco de ansiedade e depressão. Eva Schernhammer, professora adjunta de epidemiologia em Harvard e uma das autoras do estudo, explicou à Harvard Gazette que quanto maior o apego a um cão, menores os sintomas negativos de saúde mental.

Relação entre Animais de Estimação e Saúde Mental das Mulheres

Segundo a equipe de pesquisadores, mulheres que viveram traumas na infância tendem a desenvolver sofrimento psicossocial na idade adulta. O objetivo principal do estudo foi investigar se a relação com um animal de estimação poderia melhorar a saúde mental dessas mulheres.

O estudo, publicado na revista JAMA Network, baseou-se em dois questionários online, aplicados em março de 2013 e fevereiro de 2014, com respostas de 214 mulheres com média de idade de 60,8 anos. As participantes responderam a perguntas sobre sintomas de ansiedade e depressão, e aquelas que conviviam com animais de estimação detalharam a natureza do vínculo com seus pets.

Como os Cães Ajudam na Redução da Depressão e Ansiedade?

Os dados coletados no estudo mostraram que a presença de cães reduziu os índices de depressão e ansiedade em 72,6% das mulheres na faixa etária de 45 a 59 anos, que tinham passado por abuso na infância. Schernhammer destacou que o apego emocional aos cães foi um fator crítico para esses resultados positivos.

“A premissa deste estudo é que pode importar mais o quanto você é apegado ao animal de estimação do que simplesmente ter um animal de estimação. Muitas pessoas possuem animais, mas nem todos têm um vínculo emocional forte com eles”, explicou Schernhammer.

Gatos Também Ajudam na Saúde Mental?

Schernhammer mencionou que, embora também houvesse uma associação entre a presença de gatos e a saúde mental das participantes, essa relação não ficou tão evidente quanto no caso dos cães. Um número menor de respondentes que possuíam gatos pode ter influenciado esses resultados.

“Com gatos, não parece haver uma associação clara entre apego ao animal de estimação e saúde mental. Como havia poucos gatos na pesquisa, não podemos eliminar a possibilidade de não ter visto resultados significativos devido ao tamanho reduzido da amostra”, ressaltou a pesquisadora.

Benefícios da Conexão com Pets na Saúde Mental

A relação estreita com animais de estimação, especialmente cães, mostrou ter vários benefícios que contribuíram para a melhoria da saúde mental das mulheres no estudo:

  • Redução dos níveis de ansiedade: O afeto e a companhia de um cão proporcionam uma sensação de segurança e entendimento, o que ajuda a aliviar a ansiedade.
  • Menores índices de depressão: O vínculo emocional com um cão fornece suporte emocional constante, o que diminui sintomas depressivos.
  • Melhoria na qualidade de vida: Cuidar de um pet estimula a realização de atividades físicas e sociais, que são benéficas à saúde mental.

Este estudo realça a importância dos laços emocionais com animais de estimação no contexto da saúde mental para mulheres que sofreram abusos na infância. A presença e o apego a cães, em particular, mostraram-se benefícios significativos, oferecendo um caminho para melhorias na qualidade de vida e bem-estar emocional.

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Os vírus recombinantes podem ser definidos de duas formas: únicos, quando encontrados em um único indivíduo reinfectado, ou viáveis/circulantes, quando se tornam transmissíveis para outras pessoas. A nova variante do HIV, conhecida como CRF146_BC, pertence à segunda categoria. Mas o que realmente sabemos sobre essa variante recentemente descoberta?

A identificação do vírus recombinante remonta a 2019, quando um estudo populacional foi conduzido pelos pesquisadores, incluindo Joana, no Hospital das Clínicas de Salvador. Durante essa pesquisa, aproximadamente 200 amostras de pacientes infectados foram analisadas.

Descoberta da Variante CRF146_BC

Após a descoberta do CRF146_BC, os cientistas compararam o genoma do vírus com bancos de dados públicos de sequências genéticas de HIV. Conforme relatado por Joana, quatro das amostras analisadas apresentavam a mesma estrutura dinâmica que a variante encontrada na Bahia.

Importante destacar que nenhum dos pacientes identificados era o “paciente zero” da variante. Todos os casos observados já resultavam da transmissão da CRF146_BC. Joana destaca que até o momento, os pesquisadores não conseguiram determinar se a variante possui maior transmissibilidade ou virulência.

Quais são as implicações dessa descoberta?

Ainda não se sabe se o CRF146_BC tem maior capacidade de espalhamento ou se progride mais rapidamente para a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS). A única informação clínica disponível revela que o primeiro paciente da Bahia estava sob tratamento antiviral e não apresentava sinais de resistência do vírus ao medicamento.

  • Descoberta em 2019
  • Identificada em quatro pacientes
  • Pode ser viável ou circulante

Como foi conduzido o estudo sobre a variante?

O estudo sobre a variante CRF146_BC incluiu a análise de aproximadamente 200 amostras de pacientes infectados. Após encontrar a variante, os pesquisadores utilizaram bancos de dados públicos de sequências genéticas de HIV para comparar as informações do genoma do vírus.

Foi encontrado que outras três amostras em bancos de dados públicos apresentavam a mesma estrutura genética da variante CRF146_BC identificada na Bahia. No entanto, isso não indicava um “paciente zero”, mas sim uma transmissão já em andamento dessa variante específica.

Próximos Passos na Pesquisa

Os cientistas continuarão investigando para melhor compreender as características da variante CRF146_BC. Há necessidade de mais estudos clínicos para determinar se esta variante possui alguma resistência aos tratamentos atuais e se sua transmissibilidade é maior do que outras variantes conhecidas do HIV.

Informações adicionais:

  1. CRF146_BC foi detectada primeiro em 2019
  2. Variante analisada comparativamente com bancos de dados genéticos
  3. Primeiro paciente estava em tratamento antiviral sem resistência conhecida

Esta descoberta expõe a complexidade e a dinâmica contínua do HIV, enfatizando a necessidade constante de vigilância e pesquisa para prevenir e tratar infecções eficazmente. Permanecer informado sobre as novas variantes é crucial para a saúde pública e para o desenvolvimento de novas estratégias de combate ao HIV.

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Este alimento contribui para a recuperação muscular, além de potencializar os resultados do treino; saiba qual é o vegetal

Saiba qual alimento comer após o treino para potencializar resultados

Quando o assunto é ganhar músculos, existem dois fatores que “andam” juntos: uma rotina de treinamentos consistente e uma dieta voltada para perda de gordura. No último caso, a proteína, especialmente a soja, desempenha um papel fundamental para o crescimento muscular.

O Departamento de Medicina da Universidade de Rochester (EUA) descobriu que a suplementação com proteínas de soja pode aumentar a síntese de proteínas musculares em adultos. Ou seja, este nutriente vegetal pode ser o mais indicado para o crescimento muscular. As informações são do portal espanhol Saber Vivir.

De acordo com a nutricionista Leticia Gasparetto, a soja é uma excelente fonte de proteína para o ganho de massa muscular por ser rica em aminoácidos essenciais. “Isso contribui para a reparação e construção muscular, sendo uma alternativa para quem busca alimentos vegetais para potencializar os resultados do treino”, orienta.

Foto colorida de soja - Metrópoles
Soja é uma ótima pedida

A nutricionista Thaiz Brito, colunista do Metrópoles, ressalta que, para o processo de hipertrofia acontecer, não basta fazer uma boa ingestão proteica diariamente. É necessário também proporcionar estímulo físico por meio de treinos de musculação.

“Para se ter uma ideia, em 100 gramas de soja, encontramos 36 gramas de proteínas, o que representa uma boa quantidade. No entanto, para garantir o bom aporte de proteína diário, não basta se apegar apenas em ingerir o nutriente no momento pós-treino”, complementa.

Foto colorida de soja - Metrópoles
Leite de soja

Além dos benefícios citados, a soja contém boas quantidades de fibras e isoflavonas, fitoestrógenos que melhoram os sintomas da TPM e atuam na prevenção da osteoporose. “Possui ainda ação antioxidante, podendo ser uma excelente opção dentre as fontes proteicas”.

Versátil e rica em nutrientes, a soja pode ser incorporada facilmente na alimentação, ajudando a manter a saúde muscular e promover a recuperação após o exercício, encerra Gasparetto.

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O diabetes é uma doença crônica que interfere na produção e absorção de insulina, hormônio essencial para a regulação da glicose no sangue. De acordo com dados do Ministério da Saúde, o Brasil é o quinto país com a maior incidência de diabetes no mundo, atingindo cerca de 16,8 milhões de brasileiros. Com números tão expressivos, é vital conhecer os fatores de risco e sintomas da doença.

Surpreendentemente, alguns dos primeiros sinais de diabetes podem se manifestar na boca. Por isso, é fundamental ficar atento aos sinais bucais, uma vez que os cuidados adequados ajudam na detecção precoce e no tratamento efetivo da diabetes.

Quais são os sinais de diabetes que aparecem na boca?

A diabetes afeta diretamente o controle da glicemia no organismo, o que, por sua vez, pode alterar a circulação sanguínea e reduzir o fluxo salivar. Isso ocasiona uma boca mais seca e mudanças no pH da saliva, reduzindo seu efeito protetor natural. Como resultado, a cavidade bucal se torna mais propensa a infecções como periodontite, além de uma maior suscetibilidade à ação de vírus como herpes e cândida.

Especialistas afirmam que a diabetes pode não apresentar sintomas claros no início. Contudo, alguns sinais específicos se manifestam na boca e merecem atenção especial. Veja a seguir quais são esses sinais:

Boca seca

A xerostomia ou boca seca é um dos sinais mais comuns de diabetes. Essa condição é uma consequência da menor produção de saliva em resposta ao aumento dos níveis de açúcar no sangue.

Quais são os sintomas mais comuns na boca em pessoas com diabetes?

  • Gengiva vermelha e sensível: O aumento da taxa de açúcar no sangue facilita a proliferação de bactérias na boca, resultando em gengivas avermelhadas, sensíveis e doloridas, que podem sangrar durante a escovação.
  • Perda de dentes: Com a diabetes descontrolada, a propensão a doenças periodontais, cáries e outras infecções bucais aumenta, facilitando a perda de dentes.
  • Aumento do açúcar na saliva: A elevação dos níveis de glicose na saliva cria um ambiente favorável ao desenvolvimento de bactérias, aumentando a probabilidade de cáries e infecções.
  • Mau hálito: O hálito cetônico, com cheiro de frutas apodrecidas, é comum quando a diabetes está descontrolada e os níveis de açúcar estão desregulados. Esse é um sinal vital para o diagnóstico da diabetes, especialmente quando surge com outros sintomas como sede excessiva, micção frequente e fadiga.
  • Demora na cicatrização: A diabetes pode reduzir a capacidade do organismo de se recuperar de ferimentos, resultando em complicações após procedimentos odontológicos.
  • Aftas: Pacientes diabéticos frequentemente apresentam aftas e machucados na boca, principalmente quando a doença está descompensada.

Como diabetes pode afetar sua saúde bucal?

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Reconhecer e prestar atenção aos sinais de diabetes que aparecem na boca é vital para a manutenção da saúde bucal e geral. A identificação precoce e o tratamento adequado da doença são essenciais para evitar complicações mais graves. Pacientes com diabetes devem fazer visitas regulares ao dentista e manter uma higiene bucal rigorosa.

Além disso, alguns cuidados especiais incluem:

  1. Monitorar constantemente os níveis de glicose no sangue.
  2. Manter uma dieta balanceada e controlar a ingestão de açúcares.
  3. Praticar atividades físicas regularmente.
  4. Não fumar, pois o tabagismo agrava problemas periodontais.
  5. Usar fio dental e escovar os dentes após cada refeição.

Conhecer esses sinais e sintomas pode ser a chave para um diagnóstico precoce, essencial para a eficiência do tratamento e para a qualidade de vida do diabético. Cuidar da saúde bucal é cuidar da saúde integral.

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A creatina é um suplemento popular entre os praticantes de atividades físicas, promovendo benefícios significativos na força muscular e hipertrofia. No entanto, há muitos mitos e verdades circulando sobre seu uso. É essencial entender melhor essas informações para fazer um uso consciente e seguro deste composto.

Além dos benefícios musculares, pesquisas estão sendo realizadas para avaliar o uso da creatina em outras áreas da saúde, como diabetes, osteoartrite, fibromialgia e até mesmo em ganhos cognitivos e de saúde mental. Abaixo, desmistificamos algumas concepções comuns sobre a creatina.

Qualquer pessoa pode tomar creatina?

Embora a creatina seja produzida naturalmente pelo corpo, isso não significa que todos possam usá-la indiscriminadamente. É sempre recomendável consultar um nutricionista antes de iniciar qualquer suplementação. A creatina tem sido considerada segura para várias faixas etárias, desde crianças até idosos, mas a orientação profissional é fundamental.

A nutricionista Alice Erwig, doutoranda na USP, destaca que “embora o papel da suplementação na função cerebral seja promissor, ainda existem lacunas importantes na pesquisa que precisam ser abordadas”. Isso reforça a necessidade de uma abordagem cautelosa e personalizada.

Devo tomar o pó direto na boca, sem diluir?

Apesar de alguns vídeos nas redes sociais sugerirem essa prática, é perigosíssimo. A creatina é um pó muito fino e tomar diretamente na boca pode causar engasgos e até asfixia. Sempre dilua a creatina em algum líquido antes de consumir.

Um fato interessante é que a creatina não é totalmente solúvel em água. Estudos iniciais administravam a creatina em chá quente para melhorar a dissolução do pó. Contudo, a solubilidade não afeta significativamente a absorção do suplemento.

É preciso tomar creatina nos dias em que não treino?

Sim, o uso da creatina deve ser diário, independentemente de treinar ou não. A frequência cria um estoque de energia no músculo, essencial para os benefícios do suplemento. Segundo o educador físico Antonio Herbert Lancha Júnior, “o efeito é o de uma substância usada sempre, não é um efeito agudo”.

Quais são os principais mitos sobre a creatina?

  • Precisa tomar sempre no mesmo horário: Existe o mito de que é necessário tomar creatina sempre no mesmo horário, mas não há estudos que comprovem essa necessidade.
  • Pode diluir em qualquer líquido: A creatina pode ser diluída em água, sucos e vitaminas. Tomá-la com um carboidrato pode trazer vantagens, mas são pequenas.
  • Dose diária recomendada: A dose diária indicada é de 3 a 5 gramas, diferente dos protocolos iniciais que sugeriam até 20 gramas diárias.

Qual tipo de creatina devo comprar?

Existem vários tipos de creatina disponíveis no mercado, como mono-hidratada, etil-éster, HCL, nitrato e líquida. No entanto, a maioria das pesquisas é feita com a creatina mono-hidratada, sendo a mais indicada pelos especialistas.

“A maioria dos estudos mostra que a ingestão das outras formas tem menos impacto fisiológico nos estoques intramusculares e/ou no desempenho do que a mono-hidratada”, afirma Erwig. Portanto, ao escolher a creatina, opte pela versão mono-hidratada para garantir os melhores resultados.

Em resumo, embora a creatina possa oferecer uma série de benefícios, seu uso deve ser orientado por um profissional da saúde, garantindo que seja feita de maneira segura e eficaz. Familiarizar-se com os mitos e verdades sobre este suplemento pode ajudar a alcançar os resultados desejados sem comprometer a saúde.

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Dois estudos recentes da Universidade de Chicago trouxeram à tona insights fascinantes sobre por que o Alzheimer atinge mais mulheres do que homens. A pesquisa focou em explorar as diferenças na manifestação de sintomas entre os sexos, concentrando-se especialmente no impacto do estrogênio na formação de placas amiloides e na inflamação cerebral.

O estrogênio, conhecido como o principal hormônio reprodutivo feminino, desempenha um papel crucial na regulação do ciclo menstrual e na fertilidade das mulheres. No entanto, sua influência vai além dessas funções, afetando também a saúde cerebral e, potencialmente, a vulnerabilidade ao Alzheimer.

O Estrogênio e a Formação de Placas Amilóides

Em uma série de experimentos conduzidos em ratos, os cientistas observaram que a remoção da produção de estrogênio nas ratinhas resultou em uma diminuição significativa na quantidade de placas amiloides no cérebro. Esses depósitos de proteína são uma característica marcante do Alzheimer e estão associados à degeneração neural.

Como a Supressão do Estrogênio Afeta o Alzheimer?

Além disso, os pesquisadores descobriram que ao estimular os animais para desenvolver uma condição semelhante ao Alzheimer e administrar antibióticos que alteravam a microbiota intestinal, os níveis de estrogênio aumentavam. Isso sugere uma conexão complexa entre o hormônio e a microbiota, afetando a deposição de placas amiloides.

Impactos do Estrogênio

“Percebemos que os níveis de estrogênio têm um impacto direto na deposição de amiloides. Quando removemos a fonte hormonal em fases iniciais, as placas praticamente desaparecem. É realmente impressionante”, comentou o neurobiólogo Sangram Sisodia, um dos autores do estudo.

Quais São os Sinais e Sintomas do Alzheimer?

O Alzheimer se manifesta por meio de diversos sinais e sintomas que variam em intensidade e progressão. Aqui estão alguns dos mais comuns:

  • Perda de memória recente: Esquecer eventos ou informações recentes.
  • Dificuldade em realizar tarefas cotidianas: Coisas simples como fazer uma xícara de café podem se tornar desafiadoras.
  • Confusão mental: Desorientação e dificuldade em seguir conversas.
  • Desorientação em relação a tempo e lugar: Esquecer onde está ou que dia é.
  • Alterações de humor e personalidade: Mudanças drásticas no comportamento e emoções.
  • Dificuldade em tomar decisões e seguir instruções: Mesmo as mais simples se tornam confusas.
  • Problemas de linguagem: Dificuldade em encontrar palavras apropriadas.
  • Perda de interesse em atividades: Hobbies que antes eram apreciados podem ser abandonados.

O Que Leva Alguém a Ter Alzheimer?

A origem do Alzheimer é complexa e envolve uma interação de múltiplos fatores. Aqui estão alguns dos principais contribuintes:

  1. Predisposição genética: Ter um histórico familiar aumenta significativamente o risco.
  2. Envelhecimento: O risco aumenta com a idade.
  3. Lesões cerebrais: Concussões repetidas podem contribuir.
  4. Estilo de vida: Dieta inadequada, sedentarismo, tabagismo e consumo excessivo de álcool são fatores de risco.
  5. Condições médicas: Pressão alta, diabetes, obesidade e doenças cardíacas estão associadas a um risco maior.
  6. Inflamação crônica no cérebro: Infecções crônicas e doenças autoimunes podem aumentar a predisposição.
  7. Exposição a toxinas: Metais pesados e produtos químicos tóxicos são suspeitos de aumentar o risco.
  8. Saúde mental: Estresse crônico, depressão e isolamento social podem contribuir para o desenvolvimento do Alzheimer.

Novas Perspectivas para o Tratamento do Alzheimer

Em um segundo estudo publicado na revista Molecular Neurodegeneration em 17 de fevereiro, os pesquisadores examinaram os efeitos de um novo medicamento, a droga GV-971, na formação de depósitos amiloides e na neuroinflamação. Curiosamente, a medicação mostrou redução dos depósitos de proteína beta amiloide e alterações no microbioma, mas esses efeitos foram observados apenas em animais do sexo masculino.

Essa descoberta indica que existem influências específicas nas fêmeas que afetam os marcadores biológicos da doença. Devido à impraticabilidade de suprimir o estrogênio como um tratamento viável, os pesquisadores estão buscando ampliar sua investigação para identificar abordagens mais eficazes ou para revisar os métodos existentes no tratamento do Alzheimer.

Assim, o avanço da ciência na compreensão do Alzheimer entre diferentes sexos abre novas portas para possíveis tratamentos e prevenção da doença. O estrogênio e seu impacto na saúde cerebral continuam sendo áreas de grande interesse e potencial para futuras pesquisas.

Informações TBN