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Mais da metade dos baianos tem ao menos uma doença crônica, diz pesquisa

Pouco mais da metade dos adultos baianos tinham ao menos uma doença crônica não transmissível no ano passado. Isso é o que aponta a Pesquisa Nacional de Saúde feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse quadro foi encontrado em 51,6% (5,744 milhões) dos soteropolitanos e em 51,5% (ou 1,179 milhão) da população de todo o estado. Os problemas crônicos de coluna foram os mais recorrentes na Bahia, atingindo um a cada quatro adultos (26%). Na capital aparece em terceiro lugar, registrados em 20,5% da população maior de 18 anos. Nos jovens, o sedentarismo é a principal causa das dores nas colunas.


“Após 10 meses do início da epidemia de coronavírus na nossa cidade, 5 meses após a primeira onda, estamos vivendo uma nova onda que é pior do que a primeira e com mais gravidade”. A declaração é da médica infectologista e coordenadora do Comitê Municipal de Controle ao Coronavírus, Melissa Falcão.

Nos últimos dias, os números da COVID-19 cresceram muito, em Feira de Santana. Hoje, o boletim epidemiológico trouxe 256 casos novos, totalizando 17.074 casos na cidade, 76 pessoas seguem internadas em hospitais e 1451 aguardam resultado de exame.

“Estamos com nosso sistema de saúde saturado, com 100% de ocupação dos leitos de UTIs privadas e, hoje, devemos alcançar 100%, também, nas unidades de UTIs públicas. Então, mais do que nunca precisamos que as pessoas cooperem e permaneçam em casa o maior tempo possível, saindo só para o que for necessário, evitando aglomerações e exposições desnecessárias. Contamos com vocês”, disse Melissa Falcão.

O cenário atual fez a prefeitura de Feira de Santana adotar novas medidas de enfrentamento e suspender a venda de bebidas alcoólicas em estabelecimentos comerciais localizados em praças públicas, feiras livres, bem como em centros comerciais. Essa decisão tem validade até o dia 31 de dezembro de 2020. “O que nós chamamos a atenção é que a doença está aumentando muito, o risco também. Os mais jovens estão sendo os mais acometidos e levam a doença pra casa e os mais idosos são aqueles mais suscetíveis a terem um quadro fatal”, ressaltou o prefeito, Colbert Martins.


Hoje, dia 9 de dezembro, é comemorado no Brasil o dia do fonoaudiólogo. Para celebrar esta data, o serviço de fonoaudiologia do Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA) realizou na manhã desta quarta-feira, uma ação de impacto no corredor da unidade, com distribuição de brindes e informativos sobre o serviço prestado por estes profissionais na unidade.

De acordo com Priscila Dultra, coordenadora do Serviço de Fonoaudiologia do Clériston Andrade, durante esta pandemia a demanda aumentou bastante, visto que os pacientes acometidos pela COVID-19, em sua maioria, são entubados e após o tratamento necessitam de ajuda para deglutição (disfagia), que é o processo de deixar de se alimentar via sonda e retornar a mastigar e engolir.

“Trabalhando com afinco para garantir a comunicação em todas as etapas da vida. Atualmente, devido a pandemia, tivemos um aumento significativo no serviço prestado pelo fono. Nós avaliamos, reabilitamos e orientamos todos os pacientes que têm dificuldade para engolir, dificuldade para mastigar, pacientes que tiveram trauma orofacial, politraumas e também aqueles que saíram de um tratamento intensivo com intubação. Somos responsáveis pela reabilitação destes pacientes para que saiam o mais precocemente possível da alimentação via sonda para a dieta oral exclusiva”, explicou Priscila.

Sobre a profissão

Ser fono é cuidar da comunicação em todas as etapas da vida. O fonoaudiólogo atua nos cuidados com bebês, crianças, jovens, adultos e pessoas idosas em diversos locais: escolas, hospitais, consultórios, clínicas e no SUS. Seus conhecimentos nas áreas da linguagem oral e escrita, fluência, motricidade orofacial, deglutição (disfagia), voz e audição são importantes para a promoção da saúde e da qualidade de vida.


Tudo indica que um superfungo acaba de entrar no país e o primeiro caso foi identificado em um paciente internado numa UTI de hospital privado da Bahia. Resistente a quase todas as medicações existentes, o Candida auris tem levado preocupação em todo o mundo por sua alta taxa de mortalidade, chegando a 60%, e sua possível chegada por aqui gerou um alerta de ameaça pública emitido pela Anvisa nesta segunda-feira (7).

O aparecimento deste fungo justo agora, na segunda onda da pandemia, é uma grande preocupação porque ele é de difícil desinfecção e pode causar surtos hospitalares. Como o caso ainda faz parte de um inquérito epidemiológico, o nome do hospital foi mantido em sigilo. O CORREIO apurou, no entanto, que o caso teria acontecido no Hospital da Bahia, em uma pessoa de 59 anos e que faz tratamento de diálise. A vítima havia sido internada devido à complicações da covid-19. 

O fungo foi detectado na última sexta-feira (4), sendo inicialmente observado pelo setor de microbiologia da unidade de saúde particular. Até o momento, o paciente infectado tem saúde estável, segundo informações da Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), que está de olho no caso. Ainda conforme a Anvisa, o fungo foi encontrado em uma amostra de ponta de cateter, e depois confirmado tanto pelo Lacen-BA quanto pelo Laboratório do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

O Candida auris é capaz de causar infecção na corrente sanguínea, pode provocar feridas e é especialmente fatal em pacientes com comorbidades. Ele é preocupante, ainda, porque fica impregnado no ambiente por longos períodos — de semanas a meses — e resiste até mesmo aos mais potentes desinfetantes. Por causa desta dificuldade de eliminação e por ser facilmente confundido com outras duas espécies, demorando na sua identificação, o fungo tem propensão a gerar surtos. 

Em pronunciamento nesta terça-feira (8), o infectologista Antônio Bandeira, da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Divep/Sesab), falou sobre a grande importância da identificação laboratorial de fungos complexos e resistentes como esse. Por se tratar da primeira circulação no país, a secretaria solicitou ajuda da USP e enviou uma cepa do fungo para a universidade realizar uma contraprova. O material do fungo está em investigação por meio de sequenciamento genético para caracterizá-lo sem que reste dúvidas, mas já é tratado como um caso positivo pelas autoridades em saúde. 

Não se sabe ainda se este é mesmo o paciente nº 1 com o fungo no país. Uma investigação foi instaurada para checar se existe contaminação entre pessoas do serviço de saúde. O infectologista destacou que um terço das cepas desta espécie são resistentes às três classes de medicamentos antifúngicos que costumam ser usados e não foi identificada ainda qual o tipo da cepa encontrada na Bahia. Em São Paulo, serão feitas análises para identificar a resistência e sensibilidade dela. 

O médico ressaltou que, de fato, é um momento de alerta, mas nada “ainda que mostre que [a situação] saiu do controle ou que exista um surto”, garantiu. No entanto, o especialista salienta que é necessário, a partir de agora, reforçar ainda mais a higiene dos ambientes e das mãos, com o isolamento imediato de pacientes que possam ter o fungo na pele.

Segundo ele, a prática de desinfecção de superfícies já tem sido feita por causa da covid-19 e é importante que seja intensificada para controlar também a transmissão do Candida auris. Antônio Bandeira informou que as vigilâncias epidemiológica e sanitária estaduais, o Lacen, USP, Ministério da Saúde e o próprio hospital privado estão em colaboração e vêm acompanhando a contenção.

“Está sendo estudado o grau de espalhamento ou possível disseminação, o que, até o momento, não foi mostrado. Tudo indica que é um processo localizado e que, a partir de agora, todo esse reforço será feito para conter cada vez mais esse fungo”, disse ele.

O Brasil estava livre deste patógeno até agora. A espécie foi identificada em 2009, no canal auditivo de uma paciente no Japão. Desde então, já houve casos em países como Índia, África do Sul, Venezuela, Colômbia, Estados Unidos, Israel, Paquistão, Quênia, Kuwait, Reino Unido e Espanha.

Reportagem extraída do site Correio 24 Horas*


Rui Costa

O governador Rui Costa afirmou nesta terça-feira (8), que na melhor das hipóteses, a liberação das vacinas contra a Covid-19 no Brasil devem acontecer daqui a aproximadamente três meses, segundo informou o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.

“A posição mais otimista seria final de fevereiro, mas se o órgão regulatório europeu ou dos Estados Unidos aprovarem, podem dar celeridade na aprovação da vacina no brasil”, disse Rui em entrevista para a Rede Bahia.

Ele participa hoje de uma reunião de chefes de estado com Pazuello para tratar sobre o assunto. Na ocasião, o chefe do executivo da Bahia também alertou que o país precisa adquirir mais de um medicamento para imunizar toda a população.

“Vamos utilizar mais de uma vacina. A Pfizer não tem produção suficiente para todos, no máximo 35 milhões de brasileiros. Vamos precisar de outras. O necessário é que as autoridades científicas aprovem a vacina”, reforçou.

Outro tema que deve ser abordado na reunião, é a quantidade de seringas necessárias para aplicar os imunizantes. Segundo Rui, não há volume o suficiente do equipamento e não há com deslocar seringas para o tratamento de outras enfermidades. “Esse é um tema relevante para o Brasil realizar a vacina”, afirmou.


PDT pede para STF entregar decisão sobre vacina obrigatória a governos  locais | Poder360

O presidente Jair Bolsonaro disse ontem (7) que o governo federal vai oferecer vacina contra a covid-19 para toda a população de forma gratuita e não obrigatória.

“Havendo certificação da Anvisa , o governo ofertará a vacina a todos, gratuita e não obrigatória”, escreveu em sua conta no Twitter.

Bolsonaro, que se reuniu mais cedo com o ministro da Economia, Paulo Guedes, destacou ainda que os recursos para a aquisição dos imunizantes estão garantidos. “Não faltarão recursos para que todos sejam atendidos”.

O Ministério da Saúde tem acordo para a compra de doses produzidas pela farmacêutica britânica AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, incluindo um pacto de transferência de tecnologia e produção local da vacina pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

O governo federal mantém contato com outros laboratórios estrangeiros que desenvolvem doses contra a covid-19 e que, se aprovadas, também poderão ser adquiridas para imunizar a população.

Também ontem, em entrevista coletiva, membros da diretoria da Organização Mundial de Saúde (OMS) se posicionaram contra a obrigatoriedade de vacinação para Covid-19. Segundo a médica brasileira Mariângela Simão, que é diretora-assistente da entidade, a melhor decisão é conversar com a sociedade.

O posicionamento adotado pela entidade nesta segunda se aproxima da postura que vem sendo adotada pelo presidente Jair Bolsonaro que, desde o início do desenvolvimento das vacinas, defende a desobrigação da aplicação da vacina no país e destaca que os imunizantes precisarão ter a eficácia comprovada antes da aprovação.


Bahia registra novos casos da doença de Haff e 80% das infecções tem relação com peixe

Os casos da doença de Haff na Bahia dispararam desde o mês de novembro. Ao todo, já foram registrados 36 casos em 2020, sendo 30 somente em novembro. Em boletim emitido pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), as cidades com maior número de casos foram Salvador (12) e Camaçari (11). Os 30 casos informaram para a Sesab que o aparecimento dos sintomas ocorreu após a ingestão de peixe e mais 80% relataram ter consumido o peixe conhecido como “olho de boi”.

Segundo o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS/SESAB), o início das notificações ocorreu em agosto, quando o órgão recebeu 3 casos com sintomas compatíveis com a doença. Em novembro o órgão emitiu um alerta epidemiológico com recomendações de condutas e orientações para as equipes de saúde da rede pública e privada, para que os profissionais da saúde possam identificar a ocorrência de novos casos e investigar.

Além de Salvador e Camaçari, as cidades que registrarm casos foram: Entre Rios com 3 casos, Dias D’Ávila com 2, Candiba e Feira de Santana com 1 caso cada. Entre os infectados, 53% são do sexo masculino e 47% do feminino. Na faixa etária, as pessoas que mais se infectaram estão entre 50 a 59 anos, 20 a 29 anos e 40 a 49 anos.

Dos infectados, 30 apresentaram sintomas típicos da doença, entre eles, CPK elevado (uma enzima que atua principalmente nos tecidos musculares, no cérebro e no coração, sendo solicitada a sua dosagem para investigar possíveis danos a esses órgãos). Outros sintomas foram: dor muscular, urina escura (cor de café) e dor em membros superiores e inferiores.

Bahia Notícias*


Governo cria incentivo para promoção do aleitamento materno; BA receberá R$ 483 mil

O Ministério da Saúde criou um incentivo financeiro para reforço de ações e promoção do aleitamento materno. A novidade foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (7). Na Bahia 12 municípios serão contemplados. O valor total destinado ao estado será de R$ 483 mil. Em todo o Brasil o valor será de R$ 16.962.517.

O texto designa, em caráter excepcional e temporário, incentivo financeiro visando ao custeio de ações de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno e da alimentação complementar adequada e saudável para crianças menores de dois anos. A medida faz parte da Estratégia Amamenta e Alimenta Brasil (EAAB).

Os municípios baianos beneficiados são Banzaê, Esplanada, Lauro de Freitas, Tanquinho, Barrocas, Euclides da Cunha, Boninal, Araças, Una, Salvador, Uauá e Feira de Santana.

A publicação destaca que além de qualificar as ações de promoção, de proteção e de apoio ao aleitamento materno e à alimentação complementar saudável para crianças, a EAAB tem como objetivo aprimorar as competências e habilidades dos profissionais de saúde para a promoção, proteção e o apoio ao aleitamento materno e à alimentação complementar como atividade de rotina.

A portaria institui incentivo financeiro destinado ao municípios, a ser transferido automaticamente e em parcela única. De acordo com a pasta, o valor a ser transferido varia de R$ 15 mil (repasse mínimo previsto) a R$ 120 mil por município.

De acordo com o documento, o cáuclo do valor considera base de R$ 9 mil por equipe de atenção primária que tenha realizado e registrado no e-gestor AB, oficina de trabalho da EAAB, no período de 1º de janeiro de 2015 a 31 de agosto de 2020.

A publicação prevê um adicional de R$ 7.383,69 por equipe de atenção primária ou UBS certificada pela EAAB até 31 de agosto de 2020.

O ministério ressalta que, para a prefeitura receber esses recursos, é necessário que as equipes de atenção primária estejam com o cadastro ativo no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES), na competência financeira de agosto de 2020.

A portaria informa que as ações a serem desenvolvidas com esses incentivos financeiros serão monitoradas por meio da avaliação de alguns indicadores relativos a crianças menores de dois anos. Entre eles estão o aumento do número de crianças com estado nutricional registrado nos sistemas de Informação da Atenção Primária e o aumento do número de crianças com práticas alimentares registradas nos Sistemas de Informação da Atenção Primária, com base nos marcadores de consumo alimentar.

Bahia Notícias*


Sem apresentar plano, Doria diz que vacinação contra covid-19 em SP começa  em janeiro | Brasil | Valor Econômico

O governo de São Paulo disse nesta segunda-feira (7) que o plano de vacinação com a CoronaVac começa no dia 25 de janeiro de 2021. O primeiro grupo a receber a vacina contra o coronavírus engloba profissionais de saúde, indígenas e quilombolas de todo o estado.

Produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, a vacina ainda está na terceira fase de teste, em que a eficácia precisa ser comprovada antes de ser liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Segundo o anúncio, cada indivíduo receberá duas doses. O cronograma foi dividido em cinco fases e inclui a população com 60 anos ou mais.

Idosos com mais de 75 anos também fazem parte do grupo prioritário, e serão o segundo a receber a vacina. A primeira dose, para essa população, está prevista para ocorrer a partir do dia 8 de fevereiro.

“A fase 1, que é essa que começa no dia 25 de janeiro, aniversário da cidade de São Paulo é a fase de imunização que será destinada aos profissionais de saúde, todos eles, e pessoas com mais de 60 anos. A escolha do público-alvo para essa fase 1, levando em consideração a incidência de óbitos de coronavírus no estado de São Paulo”, afirmou o governador João Doria em coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes, na Zona Sul da cidade.https://tpc.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

Segundo o governo, 9 milhões de pessoas serão vacinadas na primeira fase da campanha.

“O público-alvo da primeira fase da vacinação são as pessoas com 60 anos ou mais que correspondem a 7,5 milhões de pessoas, trabalhadores de saúde, como o governador já citou, que são os nossos grandes agentes na linha de frente salvando vidas, quilombolas, indígenas, que são 1,5 milhões de pessoas e a prioridade são os trabalhadores de saúde, num total de 9 milhões de pessoas”, disse Regiane de Paula, coordenadora do controle de doenças da Secretaria Estadual da Saúde.

Durante a coletiva, o secretário estadual da Saúde, Jean Gorinchteyn, o estado tem a quantidade necessária de insumos para garantir que o programa ocorra no prazo previsto.

“Nós iniciaremos a campanha vacinal agora no 25 de janeiro e temos, sim, esses insumos, agulhas e seringas para vacinar esse público. Dessa maneira, não será necessário fazer aquisições, aguardo de licitações, porque nós já disponibilizamos em nosso estoque desses materiais”, afirmou o secretário.


Até novembro, o Centro de Referência Municipal IST/HIV/Aids, unidade vinculada à Secretaria Municipal de Saúde, registrou uma redução de 7,91% no número de novos casos de pessoas infectadas pelo vírus da Aids. Foram 256 casos nos 11 meses deste ano, contra 278 no mesmo período do ano passado. 

No dia 1º de dezembro foi celebrado o Dia Internacional de Combate à Aids e o início da Campanha Dezembro Vermelho. Atualmente, 3.200 pessoas estão em tratamento contra a doença em Feira de Santana. O vírus do HIV pode ser transmitido em toda e qualquer relação sexual desprotegida, transfusão de sangue contaminado, contato com seringas, agulhas e quaisquer outros materiais perfurocortantes infectados.

De acordo com a coordenadora do Centro de Referência Municipal IST/HIV/Aids, os pacientes são atendidos por infectologista, fisioterapeutas, psicólogo, assistente social, entre outros profissionais.

Durante a campanha do Dezembro Vermelho, serão realizados testes rápidos, distribuição de preservativos, ações educativas e de prevenção no Centro de Referência e em todas as Unidades Básicas de Saúde e de Saúde da Família para sensibilizar a população sobre as medidas de cuidado, assistência e proteção dos direitos das pessoas infectadas com o HIV.

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