ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Foto: Divulgação Butantan

Agência avalia aval ao lote de imunizantes que foi envasado pelo Butantan

Pleno News- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reunirá a sua diretoria colegiada, nesta sexta-feira (22), para avaliar se permite o uso emergencial de mais 4,8 milhões de doses da CoronaVac.

No último domingo (17), a agência liberou o uso de 6 milhões de doses da vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan e pela farmacêutica chinesa Sinovac. Agora, a Anvisa avalia o aval ao lote de imunizantes que foi envasado pelo Butantan.

Na mesma reunião do dia 17, a Anvisa aprovou a aplicação de 2 milhões de doses prontas da vacina de Oxford/AstraZeneca, que deve chegar nesta sexta-feira ao país após negociações para a liberação da importação da Índia.

O uso emergencial pode ser concedido a vacinas que estão em fase de desenvolvimento, desde que estudos clínicos tenham sido feitos no Brasil. A Anvisa aguarda o envio de dados do Butantan, até 28 de fevereiro, sobre a duração da eficácia.


Pesquisadores verificaram que mutação causa fuga substancial ou completa dos anticorpos neutralizantes no plasma convalescente de pacientes de Covid-19

Foto: PHILL MAGAKOE / AFP

JOHANNESBURG — A nova variante do vírus Sars-CoV-2 identificada na África do Sul pode evitar os anticorpos que a atacam em tratamentos com plasma sanguíneo de pacientes previamente recuperados e pode reduzir a eficácia da atual linha de vacinas, disseram os cientistas nesta quarta-feira.

Os pesquisadores estão correndo para estabelecer se as vacinas que estão sendo lançadas em todo o mundo são eficazes contra a chamada variante 501Y.V2, identificada por especialistas em genômica sul-africanos no ano passado na Baía de Nelson Mandela.

“Além disso, 501Y.V2 mostra uma fuga substancial ou completa dos anticorpos neutralizantes no plasma convalescente de pacientes de Covid-19”, escreveram eles, acrescentando que suas conclusões “destacam a perspectiva de reinfecção … e podem prenunciar a eficácia reduzida das vacinas baseadas na proteína S (ou spike, presente na superfície do patógeno e responsável por infectar as células humanas)”.

A variante 501Y.V2 é 50% mais infecciosa do que as anteriores, disseram pesquisadores sul-africanos esta semana. Já se espalhou para pelo menos 20 países desde que foi relatado à Organização Mundial da Saúde no final de dezembro.

É uma das várias novas variantes descobertas nos últimos meses, incluindo outras descobertas pela primeira vez na Inglaterra e no Brasil.

A variante é a principal causa da segunda onda de infecções por Covid-19 na África do Sul, que atingiu um novo pico diário acima de 21 mil casos no início deste mês, muito acima da primeira onda, antes de cair para cerca de 12 mil por dia.

O plasma sanguíneo convalescente de pacientes anteriores não se mostrou eficaz quando administrado a pacientes gravemente enfermos que requerem tratamento intensivo para COVID-19, mas foi aprovado em vários países como medida de emergência.

Cientistas e políticos britânicos expressaram preocupação de que as vacinas atualmente em uso ou em desenvolvimento possam ser menos eficazes contra a variante.

O jornal disse que ainda precisamos ver como as vacinas atuais são eficazes contra o 501Y.V2, o que só seria determinado por testes clínicos em larga escala. Mas os resultados mostraram a necessidade de novas vacinas serem projetadas para lidar com a ameaça em evolução.

O Globo


adoro: Divulgação PMFS

Nas últimas 24h, Feira de Santana registrou mais 264 pacientes recuperados da Covid-19 e atingiu a marca de 21.337 curados da doença desde o início da epidemia, índice que representa 94,7% dos casos confirmados. Enquanto isso, 25 exames foram negativos e 39 positivos.
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 56 pacientes internados no município e 784 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais duas mortes. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde nesta quinta-feira (21).

Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana
NÚMEROS DESTA QUINTA-FEIRA
21 de janeiro de 2021

Casos confirmados no dia: 39
Pacientes recuperados no dia: 264
Resultados negativos no dia: 25
Total de pacientes hospitalizados no município: 56
Óbitos comunicados no dia: 2
Datas dos óbitos: 13/01 e 21/01

A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 784
Total de casos confirmados no município: 22.524 (Período de 06 de março de 2020 a 21 de janeiro de 2021)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 728
Total de recuperados no município: 21.337
Total de exames negativos: 31.702 (Período de 06 de março de 2020 a 21 de janeiro de 2021)
Aguardando resultado do exame: 1.046
Total de óbitos: 403

INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS

Total de testes rápidos realizados: 20.813 (Período de 06 de março de 2020 a 21 de janeiro de 2021)
Resultado positivo: 3.707 (Período de 06 de março de 2020 a 21 de janeiro de 2021)
Em isolamento domiciliar: 10
Resultado negativo: 17.106 (Período de 06 de março de 2020 a 21 de janeiro de 2021)

O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).

Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana


Foro: Divulgação/PMFS

Com o intuito de dar cada vez mais transparência ao processo de vacinação no Município, a Secretaria Municipal de Saúde está divulgando as unidades que receberam vacina e a quantidade de doses para cada uma. 

Confira abaixo a tabela com os números:

http://www.feiradesantana.ba.gov.br/arquivos/VACIN%C3%94METRO_COVID_21JAN.pdf


Foto: Arthur Stabile/UOL

A Fiocruz zerou suas pendências com a Anvisa para o uso emergencial da vacina desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford. Já o Instituto Butantan, parceiro da chinesa Sinovac na produção da CoronaVac, deve três documentos —a data limite de entrega é o dia 28 de janeiro.

A falta desses dados, porém, não deve alterar a autorização já obtida pelo Butantan de vacinar grupos de risco — profissionais de saúde, idosos e indígenas. No domingo (17), a Anvisa autorizou o uso emergencial dos dois imunizantes, mas fez ressalvas a três documentos da Fiocruz e a quatro do Butantan.

Na manhã desta quarta, restava dessas demandas a entrega dados complementares de três documentos sobre Coronavac:

Até o momento, nenhum laboratório fez o pedido de registro de vacina na Anvisa, o que permitirá que os imunizantes possam ser aplicados em qualquer pessoa. Há uma expectativa de que a Fiocruz faça a requisição nesta semana. O laboratório, porém, ainda não recebeu os primeiros 2 milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford, que seriam importadas da Índia na semana passada. Já o Butantan, que entregou às autoridades brasileiras 6 milhões de doses da Coronavac, aguarda a liberação de outros 4,8 milhões, informou que entregará os documentos pendentes dentro prazo.

Informações melhorariam aplicação de vacinas A assessoria da Anvisa informou que as informações pendentes não se prestam a confirmar a segurança das vacinas.

“Nenhuma das ressalvas trata de questionamentos sobre a segurança das vacinas”, disse a agência ao UOL.

“[A segurança] está bem demonstrada nos estudos. As ressalvas tratam basicamente de entender melhor a eficácia e se as vacinas [de Oxford fabricadas na Índia e no Reino Unido] são comparáveis.” Um servidor da agência que já trabalhou com liberação de vacinas acrescentou, reservadamente, que esse é um procedimento normal devido à complexidade do tema e à pandemia de coronavírus. Segundo ele, a busca de novos documentos serve de subsídio para identificar se algo precisa ser ajustado ou melhorado.

No caso do chamado “relatório de imunogenicidade”, a Anvisa informou, no domingo passado, que o “dado é imprescindível para que se possa concluir a duração da resposta imunológica nos indivíduos vacinados”. O epidemiologista e ex-secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde Wanderson Oliveira disse ao UOL que os documentos pendente pedidos pela Anvisa são importantes, mas não críticos. “Não são informações que vão causar nenhum prejuízo, como: ‘Ah, eu não devia ter liberado’ e fazer recuar”, disse. Segundo Oliveira, essas novas informações do uso emergencial das vacinas vão ser úteis para facilitar e acelerar o registro dos imunizantes. Há outras vacinas em análise no Brasil, e ontem a Anvisa anunciou que concedeu certificado de boas práticas aos laboratórios Pfizer e Janssen.


Proposta é de autoria do deputado Márcio Labre

Foto: Reprodução

Pleno News- Tramita na Câmara dos Deputados uma proposta de lei que estabelece, em caso de vacinação obrigatória, uma indenização de R$ 500 mil ao paciente que tiver reação grave ao imunizante contra a Covid-19. O texto também determina que, em caso de morte, o valor seja transferido aos herdeiros.

O projeto de Lei 5643/20 é de autoria do deputado Márcio Labre (PSL-RJ). O documento prevê que o paciente que assinar um termo de consentimento ao tomar a vacina, não terá direito à indenização.

A proposta inclui também a perda automática de função pública da autoridade que determinar a vacinação obrigatória, além da proibição de campanhas publicitárias que divulguem imunizantes sem registro definitivo da Anvisa.

– Nada mais justo e correto que autoridades públicas audaciosas tenham que responder por danos diretos e indiretos provocados à população, mesmo a aquelas que decidam se vacinar. Ressaltando, que a legislação proposta protege ato individual e consciente de recusar-se a vacinar-se – diz o deputado.


Foto: Divulgação PMFS

Feira de Santana supera a marca de 21 mil recuperados da Covid-19. Até agora, são exatamente 21.073 pacientes curados da doença, índice que representa 93,7% dos casos confirmados. Além disso, nas últimas 24h foram registrados 148 exames negativos para o vírus e 47 casos positivos.
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 56 pacientes internados no município e 1.011 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais três mortes. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde nesta quarta-feira (20).

Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana
NÚMEROS DESTA QUARTA-FEIRA
20 de janeiro de 2021

Casos confirmados no dia: 47
Pacientes recuperados no dia: 169
Resultados negativos no dia: 148
Total de pacientes hospitalizados no município: 56
Óbitos comunicados no dia: 3
Datas dos óbitos: 03/01, 06/01 e 18/01

A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 1.011
Total de casos confirmados no município: 22.485 (Período de 06 de março de 2020 a 20 de janeiro de 2021)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 955
Total de recuperados no município: 21.073
Total de exames negativos: 31.677 (Período de 06 de março de 2020 a 20 de janeiro de 2021)
Aguardando resultado do exame: 1.062
Total de óbitos: 401

INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS

Total de testes rápidos realizados: 20.813 (Período de 06 de março de 2020 a 20 de janeiro de 2021)
Resultado positivo: 3.707 (Período de 06 de março de 2020 a 20 de janeiro de 2021)
Em isolamento domiciliar: 10
Resultado negativo: 17.106 (Período de 06 de março de 2020 a 20 de janeiro de 2021)

O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).

Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana


 Foto: Wevilly Monteiro

Nas últimas 24h, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) aplicou a primeira dose da vacina contra a Covid-19 para 725 pessoas, que compõem o grupo prioritário nessa primeira fase. 

Recebem o imunizante os profissionais da linha de frente no combate à doença e idosos que moram em instituições de longa permanência – acima de 60 anos.

As 6 mil doses da CoronaVac chegaram à SMS, nesta terça-feira, 19, às 11h40. Logo depois do meio-dia foi dado início à vacinação no Hospital de Campanha, Hospital Bambinos e no Lar do Irmão Velho. 
Nesta quarta-feira, 20, a vacinação prossegue entre os profissionais de saúde das policlínicas, UPAS (Unidades de Pronto Atendimento) e nos hospitais da rede pública e privada.


Foto: Izinaldo Barreto

Dona Zumira Maria dos Santos, aos 98 anos, foi a primeira idosa a ser vacinada contra a Covid-19 em Feira de Santana na tarde desta terça-feira (19). “É a melhor coisa do mundo pra nós. Agora podemos receber, mais seguros, nossos parentes e amigos”, comemorou.

Beneficiada com a primeira dose da CoronaVac, Zumira, natural de Jussiape, na Bahia, faz parte do grupo prioritário. Ela reside há três anos no Lar do Irmão Velho, uma Instituição de Longa Permanência do Idoso. 

Somente nesta entidade, 56 idosos e mais 46 profissionais da área de saúde e de apoio direto receberam o imunizante.

Desde o início da pandemia, segundo Bertulino Neto, presidente da instituição, “metade da população interna foi contaminada pelo vírus”, e pelo menos dois idosos morreram. 

De acordo ao quantitativo da primeira remessa da CoronaVac que encontra-se no município, 250 idosos da Casa de Repouso Nosso Lar, da AFAS (Associação Feirense de Assistência Social), do Dispensário Santana, da Casa de Amparo e ainda da Casa de Repouso Saúde e Bem serão imunizados ao longo da semana pela equipe da Atenção Básica e Referência Técnica em Saúde da Pessoa Idosa da Secretaria Municipal de Saúde (SMS).


Certificações foram oficializadas pela Anvisa nesta terça-feira, 19, e são necessárias para que uso emergencial das vacinas contra Covid-19 seja solicitado

Foto: EFE/EPA/Ben Birchall / POOL

Jovem Pan- As farmacêuticas Janssen e Pfizerreceberam nesta terça-feira, 19, um selo de boas práticas de fabricação de medicamentos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), um dos pré-requisitos para a solicitação do uso emergencial dos imunizantes contra a Covid-19 desenvolvidos por elas no Brasil. Em nota, a agência reguladora afirmou que a certificação da Pfizer foi feita após análise de informações e a da Janssen, que tem três empresas envolvidas no processo de fabricação das vacinas, ficou com apenas uma pendência em uma delas. No Brasil, o imunizante da Janssen está na fase 3 de testes. Se os protocolos do estudo seguirem o cronograma previsto, os resultados devem ser divulgados no mês de fevereiro e o pedido para uso pode ser formalizado ainda em março.

No Brasil, duas vacinas tiveram uso emergencial aprovado neste domingo, 17: a da Coronavac, desenvolvida pelo Instituto Butantan com tecnologia chinesa, e a de Oxford/AstraZeneca, produzida em parceria com a Fiocruz com tecnologia britânica. A partir do momento em que o pedido para uso emergencial das vacinas da Janssen e da Pfizer forem submetidos, o desenvolvimento da análise dos documentos de cada uma delas poderá ser acompanhado pela população por meio de um painel desenvolvido pela Anvisa.

1 138 139 140 141 142 168