Nas últimas 24h, Feira de Santana registrou mais 36 pacientes recuperados da Covid-19 e atingiu a marca de 21.840 curados da doença desde o início da epidemia, índice que representa 94,5% dos casos confirmados. Enquanto isso, 108 exames foram negativos e 58 positivos. O boletim epidemiológico contabiliza ainda 49 pacientes internados no município e 839 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais duas mortes. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde nesta quinta-feira (28).
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTA QUINTA-FEIRA 28 de janeiro de 2021
Casos confirmados no dia: 58 Pacientes recuperados no dia: 36 Resultados negativos no dia: 108 Total de pacientes hospitalizados no município: 49 Óbitos comunicados no dia: 2 Datas dos óbitos: 11/01 e 17/01
A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 839 Total de casos confirmados no município: 23.094 (Período de 06 de março de 2020 a 28 de janeiro de 2021) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 790 Total de recuperados no município: 21.840 Total de exames negativos: 32.814 (Período de 06 de março de 2020 a 28 de janeiro de 2021) Aguardando resultado do exame: 421 Total de óbitos: 415
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 21.071 (Período de 06 de março de 2020 a 28 de janeiro de 2021) Resultado positivo: 3.740 (Período de 06 de março de 2020 a 28 de janeiro de 2021) Em isolamento domiciliar: 15 Resultado negativo: 17.331 (Período de 06 de março de 2020 a 28 de janeiro de 2021)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana
Doses de vacina Oxford/AstraZeneca, desenvolvida em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)
CNN Brasil- A comissão de vacinas da Alemanha (conhecida como Stiko) recomendou que o imunizante contra o coronavírus desenvolvido pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford não seja administrado a pessoas com 65 ano ou mais, disse o Ministério do Interior alemão nesta quinta-feira (29) em um comunicado.
“A vacina da AstraZeneca, ao contrário das vacinas de mRNA, deve ser oferecida somente a pessoas com idades entre 18 e 64 anos em cada etapa”, acrescentou. A avaliação do Stiko teve como base os mesmos dados de testes publicados pela revista médica The Lancet em 8 de dezembro.
No Brasil, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) ficará responsável pela produção e distribuição do imunizante. Na última semana, um lote de 2 milhões de doses foi importado da Índia e repartido para os estados brasileiros.
Procurada pela agência Reuters, a AstraZeneca não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. A CNN entrou em contato com a Fiocruz, que ainda não se manifestou e aguarda por um comunicado oficial da farmacêutica.
Na segunda-feira (25), a farmacêutica negou que sua vacina seja pouco eficaz em pessoas com mais de 65 anos, depois de reportagens na mídia alemã afirmarem que autoridades temem que a vacina possa não ser aprovada na Europa para uso em idosos.
O Ministério da Saúde da Alemanha disse que das 341 pessoas vacinadas no grupo com 65 anos ou mais, somente uma se infectou com o coronavírus, o que significa que o painel de especialistas em vacinas não foi capaz de derivar uma declaração estatisticamente significativa.
O presidente-executivo da AstraZeneca, Pascal Soriot, disse que a farmacêutica tem menos dados sobre os idosos do que outras fabricantes porque começou a vacinar os mais velhos depois.
“Mas temos dados fortes que mostram uma produção forte de anticorpos contra o vírus nos idosos, similar ao que vimos nos mais jovens”, disse ele em entrevista ao jornal Die Welt nesta semana.
O percentual representa 4.254 pessoas livres da doençaMais uma vez, o índice de pessoas recuperadas em Feira de Santana que tiveram diagnóstico positivo para a Covid-19 superou a própria média mensal e atingiu a marca de 97,6%, fixando janeiro com o melhor resultado desde o início da pandemia em março.
O percentual representa 4.254 pessoas livres da doença conforme aponta dados do relatório da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) que foram apresentados pelo prefeito Colbert Martins Filho, em coletiva de imprensa nesta quarta, 27.
Apesar do resultado demonstrar a conduta rigorosa do atendimento dos profissionais que atuam nas unidades de saúde, o Governo Municipal observa com cautela a taxa de óbitos de 1,84% figurar entre as menores do país; pelo menos, 411 pessoas não resistiram ao vírus. “Lamentamos todas as perdas e somos solidários com as famílias. Temos feito todos os esforços para baixar o número de infectados”, pontua o prefeito.
Outro alerta, segundo Melissa Falcão, médica infectologista e coordenadora do Comitê de Combate ao Coronavírus, é para o aumento em jovens do número de casos mais graves da doença, mesmo sem apresentar fatores de risco.
“Estes pacientes estão sendo internados para coletar material e análise do genótipo viral, pois queremos identificar a existência ou não de uma nova cepa [variante] do vírus que possa justificar os casos”, explica.
No mesmo balanço, o Hospital de Campanha registra 55% dos leitos ocupados de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e da enfermaria. “Tivemos uma redução durante a semana, mas precisamos continuar alerta”, afirma Francisco Mota, diretor médico do hospital.
Ainda, 103 unidades vacinais fixas (PSFs e UBSs) estão funcionando para cumprir o cronograma do Plano Municipal de Vacinação na sede e na zona rural.
Recentemente, segundo o médico e secretário municipal de Saúde, Edval Gomes, uma unidade móvel foi ativada para reforçar a imunização de grupos prioritários da área de saúde.
Micareta
Questionado pela imprensa, o prefeito descartou a realização do evento em abril e qualquer discussão, sobre o assunto, enquanto não for possível reduzir o número de mortes e a cidade estiver com mais de 50% da população vacinada.
Nas últimas 24h, Feira de Santana registrou mais 47 pacientes recuperados da Covid-19 e atingiu a marca de 21.804 curados da doença desde o início da epidemia, índice que representa 94,6% dos casos confirmados. Enquanto isso, 121 exames foram negativos e 104 positivos. O boletim epidemiológico contabiliza ainda 51 pacientes internados no município e 819 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais duas mortes. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde nesta quarta-feira (27).
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTA QUARTA-FEIRA 27 de janeiro de 2021
Casos confirmados no dia: 104 Pacientes recuperados no dia: 47 Resultados negativos no dia: 121 Total de pacientes hospitalizados no município: 51 Óbitos comunicados no dia: 2 Datas dos óbitos: 25/07* e 24/01 *OBS.: O Óbito com data mais antiga ocorreu em outro município e a Vigilância Epidemiológica foi informada somente nesta quarta-feira (27).
A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 819 Total de casos confirmados no município: 23.036 (Período de 06 de março de 2020 a 27 de janeiro de 2021) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 768 Total de recuperados no município: 21.804 Total de exames negativos: 32.706 (Período de 06 de março de 2020 a 27 de janeiro de 2021) Aguardando resultado do exame: 477 Total de óbitos: 413
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 21.065 (Período de 06 de março de 2020 a 27 de janeiro de 2021) Resultado positivo: 3.737 (Período de 06 de março de 2020 a 27 de janeiro de 2021) Em isolamento domiciliar: 16 Resultado negativo: 17.328 (Período de 06 de março de 2020 a 27 de janeiro de 2021)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana
Autoridade de saúde está usando medida com parte da população e com viajantes que chegam ao país
Testes de Covid na China estão sendo feitos por meio retal Foto: Agência Brasilia/Geovana Albuquerque
País onde a pandemia de Covid-19 se iniciou ainda no final de 2019, a Chinaagora está recorrendo a um novo método para detectar a Covid-19 em indivíduos de risco e em viajantes que chegam do exterior: os testes retais. A utilização da técnica foi divulgada pela emissora pública chinesa CCTV.
Nas últimas semanas, surtos locais têm levado autoridades de saúde a testar dezenas de milhares de pessoas pelo método PCR. Entretanto, moradores de Pequim, onde foram descobertos casos recentemente, têm sido submetidos aos exames pela região retal. A medida também está sendo imposta a pessoasem quarentena obrigatória em hotéis, incluindo viajantes do exterior.
O médico Li Tongzeng, do hospital You’an em Pequim, afirmou à CCTV que o teste retal “aumenta a taxa de detecção de pessoas infectadas” porque o coronavírus permanece mais tempo no ânus do que no trato respiratório. A TV estatal informou que os testes retais não serão generalizados porque “não são práticos o suficiente”.
– Considerando que coletar swab anais não é tão conveniente quanto os de garganta, no momento apenas grupos-chave, como aqueles em quarentena, recebem ambos – afirmou Tongzeng.
CRIANÇAS E PROFESSORES PASSAM POR TESTES
Segundo a emissora Bloomberg, mais de mil crianças em idade escolar e professores foram testados em Pequim pelo ânus, pela garganta e pelo nariz na semana passada, além de fazer o teste de anticorpos. Os exames foram realizados após a descoberta de um caso assintomático, de acordo com autoridades locais.
Na segunda-feira (25), passageiros de um voo de Changchun (capital e maior cidade da província de Jilin) para Pequim tiveram de desembarcar após autoridades descobrirem que um pessoa de uma área considerada de alto risco para transmissão do vírus estava a bordo. A Bloomberg informou que os passageiros foram levados para um hotel, onde profissionais coletaram amostras de nariz e do ânus.
Medicamento anti-inflamatório é alvo de estudos em pacientes com diabetes tipo 2, infarto e quadros moderados e graves de Covid-19
Pesquisa brasileira avaliou comprimidos de colchicina em pacientes internados pelo coronavírus. Foto: GI/Getty Images
Muitas doenças corriqueiras em nossa comunidade apresentam, em comum, uma inflamação. Às vezes ela é mais visível, às vezes passa despercebida. A gota é um caso clássico. Falamos de um quadro inflamatório em que cristais de ácido úrico se acumulam nas articulações levando a crises com dor intensa, vermelhidão, inchaço e restrição de movimentos.
Só que existem condições tão ou mais prevalentes associadas a processos inflamatórios não tão evidentes. Não sei se você sabe, mas tanto o diabetes tipo 2 como os problemas cardiovascularessão marcados por inflamação.
A glicose elevada no sangue, característica mais conhecida do diabetes, é apenas a ponta do iceberg. A inflamação está ligada ao aparecimento da resistência à insulina (ponto de partida para a doença), à redução da produção do hormônio no pâncreas e ao acúmulo de gordura abdominal, frequente em quem tem diabetes tipo 2.
O infarto, por sua vez, é a interrupção abrupta do fluxo de sangue nas artérias que irrigam o coração. E essa obstrução é o desfecho de alterações no sangue e nos vasos relacionadas ao quê? A inflamação!
Infecções também provocam inflamação e, mais recentemente, descobrimos que a Covid-19 pode gerar um fenômeno inflamatório intenso, semeando estragos em diversos órgãos. Sim, isso pode ser ainda mais devastador que o ataque do coronavírus em si.
Ora, se a inflamação está na base de tantos problemas, por que não recorrer a um anti-inflamatório para controlá-la? Afinal, temos medicamentos antigos e conhecidos com essa função. Não é à toa que um deles se destacou nos últimos dias sobretudo no âmbito da Covid-19. É a colchicina.
A colchicina é um remédio aprovado e indicado para tratamento da gota. Mas estudos recentes apontam que pacientes com diabetes e que sofreram infarto recente têm menor risco de outros eventos cardiovasculares após o uso contínuo da medicação.
E, agora, em meio à pandemia, tivemos uma grata surpresa vinda de uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto. Em experimento realizado com 60 pacientes internados com a forma moderada ou grave de Covid-19 — todos dispondo dos melhores cuidados para a recuperação do quadro —, metade recebeu, ainda, comprimidos de colchicina. E, veja só, o grupo que tomou o medicamento no hospital apresentou melhor evolução clínica, com menos dias de internação e de uso de oxigênio.
São animadores os resultados dos estudos com a colchicina contra Covid-19, diabetes e doenças cardiovasculares, mas, é importante frisar, ela não está aprovada para o uso rotineiro nessas situações. Como de praxe em ciência, mais estudos são necessários para confirmar os benefícios.
Estamos de dedos cruzados para assistir à confirmação desses achados. Enquanto isso, vamos procurar manter um estilo de vida saudável, usar máscara, realizar a higiene das mãos e cumprir o distanciamento social.
Brasil está entre os 20 países que mais vacinaram Foto: Pixabay
Apesar da pandemia de Covid-19 forte, o Brasil segue avançando no combate à doença. E até esta terça-feira (26), o país já vacinou mais de 800 mil pessoas contra a doença, o que coloca o Brasil entre os 20 países do mundo que mais imunizaram sua população.
De acordo com dados divulgados pela Universidade de Oxford, o Brasil se encontra em 16º lugar na lista.
Até o momento, o Brasil já vacinou cerca de 0,33% da população. A vacinação no país começou no dia 18 de janeiro.Siga-nos nas nossas redes!
O governo de São Paulo anunciou que o IFA para a fabricação da vacina vai chegar no dia 3 de fevereiro, e que será o suficiente para produzir quase 9 milhões de doses.
Foto: Divulgação
O governo de São Paulo anunciou que a matéria-prima para a fabricação da CoronaVac vai chegar na quarta-feira da semana que vem, dia 3 de fevereiro. O suficiente para quase 9 milhões de doses. Deve acontecer com quase um mês de atraso, mas os insumos que deveriam ter chegado da China no dia 6 de janeiro estão prometidos para o dia 3 de fevereiro. O contrato entre o Instituto Butantan e a Sinovac previa um lote de 11 mil litros. Mas, a pedido da fabricante chinesa, a remessa foi divida em duas.
Chegando essa partida de matéria prima de 5,4 mil litros no próximo dia 3, iniciaremos a produção que vai originar em torno de 8,6 milhões doses, que serão liberadas 20 dias depois, cumprindo o ciclo de controle de qualidade também. E esses adicionais 5,6 que estão em processo também originarão um pouco mais de 8,6 milhões doses, permitindo a manutenção do cronograma que havíamos proposto ao Ministério da Saúde, afirmou Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan. O IFA, Insumo Farmacêutico Ativo, é diluído e envasado em embalagens de dez doses com pequenas sobras. Os técnicos explicam que se a vacina for aplicada corretamente, o rendimento das duas remessas de insumos deve ser de 17,2 milhões doses.
As explicações foram dadas no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, depois de uma reunião virtual com o embaixador da China. Pelo telão, Yang Wanming fez uma declaração direto de Brasília.
A CoronaVac está sendo aplicada no Brasil. Isso demostra que a nossa cooperação beneficia não só os paulistas como também todo o povo brasileiro. Acredito que todos sabíamos muito bem que se trata de uma questão técnica e não política, e as vacinas são uma arma para conter a pandemia e garantir a saúde do povo e não um instrumento político que a parte chinesa atribui muita importância no desenvolvimento da vacina. E gostaríamos de consolidar nas cooperações entre as duas partes. A parte chinesa está disposta a manter comunicações com governo federal do Brasil, com o governo estadual de São Paulo e apoiar em conjunto a parceria entre Sinovac e o Butantan, de maneira que a CoronaVac contribuía ainda mais para o combate à pandemia no Brasil, disse o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming.
A chegada desse próximo lote de insumos para a CoronaVac foi comunicada na segunda-feira (25) ao Ministério da Saúde em ofício enviado pelo embaixador chinês. O governo federal afirmou que a carta evidencia as negociações entre o ministério e o governo chinês para a liberação da matéria primeira para a CoronaVac.
Nesta terça-feira (26), o governador de São Paulo, João Doria, atribuiu a boa notícia ao empenho do governo do estado e do Instituto Butantan.
O embaixador da China, como todo embaixador, é um homem profundamente educado e cioso da sua condição diplomática. Ele respondeu a uma demanda feita pelo Ministério da Saúde, demanda essa feita também por escrito, e respondeu. Mas a demanda, todo o relacionamento cultivado com a China, com a Sinovac, com o governo chinês, com as liberações, sempre foram conduzidos pelo estado de São Paulo e pelo Butantan. Nunca houve, volto a repetir, nunca houve nenhuma interferência, nenhuma relação, principalmente para ajudar do governo federal, afirmou Doria.
Até agora, o Brasil tem 12,1 milhões doses de vacina: 6 milhões das primeiras doses da CoronaVac, já distribuídas no país; outros 4,1 milhões doses, autorizadas pela Anvisa, e que começarão a ser distribuídas a partir de sexta-feira (29); e também os 2 milhões de doses da Oxford/AstraZeneca, que chegaram para a Fiocruz no fim de semana passado. O total será suficiente para imunizar pouco mais de 6 milhões de pessoas, com as duas doses necessárias.
Novo estudo americano apresenta um plano de bem-estar emocional concentrado em habilidades específicas que podem ser aprendidas, como meditar. Entenda
Foto: Adobe Stock
Globo Esporte- Um novo estudo da University of Wisconsin-Madison, recentemente publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, apresentou um plano de bem-estar emocional concentrado em habilidades específicas que podem ser aprendidas. Dentre elas, está a meditação. Assim como a atividade física, que desencadeia mudanças em nosso corpo, a meditação também é considerada uma atividade neural, com possibilidade de melhora através do tempo e possíveis alterações não só no estado de espírito, mas também na nossa mente. E as primeiras horas do dia são um dos melhores momentos para praticá-la.
– A meditação pela manhã serve principalmente para você despertar de vez e potencializar o restante do seu dia. A maneira como acordamos reflete inevitavelmente no restante do nosso dia. Deste modo, meditar se torna uma forma de “limpar” as preocupações logo ao acordar. Assim, você possui mais energia e tranquilidade para enfrentar as adversidades do seu dia – afirma Adriana Camargo, profissional de educação física, instrutora de Yoga e adepta da meditação, que ensina no vídeo abaixo como fazer a postura ideal pra começar a meditar.
Em meio à pior crise de saúde do século, relaxar nem sempre é uma opção. Pesquisas ao redor do mundo apontam que houve uma piora na saúde mental das pessoas devido aos estragos causados pela pandemia de Covid-19. Diante desse cenário, o estudo conduzido pelos pesquisadores da University of Wisconsin-Madison traz uma estrutura baseada em evidências científicas que sugerem que o bem-estar pode ser cultivado por meio de prática na vida diária. Neste caso, o objetivo da pesquisa foi defender o cultivo do bem-estar em qualquer estágio, mesmo quando estamos relativamente saudáveis, visto que essas habilidades têm como objetivo nos tornarem mais resilientes para momentos como ao que vivemos agora. A estrutura se concentra em quatro pilares que foram estudados e que podem sofrer alterações com o treinamento:
Consciência – atenção ao ambiente, com sensações corporais, pensamentos e sentimentos;
Conexão ou apreciação – aspectos como bondade e compaixão;
Insight – fomento da curiosidade e do autoconhecimento;
Propósito – entender seus valores e motivações.
A consciência e em particular a metaconsciência (estar ciente de que você está ciente) parecem diminuir o estresse e aumentar as emoções positivas, podendo ser fortalecidas por meio de práticas de treinamento mental, como meditação. Ela, por sua vez, ajuda a reduzir alguns dos efeitos prejudiciais da distração, que prejudicam a função cognitiva e aumentam as respostas do corpo ao estresse relacionado à inflamação e ao envelhecimento.
A pesquisa fornece evidências de que podemos resistir aos altos e baixos da vida com resiliência, apontando ainda que o cérebro e o corpo podem mudar e se adaptar. No entanto, em vez de substituir outras visões de bem-estar, os pesquisadores dizem que a estrutura apresentada busca complementar outros modelos, focalizando especificamente em dimensões de bem-estar que são treináveis e podem ser aprendidas. Ou seja, a ideia foi dar espaço a qualidades de uma mente saudável que muitas vezes não sabemos que são treináveis, como por meio da meditação.
– A meditação é uma técnica utilizada para se manter no momento presente. Durante a prática, você não pensa em nada objetivamente, mas o pensamento ainda existe, e você deve deixá-lo vir. Com o tempo, você vai sentir uma paz e equilíbrio cada vez mais orgânicos. Para tudo isso acontecer, é preciso uma posição adequada, um bom local e encontrar sua técnica – explica Adriana Camargo.
Meditação matinal já nos prepara para o dia — Foto: Adobe Stock
As pesquisas sobre meditação ainda buscam proporcionar novas percepções sobre os métodos de treinamento mental, embora já seja atestado o potencial de melhorar a saúde e o bem-estar emocional. Para você que pensa em começar, é preciso considerar dois fatores:
Foco: você tem que ter um tempo mínimo de foco, você pode começar com um tempo de cinco minutos e depois ir aos poucos aumentando.
Frequência: é melhor você meditar menos tempo, mas todo dia, do que meditar muito tempo só que em dias alternados. Somente com a repetição diária uma atividade se torna um hábito.
– Os tempos de meditação máxima variam. Os monges zen budistas, por exemplo, meditam cerca de 40 minutos, três vezes ao dia. Por outro lado, já na meditação com mantra tem gente que medita por uma hora, duas vezes ao dia. Desta forma, o tempo vai depender da linha que você segue. No entanto, o mais importante é fazer num horário onde você não será interrompido e em um lugar calmo – conclui Adriana.
Reagir a desafios emocionais negativos requer mais treinamento, o que pode ser alcançado por meio da meditação — Foto: Foto: Adobe Stock
Meditar não custa nada, a não ser alguns minutos do seu dia, e pode ser praticado em qualquer lugar. A meditação é um exercício milenar, inclusive fazendo parte de muitas religiões ao redor do mundo. Dentre as inúmeras formas, destacam-se o mindfulness, a meditação transcendental, meditação vipassana, raja yoga e meditação zazen. Embora haja variedade nas técnicas, Adriana Camargo ressalta que na meditação, assim como na matemática, a ordem dos fatores não altera o produto. Ou seja, o resultado final.
– Eu comecei com a meditação que é um “mantra yoga”, mas ultimamente venho utilizando mais a meditação Zazen. No fundo, o objetivo é o mesmo, embora os caminhos sejam diferentes. Todas elas objetivam você estar presente no momento, com uma consciência plena. Nós não temos uma segunda chance nessa vida, não é mesmo? Então, temos que ser felizes agora e viver esse presente, não somente ficar preso aos projetos a longo prazo. Essa necessidade de querer avançar o tempo todo, sempre pensando no passo posterior, te tira de viver o agora. Por isso, a meditação busca, se não acabar com isso, ao menos minimizar essa nossa constante necessidade de viver no depois – conta Adriana.
A meditação apresenta ganhos para saúde mental, destacando-se as modificações neurais, que cada vez mais são analisadas pela literatura médica, sobretudo o processo conhecido como neuroplasticidade.
Quando aprendemos uma habilidade nova, por exemplo, como tocar um instrumento musical, o nosso cérebro muda por meio desse processo. É o que chamamos de neuroplasticidade. E isso também ocorre na meditação, uma vez que o praticante passa por uma experiência que afeta o funcionamento e a estrutura física do cérebro de forma benéfica.
A pesquisa incluiu mais de 150 adultos, sendo que os meditadores de longa data já praticavam diariamente e completaram retiros de meditação de vários dias. Por outro lado, os novos meditadores foram designados aleatoriamente para um curso de redução do estresse baseado na atenção plena de oito semanas que incluía meditação. Por fim, o grupo de controle composto de pessoas sem experiência em meditação foi aleatoriamente designado para um “programa de melhoria da saúde” durante o mesmo período de tempo, incluindo práticas de bem-estar, mas não meditação especificamente.
Após um período de oito semanas, os participantes viram e rotularam fotografiass como emocionalmente positivas, negativas ou neutras, enquanto faziam uma varredura cerebral por ressonância magnética funcional. Tanto os praticantes de longa data quanto os novos meditadores – quando comparados aos não-meditadores – mostraram atividade reduzida na amígdala ao verem imagens emocionalmente positivas. A amígdala é uma área do cérebro crítica para a emoção e detecção de informações importantes do ambiente.
Da mesma forma, os pesquisadores também descobriram que os meditadores de longo prazo apresentaram redução da atividade em suas amígdalas ao verem imagens negativas. Embora as reduções na reatividade a imagens positivas tenham sido observadas em todos os níveis de treinamento, isso indica que reagir a desafios emocionais negativos requer mais treinamento, o que pode ser alcançado por meio da meditação.
A atividade mais baixa na amígdala em resposta a imagens negativas era uma tendência geral entre os meditadores, mas era mais forte e mais significativa em meditadores de longa duração com experiência. Além disso, a equipe descobriu que, após oito semanas de treinamento, as pessoas novas em meditação mostraram um aumento na conectividade entre a amígdala e uma área do cérebro que suporta a função executiva (que inclui autorregulação e rastreamento de metas) e emoção, a córtex pré-frontal ventromedial.
– Com a meditação, é provável que você tenha mais facilidade de viver o momento presente, além de se sentir melhor emocionalmente e fisicamente para as adversidades do dia a dia. Como consequência, você acaba levando isso, inclusive, para as pessoas ao seu entorno. O ambiente também acaba se tornando mais saudável, já que as nossas oscilações (de humor) são menores e isso reflete em todo ambiente – conta Adriana Camargo.
Nas últimas 24h, Feira de Santana registrou mais 131 pacientes recuperados da Covid-19 e atingiu a marca de 21.757 curados da doença desde o início da epidemia, índice que representa 94,8% dos casos confirmados. Enquanto isso, 299 exames foram negativos e 68 positivos. O boletim epidemiológico contabiliza ainda 51 pacientes internados no município e 764 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais quatro mortes. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde nesta terça-feira (26).
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTA TERÇA-FEIRA 26 de janeiro de 2021
Casos confirmados no dia: 68 Pacientes recuperados no dia: 131 Resultados negativos no dia: 299 Total de pacientes hospitalizados no município: 51 Óbitos comunicados no dia: 4 Datas dos óbitos: 11/01, 21/01, 22/01 e 25/01
A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 764 Total de casos confirmados no município: 22.932 (Período de 06 de março de 2020 a 26 de janeiro de 2021) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 713 Total de recuperados no município: 21.757 Total de exames negativos: 32.585 (Período de 06 de março de 2020 a 26 de janeiro de 2021) Aguardando resultado do exame: 497 Total de óbitos: 411
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 21.065 (Período de 06 de março de 2020 a 26 de janeiro de 2021) Resultado positivo: 3.737 (Período de 06 de março de 2020 a 26 de janeiro de 2021) Em isolamento domiciliar: 16 Resultado negativo: 17.328 (Período de 06 de março de 2020 a 26 de janeiro de 2021)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana