A primeira pessoa vacinada pela rede municipal de saúde contra a Covid-19 foi a enfermeira Francineth Lobo, de 52 anos. Ela atua no Hospital de Campanha, na linha de frente contra a doença. A profissional faz parte do grupo prioritário que receberá a imunização na primeira etapa da vacinação.
“Me sinto mais segura e aliviada”, falou Francineth, que também é gerente operacional da unidade, logo após receber a primeira dose da vacina CoronaVac, no início da tarde desta terça-feira, 19. “Foram meses de trabalho incansáveis”, completou.
O diretor do Hospital de Campanha, médico Francisco Mota, foi o terceiro vacinado no dia. “A vacinação é a melhor notícia do ano. É a esperança para que as nossas vidas voltem ao normal”, afirmou.
O secretário municipal de Saúde, Edval Gomes, acompanhou o ato. “Estamos muito felizes com a chegada da vacina. Iniciamos no Hospital de Campanha, um local simbólico, onde durante o período da pandemia foi ofertado um ótimo suporte de saúde para a população”, pontuou. 40 funcionários foram vacinados.
Feira terá 9 mil doses nesta primeira etapa de vacinação. Serão imunizados, além dos trabalhadores da saúde que atuam em emergência e UTI, idosos acima dos 75 anos – e a partir dos 60 para os que vivem em asilos e instituições psiquiátricas.
Resultado preliminar de pesquisa indicou que a proteção permaneceu do imunizante estável até o 71º dia
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Pleno News- Um estudo científico sobre a vacina da Johnson & Johnson contra a Covid-19apontou que o imunizante pode gerar uma resposta imune duradoura. Em resultados preliminares, os anticorpos neutralizantes foram encontrados em mais de 90% dos voluntários após um mês de uso. Novos dados ainda serão analisados para que a tese possa ser confirmada.
Publicado no conceituado The New England Journal of Medicine, o estudo detalha que 805 voluntários foram testados, com idades de 18 a 55 anos. Os anticorpos foram encontrados em 100% deles no 57º após a vacinação, de acordo com a análise preliminar dos estudos.
A pesquisa ainda indicou que a proteção permaneceu estável até o 71º dia. Mas a Johnson & Johnson informou que precisa continuar observando todos participantes desses testes por um ano, para entender melhor os dados.
Os testes de segurança da vacinatambém foram positivos. Os efeitos adversos mais comuns foram leves, como fadiga, dores de cabeça, dores musculares e dores no local da injeção. Em pessoas mais velhas, as reações foram ainda menos comuns e ficaram menores após a aplicação da segunda dose.
Segundo a empresa, os resultados dos testes da fase 3, que mostram a eficácia, devem ser divulgados até o final do mês de janeiro. O imunizante pode ser uma boa opção para o Brasil, já que utiliza a mesma tecnologia da vacina de Oxford, de adenovírus, que foi aprovada recentemente no país. Além disso, ela já foi testada em algumas cidades brasileiras.
Carlos Madeiro/UOL- A velocidade e a gravidade da evolução da covid-19 em pacientes que buscam os prontos-socorros em Manaus têm chamado a atenção dos profissionais de saúde que atuam na linha de frente. Está inclusive formando infecções mais graves e em menos tempo do que a doença vista na primeira onda.
Durante quatro dias na capital amazonense, o UOL ouviu relatos de profissionais que atestam que a nova fase da covid-19 tem maior transmissibilidade causada por mutações que geraram uma nova variante no estado.
Além disso, os dados mostram que pessoas mais jovens estão morrendo agora. Segundo registros de óbitos nos últimos 30 dias, quatro em cada dez vítimas fatais tinham menos de 60 anos no estado. “Algo de muito diferente está ocorrendo em Manaus. Não sei informar se é uma cepa nova ou se é algo diferente.
Mas quem está na linha de frente está vendo um aumento da gravidade dos casos”, conta o infectologista e pesquisador Noaldo Lucena, que atua em clínica popular, atendimento domiciliar e hospitais públicos. As mudanças, diz, vão além da já sabida maior contagiosidade da nova variante do vírus.
Claramente estamos diante de um ser invisível que é muito mais patogênico e transmissível. Hoje chegam famílias inteiras com os sintomas ao mesmo tempo, antes era um de cada vez.
Noaldo Lucena, infectologista Exames mostram gravidade maior Lucena conta que em exames mais recentes de pacientes há lesões nos pulmões mais graves. “Neste ano, eu já vi mais 150 pessoas aqui na clínica e mais 300 no serviço público. Digo que menos de 2% deles tinham comprometimento leve. Os demais eram comprometidos acima de 50%. Alguns com 70%, 80%, 90%, com necessidade de internação imediata e até suporte ventilatório”, diz.
Segundo ele, agora a doença apresenta menos sintomas capazes de serem percebidos em um exame clínico. “Você ausculta o pulmão do paciente e não escuta nada. Mas, quando vemos a imagem tomográfica, não acredita como há um comprometimento tão grande com tão pouca repercussão clínica notória.” Mais mortes em jovens Uma outra questão relatada é a mortalidade de pessoas mais jovens, que estaria também associada à maior patogenicidade do vírus. O UOL analisou os dados mais recentes do Portal da Transparência dos cartórios. Foram registrados 710 óbitos no estado (dado que ainda pode aumentar), dos quais 285 de pessoas com menos de 60 anos —ou 40,1% do total. Antes desse período, esse percentual era de 36,5%.
“Sem dúvida muito mais jovens estão morrendo. Não estamos falando só de grupo de risco: isso está em todas as faixas etárias, atingindo bebês, crianças, adolescentes mesmo sem comorbidade”, aponta a infectologista Silvia Leopoldina, que também atua nas redes públicas estadual e municipal de Manaus. A médica afirma que houve mudanças no comportamento da doença no estado.
“Antes, os primeiros sintomas de gravidade apareciam em torno do décimo dia em diante. Agora têm pacientes que, com sete, oito dias, estão com comprometimento de 75% dos dois pulmões”.
Esse encurtamento no tempo de agravamento dificulta a recuperação, conta ela. O governador do Amazonas,
“Silenciosa demais”
A enfermeira e professora Ana Paula Rocche concorda que “o vírus não é mais o mesmo”. Ela relata que a queda de saturação de pacientes ocorre de forma muito mais rápida e silenciosa. “O paciente começa no primeiro dia sentindo uma dor de garganta; depois sente uma dor de cabeça; no terceiro dia ele já começa uma febre, mas no quarto começa uma falta de ar, e quando você coloca um oxímetro nele, a saturação que era para estar em 98% está 70%, 75%. Isso não é normal! É uma coisa extremamente grave que ataca as vias aéreas e pulmões, e de forma silenciosa demais”, pontua. Ela trabalha com atendimento a pacientes, inclusive acompanhando remoções particulares de casos graves para outros estados.
A enfermeira conta que, em vez de dor, muitos pacientes tem relatado uma “agonia” no peito.
O pulmão parece que vai ressecando, que vai encolhendo; e aí você entra com tudo que é antibiótico, anticoagulante e o pulmão não expande. Isso não é normal”, diz.
Nós não estamos sabendo lidar com isso. Está estranho demais. As pessoas ficam ruins em outros locais, mas não como a gente está vendo. Isso aqui é outra coisa. Ana Paula Rocche, enfermeira Colapso e nova variante agravam situação O professor Bernardino Albuquerque, da UFAM (Universidade Federal do Amazonas) e pesquisador da Fiocruz Amazônia, avalia que essa percepção vem do colapso do sistema de saúde.
“A partir do final de dezembro, houve uma saturação no atendimento. Temos visto pacientes esperando horas em uma ambulância. O estado clínico fica agravado por essa peregrinação, além de faltar insumos”, diz.
Se tivéssemos um sistema de saúde preparado para atender esse segundo momento, não haveria tantas mortes. O governo desmontou toda estrutura que tinha antes, estamos começando tudo de novo. Bernardino Albuquerque, pesquisador Um ponto que agravou a situação do estado foi a nova variante do SARS-CoV-2. “Chance [de causar doença mais grave] existe, mas não existem evidências ainda sobre ser mais patogênica”, explica o pesquisador Felipe Naveca, da Fiocruz Amazônia.
Segundo artigo publicado ontem, a nova variante pode ser capaz de furar a imunidade adquirida por outra cepa.
Divulgação aconteceu na manhã desta terça-feira (19)
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As primeiras doses da vacina contra a Covid-19 chegaram em Feira de Santana na manhã desta terça-feira (19). Foram trazidas para a cidade 9 mil doses da Coronavac. A pós a chegada, foi realizada uma entrevista coletiva par apresentar o Plano de Vacinação Municipal.
A coletiva aconteceu de on-line e teve a participação do prefeito Colbert Martins, do secretário de Saúde Edval Gomes e da infectologista Melissa Falcão.
Na primeira fase serão imunizados os profissionais que trabalham nas urgências, emergências e UTI’s de hospitais públicos e privados que lidam diretamente com pessoas infectadas pela doença. Segundo o secretário de Saúde Edval Gomes, nessa primeira etapa, idosos que estão em casas de acolhimento também serão vacinados.
“Além dessa primeira etapa que inclui os trabalhadores da emergência e urgência, vamos vacinar aquelas pessoas que estão no Lar do Irmão Velho, no Dispensário Santana e semelhantes. Nós temos 103 unidades capacitadas e preparadas para a vacinação, nós temos Drive-tru, nós temos transporte móvel para a vacinação nos distritos. Todo esse arsenal estará a disposição da nossa cidade. Todo esse conjunto de estratégia será colocado em prática. Vamos garantir a segunda dose da vacina”, disse o secretário.
De acordo com o prefeito Colbert, a vacinação será feita nos locais de trabalho dos profissionais de saúde, mas que i inicialmente apenas pra os trabalhadores que lidam diretamente com infectados pela Covid-19.
“Começamos hoje com o pessoal de urgência e emergência. Por serem os mais expostos, prioritariamente vão receber essas doses. Não se desloquem, porque as doses serão para quem trabalha na urgência e na UTI, e serão aplicadas no local de trabalho”, afirmou.
Para que não haja irregularidades como vacinação de pessoas fora do grupo prioritário, o secretário afirma que cada pessoa que for vacinada será identificada através de nome e CPF.
“Nós garantiremos que não haja perda, desvio e nem mal uso da vacina. Nessa primeira fase faremos com os dados individuais, temos a relação de todos os profissionais, por nomes e CPF’s”, disse ele.
Cerca de 450 mil pessoas no total serão imunizadas em Feira de Santana, de acordo com o prefeito. Há ainda a expectativa de que em 6 meses todas essas pessoa já estejam imunizadas.
Veja abaixo como será o cronograma de vacinação por etapas:
Primeira etapa
9 mil Profissionais da Saúde: Emergência e UTIs
250 Pessoas de 60 anos ou mais institucionalizadas
Segunda etapa
8.701 Idosos de 75 e mais
26 mil Demais Trabalhadores da Saúde
FASE 2
48.615 Idosos de 60 a 74 anos
FASE 3
50 mil Pessoas com comorbidades
FASE 4
2.909 Professores
3.189 Profissionais das Forças de Segurança, Salvamento e Polícia Rodoviária Federal
385 Funcionários do Sistema Prisional
957 Profissionais do Transporte Coletivo
367 Pessoas com deficiência
2.325 Profissionais de transportes e Rodoviários de carga
99 Privados de liberdade, adolescentes e jovens sob medida socioeducativa
LOCAIS DE VACINAÇÃO
103 Unidades de Saúde
3 Unidades Drive Thru
1 Unidade Itinerante Consultório na Rua
Aplicações em 6 Instituições de Longa Permanências Para Idosos (asilos e similares) 06 unidades (Nosso Lar, AFAS, Dispensário Santana, Casa de Amparo, Lar do Irmão Velho, Casa de Repouso Saúde e Bem Estar)
Vacinação Domiciliar para acamados e mobilidade reduzida
Unidades públicas e privadas de Hospitais, Policlínicas, UPAs, Clínicas
HORÁRIOS DE VACINAÇÃO
Unidades Básicas de Saúde – Segunda a Sábado, das 08 às 17 horas
Unidades com Programa Saúde na Hora (Parque Ipê 1, 2 e 3, Videiras 1,2 e 3, Campo Limpo 1, 5 e 6) – Segunda a sexta, das 08 às 21 horas
Feira de Santana já registrou desde o início da pandemia 22.383 casos da Covid 19, porém hátambém a marca de 20.852 curados da doença. O município alcançou hoje (19) o maior índice de pacientes recuperados da doença: 93,16%,conforme dados da Secretaria Municipal de Saúde e da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab).
Ainda segundo dados das duas secretarias e do Ministério da Saúde, Feira de Santana está entre as cidades com menor taxa de óbitos: 1,77. Salvador está com 2,68%; a Bahia com 1,80% e o Brasil com 2,47%.
Daniel Navais/Viva Bem/ Uol- A insônia, na maior parte das vezes, ocorre como sintoma de depressão, ansiedade e outros transtornos psiquiátricos ou físicos. Em menor frequência, é considerada primária, ou seja, ela é a doença. Quando a dificuldade de dormir vem associada a pensamentos ou alguma música que não sai da cabeça (efeito chamado de ruminação), pode estar ligado à ansiedade. Isso porque esse distúrbio envolve alguma preocupação excessiva, dificuldade de relaxar e sintomas físicos de tensão. Por outro lado, também pode ser decorrente de estresse ou um sintoma de transtorno obsessivo-compulsivo.
Por isso, o primeiro passo para voltar a ter uma noite de sono tranquila é procurar um médico psiquiatra, neurologista ou um especialista em sono. Eles farão todos os exames suficientes para chegar ao diagnóstico correto. Se a questão for decorrente de depressão ou ansiedade leve ou moderada, por exemplo, a ajuda de um psicoterapeuta pode ser suficiente. Mas, em paralelo, é possível realizar algumas medidas conhecidas como higiene do sono, que, de acordo com os especialistas, resolvem de 80% a 90% dos casos de insônia, sem a necessidade de medicamentos. As regrinhas funcionam assim:
Determine um horário relativamente fixo de dormir e de acordar;
Evite o uso de bebida alcoólica, café, refrigerantes e outras substâncias que contenham cafeína após as 17h ou 18h;
Deixe o ambiente com pouca luz, em torno de 2h a 3h antes de dormir;
Ilumine o quarto durante o dia, principalmente ao acordar;
Se não conseguir dormir em 20 ou 30 minutos, levante-se e vá fazer alguma coisa fora da cama, como ler um livro no sofá ou alguma atividade relaxante. Quando o sono vier, volte para a cama;
Coloque para tocar os chamados white noises (ruídos brancos), que são os sons de chuva, de natureza, bem baixinho e relaxante
Realize atividades físicas (mas distante do horário de dormir) ou acupuntura, meditação e ioga, que podem ser feitas antes de ir para cama;
Mesmo que não dormiu bem à noite, não tire um cochilo ao longo do dia. Conforme o corpo vai tendo restrição crônica do sono, depois de um tempo, o próprio cérebro regula o problema e a pessoa acaba dormindo, mesmo tendo ainda estas dificuldades de relaxar.
Também é bom lembrar que a pandemia, com a consequente quarentena, fez com que a maior parte das pessoas perdesse a rotina não só de sono, mas de se alimentar. Isso sem contar que o isolamento social e o trabalho em casa ocasionaram diversos casos de transtornos psiquiátricos, como a própria insônia. Por isso, é muito importante manter a rotina, inclusive dentro de casa e, claro, buscar ajuda médica.
Fontes: Eduardo Perin, especialista em terapia cognitivo-comportamental pelo Ambulatório de Ansiedade do HC/FMUSP (Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo); Fabio Porto, neurologista comportamental do HC/FMUSP; Marina Vasconcellos, psicóloga especializada.
O brasileiro Julio Cesar Lorenzi, um dos líderes do estudo, explica que os anticorpos podem ser mais capazes de enfrentar mutações do coronavírus.
Foto: NIAID via Nasa
G1- Uma pesquisa publicada nesta segunda-feira (18) na revista científica “Nature”, uma das mais importantes do mundo, sugere que os anticorpos para Covid-19em pacientes que tiveram a doença ficaram mais “potentes” 6 meses após a infecção.
Isso significa que a imunidade para quem já teve a doença pode durar, no mínimo, esse tempo. O estudo é liderado por brasileiros e outros pesquisadores da Universidade Rockefeller, nos Estados Unidos.
“Os anticorpos melhoraram em termos de potência e diversidade. Eles conseguiram neutralizar diversas variações da corona [a ‘coroa’ do coronavírus]”, explica o brasileiro Julio Cesar Lorenzi, um dos líderes do estudo.
A resposta para os anticorpos “reforçados” está nas células B, um tipo de célula de defesa do corpo. Elas têm a função de reconhecer o antígeno do coronavírus – uma parte do vírus – e criar os anticorpos contra ele.
Os cientistas estudaram 87 pessoas que tiveram Covid-19, com idades entre 18 e 76 anos. Todas elas tiveram amostras de sangue analisadas seis meses após a infecção.
A análise mostrou que os níveis de células B de memória específicas permaneceram os mesmos nesse período – e que os anticorpos que elas criaram seis meses depois da primeira infecção foram mais “fortes” que os originais.
“São dados muito bons, mostrando que os pacientes podem ser capazes de controlar a reinfecção”, analisa Lorenzi.
Depois de reconhecer o antígeno pela primeira vez, as células B vão para uma parte do sistema imune onde são selecionadas e “amadurecidas”. Nesse processo, passam por mutações que fazem com que elas sejam melhores em reconhecer o vírus, com mais potência, explica o brasileiro.
Os pesquisadores acharam proteínas virais – pedaços do vírus – no intestino de 14 pacientes. Lorenzi acredita que essa exposição ao material viral ajudou as células B a reconhecerem melhor o vírus da Covid.
Nas últimas 24h, Feira de Santana registrou mais 121 pacientes recuperados da Covid-19 e atingiu a marca de 20.852 curados da doença desde o início da epidemia, índice que representa 93% dos casos confirmados. Enquanto isso, 241 exames foram negativos e 84 positivos.
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 55 pacientes internados no município e 1.135 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais sete mortes (os óbitos mencionados não são referentes a data de hoje e sim de dias anteriores). A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde nesta segunda-feira (18).
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana
NÚMEROS DESTA SEGUNDA-FEIRA 18 de janeiro de 2021
Casos confirmados no dia: 84 Pacientes recuperados no dia: 121 Resultados negativos no dia: 241 Total de pacientes hospitalizados no município: 55 Óbitos comunicados no dia: 7 Datas dos óbitos: 09/12, 14/12, 15/12, 24/12, 14/01, 16/01 e 16/01 *OBS.: Os quatro óbitos divulgados com data de ocorrência em dezembro só foram informados para a Secretaria Municipal de Saúde nesta segunda-feira (18).
A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 1.135 Total de casos confirmados no município: 22.383 (Período de 06 de março de 2020 a 18 de janeiro de 2021) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 1.080 Total de recuperados no município: 20.852 Total de exames negativos: 31.149 (Período de 06 de março de 2020 a 18 de janeiro de 2021) Aguardando resultado do exame: 635 Total de óbitos: 396
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 20.606 (Período de 06 de março de 2020 a 18 de janeiro de 2021) Resultado positivo: 3.688 (Período de 06 de março de 2020 a 18 de janeiro de 2021) Em isolamento domiciliar: 8 Resultado negativo: 16.918 (Período de 06 de março de 2020 a 18 de janeiro de 2021)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana
Bom Dia Feira- Inicialmente com previsão de início da vacinação contra a Covid-19 para a próxima quarta-feira (20), o Ministério da Saúde, após autorização da Anvisa para uso emergencial das vacinas Coronavac e Oxford no domingo (17), antecipou o processo de imunização nacional para esta terça-feira (19)
. Com isso, a nível municipal, a data de vacinação também foi antecipada da quarta para a terça-feira, conforme confirmado pelo prefeito Colbert Martins Filho.
‘Há uma hora eu tomei conhecimento dessa mudança. Estou tentando saber que horas chega na Bahia, a informação é de que seja as 17h30, também estou tentando contato com o secretário de Saúde para saber quantas doses virão para Feira de Santana, mas não tive essa resposta ainda’, afirmou o prefeito em entrevista ao Linha Direta com o Povo na Sociedade News Fm.
Com as 376.600 doses da Coronavac que serão disponibilizadas para a Bahia, 188.300 pessoas da fase 1 de grupos prioritários serão vacinadas. Essas pessoas correspondem a 10,46% do total do grupo 1, que é de 1,8 milhão de pessoas. Das doses, cerca de 45 mil ficarão em Salvador e o restante será distribuído para as outras 416 cidades da Bahia.
‘Na hora que chegar, eu anunciarei e amanhã, no horário que for possível, a gente abasteça e informa os locais de vacinação para iniciar. Estou trabalhando para começar mesmo amanhã, já estamos deixando tudo pronto, o que vamos fazer hoje é aguardar essa quantitativo de vacinas, anunciar esse número e logo em seguida, a divulgação necessária do plano de vacinação. Espero, e tenho certeza que amanhã a gente começa’, destaca Colbert.
No início da manhã, ele já havia informado à nossa reportagem que 103 pontos de vacinação estão prontamente disponíveis para o processo.
‘Esses locais já estão prontos para começar imediatamente a vacinação. Estamos operacionalizando três a cinco vans para ir em lugares mais distantes ou em abrigos com pessoas mais idosas que não vão precisar ir até a vacina, as vacinas vão até elas. Além disso, vamos ter a possibilidade de usar todos os CRAS e CREAS, se forem necessários, a UEFS, UFRB, FTC e demais universidades privadas que estão oferecendo as unidades. Vamos fazer um drive thru, provavelmente em frente ao 35 BI, há mais dois locais que estão sendo pensados. Nós temos também uma retaguarda de ambulâncias e médicos para caso haja algum tipo de problema, tenhamos como dar a assistência necessária’, pontuou o prefeito.
Em média, 300 profissionais estarão envolvidos na vacinação que incialmente vai priorizar os profissionais de saúde, quantitativo referente a cerca de 6 mil feirenses.
‘Vamos começar com os profissionais de saúde que são a prioridade. Após isso, na sequência, as pessoas idosas, acima de 60 anos, com prioridade aos que tem 75 anos ou mais. As pessoas que possuem algumas doenças associadas também possuem critérios técnicos específicos. Além disso, Feira incluirá os cuidadores de idosos aos vacinados nessa primeira fase. Na prioridade inicial, incluímos aí os profissionais de saúde da prefeitura, do HGCA, do estado, das clínicas privadas, das universidades, agentes comunitários de saúde, profissionais do exército, policial, todos da área de saúde, onde quer que trabalhem, ambulâncias, vigilância epidemiológica. A expectativa é de que tenhamos de 80 a 90 mil pessoas vacinadas, cerca de 160 mil nas duas doses’, relata.
Colbert acredita que cerca de 500 mil pessoas devem ser vacinadas contra a Covid-19 em Feira de Santana.
Uma tragédia se abate sobre o mundo, uma catástrofe humanitária sem precedentes na história. Milhões de infectados, UTI’s e leitos hospitalares no limite de suas capacidades, algumas situações mais críticas como a de Manaus.
Esta situação dantesca se agrava num país como o nosso que se arrasta em uma grave crise social.
Os sindicatos defendem suas categorias profissionais, reivindicando EPI’s , a categoria patronal tenta atender num mercado corporativo, capitalista, desatinado, visando aproveitar a carniça deste caos.
Todos estamos sofrendo e imersos no mar do perigo, a esperança da vacina viralizou, devemos lembrar que temos um programa de imunização respeitado mundialmente, porém essa ação e os resultados são a longo prazo, como foi também o processo para outras doenças como varíola, poliomielite, sarampo, meningite, e outras.
De imediato a população precisa fazer sua parte, evitar aglomerações, principalmente festivas, onde a máscara, uma de nossas armas contra este inimigo invisível não pode ser usada durante o consumo de bebidas e comidas.
País tropical, povo receptivo, festivo, precisamos nos unir para esperarmos soluções viáveis que não limitem nossos hábitos; clamamos principalmente os jovens que terão muitos e muitos verões e festejos ao longo das suas vidas, contribuam no processo do “penoso” isolamento social, proteja-se, proteja sua família e quem você ama, sinta-se ator importante nesta história.
É hora de PENSAR NO COLETIVO.
Apelo profissional e pessoal.
Profa. Mestra Maria das Graças Mascarenhas Fonsêca Diretora Administrativa da Clínica Dr. Antenor https://www.instagram.com/p/CKKCnJJj96t/?igshid=lle4ccma4l85