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Foto: Washington Nery

O áudio foi desmentido pelo diretor do Hospital de Campanha

Um áudio circulou nas redes sociais nesta quarta-feira (17), falando que o sistema de saúde de Feira de Santana está em colapso, tendo 280 pessoas em espera por atendimento. A informação contida no áudio foi desmentida pelo diretor médico do Hospital de Campanha, Francisco Mota.

Segundo Francisco, a informação é falsa, já que a enfermaria está com 50% da capacidade de ocupação, a UTI está lotada, no entanto, ainda existem outros pontos de atendimento, como as Umidades de Pronto Atendimento (UPA).

Veja o vídeo em que o diretor explica a real situação da rede de saúde nesta quarta-feira (17):


Foto: Washington Nery

Feira de Santana registra mais 193 casos positivos e 211 negativos da Covid-19, nas últimas 24h. Até agora são exatamente 22.580 pacientes recuperados, índice que representa 92,2% dos casos confirmados.


O boletim epidemiológico contabiliza ainda 64 pacientes internados no município e 1.443 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais duas mortes. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde nesta quarta-feira (17).

Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana
NÚMEROS DESTA QUARTA-FEIRA
17 de fevereiro de 2021

Casos confirmados no dia: 193
Pacientes recuperados no dia: 0
Resultados negativos no dia: 211
Total de pacientes hospitalizados no município: 64
Óbitos comunicados no dia: 2
Datas dos óbitos: 18/09 e 14/02

A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 1.443
Total de casos confirmados no município: 24.473 (Período de 06 de março de 2020 a 17 de fevereiro de 2021)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 1.379
Total de recuperados no município: 22.580
Total de exames negativos: 35.366 (Período de 06 de março de 2020 a 17 de fevereiro de 2021)
Aguardando resultado do exame: 365
Total de óbitos: 450

INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS

Total de testes rápidos realizados: 21.458 (Período de 06 de março de 2020 a 17 de fevereiro de 2021)
Resultado positivo: 3.837 (Período de 06 de março de 2020 a 17 de fevereiro de 2021)
Em isolamento domiciliar: 13
Resultado negativo: 17.621 (Período de 06 de março de 2020 a 17 de fevereiro de 2021)

O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).

Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana


O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello durante cerimônia de divulgação do edital de licitação do Complexo Industrial de Biotecnologia em Saúde-CIBS, na Fiocruz.

Agência Brasil- O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, apresentou nesta quarta-feira (17) um cronograma em que prevê a distribuição de cerca de 230,7 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 até julho. O anúncio foi feito durante reunião virtual com governadores, informou a pasta.

Na programação apresentada, o ministro incluiu as negociações com os laboratórios União Química/Gamaleya e Precisa/Bharat Biotech, que podem garantir ao Brasil a chegada da vacina russa Sputnik V e da indiana Covaxin, respectivamente. A previsão, de acordo com a pasta, é que o contrato com os dois laboratórios seja assinado ainda nesta semana. Os dois imunizantes ainda não possuem pedido de uso emergencial aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

As próximas entregas aos estados acontecem ainda em fevereiro: serão 2 milhões de doses da AstraZeneca/Fiocruz, importadas da Índia, e 9,3 milhões da Sinovac/Butantan, produzidas no Brasil. Em março, a pasta também aguarda a chegada de 18 milhões de doses da vacina do Butantan e mais 16,9 milhões da vacina da AstraZeneca.

A assessoria do Ministério da Saúde informou o seguinte cronograma sobre a entrega das vacinas no país:

Fundação Oswaldo Cruz (vacina AstraZeneca/Oxford)

Janeiro2 milhões (entregues)
Fevereiro2 milhões (importadas da Índia)
Março4 milhões (importadas da Índia) + 27,3 milhões (produção nacional com IFA importado)
Abril28,6 milhões (produção nacional com IFA importado)
Maio28,6 milhões (produção nacional com IFA importado)
Junho28,6 milhões (produção nacional com IFA importado)
Julho3 milhões (produção nacional com IFA importado)
Total (1º semestre)112,4 milhões de doses

A partir do segundo semestre, com a incorporação da tecnologia da produção da matéria-prima (IFA), a Fiocruz deverá entregar mais 110 milhões de doses, com produção 100% nacional.

Fundação Butantan (vacina Coronavac/Sinovac)

Janeiro8,7 milhões (entregues)
Fevereiro9,3 milhões
Março18,1 milhões
Abril15,9 milhões
Maio6 milhões
Junho6 milhões
Julho13,5 milhões
Total77,6 milhões de doses

Até setembro, serão entregues mais de 22,3 milhões de doses da Coronavac, totalizando os 100 milhões contratados pelo Ministério da Saúde.

Covax Facility

Março2,6 milhões (vacina importada da AstraZeneca/Oxford)
Até junho:8 milhões (vacina importada da AstraZeneca/Oxford)
Total:10,6 milhões de doses

União Química (vacina Sputnik V/Instituto Gamaleya/Rússia)

Março400 mil (importadas da Rússia)
Abril2 milhões (importadas da Rússia)
Maio7,6 milhões (importadas da Rússia)
Total10 milhões de doses

Com a incorporação da tecnologia da produção do IFA, a União Química deverá produzir, no Brasil, 8 milhões de doses por mês.

Precisa Medicamentos (vacina Covaxin/Barat Biotech/Índia)

Março8 milhões (importadas da Índia)
Abril8 milhões (importadas da Índia)
Maio4 milhões (importadas da Índia)
Total20 milhões de doses

Foto: Arisson Marinho/Correio

A Vigilância Epidemiológica da Bahia confirmou, nesta quarta-feira (17), a transmissão comunitária no estado da variante B.1.1.7 do SARS-CoV-2, cepa do coronavírus detectada no Reino Unido. 

O resultado foi apresentado após o sequenciamento genético da amostra de um homem de 62 anos, residente em Salvador, sem histórico de viagem ao exterior, nem contato com pessoas com esse perfil. O sequenciamento genético da amostra foi realizado pela Fiocruz, no Rio de Janeiro.

De acordo com a diretora da Vigilância Epidemiológica do Estado, Márcia São Pedro, “a transmissão autóctone ou comunitária é assim chamada quando as equipes de vigilância não conseguem mapear a cadeia de infecção, não sabendo quem foi o primeiro paciente responsável pela contaminação dos demais”, explica a diretora.

Até o momento, a Bahia identificou outros três casos suspeitos da variante do Reino Unido e confirmou a circulação da mesma linhagem do SARS-CoV-2 presente em Manaus, que é a P.1, em 11 pessoas, todos com origem na região Amazônica.

O Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA) fará o sequenciamento de 300 novas amostras dos estados da Bahia, Sergipe, Alagoas, Piauí, Pernambuco e Rio Grande do Norte. O Lacen é a terceira maior unidade de vigilância laboratorial do país e classificado na categoria máxima de qualidade pelo Ministério da Saúde.

Informações Jornal Correio


iStock
Imagem: iStock

Fazer terapia é mais do que apenas contar suas frustrações ao especialista. Existem diversas linhas e conhecê-las é importante para decidir qual mais funciona para você. A psicanálise talvez seja o estilo mais conhecido, mas a TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental) é considerada um padrão no tratamento de muitos problemas de saúde mental.

O método busca entender a forma como o ser humano interpreta os acontecimentos e como eles o afetam. A ideia é analisar as atitudes do paciente para transformar reações automáticas em decisões conscientes. Ficou confuso? A seguir, tire oito dúvidas sobre como saiba em detalhes sobre como essa linha terapêutica funciona.

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1. O que é e para que serve a terapia cognitivo-comportamental?

É um tratamento psicoterapêutico que se propõe a ajudar o paciente identificando nele padrões de pensamentos, crenças e hábitos disfuncionais que, por sua vez, têm influência negativa em seus comportamentos e suas emoções. Após reconhecer esses padrões, o terapeuta pode auxiliar a pessoa e encontrar novas possibilidades de pensamentos para lidar de forma mais assertiva com as situações.

Essa terapia acredita que é possível modificar a crença distorcida das coisas, por meio de treino e pensamentos funcionais. O paciente aprende a reagir aos estímulos do meio.

2. A TCC pode atuar no tratamento da depressão?

Sim. E também do transtorno bipolar, síndrome do pânico e ansiedade, disfunções sexuais, anorexia nervosa, bulimia, esquizofrenia, TOC (transtorno obsessivo-compulsivo), TEPT (transtorno do estresse pós-traumático), fobias e problemas do impulso, como o jogo patológico.

3. Quais as técnicas utilizadas?

A TCC incorpora diversas estratégias voltadas para alterar o pensamento, o humor e o comportamento do paciente. Como cada caso é único, as técnicas podem ser variadas, dependendo da necessidade pessoal, gerando assim melhores resultados. As mais usadas são: registros de pensamentos automáticos, diários de emoções, questionamentos na sessão, treino de comunicação para melhorar o repertório de habilidades conversacionais, simulações de situações, análise do pensamento real e imaginário, troca de papéis, exposição e prevenção de resposta e relaxamento.

4. Todo mundo pode fazer a TCC?

Sim, embora as indicações sejam, na maior parte das vezes, para casos de ansiedade, problemas comportamentais, transtornos psiquiátricos e distorções cognitivas.Imagem: iStock

5. Há respaldo da ciência em sua eficácia?

Sim. É a terapia com maior número de ensaios clínicos que demonstram sua efetividade. Para se ter uma ideia, um estudo realizado por pesquisadores da University College London e publicado no periódico Current Biology revelou que a TCC afeta o volume e a atividade do cérebro.

O tratamento reduziu o tamanho da amígdala, região do cérebro associada à manifestação das emoções —quanto maior seu volume, nos casos de ansiedade social, maior a severidade dos casos.

6. Um tratamento de TCC dura, em média, quanto tempo?

As sessões de terapia cognitivo-comportamental duram cerca de uma hora. A frequência varia conforme o caso clínico, sendo comum realizar sessões semanais ou quinzenais. A duração do tratamento também se orienta de acordo com a necessidade de cada paciente, levando em consideração questões como suas crenças e seus padrões comportamentais.

No geral, pode levar de seis meses a dois anos, aproximadamente. A TCC sempre parte de objetivos terapêuticos que, vencidos, podem dar origem a outros, por isso o mais importante é fazer com que a pessoa adquira estratégias para viver com mais qualidade de vida e não dependa do terapeuta.

7. A terapia cognitivo-comportamental costuma ser aliada a medicamentos?

Não necessariamente. Porém, dependendo do caso, algumas vezes se faz necessário o uso de antidepressivos, já que alterações nos sistemas de neurotransmissores (noradrenalina, serotonina) têm ligação com as interações do indivíduo com o ambiente.

8. Quais são os resultados e em quanto tempo o paciente os percebe?

As mudanças de padrão de pensamentos são perceptíveis ao longo do tempo de atendimento, mas não há um prazo estipulado para se perceber a evolução. Alguns sinais são observados pelos terapeutas e servem como parâmetro. Um manejo mais assertivo, mesmo quando há alterações do comportamento, a estabilidade no humor, disposição nas relações pessoais e no trabalho são indicativos de que a adesão ao processo terapêutico está acontecendo.

Vale frisar que, em certos casos, já na segunda sessão o paciente percebe algum resultado ou mudança, como reconhecer algum pensamento automático distorcido. É essencial considerar que cada pessoa é única e, portanto, as táticas de tratamento devem ser flexíveis.

Fontes: Andréa Chaves, mestre em psicologia pela UCB (Universidade Católica de Brasília) e membro da equipe de atendimento psíquico do NUSAM-Samu (Núcleo de Saúde Mental do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência); Elaine Di Sarno, psicóloga especializada em avaliação psicológica e neuropsicológica e em terapia cognitivo-comportamental, ambas pelo
IPq-HCFMUSP (Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo); Joaquim Leães de Castro, psicólogo clínico graduado pela PUCRJ (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) com especialização em TCC e pós-graduado em sexualidade, gênero e direitos humanos pela Fiocruz (Fundação Instituto Oswaldo Cruz); Mario Louzã, psiquiatra, psicanalista e doutor em medicina pela Universidade de Würzburg, na Alemanha.

Informações Viva Bem UOL


Foto: Washington Nery

Feira de Santana não registrou nenhuma morte por Covid-19, nas últimas 24h. Até agora são exatamente 22.580 pacientes recuperados, índice que representa 92,9% dos casos confirmados. Enquanto isso, 379 exames foram negativos e 74 positivos.
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 68 pacientes internados no município e 1.252 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde nesta terça-feira (16).

Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana
NÚMEROS DESTA TERÇA-FEIRA
16 de fevereiro de 2021

Casos confirmados no dia: 74
Pacientes recuperados no dia: 88
Resultados negativos no dia: 379
Total de pacientes hospitalizados no município: 68
Óbito comunicado no dia: 0

A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 1.252
Total de casos confirmados no município: 24.280 (Período de 06 de março de 2020 a 16 de fevereiro de 2021)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 1.184
Total de recuperados no município: 22.580
Total de exames negativos: 35.155 (Período de 06 de março de 2020 a 16 de fevereiro de 2021)
Aguardando resultado do exame: 357
Total de óbitos: 448

INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS

Total de testes rápidos realizados: 21.458 (Período de 06 de março de 2020 a 16 de fevereiro de 2021)
Resultado positivo: 3.837 (Período de 06 de março de 2020 a 16 de fevereiro de 2021)
Em isolamento domiciliar: 13
Resultado negativo: 17.621 (Período de 06 de março de 2020 a 16 de fevereiro de 2021)

O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).

Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana


medida, definida após reunão com prefeitos, será aplicada das 22h às 5h, pelo prazo inicial de sete dias

Foto: Eloi Correa/GOVBA
Foto: Eloi Correa/GOVBA

A Bahia terá toque de recolher a partir desta sexta-feira (19). A informação foi confirmada pelo governo estadual há pouco. A medida será aplicada das 22h às 5h, pelo prazo inicial de sete dias. Foi definida após reunião com prefeitos no final da tarde desta terça-feira (19). Não ocorrerá o toque de recolher no Oeste e nas regiões de Irecê e Jacobina,que apresentam os três menores índices de ocupação de leitos de UTI para Covid-19. Mais informações serão divulgadas ainda nesta noite, durante o programa Papo Correria.

Segundo o governador Rui Costa, o decreto que será publicado nesta quarta-feira (17) proíbe atividades comerciais não essenciais. “É uma medida que precisamos tomar para conter as taxas de contágios e o número de casos ativos que hoje ultrapassam 15 mil. É uma forma de conter o avanço desse número alarmante que, se continuar crescendo, irá levar ao total colapso do sistema de saúde”, declarou .

Na reunião com os prefeitos, técnicos da Secretaria da Saúde mostraram que a Bahia alcançou uma taxa de 74% de ocupação dos leitos de UTI.  “Os dados indicam um risco real de colapso do sistema de saúde e consequente aumento na mortalidade. Nesse momento, apenas medidas de distanciamento social mais severas minimizarão as altas taxas de transmissão do vírus”, afirmou o secretário da saúde, Fábio Vilas Boas.


Informações Bahia.ba


As vacinas seguem agora para o Controle de Qualidade interno de Bio-Manguinhos, onde uma análise minuciosa irá garantir a sua integridade e segurança (foto: Bio-Manguinhos/Fiocruz)

Agência Brasil- O Ministério da Saúde informou nesta terça-feira (16), em Brasília, ter garantido mais 54 milhões de doses da vacina CoronaVac contra a covid-19. Acrescentou ter assinado novo contrato com o Instituto Butantan, que desenvolve o imunizante em parceria com o laboratório Sinovac. 

A previsão, considerando os 46 milhões de doses já contratadas, é distribuir aos estados 100 milhões da vacina até setembro. 

Segundo o ministério, além da CoronaVac, o Brasil receberá mais 42,5 milhões de doses de vacinas fornecidas pelo Consórcio Covax Facility até dezembro. Também foram contratadas mais 222,4 milhões de doses de vacina contra covid-19 em produção pela Fundação Oswaldo Cruz, e parte desses imunizantes já começou a ser entregue mês passado. 

A previsão do Ministério da Saúde é assinar, nos próximos dias, contratos de compra com a União Química. Entre os meses de março e maio, o laboratório deve entregar dez milhões de doses da vacina Sputnik V. 

O ministério também espera contratar da Precisa Medicamentos mais 30 milhões de doses da Covaxin, também entre março a maio.

Como será  

Confira o cronograma de entregas de vacinas:  

Consórcio Covax Facility 

Entregas de 42,5 milhões de doses: 

Março: 2,65 milhões de doses da AstraZeneca 

Até Junho: 7,95 milhões de doses da AstraZeneca  

O consórcio, coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), funciona como um centro de distribuição internacional de vacinas. O Brasil receberá, ainda, aproximadamente mais 32 milhões de vacinas contra a covid-19 produzidas por laboratórios de sua escolha até o final do ano, conforme cronogramas estabelecidos exclusivamente por esse consórcio. 

Fundação Butantan – Corodonavac/Sinovac 

Entregas de 100 milhões de doses: 

Janeiro: 8,7 milhões – entregues 

Fevereiro: 9,3 milhões 

Março: 18,1 milhões 

Abril: 15,93 milhões 

Maio: 6,03 milhões 

Junho: 6,03 milhões 

Julho: 13,55 milhões 

Agosto:13,55 milhões 

Setembro: 8,8 milhões 

Fundação Oswaldo Cruz – Oxford/Astrazeneca 

Entregas de 222,4 milhões de doses: 

Janeiro: 2 milhões – entregues 

Fevereiro: 4 milhões 

Março: 20,7 milhões 

Abril: 27,3 milhões 

Maio: 28,6 milhões 

Junho: 28,6 milhões 

Julho: 1,2 milhões  

A partir da incorporação da tecnologia da produção do IFA (Insumo Farmacêutico Ativo), a Fiocruz deverá produzir e entregar mais 110 milhões de doses no segundo semestre de 2021.  

União Química – Sputnik V/Instituto Gamaleya 

Entrega de 10 milhões de doses (importadas da Rússia) – Previsão de assinatura de contrato esta semana.  

Março: 800 mil entregues 15 dias após a assinatura do contrato 

Abril: 2 milhões entregues 45 dias após a assinatura do contrato 

Maio: 7,6 milhões entregues 60 dias após a assinatura do contrato 

A partir da incorporação da tecnologia da produção do IFA, a União Química deverá passar a produzir mais oito milhões de doses por mês. 

Precisa Medicamentos – Covaxin/Bharat Biotech 

Entrega de 20 milhões de doses importadas da Índia – Previsão de assinatura de contrato esta semana. 

Março: 8 milhões – 4 milhões mais 4 milhões de doses entregues entre 20 e 30 dias após a assinatura do contrato 

Abril: 8 milhões – 4 milhões mais 4 milhões de doses entregues entre 45 e 60 dias após a assinatura do contrato 

Maio: 4 milhões entregues 70 dias após a assinatura do contrato


Foto: Washington Nery

1.290 pessoas estão com a doença no município

O último balanço da evolução da pandemia do Coronavírus em Feira de Santana indicou um aumento de novos casos e mortes por Covid-19. Entre os dias 8 a 14 de fevereiro, foram registrados 581 casos positivos e 16 mortes, contra 331 diagnósticos e 12 óbitos da semana anterior, o que, se comparado, representa um aumento de 75% dos casos confirmados e 33% dos óbitos.

No Hospital de Campanha a situação também é preocupante, dos 18 leitos de UTI, 16 estão ocupados. Entre os 35 leitos clínicos, 20 estão com pacientes.

O balanço aponta ainda que, incluindo os hospitais particulares, 65 pessoas estão internadas no município diagnosticadas com a doença.

De acordo com o boletim epidemiológico divulgado neste segunda-feira (15), o município tem 24.206 casos confirmados, destes, 22.492 pacientes estão curados da doença, 448 morreram e 1.290 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença.

A curva de casos de covid-19 subiu a partir de junho de 2020, atingiu seu primeiro pico em julho, com 3.204 casos e começou a cair a partir de setembro. Em dezembro o município registrou a segunda onda, com 4.845 casos registrados no mês, um aumento mais intenso do que no primeiro semestre do ano.

Mesmo com o aumento, Feira de Santana apresenta a menor taxa de morte por Covid-19 a cada 100 mil habitantes entre 28 capitais e municípios do país, de acordo com dados do Ministério da Saúde.

A taxa de letalidade no município é de 1,68%, índice considerado baixo em comparação a Salvador (2,62%) Bahia (1,71%) e o Brasil (2,4%).

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que a população deve continuar com os cuidados de higiene, o distanciamento social e o uso da máscara para reduzir o número de contágio.


São previstas 42,5 milhões de doses pelo Covax Facility

Vacinação dos profissionais de saúde, veterinários e agentes funerários com 60 anos ou mais de idadena Clínica da Família Estácio de Sá, na região central da cidade

Agência Brasil- O cronograma do Ministério da Saúde para as entregas das doses das vacinas contra a covid-19 pelos laboratórios produtores prevê a remessa de 42,5 milhões de doses pelo consórcio Covax Facility, sendo 2,65 milhões da vacina AstraZeneca em março e de mais 7,95 milhões do mesmo imunizante até junho. O Brasil receberá ainda aproximadamente mais 32 milhões de doses de vacinas contra covid-19 produzidas por laboratórios de sua escolha até o final do ano, conforme cronogramas estabelecidos exclusivamente pelo Covax Facility. 

A Secretaria de Atenção Especializada à Saúde (Seas) do ministério destacou que o consórcio, coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), funciona como um centro de distribuição internacional de vacinas.

Em outras remessas, a Seas informou que a previsão é receber do Instituto Butantan, de São Paulo, 100 milhões de doses da vacina CoronaVac. Em janeiro, conforme a secretaria, foram entregues 8,7 milhões de doses. Em fevereiro serão mais 9,3 milhões. O cronograma tem previsões para os meses seguintes março (18,1 milhões), abril (15,93 milhões), maio (6,03 milhões), junho (6,03 milhões), julho (13,55 milhões), agosto (13,55 milhões) e a última entrega prevista é para setembro (8,8 milhões).

Já da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o cronograma estima o recebimento de 222,4 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca. Em janeiro, o ministério informou que recebeu 2 milhões de doses. Para fevereiro, a entrega prevista é de 4 milhões. Em março serão 20,7 milhões, em abril mais 27,3 milhões, em maio 28,6 milhões e em junho 1,2 milhão. Conforme a secretaria, a partir da incorporação da tecnologia da produção do IFA, a Fiocruz deverá produzir e entregar mais 110 milhões de doses no segundo semestre de 2021.

O cronograma prevê ainda a entrega das 10 milhões de doses da vacina Sputnik V do Instituto Gamaleya, importadas da Rússia, pela farmacêutica União Química. De acordo com a Seas, a previsão é de que o contrato seja assinado esta semana. Quinze dias após a assinatura, o ministério deve receber 800 mil doses. Em abril, com 45 dias após a assinatura do contrato, a entrega será de mais 2 milhões. Em maio outros 7,6 milhões, com 60 dias após a assinatura e a partir da incorporação da tecnologia da produção do IFA, a União Química deverá passar a produzir mais 8 milhões de doses por mês.

Já para a vacina Covaxin – Barat Biotech, a previsão é de receber 20 milhões de doses importadas da Índia e o contrato também deve ser assinado nesta semana. Devem chegar ao Brasil 8  milhões de doses com dois lotes de 4,0 milhões com 20 e 30 dias após a assinatura do contrato. Em abril mais 8 milhões também em dois lotes de 4 milhões com 45 e 60 dias após a assinatura do contrato e em maio 4,0 milhões de doses com 70 dias após o contrato assinado.

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