Presidente Bolsonaro assina Plano de Anticorrupção

O governo federal lançou nesta quarta-feira (9), em Brasília (DF), o Plano Anticorrupção, com vigência para 2020 a 2025.

O projeto foi anunciado durante a cerimônia do “Fórum: O Controle no Combate a Corrupção”, no Palácio do Planalto, com a presença de Jair Bolsonaro (sem partido) e de outras autoridades.

Segundo o governo, o objetivo do plano é estruturar e executar ações no Executivo Federal com mecanismos de prevenção, detecção e responsabilização por atos de corrupção. 

Sobre o Plano

O Plano Anticorrupção foi desenvolvido pelo Comitê Interministerial de Combate a Corrupção (CICC), que é formado pelos membros titulares da Controladoria-Geral da União, Ministério da Justiça e Segurança Pública, Ministério da Economia, Gabinete de Segurança Institucional, Advocacia Geral da União e Banco Central do Brasil. 

A proposta do documento é seguir as ações iniciadas em 2019 pelo Pacote Anticrime e Anticorrupção, implementando ações em médio e longo prazo.


O presidente Jair Bolsonaro continua avançando no Nordeste mesmo com o avançar da pandemia de Covid-19. Desta vez, os números são de um levantamento feito pelo Instituto Paraná, feito entre os dias 28 de novembro e 1º de dezembro.

Jair Bolsonaro lidera as intenções de voto entre o eleitorado da região em todos os três cenários referentes à sucessão de 2022.

Segundo a coluna Satélite, do jornal Correio, no primeiro cenário, Bolsonaro tem 26,3%, seguido pelo ex-ministro Ciro Gomes (PDT), que tem 15,9%, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), com 12,1%, o ex-ministro Sergio Moro, que cravou 9,9%, e o apresentador Luciano Huck, com 8%.

Em outro cenário, Bolsonaro tem 27,8%, contra 18,5% de Ciro, 15% de Haddad, 10,6% de Huck e 2,9% do governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Já no último cenário, desta vez com o ex-presidente Lula, que não pode ser candidato, o presidente Jair Bolsonaro obteve 25,8% no Nordeste, ante 23,6% do ex-presidente Lula (PT), que era considerado imbatível na região.


Provavelmente o primeiro vereador a declarar-se pré-candidato a deputado estadual, na eleição de 2022, Zé Filé (PSD) anunciou nesta terça (08) na Câmara Municipal que vai concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa do Estado para “fiscalizar e legislar para todos os baianos”.

Ele pretende conversar sobre o projeto com os seus líderes políticos, vereador eleito Fernando Torres, deputado federal Otto Alencar Filho e senador Otto Alencar, aos quais pretende pedir apoio para este desafio.

“Fiz meu papel como vereador e quero pedir a Deus e ao povo da Bahia para em fevereiro de 2023 assumir como deputado estadual”, disse ele, na Casa da Cidadania.

O vereador encerra o mandato em 31 de dezembro e não estará na próxima legislatura, pois não obteve a reeleição no último pleito. No entanto, segue confiante em continuar na vida pública e acredita em suas possibilidades para chegar à Assembléia.

“Quem tem fé em Deus e trabalha consegue. Feira de Santana teve nos últimos quatro anos um dos melhores vereadores da história da cidade, com um mandato pautado pela honestidade e em defesa da população. Vou ser um também dos melhores deputados da Bahia”, afirma.


O 2º turno da eleição para prefeito em Feira de Santana, no entendimento do vereador Lulinha (DEM), mostrou ao candidato reeleito, Colbert Martins Filho (MDB), “quem de fato é seu amigo”, entre políticos que até então estavam ao seu lado.

“Foi importante para ele identificar os que devem permanecer (em seu grupo de aliados)”, disse ele, em pronunciamento na Câmara.

Para Lulinha, que não conquistou a renovação do seu mandato na próxima legislatura, mas se manteve com Colbert ao final do 1º turno, a etapa final do pleito surpreendeu a todos com a “formação de novas alianças”. Se refere às lideranças que apoiaram o candidato situacionista desde o início do seu mandato e, ao término do 1º turno, quando o adversário Zé Neto apresentou-se com votação superior, migraram para a campanha petista.


Em entrevista ao jornal Estado de S.Paulo, o prefeito de Salvador e presidente nacional do Democratas, ACM Neto, voltou a dizer que o partido poderá caminhar com Bolsonaro em 2022.

Isso dependerá, porém, de acordo com Neto, de uma mudança de postura do presidente.

“Vai depender muito de como o cenário vai ser conduzido nesses próximos dois anos. Agora, com o Bolsonaro dos extremos nós não iremos. Não há hipótese”, disse.

“Hoje, no DEM, você tem pessoas que defendem uma candidatura própria, outras que falam na possibilidade de filiar o Luciano Huck. Temos pessoas que querem o projeto com o Doria, outras com o Ciro Gomes (PDT) e até uma aliança com Bolsonaro. Entendeu?”, acrescentou ACM Neto.

Diante da insistência da reportagem em considerar um cenário para o DEM a 2022, ACM Neto voltou a falar que o partido pode caminhar com diferentes forças.

“O DEM não está fechado com Doria como não está fechado com Huck nem com ninguém. Estamos absolutamente abertos à construção para 2022. […] Eu, particularmente, gosto do Ciro. Respeito a inteligência e o espírito público dele. Hoje a relação do DEM com o PDT é bem mais próxima do que era há dois anos”, afirmou.


Em votação esvaziada e somente 31% do eleitorado comparecendo às urnas, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, venceu as eleições parlamentares do país, realizadas no domingo (6).

Segundo os resultados iniciais divulgados pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) no início da madrugada desta segunda (7), a coligação de partidos governistas Grande Polo Patriótico obteve 67,7% dos votos e terá a maioria dos assentos na Assembleia Nacional.

A posse dos novos deputados será em 5 de janeiro “O povo, enfrentando todas as dificuldades, saiu para eleger a sua Assembleia Nacional”, afirmou Maduro em pronunciamento após a divulgação dos resultados.

Na comparação com as últimas eleições parlamentares, em 2015, a queda foi brusca. Segundo a Folha de S.Paulo, na época, 71% da população participou da votação.

Informações: Bahia.ba


Fachada do edifício sede do Supremo Tribunal Federal - STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, no fim da noite desse domingo (6), durante sessão de julgamento em plenário virtual, que os atuais presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ); e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP); não podem disputar a reeleição na mesma legislatura.

Os últimos votos foram dos ministros Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e Luiz Fux. Todos tiveram entendimento contrário ao voto do relator Gilmar Mendes, e decidiram pela inconstitucionalidade da reeleição de Maia e Alcolumbre.

No entendimento do relator, Maia e Alcolumbre poderiam se reeleger, mas deveria haver uma regra para que fosse permitida apenas uma recondução. Ele foi seguido pelos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Ricardo Lewandowski. Nunes Marques acompanhou o relator, mas em relação à candidatura de Alcolumbre.

Fachin, Barroso e Fux seguiram os votos das ministras Carmen Lúcia e Rosa Weber e do ministro Marco Aurélio Mello, contrários à reeleição. Ao proferir seu voto, o presidente do STF, ministro Luiz Fux, disse que a norma constitucional “impede a recondução para o mesmo cargo na eleição imediatamente subsequente a do primeiro ano da legislatura”.

Segundo Fux, “não há como se concluir pela possibilidade de recondução em eleições que ocorram no âmbito da mesma legislatura sem que se negue vigência ao texto constitucional.”


O vereador Edvaldo Lima esteve nesta sexta-feira (4) participando da AGO em Salvador (BA) na sede da Convenção Estadual das Assembleias de Deus, onde o presidente da República Jair Messias Bolsonaro discursou no plenário sobre sua postura em favor da família tradicional.

Durante o evento apresentei ao presidente Bolsonaro a minha indicação do título de cidadão Feirense aprovada na Câmara Municipal de Feira de Santana e falamos sobre algumas demandas da nossa região.

Ficamos extremamente contentes com a presença do presidente Bolsonaro na nossa Convenção e na oportunidade parabenizei pela sua gestão juntamente com os nossos líderes; presidente da (CEADEB) pastor Valdomiro Pereira, pastor Joeser Santana (ADEFS) e dos deputados Alex Santana e Samuel Júnior

Informações: De Olho Na Cidade
Foto: Divulgação


Foto: PR/Isac Nóbrega

Se as eleições de 2022 acontecessem nesta sexta-feira (4), o presidente Jair Bolsonaro seria reeleito em todos os cenários possíveis, indica a pesquisa realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas.

O levantamento colocou como possíveis adversários de Bolsonaro nomes como Sergio Moro, Ciro Gomes (PDT), Fernando Haddad (PT), Guilherme Boulos (PSOL), João Doria (PSDB) João Amoêdo (NOVO), Lula (PT), Marina Silva (Rede), Luciano Huck, Flávio Dino (PCdoB) e Luiz Henrique Mandetta (DEM).

No primeiro cenário, disputam Bolsonaro, Moro, Ciro, Haddad, Huck, Boulos, Amoêdo e Doria. O atual presidente aparece em grande vantagem, com 33,3% dos votos. Sergio Moro vem em segundo, com 11,8%, Ciro conquistaria 10%, Haddad, 8,8%, Luciano Huck, 7,8%, e Guilherme Boulos, 5,7%.

Já o segundo cenário traz Lula no lugar de Haddad e Marina Silva substitui Huck. Nele, Bolsonaro segue reeleito, com 32,9% dos votos. Lula teria 17,8%, Moro, 11,9%, Ciro ficaria com 7,7% das intenções, e Boulos com 4,9%.

Em agosto, o mesmo cenário mostrava Bolsonaro com 27,5% e Lula com 21,9%.

Um terceiro embate seria travado entre Bolsonaro, Ciro Gomes, Flávio Dino, Mandetta, Huck, Haddad, Doria e Amoêdo. Nela, Bolsonaro tem performance ainda melhor, com 35,8% da preferência. Ciro aparece com 12,1%, Haddad, 11,5%, Huck, 9,5%, Doria, 4,8%, Amoêdo, 3,5%, Mandetta, 2,7%, e Flávio Dino com 1,2%.

SEGUNDO TURNO
A disputa em um eventual 2º turno entre os mesmos postulantes também daria vitória confortável a Bolsonaro.

1º CENÁRIO:

Bolsonaro – 47%;
Lula – 33,4%;
Não sabe – 4,3%;
Nenhum – 15,4%.

2º CENÁRIO:

Bolsonaro – 44,9%;
Moro – 34,7%;
Não sabe – 4,5%;
Nenhum – 16%.

3º CENÁRIO:

Bolsonaro – 48,5%;
Ciro Gomes – 31%;
Não sabe – 4,5%;
Nenhum – 16,1%.

4º CENÁRIO:

Bolsonaro – 51,1%;
Doria – 23,8%;
Não sabe – 4,9%;
Nenhum – 20,2%.

5º CENÁRIO:

Bolsonaro – 58,6%;
Luciano Huck – 29,7%;
Não sabe – 4,6%;
Nenhum – 17,1%.

O Paraná Pesquisas ouviu 2.036 eleitores, por telefone, em todos os 26 estados do país, além do Distrito Federal. As informações foram colhidas entre os dias 28 de novembro e 1º de dezembro, com eleitores maiores de 16 anos. A margem de erro é de aproximadamente 2%.


Foto: Nara Gentil/Correio

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), em visita a Salvador nesta tarde de sexta-feira, 4, participou da 133ª e 114ª Assembleias Gerais Ordinárias da Convenção Estadual das Assembleias de Deus da Bahia (CEADEB), na sede administrativa da convenção, no bairro do Costa Azul.

Bolsonaro chegou acompanhado do pastor da denominação em São Paulo, o deputado federal Marco Feliciano (PSC), e dos parlamentares baianos membros da Igreja centenária, o deputado federal Alex Santana (PDT) e o deputado estadual Samuel Júnior (PDT). Na chegada, Bolsonaro posou para fotos e falou rapidamente com apoiadores.

Em um discurso de cerca de 15 minutos, Bolsonaro falou sobre o episódio em que foi vítima de um atentado a faca nas eleições de 2018, sobre sua atuação na pandemia do novo coronavírus. E voltou a falar sobre preço econômico que seria pago pelas medidas de paralisação das atividades econômicas para impedir a propagação da Covid-19. Diante da alta cúpula de membros e pastores presentes, ele acenou dizendo que “acima da nossa constituição está a nossa fé”.

A visita do presidente da República, segundo explicou o pastor e presidente da Convenção das Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus no Estado da Bahia, pastor Valdomiro Pereira da Silva, foi fruto da “providência divina” após um convite realizado em Brasília. 

Valdomiro destacou que Bolsonaro tem atuado para defender os valores cristãs e promover políticas para desenvolver o país e ajudar os brasileiros que mais precisam de apoio do estado.

Neste ano, A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, já havia participado de um evento organizado pela Assembleia de Deus da Bahia.