Vice-presidente, no entanto, afirmou que é leal e que Bolsonaro sabe que não precisa temê-lo
Presidente Jair Bolsonaro e o vice-presidente Hamilton Mourão Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo
Nesta semana, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, concedeu uma entrevista ao portal Uol, onde abordou diversos assuntos. Um deles foi sua relação com Jair Bolsonaro. Mourão afirmou que o presidente sabe que tem “sua lealdade”, porque ele poderia ter “negociado” um impeachment no Congresso, se fosse um “político de outras estirpe”, mas não fez isto.
– Agora, o presidente compreende perfeitamente que ele tem a minha lealdade. Então ele não precisa temer nada de mim. Com todas as crises que foram vividas, acredito que, se eu fosse um político de outra estirpe, teria negociado ali, dentro do Congresso, um impeachment do presidente. Como eu não sou, ele sabe que tem essa situação tranquila – ressaltou.
Durante a entrevista, o vice-presidente afirmou ter tido “alguns atritos” com Bolsonaro, mas que é uma coisa ‘normal’.
– Temos uma relação muito clara e muito tranquila. Tivemos aí alguns atritos, em alguns momentos. Isso é normal. Não vejo problema nisso – apontou.
Mourão ainda foi questionado sobre seu futuro político e afirmou que, apesar de ainda não ter decidido, jamais iria se opor ao presidente Jair Bolsonaro.
– Dentro da minha ética, eu jamais poderia fazer isso. Em primeiro [lugar], iria dividir parcela do grupo ao qual eu pertenço e que apoia o presidente Bolsonaro. Então, eu não faço isso em hipótese alguma. Se eu tiver que concorrer a um cargo, para mim, minha visão seria o Senado, seja pelo Rio Grande do Sul, meu estado natal, seja pelo Rio de Janeiro. Essa é a decisão que eu terei que tomar após eu definir se vou continuar na política. E por qual lugar eu vou concorrer – destacou.
Segundo revista, manifestações foram registradas em Paris e em Bruxelas
Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) Foto: EFE/Luca Piergiovanni
Em viagem pela Europa, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já passou pela Bélgica, Alemanha e França, onde foi recebido pelo presidente francês, Emmanuel Macron. Segundo a revista Oeste, em Paris e em Bruxelas houve protestos contra o petista.
Manifestantes exibiram cartazes com as frases: “Lula ladrão” e “Chefe do crime”, em francês.
Em Bruxelas, o ato contra Lula aconteceu em frente ao Parlamento Europeu, onde o petista fez um discurso direcionado a líderes de partidos de esquerda.
No continente desde o último dia 11, Lula conclui sua viagem pelos países europeus nesta quinta-feira (18), na Espanha.
Deputado se manifestou por meio das redes sociais, nesta quinta-feira
Deputado federal Carlos Jordy Foto: Câmara dos Deputado/Michel Jesus
O deputado federal Carlos Jordy usou as redes sociais, nesta quinta-feira (18), para criticar a GloboNews, por conta de comentários a respeito da viagem do presidente Jair Bolsonaro ao Oriente Médio.
O parlamentar compartilhou um vídeo que também mostra elogios de jornalistas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Jordy destacou que o canal fez, abertamente, uma campanha em prol do petista.
– GloboNews fazendo campanha abertamente para Lula. [Eles o] Chamam de presidente e estadista, elogiam, falam que ele foi aplaudido pela esquerda e dizem que a prisão e condenação dele não abalaram a credibilidade do maior corruPTo do país. Se fosse Beira-Mar contra Bolsonaro, fariam o mesmo – apontou o deputado.
Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro também se manifestou a respeito das comparações entre sua viagem e a viagem de Lula a países da Europa. De acordo com Bolsonaro, sua viagem mostrou que o Brasil está assumindo um papel de destaque no mundo.
As declarações foram dadas pelo presidente a jornalistas pouco antes de ele embarcar de volta ao Brasil.
– Eu vi na Globo News: “Bolsonaro decepciona. Lula é um sucesso”. Ah, pelo amor de Deus! – aponto Bolsonaro.
Bolsonaro passou pelos Emirados Árabes Unidos, por Bahrein e Catar. O presidente disse que foi muito bem tratado nos três países.
– Só o tratamento dispensado [por eles] a nós, e [por] nós a eles, demonstra que vivemos uma boa fase – destacou.
A denúncia foi feita no âmbito da operação Lava Jato
Senador Fernando Collor de Mello Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado
O julgamento que pode condenar o senador Fernando Collor de Mello por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa foi marcado pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, para a próxima quinta-feira (25).
A denúncia é de autoria da Procuradoria-Geral da República (PGR), no âmbito da operação Lava Jato e refere-se a supostas irregularidades na Petrobras Distribuidora S/A, a BR Distribuidora. O documento foi encaminhado à Segunda Turma do STF e aceito em 2017.
De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), os crimes teriam ocorrido entre os anos de 2010 e 2014, quando a suposta organização criminosa estaria desviando recursos públicos. Além disso, o MPF aponta que a corrupção de agentes públicos e a lavagem de dinheiro também estariam entre os crimes cometidos.
Presidente jogou partidas de altinho e bobinho junto com os filhos
Visita de Bolsonaro ao estádio Lusail, no Qatar / Foto: PR/Alan Santos
Nesta quarta-feira (17), o presidente Jair Bolsonaro aproveitou sua estadia no Qatar, para visitar o estádio Lusail, cidade vizinha da capital, Doha. O estádio irá sediar a final da copa do mundo de 2022.
Ao lado do presidente, também estiveram no estádio seus filhos Flávio e Eduardo, além do secretário especial de Cultura, Mário Frias. Eles se encontraram com funcionários que trabalham na construção do estádio e jogaram partidas de altinho e bobinho com o presidente da FIFA, Gianni Infantino.
Bolsonaro ainda recebeu de Gianni uma camisa da FIFA com seu nome e o número 10 estampados.
Visita de Bolsonaro ao estádio Lusail, no Qatar / Foto: PR/Alan Santos
Nas redes sociais, Flávio Bolsonaro publicou um vídeo do encontro e disse que a possibilidade de realizar a Copa do Mundo a cada dois anos foi um dos assuntos discutidos.
Enquanto o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), não marcar a sabatina de André Mendonça no Senado Federal, senadores ameaçam boicotar as próximas votações na Casa, inclusive a PEC dos Precatórios.
O senador Esperidião Amin (PP-SC) puxou o coro para o possível boicote dos parlamentares.
– No dia 23, pretende-se que nós apreciemos a PEC dos Precatórios, que é um tema muito relevante. Acho que, se no dia 23 ainda não tivermos a certeza de que essa matéria (sabatina) e outras mais serão apreciadas antes do dia 30, nós vamos tumultuar bastante o calendário deste fim de ano. É um desrespeito à maioria. Uma única vontade tentando segurar um tsunami legítimo que a maioria dos mandatos dessa Casa já expressou – afirmou.
A senadora Simone Tebet (MDB-MT) mostrou-se a favor da paralisação das votações e ainda apontou abuso de poder por parte de Alcolumbre.
– É possível, sim, judicializar essa questão se ela não for pautada dia 30. O Presidente da Comissão de Constituição e Justiça está abusando do poder. Abuso de poder é crime. Pelo Regimento Interno, ele tem a obrigação, como órgão colegiado que somos, de acatar e de responder às questões de ordem dos Parlamentares. Independentemente da manifestação do que penso a respeito da indicação, de se vamos votar a favor ou contra, mas é um direito do presidente da República, é um dever nosso pautar e é um direito do Supremo Tribunal Federal ter todos seus membros para poder deliberar de forma justa – disse a parlamentar.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), espera que a sabatina de Mendonça aconteça durante o esforço concentrado, entre os dias 30 de novembro e 2 de dezembro. Ele se pronunciou dizendo não ver razão para a paralisação dos trabalhos.
– Não vejo razão alguma de paralisarmos o funcionamento pleno do Senado Federal em função de algo que se antevê e possa ser solucionado nesse esforço concentrado – disse Pacheco.
O ex-advogado-geral da União André Mendonça foi indicado pelo presidente Jair Bolsonaro ao STF desde o dia 13 de julho.
Aconteceu no início da tarde desta quinta-feira (18), uma reunião na Casa da Cidadania com o vice-prefeito de Feira de Santana, Fernando de Fabinho, o presidente da Câmara Municipal, Fernando Torres, vereadores e camelôs do Shopping Popular Cidade das Compras.
Foi sugerido pelo vice-prefeito que o governo municipal proponha nos próximos dias, um acordo com o empresário do Shopping e os camelôs que trabalham no local, para que sejam suspensas as taxas cobradas pelo aluguel de box.
“A prefeitura vai propor um acordo entre as partes, convocando o empresário Elias Tergilene que faz parte da administração do shopping para que a gente possa sentar e conversar. Os cortes de energia, a retirada de mercadorias, os fechamentos de boxes, mesmo que se tenha a proteção do contrato como ele mesmo argumenta não está ajudando na negociação e no diálogo.”
Ainda segundo Fabinho, a suspensão deve permanecer até que a prefeitura termine o levantamento que está sendo realizado junto às contas do entreposto.
“Temos que convocar o Elias Tergilene para que possa ter pelo menos a suspensão dos pagamentos do aluguéis dos boxes até que se concluir o levantamento que a prefeitura precisa fazer. É preciso dá esse tempo que não será tão grande para poder ter esse raio X e se fazer uma proposta mais eficiente”, comenta o vice.
Presidente nacional do partido recebeu a ‘carta branca’ dos direitos estaduais da sigla
Presidente Jair Bolsonaro Foto: PR/Alan Santos
Em nota divulgada à imprensa nesta quarta-feira (17), o Partido Liberado (PL) afirmou que “está pronto e alinhado” para receber o presidente Jair Bolsonaro na sigla. De acordo com o documento, a decisão foi tomada por todos os presidentes dos diretórios regionais após uma reunião.
A filiação de Bolsonaro estava marcada para ocorrer na próxima segunda-feira (22). Mas, no último fim de semana, o presidente da República e o presidente da sigla, Valdemar Costa Neto, não chegaram a um acordo sobre algumas questões referentes ao diretório de São Paulo e ao apoio do PL a partidos de oposição.
Nesta quarta, no entanto, a sigla informou que Neto “tem carta branca para conduzir e decidir sobre a sucessão presidencial e a filiação do presidente Jair Bolsonaro”.
Ao portal Uol, o senador Wellington Fagundes (MT) afirmou que ainda não há uma nova data para a filiação de Bolsonaro.
Deputada Gleisi Hoffmann Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados
A presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), deputada Gleisi Hoffmann, disse que a legenda avalia uma medida judicial para restaurar o Bolsa Família, programa extinto pelo governo Jair Bolsonaro. As declarações da parlamentar petista foram dadas nesta quarta-feira (17), mesma data em que o governo federal começou a pagar o Auxílio Brasil.
– Estamos estudando uma medida judicial para salvar o Bolsa Família, para que tenhamos um programa estruturado. Achamos que isso que eles estão fazendo não dará certo – disse Hoffmann.
A medida seria uma ADI (ação direta de inconstitucionalidade), que pode estar pronta já na próxima semana, para ser entregue ao Supremo Tribunal Federal (STF).
O ex-prefeito de Feira de Santana e possível candidato a vice-governador ou a senador, José Ronaldo (DEM), visitou nesta quarta-feira (17) a fábrica da empresa ALPES Alumínio. Além de Ronaldo, estiveram presentes o Pastor Joeser e Cadmiel, juntos, eles conheceram a sede da empresa e os processos de fabricação dos produtos.
“Precisamos incentivar os setores produtivos, tão importantes para geração de emprego e renda”, José Ronaldo.