Foto: YouTube/Foco do Brasil

Nesta segunda-feira (22), o presidente Jair Bolsonaro apareceu com um convidado no famoso “cercadinho” do Palácio da Alvorada: o jogador de vôlei Maurício Souza. Logo na chegada, o presidente fez uma brincadeira com o atleta.
– Vou ensinar ele a jogar vôlei porque ele está meio devagar – disse.

Maurício cumprimentou apoiadores do presidente e tirou fotos. Ambos ficaram por cerca de 30 minutos na entrada do Palácio conversando com populares.

O chefe do Executivo federal não comentou se faria uma reunião com o jogador. A agenda de Bolsonaro não tem compromisso oficial marcado com o atleta. Em agosto, Bolsonaro também recebeu Maurício na residência oficial da Presidência.

O atleta já cogita ingressar na carreira política. No início do mês, ele disse que nunca se imaginou na política, mas diversos “partidos conservadores” desejam que ele se candidate.

*Pleno.News


Moro ultrapassa Ciro nas intenções de voto e vira maior rival de Lula e Bolsonaro
Foto: Divulgação

No principal cenário de uma pesquisa do Instituto Paraná, feita entre 16 e 19 de novembro, Lula lidera com 34,9% das intenções de voto, seguido por Bolsonaro (29,2%), Moro (10,7%) e Ciro (6,1%). João Doria tem 3,1%, o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, do DEM, 1,2%, e o senadores Simone Tebet, do MDB, 0,6%, Alessandro Vieira, do Cidadania, 0,4%, e Rodrigo Pacheco, do PSD, 0,4%. Nesta situação, 9,9% dizem que não votarão em nenhum, em branco ou nulo. Outros 3,5% não souberam ou não quiseram responder. A informação é do blog “Maquiavel“, da “Veja”.

Com Eduardo Leite no lugar de Doria, a situação é a seguinte: Lula (35,1%), Bolsonaro (29,8%), Ciro (6,1%), Leite (1,6%), Mandetta (1,4%), Tebet (0,5%), Vieira (0,4%) e Pacheco (0,3%). Entre os entrevistados, 10,2% disseram que votariam em branco, nulo ou nenhum e 3,4% afirmaram que não sabem em quem irão votar ou não responderam.

Já nas simulações de segundo turno, Lula venceria tanto Bolsonaro (42,5% a 35,6%) quanto Moro (40,7% a 29,8%).

A pesquisa ouviu 2.020 eleitores em 164 municípios.

*Política Livre


Presidente da Câmara afirmou que sua vida e a do presidente Jair Bolsonaro são diferentes

Presidente da Câmara, Arthur Lira Foto: Agência Brasil/Fabio Pozzebom

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou que uma possível reeleição dele para um novo mandato na Casa não depende da vitória do presidente Jair Bolsonaro nas eleições de 2022. A resposta foi dada em uma entrevista concedida por ele ao jornal Folha de São Paulo, quando foi questionado sobre como está se preparando caso Bolsonaro não seja reeleito.

– A vida do presidente Bolsonaro é uma. A minha vida é outra – diz.

Perguntado se realmente seria candidato à reeleição para comando da Câmara, Lira preferiu uma resposta mais evasiva, se limitando a dizer que é candidato à reeleição em seu estado nas próximas eleições para deputado federal e apontando que a disputa para o cargo de presidente da Casa são “os deputados é que vão resolver”.

Já sobre a decisão da ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), de suspender a execução das emendas de relator, o parlamentar disse que a decisão “não é normal” e defendeu que sejam estabelecidos limites e coibidos os excessos na atuação do Judiciário.

– De 1988 a 2019, ninguém sabia o que o relator-geral fazia e ninguém questionava. Com a alteração da lei que a gente fez para que ficasse marcado no Orçamento todas as emendas de relator, era para ter transparência para o Congresso, senadores e deputados. Se isso foi mal compreendido e precisa ser aprimorado, que se faça por legislação – completou.

Informações Pleno News


Neste sábado (20), o ex-prefeito de Feira de Santana e possível candidato a vice-governador ou a senador, José Ronaldo (DEM), participou da votação da mesa diretora que irá gerir a Santa Casa de Saúde de Feira de Santana, mantenedora do Hospital Dom Pedro de Alcântara pelo próximo triênio.

“Desejo muito sucesso ao provedor eleito, doutor Rodrigo Matos e toda mesa diretora”, afirmou José Ronaldo nas redes sociais.


Por Renato Rodrigues Gomes

Foto reprodução
Foto reprodução

Dia a dia, sobretudo no período posterior ao emblemático sete de setembro, o presidente Bolsonaro vem sendo cobrado para que resgate a Constituição e o Estado de Direito. Aquela, por estar sendo estuprada reiteradamente pelos que têm o dever constitucional de respeitá-la; a restauração do Estado de Direito, porque, de fato, vivemos num Estado de não Direito e distópico.

Regra geral, estamos degustando há quase três anos o que seja viver numa juristocracia totalitária e constitucionalmente monstruosa, na qual, para os amigos e parceiros “progressistas” da toga, tudo pode. Mas, para os que ousam pensar diferente, abundam perseguições infindáveis. Ataques impunes à honra de conservadores via imprensa marrom e redes sociais, bem como imposições de censuras, multas, proibições inominadas, cadeia e – se forem escondidinhas – também umas “porradinhas”, são alguns exemplos “democráticos”.

Naturalmente, surge a pergunta que não cala e está na boca de milhões de patriotas: por que o presidente Jair Bolsonaro permite que a bandalheira institucionalizada corra frouxa e o país deslanche rumo ao socialismo, se ele mesmo, antes do dia 07/09/21, tinha feito afirmações contundentes, expondo várias das pilantragens ocorridas e em curso, sempre sob o verniz do pseudodireito?

A título de lembranças, o presidente disse que sabe onde está o câncer do país e que, com a população consciente, a gente vence essa guerra. Ressaltou diversas vezes que nossa bandeira jamais será vermelha e que, se precisar, dá a vida por nossas liberdades. Falou que, se Deus quiser, extinguiremos em breve o comunismo do Brasil. Afirmou que editaria um decreto para resgate do art. 5.°, da Constituição, e que ninguém ousaria questioná-lo.

Escancarou as vísceras do sistema eleitoral. Frisou que estamos em guerra e que a Pátria está sendo atacada internamente. Desqualificou ministros do STF por atitudes político-partidárias e decisões inconstitucionais tomadas, todas “fora das quatro linhas da Constituição”. Disse que estávamos chegando no “ponto de inflexão”. E foi enfático ao dizer que só sai do cargo morto ou com a vitória; nunca por canetadas. Mais recentemente, agora em novembro, constatou a existência de muitas injustiças, registrando que irão acabar logo.

Há pelo menos três modos de responder à questão.

O primeiro, classifico como pura racionalização por parte dos que defendem a aparente omissão: se não sabemos solucionar o caso, construímos uma argumentação que se encaixe em nosso conhecimento limitado, ao qual estamos (in)conscientemente apegados. Ou seja, adaptamos os fatos e as circunstâncias à teoria que temos na cabeça. Ajustarmos a teoria aos fatos, ou criarmos uma nova, são coisas impensáveis. Cognitivamente mais confortável, mais simples e mais conveniente admitirmos como o “novo normal” o dragão jurídico que tem sido despudoradamente concretizado pelo sistema de justiça.

Assim, pela racionalização, nenhuma surpresa: muitos defendem o presidente cegamente, a todo custo, dizendo que ele nada pode(ria) fazer. Caso contrário, sofreria impeachment, pois cometeria “crime de responsabilidade”, praticaria “golpe de Estado”, ou algo congênere.

Compreensível: se estão entranhados no inconsciente coletivo dogmas como o “STF tem a última palavra sempre” e “ordem judicial não se discute, devendo ser sempre cumprida”, a forma como as decisões são fundamentadas passou a ser irrelevante. Inocência, portanto, nos estarrecermos com o conteúdo das decisões: se ministros dizem o que seja o Direito, fazendo o vermelho virar verde e vice-versa, e se já o disseram, a fundamentação torna-se intrinsecamente validada; mera petição de princípio ou argumentação circular.

A segunda resposta para a pergunta, digo ser pautada pela intolerância, pela impaciência e pelo fígado. Emocionalmente indignados (e com parcela de razão), muitos atribuem ao presidente a pecha de “covarde”, ou induzem que esteja “rendido” ao mecanismo. O juízo de valor sobre o caráter, frente às “evidências”, sobrepõe-se à confiança em sua pessoa.

Também compreensível: diante de flagrantes atentados contra as liberdades básicas e a Constituição, e em sendo o presidente da República chefe de Estado e autoridade suprema das Forças Armadas, que assumira o compromisso de manter, defender e cumprir a Constituição (art.78), bem como de defender a Pátria, garantir a funcionalidade dos Poderes e a lei e a ordem (art.142), mostra-se constitucionalmente injustificável a aparente complacência presidencial e militar com os gravíssimos descalabros normativos, institucionais e – por consequência – sociais crônicos.

Se o próprio presidente não cansa de dizer que a liberdade vale mais do que a própria vida, teoricamente, como não se revoltar ao ver ou experimentar incessantes agressões às liberdades individuais e incontáveis usurpações de competência, com efeitos socioeconômicos potencialmente trágicos para o Brasil, sem haver qualquer reação do chefe da nação, então legitimamente avalizado por milhões do povo ao longo de 2021 e, em especial, no dia 07/09/21?

Por fim, a terceira resposta possível: o presidente nada fez até agora, por presumidamente estar seguindo uma estratégia militar.

Para pensar assim, três premissas precisam ser consideradas absolutamente verdadeiras: i) o presidente é inteligente, leal e tem palavra, vê tudo o que vemos, e sabe o que fazer para vencermos o Deep State tupiniquim; ii) as Forças Armadas são incooptáveis, veem o que vemos, apoiam o presidente e sabem quando agir; iii) estamos numa estado de guerra não convencional, onde os inimigos atuam na ofensiva, valendo-se de abusos no exercício do poder judicial, legislativo e da mídia, impondo o medo, corrompendo mentes, desequilibrando emoções e afetando a racionalidade das pessoas de bem. Guerra na qual, jogando na defensiva, o chefe de Estado e as Forças Armadas ainda não usaram as armas que têm, mas, inevitavelmente, terão que fazê-lo. Caso contrário, tchau, tchau para a tríade “Deus, Pátria e Família”.

O que efetivamente importa: por pior que esteja o contexto, ele é passageiro, como tudo na vida, e o seu encerramento não está condicionado a vontades arbitrárias e anticrísticas de reles mortais. Independentemente de como respondamos à questão de ouro, aproveitemos ao máximo a oportunidade para refletirmos sobre o sentido que damos à vida e o que fazemos por essas bandas. Quem sabe nos tornamos seres melhores?

Ah, em tempo: por ser adepto da Regra de Ouro, por ora, fico com a terceira resposta, sem qualquer apego. Finalizo com uma breve transcrição, para reflexão.

“A agressão é ilusória: ela oculta inerentemente a fraqueza. Agressores não conseguem controlar suas emoções. Eles não conseguem esperar pelo momento certo, não podem tentar diferentes abordagens, não conseguem parar para pensar como pegar seus inimigos de surpresa. Nessa primeira onda de agressão, eles parecem fortes, mas quanto mais tempo dura seu ataque, mais claras se tornam sua fraqueza e sua insegurança subjacentes. É fácil ceder à impaciência e fazer o primeiro movimento, mas existe mais força no recuo, deixando que a outra pessoa faça o jogo. Essa força interior quase sempre prevalecerá sobre a agressão exterior. O tempo está a seu lado. Torne seus contra-ataques rápidos e repentinos. (…) Deixe que as coisas aconteçam, economizando um tempo e uma energia valiosos para aqueles breves momentos em que você explode no contra-ataque.” Robert Greene. 33 Estratégias de Guerra. p.147.

Informações Jornal da Cidade


Números de análise feita pela Ponteio Política indicaram números incomuns para o ex-juiz

Sergio Moro Foto: EFE/ Joédson Alves

Uma pesquisa eleitoral divulgada na última semana chamou a atenção por trazer bons números ao ex-ministro da Justiça, Sergio Moro. Entretanto, não foram apenas os dados que saltaram aos olhos, mas também o fato de que a empresa que fez a pesquisa teve seu CNPJ registrado na Receita Federal apenas três dias antes da divulgação dos números.

É o que mostra o Comprovante de Inscrição e de Situação Cadastral da Ponteio Política, obtido pelo Pleno.News neste domingo (21). O documento, que é emitido pelo site da Receita Federal e aberto para consulta pública através de pesquisa pelo número do CNPJ, indica que a data de abertura do cadastro da empresa foi a última terça-feira (16).

Ponteio foi registrada na última terça-feira Foto: Reprodução/Receita Federal

Três dias depois, na sexta-feira, dia 19, veículos de imprensa tradicionais divulgaram os números da Ponteio, que curiosamente mostraram dados mais “encorpados” do ex-juiz na comparação com pesquisas anteriores. Os 11% registrados por Moro, por exemplo, foram mais altos do que o resultado de qualquer outra análise do 2° semestre.

Apesar da Resolução 23.600/2019, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), estabelecer que os institutos de pesquisa são obrigados a divulgar as informações detalhadas sobre as análises, essa obrigação só é aplicada a partir do dia 1° de janeiro do ano eleitoral. Por conta disso, a consulta da Ponteio não possui dados públicos conhecidos.

Informações Pleno News


“Vamos trabalhar juntos”, afirmou o governador gaúcho

João Doria e Eduardo Leite Foto: Governo do Rio Grande do Sul/Rodger Timm

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), descartou neste domingo (21), qualquer rompimento com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). Os dois disputam hoje nas prévias do partido uma vaga de pré-candidato ao Palácio do Planalto.

– Eu tenho convicção que vamos trabalhar juntos – disse o gaúcho ao Estadão.

Para falar sobre a situação com Doria, Leite usou o exemplo da eleição para o governo gaúcho em 2018, quando ele derrotou o então governador José Ivo Sartori (MDB) no segundo turno.

– Dez dias depois estávamos juntos, sentados na sede do MDB convidando para entrar no governo, o MDB entrou no governo e participa desde o primeiro dia nos ajudando a governar. Se nós conseguimos sentar com o adversário de outro partido para fazer composição, não vai ser dentro do partido que vai deixar de haver composição para poder ter um partido unido para ganhar as eleições – afirmou.

Apesar do discurso do governador, o processo de escolha do pré-candidato do PSDB expôs a divisão no partido. Doria e Leite trocaram acusações durante a campanha e houve denúncias de que o aplicativo de votação a ser usado no domingo permite fraudes.

O gaúcho tem o apoio de nomes experientes da legenda, como o senador Tasso Jereissati (CE) e o deputado Aécio Neves (MG). Doria, por sua vez, recebeu o aval do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do senador licenciado José Serra (SP).

Os governadores polarizam a disputa interna. O ex-prefeito de Manaus (AM) Arthur Virgílio também concorre, mas sem chances de vencer. Ele, inclusive, declarou hoje que sua candidatura foi só para marcar posição e ter palanque para falar de pautas que julga importantes.

– Cabe ao escolhido de hoje demonstrar maturidade, liderança, no sentido de ter capacidade para construir e lamber as feridas internas, unir o partido e o campo do centro – afirmou o presidente do PSDB, Bruno Araújo.

*AE


Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil
Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

O vice-presidente, Hamilton Mourão (PRTB), decidiu que será candidato ao governo do Rio de Janeiro nas eleições do ano que vem. A decisão, segundo a coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo, foi tomada numa conversa quinta-feira passada com o presidente do PRTB fluminense, Antonio Carlos Santos.

O combinado foi se movimentar mais no estado, falar de temas locais, se reunir com empresários e participar de eventos. E, apesar da relação oscilante que tem com Jair Bolsonaro, quer ter o apoio do presidente em 2022. Mourão também não descarta a possibilidade de disputar o Senado.

*Bahia.ba


Petista deu declarações em Madri, na Espanha

Lula Foto: EFE/EPA/CHRISTOPHE PETIT TESSON

Neste sábado (20), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que quer se candidatar novamente à Presidência, mas que só irá bater o martelo a respeito do assunto entre fevereiro e março de 2022. Segundo o petista “há muito o que decidir”.

O ex-presidente, de 76 anos, recuperou seus direitos políticos neste ano, após o Supremo Tribunal Federal (STF) anular duas condenações por corrupção, pelas quais ele passou 580 dias na prisão. As informações são da agência EFE.

O líder petista fez este anúncio em um evento do partido espanhol de esquerda Podemos, em Madri, após cumprir compromissos em Alemanha, Bélgica e França.

Antes, Lula havia se limitado a dizer que o Partido dos Trabalhadores (PT) teria um candidato e que ele decidiria sobre a candidatura em fevereiro ou março. Mas, neste sábado, ele foi mais longe ao evidenciar seu desejo de concorrer, embora ainda não se tenha decidido.

– Se me transformassem em ouro eu não teria como retribuir a gratidão que tenho por vocês, isso me fez querer ser novamente um candidato à presidência – declarou Lula.

A fala aconteceu durante um discurso ao lado de Pablo Iglesias, ex-líder do Podemos, e da atual secretária-geral do partido, Ione Belarra, e de Enrique Santiago, secretário-geral do Partido Comunista espanhol.

– Tenho 76 anos, estou apaixonado, vou me casar e devo dizer o seguinte: já lutei muito, devo cuidar de minha vida, mas aquele que nasce para lutar não é mais dono de si mesmo – acrescentou o petista.

Nos últimos dias, ele se encontrou com o presidente do governo da Espanha, Pedro Sánchez, com o presidente da França, Emmanuel Macron, e com o ex-chefe do governo espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero.

Informações Pleno News


Ex-juiz da Lava Jato deu declarações durante congresso do MBL

Sergio Moro Foto: EFE/ Joédson Alves

Neste sábado (20), durante o congresso do Movimento Brasil Livre (MBL), em São Paulo, o ex-juiz e ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, disse que não se arrependeu de ter participado do governo Jair Bolsonaro. Ele afirmou ter acreditado em uma “chance de dar certo”. As informações são do portal UOL.

– Eu não me arrependo [de ter integrado o governo]. Em 2018, tínhamos um momento de muita expectativa. O presidente eleito, a gente sabe que era uma pessoa controvertida, mas havia muita gente que pensava que poderia dar certo – declarou.

Moro criticou o governo federal ao destacar que foi feito o “exato oposto” do combate à corrupção.

– Quando, no decorrer, […] eu vi que um governo eleito para combater a corrupção fez o exato oposto, eu saí – disse ainda.

Informações Pleno News