Senador disse que vai incluir a medida no relatório da CPI da Covid

Senador Renan Calheiros Foto: EFE/Joédson Alves

Nesta segunda-feira (25), o senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI da Covid, afirmou que irá pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) para banir o presidente Jair Bolsonaro das redes sociais. Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, o parlamentar ressaltou que irá incluir o pedido de medida cautelar em seu relatório final da CPI.

A medida, no entanto, ainda precisa ser aprovada pela CPI durante a votação do relatório, marcada para ocorrer nesta terça-feira (26).

– Vou pôr em votação para que Bolsonaro seja excluído das redes, assim como aconteceu com o Trump [Donald, ex-presidente dos EUA]. Bolsonaro não muda, continua fazendo as mesmas coisas – apontou.

A iniciativa de Renan ocorre após a ‘polêmica’ a respeito de uma declaração de Bolsonaro sobre a vacina da Covid-19 e a Aids, doença transmitida pelo vírus HIV. A associação foi feita pelo presidente ao ler uma reportagem da revista Exame em sua live na última quinta-feira (21).

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De acordo com o colunista Guilherme Amado, do site Metrópoles, a ideia é que Senado indique alguém para STF ou que escolha fique para 2023

Presidente Jair Bolsonaro ao lado de André Mendonça Foto: EFE/ Joédson Alves

A “polêmica” envolvendo a nomeação de André Mendonça para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) continua. De acordo com o colunista Guilherme Amado, do site Metrópoles, senadores e um ministro do STF contrários a Mendonça já possuem uma “narrativa” pronta para uma eventual rejeição no plenário do Senado.

Ex-advogado-geral da União, Mendonça foi indicado em 13 julho pelo presidente Jair Bolsonaro para ocupar a vaga deixada pelo ministro Marco Aurélio de Mello no STF. Mas, desde então, seu nome não passou pelo primeiro procedimento para ingressar na Corte, já que Davi Alcolumbre (DEM-AP), presidente da CCJ, ainda não definiu a data da sabatina.

Após a sabatina na CCJ, André Mendonça irá passar pela votação no plenário. De acordo com o colunista, caso o ex-AGU seja rejeitado pelos senadores, serão oferecidas duas opções a Bolsonaro: ou ele aceita uma ‘sugestão’ do próprio Senado, ou a vaga no STF será preenchida apenas em 2023.

No fim de semana, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG, disse que o Senado deve fazer um esforço concentrado depois do dia 15 de novembro para votar indicações para embaixadas, agências reguladoras, conselhos “e também a indicação para o Supremo Tribunal Federal”.

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Presidente da Câmara, Arthur Lira
Foto: PR/Alan Santos

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, afirmou nesta segunda-feira (25) que o presidente Jair Bolsonaro irá “pagar” por ter relacionado vacinas contra Covid-19 à Aids, caso a fala dele não tenha base científica.
– Se não tiver nenhuma base científica para isso, ele vai pagar pela declaração – disse Lira em evento do setor sucroalcooleiro.

Na última de suas tradicionais lives de quinta-feira nas redes sociais, na semana passada, Bolsonaro divulgou uma notícia associando a vacina contra a Covid-19 à Aids, doença transmitida pelo vírus HIV. O episódio culminou na primeira exclusão de uma live de Bolsonaro por parte do Facebook. O Instagram também removeu o conteúdo.

Lira afirmou que esse é “mais um motivo para acelerar na Câmara o grupo que trata de gestão dos meios eletrônicos com relação a fake news”. O presidente da Câmara disse que se reuniu na semana passada com o relator do projeto de lei das fake news, deputado Orlando Silva, do PCdoB, e garantiu que voltará a tratar do assunto em breve.

Lira acredita que a proposta definirá “um regramento, principalmente nas bases de veículos de comunicação como Facebook, Instagram, Twitter, e todos os meios necessários para a contenção de matérias como essa”.

Na manhã desta segunda, Bolsonaro responsabilizou a imprensa pela notícia divulgada.

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O ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (DEM) visitou Belém de Cachoeira na tarde desse domingo (24), o candidato a vice-governador ou a senador, participou da caminhada e da missa celebrada pelo Padre Hélio Vilas Boas, em homenagem ao Frei Galvão, o primeiro santo brasileiro, canonizado em 2007 pelo Papa Bento XVI.

“Que essa seja mais uma semana abençoada!”, disse Ronaldo em suas redes sociais.


Thaméa Danelon destacou a ilegalidade pelo fato de Allan dos Santos não ter foro privilegiado

Thaméa Danelon disse que prisão de Allan é ilegal Foto: Reprodução/CNN Brasil; Agência Senado/Roque de Sá 

A procuradora da República Thaméa Danelon, atualmente integrante do quadro Liberdade de Opinião, da CNN Brasil, afirmou durante sua participação deste sábado (23) que a prisão do jornalista Allan dos Santos, dono do site Terça Livre, pelo Supremo Tribunal Federal (STF) é ilegal, uma vez que ele não tem foro privilegiado.

– Ele não é deputado. Ele não é senador. Não é Ministro de Estado. Então, não há justificativa para que haja uma decisão pela sua prisão pela Corte Suprema do nosso país – disse ela, que também é professora de Direito Penal.

Thaméa também destacou que o comunicador só poderia ser preso pelo STF caso tivesse cometido um crime contra outra pessoa que tivesse o foro privilegiado e, por fim, declarou que os chamados inquéritos “das Fake News” e “dos Atos Antidemocráticos”, que incluem Allan, são nebulosos e contêm atos que não são tipificados no código penal.

– Numa decisão que decreta uma prisão, não basta indicar quais os artigos do Código penal foram cometidos. É importante trazer os fatos. Nada está claro – completou.

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Ex-deputado retornou à UPA do presídio com febre alta, taquicardia e baixa pressão

Roberto Jefferson Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

O presidente do PTB, Roberto Jefferson, voltou a ser internado neste domingo (24) no hospital do presídio de Bangu 8, no Rio de Janeiro. Ele apresentou febre de 39°C, taquicardia de 110 bpm, dor no fígado, baixa pressão, além de acúmulo de líquido nas pernas.

A defesa do ex-deputado afirma que ele corre “grave risco de vida” e pede ao Supremo Tribunal Federal (STF) a sua transferência imediata para um hospital particular na Barra da Tijuca.

No Twitter, a filha do ex-parlamentar, Cristiane Brasil, confirmou a internação, e disse que seu pai não está em condições de saúde de permanecer no presídio.

– Meu pai voltou pro hospital do presídio. Sua saúde frágil não lhe permite ficar num ambiente tóxico daquele, longe da sua cuidadora. Se ele não sair logo pra casa, o pior pode acontecer. Oro pra que o Alexandre deixe-o ir pra casa – declarou.

Em setembro, o ex-parlamentar internou-se no Hospital Samaritano Barra, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, e só retornou ao presídio no dia 14 de outubro após alta médica.

Ele apresentava quadro de infecção urinária e dores na lombar, e precisou de um cateterismo para desobstruir uma artéria.

Jefferson está preso desde o dia 13 de agosto, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, no âmbito do inquérito sobre suposta milícia digital que atentaria contra a democracia.

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O ex-prefeito de Feira de Santana e possível candidato a vice-governador ou a senador, José Ronaldo (DEM), foi convidado pelo prefeito de Serrinha, Adriano Lima, para um encontro com prefeitos e lideranças de toda a região.

Na ocasião, alguns temas importantes fora debatidos, entre eles, investimentos para o crescimento de Serrinha e de municípios de todo entorno.


Entrada do ex-juiz na política ampliaria cenário de nomes da terceira via

Ex-ministro Sergio Moro Foto: Estadão Conteúdo/Sergio Castro

O Podemos já prepara uma cerimônia para marcar a filiação do ex-ministro da Justiça Sérgio Moro ao partido. O ex-juiz da Operação Lava Jato deve sacramentar o ingresso na sigla em 10 de novembro. A decisão de Moro de estrear na política partidária e o anúncio da filiação do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, ao PSD, ampliaram o cenário de potenciais pré-candidatos à sucessão do presidente Jair Bolsonaro, em 2022, na chamada terceira via.

No campo expandido do centro político já há 11 nomes que postulam ou são indicados como possíveis candidatos para quebrar a polarização entre Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no ano que vem.

No caso de Moro, o assunto é tratado com reserva, já que ele ainda é consultor da Alvarez & Marsal e mora nos Estados Unidos. O contrato, porém, termina no fim deste mês e, a partir daí, a entrada do ex-ministro na política partidária poderá ser oficializada.

Pacheco, por sua vez, já anunciou a saída do DEM e vai se filiar ao PSD do ex-ministro Gilberto Kassab na próxima quarta-feira (27). Nem Moro nem o presidente do Senado bateram o martelo sobre a candidatura ao Planalto, mas todas as conversas se desenrolam nesse sentido, inclusive com a procura de vices para possíveis chapas. O ex-juiz da Lava Jato tem ainda no radar uma vaga no Senado – ele poderia concorrer por São Paulo ou pelo Paraná.

Além da filiação de Moro, outra definição importante ocorrerá em novembro. Trata-se do resultado das prévias do PSDB que vão escolher o pré-candidato do partido à Presidência. Os concorrentes são os governadores João Doria (SP) e Eduardo Leite (RS) e o ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio.

O PSDB integra o grupo de nove partidos de espectro político de centro que têm se reunido na tentativa de construir uma chapa única ao Planalto. De todas as legendas que se movimentam para construir uma alternativa a Bolsonaro e a Lula, porém, a única que não admite mudança de candidato é o PDT.

O partido vai lançar Ciro Gomes (PDT) e está em busca de um vice. Nessa sexta-feira (22), o PDT projetou em prédios de São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Salvador, Belém e Porto Alegre a nova marca da campanha, intitulada “Prefiro Ciro”.

A lista dos 11 potenciais pré-candidatos da terceira via à eleição presidencial de 2022 inclui, ainda, o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM), os senadores Alessandro Vieira (Cidadania) e Simone Tebet (MDB), o jornalista e apresentador de TV José Luiz Datena (PSL) e o cientista político Luiz Felipe d’Ávila (Novo).

MOVIMENTAÇÃO
Além de uma recepção para Moro no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, o Podemos também planeja outros eventos semelhantes em São Paulo e em Curitiba.

No fim de setembro, o ex-ministro esteve no Brasil para ter conversas políticas e tratar da possibilidade de participar da disputa eleitoral. A primeira reunião foi com a cúpula do Podemos, em Curitiba, na casa do senador Oriovisto Guimarães, com a presença da presidente do partido, a deputada Renata Abreu, e dos senadores Álvaro Dias e Flávio Arns. Em São Paulo, Moro se encontrou com Doria e com Mandetta.

*AE


Não No site, é possível contribuir com assinatura de 10 dólares mensais

Terça Livre anunciou fim das atividades Foto: Reprodução/Jovem Pan

O jornalista Allan dos Santos criou, nessa quinta-feira (21), uma plataforma virtual para receber doações, após o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinar sua prisão preventiva e sua extradição dos Estados Unidos.

Por meio do site www.allandossantos.com, os apoiadores de Allan podem contribuir com uma assinatura mensal de dez dólares.

Ao divulgar a plataforma, o Terça Livre afirmou que o jornalista estaria “sozinho” diante das decisões da Justiça brasileira.

Allan está atualmente nos Estados Unidos, com a validade do visto de visitante já vencido. Ele teve mandado de prisão expedido a pedido da Polícia Federal (PF).

O editor do Terça Livre é alvo de dois inquéritos no STF: um que investiga a suposta divulgação de fake news e ataques a ministros da Corte e um outro que aponta a possível atuação de uma “milícia digital” que estaria conspirando contra a democracia.

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Anúncio foi feito pelo presidente da sigla, Gilberto Kassab

Rodrigo Pacheco Foto: Agência Senado/Pedro França

O Partido Social Democrático (PSD) anunciou, neste sábado (23), que o atual presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, será o candidato da legenda à Presidência da República nas eleições de 2022. O anúncio foi feito pelo presidente da sigla, Gilberto Kassab, em um evento no Rio de Janeiro.

– O Rodrigo mostrou que ele tem talento e sabedoria para a vida pública, se Deus quiser ele é o próximo presidente do Brasil. O PSD está pronto para abraçar suas propostas – disse Kassab.

Mais cedo, ao lado de outros membros do PSD no RJ, como o prefeito da capital, Eduardo Paes, o senador recebeu elogios e ouviu do gestor municipal que seria o próximo presidente. No evento, também compareceu o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, tido como possível candidato ao governo fluminense.

– Eu quero agradecer a presença do nosso presidente do Senado e, como a gente não tem papas na língua, próximo presidente da República – completou o prefeito.

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