Ânimos se exaltaram durante transmissão da Jovem Pan

André Marinho alfineta Bolsonaro em entrevista Foto: Reprodução/Youtube Pânico Jovem Pan

Durante sua participação no programa Pânico, da Jovem Pan, nesta quarta-feira (27), o presidente Jair Bolsonaro se irritou com provocações do humorista André Marinho. Antes de uma pergunta capciosa, o humorista começou com “floreios”.

– Você, que, muito além de presidente da República, é o nosso mito… – iniciou Marinho.

– Está todo mundo aqui realmente muito preocupado com o retorno do PT ao poder, que vendeu o governo para o centrão, comprou base parlamentar com emenda, tinha milícia digital para atacar opositor. Ninguém quer ver esse horror voltar à tona – continuou.

Após essa introdução, Marinho chegou ao cerne da provocação, questionando sobre as chamadas “rachadinhas”.

– Eu tenho uma denúncia de uma prática que tem acontecido direto no meu Rio de Janeiro, que são vários deputados que estão roubando a torto e a direito, desviando dinheiro público. Eu te pergunto, presidente: rachador tem que ir para cadeia ou não?

Bolsonaro disse que ele poderia responder apenas pelos seus próprios atos.

– Marinho, você sabe que sou presidente da República e respondo pelos meus atos. Então não vou aceitar provocação sua. Você recolha-se ao seu jornalismo […] Seu pai quer a cadeira do Flávio Bolsonaro – disse o presidente em referência ao pai do humorista, que é suplente de Flávio Bolsonaro no Senado.

Depois de Bolsonaro responder a uma pergunta de Adriles Jorge, o humorista insistiu no assunto, dizendo que o presidente só aceitava pergunta de “bajulador”.

– O PT não pode voltar. Então, por favor, responda à pergunta que te fiz, cara. Por quê? Só quer pergunta de bajulador? – disparou Marinho.

Ofendido, Adriles respondeu calorosamente ao colega, sendo instaurada a confusão que culminou no abandono de Jair Bolsonaro da entrevista ao vivo.

– O presidente cedeu seu tempo gentilmente e foi embora. Parabéns aos dois – ironizou Emílio Surita.

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Prefeito destaca o projeto Novo Centro, retorno 100% das aulas presenciais da rede pública municipal e manifestação em frente à empresa Rosa

Foto: Washington Nery

O prefeito de Feira de Santana, Colbert Filho (MDB) destacou alguns assuntos referentes à educação, pandemia e transporte público municipal, durante uma entrevista ao programa Rotativo News (Sociedade News FM) com Joilton Freiras.

“Estamos voltando às aulas presenciais, algumas escolas podem ter algum tipo de restrição, mas retomaremos a partir da primeira semana de novembro”, revelou.

“Temos um problema com uma das empresas [Rosa] que abandonou algumas linhas da zona rural. Estamos fazendo o que é possível fazer. As dificuldades existem e faremos todo o esforço possível. São 109 linhas, destas, a empresa devolveu 4. Vindo o processo, agora, vamos convocar uma nova empresa de forma emergencial”, disse Colbert.

Pandemia

“O Hospital de Campanha foi desativado, o Dom Pedro de Alcântara não registrou novos casos, e há também o avanço da vacinação. A paralisação no transporte prejudica a vacinação. Muita gente foi prejudicada hoje”.

O prefeito também comentou sobre os protestos realizados pelos vendedores ambulantes da cidade.

“O centro da cidade é do povo de Feira. As pessoas que estavam lá, vão se adequar ao seu trabalho.

Questionado sobre a conclusão do projeto Novo Centro, Colbert informou que houve uma interrupção no financiamento.

“Houve uma interrupção no financiamento em razão de ações acontecidas em Brasília, e desde agosto que não temos recursos federais para pagar os trabalhos. Espero que seja resolvido para que possamos colocar o funcionamento adequado”, explicou.

O gestor destacou, também, a exigência do chamado “Passaporte da Vacina”, em locais públicos.

“Nas atividades que vamos voltar a fazer, exigiremos que as pessoas mostrem que foram vacinadas”.

Ouça a entrevista completa em nosso podcast


Foto: EFE/ Michael Reynolds

O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump divulgou nesta terça-feira (26), um comunicado oficial em apoio ao presidente Jair Bolsonaro. A iniciativa do republicano ocorreu no mesmo dia em que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 aprovou seu relatório definitivo, elaborado pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL).

A mensagem de Trump foi divulgada inicialmente por e-mail, mas não demorou a ser amplamente compartilhada por diversos usuários nas redes sociais. Intitulado Endosso ao presidente Jair Bolsonaro, o texto traz diversos elogios ao presidente brasileiro, chamado por Trump de “grande amigo”.

– O presidente Jair Bolsonaro e eu nos tornamos grandes amigos ao longo dos últimos anos. Ele luta duro e ama o povo do Brasil – assim como eu faço pelo povo dos Estados Unidos – disse o republicano.

Leia a íntegra do comunicado:
O presidente Jair Bolsonaro e eu nos tornamos grandes amigos ao longo dos últimos anos. Ele luta duro e ama o povo do Brasil – assim como eu faço pelo povo dos Estados Unidos. O Brasil é sortudo de ter um homem como Jair Bolsonaro trabalhando por eles. Ele é um grande presidente e nunca vai decepcionar as pessoas do seu país!

*Pleno.News


Foto: Divulgação

O deputado Angelo Almeida (PSB) cumpriu agenda em diversas cidades da Bahia nos últimos dias. Ele esteve em reunião da Coordenação de Desenvolvimento Agrário (CDA), com o prefeito de Brejões, Sandro Correia, o vice-prefeito, Mário Silva, e a vereadora Jamile Queiroz.

Ele se reuniu na terça e quarta-feira (19 e 20), por meio de articulação do mandato, com o secretário de Educação do município de Queimadas, Rogério Reis, e do diretor da Secretaria de Esporte, Cultura e Lazer, Josiel Batista, participaram, de reuniões na Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), com o chefe de gabinete, Diogo Rios, e na Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, com a chefe de gabinete, Cristiane Taquari.

Em viajem para o Litoral Sul baiano, o deputado Angelo Almeida participou, na quarta-feira (20), de encontro na Câmara de Vereadores do município de Camacã, com o prefeito Paulo do Gás, o vice-prefeito Rai de Panelinha, os vereadores Índio, Juliano Ferreira, Fábio da Bios, Sinha de Jacareci, Eudes Rocha, a suplente de vereadora, Adriana Araújo, além dos secretários de Agricultura, Everton Silva, e de Educação, Maurício Pimenta.
Reunião muito produtiva, com discussões importante em torno de projetos para melhorar a vida dos moradores da cidade e pelo desenvolvimento do município.

Em Itapetinga, Angelo Almeida participou de reunião coordenada pela presidente do PSB no município, Keylla Reis, e o secretário-geral Fred Reis. Participaram, além do vereador de Itapetinga, Gegê, os vereadores de Caatiba, Tio Felipe e Berg Dias; e de Itororó, Dilson Brancin.

No sábado (23), foi dia de agenda em Feira de Santana. Em encontro com a turma do mandato do vereador Galeguinho SPA, o deputado Angelo Almeida debateu importantes pautas da cidade e da política, para alinhamento sobre os caminhos que serão trilhados para o fortalecimento do PSB no município.

Em São Gonçalo dos Campos, no sábado (23), o deputado Angelo Almeida recebeu mais um grande apoio, do vereador Sérgio de Dezinho.

“Agradeço a confiança do vereador, que une forças em nossa jornada. Esteve comigo o companheiro Pedro Machado, que junto com o presidente da Câmara de Vereadores, meu companhei- ro Joca Oliveira, tiveram importância fundamental na construção do bom diálogo. Seguimos na luta!”, declarou o deputado.

No domingo, o deputado esteve novamente em Brejões, na manhã esportiva promovida por prefeito Sandro Correia. Muita gente e empatia distribuída entre a comunidade na segunda edição do baba dos Prefeitos Boleiros na cidade.

“Eu tive a oportunidade de conhecer grandes craques que acompanhei jogando, ora pelo Vitória, ora pelo Bahia e Fluminense de Feira. Marcelo Ramos, Emo , Robson Luis, Bebeto Campos e outros. Descontraímos e ficamos felizes pela oportunidade de participar desta atividade”, comemorou Angelo.


Presidente foi acusado de ser o responsável pelo agravamento da pandemia de coronavírus

Cúpula da CPI da Covid formada pelos senadores Randolfe Rodrigues, Omar Aziz e Renan Calheiros Foto: Agência Senado/Jefferson Rudy

A CPI da Covid aprovou seu relatório final nesta terça-feira (26), após seis meses de trabalho, e manteve o foco no pedido de indiciamento de Jair Bolsonaro. O presidente é acusado de ser o responsável pelo agravamento da pandemia de coronavírus, que ‘deixou mais de 600 mil mortos’ no país.

Com 1.288 páginas, o relatório do senador Renan Calheiros (MDB-AL) – que passou com um placar de sete votos a favor e quatro contrários – também pede o indiciamento de mais 77 pessoas e duas empresas.

– Há um homicida no Palácio do Planalto – disse Renan, em um duro discurso no qual afirmou que Bolsonaro agiu como “missionário enlouquecido para matar o próprio povo”.

Em seu último discurso, o senador afirmou que “bestas feras” tentaram ameaçar a CPI, mas não obtiveram sucesso.

Votaram a favor do relatório que agrava a crise do governo os senadores Eduardo Braga (MDB-AM); Humberto Costa (PT-PE); Omar Aziz (PSD-AM); Otto Alencar (PSD-BA); Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Tasso Jereissati (PSDB-CE), além do próprio relator.

Já os votos contrários vieram dos senadores Eduardo Girão (Podemos-CE); Jorginho Mello (PL-SC); Luis Carlos Heinze (PP-RS) e Marcos Rogério (DEM-RO).

No caso de Bolsonaro, o texto final aprovado pede o indiciamento do presidente por nove crimes. Os crimes comuns nos quais ele é citado são epidemia com resultado morte; infração de medida sanitária; charlatanismo; incitação ao crime; falsificação de documento particular; emprego irregular de verbas públicas e prevaricação, conforme definidos pelo Código Penal; os crimes contra a humanidade são de extermínio, perseguição e outros atos desumanos, arrolados no Tratado de Roma, do qual o Brasil é signatário.

A CPI ainda pediu o indiciamento de Bolsonaro por crimes de responsabilidade – violação do direito social e quebra de decoro do cargo.

A lista encabeçada por Bolsonaro segue com os pedidos de indiciamento de seus três filhos com carreira política – o senador Flávio (Patriota-RJ), o deputado Eduardo (PSL-SP) e o vereador carioca Carlos (Republicanos). O texto também pede o indiciamento de empresários apoiadores de Bolsonaro, jornalistas de direita que teriam disseminado desinformação na pandemia, dirigentes do Ministério da Saúde e especialistas que integraram o chamado “gabinete paralelo”, núcleo de assessoramento do presidente durante a pandemia.

As últimas mudanças no relatório de Renan foram decididas em uma reunião do grupo majoritário da CPI na noite desta segunda-feira (25). O encontro, realizado no apartamento funcional do presidente da CPI, o senador Omar Aziz (PSD-AM), se estendeu pela madrugada. Na ocasião, os senadores decidiram pela inclusão do governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), no rol de indiciados, além do ex-secretário de Saúde, Marcellus Campêlo, entre outros.

Antes das inclusões, o número de indiciados era de 70 pessoas. Várias delas tiveram seus nomes incluídos e removidos do relatório nas sucessivas versões. A última leva de indiciamentos foi patrocinada pelo vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

Na manhã desta terça, a lista chegou a 79 pessoas: Renan incluiu o senador Luis Carlos Heinze entre os indiciados. Depois, atendendo a uma questão de ordem de Alessandro Vieira, o nome do gaúcho acabou retirado da lista. Ao incluir o colega de CPI, o alagoano disse que Heinze “reincidiu” na divulgação de informações falsas.

– Pela maneira como incitou o crime em todos os momentos, eu queria, nesta última sessão, dar um presente a vossa excelência: (…) será o 81º indiciado desta comissão – disse o relator, anotando em seguida o nome de Heinze no relatório, à caneta.

A participação de Heinze na CPI ficou marcada pela defesa de teses como uma eficácia do “tratamento precoce” na cidade de Rancho Queimado (SC).

O relatório da CPI deve ser apresentado ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (MG), na manhã desta quarta-feira (27). Depois, as conclusões da comissão serão enviadas ao Ministério Público: a parte que diz respeito a Bolsonaro será encaminhada à Procuradoria-Geral da República (PGR); outras partes da apuração serão apresentadas às unidades do MPF nos Estados e aos MPs de cada unidade da Federação, a depender do tipo de crime e das pessoas envolvidas.

Uma reunião dos senadores da CPI com o procurador-geral da República, Augusto Aras, também está marcada para a manhã desta quarta (27); semanas atrás, Aras disse que tomará providências e que não será omisso diante dos fatos levantados pela comissão.

Caso o procurador-geral da República não dê sequência às investigações, os integrantes da CPI estudam ingressar com uma ação penal privada subsidiária no Supremo Tribunal Federal (STF)

Segundo o advogado criminalista Fernando Castelo Branco, o pedido de indiciamento da CPI é diferente daquele feito pela polícia.

– A CPI é um poder investigatório, criado para apurar fatos e a responsabilidade por esses fatos. O efeito prático (do pedido de indiciamento) é dar, no relatório final, um destaque para esses personagens. No final, caberá ao Ministério Público proceder ao acolhimento ou não dessas acusações, para fazer uma denúncia (formal) – diz ele, que é professor de processo penal no curso de Direito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

O vice-presidente do colegiado, Randolfe Rodrigues, falou sobre os trabalhos da CPI.

– O que motivou esta Comissão Parlamentar de Inquérito foi, em janeiro deste ano, vermos irmãos morrendo. Foram (…) as trágicas cenas de Manaus. Foram as filas do desespero pelos cilindros de oxigênio (…) Quantas mesas de jantar nas casas das famílias brasileiras estão incompletas no dia de hoje por causa do descaso? Já foi dito aqui: pelo menos 200 mil irmãos nossos poderiam estar entre nós. Quantos amigos e parentes não poderiam estar neste momento na sala de TV assistindo a conclusão deste trabalho? E isso não foi por acaso: teve responsabilidade [do governo federal] – ressaltou.

O senador Alessandro Vieira também fez comentários.

– O crime central que encontramos foi fartamente demonstrado: o crime de epidemia agravado pelo resultado morte (…). É evidente que o presidente da República não criou o vírus, mas é tão evidente quanto que o presidente se esforçou para acelerar a propagação do vírus – destacou.

RELATÓRIO ACUSA SEM PROVAS, DIZ GOVERNISTA
Ao justificar seu voto contrário, o senador Marcos Rogério disse que o relatório de Calheiros era “fake news processual”.

– Voto contra, primeiro, porque essa CPI se revelou um estelionato político; e segundo, porque o relatório, para mim, é um grande fake news processual. Estelionato porque esta CPI nasceu para investigar, mas não investigou, e protegeu acusados de corrupção nos Estados e municípios. E o relatório é um grande fake news processual porque acusa sem provas, e se ancora numa narrativa do jogo pré-eleitoral – disse ele.

Em sua última manifestação na CPI, o senador Flávio Bolsonaro leu uma relação de 21 crimes “supostamente cometidos” por Renan durante a pandemia, entre eles o de “perseguição”. O senador também disse que o relatório final era uma “peça política” e defendeu o governo de seu pai comparando-o com o de Dilma Rousseff (PT).

Mesmo votando contra o relatório, o senador Eduardo Girão admitiu que Bolsonaro errou ao provocar aglomerações e ao “dar declarações infelizes sobre a vacina”.

– Errou sim. Mas esse relatório [de Renan Calheiros] se perdeu, errou a mão. E isso deslegitima até algumas coisas que poderiam ser vistas com seriedade. Ultrapassou o limite de uma vingança pessoal, regional, com interesses políticos. Isso ficou evidente – observou ele.

*AE


“Eu vou ser candidato por São Paulo se Deus me permitir”, disse

Eduardo Cunha Foto: Agência Brasil/José Cruz

O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, confirmou que pretende se candidatar ao cargo de deputado federal, desta vez, representando o Estado de São Paulo. Ele deu declarações, nesta terça-feira (26), à Jovem Pan.

– Eu vou ser candidato por São Paulo se Deus me permitir. No Rio vai ser minha filha, para ocupar o meu espaço lá – declarou.

Ele disse ainda que irá buscar “apoio do povo contra o PT”.

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Durante entrevista a uma rádio, o presidente rebateu uma polêmica envolvendo a vacina contra a Covid-19

Presidente Jair Bolsonaro Foto: Isac Nóbrega/PR

Nesta segunda-feira (25), o presidente Jair Bolsonaro falou sobre a “polêmica” a respeito de uma declaração dele sobre a vacina da Covid-19 e a Aids, doença transmitida pelo vírus HIV. Durante entrevista à rádio Caçula FM, do Mato Grosso do Sul, Bolsonaro explicou que apenas leu uma reportagem da revista Exame.

A notícia foi divulgada pelo presidente durante transmissão ao vivo na última quinta-feira (21). O texto falava sobre um estudo feito no Reino Unido.

– Relatórios oficiais do governo do Reino Unido sugerem que os totalmente vacinados [15 dias após a segunda dose] estão desenvolvendo a Síndrome de Imunodeficiência Adquirida [Aids] muito mais rápido que o previsto. Recomendo que leiam a matéria. Não vou ler aqui porque posso ter problemas com a minha live – disse o presidente na ocasião.

A fala gerou críticas de opositores e levou o Facebook e o Instagram a retirarem do ar a transmissão. Diante disso, Bolsonaro se explicou durante a entrevista a uma rádio.

– Foi a própria Exame que falou da relação de HIV com vacina. Eu apenas falei sobre a matéria da Revista Exame. E, dois dias depois, a Exame me acusa de ter feito fake news sobre HIV e vacina. A gente vive com isso o tempo todo. Se for pegar certos órgãos de impressa, são fábricas de fake news – destacou.

A reportagem foi publicada pela Exame no dia 20 de outubro de 2020. A OMS já negou a relação da vacina com a transmissão do vírus da Aids e reforçou a necessidade de os portadores da doença se vacinarem contra a Covid.

A negativa da organização foi em resposta a um estudo da revista científica The Lancet, de outubro de 2020. O estudo dizia que, para alguns pesquisadores, algumas vacinas contra a Covid-19 usam um adenovírus específico no combate ao vírus SARS-CoV-2, podendo aumentar o risco de que pacientes sejam infectados com HIV, o vírus da Aids. Para isso, a pessoa precisa ser exposta ao vírus.

Artigo da revista Exame de outubro de 2020

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Sessão para votação do relatório da CPI da Pandemia.
Marcelo Camargo/Agência Brasil

relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia do Senado, Renan Calheiros (MDB-AL), incluiu nesta terça-feira (26) o senador Luís Carlos Hienze (PP-RS) na lista de sugestão de indiciamentos feita pelo colegiado. A decisão atendeu a um pedido de outro senador, o oposicionista Alessandro Vieira (Cidadania-SE), que acusou o colega de comissão de disseminação de notícias falsas.

“Essa CPI teve a coragem de pedir o indiciamento do presidente da República e do líder do governo. Não pode fechar os olhos com relação ao comportamento do seu colega parlamentar”, argumentou Alessandro sob protestos de governistas.

“Uma medida radical como essa passa um claro recibo de revanchismo, de perseguição. Quem tem moral aqui para falar, se no dia que vieram médicos fazer o contraponto se retiraram, não compareceram. Isso é uma covardia”, criticou o senador Eduardo Girão (Podemos-CE).

A solicitação foi feita durante a apresentação do voto alternativo de Heinze ao parecer de Renan Calheiros. Ao longo dos trabalhos da comissão, por várias vezes, o senador gaúcho defendeu drogas comprovadamente sem eficácia contra o coronavírus. No documento lido hoje, entre outros pontos, Heinze manifestou apoio ao Conselho Federal de Medicina (CFM) pela defesa da autonomia médica durante a pandemia e afirmou que seu relatório inclui centenas de estudos sobre o uso de substâncias no tratamento da covid-19 feitas por “cientistas, não charlatões”. “São pesquisas que o Ministério Público e a Procuradoria-Geral da República vão se debruçar. Não são factoides, não são narrativas”, argumentou.

Novos indiciamentos
Durante a apresentação dos novos pontos acatados após a leitura da primeira versão do texto, na semana passada, além de Heize, Renan incluiu mais 12 nomes. A relação, que foi fechada com 81 pedidos de indiciamento, tem entre os nomes o do presidente Jair Bolsonaro.

Entre as polêmicas discutidas exaustivamente e acatadas pelo relator apenas minutos antes do início da reunião de hoje está a inclusão do governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), e do ex-secretário de Saúde Marcellus Campêlo, pela crise da falta de oxigênio em Manaus no início deste ano.

Colega de partido de Renan, o líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM), que protocolou na CPI um adendo ao relatório com essas sugestões, chegou a ameaçar votar contra o texto caso esses nomes não constassem na lista. Com a questão pacificada, Braga desistiu do adendo. O governador amazonense é acusado pelos crimes de prevaricação; responsabilidade; contra a humanidade e de improbidade administrativa. No caso do ex-secretário de Saúde, os crimes imputados a ele pelo emedebista são de falso testemunho, crime contra a humanidade e prevaricação.

Pelo Twitter, Wilson Lima reagiu. “Seu interesse [de Eduardo Braga] visa exclusivamente às eleições de 2022 e a razão da vida dele é tentar sabotar o meu governo, que vem fazendo mais em dois anos do que ele em 8. Deixa o trabalho falar, senador, e pare de picuinha”, postou Lima.

Ainda na lista apresentada hoje estão Heitor Freire de Abreu, ex-coordenador do Centro de Coordenação de Operações do Ministério da Saúde; – Marcelo Bento Pires, assessor do Ministério da Saúde; Alex Lial Marinho, ex-coordenador de Logística do Ministério da Saúde; Thiago Fernandes da Costa, assessor técnico do Ministério da Saúde; Hélcio Bruno de Almeida, presidente do Instituto Força Brasil; Regina Célia Oliveira, fiscal de contratos do Ministério da Saúde; Amilton Gomes de Paula, reverendo presidente da Secretaria Nacional de Assuntos Humanitários (Senah); José Alves Filho, sócio da Vitamedic Indústria Farmacêutica Ltda.; Hélio Angotti Netto, secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde, do Ministério da Saúde, e Antônio Jordão, presidente da Associação Médicos pela Vida.

Conforme já havia sido apresentado, a lista traz ainda seis ministros ou ex-ministros do atual governo: Eduardo Pazuello, Marcelo Queiroga, Onyx Lorenzoni, Ernesto Araújo, Wagner Rosário e Walter Braga Netto.

O relator também recomenda o indiciamento de três filhos do presidente: o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ). Entre os deputados federais, aparecem Bia Kicis (PSL-SP), Carla Zambelli (PSL-SP), Carlos Jordy (PSL-RJ), Osmar Terra (MDB-RS) e o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR).

Há ainda integrantes do suposto gabinete paralelo, como a oncologista Nise Yamaguchi, e pessoas suspeitas de disseminar fake news. Entre elas, os empresários Luciano Hang e Carlos Wizard.

Renan Calheiros também incluiu um novo capítulo sobre política externa do governo federal em pandemias, aprofundou os capítulos sobre a crise do Amazonas e sobre a população negra e sugeriu medidas para aumentar a transparência.

No rol de propostas legislativas destacadas no parecer foi acrescentada a que regulamenta o crime de genocídio na legislação brasileira, além de dispor sobre a cooperação com o Tribunal Penal Internacional, de Haia.

Entre os acréscimos feitos na última semana no relatório final está o registro da live do presidente Jair Bolsonaro do último dia 21, retirada do ar pelo Instagram, Facebook e YouTube, em que ele relaciona a vacinação à aids e a proposta de banimento dele das redes sociais. A ação será proposta pela Advocacia do Senado.

Para Renan Calheiros, a atuação da CPI deixou um legado antes mesmo de seu fim. O relator citou a abertura de investigações, sobre casos apontados pelo colegiado, no Ministério Público, no Tribunal de Contas da União (TCU), na Controladoria-Geral da União (CGU) e na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), entre outros órgãos.

*Agência Brasil


Foto: Divulgação

Feira de Santana registrou saldo positivo na geração de empregos no mês de setembro, segundo dados do Ministério do Trabalho e Previdência, através das Estatísticas Mensais do Emprego Formal, o Novo Caged.

Os dados foram bastante comemorados pelo deputado estadual Carlos Geilson (PSDB), que creditou esses números ao esforço de setores importantes do Município, a exemplo dos seguimentos de serviço e comércio.

De acordo com dados do Caged, Feira de Santana registrou no mês de setembro saldo positivo de 540 novos postos de trabalho. Foram 3.909 contratações e 3.369 demissões no período.

ACUMULADO

“Apesar da pandemia da Covid-19 e todos os seus reflexos na economia, o comércio de Feira de Santana é forte e pujante e vem demonstrando um poder incrível de recuperação, assim com o setor de serviços”, avaliou Geilson.

O Caged também divulgou os dados do acumulado do ano de 2021, referente a Feira de Santana. Esse ano foram admitidos 31.972 pessoas e demitidas 26.382. A cidade mantém um saldo positivo de 5.590 postos de trabalho.

Esse ano, a Bahia registrou 533.544 contratações e 423.545 demissões. O estado tem um saldo positivo de 109.999 novos postos de trabalho.


Foto: PR/Alan Santos

A ex-estrategista da campanha presidencial de Donald Trump, Steve Bannon, irá prestigiar a exibição do filme Nem Tudo Se Desfaz, em Washington, no mês de novembro. O documentário narra a trajetória de Jair Bolsonaro até se tornar presidente do Brasil.

A novidade foi divulgada pelo diretor do filme, Josias Teófilo, durante o lançamento da obra em Brasília, na semana passada. Bannon é um dos entrevistados que aparecem na produção.

A exibição do documentário nos Estados Unidos está diretamente ligada a Bannon, que, em junho deste ano, demonstrou interesse em distribuir a produção em solo norte-americano. Além de Washington, a obra também será exibida em Miami.

*Pleno.News