Artigo: Qual é a verdade, homem?
30 de Janeiro de 2022

Por Joilton Freitas

Na última sexta-feira, cheguei a rádio Sociedade News FM, por volta das 14h30, como faço de costume. Segui direto para a redação, para junto com a produção dar o retoque final do programa Rotativo News, como acontece há quase 16 anos.

Foi nesse momento, que me disseram que o vereador Fernando Torres estava na emissora e no estúdio concedendo entrevista no Programa das Duas, ancorado pelo colega Paulo José. O fato me causou estranheza. A superintendência proibiu terminantemente, devido ao agravamento da pandemia, entrevistas nos estúdios da Fundação Santo Antônio.

Na sequência, antes de ir para o ar com mais uma edição do Rotativo News, que como todos sabem, acontece às 15h, foi que fiquei sabendo através de relato dos colegas: Paulo José, Lucas Ribeiro e Danillo Freitas, como se deu a famigerada entrevista.

O primeiro a relatar foi Lucas Ribeiro, ainda transtornado pelo acontecimento. O relato se deu na redação, de que Fernando Torres, empurrando a porta, adentrou o estúdio pegando todos de surpresa. Exigindo fazer o contraponto na entrevista concedida pelo secretário de Saúde do Município, Marcelo Brito. Lembrando que essa entrevista era por telefone como determina o protocolo da emissora.

O colega Paulo José foi categórico em afirmar que o vereador “entrou de maneira intempestiva” no estúdio e que “ele não foi convidado” pelo mesmo para estar presente no estúdio naquele momento. A revolta de PJ era nítida, o que pode ser constatado no áudio no encerramento do seu programa.

A ação de Fernando Torres não foi nenhuma novidade para mim. E acredito que para qualquer pessoa de boa fé dessa cidade, principalmente no meio da imprensa.

Fernando Torres é um indivíduo que não conhece limite, ética, respeito, civilidade, boa educação. Ele tem na sua cabeça atormentada que pode fazer o que quiser nessa cidade. Inclusive invadir de maneira “intempestiva” como disse PJ, o estúdio de uma emissora da respeitabilidade da Sociedade News FM.

É também do conhecimento de todos a minha posição em referência às atitudes de Fernando Torres. Sou intransigente com as ações desse senhor. Tenho um verdadeiro asco quanto a ele. Mas, para quem me conhece, sabe que jamais inventaria uma mentira para prejudicar quem quer que seja, mesmo um ser abjeto como ele.

Mas fui surpreendido por uma matéria veiculada no blog Rota da Informação. A matéria diz que o colega PJ me desmente. Que nada daquilo aconteceu. Que inclusive “ele foi convidado várias vezes”. Hoje, pela manhã, por volta, das 11h, liguei para Paulo José, ele estava mais transtornado ainda. Perguntei como ele estava. Me disse que Fernando “terminou de me ligar. Me xingou e me disse vários desaforos”. Eu não sei se o que contém na matéria do referido blog, foi dito por PJ. Parece que sim. Pois, o colega não veio a público desmentir e nem me ligou para isso.

É preciso que esse episódio fique bem claro: foi Fernando Torres que de maneira “intempestiva” invadiu o estúdio exigindo a entrevista? Ou foi o colega Paulo José que passou por cima do protocolo e da determinação da superintendência e colocou Fernando Torres dentro do estúdio, arriscando a vida dele e dos colegas?

Maneira intempestiva, é para mim, um eufemismo para quem quer encontrar uma palavra que substitua, de maneira conveniente, a palavra truculência. Portanto, é preciso que esse episódio fique bem esclarecido. E aqui vai um pedido para o meu colega Paulo José: Qual é a verdade, homem?


Ministra do STF decidiu deixar o encontro após ‘divergências’ com relação a uma carta sobre o tema

Ministra Cármen Lúcia, do STF Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

Nesta sexta-feira (28), a ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), participou de um encontro na casa da ex-senadora e ex-prefeita de São Paulo, Marta ​Suplicy. Na reunião, um dos temas debatidos foi a questão do aborto. A informação foi dada pela coluna de Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo.

A ministra, no entanto, acabou deixando o encontro após uma “divergência” sobre uma carta pedindo a regulamentação da interrupção da gravidez. De acordo com o veículo, a “polêmica” teve início após Cármen Lúcia se opor ao uso do tema aborto no documento.

Além disso, continuou a colunista, Cármen Lúcia pediu que a carta tivesse outra abordagem sobre o tema, defendendo a necessidade da criação de uma secretaria de mulheres, além de recursos destinados a políticas sobre a mulher.

Pouco depois, a ministra Cármen Lúcia se levantou da mesa, disse que precisava pegar um voo e se despediu das presentes. Após sua saída, segundo o jornal, os presentes voltaram discutir a carta sobre o aborto e concordaram em “suavizar” o tema.

Entre os nomes presentes na reunião na casa de Marta ​Suplicy estavam a senadora Simone Tebet, a presidente do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR), e a presidente da OAB-SP, Patricia Vanzolini.

Além delas, outros nomes no encontro foram os da diretora do Instituto Marielle Franco, Anielle Franco, da líder do Movimento dos Sem-Teto do Centro, Carmen Silva, e da artista e ativista Preta Ferreira.

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Durante viagem ao norte da Chapada Diamantina, ex-prefeito de Salvador criticou a falta de oportunidades aos jovens baianos

O pré-candidato ao Governo da Bahia ACM Neto (Democratas/União Brasil) ressaltou que é inaceitável os índices de evasão dos jovens baianos que deixam o estado para ir em busca de empregos e reconhecimento profissional em outras cidades do país ou do exterior.

“O que assistimos hoje são pessoas nascidas no interior da Bahia, que desejam exercer suas profissões no nosso estado, e não têm nenhum tipo de oportunidade”, disse Neto durante encontro em Serrolândia.

De acordo com o ex-prefeito de Salvador, é necessário criar alternativas para garantir que a força de trabalho dos jovens seja valorizada e estruturada na Bahia. ACM Neto enfatizou ainda que “é preciso levar oportunidade para todas as regiões do estado”.

“Muitas vezes, eles desejam permanecer na sua terra, mas não conseguem atingir seus objetivos e acabam buscando novos caminhos em outros lugares”, ponderou.

Para ele, a criação de empregos e a valorização do povo baiano são imprescindíveis para recolocar a Bahia no lugar de liderança socioeconômica de todo o país.

O ex-prefeito de Salvador está em viagem pelo interior da Bahia e, nesta semana, conversou com a população de Quixabeira, Várzea Nova, Várzea do Poço, Serrolândia e Jacobina.


Ex-ministro da Justiça falou em “nova forma de fazer política”

Ex-ministro da Justiça, Sergio Moro Foto: EFE/Laurent Gillieron

Após revelar o quanto recebeu durante o tempo em que atuou na consultoria Alvarez & Marsal, dos Estados Unidos (EUA), o ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, decidiu lançar um desafio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao presidente Jair Bolsonaro. Em sua conta do Twitter, ele desafiou os dois, que devem ser seus adversários nas eleições deste ano, a revelarem suas contas.

O ex-juiz levantou a #AbreAsContasBolsolula e divulgou a tag nas redes sociais.

Mais cedo, durante transmissão ao vivo, Moro disse que seu salário foi de aproximadamente 45 mil dólares por mês (cerca de R$ 240 mil). O montante divulgado pelo ex-ministro resulta em R$ 2,8 milhões brutos no período em que ficou na consultoria, além de um bônus de R$ 805,5 mil.

Ao propor o desafio, Moro disse que essa é uma “nova forma de fazer política”.

– Está lançado o desafio. Uma nova forma de fazer política está na mesa. Vai abrir as contas dos gabinetes e da rachadinha, Bolsonaro? E você, Lula? Vai abrir as contas das suas palestras e do sítio de Atibaia? #AbreAsContasBolsolula – escreveu.

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Senador ingressou com pedido no STF após decisão do presidente de não comparecer a depoimento

Senador Randolfe Rodrigues Foto: Agência Senado/Pedro França

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) ingressou, nesta sexta-feira (28), com um pedido no Supremo Tribunal Federal (STF) para que o ministro Alexandre de Moraes “adote as medidas cabíveis” contra o presidente Jair Bolsonaro (PL), após o chefe do Executivo ter decidido não comparecer a um depoimento marcado pelo ministro.

Na solicitação, Randolfe alega que o presidente teria cometido crime de desobediência por não ter cumprido uma ordem judicial. De acordo com o pedido do parlamentar, além de crime comum, esse delito também configuraria crime de responsabilidade, que poderia levar à abertura de um processo de impeachment no Legislativo.

Além disso, o senador ainda usou o documento para atacar o líder, dizendo que Bolsonaro “demonstrando seu mais cristalino desprezo pelo Poder Judiciário e reiterando seu costumeiro ataque às instituições democráticas e republicanas, optou por desobedecer a ordem exarada por Vossa Excelência [Moraes] e faltar ao depoimento”.

Moraes determinou que Bolsonaro fosse interrogado pela Polícia Federal (PF) em um inquérito que apura o suposto vazamento de uma investigação sobre um ataque hacker ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em agosto do ano passado, o presidente divulgou o tema em uma de suas lives.

O depoimento estava marcado para às 14h de sexta-feira, mas a Advocacia-Geral da União (AGU) entrou com um recurso no STF, pedindo que o caso fosse decidido pelo plenário. Moraes negou o pedido pouco depois e manteve a sua decisão de que Bolsonaro precisaria depor pessoalmente.

No recurso, a AGU argumentou “que ao agente político é garantida a escolha constitucional e convencional de não comparecimento em depoimento em seara investigativa”. Moraes porém, não concordou com a justificativa da AGU e defendeu que Bolsonaro teria o direito de permanecer em silêncio, mas não de deixar de comparecer à oitiva.

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Ministro do STF não reconheceu agravo apresentado à Corte pela AGU

Presidente Jair Bolsonaro ao lado do ministro Alexandre de Moraes, do STF Foto: PR/Marcos Corrêa

Após Jair Bolsonaro decidir não depor à Polícia Federal (PF) e recorrer ao plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Alexandre de Moraes “ignorou” a iniciativa do presidente.

De acordo com a CNN Brasil, Moraes não reconheceu o agravo apresentado à Corte pela Advocacia-Geral da União (AGU) e manteve o depoimento, que estava marcado para ocorrer nesta sexta-feira (28).

Na quinta-feira (27), o ministro do STF havia determinado que o presidente fosse depor na Superintendência da Polícia Federal de Brasília, no âmbito da apuração de um suposto vazamento de um inquérito sigiloso sobre um ataque hacker a computadores do TSE.

O inquérito foi aberto em agosto de 2021, após Bolsonaro divulgar, durante transmissão ao vivo pelas redes sociais, uma cópia de um inquérito referente a uma investigação sigilosa da PF sobre um ataque hacker ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O ataque ocorreu em 2018.

No agravo enviado ao STF, a AGU afirmou ter pedido “reconsideração da decisão” e ainda que o recurso fosse “submetido ao plenário [da Corte], a fim de que seja reformada a decisão gravada, explicitando-se que ao agente político é garantida a escolha constitucional e convencional de não comparecimento em depoimento em seara investigativa”.

Moraes, no entanto, afirmou que o prazo para entrar com o recurso já havia passado. Além disso, o ministro lembrou que “diferentemente do que estranhamente [foi] alegado pela AGU no presente agravo – que, ao formular o pedido de dilação do prazo para a sua oitiva –, o presidente concordou expressamente com seu depoimento pessoal”.

A decisão pode ser vista aqui.

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Em suas redes sociais, parlamentar citou uma “sabotagem” do governo e ainda a “explosão” de casos diários de Covid-19

Senador Renan Calheiros Foto: EFE/Joédson Alves

Nesta sexta-feira (28), o senador Renan Calheiros (MDB-AL) utilizou as redes sociais para defender a necessidade de uma nova Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid. Em sua conta do Twitter, ele disse que a medida é necessária devido à “sabotagem” do governo e também por causa da “explosão” de casos diários de Covid-19.

Renan Calheiros foi relator da CPI da Covid, que teve seus trabalhos concluídos no final de outubro do ano passado. O relatório final chegou a pedir o indiciamento de 78 pessoas e de duas empresas. Um dos nomes na lista é o do presidente Jair Bolsonaro.

Ao pedir uma nova CPI, o senador afirmou que “há fatos novos”.

– Diante da sabotagem diária do governo, os novos casos de infecção explodem. Vacinem-se, usem máscara e evitem aglomerações. Há fatos novos, e uma outra CPI é necessária – apontou.

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Foto: Reprodução/Redes Sociais

A campanha de Sergio Moro cancelou uma entrevista para a Rádio Nazaré FM, da Bahia, após encontrar uma imagem no Instagram da emissora que anunciava a participação de Ciro Gomes no mesmo programa. A informação é do portal Metropoles.

Segundo integrantes da campanha de Moro, a rádio informou que alguém do PDT telefonou para solicitar a participação de Ciro no programa que receberia o ex-juiz. Mas a assessoria de Ciro nega. De acordo com a campanha do PDT, o presidenciável foi convidado para conceder a entrevista por telefone e não foi informado sobre qualquer debate ou sobre a participação de Moro.

A Rádio Nazaré FM declarou que a presença dos presidenciáveis no mesmo dia “não passou de uma coincidência” e que Moro e Ciro dariam entrevistas em horários distintos.

No início de janeiro, Ciro Gomes usou uma fala de Moro, durante entrevista à Rádio Metropole, para pedir que Mário Kertész organizasse um debate entre os dois candidatos.

*Metro1


Ex-prefeito de Salvador falou aos jornalistas durante coletiva de imprensa em Jacobina

Foto: Divulgação

Pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (Democratas/União Brasil) enfatizou, nesta quinta-feira (27), a necessidade da criação de planos estratégicos capazes de fomentar o turismo sustentável e valorizar os produtores locais da região norte da Chapada Diamantina. A manifestação aconteceu durante visita à cidade de Jacobina.

De acordo com ACM Neto, esses são temas fundamentais para garantir um crescimento econômico inteligente – com investimentos e geração de empregos locais – e recolocar a região no centro do desenvolvimento de todo o estado.

“O turismo da Bahia é muito maior que o litoral. Quando a gente vai para o interior, a gente vê um potencial enorme que não é trabalhado. É preciso se reinventar, e existe uma grande janela de oportunidade, por exemplo, no turismo ecológico. É preciso desenvolver produtos, roteiros, fomentar toda uma cadeia para oferecer serviços complementares ao ecoturismo”, ressaltou.

O ex-prefeito de Salvador fez um alerta: “Essa cadeia é enorme e, na verdade, não é trabalhada pelo estado. Existem oportunidades maravilhosas por toda Bahia. Mas apenas com a diversificação dos destinos e com planejamento é que vamos conseguir reposicionar a economia da Bahia e fomentar a geração de empregos”, disse durante coletiva de imprensa.

Neto também destacou que uma das demandas mais requisitadas pela população é a criação do Mercado do Produtor de Jacobina. Para ele, é inaceitável que, em 16 anos do governo do PT, nada tenha sido feito para atender um núcleo tão importante para o desenvolvimento socioeconômico da região.

“São muitas promessas feitas à população baiana que não foram realizadas. Tudo isso estará no centro do debate desse ano. Não sou político que faz campanha exclusivamente na base da crítica. Não tenho preocupação em manter os projetos que estão acontecendo e dão certo. Mas, tendo em vista a importância desse equipamento para a economia da cidade, nada justifica o governo do estado não realizar essa implementação. Jacobina é uma cidade que se tornou um grande pólo, e nós temos que aproveitar esses pólos regionais para garantir a posição de liderança de cada uma dessas cidades”, ponderou.

“Mas nada vai dar certo ou acontecer se a Bahia continuar tendo a pior educação do Brasil. O ensino médio do estado é o último do país. Esse é o legado que o PT vai deixar depois de 16 anos no governo. Não dá pra achar que vamos liderar sem ter as pessoas devidamente qualificadas. E isso se faz com investimentos na base de formação e educação”, avaliou durante o encontro.

#PelaBahia

ACM Neto lembrou ainda que o projeto #PelaBahia foi criado com o intuito de percorrer o interior do estado para conversar, escutar os anseios da população e pensar, projetar e estruturar programas estratégicos para o futuro da Bahia.

“Hoje temos um estado desigual, pobre, mas que tem um potencial enorme. Mas a força de trabalho do seu povo não está sendo bem aproveitada. Nós precisamos de um olhar regionalizado”, falou.


Chefe do Executivo deu declaração durante sua tradicional live realizada nesta quinta-feira

Bolsonaro durante coletiva de imprensa Foto: PR/Estevam Costa

Durante sua tradicional live realizada nesta quinta-feira (27), o presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que uma nova vitória do ex-presidente Lula (PT) não seria um retrocesso, mas ” um crime que se vai fazer reconduzindo à cena do crime um cara que comandou o país por oito anos”.

Na transmissão, Bolsonaro levou o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, para comentar casos de mau uso de dinheiro público no banco público nas gestões petistas. Os dois citaram empréstimos concedidos à JBS, que teria usado a verba para financiar campanhas eleitorais.

– Foram fantásticos em obras fora do Brasil, em especial ditaduras – apontou Bolsonaro.

Os empréstimos feitos a governos alinhados com a filosofia petista, como Cuba, também foram citados na live. De acordo com Montezano, o Brasil, por meio do BNDES, emprestou R$ 3,6 bilhões para a ilha caribenha com charutos como garantia.

– Cuba deixou em garantia recebíveis de venda de charuto doméstico. Se não pagasse, o governo brasileiro iria lá em Cuba penhorar a venda de charuto – completou o presidente do banco.

*Com informações AE