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Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles.

O presidente Jair Bolsonaro participou hoje (21) do lançamento de medidas de incentivo à produção e ao uso sustentável do biometano. O combustível renovável é obtido pela purificação do biogás e pode substituir o gás natural, o diesel e a gasolina.

Após entrevista no jardim do Palácio da Alvorada, Bolsonaro dirigiu um trator movido a biometano até o Palácio do Planato. Ele levou aproximadmente dez minutos para fazer o trajeto de cerca de quatro quilômetros entre a residência oficial e o Planalto.

O ministro de Meio Ambiente, Joaquim Leite, assinou portaria que cria o Programa Nacional de Redução de Emissões de Metano, o Metano Zero, que representará avanços na geração e no aproveitamento de biometano a partir de resíduos urbanos e rurais.

“O programa Metano Zero trata o lixo da cidade, o lixo do campo. São resíduos de aves, suínos, cana de açúcar, laticínios e aterros sanitários. Tudo isso para gerar o biogás, que gera energia, e o biometano, que gera o combustível para veículos pesados. Teremos a oportunidade de andar em caminhões, tratores e ônibus movidos a biometano, reduzindo o custo de combustível”, afirmou Leite.

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, assinou portaria que inclui investimentos em biometano no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento de Infraestrutura (Reidi). A portaria isentará novos projetos da cobrança de PIS/Cofins para aquisição de máquinas, materiais de construção e equipamentos. Contribuirá, assim, para a construção de novas plantas de produção do biocombustível, ampliando a oferta e causando impacto positivo na sustentabilidade energética e ambiental.

“Estamos dando novo passo para a consolidação de um mercado aberto e competitivo que buscamos, ao proporcionar aos investidores de bioenergia a mesma condição de que já dispunham os produtores de gás natural”, afirmou Albuquerque.

De acordo com o governo federal, a inserção do biometano vai proporcionar a construção de novas plantas para produção do combustível, aumentando a oferta do produto e a instalação de corredores verdes para abastecimento de veículos pesados, com impacto na redução de emissões de gases de efeito estufa. O total de investimento previsto é superior a R$ 7 bilhões, com geração de pelo menos 6.500 empregos, na construção e operação das novas unidades. A ideia é construir 25 novas plantas em seis estados (SP, RS, SC, GO, MT, MS).

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que em pouco tempo o país poderá ter o equivalente a quatro vezes aquilo que recebe da Bolívia em gás, sem impostos. “Se o homem do campo vai fazer algo para gerar energia, não vai pagar PIS, Cofins, tampouco o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços. Ou seja, é uma energia que, além de própria, não tem esse custo elevado na ponta da linha que temos com impostos”.

Informações Agência Brasil.


O pré-candidato ao Governo do Estado ACM Neto (União Brasil) voltou a criticar, nesta segunda-feira (21), as gestões petistas na segurança pública e afirmou que mais de 290 municípios da Bahia têm apenas dois policiais, em entrevista ao programa Brasil Urgente, da TV Band Bahia. O número representa quase 70% do total de cidades do Estado.

“Mais de 290 municípios da Bahia têm apenas dois policiais, quando não têm ninguém. Imagine o que é uma cidade com extensão territorial grande apenas com dois policiais se revezando para tomar conta do município todo. É impossível. A gente chega em muitos lugares, quem está botando combustível nas viaturas para ela não parar é o prefeito”, disse.

“Então, vai ser preciso ter investimento. Vamos ter que fazer concurso para contratar novos profissionais, vamos ter que melhorar a remuneração dos policiais, trazer tecnologia, olhar no Brasil que está dando certo e trazer pra Bahia. Porque lugar de bandido vai ser na cadeia”, acrescentou o ex-prefeito de Salvador.

Neto voltou a destacar que o governo petista tem transferido responsabilidade na área, ao citar questões nacionais. Contudo, ele pontuou que outros estados conseguiram reduzir os índices de criminalidade, enquanto a Bahia vai na contramão e tem registrado aumento e se mantém na liderança do ranking de homicídios.

Debate – O pré-candidato ainda confirmou sua participação no primeiro debate para a disputa pelo governo, que será realizado pela Band no dia 7 de agosto. “Aproveitar para confirmar que vamos estar aqui nos estúdios da Band fazendo o primeiro debate para o governo do estado. Se tem uma coisa que empolga, que me deixa entusiasmado é debate, porque é a hora que o eleitor tem para confrontar os candidatos, para conhecer mais as ideias”, disse.

Pesquisas – ACM Neto comentou ainda sobre pesquisas de intenção de votos que estão sem realizadas, mas sem citar nomes de institutos. “Vão aparecer várias pesquisas fakes, que a gente tem que desconfiar para ver quem é que está contratando, onde está sendo feita, se o instituto é sério ou se não é sério, tentando iludir, enganar as pessoas. Mas quem está em casa nos assistindo sabe que na verdade a grande pesquisa a gente busca com o sentimento das pessoas nas ruas. Eu tenho andado por toda a Bahia, e só tenho a agradecer o carinho e a acolhida dos baianos”, afirmou.


Presidente Jair Bolsonaro completa 67 anos nesta segunda

O presidente Jair Bolsonaro completa 67 anos nesta segunda (21) e deve comemorar a data dentro do Palácio da Alvorada, a residência oficial da Presidência da República.

A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, faz aniversário na terça-feira (22), um dia após o presidente, e está arrecadando doações.

Informações Terra Brasil Notícias


Fernanda Montenegro disse que Bolsonaro botou os grandes artistas em “catacumbas”
Foto: gshow 

Fernanda Montenegro criticou o governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) ao falar sobre a classe artística. A atriz de 92 anos de idade não poupou palavras ao refletir sobre o que considera um desmonte na área cultural do Brasil implantada pelo PT.

“O mais simbólico desse governo foi o fim da cultura das artes. Não tem governo radical que não pare a cultura das artes. Mas estamos nas catacumbas, vivos. E não estamos extinguidos”, disse em entrevista ao jornal O Globo.

Informações Terra Brasil Notícias


“Todos subestimam Bolsonaro: assim ele virou presidente e da mesma forma será reeleito”. A afirmação acima é de Munil Adriano, presidente da Confederação Brasileira de MuayThai/Boxe Tailandês.

Nome conhecido no mundo do esporte, Munil é fundador da rede de academias Inside Muay Thai. Em 2020, Munil Adriano conquistou o segundo cinturão do SFT AWARDS — evento de MMA nacional, com algumas edições internacionais (México e Miami). No ano passado, foi indicado como melhor treinador envolvido em eventos de MMA do SFT AWARDS.

Ciente de que 2022 é um ano decisivo no cenário político do país, o empreendedor tem usado as redes sociais, especialmente o Instagram, para tecer comentários sobre as eleições presidenciais.

Para Munil, uma das principais dificuldades do governo federal se deu devido à pandemia. Consequentemente, a ideia de dar um segundo mandato ao presidente Jair Bolsonaro (PL) é mais do que aceita pela maioria da população.

Na visão dele, Bolsonaro não perdeu o fôlego, e se mantém um candidato competitivo, com chances reais de permanecer no Palácio do Planalto em 2023.

Munil Adriano acredita que as bandeiras da esquerda não representam os brasileiros.

“Já andei o país de ponta a ponta, já conheci a realidade de milhares de brasileiros em todas as regiões do país. Digo com convicção: a população é, sim, conservadora. A imprensa tenta esconder, os políticos buscam maquiar, mas a verdade está estampada nas ruas, no dia a dia das pessoas. Eu tenho certeza que Lula e a esquerda serão derrotados nas urnas”, afirma.

“É hora dos brasileiros refletirem sério, sem brincadeiras, sem voto ao acaso, sobre o país que queremos para nossos filhos, netos, para nós agora e, especialmente, daqui a alguns anos. Eu não sinto nem um pouco de saudade dos grandes escândalos de corrupção que assolavam os governos anteriores. Das figuras ditatoriais, sanguinárias e nefastas que pisavam em nossa nação sob a bandeira do comunismo. Os brasileiros sentem falta deste tempo tão sombrio? Eu tenho certeza que não! Lula, o PT e a esquerda são páginas viradas! Bolsonaro será reeleito pelo povo, com a força do povo, para governar para o povo!”, sustenta o esportista.

Informações Conexão Política


As críticas que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez às privatizações de empresas públicas e à política de preços da Petrobras são, segundo economistas ouvidos pela CNN Brasil, mais um discurso político, visando às eleições presidenciais, do que efetivamente um plano factível de governo.

O economista e professor da FGV, Gesner Oliveira, aponta uma distinção “muito clara”, no discurso do petista, entre o que é o programa para a campanha e o que é o programa para o governo. Segundo ele, há um apelo populista, no que diz parecer ser o discurso de campanha do possível candidato ao Planalto, que “gera apreensão ao poder representar um retrocesso grande”.

“Ele está usando esses símbolos, essas ideias que não têm muita substância, de que essas empresas são patrimônio do povo brasileiro. É um uso político eleitoral. O preço dos combustíveis desgasta o governo e ele usa isso”, afirma Oliveira. “Na verdade não tem nada substantivo de privatização da Petrobras, que aumentasse a concorrência, mais chance de ter preço mais barato ou mais investimento.”

Segundo a economista e professora do Insper, Juliana Inhasz, as ideias do petista, que participou de dois eventos no Paraná neste fim de semana, são contrárias às políticas de estabilização econômica esperadas para fazer o Brasil voltar a crescer.

“Minha percepção quando ele fala do reajuste da Petrobras e de privatizações é que a política que ele vai propor é a que distancia a gente cada vez mais de um Brasil próspero, mas sim [um país] com déficits e dívida cada vez maiores. A gente não pode esquecer que a maior parte da conta é paga pelos mais pobres, que é a classe que ele diz que tanto defende”, observa a economista.

Segundo Inhasz, o discurso de Lula, reflete a necessidade de o petista se firmar como uma alternativa viável. “Neste momento de crise, onde os preços sobem e a situação econômica não é boa, é o momento perfeito para ele dizer que faria diferente. Então, ele aproveita uma fragilidade da atual política econômica de gerar grandes efeitos e resultados, em que o ministério da Economia tem muito pouco ajuste a fazer”, diz Inhasz.

Lula, segundo Inhasz, cria, no entanto, “uma percepção errônea de que os reajustes de preço são oportunismos do governo ou falta de capacidade em negociar mais benefícios ao povo”.

“Ele coloca uma solução como se fosse mágica [a Petrobras absorver a alta de preços dos combustíveis], mas é pouco afetiva. A bem da verdade é essa: não seria possível fazer a absorção de tantos impactos de preços. Ainda que fosse, o custo social disso seria imenso”, avalia.

*Terra Brasil Notícias


Postagem de agosto do ano passado trazia documentos sobre a investigação do ataque hacker ao TSE

Presidente Jair Bolsonaro Foto: PR/Isac Nóbrega

O Telegram apagou, neste sábado (19), uma mensagem do presidente Jair Bolsonaro que trazia dados de uma investigação da Polícia Federal sobre um ataque hacker contra o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A medida foi uma das exigências do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para liberar o aplicativo.

A mensagem em questão referia-se a um inquérito da Polícia Federal que, segundo o presidente, comprovava que o sistema eleitoral brasileiro havia sido invadido e que era violável. No texto, o presidente compartilhou ainda quatro links, sendo um deles o inquérito da PF e outro um relatório do TSE.

– Segue os documentos que comprovam, segundo o próprio TSE [Tribunal Superior Eleitoral], que o sistema eleitoral brasileiro foi invadido e, portanto, é violável – escreveu o presidente na postagem, feita em 4 de agosto do ano passado.

Com a exclusão do conteúdo, no lugar onde antes estava a postagem feita pelo presidente agora está escrito: “Esta mensagem não pode ser exibida porque violou as leis locais”.

Mensagem de Bolsonaro foi excluída do Telegram Foto: Reprodução/Telegram Jair Bolsonaro

O BLOQUEIO
Alexandre de Moraes determinou o bloqueio do Telegram na quinta-feira (17), em decisão que veio a público na sexta-feira (18). Após a decisão, o fundador do Telegram, Pavel Durov, pediu desculpas, disse que a empresa foi negligente, culpou uma confusão com e-mails pela falta de respostas e prometeu passar a cumprir a legislação.

Diante dessa atitude do criador e da própria plataforma, Moraes proferiu uma nova decisão dando mais um prazo de 24 horas para que a plataforma cumpra as novas decisões e possa ter a oportunidade de continuar operando no país sem restrições. Entre as exigências para que o Telegram possa funcionar, Moraes elencou as seguintes:

– indicar à Justiça um representante oficial do Telegram no Brasil (pessoa física ou jurídica);
– informar ao STF, “imediata e obrigatoriamente”, as providências adotadas pelo Telegram para “o combate à desinformação e à divulgação de notícias fraudulentas, incluindo os termos de uso e as punições previstas para os usuários que incorrerem nas mencionadas condutas”;
– excluir imediatamente os links no canal oficial do presidente Jair Bolsonaro, no Telegram, que permitem baixar documentos do inquérito sobre a invasão hacker ao TSE;
– bloquear o canal Claudio Lessa, fornecer os dados cadastrais da conta ao STF e preservar a íntegra do conteúdo veiculado nesse espaço.

Informações Pleno News


Ex-senadora crê que petista “capitaneava” crimes de corrupção em seu governo

Ex-parlamentar Heloísa Helena Foto: Agência Senado/ Geraldo Magela

A ex-senadora Heloisa Helena (Rede) afirmou não ter dúvidas de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é culpado por crimes de corrupção. De acordo com ela, não há “força humana” capaz de obrigá-la a dar suporte ao presidenciável.

– Eu não tenho dúvida que uma personalidade inteligente como Lula, seria impossível que se fossem viabilizados tantos crimes contra administração pública no governo dele sem estar ele a capitanear o processo. Se for para responder de forma simplória, se é inocentou ou culpado, eu não tenho dúvida de que é culpado – declarou a ex-parlamentar em entrevista ao Uol.

Heloisa Helena garante que manterá sua visão independente das instâncias jurídicas. Ela negou, porém, que seu posicionamento proteja o ex-juiz Sergio Moro.

– Não posso mentir e dizer que considero Lula inocente. Quando as instâncias jurídicas declararam que o [Fernando] Collor era inocente, eu continuei dizendo que eu achava que ele não era. Então, isso não significa proteger o Sergio Moro ou condenar os procedimentos investigatórios legítimos que foram feitos, porque ele teve uma postura inaceitável de tratar disso politicamente – acrescentou.

A ex-senadora também manifestou sua opinião sobre a perda de direitos políticos por parte de políticos que cometeram crimes.

– Não posso dizer que, quando uma pessoa é identificada como culpada, ela tenha que ficar ad infitinum, ad eternum, sem ter seus direitos políticos, sem ter seus direitos civis, para continuar intervindo na democracia, caso ainda queira ainda se candidatar – concluiu.

Heloisa Helena chegou a ser filiada do Partido dos Trabalhadores, mas foi expulsa da sigla em 2003, após votar contra a reforma da Previdência do governo Lula. À época, a legenda a classificou como “radical”.

Informações Pleno News


Ministro Alexandre de Moraes determinou a suspensão do aplicativo de mensagens

Presidente Jair Bolsonaro Foto: Agência Brasil/José Cruz

Grupos de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro se mobilizaram para buscar alternativas à proibição do uso da plataforma Telegram pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, nesta sexta-feira (18). A rede social é uma das principais usadas por de Bolsonaro – lá, seu principal canal tem cerca de 1,1 milhão de inscritos, um número muito superior aos quase 49 mil seguidores no perfil oficial do petista Luiz Inácio Lula da Silva, por exemplo.

Na plataforma, grupos podem ter até 200 mil usuários; canais de transmissão podem ter audiência ilimitada.

Apoiadores divulgavam, principalmente, formas de como usar uma rede virtual privada (VPN) ou de ter acesso a um proxy. Ambos têm a mesma finalidade: mascarar a origem de acesso de um internauta. Uma pessoa no Brasil pode simular que está usando a internet em outro país.

Na ordem de Moraes, pessoas naturais e jurídicas que usarem “subterfúgios tecnológicos” para continuarem a usar o Telegram estarão sujeitas a “sanções civis e criminais”, e multa diária de R$ 100.000.

A ação foi recomendada por influenciadores como o jornalista Allan dos Santos, que teve sua conta original bloqueada no Brasil em 26 de fevereiro. Quando banido, Allan dos Santos criou uma conta alternativa e informou que quem estava em outro país ou usava uma VPN conseguia ter acesso ao canal original.

O influenciador Bernardo Küster divulgou em seu canal com mais de 60 mil seguidores o uso de proxy como alternativa para o uso do Telegram. Ele postou duas possíveis alternativas de proxy, com endereços para Estados Unidos e outros países europeus.

– Nesse novo Brasil, aprenda a usar VPN e criar uma conta no Gettr e no Clouthub – escreveu Allan dos Santos às 16h06 desta sexta-feira em sua conta alternativa na rede, que ainda estava ativa e tinha cerca de 50 mil inscritos.

Poucos minutos depois, ele foi novamente banido da plataforma.

O Gettr se define como uma rede social que “rejeita a censura política e a ‘cultura do cancelamento’”. Ela tem o apoio direto de Bolsonaro, seus filhos e influenciadores, que estão presentes na plataforma. O Clouthub é uma outra rede para o qual grupos de direita migraram em massa.

Apoiadores de Bolsonaro nos grupos criticaram Alexandre de Moraes com xingamentos e alguns protestaram contra o que chamaram de inação do presidente sobre o tema.

Administradores de páginas em apoio a Bolsonaro criaram canais na rede social Discord para que os seguidores migrassem. O Discord é uma plataforma que permite que usuários se comuniquem por texto e por voz. Apenas membros dos grupos podem saber o conteúdo das mensagens.

*AE


Em entrevista à rádio Metrópole, pré-candidato a governador afirmou ainda que pretende montar uma equipe técnica qualificada na pasta

O pré-candidato a governador ACM Neto (União Brasil) afirmou nesta sexta-feira (18), em entrevista à rádio Metrópole, que, se for eleito, não vai colocar nenhum político na Secretaria da Educação do Estado. Ele ainda destacou que pretende montar uma equipe técnica qualificada na pasta e frisou que há duas frentes que precisam ser atacadas: gestão e qualidade do ensino.

“Se Deus me permitir ser governador, não colocarei nenhum político na Secretaria de Educação. Vou montar uma equipe técnica qualificada, já estamos na verdade fazendo um estudo profundo do que está dando certo no Brasil. Eu falei aqui para você do Ceará, de Pernambuco, de Goiás, de São Paulo. Estamos estudando o que está dando certo no Brasil para trazer para a Bahia”, disse.

Neto destacou o desafio do modelo de gestão levando em conta o gigantismo da Bahia. Na outra frentre, frisou que é preciso interferir na qualidade do ensino. Ele ainda pontuou que o Estado terá uma oportunidade que não pode ser desperdiçada com os R$ 9 bilhões dos precatórios para aplicar na educação.

“O caminho não é apenas construir escola. O PT passou 15 anos e não construiu nenhuma escola. Agora, no último ano, começou a construir algumas escolas por aí. Ainda bem que pelo menos no último ano começaram a fazer. Só que esse não é apenas o único caminho. Nós estamos estudando, inclusive, uma proposta de constituir um fundo para aproveitar uma parte desses R$ 9 bilhões desses recursos que estão vindo dos precatórios pra fazer parceria com os municípios e intervir conjuntamente na formação do aluno desde as primeiras séries”, afirmou.

Neto ainda lembrou que, quando assumiu a Prefeitura de Salvador, a educação tinha um dos piores índices do país. “Então a gente estabeleceu um foco, vamos oferecer vagas, vamos matricular e vamos começar a ensinar as crianças de quatro, cinco anos que estavam fora da escola. Resultado: nós tiramos Salvador de uma das últimas posições do Brasil e trouxemos para primeiro lugar, universalizamos o acesso à pré-escola”, pontuou.

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