Dirigido por Lázaro Ramos e estrelado por Taís Araujo, o filme Medida Provisória chegou em 14 de abril de 2022 aos cinemas.
Em suas redes sociais, Mario Frias escreveu sobre a “Hipocrisia de Lázaro Ramos”, por ser um crítico ferrenho do atual governo e captar recursos públicos para o seu filme.
“A hipocrisia de Lázaro Ramos.
Lázaro Ramos recebeu 2,7 milhões de reais para montar um filme que não passa de propaganda ideológica contra o governo Bolsonaro.
Ele quer ser um crítico do sistema, mas financiado pelo sistema. É a personificação da hipocrisia da esquerda.
Não bastando o financiamento milionário, Lázaro também ingressou com pedido para que a Ancine fosse obrigada a distribuir sua peça de propaganda ideológica nas salas de cinema, o que permitiria que o mesmo fosse lançado em mais salas.
A Agência não recusou em nenhum momento o pedido, porém, abriu análise para tal pleito, que foi “divulgado” pelo diretor como sendo uma ação de “censura” do Governo Federal, tão somente porque a vontade de Lázaro não foi atendida imediatamente.
A luta ideológica dos críticos do sistema é uma grande farsa. Um teatro muito ruim, prova disso, é o casal Thais Araújo e Lázaro Ramos que na semana passada dedicava seu tempo a denegrir a imagem do governo com ataques infundados, mas que se beneficiaram desse mesmo governo para bancar seu filminho ideológico”, escreveu Mario Frias.
Após se filiar ao partido Solidariedade, o ex-deputado estadual e pré-candidato Carlos Geílson disse que a mudança “perpassa por espaços e possibilidades”. Segundo ele, o objetivo é almejar novos ares e outros caminhos. As afirmações foram dadas em entrevista ao programa Rotativo News, nesta quinta-feira (28).
“Buscar algo novo, uma remotivação na política, andar em novos ares e respirar em outro ambiente, acho que tudo isso fez com que pavimentasse o nosso caminho para ingresso no Solidariedade. O mais importante nisso tudo é que eu estou feliz. Passei pelo PSDB, deixei portas abertas, não tenho inimizades, mas era um partido onde nós observávamos algumas cartas marcadas na eleição de outubro que vem, e preferimos buscar outras alternativas, e entre essas, o Solidariedade foi o que melhor se encaixou”, revelou.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (28/4) que a decisão da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a parcialidade da Lava-Jato foi uma “lavagem de alma” e que o ideal seria “se pudesse tirar o (presidente Jair) Bolsonaro (do poder) e me colocar no lugar”. A fala foi dada em evento da Rede Sustentabilidade no qual a legenda anunciou oficialmente o apoio à pré-candidatura de Lula à Presidência.
“A ONU deu 180 dias para o governo brasileiro se manifestar. O ideal seria se [a ONU] pudesse tirar o Bolsonaro e me colocar no lugar”, afirmou o ex-presidente. Ele ainda disse que gostaria de um pedido de desculpas “da imprensa, que dizia que eu era um bandido”.
O Comitê de Diretos Humanos da ONU divulgou hoje relatório no qual conclui que a atuação de Moro nas ações contra Lula no âmbito da Lava-Jato foram parciais e que o ex-presidente teve seus direitos políticos violados ao ser impedido de concorrer nas eleições de 2018.
O ex-presidente participou de evento da Rede Sustentabilidade com o mote “Rede com Lula”, nesta quinta. No evento, o partido declarou oficialmente seu apoio ao petista, sendo a primeira sigla de fora da federação com o PT a fazê-lo.
Para aliados, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) que o STF reconhecerá que cabe ao Legislativo a palavra final sobre a perda de mandato de parlamentares condenados. A informação é da coluna do jornalista Igor Gadelha, da Metrópoles.
A decisão do Supremo deve vir como resposta a um recurso apresentado pelo próprio Lira à Corte na semana passada, no mesmo dia em que ela condenou o deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ).
Com base nessa previsão sobre o STF, Lira avisou a parlamentares que não pautará na Câmara o projeto de resolução protocolado por aliados de Silveira que visa dificultar a cassação do colega.
O presidente da Câmara também passou a procurar deputados do Centrão para pedir que não apoiem outras iniciativas de bolsonaristas que, de alguma forma, afrontem o Supremo.
Ex-prefeito lidera em todos os cenários; no estimulado candidato do União Brasil tem mais do que o triplo das intenções de votos que todos os concorrentes somados
Nova pesquisa divulgada nesta quinta-feira (28) revela que o ex-prefeito ACM Neto (União Brasil) ampliou a vantagem sobre seus adversários na disputa da sucessão estadual. Levantamento feito pelo Informe Baiano/Séculus mostra que no cenário estimulado (quando os nomes dos candidatos são apresentados), ACM Neto tem 61,54% das intenções de voto, contra 11,26% de Jerônimo Rodrigues (PT). Na sequência, aparecem o deputado federal João Roma (PL) com 5,47%. Os professores Kleber Rosa (PSOL) e Giovani Damico (PCB) assinalam 0,77% e 0,45%, respectivamente. Nenhum/nulo somam 8,30% e não sabem/não opinaram, 11,90%.
No cenário espontâneo (quando não são apresentados os nomes dos candidatos), ACM Neto lidera com folga, com 39,19%. Jerônimo Rodrigues (PT) soma 9,40% e João Roma (PL) tem 5,21%. Não sabem/não opinaram somam 43,31% e nenhum/nulo, 0,39%.
Mesmo quando os nomes dos candidatos são apresentados aos eleitores junto com seus apoiadores, ACM Neto mantém a dianteira. O ex-prefeito de Salvador, como candidato independente, aparece com 56,05% das intenções de voto, contra 19,43% de Jerônimo Rodrigues e 7,85% do deputado João Roma. Os dados da pesquisa em todos os cenários apontam para a vitória de ACM Neto no primeiro turno.
A pesquisa Informe Baiano/Séculos foi realizada entre os dias 20 e 22 de abril. Foram ouvidos 1.526 pessoas com 16 anos ou mais de forma presencial, em 72 municípios baianos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob nº BA-09727/2022.
Na última segunda-feira (25), o Instituto Paraná também confirmou o favoritismo do ex-prefeito da capital baiana. De acordo com o levantamento, ACM Neto aparece com 55,4% das intenções de voto, mais do que o dobro da soma dos votos de todos os concorrentes.
Em evento nesta quarta-feira (27), presidente afirmou que alguns do STF estão mandando e desmandando no Brasil
Presidente Jair Bolsonaro Foto: Isac Nóbrega/PR
Em novas críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que a Corte interferiu no Congresso durante a votação da proposta do voto impresso, derrotada no Legislativo. A declaração foi feita em evento no Palácio do Planalto batizado de Ato Cívico pela Liberdade de Expressão.
– Alguns do STF estão mandando e desmandando no Brasil – apontou..
Bolsonaro também voltou a dizer que “é preciso ter maneira para a gente confiar nas eleições”.
– Não pensa que uma possível suspeição de eleição vai ser apenas para voto a presidente (…) Normalmente, é o chefe do Executivo que trabalha para fraudar eleições – afirmou.
O presidente também lembrou que uma consultoria contratada pelo PSDB nas eleições de 2014 teria dito que a urna brasileira é inauditável. O então candidato derrotado do partido, Aécio Neves, também questionou o resultado das eleições, em que perdeu para Dilma Rousseff (PT).
De acordo com o chefe do Executivo, as eleições de 2020 não poderiam ter ocorrido sem a conclusão de um inquérito que apurou suposta invasão a servidores do TSE em 2018.
– Queríamos que o inquérito aberto em novembro de 2018 tivesse seu deslinde, queremos seu parecer, ministro Barroso – provocou Bolsonaro, segundo quem os problemas no Judiciário serão resolvidos “com o tempo.
O presidente ainda defendeu o perdão concedido ao deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ), em decreto publicado menos de 24 horas após o STF condenar o parlamentar a 8 anos e 9 meses de cadeia por ataques à democracia e às instituições.
Ele ainda reiterou que o perdão será cumprido, mas reconheceu que foi alertado de que a medida traria desgastes com o Supremo.
– Se coloquem no lugar do deputado Daniel Silveira – pediu o chefe do Executivo, dizendo que parlamentares têm “liberdade máxima”.
Em seguida, lembrou que respondeu processos na Câmara por suas declarações enquanto deputado federal.
Forças Armadas no TSE Bolsonaro voltou a levantar suspeitas sobre a lisura do sistema eleitoral brasileiro e sugeriu que as Forças Armadas possam contabilizar os votos junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
– Que no duto que alimenta a sala secreta do TSE, ao final da eleição, os computadores, seja feita ramificação um pouco à direita para que tenhamos um computador das Forças Armadas para controlar votos no Brasil – afirmou.
Em seguida, lembrou que ele é o comandante em chefe das Forças Armadas.
Sobre o encontro com a equipe do WhatsApp ocorrido mais cedo, no qual a empresa confirmou que só lançará os megagrupos após as eleições, Bolsonaro declarou que o assunto está resolvido.
Deputado afirmou que é preciso uma “imaginação muito fértil” para tentar tirá-lo da eleição
Deputado federal Daniel Silveira Foto: Câmara dos Deputados/Reila Maria
Nesta quarta-feira (27), o deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) afirmou que, pela lei, nada o impede de disputar as eleições em outubro. A declaração foi dada após durante conversa com jornalistas.
Silveira foi condenado, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a oito anos e nove meses de prisão por “críticas” a membros da Corte. Os ministros também determinaram a cassação do mandato, o pagamento de multa e a perda dos diretos políticos do deputado. No entanto, o presidente Jair Bolsonaro editou um decreto concedendo um perdão ao parlamentar.
A inelegibilidade de Daniel Silveira ainda não está definida, mas o deputado disse que é preciso “imaginação” para tirá-lo das eleições.
– Pela Lei, nada me impede. Só se tiver uma imaginação muito fértil para tentar me tirar da eleição. Pela Lei, nunca – destacou.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, negou na quarta-feira (27) um pedido feito por deputados federais para investigar o ex-presidiário Lula (PT) por incitar militância a pressionar parlamentares e suas famílias em casa.
Em evento no começo deste mês, o petista afirmou que, em vez de ir a Brasília fazer atos públicos, os trabalhadores e movimentos sindicais deveriam “mapear” o endereço de cada deputado e comparecer em sua porta, com um grupo de 50 pessoas, para “incomodar” a sua “tranquilidade”.
Ao STF, os deputados alegaram que a manifestação de Lula foi antidemocrática e que ele “praticou o crime previsto de incitação à abolição violenta do Estado Democrático de Direito e perseguição”.
Eles também pediram que o petista fosse obrigado a manter distância mínima de 300 metros de “qualquer parlamentar, de suas residências e da sede do Congresso”.
Ao negar o pedido, Lewandowski afirmou que Lula não tem foro privilegiado e disse que a reportagem citada no pedido de investigação feito pelos deputados “se limita à transcrição de alguns poucos fragmentos de declarações supostamente proferidas durante evento de caráter político eleitoral, de resto totalmente descontextualizadas”.
Visitando Brasília com outros prefeitos para viabilizar investimentos para a Saúde e Infraestrutura de Anguera, o prefeito Mauro Vieira conseguiu viabilizar R$ 3 milhões para esses setores do município.
Vários prefeitos do país estão na Capital Federal buscando a redução da alíquota do INSS além de de outras reivindicações de melhorias para os municípios.
Mauro e outros prefeitos baianos articiparam do 1° dia da XXIII Marcha de Prefeitos do Brasil, juntos com o presidente da UBP, prefeito de Jequié, Zé Cocá, prefeito de Serra Preta, Franklin Leite, prefeito de Ipecaetá, Junior Piagio, prefeito de Conceição da Feira, João de Furão e o prefeito de Santanópolis, Vitor do Posto.
Mauro Vieira visitou ainda o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), afim de solucionar as pendências da Creche Escola da comunidade da Areia e solicitando repasse das futuras Escolas e Creches da comunidade de Guaribas e a Sede.
“Essa reivindicação vai proporcionar aos municípios um serviço público eficiente. É de extrema importância o atendimento a essa pauta, para os deputados e senadores sancionarem”, ressaltou Mauro.
Em entrevista coletiva para youtubers e canais de esquerda nessa terça-feira (26), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a falar em controle da mídia. O petista afirmou que o que ele chama de “regulação da mídia” visa “adequar as necessidades da sociedade” e combater o funcionamento da “indústria de fake news“.
Ao responder a uma pergunta sobre comunicação, Lula disse que a proposta da regulação da mídia esteve em pauta durante os governos dele e da então presidente Dilma Rousseff (PT). Os projetos, porém, não foram adiante.
“Nós fizemos uma proposta de comunicação, depois eu volto na nossa questão, que não foi uma proposta do [ex-ministro] Franklin Martins ou do Lula. Foi uma proposta de uma reunião que juntou mais de 3.000 pessoas a nível nacional. Juntou donos de canais de televisão – só não participaram a Globo e o SBT. Mas participaram mais de 2.000 rádios populares, participaram outras rádios importantes, participarão televisões. Tinha mais de 3.000 pessoas que aprovaram”, relatou o petista.
Ele acrescentou que o documento aprovado na ocasião foi transformado em uma “proposta de regulação dos meios de comunicação”. O ex-presidente lembrou que o tema não foi levado ao Congresso.