Bolsonaro terá agenda cheia na Bahia e Roma confirma presença de presidente no 2 de Julho
Foto: Alan Santos / PR

O presidente Jair Bolsonaro (PL) terá uma agenda cheia no final desta semana na Bahia. O chefe do Executivo tem compromissos marcados em Feira de Santana, Cruz das Almas e no estaleiro Enseada, em Maragogipe, no dia 1º de julho, e em Salvador participa de uma motociata no dia 2 de julho, feriado que marca a Independência da Bahia. Ao final, o presidente também deve participar da Festa do Vaqueiro, no município de Curaçá, no sertão do São Francisco. A última agenda ainda não foi confirmada.

andança do presidente na Bahia foi confirmada pelo deputado federal e pré-candidato ao governo da Bahia, João Roma, nesta segunda-feira (27), durante entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na rádio Salvador FM. “Teremos a motociata da Independência, teremos uma série de eventos. Na semana passada comentou-se até que ele ia participar dos festejos juninos, não deu para encaixar na agenda, ele esteve em Caruaru [Pernambuco] e Campina Grande [Paraíba], mas nessa semana ele vem a Salvador. E a programação começa da seguinte forma: nós vamos a Feira de Santana, de Brasília direto para Feira, de lá participaremos de uma solenidade com vários itens, desde novos anúncios a cerca do Auxílio Brasil, como também o convênio de dessalinizadores com mais de 30 municípios baianos, que é a instalação de dessalinizadores movidos a energia solar”, disse Roma.

“Mas o evento principal é justamente as obras do rodoanel de Feira de Santana. Feira é a maior cidade do interior do Nordeste brasileiro, tirando as capitais, a interligação de quatro BRs, esse rodoanel é esperado por décadas pela população. Cabe lembrar que o ex-presidente Lula inclusive chegou a anunciar mas não avançou na obra e agora com Bolsonaro vamos efetivamente ver as máquinas na pista trabalhando no rodoanel de Feira de Santana. Esse é o primeiro momento”, acrescentou o ex-ministro da Cidadania.

De acordo com João Roma, ao final dos compromissos de sexta-feira (1º), Bolsonaro vai pernoitar em Salvador para participar da “Motociata da Independência” no sábado pelo manhã, durante o 2 de julho.

“De lá faremos uma visita a Cruz das Almas, o prefeito Ednaldo falou diretamente com o presidente Bolsonaro no dia que estava comigo, e vamos também visitar um estaleiro em Seabra, no Rio Paraguaçu, que chegou a interromper as atividades, todos conhecem a história que foi investido ali e problemas que ocorreram no passado e no ano passado conseguimos com o ministro Tarcísio de Freitas a mudança do estaleiro em si para um complexo industrial portuário. […] Pernoite em Salvador, no sábado pelo manhã, no dia 2 de julho, e o presidente vai participar conosco da motociata da Independência. A concentração será em frente a Arena Fonte, no Dique e daremos sequência até o estacionamento que fica ao lado do Parque dos Ventos. E logo depois, ainda a confirmar, devo ir com o presidente para a festa do Vaqueiro em Curaçá, no sertão do São Francisco”, finalizou Roma.

Questionado sobre a logística para definição do roteiro do presidente no Estado, Roma aponta que mesmo não tendo sido vencedor na Bahia nas últimas eleições, Bolsonaro tem tratado os baianos com “respeito e carinho”. “Mesmo o presidente Bolsonaro não tendo sido o vencedor das eleições no estado da Bahia nas últimas eleições, ele tem tratado a Bahia com muito respeito e carinho. Um exemplo disso é o investimento que tem sido alocado no Estado. Você observa que durante todo o período em que o PT levou a confiança e o voto dos baianos, enquanto ele esteve em Brasília ele não entregou 1 km sequer de BR duplicada no Estado da Bahia. Já com Bolsonaro nós vemos as obras chegando, a 116 já chegou duplicada até a cidade de Santa Bárbara. Tudo isso são vantagens para o povo baiano. A ferrovia Oeste-Leste, a Fiol, as pessoas nem acreditavam mais que essa obra sairia do lugar e hoje está literalmente entrando nos trilhos. Vai ser toda uma mudança na estrutura logística da Bahia”, disse.

*Bahia Notícias


O pré-candidato a deputado federal pelo União Brasil, Zé Chico, realizou na noite desta terça-feira (21), uma reunião ampliada, que foi bastante prestigiada por dezenas de lideranças de Feira de Santana e região.

A reunião aconteceu no espaço de eventos do restaurante Kilogrill, no bairro Kalilândia, que ficou lotado e contou com a presença do ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho e do vice-prefeito Fernando de Fabinho. Além disso, o encontro foi prestigiado por ex-prefeitos de cidades da região.

Diversas outras autoridades, a exemplo dos vereadores José Carneiro Rocha e Petrônio Lima, representando o deputado José de Arimateia, a secretária de Políticas para as Mulheres, Gerusa Sampaio, o secretário de Agricultura, Pedro Américo e dos pré-candidatos a deputado estadual, Carlos Geilson, Pablo Roberto e Vânia Silva, viúva do Irmão Lázaro.

O encontro foi marcado pela confraternização de lideranças que acreditam e apoiam o projeto político de Zé Chico. “Conheci um homem que norteou ainda mais a minha vida. Que me mostrou a retidão que ele trabalha. E esse homem é José Ronaldo de Carvalho”, destacou o pré-candidato a deputado federal.


Pré-candidato ao governo quer buscar novas formas de financiar o projeto e considera “uma piada” promessa do PT de entregar a obra em 2013

O pré-candidato a governador ACM Neto (União Brasil) disse nesta terça-feira (21) que pretende, caso seja eleito, constituir imediatamente um grupo de trabalho para reavaliar todo o projeto e os custos da obra da Ponte Salvador-Itaparica. Ele disse ainda que considera “uma piada tudo o que o PT fez esse tempo todo, dizendo que ia inaugurar a ponte em 2013”.

“Gastaram muito dinheiro em relação à ponte, com estudos, com criação do projeto, com tudo isso, e está aí tudo parado. Quem prometeu entregar a ponte em 2013 foi Jaques Wagner. Quem fez propaganda da ponte esse tempo todo, inclusive botando outdoor na cidade, foram Jaques Wagner e Rui Costa”, disse o ex-prefeito de Salvador em entrevista à rádio CBN.

Segundo Neto, a criação do grupo de trabalho é para entender se o projeto é, de fato, viável para os cofres do estado: “Para avaliar todos os números do projeto e, se houver viabilidade econômica, se ele se colocar de pé, aí sim vamos fazer. Mas, se a gente tiver que sacrificar todo o dinheiro do estado em um só projeto, não vamos”.

“O nosso desejo é fazer. Agora, não pode onerar o estado a ponto de inviabilizar todo o resto. Tem como a gente buscar uma melhor equação de financiamento? Tem como a gente buscar recursos de organismos internacionais multilaterais? Tem como a gente ter uma relação com o governo federal diferente, para que ele pague uma parte da conta? Tudo isso a gente vai tentar correr atrás”, completou.

Metrô e VLT
Ainda sobre mobilidade, ACM Neto criticou a postura do governador Rui Costa que, segundo ele, não se reúne com o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), para discutir a integração do metrô com os demais modais de transporte da capital, sobretudo o BRT, que será inaugurado em breve.

“O prefeito, desde o ano passado, pede uma audiência com o governador e ele não recebe o prefeito da capital. Isso não existe. Vou fazer totalmente diferente. Vamos sentar governador e prefeito para que a gente redesenhe essa questão do sistema de transporte de Salvador. Vamos buscar um papel colaborativo, enxergar ônibus, metrô, VLT e BRT de uma forma conjunta, o sistema tem que ser único. E vamos ver que conta cada um paga para que o sistema possa, efetivamente, melhorar”, disse.

Ainda sobre o tema, ACM Neto disse que é favorável à criação do VLT, modal que deve ser instalado no Subúrbio Ferroviário de Salvador, substituindo os trens. A obra, porém, ainda não foi iniciada. “Não sei como ficou o reequilíbrio econômico desse projeto, o que sei é que isso estava no Tribunal de Contas do Estado. Se for viável economicamente, é um projeto que nós pretendemos preservar”, disse.


O ministro Ricardo Lewandowski, relator no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de uma consulta sobre a possibilidade de múltiplas candidaturas ao cargo de senador dentro das chapas que serão criadas para os cargos de governador e vice-governador, considerou que os partidos coligados podem lançar mais de um nome para concorrer ao Senado.

Em maio, o deputado federal Delegado Waldir (União Brasil-GO) enviou uma consulta ao TSE questionando se partidos coligados no pleito para a chefia do governo estadual podem lançar separadamente candidatos ao Senado ou se a chapa deveria ter apenas um nome na disputa.

No seu voto, Lewandowski disse que “os pleitos para o governo do estado e para o Senado Federal têm, cada qual, a sua própria identidade, sendo, por isso mesmo, independentes do ponto de vista jurídico”. Dessa forma, ele entendeu que os partidos que compõem a mesma coligação não devem ser obrigados a lançar apenas um candidato a senador.

Segundo o ministro, as eleições para governador e senador são coincidentes pelo fato de serem levadas na mesma circunscrição e de se referirem ao sistema eleitoral majoritário. Contudo, ele afirmou que esses dois aspectos não devem ser condicionantes para que os partidos formem uma única coligação para ambos os pleitos.

Dessa forma, Lewandowski entendeu que os partidos têm permissão para integrar uma coligação para a eleição a governador e outra para a disputa ao Senado. De acordo com ele, os artigos da legislação eleitoral que versam sobre a celebração de alianças para eleição majoritária não impõem a regra da horizontalidade, ou seja, de que os partidos componham apenas uma chapa para a disputa de todos os cargos eletivos do estado.

“Disso se conclui que é permitido aos partidos coligados para a eleição ao governo do estado lançar — isolados ou em consórcios distintos entre si ou com terceiras agremiações — candidaturas ao cargo de senador da República”, salientou Lewandowski.

Na última semana, o plenário do Tribunal iniciou a votação da consulta. Lewandowski foi o único a votar até o momento. Depois dele, o ministro Mauro Campbell Marques pediu vista do processo para ter mais tempo para analisar a consulta. Com isso, o julgamento foi suspenso. Além de Marques, faltam votar os ministros Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Benedito Gonçalves, Sérgio Banhos e Carlos Horbach.

Informações Terra Brasil


Levantamento foi divulgado no sábado (18)

presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 42,4% das intenções de voto no estado de Goiás, enquanto o candidato do PT, Lula, soma 32,1%. Os números foram divulgados pelo Instituto Paraná Pesquisasno sábado (18).

Atrás dos dois favoritos à Presidência da República, vêm Ciro Gomes (PDT), com 6%, e Simone Tebet (MDB), com 1,6%. Brancos e nulos somam 8,6% e 5,4% ainda não sabem em quem votar para as eleições de 2022.

Além de liderar a corrida eleitoral, pouco mais da metade dos entrevistados (50,9%) aprova o atual governo. Entre os que consideram a administração de Bolsonaro ótima ou boa, estão 41,5%.

Segundo Paraná Pesquisas, foram entrevistados 1.540 eleitores em 60 cidades de Goiás, entre os dias 13 a 17 de junho deste ano.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 09554/2022.


Polícia Federal

Foto: Marcelo Camargo

A Polícia Federal informou na manhã deste sábado (18) que Jefferson da Silva Lima, conhecido como “Pelado da Dinha”, se entregou na Delegacia de Polícia de Atalaia do Norte, região do Vale do Javari, oeste do Amazonas. Ele é o terceiro suspeito de envolvimento nos assassinatos do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips.

Lima tinha um mandado de prisão expedido pela Justiça do Amazonas e estava foragido. Agora, ele será interrogado pelos investigadores e, em seguida, encaminhado para audiência de custódia. Além dele, estão presos por envolvimento na morte e na ocultação dos corpos os pescadores Oseney da Costa de Oliveira, conhecido como Dos Santos, de 41 anos, e Amarildo da Costa Pereira, o Pelado, também de 41 anos. Até o momento, apenas Amarildo confessou o crime.

Ontem (17), peritos confirmaram que parte dos restos mortais que encontrados na Amazônia são do jornalista do inglês Dom Phillips. O material foi identificado por técnicos do Instituto Nacional de Criminalística, em Brasília, por meio de exame da arcada dentária.

A PF também informou que o trabalho de perícia continua para a identificação dos remanescentes humanos que pertenceriam ao indigenista Bruno Araújo Pereira.

“A confirmação foi feita com base no exame de odontologia legal combinado com a antropologia forense. Encontram-se em curso os trabalhos para completa identificação dos remanescentes, para a compreensão das causas das mortes, assim como para indicação da dinâmica do crime e ocultação dos corpos”, informou a PF.

Assassinatos
Dom Phillips, que era colaborador do jornal britânico The Guardian, e Bruno Pereira, servidor licenciado da Fundação Nacional do Índio (Funai), foram vistos pela última no dia 5 de junho, na região da reserva indígena do Vale do Javari, a segunda maior do país, com mais de 8,5 milhões de hectares. Eles se deslocavam da comunidade ribeirinha de São Rafael para a cidade de Atalaia do Norte (AM), quando sumiram sem deixar vestígios.

O indigenista denunciou que estaria sofrendo ameaças na região, informação confirmada pela PF, que abriu procedimento investigativo sobre a denúncia. Bruno Pereira estava atuando como colaborador da União das Organizações Indígenas do Vale do Javari (Univaja) – entidade mantida pelos próprios indígenas da região. Entre as suas missões, estava a de impedir a caça e a pesca ilegal na reserva, bem como outras práticas criminosas. A Terra Indígena do Vale do Javari concentra o maior número de índios isolados ou de recente contato do planeta e qualquer aproximação com não índios pode desencadear um processo de extermínio desses povos, seja pela disseminação de doenças ou enfrentamento direto.

Segundo os autores do crime, a motivação do assassinato de Bruno e Dom teria sido justamente a atuação deles na denúncia de acesso e exploração ilegal da reserva. A PF chegou a dizer, nesta sexta-feira (17), que não haveria mandantes nem participação de organizações criminosas. A conclusão, no entanto, foi rechaçada pela Unijava, que, em nota, informou terem sido repassados dados sobre organizações criminosas que estariam atuando na região.m

*Agência Brasil


Ex-prefeito criticou situação das estradas e se comprometeu a construir o Hospital Regional do Sisal

Pré-candidato a governador, o ex-prefeito ACM Neto (União Brasil) disse neste sábado (18), em Cansanção, que sempre sonhou em ser governador da Bahia, “muito antes de entrar na vida pública”. “Agora, percorrendo dezenas de cidades todas as semanas, vejo que o sonho individual se transformou em coletivo. Quando o povo sonha junto, ninguém segura a gente. E o povo quer ACM Neto governador da Bahia”, afirmou.

Ao lado da prefeita Vilma Gomes (União Brasil), ACM Neto usou um chapéu de palha típico das festas juninas para amenizar os efeitos do calor de 31 graus e acompanhar os discursos de deputados e pré-candidatos às eleições, na Associação Cultural Maringá (Centro). Nos intervalos entre os oradores, Neto atendeu dezenas de pedidos dos participantes do evento, fazendo selfies, cantou e dançou e ganhou uma cesta composta por produtos da agricultura familiar.

Em seu discurso, ACM Neto assumiu o compromisso de construir o Hospital Regional do Sisal, uma das principais reivindicações da população de todos os municípios que integram a região. “Comigo no governo a saúde dos baianos será tratada como prioridade absoluta. Não vou apenas construir hospitais, mas equipá-los com o que há de mais moderno”.

O pré-candidato também se comprometeu a recuperar estradas e construir novas rodovias para facilitar a locomoção das pessoas. “Estradas com qualidade contribuem para a redução de acidentes e são fundamentais para impulsionar a economia de todas as cidades”, ressaltou ACM Neto.

Antes de participar do evento em Cansanção, ACM Neto visitou Pé de Serra, onde foi recebido pelo ex-prefeito Antônio Joison (União Brasil) e outras lideranças. Os encontros políticos de ACM Neto na região sisaleira começaram na manhã de sexta-feira (17), em São Domingos.

Na sequência, o ex-prefeito de Salvador, o deputado federal Cacá Leão, pré-candidato a senador, e outros integrantes da comitiva passaram por Retirolândia, Valente e Riachão do Jacuípe. No total, foram quase 13 horas de reuniões, discursos e caminhadas pelos quatro municípios.

Ainda neste sábado, ACM Neto participa de encontros políticos em Queimadas e Santaluz. No domingo (19), o compromisso será em Barrocas, também na região sisaleira. Desde janeiro do ano passado, quando concluiu dois mandatos à frente da Prefeitura de Salvador, Neto já visitou cerca de 140 municípios, em todas as regiões da Bahia.


Pré-candidato a governador criticou situação do desemprego na Bahia e disse que “empresas foram embora” do estado nos últimos anos

O pré-candidato a governador ACM Neto (União Brasil) visitou Riachão do Jacuípe na última sexta-feira (17), onde escutou o pedido do prefeito Carlinhos Matos (União Brasil) para que, caso eleito, busque a abertura de uma extensão da Universidade Estadual da Bahia (Uneb) na cidade. O ex-prefeito de Salvador disse que já conhecia essa frustração dos jovens da Bacia do Jacuípe, que esperam há anos pelo campus, e comprometeu-se a buscá-lo.

“Onde a gente chega, encontra as pessoas se queixando da educação. Ouvimos aqui, há pouco, o pedido do prefeito e do seu vice (Felipe Sales). Eles, com total razão, desejam uma extensão da Uneb aqui em Riachão. Mas, será que essa turma que está no poder, que depois de 16 anos nos entrega a Bahia em último lugar na qualidade de ensino, tem alguma autoridade para se comprometer com o que quer que seja na educação? É claro que não”, disse ACM Neto em ato político na AABB.

“Então, vejam vocês, somos o estado líder de mortes violentas no Brasil e o último educação. Eis uma grave distorção que a Bahia vive hoje. Porém, é possível virar esse jogo. Mas não é com aqueles que estão aí há 16 anos. Para virar esse jogo, a gente tem que decidir mudar, buscar algo novo. Para a gente não só sonhar, mas transformar esse sonho de trazer a extensão da Uneb para Riachão, é preciso que sigamos juntos nessa luta até outubro”, completou.

Antes de ir a Riachão do Jacuípe, ACM Neto passou por Valente, onde também realizou ato político ao lado de um correligionário: o prefeito Ubaldino Amaral (União Brasil). O pré-candidato citou que muitos dos problemas que escutou em Riachão foram os mesmos de Valente. E que, na realidade, tem escutado com frequência desde o ano passado, quando começou o seu roteiro pelos municípios baianos no movimento Pela Bahia.

Em Valente, Neto também ouviu demandas sobre educação, saúde, segurança pública e emprego. Em Riachão, a situação é ainda mais grave, pois há um galpão, onde outrora funcionou uma fábrica de calçados, totalmente desativado, porém pronto para ser ocupado por outra empresa.

“A Bahia ocupa o primeiro lugar do Brasil em número de desempregados. E, quando a gente chega a Riachão, vê logo aquele galpão, que teve dinheiro público investido, fechado. Essa não é a realidade apenas daqui. Ela se repete em muitos lugares do nosso estado, porque nos últimos anos as empresas foram embora. Elas passaram a procurar outros destinos fora da Bahia”, disse Neto.

“Pois eu quero ser governador para dar as mãos aos prefeitos. Vamos rodar pelo Brasil ou vamos para fora do país, se for preciso, para trazer uma fábrica que ocupe aquele galpão e garanta empregos para Riachão do Jacuípe. E vamos olhar para o produtor rural. Riachão tem riqueza de água natural disponível, mas não tem trabalho do governo para levar essa água na ponta, para quem produz. Então, vamos estudar os barramentos necessários, algo que também será uma prioridade nossa”, completou.

Agenda
Neste sábado (18), a agenda de ACM Neto e Cacá Leão começa em Pé de Serra, ainda na Bacia do Jacuípe. Na sequência, eles percorrem três cidades da região do Sisal: Cansanção, Queimadas e Santaluz. No domingo (19), o compromisso será em Barrocas, também no Sisal.


Pré-candidatos a governador e a Senador visitam nove cidades em três dias com carretas e eventos políticos

O pré-candidato a governador ACM Neto (União Brasil) visitará a partir desta sexta-feira (17) sete cidades da região do Sisal e duas da Bacia do Jacuípe, numa viagem até o domingo (19). Na agenda, ele e o pré-candidato ao Senado Cacá Leão (PP) serão recebidos por prefeitos que compõem a base de apoio e por outras lideranças políticas regionais.

A agenda começa por São Domingos, nesta sexta-feira, às 10h, com carreata pela cidade e evento político no Clube de Campo São Domingos. Às 12h20 é a vez de Retirolândia, tambem na região do Sisal, com percurso pela cidade e reunião no Clube Itatiaia.

Ainda no Sisal, Neto e Cacá vão a Valente, às 14h30, também com percurso pela cidade e evento político no Clube Social Umburanas. Eles serão recebidos pelo prefeito Ubaldino Amaral (União Brasil). A sexta-feira termina com visita a Riachão do Jacuípe, já no território da Bacia do Jacuípe, às 18h30, novamente com carreata e evento político na AABB e recepção do prefeito Carlinhos Matos (União Brasil).

A agenda com quatro cidades no mesmo dia se repete no sábado (18), começando por Pé de Serra, ainda na Bacia do Jacuípe. A carreata seguida de evento começa às 9h15. Na sequência, Neto e Cacá voltam ao território do Sisal, com carreata e encontro político em Cansanção, no Clube Maringá, a partir das 11h20, onde serão recebidos pela prefeita Vilma Gomes (União Brasil).

O sábado ainda terá visita a Queimadas, às 14h35, com percurso pelas ruas e ato político no Lions Clube. Por fim, Santaluz receberá a comitiva a partir das 17h30, novamente com carreata e reunião política com presença do prefeito, Dr. Arismário (Avante), dessa vez no Santaluz Sisal Clube.

No domingo (19), a agenda será em Barrocas, onde Neto e Cacá serão recebidos pelo prefeito Jai (PSD). Às 10h eles participam da inauguração do Estádio Municipal e às 11h iniciam um percurso pela cidade, finalizando com ato político ao lado de lideranças no Clube de Campo Selão.


Foto: Assessoria/ UB
Foto: Assessoria/ UB

Ao visitar, na terça-feira (14), as cidades de Mata de São João e Camaçari, ambas na região metropolitana de Salvador, o pré-candidato a governador pelo União Brasil, ACM Neto, destacou o potencial econômico no turismo e na indústria, respectivamente, e apontou um problema recorrente em cidades com gestões de oposição no cenário estadual: a ausência de investimentos do governo, apesar da proximidade com a sede administrativa do poder estadual. “Aqui em Mata, temos no turismo um grande potencial. Mas, cadê? Falta governador para dar as mãos ao prefeito”, resumiu Neto.

Em evento político na cidade de Mata de São João, que é mais voltada ao turismo, Neto destacou que é “preciso fazer um trabalho coordenado com o município. Precisa de um governador que invista em infraestrutura, que pegue o prefeito e rode esse Brasil com ele, atrás de empresários que queiram abrir novos hotéis, que queiram ampliar o setor de serviços, de bares, de restaurantes, de lojas. Que queiram vender o destino Litoral Norte para o mundo e queiram empregar o povo”.

Neto lembrou que a chamada Costa dos Coqueiros, onde está Mata de São João, viveu um ciclo de desenvolvimento baseado no turismo na década de 90 e início dos anos 2000, com uma série de obras de infraestrutura do governo do estado, a exemplo da BA-099, ou Linha Verde. Porém, nos últimos 16 anos, esse trabalho foi desacelerado.

Após o prefeito João Gualberto (PSDB) citar a construção de uma estrada ligando a sede municipal ao litoral, numa distância de 28 quilômetros, Neto disse que, se for eleito, vai realizar essa obra: “Estive no começo do ano ao lado de Gualberto e participei da inauguração do primeiro trecho dessa estrada até o litoral, que foi realizado com recursos próprios da prefeitura. João Gualberto, cansado das promessas, fez a mesma coisa que eu fiz em Salvador: não esperou o governo do estado e realizou a obra com recursos próprios. Mas tem uma outra parte da estrada para terminar, e aí vai precisar de um governador parceiro e comprometido com essa cidade”, disse.

Em Camaçari
Já na cidade de Camaçari, que é administrada por Elinaldo Araújo (União Brasil), também de oposição, o pré-candidato a governador afirmou que o cenário de distanciamento do governo do estado se repete, sendo o fechamento da fábrica da Ford, em 2021, o episódio mais dramático registrado nos últimos anos.

“A Ford fechou as portas, levando empregos para outros lugares, sob um olhar complacente do governo do estado. Nós não vimos o governo e o seu principal líder, o governador, levantar a voz. Não vimos uma mobilização política nacional, não vimos uma união, liderada a partir do governador, para impedir que isso acontecesse. Da mesma forma, não vimos uma reação à altura do governo do estado, não vimos ninguém correr atrás de outra indústria para substituir os empregos que foram perdidos”, disse Neto.

O ex-prefeito de Salvador lembrou que, assim como Mata de São João, Camaçari viveu um processo de desenvolvimento no final da década de 90 e início dos anos 2000, quando a Ford foi instalada. Antes, já havia passado por isso na década de 70, com a implantação do Polo Petroquímico. Não à toa, a Bahia era governada nessas épocas pelo ex-governador Antônio Carlos Magalhães ou pelo grupo liderado por ele.

*Bahia.ba

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