Bolsonaro exonera Ciro Nogueira da Casa Civil 

Jair Bolsonaro (PL) exonerou o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira. O despacho foi publicado nesta sexta-feira (30), penúltimo dia de mandato do presidente, no “Diário Oficial da União”

A exoneração de Ciro Nogueira foi feita a pedido do ministro, segundo a publicação.

O ministro-chefe da Casa Civil é considerado o braço direito e o principal interlocutor do presidente da República dentro do Palácio do Planalto.

Informações TBN


O comandante da Marinha, Almirante Almir Garnier Santos, o presidente Jair Bolsonaro, e o ministro da Defesa, Paulo Sérgio, durante desfile cívico-militar do 7 de Setembro, que este ano comemora o Bicentenário (200 anos) da Independência do Brasil. | Foto: Agência Brasil
Foto: Agência Brasil

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, arquivou, na quinta-feira 29, uma ação que acusava o presidente Jair Bolsonaro de usar os eventos do feriado de 7 de Setembro para fins político-partidários.

O pedido de investigação partiu do deputado federal Israel Batista (PSB-DF). Ele insistiu na apuração de possíveis crimes de peculato — uso do cargo para desvio de dinheiro público — e prevaricação.

Um dia depois, Lewandowski pediu à Procuradoria-Geral da República (PGR) para se manifestar acerca da ação protocolada pelo parlamentar. A vice-procuradora-geral da República, Lindôra Maria Araujo, solicitou o arquivamento da ação. O magistrado seguiu entendimento da PGR, que não viu indícios de crime.

“Ante a conclusão a que chegou o próprio órgão encarregado da persecução penal, forçoso é o acolhimento do pedido de arquivamento deste procedimento, sem prejuízo da reabertura das investigações, caso surjam novas provas”, afirmou Lewandowski.

Bolsonaro no 7 de Setembro

Em suas duas aparições públicas depois do desfile oficial do feriado, o presidente foi acusado de promover comícios. Pela manhã, Bolsonaro discursou em Brasília, capital federal, e, depois, no Rio de Janeiro. Dias depois, o Tribunal Superior Eleitoral proibiu o chefe do Executivo de usar as imagens da data em sua campanha eleitoral.

Informações Revista Oeste


Maduro tem sinal verde da equipe de Lula para entrar no Brasil

Nicolás Maduro irá participar da posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. Maduro deve desembarcar em Brasília no domingo (1), segundo informações do colunista Lauro Jardim.

A medida contra a entrada de Maduro foi publicada em agosto de 2019 pelo ex-ministro da Justiça, Sergio Moro. A nova portaria revogando a proibição foi assinada pelo ministro Ciro Nogueira.

Informações Gazeta do Povo


Urgente: Bolsonaro vai falar a nação nessa sexta-feira

Recebemos a informação que o presidente Jair Bolsonaro fez uma reunião nessa quarta-feira com o alto comando do exército sobre o que ele chama de situação de anormalidade constitucional e pediu o apoio das forças armadas para “barrar” o avanço do judiciário sobre os demais poderes, segundo o interlocutor, Bolsonaro apresentou vários indícios de que houve desvirtualidade do poder judiciário em favor do presidente eleito Lula.

Na reunião o comandante do Exército, General Freire Gomes disse que seriam 20 dias de glórias e 20 anos de problemas e disse que o Exército não apoiaria e não atenderia ao chamado do presidente para moderar a situação entre os poderes, entre os pedidos que seriam feitos estaria o adiamento da posse de Lula por 6 meses até uma investigação por um grupo de juristas sobre as decisões tomadas por ministros do STF e do TSE. 

Sem apoio do Exército e com a Aeronáutica contra qualquer ação que pudesse ir de encontro ao judiciário, o presidente Bolsonaro foi obrigado a desistir de acionar ou requisitar as forças armadas para fazer um freio de arrumação no país.

Bolsonaro viaja nessa sexta-feira mas fará um pronunciamento a nação e aos brasileiros que protestam há mais de 50 dias nas ruas do Brasil e a frente dos quartéis, não se sabe por qual canal ele falará mas provavelmente fará uma Live nas suas redes sociais.

Informações TBN


Thalis Bolzan e Eduardo Leite – Reprodução/Instagram

O termo “primeiro-cavalheiro” é a versão masculina de primeira-dama e se refere ao companheiro de um chefe de estado ou de governo de um país. Assim como acontece com “primeiras-damas”, a versão masculina é utilizada para se referir aos maridos de governadores e prefeitos municipais. Eduardo Leite(PSDB) derrotou Onyx Lorenzoni no segundo turno das eleições para governador no Rio Grande do Sul e assumirá o estado para mais um mandato em 2023. É o primeiro governador do Brasil a se assumir gay e em um relacionamento homoafetivo. Com isso, o país terá o primeiro “primeiro-cavalheiro”, Thalis Bolzan. O cargo é extra-oficial, já que os dois são namorados, e não casados. 

O namoro, discreto, é mantido à distância, já que o médico pediatra, de 30 anos, mora em São Paulo, onde faz mestrado na FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo). Thalis tem especialização em Endocrinologia Pediátrica na mesma faculdade e em Pediatra pela UFES (Universidade Federal do Espírito Santo). Nas redes sociais, posta fotos de alguns dos pacientes, que estão sempre sorridentes ao seu lado. 

Os dois se conheceram pelas redes sociais e começaram a namorar em novembro de 2021. O médico, natural do Espírito Santo, também não deixa de postar fotos com o político: apareceram juntos no ano novo passado e no carnaval. No tempo livre, Thalis gosta de viajar, curtir a praia, a família e momentos ao ar livre. Também demostra carinho por Gaia e Moa, duas cadelinhas Schnauzer. 

Em outras partes do mundo, alguns políticos gays alcançaram altos cargos. Atualmente o único chefe de Estado gay na União Europeia é o primeiro-ministro de Luxemburgo, Xavier Bettel. É casado com o arquiteto Gauthier Destenay desde 2015, quando a legislação de Luxemburgo passou a permitir casamento entre pessoas do mesmo gênero. Ana Brnabić assumiu como primeira-ministra da Sérvia, sendo a primeira mulher – e a primeira lésbica – a ocupar este cargo. 

Apesar de ser raro no Brasil, foram eleitos nas eleições de 2022, 13 deputados estaduais, um deputado distrital, cinco deputados federais e dois governadores integrantes da comunidade LGBTQIAPN+. Entre eles, a governadora Fátima Bezerra (PT), reeleita no primeiro turno no Rio Grande do Norte. Duda Salabert (PDT), em Minas Gerais, e Erika Hilton (PSOL), em São Paulo, serão a primeira bancada trans na história na Câmara dos Deputados. Também foram eleitas para as assembleias estaduais as candidatas trans Dani Balbi (PCdoB), do Rio, e Linda Brasil (PSOL), de Sergipe.

Thalis e Eduardo comemoraram a vitória nas urnas com amigos em um restaurante em São Paulo (SP). Nas redes sociais, internautas parabenizaram Thalis pela vitória do namorado, chamando-o de “primeiro cavalheiro do Rio Grande”. Os seguidores também pedem a presença do médico na cerimônia de posse de Leite em 1º de janeiro. O próximo governador também foi escolhido como novo presidente da Executiva Nacional do PSDB e toma posse no dia 2 de fevereiro.

Thalis Bolzan e os pets -

Informações Veja


“Não mobilizei nada, então não vou desmobilizar nada”, diz Bolsonaro

Conforme publicou o Estadão nesta quinta-feira (29), o presidente Jair Bolsonaro teria dito a aliados, em encontro na casa de Fábio Faria que contou com a presença do ministro Dias Toffoli, do STF, que não era responsável pelas mobilizações.

“Não mobilizei nada, então não vai desmobilizar nada”, disse Bolsonaro. 

Ainda segundo o Estadão, Bolsonaro prometeu aos presentes que não faria “nenhuma aventura” em relação ao fim do seu mandato.

O Antagonista


Confira a lista completa dos 37 ministros do futuro governo Lula 

Na tarde desta quinta-feira (29), o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou os últimos nomes de ministros do seu futuro governo. Ele fez um pronunciamento no CCBB, sede do governo de transição em Brasília.

No total, serão 37 ministérios. Eles assumem o cargo no próximo domingo (1º).

Confira a list completa com todos os 37 ministros:

  1. Casa Civil – Rui Costa
  2. Secretaria-Geral  – Márcio Macedo
  3. Secretaria de Relações Institucionais – Alexandre Padilha
  4. Gabinete de Segurança Institucional – Gonçalves Dias
  5. Secretaria de Comunicação – Paulo Pimenta
  6. Advocacia-Geral da União (AGU) – Jorge Messias
  7. Controladoria-Geral da União – Vinicius Marquesde Carvalho
  8. Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Carlos Fávaro
  9. Ciência e Tecnologia – Luciana Santos
  10. Cultura – Margareth Menezes
  11. Defesa – José Múcio Monteiro
  12. Fazenda – Fernando Haddad
  13. Educação – Camilo Santana
  14. Gestão e Inovação em Serviços Públicos – Esther Dweck
  15. Igualdade Racial – Anielle Franco
  16. Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços – Geraldo Alckmin
  17. Integração e Desenvolvimento Regional – Waldez Góes
  18. Justiça e Segurança Pública – Flavio Dino
  19. Pesca e Aquicultura – André de Paula
  20. Previdência Social – Carlos Lupi
  21. Saúde – Nísia Trindade
  22. Cidades – Jader Filho
  23. Comunicações – Juscelino Filho
  24. Relações Exteriores – Mauro Vieira
  25. Minas e Energia – Alexandre Silveira
  26. Mulher – Cida Gonçalves
  27. Portos e Aeroportos – Marcio França
  28. Desenvolvimento Social, Assistência, Família e Combate à Fome – Wellington Dias
  29. Esporte – Ana Moser
  30. Meio Ambiente – Marina Silva
  31. Planejamento e Orçamento – Simone Tebet
  32. Trabalho e Emprego – Luiz Marinho
  33. Turismo – Daniela Souza Carneiro   
  34. Direitos Humanos e Cidadania – Silvio Almeida
  35. Povos Indígenas – Sônia Guajajara
  36. Transportes – Renan Filho
  37. Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar – Paulo Teixeira

Informações TBN

Presidente da Funai é exonerado
29 de Dezembro de 2022

Foto: Reprodução

O presidente da Funai, Marcelo Augusto Xavier da Silva, deixou o cargo de presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai). A portaria com a sua exoneração está publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (29).

Marcelo Xavier assumiu o comando da Funai em julho de 2019.

Ele substituiu o general Franklimberg Ribeiro de Freitas.

Gazeta Brasil


Foto: Reprodução/TV Senado

Em um pronunciamento no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, presidente eleito revelou os últimos 16 nomes que irão compor sua equipe de 37 ministros.

Três futuros ministros do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) votaram a favor do impeachment de Dilma Rousseff (PT), em 2016 – os deputados André de Paula (PSD) e Juscelino Filho (União) e a senadora Simone Tebet (MDB).

Em um pronunciamento no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede da transição em Brasília, Lula revelou os últimos 16 nomes que irão compor sua equipe de 37 ministérios a partir de domingo (1º).

Entre os nomes anunciados estão os deputados André de Paula (PSD) e Juscelino Filho (União Brasil), que assumirão, respectivamente, o Ministério da Pesca e o Ministério das Comunicações.

Em 2016, os dois também exerciam seus mandatos como deputados federais e, na sessão do dia 17 de abril daquele ano, votaram favoravelmente pela admissibilidade do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT).

“Pela minha família, pelos meus amigos, meus colegas médicos, pelo povo do meu querido estado do Maranhão que me deu a oportunidade de representá-lo nesse momento histórico. […] Por um futuro melhor para nosso Brasil, eu voto sim”, disse o deputado Juscelino ao votar.

Já o futuro ministro André de Paula afirmou que votava sim “pela ética na política, pela decência, por Pernambuco e pelo Brasil”.

O processo acabou avançando para o Senado após conseguir 367 votos – 25 a mais do que o necessário.

Naquele mesmo ano, em uma sessão iniciada no dia 11 de maio, o Senado votou sobre a admissibilidade do impeachment e autorizou o afastamento de Dilma do cargo.

Entre os 55 senadores que votaram a favor estava a senadora Simone Tebet (MDB), que vai assumir o Ministério do Planejamento no governo Lula em 2023.

No definitivo dia 31 de agosto de 2016, quando o Senado votou pela cassação do mandato de Dilma Rousseff, Tebet foi um doa 61 votos favoráveis.

“Por todo o mal que causou e está causando à população brasileira, eu voto a favor do impeachment da senhora presidente da República, mas, mais do que tudo, voto na esperança – na esperança de melhores dias”, declarou Tebet ao plenário do Senado.

A senadora também votou “sim” para tornar Dilma inelegível a cargos públicos por oito anos, mas a proposta não alcançou a quantidade de votos necessários.

Outros membros do futuro governo Lula, apesar de não terem votado na prática na tramitação do processo no Congresso, também apoiaram o impeachment. É o caso do vice-presidente eleito e futuro ministro da Indústria, Geraldo Alckmin (PSB).

A futura ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede), também se manifestou a favor do impeachment na época.

CNN Brasil


Foto: Reprodução

Nicolás Maduro foi avisado de que não poderá vir à posse de Lula pelas negativas de Bolsonaro em revogar a portaria que publicou em 2019 e que impede a entrada do ditador venezuelano.

Em agosto de 2019, o governo publicou uma portaria afirmando que não reconhece Maduro como presidente e afirmando que o ingresso de altos funcionários do regime venezuelano contraria a Constituição brasileira.

Geraldo Alckmin tentou, a pedido de Lula, convencer o governo Bolsonaro a mexer no texto, mas não teve sucesso. Maduro disse entender a limitação e sinalizou que cumprimentaria o petista em outra oportunidade.

Metropoles