Até o momento, Wagner é um dos principais nomes entre os petista
Um dos coordenadores da campanha de Lula (PT), candidato à Presidência, virou réu na Justiça estadual da Bahia por corrupção passiva. O senador Jaques Wagner (PT-BA) é alvo de uma ação derivada da operação Lava Jato. O inquérito foi movido pelo Ministério Público do estado (MP-BA) por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais.
Aceita em junho deste ano, a ação só veio a público nesta semana. Os demais denunciados são os executivos da Odebrecht Cláudio Melo Filho, André Vital Pessoa de Melo, Benedicto Barbosa da Silva Júnior e Marcelo Odebrecht (ex- CEO da empresa).
Conforme o MP, em 2014, Wagner aceitou uma vantagem de R$ 30 milhões da Construtora Norberto Odebrecht. Em troca, o então governador da Bahia iria viabilizar um acordo para acabar com uma dívida antiga entre a Companhia de Engenharia Hídrica e de Saneamento da Bahia e a Odebrecht. A dívida seria referente à construção da Adutora do Sisal, em 1986.
A corrupção passiva é o ato de um funcionário público solicitar ou receber vantagens/promessas em troca de favores, ou benefícios particulares. O crime só pode ser cometido por funcionários públicos.
Até o momento, Wagner é um dos principais nomes entre os petistas. Além disso, é o interlocutor entre o PT e partidos de centro como o PSDB.
Presidente foi escolhido por sorteio para realizar o questionamento ao petista
No primeiro debate entre os candidatos à Presidência da República na noite deste domingo, 28, na Band, a corrupção na Petrobras foi o tema escolhido pelo presidente da República e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL), na primeira pergunta feita ao candidato do PT à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva. Bolsonaro foi escolhido por sorteio para realizar o questionamento ao petista e afirmou que o governo do petista foi “o mais corrupto da história”. O primeiro embate entre os dois candidatos teve duração de quatro minutos.
Segundo Bolsonaro, em quatro anos de governos do PT, a Petrobras se endividou em aproximadamente R$ 900 bilhões. O recurso, de acordo com Bolsonaro, seria suficiente para realizar a “60 vezes a transposição do Rio São Francisco”. “Ou seja, o povo nordestino sofreu com falta de água por causa de corrupção no seu governo”, afirmou o candidato à reeleição.
“Os delatores devolveram mais de R$ 6 bilhões. Ou seja, corrupção, houve. Presidente Lula, o senhor quer voltar ao poder para que? Para seguir fazendo a mesma coisa na Petrobras?”, questionou Bolsonaro.
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Lula afirmou que esperava que fosse Bolsonaro a questionar ele sobre o tema corrupção. O ex-presidente da República, que foi preso durante mais de dois anos por investigações da Operação Lava Jato, desviou da resposta.
“Era preciso ser Bolsonaro a me perguntar, sabia que a pergunta viria. As pessoas precisam saber que inverdades não valem a pena ser ditas na televisão. Citar números que são mentirosos também não compensa. Não houve nenhum presidente da República que fez mais investigação sobre corrupção do que nós. É importante deixar claro que fizemos o Portal da Transparência, a fiscalização da CGU, a Lei de Acesso à Informação, a Lei Anticorrupção, a Lei Contra o Crime Organizado e a Lei Contra a Lavagem de Dinheiro. Fizemos o Coaf funcionar”, disse.
Jair Bolsonaro e Lula devem se enfrentar no debate da Band deste domingo, 28. O petista já havia anunciado sua presença no Twitter. O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP-PI), confirmou a ida de Bolsonaro ao evento.
Também participarão o ex-ministro Ciro Gomes (PDT-CE); o empresário Luiz Felipe D’Avila (Novo-SP); a senadora Simone Tebet (MDB-MS); e a senadora Soraya Thronicke (União Brasil-MS). A transmissão ocorrerá às 21 horas.
Acertou-se com as assessorias dos candidatos que não haverá plateia no estúdio. Apenas quatro assessores por campanha poderão assistir no local a atração. O debate terá três blocos, nos quais os candidatos falarão de temas sorteados, responderão a perguntas de jornalistas e farão perguntas entre si.
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Primeiro bloco
O debate vai começar com todos os candidatos respondendo perguntas sobre os programas de governo. Cada um dos seis presidenciáveis terá um minuto e meio para responder.
Será uma mesma pergunta para cada dois candidatos. “As respostas acompanham a ordem de posicionamento no estúdio, conforme sorteado na reunião com os assessores”, informou a emissora, em nota.
Depois, os candidatos poderão questionar seus adversários. Também por ordem de sorteio, cada candidato terá um minuto para fazer a pergunta ao adversário escolhido. O candidato que for responder terá até quatro minutos para administrar entre a resposta e a tréplica. Aquele que perguntou terá mais um minuto para a réplica. Todos perguntam e todos respondem.
Segundo bloco
Seis jornalistas das empresas que organizam o debate farão perguntas para os candidatos e escolherão quem deve comentar. Será um minuto para a pergunta e um minuto para o comentário. O candidato que responder também terá 4 minutos para dividir como quiser entre resposta e réplica. Todos respondem.
Terceiro bloco
O terceiro e último bloco será um novo confronto direto entre os candidatos mediado pelos jornalistas Fabíola Cidral, do UOL, e Leão Serva, da TV Cultura. Será um minuto para a pergunta, outro para a réplica e quatro minutos administrados entre resposta e tréplica.
Números fazem parte da pesquisa eleitoral EXAME/IDEIA que ouviu 1.500 eleitores de todo o Brasil entre os dias 19 e 24 de agosto
Maior colégio eleitoral do país, o Sudeste concentra mais de 66 milhões de eleitores aptos a votar em 2022, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Nesta parcela importante do eleitorado, a pesquisaEXAME/IDEIA, divulgada nesta quinta-feira, 25, aponta uma virada do presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas intenções de voto.
De acordo com a sondagem, Bolsonaro tem 46% das intenções de voto, contra 34% do petista, entre os moradores do Sudeste. É a primeira vez em mais de um ano que o candidato à reeleição ultrapassa Lula. A distância entre os dois se mantinha estável, sempre dentro do limite da margem de erro da pesquisa, que é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Em relação à sondagem de julho, o atual presidente cresceu oito pontos percentuais.
Na avaliação de Maurício Moura, fundador do IDEIA, esse crescimento de Bolsonaro na região Sudeste se deve a uma acomodação do sentimento antipetista diante da aproximação do dia da eleição (2 de outubro). Para ele, mesmo assim, o cenário ainda é considerado equilibrado e pode mudar conforme a campanha avançar.
Nas demais regiões, Bolsonaro tem vantagem sobre Lula apenas no Norte (51% X 34%). O petista lidera o pleito em uma sondagem de primeiro turno no Sul (42% X 35%), no Centro-Oeste (46% X 29%), e no Nordeste (62% X 11%).
Já olhando para os números gerais, a distância entre Lula e Bolsonaro caiu de 11 para 8 pontos percentuais. É a primeira sondagem com os candidatos definidos após o registro feito no TSE. Em uma pergunta estimulada, com os nomes apresentados previamente, Lula tem 44% das intenções de voto, mesmo número registrado na pesquisa feita há um mês. Já Bolsonaro saiu de 33% para 36%. O aumento está no limite da margem de erro da pesquisa.
Ainda na simulação de primeiro turno, Ciro Gomes (PDT) aparece com 9%, e Simone Tebet (MDB), 4%. Os demais candidatos fizeram 1% ou não pontuam. Brancos e Nulos somam 2%, e aqueles eleitores que dizem que não sabem são 3%.
Para a pesquisa, foram ouvidas 1.500 pessoas entre os dias 19 e 24 de agosto. As entrevistas foram feitas por telefone, com ligações tanto para fixos residenciais quanto para celulares. A sondagem foi registrada no TSE com o número BR-02405/2022. A EXAME/IDEIA é um projeto que une EXAME e o IDEIA, instituto de pesquisa especializado em opinião pública. Veja o relatório completo.
Maurício Moura, explica que a redução consistente da distância entre Lula e Bolsonaro ocorreu muito por conta de uma maior definição dos candidatos. Com isso, houve uma acomodação dos eleitores que diziam não saber em quem votar – eles somavam 12% no fim do ano passado.
Uma terceira questão foi a desistência de outros nomes mais bem posicionados, como o ex-juiz Sergio Moro (União Brasil), e do ex-governador de São Paulo, João Doria (PSDB).
“Isso reflete o grau de consolidação de voto e uma grande definição neste momento da eleição. O Bolsonaro tem duas frentes de potencial crescimento: o primeiro é consolidar e acomodar o sentimento antipetista, o segundo é que ele precisa convencer eleitores que votaram nele em 2018. Esses eleitores estão espalhados entre indecisos, Ciro Gomes e também entre os eleitores do Lula”, diz.
Segundo turno entre Lula e Bolsonaro: estável
A simulação de segundo turno entre Lula e Bolsonaro ficou estável, se comparado com a última pesquisa. O petista tem 49%, ante 47% em julho. O atual ocupante do Palácio do Planalto pontuou 40%, e há um mês tinha 37%. Os dois crescimentos estão dentro da margem de erro da pesquisa.
EXAME/IDEIA ainda testou outros quatro cenários de segundo turno. Lula venceria Tebet (46% X 26%), e Ciro Gomes (43% X 31%). Bolsonaro seria vitorioso em uma disputa contra Ciro Gomes (38% X 34%), e também contra Tebet (40% X 25%).
O primeiro debate entre os candidatos à Presidência da República acontece neste domingo (28). E o encontro poderá ter, logo de início, uma pergunta do presidente Jair Bolsonaro (PL) ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), possibilidade prevista pelas regras do debate.
O encontro, organizado por UOL, Band, Folha de S. Paulo e TV Cultura, será realizado nos estúdios da Grupo Bandeirantes, na cidade de São Paulo.
Ao todo, foram convidados seis candidatos ao Palácio do Planalto:
A organização do debate definiu as regras em reunião com as campanhas dos postulantes e a posição de cada candidato foi definida por sorteio.
Confira as principais regras do encontro.
Três momentos. O debate será dividido em três momentos com perguntas sobre programas de governo, confronto entre os candidatos e questões feitas por jornalistas.
Os blocos terão moderação de jornalistas dos veículos organizadores.
Plano de governo. A primeira pergunta será feita para todos os candidatos e envolverá o plano de governo proposto por eles. Cada um terá um minuto e meio para a resposta.
Em seguida, começa o confronto entre eles. Bolsonaro é o primeiro a perguntar e poderá escolher qualquer candidato —incluindo Lula, seu principal adversário na corrida eleitoral. Depois do atual chefe do Executivo, farão perguntas:
Ciro;
Luiz Felipe d’Avila;
Soraya Thronicke;
Lula;
Simone Tebet.
Jornalistas perguntam. No segundo bloco, será a vez dos jornalistas de veículos, que integram a organização do debate, fazerem suas perguntas.
O candidato que responde terá quatro minutos para dividir entre resposta e réplica.
Novos confrontos. No último bloco do debate, os candidatos voltam a se confrontar seguindo uma ordem definida em sorteio prévio. Os postulantes ao Palácio do Planalto terão um minuto para pergunta e mais um para a réplica. Quatro minutos serão usados para resposta e tréplica.
Nessa fase, haverá também questões sobre o plano de governo e, por fim, os candidatos terão dois minutos para deixarem suas contribuições finais.
Direito de resposta. As regras do encontro também preveem que, em caso exclusivo de ofensa moral e pessoal, o candidato pode solicitar ao moderador direito de resposta imediatamente após a conclusão da fala do outro postulante.
A solicitação será avaliada por um comitê formado por quatro jornalistas da organização do encontro e um advogado. “A resposta será dada ainda no mesmo bloco. Na hipótese de deferimento do pedido de resposta, serão concedidos 45 segundos.”
***
Quando: o debate organizado por UOL, Folha de S.Paulo, TV Cultura e Grupo Bandeirantes será dia 28 às 21h.
Bolsonaro e Lula devem comparecer ao primeiro debate eleitoral Arte: Pleno.News // Fotos: Anderson Riedel/PR e Joédson Alves/EFE
Neste domingo (28), acontecerá o primeiro presidencial das eleições, organizado pelo portal UOL, pela TV Band, pela TV Cultura e pelo jornal Folha de S.Paulo. O programa deverá contar com a participação dos dois candidatos com melhor desempenho nas pesquisas eleitorais, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente Jair Bolsonaro.
Nenhum dos dois candidatos confirmou ainda, oficialmente, a participação no debate, mas as assessorias de Lula e de Bolsonaro confirmaram a ida deles ao programa.
Além dos dois principais candidatos, o debate contará também com Luiz Felipe D’Avila (Novo), Soraya Thronicke (União Brasil), Simone Tebet (MDB) e Ciro Gomes (PDT).
Se as eleições para a Presidência da República fossem hoje, o presidente Jair Bolsonaro (PL) teria 41% dos votos, liderando a corrida presidencial, segundo estimativa do Instituto Brasmarket, divulgada nesta quarta-feira (24). Ele ficaria à frente do ex-presidente Lula (PT), que aparece com 32,9%.
Foram realizadas 2 mil entrevistas em 504 cidades do país, das 5 regiões, entre os dias 20 e 22 de agosto, por telefone. A margem de erro é de 2,2% pontos percentuais.
Bem distante dos principais candidatos, Ciro Gomes (PDT) tem 4,3% das intenções de voto, e Simone Tebet (MDB) tem 3,3%. Branco/nulo somam 7,7% e não sabem ou não responderam, 22%.
Já na modalidade espontânea, o atual presidente aparece com 37% das intenções de voto, Lula 27% e Ciro Gomes 3,3%. Simone Tebet tem 1,8% nessa modalidade. A margem de erro da pesquisa é de 2,2% e o intervalo de confiança é de 95%.
O levantamento foi contratado pela Associação de Supermercados do Rio de Janeiro (Asserj) e tem registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07901/2022. O resultado difere do que é apresentado por institutos como o Datafolha, que aponta uma distância de 15 pontos pró-Lula na disputa presidencial.
A vantagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o presidente Jair Bolsonaro (PL) na corrida pela Presidência da República caiu para menos de cinco pontos percentuais, segundo levantamento feito entre os dias 19 e 23 de agosto pelo instituto Paraná Pesquisas e divulgado nesta quarta-feira, 24.
De acordo com o levantamento, o petista tem 41,7% das intenções de voto contra 37,0% do presidente – uma diferença de 4,7 pontos percentuais, o que quase configura empate técnico dentro da margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.
A distância é a menor registrada pelo instituto na atual corrida eleitoral. Em abril deste ano, o placar era de 40,0% para o petista e 32,7% para o presidente (diferença de 7,3 pontos percentuais). Desde então, a diferença vem caindo gradativamente.
Logo abaixo dos favoritos aparecem Ciro Gomes (PDT), com 7,3%, e Simone Tebet (MDB), com 2,7%. Os demais candidatos não atingiram um ponto percentual. Entre os entrevistados, 6,0% afirmaram que irão votar em branco, nenhum ou nulo e 4,1% disseram que não sabem ou não responderam.
Aliados do presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmam nas redes sociais que os âncoras do Jornal Nacional tiveram um tratamento mais brando na entrevista com o candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, do que com o atual chefe do Executivo. Leia a transcrição da entrevista do pedetista ao JN.
O petetista compareceu à sabatina da emissora de TV Rede Globo nesta 3ª feira (23.ago.2022) e falou por 30 minutos. Bolsonaro foi entrevistado na 2ª feira (22.ago) e fez declarações por 24 minutos.
A TV Globo publicou a conversa com Ciro Gomes na íntegra no site do JN: aqui.
O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, disse que “não foi possível” a mesma condução com o presidente Jair Bolsonaro. Ele fez a publicação em seu perfil no Twitter.
“Parece que Bonner esqueceu a arrogância e o deboche, mas não esqueceu o Bolsonaro. Até nas perguntas ‘amistosas’ pro Ciro Gomes, ele aproveita para fazer propaganda negativa e falar inverdades do governo Bolsonaro sobre o auxílio”, publicou o ministro das Comunicações, Fábio Faria.
O candidato a deputado estadual Carmelo Neto (PL-CE) disse que os apresentadores estavam “contidos e respeitando o tempo de fala do ‘Coroné’”, segundo publicou no Twitter.
“Que diferença de tratamento entre o Ciro e o Bolsonaro, por parte da Globo, nada contra deixar o candidato falar, tudo contra a passionalidade, a preferência e falta de isonomia entre candidatos. Imagino o que acontecerá na quinta. Lamentável”, publicou o candidato ao Senado, Rogério Senador (PL).
“Que doçura do Wiliam Bonner com o Ciro Gomes, hein? Ontem foi cruel e hoje um carneirinho. Isso leva a imaginar na quinta feira o que fará? Um tapete vermelho seria bem coerente!”, publicou o apresentador Milton Neves.
O candidato estadual Alexandre Frota (PSDB) disse que sabatina de Ciro “falou de político”. Ele escreveu em seu perfil no Twitter.
Sequência de entrevistas
O telejornal de maior audiência do país começou a receber na 2ª feira (22.ago) os principais candidatos ao Palácio do Planalto. O 1º havia sido o presidente Jair Bolsonaro (PL). O Jornal Nacionalentrevistará o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na 5ª (25.ago) e a senadora Simone Tebet (MDB) na 6ª (26.ago).
Eis a relação das datas das entrevistas:
QUEM É CIRO
vice: Ana Paula Matos (PDT);
convenção: 20 de julho de 2022;
registro da candidatura: 9 de agosto de 2022.
Ciro Ferreira Gomes, 64 anos, é paulista de Pindamonhangaba. Nasceu em 6 de novembro de 1957. Mudou-se aos 4 anos para Sobral (CE), onde cresceu e construiu a carreira política. Filho de um defensor público e político e de uma professora, Ciro tem 4 irmãos.
Disputou sua 1ª eleição em 1982. Foi eleito e reeleito deputado federal pelo PMDB (atual MDB), em 1986. Interrompeu o 2º mandato em 1988 para vencer a disputa à prefeitura de Fortaleza.
Foi governador do Ceará (1991-1994), ministro da Fazenda (1994-1995) e ministro da Integração Nacional (2003-2006). Disputou as eleições presidenciais de 1998 e 2002 pelo PPS (atual Cidadania) e de 2018 pelo PDT. Ficou em 3º lugar nesta última, com 12,47% dos votos.
Bolsonaro lidera pesquisa de intenções de voto em São Paulo(foto: Clauber Cleber Caetano/PR/Claudio Kbene/Flickr)
Novo levantamento divulgado pelo Instituto Paraná Pesquisas, nesta terça-feira (23/8), aponta que o presidente Jair Bolsonaro (PL) está na frente do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em São Paulo. O levantamento indica que Bolsonaro tem 40,3% das intenções de voto entre os paulistas, enquanto Lula, 35,5%. O terceiro lugar é de Ciro Gomes (PDT), com 7,6%. Em seguida, Simone Tebet (MDB), com 3,6%. Pablo Marçal (Pros) aparece com 0,6%. Felipe d’Avila (Novo) e Vera (PSTU) pontuaram 0,3%. Leonardo Péricles (UP) e Soraya Thronicke (União), 0,1%. Eymael (PDC), Roberto Jefferson (PTB) e Sofia Manzano (PCB) não pontuaram na pesquisa. Votos brancos e nulos chegam a 7%; indecisos, 4,7%.
Pesquisa estimulada de intenções de voto no 1º turno
Jair Bolsonaro (PL): 40,3%
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 35,5%
Ciro Gomes (PDT): 7,6%
Simone Tebet (MDB): 3,6%
Pablo Marçal (Pros): 0,6%
Felipe d’Avila (Novo): 0,3%
Vera (PSTU): 0,3%
Leonardo Péricles (UP): 0,1%
Soraya Thronicke (União): 0,1%
Eymael (PDC): 0%
Roberto Jefferson (PTB): 0%
Sofia Manzano (PCB): 0%
O levantamento foi realizado entre os dias 18 e 22 de agosto e contou com 1.880 entrevistados com 16 anos ou mais. O nível de confiabilidade é de 95% e a margem de erro estimada é de 2.3 pontos percentuais.
A pesquisa foi registrada no TSE com o número BR-03203/2022.