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Indicado para presidir a Petrobras, o senador Jean Paul Prates (PT) disse, em conversa com jornalistas, nesta quarta-feira (4/1), que não haverá intervenção nos preços de combustíveis na estatal. A fala foi dada após cerimônia de posse do vice-presidente Geraldo Alckmin como ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

“A Petrobras não faz intervenção em preços, ela cumpre o que o mercado e o governo criam de contexto. É um contexto. A Petrobras reage a um contexto. Então, a gente vai criar a nossa política de preços para os nossos clientes, para as pessoas que compram da Petrobras. A gente não pode influenciar” disse Prates.

Ele ainda complementou, afirmando que “quem faz política de preços” é o governo, mas descartou intervenção nos preços.

“Claro que não [vai ter intervenção]. Ninguém nunca falou em intervenção. Eu não sei onde inventaram essa história de intervenção. Um dia eu disse que a política de preços da Petrobras é para os clientes da Petrobras. Quem faz política de preços é o governo. Aí interpretaram que a gente ia intervir no preço”, justificou.

Prates afirmou ainda que na gestão, “ninguém vai revogar nada”. “É uma política de preços, a gente vai juntar várias coisas: ações da ANP, ações de ministério e a prática do mercado, que está acima de tudo. Ninguém está revogando nem vai revogar o mercado. O mercado vai funcionar exatamente como deve ser”, explicou.

Metrópoles


Lula vai ter sigilo em seus gastos do cartão presidencial
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O novo ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Vinícius Marques de Carvalho, afirmou que uma comissão vai avaliar dados colocados sob sigilo no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e que está debatendo o tema com o Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Ele acrescentou que nem todas as informações referentes ao cartão corporativo presidencial serão divulgadas.

A declaração foi dada após cerimônia de apresentação da nova equipe da CGU nesta terça-feira (3).

“Se a gente identificar que essa justificativa não faz sentido perante a Lei de Acesso à Informação, nós vamos recomendar que o sigilo caia”, disse. Ele diz que, em alguns casos, há uma confusão do que é dado pessoal e do que é privacidade, o que acaba mudando a avaliação sobre a divulgação de informações públicas.

O ministro também ressaltou que nem todos os dados do cartão corporativo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) serão divulgados.

“Existe uma legislação específica que diz respeito ao cartão corporativo e que identifica situações em que dados do cartão têm que se manter sigilosos enquanto há vigência da presidência por segurança do presidente. Vou dar um exemplo hipotético. (…) Tem uma justificativa de interesse público, de segurança nacional, ser resguardado, por exemplo, onde são feitas as compras de alimentação do presidente da República. E eventualmente esse lugar é o mesmo lugar que se continua fazendo independente de mudança do presidente. Essa informação que é de segurança nacional, por exemplo. Não importa a duração do mandato. A gente tem que separar essas situações. A questão do cartão corporativo, a gente tem que dialogar com o GSI”.

O cartão corporativo é um meio de pagamento utilizado pelo governo federal que funciona de forma similar ao cartão de crédito, dentro de regras específicas. O governo utiliza o cartão para pagamentos de despesas próprias.

CNN Brasil


As declarações do novo ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, causaram desconforto em integrantes do grupo Prerrogativas, coletivo de juristas que apoia o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Após a cerimônia de posse, Múcio disse, na segunda-feira (2), que via os acampamentos bolsonaristas como “manifestação da democracia”.

“Não é e jamais foi uma manifestação democrática”, afirmou à coluna um dos integrantes do Prerrogativas. Em diferentes setores do PT, desde a escolha, o nome do ministro foi recebido com críticas e receio.

Ao conversar com jornalistas, Múcio admitiu que tinha amigos e parentes no movimento.

Eu falo com autoridade porque tenho parentes lá. No de Recife, tenho alguns amigos aqui [Brasília]. É uma manifestação da democracia. A gente tem que entender que nem todos os adversários são inimigos, a gente tem até inimigos correligionários. Eu acho que daqui um pouquinho aquilo vai se esvair e chegar a um lugar que todos nós queremos”none José MúcioMonteiro, ministro da Defesa

Múcio foi questionado sobre o que fazer com os acampamentos e disse que o movimento deve acabar sozinho. “Eu acho que aquilo vai se esvair. Na hora que o ex-presidente entregou seu cargo, saiu de seu cargo. O general Mourão fez um pronunciamento falando para que todos voltassem a seus lares”, afirmou.

Informações UOL


Lula esqueceu de falar que Bolsonaro reconstruiu o Brasil

Segundo presidente do PL, número de pessoas passando fome no Brasil passou para 10 milhões

Foto: Agência Brasil

O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar CostaNeto, gravou um vídeo para apoiadores da sigla em que menciona que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva esqueceu que o ex-presidente Jair Bolsonaro reconstruiu o Brasil.

“O Lula falou em reconstruir o Brasil, mas não disse o que o mundo inteiro aplaudiu: a capacidade de reconstrução do Brasil demonstrada pelo governo Bolsonaro, atingindo, pela primeira vez na história, uma inflação menor que da Alemanha, Estados Unidos e Inglaterra”, declarou Neto na gravação.

O presidente do PL ainda usou a expressão “Lula esqueceu”, ao ressaltar que o presidente não disse que o Brasil gerou mais empregos que os países mais ricos durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Neto também atribuiu a marca dos 33 milhões de pessoas passando fome no Brasil à pandemia de covid-19 e afirmou que o número caiu para menos de 10 milhões, por conta do Auxílio Brasil. Por fim, ele disse que os brasileiros devem a Bolsonaro o orgulho das cores da bandeira e do Brasil.

Revista Oeste


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Além de vereadora, eleita na capital baiana em 2020, Maria teve outras passagens por governos do PT.

Maria Marighella, vereadora em Salvador pelo Partido dos Trabalhadores, anunciou em suas redes sociais que será a nova presidente da Fundação Nacional de Artes (Funarte). Ela é neta do guerrilheiro comunista Carlos Marighella.

“Neste momento de retomada democrática do nosso país, recebi o convite para assumir a presidência da Fundação Nacional de Artes – Funarte”, publicou nesta terça-feira, 3. Ela teria sido convocada pela própria Ministra da Cultura do governo Lula, Margareth Menezes.

No post, Maria afirma que tem a “tarefa irrefutável de retomar a construção da Política Nacional das Artes” que, segundo a petista, foi “interrompida pelo golpe de 2016” – como se refere ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

Além de vereadora eleita na capital baiana em 2020, Maria teve outras passagens por governos do PT, encarregada de formular políticas públicas para a Cultura. Já foi coordenadora da Funarte, anteriormente, além de ter integrado a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult/BA).

Assaltos a bancos e sequestro

Autointitulada “feminista e antirracista”, a nova presidente da Funarte afirma que traz em seu nome “a luta por democracia no Brasil”, e que “tem em seu avô um de seus maiores símbolos”.

Carlos Marighella era militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB) até 1967, quando foi expulso da sigla. Atuou em atos de terrorismo durante o período do regime militar. Liderou o grupo armado Aliança Libertadora Nacional (ALN), envolvido em diversos assaltos a banco e também no sequestro do embaixador americano Charles Elbrick, em 1969.

Em 2012, o então ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, anistiou oficialmente o guerrilheiro, em portaria publicada no Diário Oficial da União.

Fonte: Terra Brasil Notícias


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Nesta terça-feira (3), Lula (PT) esteve no velório de Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, e foi convidado pelo padre que conduzia o rito de orações para ler um trecho da bíblia, mas o mandatário se recusou.

A informação é do pastor Charlston Soares, que participou do velório e publicou sobre o ocorrido nas redes sociais. Ele ainda afirmou que os religiosos no local respeitaram a decisão do presidente.

Na chegada do presidente ao local onde era realizado o velório do ex-atleta, ele foi hostilizado pelos presentes.


AGORA: Barroso é hostilizado por passageiros em aeroporto de Miami; VEJA VÍDEO

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, foi hostilizado por passageiros dentro do aeroporto de Miami (EUA), nesta terça-feira (3).

Barroso vai para os EUA no mesmo período que o presidente Jair Bolsonaro, que está previsto passar 30 dias no país. Essa não é a primeira vez que ministros do STF são hostilizados nos EUA. A frase histórica “perdeu, mané”, foi dada em solo norte-americano.


Informações TBN


capa joão

O prefeito de Conceição da Feira, João de Furão (PSB), é o novo presidente do Consórcio Portal do Sertão. Por decisão judicial, foi mantido o resultado da assembleia do último dia 20 de dezembro, quando foi escolhido o novo dirigente da entidade.

A decisão do juiz plantonista, Régio Bezerra Tiba Xavier,  publicada na tarde desta segunda-feira (2), garantiu o resultado da eleição. Ele considerou, entre outras coisas, a quantidade mínima de prefeitos, com assinatura registrada em ata e firma reconhecida em cartório.

Segundo a decisão do juiz, Régio Bezerra Tiba Xavier, no dia da eleição havia o quórum mínimo de 11 prefeitos para a realização da eleição. O consórcio Portal do Sertão é formado por 18 membros, composto pelo estado da Bahia e 17 municípios.

Com esta decisão, João de Furão assume o Portal do Sertão para o biênio 2023/2024.

CONFUSÃO

Este ano, a eleição para a escolha do novo presidente do Portal do Sertão foi parar na Justiça. O agora ex-presidente, prefeito de Santo Estêvão, Rogério Costa (PT), suspendeu a eleição após um longo atraso para o início da votação.

Rogério Costa, que estava em seu terceiro mandato, foi acusado de praticar a manobra para evitar a derrota. Dos 16 prefeitos presentes na sessão de votação, apenas 5 declaram voto ao prefeito de Santo Estevão.

Em sua rede social, o presidente eleito, João de Furão, fez questão de anunciar o resultado do julgamento da ação judicial, além de agradecer a todos prefeitos e prefeitas que torceram por ele. “Vamos aos trabalhos”, escreveu.

Informações Olá Bahia


Ex-ministro posou para foto ao lado de militantes do PT

José Dirceu e apoiador de Lula Foto: Reprodução / Youtube

O ex-ministro José Dirceu assistiu à posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no gramado da Esplanada dos Ministérios ao lado de militantes do Partido dos Trabalhadores (PT), onde posou para fotos. De acordo com seu filho, Zeca Dirceu (PT), foi o próprio ex-ministro que optou por ficar à paisana a fim de “se divertir”, em vez de circular no Salão Nobre do Planalto.

– Meu pai preferiu ficar na grama se divertindo – relatou Zeca ao Estadão.

Dirceu ainda assistiu ao desfile de Lula no Rolls-Royce junto da multidão. Em entrevista ao colunista Igor Gadelha, do portal Metrópoles, ele teceu elogios ao evento de posse, classificando a “festa” como “linda”, e o discurso de Lula como “histórico”.

Dirceu foi o homem de confiança de Lula em seu primeiro mandato, atuando como ministro-chefe da Casa Civil entre os anos de 2003 e 2005. Ele ainda trabalhou como presidente nacional do PT por mais de sete anos.

O ex-ministro acabou inelegível e desgastado politicamente em razão de condenações referentes ao mensalão, mas esteve envolvido nos bastidores da campanha presidencial de Lula em 2022. Dirceu nega que tenha ajudado e também descarta participar do novo governo, mantendo uma distância protocolar.

Informações Pleno News


Deputado federal e futuro secretário de estado do Paraná da Indústria, Comercio e Serviços também criticou tom de ‘revanchismo’ e ‘ressentimento’ no discurso do presidente

‘Se não pacificar o país, não terá vida fácil no Congresso’, afirma Ricardo Barros sobre Lula

Para falar sobre a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e sobre as expectativas em relação ao novo governo e sua relação com o Congresso Nacional, o Jornal da Manhã, da Jovem Pan News, entrevistou o deputado federal e futuro secretário de estado do Paraná da Indústria, Comercio e Serviços, Ricardo Barros(Progressistas). O parlamentar analisou que o apoio dos partidos ao governo ainda é incerto: “Nem os partidos que têm hoje três ministérios entregarão todos os votos. Nem os partidos que foram oposição, ou que não apoiaram Bolsonaro ou Lula, vão entregar todos os votos. Os partidos estão divididos hoje em Sul e Nordeste”.

“O Brasil há muitos anos termina a apuração com ‘azul’ do meio para baixo e ‘vermelho’ do meio para cima. Assim será o comportamento das bancadas, o que existe é uma vigília do eleitor. A missão principal do presidente Lula é pacificar o país. Eu tenho dito isso desde o início. Ele precisa pacificar o país, se não houver a pacificação e neutralização desses radicalismos, isso vai se refletir na Câmara e no Senado. Isso porque o eleitor estará pressionando o seu representante a manter a posição de oposição ou apoio. Se ele não pacifica o país, não terá vida fácil no Congresso”, argumentou.

Para Barros, pouco importa se membros de partidos do chamado Centrão conquistaram cargos dentro do governo, o que vai pesar é a relação com o eleitorado. O deputado avalia que isso representa um novo momento da política brasileira: “Não é uma questão partidária, ele tem uma boa base, mas nem todos do União Brasil vão votar com ele e nem todos do PSD vão votar com ele porque a base não permite que assim se faça. Alguns do meu partido, Progressistas, por exemplo, vão votar com o governo e apoiaram o Lula durante a campanha. Dos nossos 48, teremos 12 que já são governo. Então, nem quem é governo vai entregar tudo, e nem quem é oposição vai segurar tudo”.

“Não é uma equação como todas que aconteceram anteriormente. Eu fui líder, ou vice-líder, ou ministrode todos os governos anteriores. Minha capacidade e habilidade é fazer articulação política. Posso assegurar que muitos deputados vão continuar atentos à sua base. Não vão se divorciar do seu eleitorado por uma posição em Brasília. Nós temos um momento diferente, onde a rede social passou a fazer parte da vida política do parlamentar. Esta ação de vigilância do eleitor vai fazer a diferença na hora do voto em Brasília”, opinou.

A respeito da posse presidencial o político paranaense fez críticas ao discurso de Lula e destacou um certorevanchismo nas falas do presidente: “Eu senti talvez um pouco de ressentimento ainda. Não é com o presidente Bolsonaro que ele tem que ter ressentimento, é com o Judiciário. Aí ele elogia o Judiciário, que o prendeu apenas para tirá-lo da eleição, e critica o presidente Bolsonaro, que fez um governo dentro da sua convicção, com um pensamento liberal. As pessoas tem o direito de ter o seu convencimento, a sua visão, e olhar claramente o que nós devemos ter para o futuro. Eu senti um discurso carregado”.

“O discurso da Câmara muito revanchista e o discursopara o público um pouco mais amplo, também olhando por esse lado revanchista, mas um pouco mais amplo (…) Ele sabe da missão que tem com todos os brasileiros, mas ainda está ressentido com algumas coisas que aconteceram ao longo do tempo (…) A sociedade está atenta, muito atenta. Esse momento político no Brasil é diferente de todos os outros porque o eleitor está olhando para seus eleitos. O eleitor está vigiando os passos dos seus eleitos. A contradição entre o discurso de campanha e práticas de governo não passará em branco”, declarou.

Informações TBN

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