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Lula é chamado de ladrão por manifestantes nos EUA,   VEJA VÍDEO

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se encontrou na manhã desta sexta-feira (10) com o senador americano Bernie Sanders na residência onde está hospedado em Washington.

Na saída do local onde está hospedado, Lula ouviu gritos de: ”Lula, ladrão, seu lugar é na prisão”, ASSISTA:

Informações TBN


Foto – Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já está morando no Palácio da Alvorada. Deixou de ser um sem teto, finalmente. A mudança ocorreu na segunda-feira passada, exatos 36 dias após a posse. Até então, ele e Janja, a primeira-dama, estavam morando em um hotel de luxo na região central de Brasília, desde o início dos trabalhos de transição do governo, no final de novembro.

A demora para a mudança foi atribuída à situação da residência oficial encontrada pelo novo presidente da República. A primeira-dama chegou a convidar a reportagem da Globo News para uma visita ao local, quando foram mostradas infiltrações nas paredes, janelas quebradas, tapetes rasgados, móveis danificados. Na mesma situação, informou o governo, estava a Granja do Torto, a outra residência oficial do presidente, uma espécie de casa de campo, que fora ocupada no governo anterior pelo ministro da Fazenda, Paulo Guedes.

Lula, porém, nunca deixou de se queixar da situação. Por diversas vezes disse, em tom de brincadeira, que era o único presidente do mundo que não tinha onde morar. A última reclamação foi no dia 31 de janeiro, durante a cerimônia de assinatura dos decretos que criam o Conselho de Participação Social e o Sistema de Participação Social Interministerial.

No início do discurso para representantes de movimentos sociais, Lula disse que não aguentava mais morar em hotel e que eles precisavam ajudá-lo a reivindicar o direito de morar:“Eu, na verdade, sou um sem-casa, um sem-palácio. Vocês precisam me ajudar a reivindicar o direito de morar. Porque já faz mais de 45 dias que eu estou no hotel, e não é brincadeira”.

E emendou com um recado, em tom de brincadeira, ao chefe da Casa Civil: “Lembrar ao Rui Costa que eu preciso morar. Se não, vou abandonar minha causa daqui para frente”.É quase certo que Lula não sabia, mas, para os bem informados, foi como falar em corda na casa de enforcado. É que Rui Costa, que governou a Bahia até o dia 31 de dezembro, até hoje, passados 40 dias, ainda não desocupou o Palácio de Ondina, a residência oficial dos governadores baianos.O novo governador, Jerônimo Rodrigues, segue morando em seu próprio apartamento no Caminho das Árvores, bairro nobre de Salvador, distante 10 km do Palácio de Ondina. Até hoje, porém, ao que se sabe, não fez nenhuma reclamação pública sobre sua condição de sem-teto, ou melhor, sem-palácio.

O governador da Bahia aguarda pacientemente que o antecessor, seu padrinho político, a quem deve o cargo, se decida a, finalmente, arrumar as malas e mudar-se do palácio. Mas, no íntimo, deve dizer todos os dias: “Desapega, Rui!”.

*Informe Baiano


Ministro da articulação política afirma que há um debate amplo sobre a taxa de juros e ressaltou que pedido para presidente do Banco Central ir ao Congresso explicar suas decisões ‘não deve ser um tabu’

Alexandre Padilha

O ministro Alexandre Padilha durante coletiva de imprensa, realizada na cidade de Brasília, DF, nesta quinta-feira, 09

O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT), concedeu uma entrevista coletiva nesta quinta-feira, 9, e afirmou desconhecer qualquer debate no governo federal que envolva a mudança na meta de inflação. Segundo o petista, responsável pela articulação política do governo Lula 3, não houve tratativa a este respeito em nenhuma das reuniões entre ele e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. “Em nenhum momento isso foi trazido para mim”, disse após pontuar que o assunto sobre projeções inflacionárias diz respeito ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT). Atualmente, as metas de inflação projetadas para este ano são de 3,25% e de 3% em 2024 e 2025. Há uma tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

Em entrevista à GloboNews, no dia 18 de janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também criticou o panorama inflacionário da atual economia. Segundo o chefe do Executivo, quando se estabelece uma meta de inflação de 3,7%, é preciso “arrochar a economia” para atingir o resultado esperado. “Por que precisava fazer 3,7%? Por que não faz 4,5%, como fizemos [nos mandatos anteriores]? A economia brasileira precisa voltar a crescer”, declarou. De acordo com Padilha, a discussão sobre uma possível redução da taxa de juros “é um debate que empresários e parlamentares têm feito, por ser um esforço para que o Brasil não tenha uma taxa de juros tão elevada”, já que isso “atrapalha a geração de empregos”.

Além das declarações sobre a decisão do Banco Central de manter a taxa de juros em um patamar elevado, Padilha comentou sobre a possibilidade do presidente do BC ser convidado a ir ao Congresso Nacional dar explicações sobre a condução da política econômica pelo órgão. “Faz parte da democracia, faz parte da lei de independência do Banco Central prestar contas. O governo, quando quer conversar com o presidente do Banco Central, convida, dialoga. No mundo inteiro, as autoridades monetárias vão ao Congresso Nacional, vão para seminários, debatem publicamente. Acho que não deve ser nenhum tabu que qualquer parlamentar faça um convite ao presidente do Banco Central”, pontuou o petista.

Segundo apurou o site da Jovem Pan, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE), presidida pelo senador Otto Alencar (PSD-BA), deve chamar Campos Neto para prestar esclarecimentos após o Carnaval. A manifestação de Padilha ocorre após semanas de críticas de Lula a Roberto Campos Neto.

Na mesma entrevista ao canal de notícias da TV paga, Lula apontou a falta de inflação por demanda e disse não ser possível que o país volte a crescer com a atual taxa de juros. “Eu acho que esse cidadão [Campos Neto], indicado pelo Senado, tenha possibilidade de maturar, de pensar e de saber como vai cuidar deste país”, completou.

Em outras manifestações públicas, o presidente considerou a decisão do Bacen em manter os juros em 13,75% como “uma vergonha”, e afirmou que não irá “pedir licença para governar”. “Não temos que tentar agradar ninguém, temos que agradar o povo brasileiro, que acreditou em um programa que nos trouxe até aqui e é esse programa que nós vamos cumprir”, completou. A fala, no entanto, não encontra respaldo entre os presidentes da Câmara e do Senado. 

Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que comanda a Casa Alta do legislativo, defendeu Campos Neto, a quem chamou de “homem preparado” e de “muito bom trato”, e afirmou que a independência do Bacen é um “avanço” por afastar “critérios políticos de algo que tem um aspecto técnico muito forte”.

Arthur Lira(PP-AL) também seguiu linha semelhante e afirmou que passou a escutar “a tendência do que a maioria do plenário pensa” e, com relação à independência do Banco Central, “esse assunto não retroagirá”. “O Banco Central independente é uma marca mundial, o Brasil precisa se inserir neste contexto”, pontuou.

Informações Jovem Pan


Foto: Reuters

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) embarcou na manhã nesta quinta-feira (9) para os Estados Unidos, onde vai se encontrar com o presidente norte-americano, Joe Biden.Segundo o Ministério das Relações Exteriores, a reunião será na sexta (10) na Casa Branca, sede do governo dos Estados Unidos, em Washington. A previsão é que o encontro ocorra durante a tarde.”Bom dia. Hoje embarco aos EUA, onde me reunirei com o presidente Joe Biden na Casa Branca. Queremos construir relações de parceria e crescimento entre nossos países, pelo desenvolvimento da nossa região, debater ações pela paz no mundo e contra as fake news”, escreveu Lula em uma rede social.A viagem carrega simbolismos e é vista com expectativa pelo entorno do dois presidentes. Isso porque:

Lula e Biden derrotaram nas urnas adversários que acenavam com a extrema-direita, Jair Bolsonaro e Donald Trump.

Ambos assumiram os cargos em um cenário de denúncias infundadas de fraude eleitoral que levaram a ataques contra sedes dos três Poderes em Brasília, em 8 de janeiro, e contra o Capitólio, em 6 de janeiro de 2021.Entre a vitória de Lula, no fim de outubro do ano passado, e a visita à Casa Branca, os dois presidentes já se falaram por telefone em duas ocasiões:

Os EUA são o terceiro país visitado por Lula desde que tomou posse, em 1º de janeiro — ele já foi a Buenos Aires, na Argentina, e a Montevidéu, no Uruguai.Lula também tem a previsão de viajar nos próximos meses para China e Portugal. As datas ainda não foram confirmadas.

*G1


Foto: Adriano Machado/Reuters

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), defendeu nesta quinta-feira (9) a autonomia do Banco Central, que, na avaliação dele, é uma “marca mundial”.

Prevista em lei aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, a independência do Banco Central tem o objetivo de blindá-lo de pressões político-partidárias.

Arthur Lira deu a declaração durante entrevista em Cascavel (PR) – onde participou de uma feira agropecuária.

O deputado alagoano afirmou também que a maioria da Câmara é contra uma mudança na legislação que rege a instituição.”O Banco Central independente é uma marca mundial”, afirmou Lira.

“Eu tenho a escuta, a tendência do que a maioria do plenário pensa em relação à independência do Banco Central, que nesse assunto não retroagirá […]. O Banco Central independente foi o modelo escolhido pelo Congresso Nacional”, acrescentou o presidente da Câmara.

Além de Lira, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), saiu em defesa da autonomia da instituição, que classificou como “avanço”, em entrevista nesta quarta-feira (8).Nas últimas semanas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem feito duras críticas ao Banco Central, ao presidente da instituição, Roberto Campos Neto, e ao Comitê de Política Monetária (Copom) do órgão. O petista também já chamou de “bobagem” a independência do BC.

Para Lula, o país terá dificuldades de crescer com a atual taxa básica de juros, mantida em 13,75% pelo Copom na semana passada.Economistas avaliam que a redução dos juros, para não piorar a inflação, deve ser acompanhada de melhorias na economia. O governo precisa dar sinais positivos ao mercado e aos investidores – por exemplo, garantindo responsabilidade fiscal e segurança jurídica.

Após a repercussão negativa das críticas de Lula ao BC, o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, disse que o governo não discute mudar autonomia do Banco Central.

Coaf

Durante a entrevista, Lira também foi questionado sobre a situação do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) é uma unidade de inteligência financeira do governo federal que atua principalmente na prevenção e no combate à lavagem de dinheiro – crime que consiste na prática de disfarçar dinheiro de origem ilícita.

Na gestão Jair Bolsonaro, o órgão integrava a estrutura do Banco Central. No início do governo, Lula editou medida provisória, colocando o órgão sob a alçada do Ministério da Fazenda, pasta chefiada por Fernando Haddad.Um movimento, capitaneado pelo senador Sergio Moro (União Brasil-PR) e pelo deputado Deltan Dallagnol (Podemos-PR), defende a volta do órgão para o Banco Central.

Para Arthur Lira, “tanto faz” a localização do Coaf, desde que a atuação seja estritamente técnica.”O Coaf é um órgão técnico, que tem que ir atrás de operações irregulares, não atrás de pessoas. Seguindo o rito do que ele tem que se dispor a fazer, tanto faz, no meu ponto de vista, ele ficar no Banco Central como no Ministério da Economia”, declarou.

*G1


O número de colegiados passa dos atuais 25 para 30 permanentes

Presidente da Câmara, Arthur Lira, durante a sessão do Plenário

A Câmara dos Deputados aprovou a criação de cinco novas comissões permanentes, na noite de quarta-feira 8. A formação dos colegiados ampliou de 25 para 30 o número de comissões da Casa por meio de desmembramento das funções de outras já existentes. O projeto, da Mesa Diretora, também prevê a criação de comissões especiais quando o tema for tratado por mais de quatro colegiados. Atualmente são três.

Dessa forma, haverá mais espaço para acomodar os partidos com o comando dos colegiados. Cabe ao presidente Arthur Lira (PP-AL) conversar com os líderes partidários para distribuir as comissões.

Veja como ficaram as comissões da Câmara

A Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia foi desmembrada e, a partir dela, criada a Comissão da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais.

A Comissão de Seguridade Social e Família foi fatiada para criar a Comissão da Saúde.

Os deputados também aprovaram a Comissão do Trabalho, que surgiu da Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público.

Já a Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços foi separada para abrir espaço para a nova Comissão de Desenvolvimento Econômico.

A atual Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática foi desmembrada para criar a Comissão de Comunicação.

Informações Revista Oeste


Declaração vem em meio aos ataques coordenados contra Roberto Campos Neto, presidente do BC

Rodrigo Pacheco, presidente do Senado: 'É uma autonomia que afasta critérios políticos' | Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Em meio aos ataques coordenados ao presidente do Banco Central e à política monetária, encabeçados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), defendeu na noite de quarta-feira 8 a independência do BC.

De acordo com declarações à Agência Senado, Pacheco lembrou que a Lei Complementar 179/2021, que estabeleceu a autonomia do BC, foi aprovada no Senado e na Câmara, sancionada pelo presidente e depois confirmada no Supremo Tribunal Federal (STF).

Para o senador, a independência do Banco Central pode ser entendida como um avanço para o país. “É uma autonomia que afasta critérios políticos de um órgão que tem um aspecto técnico muito forte, que é o Banco Central”, disse Pacheco. Ele defendeu a busca de pontes entre Lula e o presidente do BC, Roberto Campos Neto, para que seja possível “ter um propósito comum bem sucedido”. “São todos homens de boa intenção. Quando esses homens se reúnem, os problemas se resolvem”, declarou.

Desde a eleição, Lula já vinha criticando a política monetária. Com a posse, ele intensificou as declarações e, em várias entrevistas, questionou a independência do BC. Os ataques ganharam novos contornos desde a última semana, quando o Comitê de Política Monetária (Copom), do BC, decidiu manter os juros a 13,75% por ano. Aliados se juntaram a Lula para criticar Campos Neto e a política monetária.

Informações Revista Oeste


Presidente tem atacado autonomia do órgão e criticado taxa básica de juros, atualmente em 13,75%. Para deputados, política monetária precisa ser debatida, mas mudança seria ‘retrocesso’.

Eleição para presidente e demais cargos da Mesa Diretora da Câmara — Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

Eleição para presidente e demais cargos da Mesa Diretora da Câmara — Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados 

As críticas do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao Banco Central têm gerado embate e questionamentos no Congresso sobre a autonomia da instituição. Para os parlamentares, não há “ambiente” para mudar as regras que regem o órgão. 

A independência do BC foi estabelecida, por meio de lei, em 2021. A norma foi aprovada pelo Congresso esancionada pelo então presidente Jair Bolsonaro. O texto estabelece o mandato de quatro anos para o presidente do BC e tem como objetivo blindar o órgão de pressões político-partidárias. 

Nos últimos dias, Lula tem criticado a atuação do BC, principalmente, em relação à fixação e manutenção da taxa de juros em 13,75%, pelo Comitê de Política Monetária (Copom). O presidente também chegou a dizer que a independência do Banco Central é “bobagem”. 

Na cerimônia de posse de Aloizio Mercadante nesta segunda-feira (6), Lula atacou o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que decide a respeito da taxa de juros. Na ocasião, ele disse que o Brasil tem “cultura” de juros altos, e que o patamar de juros e o comunicado do BC eram uma “vergonha” 

O atual presidente do BC é Roberto Campos Neto, indicado ao cargo por Bolsonaro. 

André Fufuca (PP-MA), líder do PP na Câmara, a quarta maior bancada da Casa, disse que o partido não vai endossar uma eventual revisão da autonomia do BC. “O PP não apoiará esse retrocesso”, afirmou. 

O líder do MDB, Isnaldo Bulhões (MDB-AL), disse que as declarações de Lula não causam preocupação. Mas ponderou: “Acho que hoje não há ambiente parar rever [a autonomia]”. 

Já o líder do PDT, André Figueiredo (PDT-CE), afirmou que uma eventual mudança precisa ser debatida pelos congressistas. 

“Uma discussão sobre essa questão é imprescindível para termos uma política econômica e monetária em consonância com a política de retomada do crescimento do nosso país. A partir dessa discussão podemos evoluir para vários caminhos, inclusive a revisão da autonomia”, afirmou o pedetista. 

Segundo o colunista Valdo Cruz, a ala petista do governo apoia o presidente, mas o restante da base aliada é contra – assim como parlamentares do Republicanos e do PP, partidos com grandes bancadas na Câmara. 

A questão foi muito debatida nesta terça-feira (7), durante a sessão da Câmara. Leia abaixo as manifestações de alguns deputados: 

Lindbergh Farias (PT-RJ): “Nós temos, hoje, a maior taxa básica de juros do mundo, a taxa Selic, que está em 13,75%. É a mais alta do mundo! E isso tem um impacto muito grande na economia. Nós estamos com o freio de mão puxado! Nós não podemos aceitar que um Presidente do Banco Central freie a economia”. 

Mauricio Marcon (Podemos-RS): “Nós vimos, nos últimos dias no Brasil, um presidente que ataca diuturnamente o presidente do Banco Central, querendo culpá-lo pelas desgraças do país[…]. O Brasil tem hoje o melhor presidente do Banco Central do mundo. Talvez seja por isso que Lula queira derrubá-lo”. 

Mauro Benevides (PDT-CE): “Não existe nenhum outro país que tenha essa taxa de juros. Comparado com seu valor estabelecido e o nível de inflação projetada, não existe nenhum país do mundo que tenha uma taxa de juro real parecida com aquela que é cobrada aqui no Brasil”. 

Marcel Van Hattem (Novo-RS): “Lula está sendo antidemocrático ao atacar este parlamento dia após dia, com esse seu chororô contra a autonomia do Banco Central, e o pior, para defender aquilo que Dilma e ele mesmo fizeram no passado. Quer interferir na política do Copom de juros, causando aumento de inflação e irresponsabilidade.” 

Guilherme Boulos (PSOL-SP): “Essa independência do Banco Central é uma farsa. Como falar de um Banco Central independente com o senhor Campos Neto como presidente da instituição, que é um infiltrado, que até outro dia estava em grupo de WhatsApp de ministros do Bolsonaro e que quer se colocar como independente? Qual é a isenção que existe? Está sabotando o crescimento econômico brasileiro e boicotando a queda da taxa de juros, que é essencial para recuperar o emprego e a renda”. 

Filipe Barros (PL-PR): “Nós pudemos perceber ao longo desses últimos dias que o PT elegeu um inimigo. O inimigo é Roberto Campos Neto. O inimigo é a independência do Banco Central. Nós temos que continuar defendendo a independência do Banco Central. Nós sabemos para que eles querem macular a imagem do Roberto Campos Neto e destruir a independência do Banco Central. É para colocar um PT ortodoxo lá dentro e depois fazer um Banco Central único, com todos os amigos da América Latina. É para isso que eles querem.” 

Giovani Cherini (PL-RS): “Vão governar! Parem de fazer discurso! Digam o que vão fazer na economia! Parem de criticar o Banco Central! Parem de dizer que se combate a fome e a miséria com mais miséria.”

Informações G1


Parlamentar argumentou que disforia de gênero é passageira

Otoni de Paula constatou ainda que crianças não sabem o que significa a transição de gênero

O deputado federal Otoni de Paula (MDB-RJ) iniciou a coleta de assinaturas para abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) cujo objetivo é investigar hospitais que fazem transição de gênero em menores de idade.

“Contraditoriamente, crianças não podem trabalhar nem contrair matrimônio, mas podem ser submetidas a alterações corporais irreversíveis”, constatou. No Brasil, cirurgias desse modelo são permitidas apenas a partir dos 18 anos.

Otoni de Paula constatou ainda que crianças não sabem o que significa a transição de gênero. O parlamentar disse que a disforia de gênero tem de ser interpretada como uma questão passageira.

“Vale reforçar que crianças podem apresentar comportamentos transitórios até mesmo quanto à sua identidade humana”, observou o congressista. “Um bom exemplo disso são as crianças que se reconhecem como os personagens de quadrinhos que elegem seus preferidos, como o Super-Homem.”

Transição de gênero no hospital da USP

Hospital das Clínicas (HC) da Universidade de São Paulo (USP), na capital paulista, tem 280 menores de idade em processo de transição de gênero. Desse total, cem são crianças de 4 a 12 anos; enquanto 180 são adolescentes de 13 a 17 anos. Além desse público, há cem adultos, a partir dos 18, na mesma situação.

Informações Revista Oeste


‘Infelizmente a interferência política desastrosa de governos populistas prejudicou o seu desenvolvimento’, disse Marcon

Foto: Reprodução, redes sociais

Durante uma transmissão ao vivo realizada por meio do Instagram, o deputado federal pelo Rio Grande do Sul Mauricio Marcon (Podemos) fez duras críticas aos governos do PT na Bahia e comparou o estado nordestino com o Haiti.

Ao comentar sobre a votação expressiva do Nordeste em Lula (PT) na última disputa presidencial, Marcon disse que a “interferência política desastrosa de governos populistas prejudicou o desenvolvimento da Bahia”.

“A gente [ele e a esposa] teve lá na Bahia. Assim, é um Haiti. Não tem explicação. É uma pobreza, tudo pichado, sujo. E era uma área turística. A gente fica imaginando onde não é [turístico]. Então a vida é muito diferente”, disse Marcon.

Após o trecho da entrevista viralizar nas redes sociais, a assessoria de imprensa do deputado disse ao UOL que a comparação diz respeito ao “baixo nível de desenvolvimento socioeconômico de ambos, e nada mais”.

“A Bahia, assim como o Haiti, é um lugar onde as belezas naturais e o povo são maravilhosos, mas que infelizmente a interferência política desastrosa de governos populistas prejudicou o seu desenvolvimento – é bom lembrar que o estado está entrando no quinto governo consecutivo do Partido dos Trabalhadores (PT)”, declarou o parlamentar em outro trecho da transmissão.

Informações Bahia.ba

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