Descoberta é da Polícia Federal, que conseguiu a quebra de sigilo telemático dos membros da facção criminosa
Um integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC), que planejava assassinar o senador Sergio Moro (União-PR) e outras autoridades, usava o e-mail “lulalivre1063.icloud.com” para se comunicar com os comparsas — uma referência ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A informação foi divulgada pel’OEstado de S. Paulo e confirmada por Oeste.
O termo “Lula Livre” era utilizado por petistas na época em que o atual chefe do Executivo estava encarcerado na sede da Polícia Federal (PF), em Curitiba. Foi Moro, então juiz federal, quem o condenou à prisão. A sentença é resultado das investigações da Operação Lava Jato.
A juíza Gabriela Hardt, da 9ª Vara Federal de Curitiba, relata que integrantes da facção criminosa receberam informações de terceiros para a abertura de contas, cadastro de linhas telefônicas e registro de veículos.
A troca de número telefônico é comum entre os criminosos. Quando essa prática ocorre em períodos inferiores aos 15 dias previstos por lei, passa a ser chamada de “circuito fechado”. O objetivo da alteração do número telefônico é despistar investigações policiais. Janeferson Aparecido Mariano Gomes (Nefo), o principal organizador do plano que previa o assassinato de autoridades, trocou de número pelo menos nove vezes no período da investigação.
A quebra de sigilo telemático dos integrantes da facção criminosa deu início à operação da Polícia Federal (PF). A corporação prendeu nove bandidos.
Cooperação de testemunha
A PF conseguiu ter acesso às mensagens e às agendas telefônicas depois de uma testemunha protegida procurar o Ministério Público Federal (MPF) e revelar os planos do PCC. Essas informações levaram à instauração de um inquérito policial, que teria o objetivo de aprofundar a investigação.
Trocas de e-mail, mensagens de WhatsApp e telefonemas confirmaram a intenção dos criminosos de atacar o ex-juiz. Um núcleo específico do PCC, chamado Restrita, seria o responsável pela operação.
Uma das imagens divulgadas pela PF mostra Janeferson Aparecido Mariano Gomes, o Nefo, pedindo que Aline de Lima Paixão salve alguns códigos no celular dela. “Para não esquecer”, justificou o criminoso. “Flamengo” é o código para “sequestro”, “Fluminense” é o código para “ação”, “Tokyo” é o código para “Moro” e “México” é o código para “Mato Grosso do Sul”.
Outra imagem obtida pela PF mostra os integrantes da quadrilha. Trata-se de um print screen enviado por Nefo a Aline Paixão.
A investigação detalhou as despesas dos bandidos com material, viagens, veículos, combustíveis e aluguéis. Esses gastos ocorreram especificamente no Estado do Paraná — onde vive o ex-juiz da Lava Jato. Os criminosos alugaram apartamentos, casas e chácaras próximos à residência e ao escritório de advocacia da família de Moro. O dinheiro para financiar o atentado é do tráfico de drogas, de acordo com a investigação.
Sonho conjunto
Em artigo publicado na Edição 157 da Revista Oeste, Augusto Nunes escreve sobre a operação da PF. “Embora tivesse sido anunciada pelo próprio ministro da Justiça, é provável que Flávio Dino tenha esquecido de comunicar ao presidente a iminente ofensiva contra o Primeiro Comando da Capital”, escreveu. “Mobilizando 120 homens da lei em quatro Estados e no Distrito Federal, que sobraçavam mandados de busca e apreensão expedidos pela juíza Gabriela Hardt, a Polícia Federal impôs uma dura derrota ao PCC. Além da prisão de nove figurões da organização que lidera o ranking sul-americano do narcotráfico, o Brasil que presta pôde celebrar o confisco de manuscritos, planilhas e documentos que detalham um plano que escancara a insolência assassina do PCC.”
Abortada a poucos dias do início da execução, acrescenta Nunes, o plano se dividia em três etapas. “Na primeira, o chefão Marcola seria resgatado do presídio em Porto Velho”, relatou. “A segunda previa o sequestro e o assassinato do senador Sergio Moro, do promotor de Justiça Lincoln Gakyia e das famílias desses dois alvos prioritários. Outras autoridades estavam na mira dos matadores. A última etapa cobraria da Justiça a imediata concessão de privilégios que tornariam ainda mais agradável a vida na cadeia de que desfrutam meliantes de altíssima periculosidade.”
O ex-presidente vai desembarcar em Brasília em 30 de março
Jair Bolsonaro está com a viagem de volta ao Brasil marcada. Segundo o ex-presidente, ele vai desembarcar no país no dia 30 de março, às 7 horas da manhã. A declaração foi feita à Record TV na quinta-feira 23.
Conforme Bolsonaro, a volta ao Brasil é para trabalhar com o Partido Liberal (PL) e fazer política. “Está pré-marcada para dia 30 pousar em Brasília, às 7h da manhã. Está quase certo”, disse. “Vamos andar pelo Brasil e fazer política. Afinal de contas, o PL é um grande partido. Nós temos como manter de pé essa bandeira do conservadorismo que levantamos ao longo de quatro anos”, afirmou Bolsonaro.
O ex-presidente vai embarcar em Orlando, nos Estados Unidos, na noite do dia 29, num voo da Gol que faz a rota até Brasília, sem escalas. Segundo o jornal O Globo, o partido de Bolsonaro já comprou as passagens aéreas para a volta ao Brasil.
Caso Joias
Na entrevista, Bolsonaro também alegou que não cometeu irregularidades ao receber um estojo com presentes do regime da Arábia Saudita. Ele defendeu que não tinha intenção de “sumir” com os materiais e que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro ficou “sabendo pela imprensa” da existência de um segundo conjunto de joias apreendidas no Aeroporto de Guarulhos, que seria destinado a ela.
“Nosso ministro recebeu duas caixas de presente. Uma ficou retida na alfândega, a outra foi para presente. Eu só tomei conhecimento disso um ano depois. A minha esposa tomou conhecimento pela imprensa. Ela não tem nada a ver com isso. A caixa que seria para ela, está na Receita. A minha, desde o primeiro momento falei que está à disposição”, disse. “Desde o primeiro momento não existe a intenção de sumir”, completou.
O ex-presidente também disse que vai entregar “com dor no coração” as armas recebidas dos Emirados Árabes Unidos. “Eu pagaria por aquelas duas armas, mas não vamos criar qualquer polêmica. A gente vai entregar as armas para a Polícia Federal e as joias em uma agência da Caixa.”
Segundo a proposta, o prazo para o presidente da Câmara analisar um pedido de impeachment será de até 30 dias
Fotos: reprodução/TV Câmara e Edilson Rodrigues/Agência Câmara
A queda de braços entre os presidentes do Senado e Câmara continua. Em seu mais novo episódio, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), apresentou, na noite desta quinta-feira (23), projeto de lei que modifica a regra atual de impeachment, reduzindo o poder do poder do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).
Segundo a proposta, o prazo para o presidente da Câmara analisar um pedido de impeachment será de até 30 dias. Depois desse prazo, se nada for feito, o caso é automaticamente arquivado.
Hoje, se receber um pedido de impeachment contra o presidente da República, Lira pode deixar o documento guardado pelo tempo que desejar. Fica sempre com o poder de dar seguimento ou não ao processo.
Essa proposta de Pacheco tem potencial para agregar mais tensão à relação arestosa entre ele e Arthur Lira, que estão em desentendimento a respeito de como medidas provisórias devem tramitar no Congresso.
Novo ataque do presidente contra ex-juiz foi feito em entrevista coletiva nesta quinta-feira
O presidente Lula voltou a atacar o senador Sergio Moro (União-PR) nesta quinta-feira 23. Depois de ter expressado seu desejo de vingança contra o ex-juiz da Lava Jato em uma entrevista na terça-feira 21, o presidente disse, agora, que o plano para matar o senador, objeto de operação da Polícia Federal na quarta-feira 22, foi uma “armação de Moro”.
“Eu não vou falar porque eu acho que é mais uma armação do Moro, mas eu quero ser cauteloso. Eu vou descobrir o que aconteceu”, declarou, durante visita ao Complexo Naval de Itaguaí, na região metropolitana do Rio, onde está a linha de produção do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub) da Marinha do Brasil.
Mas, mesmo admitindo não ter qualquer prova ou mesmo indício da alegada “armação”, Lula continuou: “É visível que é uma armação do Moro, mas eu vou pesquisar e vou saber porque da sentença. Até fiquei sabendo que a juíza não estava nem em atividade quando deu o parecer para ele, mas isso a gente vai esperar. Eu não vou ficar atacando ninguém sem ter provas. Eu acho que é mais uma armação e se for mais uma armação ele vai ficar mais desmascarado ainda, ai eu não sei o que ele vai fazer da vida se ele continuar mentindo do jeito que está mentindo.”
Lula se referia à Operação Sequaz, que envolveu 120 policiais federais de quatro Estados e do Distrito Federal, a qual foi anunciada pelo seu ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino. Além de Moro, o promotor de Justiça de São Paulo, Lincoln Gakiya, também era um dos alvos do PCC. Nove envolvidos foram presos.
As ordens de prisão e de busca e apreensão foram concedidas pela juíza Gabriela Hardt. A magistrada substituiu o próprio Moro na Operação Lava-Jato quando o ex-juiz pediu exoneração do cargo, no fim de 2018, para assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública no governo de Jair Bolsonaro.
O canal oficial do presidente Lula no Telegram fez uma publicação afirmando que, graças a Polícia Federal (PF) da gestão petista, o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) estava vivo. Na quarta-feira 22, a PF deflagrou uma operação contra o Primeiro Comando da Capital (PCC) que pretendia matar Moro. Entre os alvos da facção, também estavam servidores públicos e autoridades no Distrito Federal em quatro Estados: Rondônia, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná.
Foto: Telegram
“Essa operação prova por A mais B que a união e a reconstrução vão além disso”, informa a publicação no canal do Lula. Nesta quinta-feira, 23, o petista ironizou a operação da polícia e disse que era uma “armação do Moro”.
Ao lado de companheiros como o senador Renan Calheiros (MDB-AL), Lula gargalhou da ação da PF. Ontem, Renan se solidarizou com Moro e disse que a fala do companheiro foi “desnecessária”. O senador alagoano, no entanto, parece ter mudado de ideia hoje. A operação federal foi confirmada pelo próprio ministro da Justiça de Lula, Flávio Dino.
Poucas horas depois, o ex-juiz da Lava Jato respondeu ao petista: “O senhor não tem decência ou vergonha com esse seu comportamento? O senhor não respeita o sofrimento de uma família inocente ou o combate que os agentes da lei fazem?”, interpelou o senador. “Se acontecer alguma coisa com a minha família, a responsabilidade está com esse presidente.”
Alguns parlamentares estão associando o plano do Primeiro Comando da Capital (PCC) para matar o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) a fala do presidente Lula contra o ex-juiz da operação Lava Jato. Na terça-feira 21, o petista disse que, enquanto estava preso em Curitiba, tinha vontade de “f****” Moro.
O deputado federal Delegado Ramagem (PL-RJ) interpelou se a ordem seria uma “coincidência”. “Áudios de líderes de facções criminosas reclamando da rigidez do governo Jair Bolsonaro e revelando a existência de diálogo cabuloso com o PT”, escreveu em seu perfil no Twitter. “Lula falando abertamente que só ficaria bem quando ‘f***’ o juiz que o condenou à prisão; 3. Polícia Federal revela que facção criminosa tinha plano de sequestro e homicídio de autoridades públicas, entre elas, Sergio Moro.”
Já o deputado federal Filipe Barros (PL-PR) classificou a fala de Lula como “a autorização que o PCC precisava para executar o plano” de matar Moro. Segundo Carla Zambelli (PL-SP), deputada federal, a fala de Lula foi criminosa e ele deve ser responsabilizado.
“Só imaginem se fosse Bolsonaro no lugar de lula, disse Carla. “A imprensa lulista estaria pedindo a prisão dele. Hoje, ela tenta passar pano para a fala criminosa de lula que, segundo ele mesmo, não foi de ontem, era recorrente. E por ela ele deve ser responsabilizado, e será!”
Ex-juiz e senador também anunciou pronunciamento para esta quarta-feira (23). Grupo planejava homicídios e extorsão mediante sequestro de autoridades e servidores, aponta PF.
Moro agradece policiais e anuncia pronunciamento após operação da PF contra ataques a ele e a promotor — Foto: Stephanie Rodrigues/g1
O ex-juiz e atual senador do Paraná Sergio Moro(União Brasil) agradeceu a policiais e anunciou para esta quarta-feira (23) um pronunciamento sobre ser alvo de ameaças de um grupo criminoso.
“Sobre os planos de retaliação do PCC contra minha pessoa, minha família e outros agentes públicos, farei um pronunciamento à tarde na tribuna do senado. Por ora, agradeço a PF, PM/PR, Polícias legislativas do Senado e da Câmara, PM/SP, MPE/SP, e aos seus dirigentes pelo apoio e trabalho realizado”, cita a postagem.
Nesta manhã, a Polícia Federal (PF) deflagrou uma operação de combate a uma organização criminosa que pretendia realizar ataques contra servidores públicos e autoridades, entre eles Moro.
De acordo com as investigações, os suspeitos planejavam inclusive homicídios e extorsão mediante sequestro em pelo menos cinco unidades da federação. Os ataques poderiam ocorrer de forma simultânea.
Os planos seriam retaliação de integrantes de uma facção criminosa por causa de uma portaria do governo que proibia visitas íntimas em presídios federais. Atentados eram planejados desde o ano passado, segundo a polícia.
Os alvos alugaram chácaras, casas e até um escritório ao lado de endereços de Sergio Moro. A família do senador também teria sido monitorada por meses pela facção criminosa, apontam os investigadores.
Conforme apuração do g1, depois de alerta do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) de São Paulo, o senador e a família passaram a contar com escolta da Polícia Militar do Paraná.
Moro agradece a policiais após operação da PF contra ataques a ele — Foto: Reprodução/RPC
São 24 mandados de busca e apreensão, sete de prisão preventiva e quatro de prisão temporária.
As ordens judicias são executadas no Paraná, Distrito Federal e também nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Rondônia.
Até a publicação desta reportagem, os alvos da operação não haviam sido identificados.
Medida define cota para funções comissionadas na administração federal. Governo também lançou ações para comunidades quilombolas, como a titulação de terras em Minas Gerais e Sergipe.
Lula assina decreto para que negros ocupem pelo menos 30% dos cargos de confiança no governo — Foto: Reprodução/YouTube
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) editou um decreto propondo que pelo menos 30% dos cargos e funções de confiança do governo federal sejam ocupados por negros. São esses os cargos da administração pública preenchidos por meio de contratação, sem a necessidade de concursos.
▶️ A medida estabelece o prazo de até 31 de dezembro de 2026 para que a administração pública alcance esse percentual mínimo de reserva de vagas.
A assinatura do decreto que formalizou a nova regra foi realizada em uma cerimônia no Palácio do Planalto nesta terça-feira (21) – Dia Internacional da Luta pela Eliminação da Discriminação Racial.
No evento, o Ministério da Igualdade Racional anunciou também um pacote de medidas interministeriais voltado para a promoção da igualdade racial. O encontro também marcou a comemoração dos 20 anos da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial.
“Em parceria com o Ministério da Gestão e Inovação, comandado por minha querida Esther Dweck, daremos esse passo inédito que entrará para a história. Negros e negras na ponta e no topo da implementação de políticas públicas no governo federal”, disse a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco.
Durante a cerimônia, o governo anunciou a criação de três grupos de trabalho que devem elaborar estudos sobre a promoção da igualdade racial. Um dos GTs será voltado para enfrentar o racismo religioso.
De acordo com a ministra Anielle Fanco, o governo também vai criar o programa “Juventude Negra Viva”. O objetivo é articular políticas públicas para crianças negras.
Emocionada, a ministra afirmou que, de forma transversal, o governo federal vai trabalhar para que mais nenhuma pessoa negra “passe por fome, por tiro, por falta de oportunidade e pelo racismo sistêmico”.
Comunidades quilombolas
Também foi anunciado o programa “Aquilomba Brasil”, para a promoção dos direitos da população quilombola. A iniciativa será três eixos:
acesso à terra e território quilombola;
infraestrutura e qualidade de vida quilombola;
inclusão produtiva e etnodesenvolvimento local, de diretos e cidadania.
No evento, Anielle Franco informou que, em parceria com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), iniciará uma agenda de titulação de terras para os quilombolas, de forma a garantir o primeiro eixo do programa.
Para o pontapé inicial da medida, o presidente Lula entregou títulos de terras para duas comunidades do estado de Sergipe e para uma de Minas Gerais.
O governo também quer garantir a permanência de quilombolas no ensino superior e, por isso, pretende ampliar as cotas para a população por meio de uma parceria com o Ministério da Educação.
O governo deseja ainda expandir as Unidades Básicas de Saúde (UBS) em territórios quilombolas, além de retomar o “Luz Para Todos” e o “Programa Nacional de Habitação Rural” nessas comunidades.
Ex-ministro disse que o presidente quer ‘se vingar do Brasil’
O senador Sergio Moro (União Brasil-PR) rompeu o silêncio e respondeu aos ataques do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na manhã desta terça-feira, 21, o petista revelou a intenção de se vingar do ex-juiz e ex-ministro.
“Entravam três ou quatro procuradores e perguntavam: ‘Está tudo bem?’. Eu respondia: ‘Não está tudo bem. Só vai estar bem quando eu f*** esse Moro’. Vocês cortam a palavra ‘f***’ aí”, disse Lula, em entrevista ao portal Brasil 247.
Nesta tarde, Moro rebateu as declarações do petista. “A minha interpretação é que o presidente está se vingando da população brasileira, que o governo não tem apresentado os resultados”, afirmou, em entrevista à CNN Brasil. “Vemos apenas um crescimento pífio, previsto para 0,8% neste ano, em decorrência do grande descontrole fiscal.”
Respondi às ofensas pessoais do presidente Lula. Nesse mandato, ele já ofendeu agricultores, policiais, militares, Ministério Público, presidente do Banco Central e até os livros. Chega de querer se vingar do povo brasileiro! pic.twitter.com/x8mWd5a7S6
Mas não para aí. No Twitter, o ex-ministro lembrou as ofensas de Lula a agricultores, policiais e militares. Também recordou os ataques ao presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e as críticas ao Ministério Público. “Chega de querer se vingar do povo brasileiro”, protestou Moro.
Mágoa da Lava Jato
Na entrevista ao Brasil 247, Lula disse que sente mágoa da Operação Lava Jato. De acordo com o presidente, a força-tarefa pressionou os suspeitos de corrupção a delatarem seus comparsas.