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Foto: Reprodução

Uma visita ao Feiraguay, na sexta (12), mostrou o ex-prefeito José Ronaldo em uma típica ação de pré-candidato à sucessão municipal, ano que vem. Ao seu estilo, saiu de boxe em boxe cumprimentando e abraçando vendedores.

Vídeos nas redes sociais mostram uma bem sucedida incursão no mais badalado entreposto comercial do Nordeste, do político que já governou o município quatro vezes e elegeu dois sucessores, portanto, invicto vai fazer 24 anos na disputa eleitoral pela Prefeitura.

A visita acontece na semana em que o Feiraguay sofreu talvez a maior fiscalização de sua história, por parte da Receita Federal, que levou caminhões cheios de mercadorias desprovidas de Nota Fiscal. Foi, portanto, um gesto de solidariedade. 

Em sua andança no local, Ronaldo fez propaganda para uma vendedora de pãezinhos (que lhe prometeu votar nele de novo). Ouviu de um eleitor a forte frase: “jamais vou trair este homem”, enquanto um outro cidadão, mais entusiasmado, confessou: “me arrupio (sic) todo quando (em discurso de campanha) vejo este homem dizer, ‘eu voltarei”. 

Estratégia ou não, o ex-prefeito estava vestindo uma camisa de tom muito parecido com o vermelho do PT. Bem ao estilo “sandálias de Lampião”, como sempre lhe é atribuído pelo decano do rádio Dilson Barbosa: para confundir inimigos, reza a lenda, o cangaceiro usava sandália com a frente pra trás.

Se era para despistar ou não, o fato é que José Ronaldo está caminhando.

*O PROTAGONISTA FSA


Tenso: Lula chama ACM Neto de “grampinho” e clima com União Brasil fica ainda pior no planalto

Foto: Valter Pontes/Prefeitura de Salvador e Carla Carniel/AFP.

Ao chamar ACM Neto de “grampinho” em evento na Bahia, Lula jogou gasolina no fogo que a ala anti-PT do União Brasil vem tentando espalhar na legenda e não contribuiu com o caminho para compor com o partido, dizem lideranças da sigla.

A estocada mirando o secretário-geral do União Brasil e ex-prefeito de Salvador ocorreu a dias de uma reunião entre Palácio do Planalto e o comando da sigla, justamente para buscar aproximação.

O encontro atende a um pedido de Lula, que cobrou seu time da articulação política a organizar a base o quanto antes.

“Esse episódio, sinceramente, mostra que Lula não está bem. Ou desaprendeu a fazer política. Um ataque de graça. Mexendo em quem tá quieto”, diz um integrante da cúpula do União Brasil sobre a fala do presidente na Bahia.

Quadros do partido próximos a ACM Neto classificaram, nos bastidores, a fala de Lula “de ataque vil” e “episódio lamentável”.

O apelido “Grampinho” faz menção ao escândalo dos grampos, protagonizado pelo avô de ACM, Antônio Carlos Magalhães.

Um aliado diz que, em tempos de críticas a falas capacitistas e etaristas, Lula deveria ser cobrado por se referir de forma jocosa à estatura de ACM Neto.

O grupo de “oposição ferrenha” ao governo Lula dentro do União Brasil é minoritário, mas é barulhento e, com esse episódio, tem motivo para comprar briga, avaliam parlamentares ouvidos pela CNN.

O deputado Mendonça Filho, por exemplo, apresentou requerimento para convocar o ministro Rui Costa a se explicar no plenário da Câmara sobre declarações acerca da privatização da Eletrobras. O chefe da Casa Civil disse que a privatização, aprovada pelo Congresso Nacional, tem “cheiro ruim”.

O problema do Planalto, hoje, é que a maior parte da bancada do União Brasil na Câmara, com 59 deputados, está no grupo chamado internamente de “flutuante”. Ou seja, não milita contra Lula, mas não vai aderir facilmente à base.

O grupo tem dado trabalho ao Planalto, que ainda busca um modelo de governabilidade.

“Um carguinho no Dnit do estado não arrasta mais ninguém para a base. Emenda até pode ajudar”, diz um experiente deputado do União Brasil.

Um ruído com parte da legenda não ajuda em nada neste momento. A avaliação é que o Planalto vai precisar de mais aliados na legenda além de Luciano Bivar, que não tem controle sobre a bancada, caso queira avançar em outros temas além da pauta econômica.

Na votação do marco fiscal, por exemplo, a sigla vai entregar votos. Mas em “pautas da esquerda”, parlamentares afirmam que, atualmente, não há ambiente para apoio amplo.

Créditos: CNN.


Ciro Gomes faz críticas ao governo Lula e irrita a esquerda, VEJA VÍDEO

foto: Renato Pizzutto | Band

É a primeira vez que o ex-governador do Ceará fala sobre o terceiro mandato do petista.

Sete meses após o fim do primeiro turno, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) voltou à cena política nesta sexta-feira (12). Ele participou de um evento na Universidade de Lisboa (ULisboa), em Portugal, voltado a acadêmicos do curso de Direito.

Em sua fala, o pedetista disse que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o “responsável pelo reacionarismo no Brasil” e que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, está “entregue à banqueirada”.

Esta é a primeira declaração pública de Ciro Gomes sobre o governo Lula desde o início do terceiro mandato do petista. Em seu discurso, voltou a criticar o PT e sua forma de fazer política.

“Caramba, o Lula foi parar na cadeia. Será possível que não aprendemos nada? Ou nós acreditamos que Lula foi inocentado? Ele não foi. O Lula teve direito à presunção de inocência restaurada. É diferente de ser inocentado em um julgamento”, declarou ele.

Ao comentar sobre o atrito com o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, afirmou que Lula não tem interesse em substitui-lo do cargo, direcionando críticas a Haddad por indicar Gabriel Galípolo para a diretoria do BC.

“Esta demissão [do Campos Neto] tem que ser provocada pelo Conselho Monetário Nacional. Quem é? É o governo, é o ministro da Fazenda completamente entregue à banqueirada, que está indicando um banqueiro para direção nova do Banco Central, se chama Galípolo”, completou.

Conexão Política 


URGENTE: Bolsonaro anuncia que vai processar Lula por acusação sobre “mansão” de Cid e responsabilização pelas mortes na pandemia 

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Em entrevista à CNN Brasil nesta sexta-feira (12), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) anunciou que irá processar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após declarações feitas pelo petista em Salvador, na Bahia (BA).
Durante evento sobre a Lei Paulo Gustavo, Lula afirmou que Bolsonaro teria uma mansão nos EUA, no valor de US$ 8 milhões, em nome do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, tenente-coronel Mauro Cid.

À emissora, o ex-presidente negou que tenha uma casa nos EUA em nome do ex-ajudante de ordem.

“Vou processar [Lula] com duas ações: civil e criminal”. Uma ele diz que, das 700 milhões de pessoas [mortas pela Covid-19], eu matei 300 milhões e a outra eu teria uma mansão nos Estados Unidos em nome do coronel Cid”, afirmou Bolsonaro à CNN.

AS DECLARAÇÕES DE LULA SOBRE BOLSONARO

“Acabaram de descobrir uma casa, de 8 milhões de dólares, do ajudante de ordem do Bolsonaro. Certamente, uma casa de 8 milhões dólares não é para o ajudante de ordem. Certamente, é para o paladino da discórdia, para o paladino da ignorância, para o paladino do negacionismo”, afirmou o petista durante o evento.

Lula disse em outro momento que Bolsonaro foi responsável por “300 milhões de mortes” de brasileiros durante a pandemia de Covid-19. 

“Dos 700 milhões [sic] de brasileiros que morreram da Covid, 300 milhões [sic] morreram por culpa de um governo negacionista que não tem a menor sensibilidade de respeitar a ciência, a medicina”, afirmou Lula.

Gazeta Brasil 


Centrão, tanto na Câmara quanto no Senado, é a faixa de partidos que mais demora para indicar nomes

Ex-senador Magno Malta
Magno Malta (PL-ES) é um dos principais nomes da oposição a Lula (PT) no Senado

Até o início da tarde desta 5ª feira (11.mai.2023), 22 nomes, entre titulares e suplentes, foram indicados para compor a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do 8 de Janeiro. Oposicionistas ao Palácio do Planalto somam 14 indicações.

As escolhas tanto da Câmara quanto do Senado incluem nomes da base do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), bem como de sua oposição, a qual responde pelo maior número de ofícios entregues à SGM (Secretaria Geral da Mesa) do Congresso, onde ocorre a tramitação de colegiados mistos. Ao todo, são 32 cadeiras de titulares e igual número de suplentes.

Poder360 adiantou ao longo desta semana nomes confirmados para ter assento na comissão. Apesar do total formalizado até o momento, o presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), só poderá regimentalmente dar sinal verde pleno à CPI do 8 de Janeiro quando somar pelo menos 17 nomes titulares.

O Centrão, que está concentrado em blocos, tanto na Câmara quanto no Senado, é a faixa de partidos que mais demora para indicar seus nomes. O PSD, que embora não seja base assumida, é a legenda de centro que mais vai favorecer ao governo, sobretudo no Senado, onde concentra mais cadeiras reservadas para a CPI.

União Brasil, assim como o PSD, também é o mais numeroso do colegiado, mas ainda é uma incógnita sobre como vai se posicionar nos trabalhos de investigação parlamentar. Apesar de ter 3 ministérios, a sigla tem sido uma dor de cabeça a Lula no momento da entrega de votos nos plenários de ambas as Casas.

O PT, conforme adiantou o Poder360, ficou com 5 assentos, número máximo de lugares que poderia ocupar.

Eis os nomes indicados até o momento:

Esperidião Amin (PP-SC) – titular
Damares Alves (Republicanos-DF) – titular
Luis Carlos Heinze (PP-RS) – suplente
Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) – suplente

André Fernandes (PL-CE) – titular
Delegado Ramagem (PL-RJ) – titular
Filipe Barros (PL-PR) – titular
Marco Feliciano (PL-SP) – suplente
Nikolas Ferreira (PL-MG) – suplente
Eduardo Bolsonaro (PL-SP) – suplente

Erika Hilton (Psol-SP) – titular
Pastor Henrique Vieira (Psol-RJ) – suplente

Eduardo Girão (Novo-CE) – titular
Magno Malta (PL-ES) – titular
Flávio Bolsonaro (PL-RJ) – suplente
Jorge Seif (PL-SC) – suplente

Rubens Pereira Jr (PT-MA) – titular
Rogério Correia (PT-MG) – titular
Jandira Feghali (PC do B-RJ) – titular
Arlindo Chinaglia (PT-SP) – suplente
Carlos Veras (PT-PE) – suplente
Delegada Adriana Accorsi (PT-GO) – suplente

Informações Poder 360


Esbanja: Lula, Janja e comitiva gastaram mais de R$ 1,3 milhão com hospedagens em hotel de luxo de Londres 

Foto: Assessoria 

O Portal da Transparência divulgou recentemente que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a primeira-dama Janja da Silva e sua comitiva gastaram mais de R$ 1,3 milhão em hospedagem no hotel JW Marriott de Londres para prestigiarem a coroação do Rei Charles III.

Não foram disponibilizadas as faturas ou uma descriminação dos valores, o que impede a população de saber quanto foi gasto em diárias de suítes ou em consumo de alimentos e/ou bebidas.

VEJA AQUI

Os elevados valores pagos pelo Governo tem gerado muitas críticas na Web e sem sombra de dúvidas é mais uma bola fora da gestação Petista.

Blog do Ismael Sousa


Senado aprova aposentadoria especial para quem exerce função de alto risco

Foto: Freepik

Regra vale para quem tenha contribuído por, pelo menos, 15 anos com a Previdência Social

O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (10) projeto que permite aposentadoria especial para quem exerce função de alto risco para a saúde. Agora, projeto vai para votação da Câmara dos Deputados.

Com a medida, trabalhadores expostos a agentes químicos, físicos e biológicos têm direito à aposentadoria. Regra vale para àqueles que tenham contribuído por, pelo menos, 15 anos com a Previdência Social.

Informações TBN


Deputado é aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro

helio lopes
Foto: O deputado Federal Helio Lopes (PSL-RJ) | Foto: Reprodução/Câmara dos Deputados | Foto: Foto: Reprodução/Câmara dos Deputados 

O juiz Marcos Augusto Ramos Peixoto, da 37ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, negou mais um recurso do Ministério Público do Estado no caso envolvendo um homem que chamou o deputado Helio Lopes (PL-RJ), aliado de Bolsonaro, de “capitão do mato”. Segundo o magistrado, a expressão “pode ser dirigida com igual ofensividade tanto a negros quanto a brancos (ou pardos, ou amarelos, a qualquer raça)”.

“A expressão se refere a agente que perseguia pessoas escravizadas e, por extensão, atualmente, a pessoa que de uma forma ou outra persegue pessoas negras não lhes conferindo o valor devido em condição de igualdade com todas as demais tratando-se, assim, de um possível xingamento, sem dúvida, mas não com conotação racial no sentido exigido pela lei”, argumentou Peixoto, sobre o caso Helio Lopes. “Exemplificando: chamar alguém de ‘racista’ é ofensivo e injurioso, mas se chamo uma pessoa negra de ‘racista’ não estou cometendo injúria racial só por isso — o mesmo se aplica à expressão ‘capitão do mato’.”

daniela mercury
O vereador Fernando Holiday, durante sessão na Câmara Municipal de São Paulo | Foto: Afonso Braga/Câmara Municipal de São Paulo

Nesta semana, a mulher do ex-ministro Ciro Gomes teve os bens bloqueados, no âmbito de uma ação movida pelo vereador Fernando Holiday (Republicanos-SP). Durante uma entrevista em 2018, Gomes chamou o parlamentar de “capitãozinho do mato”. “A pior coisa que tem é um negro que é usado pelo preconceito para estigmatizar, que era o capitão do mato do passado”, disse, à época. “Não há a menor chance da gente superar essas contradições sem violentar determinados princípios.”

Informações Revista Oeste


Foto: Reprodução

A reunião entre o secretário de Relações Institucionais do governo, Luiz Caetano (PT-Foto), e os líderes da base aliada na Assembleia Legislativa da Bahia para discutir a distribuição de cargos no interior terminou em impasse anteontem. Os deputados estaduais se opuseram à proposta apresentada pelos presidentes dos partidos da base do governador Jerônimo Rodrigues (PT) na última quinta-feira (4) de dividir os espaços municipais no interior com os deputados federais. O líder do governo na Assembleia, Rosemberg Pinto (PT), também se opôs à proposta. Os deputados estaduais afirmaram que a proposta original apresentada pelo governo na reunião do conselho político, na qual o critério para a distribuição nos cargos municipais leva em conta apenas a votação dos parlamentares eleitos da Assembleia, é a mais justa. Eles argumentaram que os deputados federais têm outras fontes de poder, como emendas impositivas e de relator, além dos espaços oferecidos nos órgãos da União na Bahia. Caetano pediu aos deputados estaduais que levem o posicionamento para os presidentes dos partidos, a fim de tentar solucionar o impasse.  Uma nova reunião do conselho político para discutir o assunto está prevista para a próxima semana, porém, conforme apurou a Tribuna com envolvidos, a data ainda não está definida. Os líderes na Assembleia defendem que, segundo o critério por eles proposto, quem obteve mais votos na eleição proporcional de 2022 para o Legislativo baiano tem direito às melhores escolhas na cidade, priorizando os aliados de primeira hora que estão com Jerônimo desde as eleições. A Tribuna procurou os parlamentares da base governista, que optaram por não comentar o assunto. A reportagem também contatou Luiz Caetano, mas, segundo a sua assessoria, o secretário está em viagem com o governador Jerônimo, e não retornou. Na reunião da última quinta-feira, conforme publicou o site Política Livre, alguns dirigentes, como a deputada federal Lídice da Mata e o secretário estadual do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Davidson Magalhães, defenderam que a bancada baiana na Câmara também participe do rateio dos cargos municipais, mesmo que os deputados estaduais tenham mais peso nas escolhas. Lídice afirmou que os principais cargos federais estavam sendo entregues apenas a adversários de Jerônimo na Bahia. Vale lembrar que, na gestão do ex-governador Rui Costa (PT), os deputados federais também participavam das indicações nos cargos municipais. Além dessas estruturas, há ainda os espaços regionais, aqueles que englobam mais de uma cidade, na qual o critério é a votação proporcional dos partidos da base, que fazem as indicações. Nesse caso, não há impasse. Além de Rosemberg Pinto, participaram da reunião de hoje com Luiz Caetano os deputados estaduais Alex da Piatã (PSD), Robinson Almeida (PT), Rogério Andrade (MDB), Luciano Araújo (Solidariedade), Niltinho (PP) e Fabrício Falcão (PCdoB).  (Por Mateus Soares/Trbn) .

Bahia na Política


A informação foi confirmada em Plenário pelo vice-presidente da Câmara, Marcos Pereira (Republicanos-SP)

O projeto pretende regular a remuneração de conteúdos jornalísticos | Foto: Foto: Reprodução 

A votação sobre a urgência do Projeto de Lei (PL) 2370/2019, alternativo ao PL 2630, foi adiada para a próxima semana. A informação foi confirmada em Plenário pelo deputado federal Marcos Pereira (Republicanos-SP), vice-presidente da Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira, 10. 

Segundo Pereira, o consenso entre os líderes da base de governo foi de que a urgência e o mérito da proposta seriam analisadas e votadas na próxima semana, quando o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), estiver no Brasil.

https://twitter.com/rutemoraesruth1/status/1656414516291289089?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1656414516291289089%7Ctwgr%5E7c8b2adc9d1a45e5cab000bb73a1acdf2391a8c8%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Frevistaoeste.com%2Fno-ponto%2Fvotacao-sobre-urgencia-de-projeto-alternativo-ao-pl-2630-e-adiada%2F

De autoria da deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ), o projeto pretende regular a remuneração de conteúdos jornalísticos e os direitos autorais dos artistas nas plataformas digitais.

Trata-se de uma manobra do governo do presidente Lula para passar uma parte do PL 2630 — que está parado no Congresso. A proposta de Jandira corresponde parcialmente ao PL 2630. Então, essa foi a saída encontrada pelo governo devido à pressão popular e das big techs.

Desse modo, os pontos considerados “mais polêmicos” não impediriam a aprovação da proposta. O requerimento de urgência é de autoria do deputado federal Elmar Nascimento (União Brasil-BA). Jandira é do mesmo partido do deputado federal Orlando Silva (SP), relator do PL 2630.

O projeto da deputada deve “estabelecer regras para a publicação na internet, sem autorização, de obras protegidas por direitos autorais”. Além disso, pretende garantir ao titular dos direitos autorais a possibilidade de notificar o provedor extrajudicialmente, exigindo a remoção do conteúdo indevidamente divulgado ou o pagamento de uma quantia, ainda que a disponibilização tenha sido feita por um terceiro.

Informações Revista Oeste

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