O deputado estadual Binho Galinha (foto) esteve em Brasília entre os dias de terça e quarta-feira. O objetivo foi buscar recursos para os municípios onde foi votado em 2022. Teve encontro com os deputados federais Paulo Magalhães e Gabriel Nunes, do PSD, João Bacelar (PL) e no gabinete do deputado federal Otto Filho (PSD). De positivo a garantia de ter um campo de futebol com gramado sintético, um trator e cisternas para o homem do campo. “Vou fazer de minhas idas a Brasília uma rotina. O povo quer apoio e Brasília é onde tem o dinheiro”, disse Binho Galinha.
No Congresso Nacional aprovou impeachment da ex-presidente, por violar a Lei de Responsabilidade Fiscal ao lado de Guido Mantega
A senadora Gleisi Hoffmann, durante Reunião do PT – 01/08/2017 | Foto: Ed Alves/CB/D.A Press
Leitores “checaram” um tuíte da deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), nesta quarta-feira, 23, segundo o qual o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) inocentou a ex-presidente Dilma Rousseff no caso das pedaladas fiscais. Em 2017, porém, o Congresso Nacional aprovou o impeachment da petista, por violar a Lei de Responsabilidade Fiscal.
“É a justiça sendo feita a uma mulher honesta e honrada, vítima da misoginia e da arbitrariedade”, disse Gleisi. “Não podemos esquecer no que virou o Brasil, depois de 2016, ataques à soberania e aos direitos dos trabalhadores, deterioração das políticas sociais, chegando ao bolsonarismo que demoliu o Estado e atentou contra a democracia, trazendo preconceito, ódio e violência.”publicidade
De acordo com a parlamentar, a notícia dá “mais esperança no trabalho pela reconstrução do país”.
INOCENTADA! Nossa presidenta Dilma Rousseff foi inocentada no caso das pedaladas fiscais pelo TRF1. É a justiça sendo feita com uma mulher honesta e honrada vítima da misoginia e da arbitrariedade. Não podemos esquecer no que virou o Brasil depois de 2016, ataques à soberania e…
De acordo com a “checagem”, contudo, “o TRF-1 não isentou a ex-presidente das pedaladas fiscais, que é um crime de responsabilidade fiscal julgado exclusivamente pelo Congresso Nacional”. “Apenas reconheceu que não houve responsabilidade cível (dano ao erário) que a enquadrasse na Lei de Improbidade Administrativa”, afirmam os leitores, ao adicionarem o contexto.
No alerta que afirma que Dilma não foi inocentada, o grupo menciona uma reportagem do site jurídico Jota, a qual cita também o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, que atuou no governo Dilma.
O presidente estadual do PL Bahia, João Roma, avalia que o ranking de competitividade dos estados dá a real do que é o governo do PT na Bahia. “O item de solidez fiscal é o de melhor desempenho. No entanto, é uma gestão incapaz de converter os impostos em bons resultados”, diz.
Roma assinala que os péssimos indicadores da segurança pública, educação, infraestrutura, inovação, sustentabilidade social e ambiental, capital humano e potencial de mercado, aferidos pelo Centro de Liderança Pública (CLP) para o ranking, deixam a Bahia na rabeira nacional.
“Uma vergonha! Mesmo com tantas potencialidades, sob o comando petista, a Bahia está condenada ao atraso”, afirma o ex-ministro da Cidadania.
O ministro Carlos Fávaro, da Agricultura e Pecuária Imagem: FÁTIMA MEIRA/ESTADÃO CONTEÚDO
O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, empenhou R$ 47,2 milhões em emendas para Canarana e Campo Verde, cidades em Mato Grosso onde Eraí Maggi, o maior produtor de soja do país, reúne ao menos dez fazendas. Apoiador do presidente Lula (PT), Eraí e o primo, o ex-governador Blairo Maggi, foram os responsáveis por aproximar Fávaro do petista e a trabalhar por sua indicação ao cargo.
O que aconteceu
Canarana foi a cidade do estado que mais teve recurso reservado em julho pelo ministério, com R$ 26,3 milhões. A segunda cidade foi Matupá, com R$ 25,1 milhões. Já Campo Verde, o terceiro município priorizado na lista, teve R$ 20,9 milhões.
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Esse dinheiro faz parte das extintas emendas do orçamento secreto, que foram consideradas inconstitucionais pelo STF(Supremo Tribunal Federal) em 2022. Parte do montante em emendas previsto no Orçamento de 2023 foi transferida para os ministérios com o objetivo de financiar programas.
O ministro e a pasta foram procurados para comentar os valores, mas não responderam até a última atualização deste texto. A reportagem também pediu um posicionamento a Eraí, por meio da assessoria de imprensa de uma de suas empresas, mas ele não quis se pronunciar.
Levantamento feito pelo UOL mostra que os recursos reservados pelo ministério de Fávaro foram para “fomento ao setor agropecuário”, que pode ser destinado a obras de infraestrutura da produção, além de projetos de desenvolvimento para o setor.
Conhecido como “rei da Soja”, Eraí Maggi é dono da Bom Futuro, uma das maiores empresas do agronegócio brasileiro. Com mais de 30 fazendas, a empresa produz milho, soja e algodão e vende bois. Maggi também investe na criação de peixes, em extração de minério e tem até hidrelétricas espalhadas por Mato Grosso.
Em Campo Verde, o grupo Bom Futuro tem as fazendas Fartura e Filadélfia. Há ainda uma usina hidrelétrica no rio Galheiros.
O empenho de emendas para o próprio estado e para cidades de aliados foi alvo de discussões entre Fávaro e ministros palacianos. Continua após a publicidade
Eraí, Blairo e Fávaro são amigos há anos. Nas redes sociais, o ministro não esconde a proximidade da relação. Em 12 de fevereiro, durante uma viagem a Cuiabá, Fávaro publicou um vídeo com Eraí, Blairo e sua esposa, Terezinha Maggi, dizendo que foi pedir conselhos para a condução da Agricultura.
Na semana passada, ao ser questionado pelo relator da CPI do MST da Câmara, o deputado Ricardo Salles (PL-SP), Fávaro saiu em defesa de Blairo e Eraí. Ele disse que tem muito orgulho dos dois e admitiu: “São meus amigos e padrinhos”.
Ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, e o deputado federal Ricardo Salles (PL-SP) em audiência da CPI do MST Imagem: Reprodução/YouTube/Câmara dos Deputados
Atritos com o Planalto
O ministro das Relações Institucionais do Palácio do Planalto, Alexandre Padilha, questionou o envio de recursos para cidades específicas do estado, atendendo interesses individualizados, disse um cacique do PSD à reportagem.
Padilha teria dito que “o dinheiro é do governo” e, por isso, deveria atender às necessidades das cidades, sem privilégios ou envios destoantes. Houve até gritaria entre os ministros, de acordo com os relatos ouvidos pela reportagem. O ministro Padilha foi procurado pela reportagem, mas não quis responder. Orientou procurar a pasta da Agricultura para comentários.Continua após a publicidade
Precisou que lideranças do PSD interviessem para apaziguar os ânimos. O episódio serviu para a Agricultura entrar na mira do centrão em meio às conversas de reforma ministerial. No centrão, já há partidos que sinalizem que Fávaro não está em uma boa fase e que um outro nome poderia substituí-lo.
Além do “fogo amigo” no Congresso, as críticas de Padilha à divisão das emendas também incentivaram reclamações de parlamentares da FPA (Frente Parlamentar do Agronegócio), que criticam a falta de abertura de Fávaro para atendê-los e para distribuir recursos.
Entre os deputados da frente, há o sentimento de que Fávaro não faz “política de grupo”, por ter destinado emendas para seu estado sem ouvir os parlamentares.
Alguns congressistas sinalizam ainda que a indicação de cargos na Agricultura poderia melhorar a relação com o ministro, pois demonstraria uma “atenção” aos integrantes da frente e do setor de agronegócio.
A peça, um modelo da Piaget, foi presenteado pelo então presidente da França, Jacques Chirac
O relógio de pulso da marca Piaget usado pelo presidente Lula não consta na lista de presentes oficiais da Presidência da República informados ao Tribunal de Contas da União (TCU). Avaliada em R$ 80 mil, a peça foi dada a ele pelo então presidente da França Jaques Chirac, em 2009. Na época, Lula estava em seu segundo mandato. A informação é da coluna Painel S.A., da Folha de São Paulo que teve acesso ao documento e não identificou o relógio.
A relação de presentes de Lula chegou ao TCU em 2016, quando itens desaparecidos da coleção dele e da ex-presidente Dilma Rousseff viraram alvo de um processo. Foram entregues 568 itens.Outros oito foram dados como perdidos e o presidente pagou cerca de R$ 11 mil em ressarcimento. Segundo a assessoria do TCU, o relógio não estava entre eles.
Foi o próprio presidente quem comentou do presente durante a live semanal “Conversa com o Presidente”, em julho deste ano. Na ocasião, Lula contou que recebeu o relógio durante as comemorações do Ano do Brasil na França e que a peça ficou perdida. Tempos depois, ele a encontrou em uma gaveta, depois da mudança e passou a usá-lo. O fez, inclusive, durante a campanha eleitoral de 2022.
O caso tem sido utilizado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro para se defender do relógio Rolex dado a ele pela Arábia Saudita. Avaliado em R$ 360 mil, o modelo, cravejado de pedras preciosas, foi vendido nos EUA. O advogado ligado à família Bolsonaro, Frederick Wassef, o recomprou para que fosse devolvido, cumprindo uma determinação do TCU.
O deputado Federal Zé Neto destinará 1 milhão de reais para o Hospital Dom Pedro de Alcântara, através de emenda parlamentar, em parceria com a SESAB. O dinheiro será empregado na construção de novo ambulatório, com 8 consultórios para atendimento, sendo duas salas de procedimentos, dando ênfase especial a pacientes com diabetes, hipertensão e problemas cardíacos, que não são controlados na atenção básica.
Zé Neto esclarece que “ampliar o atendimento ambulatorial do Hospital Dom Pedro é fundamental para melhorar a atenção básica que está muito deficiente no município, e isso, com certeza, afeta a regulação do Estado e superlota UPAs, o atendimento de emergência e os hospitais gerais, tanto o Clériston, como o Hospital da Criança. Com a deficiência no atendimento básico, as pessoas pioram, inclusive, as crianças, e vão parar nos hospitais, quando podiam estar sendo cuidadas em suas casas, tendo atendimento ambulatorial, com medicamento e atenção médica. Portanto é um investimento muito importante para o conjunto da Saúde de Feira”.
O deputado completa: “dialogamos sobre a necessidade de ampliação do atendimento no município de Feira, bem como a importante e necessária luta pelas Santas Casas de Misericórdia em todo Brasil, especialmente em nosso município, onde temos uma longa história, com o Dom Pedro, e uma presença muito grande na vida dos feirenses, sendo necessário mais investimentos na saúde para dar mais qualidade de vida a nossa gente. Nossa colaboração com emendas, via governo com convênios, demonstra o nosso amor pelo Dom Pedro de Alcântara e por Feira”.
O novo ambulatório proporcionará atendimento 100% gratuito com acompanhamento de equipe multidisciplinar, para que as enfermidades sejam devidamente tratadas em nossa cidade, buscado requalificar a atenção aos pacientes do SUS. E este atendimento será possível pelo empenho do governador Jerônimo e da secretária de Saúde Roberta Santana que têm dado atenção especial ao nosso município, especialmente a esse hospital que, tanto com a ajuda do Estado quanto do nosso Mandato, já recebeu, nos últimos dois anos, mais de R$ 4 milhões de emenda e cerca de cinco importantes convênios com o Estado.
“Foram muitas mulheres se solidarizando comigo, tantas que se hoje elas todas viessem aqui, não caberia nesta galeria”, falou a presidente da Câmara Municipal De Feira de Santana, Eremita Mota (PSDB), no seu discurso na manhã desta terça-feira (22), na sessão de retorno, após sequência de ataques que sofreu na semana passada. Cerca de 30 mulheres estavam na galeria, vestidas de branco e com cartazes com mensagens de repúdio.
Em trechos do seu discurso, a vereadora, que estava na Tribuna Maria Quitéria –símbolo de mulher guerreira na Guerra da Independência da Bahia, se emocionou e agradeceu o apoio recebido tanto pessoalmente, quanto pelas redes sociais, de eleitores ou não, além da ampla cobertura dos veículos de imprensa.
“Sinto que valeu a pena ir até a Delegacia da Mulher e denunciar toda aquela situação que sofri. Do jeito que as coisas vêm acontecendo aqui na Câmara, eu teria que ir todos os dias a DEAM, dando queixa. Falo isso pois não são apenas agressões nas Sessões, são pelos corredores, são ofensas, fofocas e injúrias contra mim e conta o meu filho”, destacou Eremita, em lágrimas.
Mesmo sob pressão, Eremita revela que se sente forte e que não vai deixar de falar toda vez que a ameaçarem ou difamarem. “Desde o início do mandato, além dos insultos diários, o que mais me marcou negativamente foi a tentativa para que eu não assumisse a presidência no início do ano. Fico horrorizada com isso até hoje. Muitas das agressões que sofri não teriam ocorrido, caso um homem estivesse no meu lugar”, revelou a vereadora, sob aplausos.
O ex-ministro da Cidadania, João Roma, ironizou a tentativa do governador Jerônimo Rodrigues de escamotear a realidade. Em entrevista à imprensa, o governante petista criticou a falta de apoio do presidente Jair Bolsonaro para “impulsionar as obras da ponte Salvador-Itaparica”. “Faltou naquele momento apoio do governo federal para nos ajudar a negociar”, afirmou Jerônimo.
De bate-pronto, Roma postou em suas redes sociais: “Aonde quer chegar o PT com sua política de transferência de responsabilidade? Querem culpar até Bolsonaro pelo fiasco do projeto da ponte Salvador-Itaparica, que, por mais de uma década, tem sido usado para fins apenas eleitoreiros”.
O atual presidente estadual do PL encerrou o post com uma forte assertiva, condenando a desfaçatez do governador e seu grupo político: “Respeitem o povo da Bahia!”
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta terça-feira (22) que o governo estuda usar o yuan, moeda oficial da China, nas transações com a Argentina. Para o petista, a moeda chinesa pode auxiliar o país vizinho, que passa por uma severa crise financeira.
Lula, que está em viagem oficial à África do Sul para o encontro do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), deu a declaração no programa “Conversa com o Presidente”, realizado pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e transmitido pelas redes sociais.
O presidente voltou a defender a necessidade de se encontrar alternativas ao dólar, a moeda oficial dos EUA, utilizada como referência nas operações comerciais entre países.
O governo brasileiro discute há meses formas de auxiliar o país vizinho e garantir o pagamento das exportações de empresários brasileiros para a Argentina.
“O Haddad [ministro da Fazenda] estava conversando com a Argentina, e é possível a gente ajudar a Argentina tendo como moeda do yuan, sabe, aqui da China”, disse Lula.
Lula volta a defender moeda única e mais crédito pra exportações brasileiras à Argentina
Principal parceiro comercial do Brasil na América do Sul e governada por Alberto Fernández, aliado de Lula, a Argentina convive com inflação alta e tem dificuldades para manter divisas em dólar, o que justifica a busca por uma alternativa nas transações internacionais.
“Tem país como a Argentina que não pode comprar dólar agora, está em uma situação muito difícil porque não tem dólar. Para vender para o Brasil, não deveria precisar de dólar. Vamos trocar nossas moedas, e os Bancos Centrais fazem os acertos no final do mês. Ou Brasil e China, ou Brasil e Índia”, argumentou Lula.
O presidente tem defendido a criação de uma moeda sul-americana para servir de base no comércio na região, sem que o Brasil, por exemplo, abandone o Real.
“A gente não pode depender de um único país que tem o dólar, de um único país que bota mais dinheiro para rodar dólar e nós somos obrigados a ficar vivendo da flutuação dessa moeda. Não é correto”, disse Lula.
A China tem apostado em acordos com países para utilizar o yuan nas transações bilaterais. O governo argentino anunciou, em abril, a adoção do yuan para pagar importações vindas da China, por exemplo.
Em março, o Banco Central brasileiro informou que assinou um memorando de entendimentos com Banco Central da China (PBC) para viabilizar um instrumento financeiro que permita que operações comerciais entre os países sejam feitas na moeda chinesa, e convertidas em reais de “forma mais rápida e menos custosa”, sem a necessidade do dólar como intermediário.
O presidente Lula (PT) voltou a defender a entrada da Argentina no bloco econômico dos Brics, formado por países em desenvolvimento, e o uso de uma moeda alternativa ao dólar para o comércio exterior entre países.
A entrada de novos membros é um dos principais assuntos do 15º encontro do bloco, realizado neste ano em Joanesburgo, na África do Sul. Hoje, o Brics é formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Outros cotados são Arábia Saudita, Emirados Árabes e Egito.
“Vamos ver na reunião como fica, se vai ser agora ou daqui a um mês, dois meses… mas defendo porque é importante a Argentina estar no Brics.” (Lula, durante o “Conversa com o Presidente”, na África do Sul)
O presidente atribuiu crise argentina aos pagamentos ao FMI (Fundo Monetário Internacional), e acusou banco de ter feito o empréstimo por interesse político. “Na Argentina, está difícil por causa do empréstimo feito por interesse político do FMI, R$ 44 bilhões emprestados ao [ex-presidente Maurício] Macri durante as eleições”, disse. “Há quem diga na Argentina que esse dinheiro foi emprestado por conta das eleições para que o Macri pudesse ganhar. Ele não ganhou, o Alberto [Fernández] ficou com a dívida e agora tem que pagar”.
Lula disse que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, está discutindo uma possível ajuda ao país vizinho usando o yuan chinês. “Vamos fazer uma coisa diferente, mais serena, mais madura, menos pragmática como é a regra hoje, que só favorece o sistema financeiro”, declarou.
Ele voltou a defender uma moeda alternativa ao dólar para o comércio com outros países. “Por que, se eu faço negócio com a China, preciso ter dólar? O Brasil e a China têm tamanho suficiente para fazer negócio em suas moedas, sem desvalorizar a moeda da gente, mas cria uma moeda de comércio exterior e depois os bancos centrais fariam os ajustes”, disse.
A gente não pode depender de um único país que tem o dólar, que bota a maquininha para rodar o dólar e a gente é obrigado a ficar vivendo da situação dessa moeda. (Lula, durante transmissão ao vivo nas redes sociais)