Gestão do chefe da Casa Civil foi avaliada como negativa por 39% dos parlamentares, enquanto 29% avaliam como positiva, e 27%, regular
Foto: Ricardo Stuckert / PR
À frente da Casa Civil, o baiano Rui Costa (PT) é o ministro de Lula mais mal avaliado na Câmara dos Deputados.
De acordo com pesquisa Genial/Quaest divulgada pela coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, o ex-governador da Bahia acumula as maiores rejeições tanto na avaliação geral, quanto entre os parlamentares da oposição.
No âmbito geral, 39% dos deputados entrevistados avaliam como negativa a gestão de Rui Costa, enquanto 29% apontam como positiva e 27%, como regular. Outros 4% não opinaram.
Entre os oposicionistas, 75% desaprovam o chefe da Casa Civil, enquanto 5% aprovam. Na base governista, por sua vez, ele é bem avaliado por 56% e visto de forma negativa por 13%.
Por outro lado, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), é o queridinho da Câmara. Segundo dados da Genial/Quaest, ele é visto de forma positiva por 48% dos parlamentares entrevistados, enquanto 29% avaliam sua atuação como negativa, e 20%, como regular. Outros 3% não responderam.
Entre deputados da base do governo Lula, Haddad é aprovado por 82% e desaprovado apenas por 3%. Entre os deputados de oposição, o ministro da fazenda é avaliado de forma negativa por 66% e positivamente por 12%.
Realizada entre os dias 29 de abril e 20 de maio, a pesquisa Genial/Quaest ouviu 183 deputados federais em exercício por meio de entrevistas presenciais e online. A margem de erro é de 4,8 pontos percentuais.
Presidente do TSE rejeitou o pedido por ‘questões processuais’
Alexandre de Moraes também destacou que não houve cerceamento do direito de defesa e que a decisão do TSE não violou a Constituição | Foto: Lula Marques/Agência Brasil
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e seu candidato a vice-presidente na eleição de 2022, Walter Braga Netto, tiveram o recurso contra a inelegibilidade rejeitado pelo ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A decisão foi publicada neste domingo, 26, mas foi tomada na última sexta-feira, 24.
Os advogados da chapa de Bolsonaro haviam solicitado que o caso fosse encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF).
O recurso extraordinário precisa ser aceito pelo tribunal, onde a decisão foi proferida antes de seguir para o STF. Alexandre de Moraes rejeitou o pedido por questões processuais, ao argumentar que o processo não cumpria os requisitos legais.
A decisão de Alexandre de Moraes
O ministro também destacou que não houve cerceamento do direito de defesa e que a decisão do TSE não violou a Constituição. “A controvérsia foi decidida com base nas peculiaridades do caso concreto, de modo que alterar a conclusão do acórdão recorrido pressupõe revolvimento do conjunto fático-probatório dos autos, providência que se revela incompatível com o recurso extraordinário”, sustentou.
Em outubro do ano passado, o TSE aplicou nova inelegibilidade a Bolsonaro e Braga Netto por abuso de poder político durante as comemorações do Bicentenário da Independência. A decisão foi por 5 votos a 2.
Os ministros do TSE entenderam que Bolsonaro e Braga Netto usaram as celebrações oficiais do 7 de Setembro de 2022 para fins eleitorais. Ambos também foram multados: R$ 425,6 mil para Bolsonaro e R$ 212,8 mil para Braga Netto.
O histórico de Bolsonaro
O ex-presidente já havia sido declarado inelegível em junho de 2023 por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação em outro caso. Essa inelegibilidade também é de oito anos, até 2030.
As ações julgadas pelo TSE se referem à disputa eleitoral de 2022. O PDT e a senadora Soraya Thronicke (União-MS), então candidata à Presidência, acusaram os dois de abuso de poder político e econômico, além de conduta vedada a agentes públicos.
Segundo as acusações, a campanha de Bolsonaro teria utilizado as comemorações oficiais para obter vantagem eleitoral, com discursos, fotos com eleitores e propaganda eleitoral.
O que diz a defesa
Os advogados de Bolsonaro e Braga Netto defenderam o arquivamento dos processos por questões processuais e negaram irregularidades. Os advogados alegam que Bolsonaro participou dos eventos como presidente, e não como candidato.
O Ministério Público Eleitoral opinou pela inelegibilidade de Bolsonaro, mas pela absolvição de Braga Netto. O ex-presidente já está inelegível pelas próximas eleições, em virtude da condenação no caso da reunião com embaixadores, mas poderá concorrer em 2030.
05/05/2024Ricardo Stuckert/Presidência/Divulgação via REUTERS
Em meio à calamidade no Rio Grande do Sul, uma pesquisa AtlasIntel/CNN divulgada nesta quinta-feira (23) revelou que oito em cada dez gaúchos atribuem alguma culpa ao governo federal pela falta de prevenção e gestão ambiental. Os resultados detalham que:
51,4% dos entrevistados consideram que a administração de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem alguma culpa, mas que não foi o fator determinante.
29,9% acreditam que o governo petista tem grande culpa na situação.
18,6% dos gaúchos não culpam a União pela calamidade.
A pesquisa foi realizada de forma online, ouvindo 3.920 pessoas entre os dias 14 e 21 de maio, com uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Em relação aos eleitores que votaram em Lula no segundo turno das eleições de 2022 no Rio Grande do Sul, os resultados foram os seguintes:
53% acham que o governo federal tem alguma culpa, mas não foi o fator determinante.
13% atribuem grande culpa ao governo federal.
34% dos eleitores de Lula no estado não consideram que o governo federal tenha nenhuma culpa na calamidade.
Foi apresentado na Câmara Municipal de Feira de Santana um Projeto de Lei que tem como objetivo garantir o acolhimento e o suporte adequado a crianças com Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), no município. O PL é de autoria do vereador Flávio Arruda (Galeguinho SPA – UB).
A iniciativa surge a partir de um estudo que revela que 17% das crianças no Brasil enfrentam esses desafios. Durante uma entrevista, o parlamentar destacou a importância dessa iniciativa.
“Fizemos um projeto visando cuidar das crianças, que são o futuro do nosso país”, explicou o vereador destacando a importância da parceria com a Prefeitura de Feira de Santana e a equipe da Inter Eduque, composta por psicólogos e assistentes sociais.
“Solicitamos que a Prefeitura, junto com a equipe da Inter Eduque, cuidasse dessas crianças, fizesse um levantamento e identificasse as que precisam de uma atenção melhor”, detalhou.
O projeto prevê a criação de um centro de acolhimento para essas crianças que funcionará no atual espaço do Inter Eduque, localizado no antigo Feira Tênis Clube. O centro oferecerá acompanhamento psicológico e social, além de recursos pedagógicos adaptados às necessidades.
A iniciativa busca atender principalmente aquelas que estudam em escolas públicas e não têm condições financeiras de arcar com tratamentos particulares.
“Sabemos que a maioria das pessoas que estudam em escola pública não tem condição financeira de pagar um tratamento particular”, ressaltou.
O projeto também visa promover a capacitação de professores e profissionais da educação para que possam lidar de forma eficaz com alunos que apresentam TDAH e dificuldades de aprendizado.
Prestes a completar um ano e meio de seu terceiro mandato à frente do Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfrenta um momento desafiador na opinião pública, aproximando-se da rejeição pela maioria do eleitorado. De acordo com levantamento divulgado nesta sexta-feira, 24, pelo instituto Paraná Pesquisas, o governo do petista possui 46,2% de aprovação e 49,6% de reprovação pelos brasileiros.
A pesquisa confirma a tendência recente de queda na popularidade de Lula, verificada desde o final do ano passado. Em agosto de 2023, o mesmo instituto apontava que 54,3% dos eleitores aprovavam e 40,1% reprovavam o governo atual. O percentual do eleitorado que classifica a gestão como “ótima” caiu de 15,9% para 10,6%, enquanto aqueles que consideram a administração federal “péssima” subiram de 23,7% para 31,3% nestes oito meses.
Melhor avaliação foi observada entre os eleitores de 16 a 24 anos (59,8%), moradores da região Nordeste (56,9%) e brasileiros que têm até o ensino fundamental (56,5%). As maiores reprovações ocorreram entre os evangélicos (62,8%), moradores da região Sul (60,3%) e eleitores com ensino superior (59,2%).
Além da avaliação geral, a pesquisa abordou as percepções dos eleitores sobre ações do governo federal que beneficiam a população e sobre os erros cometidos pela gestão Lula. Apenas 29,4% dos entrevistados conseguiram citar alguma medida federal positiva desde janeiro de 2023, enquanto 46,6% foram capazes de mencionar algum erro cometido pelo Planalto.
Entre os pontos bem avaliados pelo eleitorado estão os investimentos no Bolsa Família (7,9%), na educação pública (6,4%) e no programa Minha Casa, Minha Vida (4,4%). Já entre as ações insatisfatórias mais citadas estão o aumento ou reajuste de impostos (6,2%), a falha no controle da inflação (4,4%) e o fracasso no combate à corrupção (4,3%).
A pesquisa do instituto Paraná Pesquisas entrevistou 2.020 eleitores em 160 municípios distribuídos pelos 26 estados e pelo Distrito Federal, entre os dias 27 de abril e 1º de maio de 2024. O grau de confiança da pesquisa é de 95%, com margem de erro estimada em 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Em cenário eleitoral, Bolsonaro teria 38,8% das intenções de voto contra 36% de Lula, caso o ex-presidente estivesse elegível. Foi o que apontou levantamento realizado pelo instituto Paraná Pesquisas nesta sexta-feira (24/5). Lula venceria Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, e ficaria à frente da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, presidente do PL Mulher e apontada como possível opção do partido desde que a inelegibilidade do ex-presidente foi decretada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
De acordo com a pesquisa, no cenário estimulado contra Michelle, o presidente também teria 36% dos votos e a ex-primeira-dama, 33%. No entanto, tanto contra Bolsonaro quanto contra Michelle, o resultado pode ser considerado um empate técnico, uma vez que a diferença entre os candidatos fica dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 2,2 pontos percentuais para menos ou para mais.
No cenário em que Lula enfrentaria Tarcísio de Freitas, o presidente apareceu com 36,9% das intenções de voto, contra 25,6% para o governador de São Paulo.
O levantamento apontou que Lula também seria vencedor se os adversários fossem os governadores de Minas Gerais, Romeu Zema; do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite; do Paraná, Ratinho Júnior; e de Goiás, Ronaldo Caiado. Ciro Gomes, que disputou as eleições de 2022, também seria derrotado pelo presidente.
Com relação à rejeição, Bolsonaro apareceu com o maior número de eleitores que “não votaria de jeito nenhum” no ex-presidente, com 48,4%. Lula apareceu com 47,4%, seguido por Michelle, com 45,8%. Tarcísio apareceu em quarto lugar, com 34,8%.
A pesquisa foi realizada entre os dias 27 de abril e 1º de maio de 2024. Foram entrevistadas 2.020 pessoas com 16 anos ou mais, em 26 estados e no Distrito Federal. O intervalo de confiança é de 95%.
A Operação Segurança Legal VIII foi deflagrada pela Polícia Federal em todo o Brasil, exceto no Rio Grande do Sul, devido às enchentes. A ação realizada nesta quinta-feira (23), contou com mais de 460 agentes da PF que atuaram na fiscalização para identificar empresas clandestinas de segurança privada.
Na Bahia, 17 empresas tiveram as atividades encerradas por executar serviços de segurança privada sem autorização da Polícia Federal, em comércios, condomínios, casas noturnas, entre outras. Desde o início de maio as ações de fiscalização acontecem em todo o estado, em Salvador e Região Metropolitana (4), Feira de Santana (2), Vitória da Conquista (4), Juazeiro (3), Porto Seguro (2), Barreiras (1) e Ilhéus (1).
Em 2017, a Polícia Federal iniciou as ações de âmbito nacional, coordenada pela Divisão de Controle e Fiscalização de Segurança Privada, em Brasília/DF, e deflagrada pelas Delegacias de Controle de Segurança Privada – DELESP nas capitais e pelas Unidades de Controle e Vistoria nas Delegacias Descentralizadas do interior.
Ao contratar esses serviços de segurança privada, é possível colocar em perigo a integridade física de pessoas e financeira dos contratantes, uma vez que os “seguranças” clandestinos não estão sujeitos ao controle da Polícia Federal em relação a seus antecedentes criminais, formação, aptidão física e psicológica. Além disso, as empresas sem autorização da PF não observam os requisitos mínimos de funcionamento previstos na legislação.
Um adolescente de 16 anos foi apreendido pela polícia após matar os pais a marteladas no fim da tarde desta quinta-feira (23), na Taquara, bairro da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Depois, ele ateou fogo no quarto do casal, segundo o registro policial.
O jovem foi apreendido por policiais militares do 18º BPM. Eles foram acionados na madrugada e, ao chegarem ao local, encontraram o corpo do casal carbonizado. O adolescente foi encaminhado à Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).
De acordo com a Polícia Civil, o adolescente foi “apreendido em flagrante pelo crime”. Agentes da especializada fazem diligências nesta sexta (24) e querem ouvir testemunhas para esclarecer o crime.
O jovem já prestou depoimento, e ele teria dito que ocorreu uma discussão acalorada após ele não querer ir à escola, para descansar e se preparar para uma aula de jiu-jítsu. Os pais não concordaram com a decisão do adolescente.
Este é o segundo caso em menos de uma semana de apreensão de um jovem acusado de assassinar os pais adotivos. No último domingo (19), um adolescente de 16 anos telefonou para a polícia afirmando que havia matado sua família dentro da casa onde vivia, localizada na Vila Jaguara, Zona Oeste de São Paulo. A motivação, segundo o infrator, seria por seus pais terem confiscado seu celular e computador.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro leva ligeira vantagem na simpatia do eleitorado brasileiro em comparação com a atual primeira-dama Janja da Silva, segundo levantamento feito pelo instituto Paraná Pesquisas entre o final de abril e o começo de maio e divulgado nesta sexta-feira, 24.
A pesquisa perguntou com qual das duas mulheres o entrevistado mais simpatiza. O resultado foi 43,4% de preferência por Michelle Bolsonaro, contra 34,7% que manifestaram esse sentimento por Janja. Outros 16,1% dos eleitores responderam “nenhuma das duas”, enquanto 5,9% não souberam ou não quiseram opinar.
No recorte geográfico, Janja aparece como a preferida no Nordeste, reduto histórico do eleitorado do PT, com 43,4% de aprovação contra 32,9% de Michelle — nas demais regiões, a esposa de Jair Bolsonaro vence em popularidade. Já na estratificação por idade e gênero, a socióloga casada com Lula é a preferida entre as mulheres e o eleitorado mais jovem (16 a 24 anos), enquanto a ex-primeira-dama lidera entre o público masculino e todas as outras faixas etárias.
Mesmo cargo, estilos distintos Desde o início do terceiro mandato presidencial de Lula, tornou-se evidente a diferença entre Janja e Michelle no exercício da função de primeira-dama. Enquanto a esposa do ex-presidente desempenhou um papel mais discreto, priorizando o ativismo junto a pessoas com deficiência auditiva, a socióloga petista deixou clara sua intenção de participar ativamente do governo e do debate político no país.
Ainda durante a campanha de Lula, em 2022, Janja declarou seu plano de “ressignificar o conceito de primeira-dama” no caso de vitória do marido nas urnas. Durante o período eleitoral, se destacou como organizadora de encontros do petista com a sociedade civil, em especial na articulação com artistas e celebridades. No governo, é frequentemente apontada como alguém que exerce influência em várias agendas do governo e na defesa junto a Lula de pautas ligadas às mulheres e minorias, entre outros.
Apesar da discrição que manteve durante boa parte do mandato de Bolsonaro, Michelle também mergulhou na campanha eleitoral do marido, durante o acirrado embate com Lula em 2022, especialmente junto ao eleitorado religioso. Evangélica, a ex-primeira-dama foi presença constante em templos pelo país, eventualmente acompanhada do marido. Sua atuação na eleição a credenciou a se tornar presidente do PL Mulher, uma das principais apostas do partido para atrair filiados e potencial candidata a algum cargo eletivo — inclusive para Presidência da República.
Pesquisa O Paraná Pesquisas entrevistou 2.020 eleitores em 160 municípios distribuídos pelos 26 estados e pelo Distrito Federal, entre os dias 27 de abril e 1º de maio de 2024. O grau de confiança da pesquisa é de 95%. A margem de erro é estimada em 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.
A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) informou que pedirá a suspeição dos ministros Cármen Lúcia e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pelo uso das expressões “desinteligência natural” e “burrice natural” durante a sessão da última terça-feira (21), que tornou a parlamentar ré pelos crimes de invasão de dispositivo informático e falsidade ideológica.
– A postura relatada não corresponde àquilo que se espera de julgadores imparciais, de modo que entende estar caracterizada a suspeição dos ministros – disse Carla Zambelli, em nota.
Na última segunda (20), a Primeira Turma do STF decidiu, por unanimidade, colocar a deputada federal e o hacker Walter Delgatti no banco dos réus. Eles responderão pela invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ao proferir seu voto, Cármen Lúcia fez uso da expressão “desinteligência natural” para se referir ao caso, e Alexandre de Moraes complementou o raciocínio da magistrada.
– Começo a não me preocupar mais só com a inteligência artificial, mas com a desinteligência natural de alguns que atuam criminosamente, além de tudo sem qualquer tracinho de inteligência – disse Cármen Lúcia.
– Vossa Excelência, sempre muito educada, disse “desinteligência natural”. Eu diria burrice mesmo, natural – afirmou Moraes.
Se for aceita a alegação de Zambelli de que Cármen Lúcia e Moraes são suspeitos, os ministros serão impedidos de julgar o processo criminal contra a deputada federal.
A PGR denunciou Carla Zambelli e Walter Delgatti após a conclusão do inquérito da Polícia Federal (PF) sobre a invasão ao sistema do CNJ. O objetivo do ataque hacker, segundo os investigadores, era descredibilizar o Poder Judiciário. Um dos documentos apreendidos pela PF foi um mandado falso em que Moraes determina e assina a própria prisão.
As diligências apreenderam com a deputada federal documentos que correspondem aos arquivos inseridos por Delgatti no sistema do CNJ, o que comprova, segundo a PF, o envolvimento da parlamentar na conduta criminosa.