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O psolista busca direito de resposta às declarações do ex-coach, que o acusou de ser ‘usuário de cocaína’

A defesa de Boulos solicita que a Record veicule o direito de resposta | Foto: Reprodução/Twitter/X
A defesa de Boulos solicita que a Record veicule o direito de resposta | Foto: Reprodução/Twitter/X

O candidato à Prefeitura de São Paulo Guilherme Boulos (Psol) processou a Record por causa de declarações do também candidato Pablo Marçal (PRTB), em recente edição do programa Balanço Geral SP. O psolista moveu a ação no último domingo, 25.

Pablo Marçal incomodou Guilherme Boulos na última sexta-feira, 23, ao dizer ao jornalista Reinaldo Gottino que o psolista é usuário de cocaína.

Guilherme Boulos quer o direito de resposta

A defesa do candidato do Psol solicita à Record que veicule o direito de resposta no mesmo horário e programa. A juíza Claudia Barrichello, do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), analisará o caso. A decisão deve ser tomada até o próximo fim de semana.

Guilherme Boulos e Pablo Marçal durante debate no Estadão
Guilherme Boulos e Pablo Marçal durante debate no jornal O Estado de S. Paulo | Foto: Felipe Rau/Estadão Conteúdo

Disputa entre os dois candidatos 

Essa é a primeira vez que uma emissora enfrenta sanções judiciais por declarações de Pablo Marçal nesta campanha. Na última quarta-feira, 21, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) suspendeu os direitos de resposta de Guilherme Boulos nas redes sociais de Marçal. O psolista entrou com a ação pelo mesmo motivo.

Inicialmente, a Justiça Eleitoral havia concedido o direito. No entanto, Marçal recorreu, e o juiz Regis de Castilho suspendeu o direito de resposta de Boulos.

Informações Revista Oeste


AGENDA DE JOSÉ RONALDO
28 DE AGOSTO (QUARTA-FEIRA)

Pela manhã:
7h30 – Entrevista na Rádio Subaé com Flamário Mendes, Denivaldo Costa e Raimundo Tourinho
9h – Reunião no Papagaio com Elias Lúcio
9h30 – Reunião com apoiadores
10h –Reunião com apoiadores
11h44 – Entrevista no programa Linha Direta com o Povo – Rádio Sociedade FM

Pela tarde:
14h às 17h – Grava programa eleitoral

Pela Noite:
18h15 – Entrevista no programa Altos Papos, Princesa FM
18h44 – Caminhada no Feira VII
20h30 – Visita com a candidata a vereadora Nayara Pena


Reprodução/YouTube

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O Google e o X, antigo Twitter, apresentaram recursos ao Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) dentro da ação promovida pelo PSB, da candidata Tabata Amaral. A ação pede a impugnação da candidatura de Pablo Marçal (PRTB) e resultou na suspensão dos perfis do candidato nas redes sociais.

Em uma liminar proferida no sábado, dia 24, a Justiça determinou a suspensão integral dos canais do candidato. A medida gerou controvérsia e trouxe à tona discussões sobre liberdade de expressão e a influência da Justiça Eleitoral nas redes sociais.

Google Questiona Suspensão de Perfis de Pablo Marçal

No seu recurso, o Google argumenta que a suspensão integral das páginas e dos canais de Marçal é incompatível com o artigo 38 da Resolução/TSE nº 23.610/2019. Segundo a empresa, a atuação da Justiça Eleitoral deve ser realizada com a menor interferência possível no debate democrático, limitando-se à remoção de conteúdos específicos analisados como violadores.

Além disso, o Google destacou que o suposto ilícito indicado na decisão judicial não teria sido praticado diretamente pelo canal do candidato. Em vez disso, foram identificados cortes e conteúdos específicos veiculados por outros usuários, que podem ser controlados de acordo com o artigo 19 do Marco Civil da Internet e da própria Resolução/TSE.

Quais as Reivindicações do X em Relação à Suspensão?

O X, também conhecido como Twitter, segue a mesma linha de argumentação do Google, negando a ocorrência de ilícitos eleitorais na plataforma. Segundo os advogados da empresa, a decisão da Justiça foi omissa ao não analisar os conteúdos veiculados pela conta do candidato e, portanto, a ordem de suspensão integral da conta @pablomarcal seria desproporcional.

Ainda que houvesse algum conteúdo irregular nos posts da conta, o X argumenta que a medida deveria se restringir apenas à remoção dessas postagens específicas, e não à suspensão total do perfil. A empresa enfatiza que a suspensão integral impede a veiculação futura de conteúdos que poderiam ser lícitos e de interesse público, colocando em risco a liberdade de expressão do usuário.

Liberdade de Expressão em Risco?

Um dos pontos mais debatidos nos recursos apresentados pelo Google e pelo X é a questão da liberdade de expressão. Ambas as empresas alegam que a suspensão integral dos perfis de Pablo Marçal representa uma restrição desproporcional deste direito fundamental. Vale lembrar que a liberdade de expressão é um princípio protegido pela Constituição Federal e pela legislação infraconstitucional.

A decisão de suspender integralmente os perfis impede o candidato de compartilhar qualquer tipo de conteúdo, mesmo aqueles que não violam as normas eleitorais. Isso, segundo as empresas, ameaça o debate democrático e limita a divulgação de informações de interesse público.

O Futuro das Redes Sociais na Justiça Eleitoral

A ação movida pelo PSB e os recursos apresentados por Google e X colocam em foco a complexa relação entre Justiça Eleitoral, liberdade de expressão e a atuação das redes sociais durante o período eleitoral. A questão ainda deve passar por novas análises e decisões judiciais, que poderão definir precedentes importantes para futuras eleições.

Ainda não sabemos qual será a decisão final do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, mas esta situação já serve como alerta para a necessidade de um equilíbrio entre a regulação de conteúdos eleitorais e a preservação dos direitos fundamentais garantidos pela Constituição.

Resta acompanhar os desdobramentos deste caso, que certamente trará impactos significativos para a forma como as redes sociais serão geridas durante os períodos eleitorais futuros.

Informações TBN


De acordo com informações, foi montado um centro de operações em um hotel de Feira de Santana com o objetivo exclusivo de atacar sua trajetória como gestor público. A chamada “Suíte do Ódio”, como ficou conhecida essa central de disseminação de fake news, foi denunciada pelo próprio José Ronaldo na manhã desta terça-feira (27), durante uma coletiva de imprensa realizada na Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). O candidato alertou que a operação já está em andamento, visando prejudicar sua imagem.
José Ronaldo revelou ter sido informado sobre a presença de uma equipe contratada pelo PT dedicada a difamar sua história por meio de notícias falsas. Essa equipe, segundo ele, instalou uma base em um hotel, a infame “Suíte do Ódio”, destinada a espalhar mentiras contra o candidato do União Brasil nas redes sociais e em veículos de comunicação de Feira de Santana e Salvador.

Frente a essas tentativas de minar sua campanha, José Ronaldo reagiu com firmeza, alertando a imprensa local e reafirmando sua posição: “Quem vence a eleição é o trabalho é o amor. Sou ficha limpa e estou apto a disputar as eleições em outubro”, afirmou, enfatizando que “nada supera o amor e o compromisso com o trabalho” .


foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) recusou o acordo proposto pela Procuradoria-Geral da República (PGR) para que o parlamentar pagasse R$ 10 mil por ter chamado o presidente Lula (PT) de “ladrão” durante a Cúpula Transatlântica da Organização das Nações Unidas (ONU), em novembro de 2023. A recusa foi em razão de uma acusação de injúria contra Lula. A proposta foi apresentada durante uma audiência ocorrida no gabinete do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, na quarta-feira, 14 de junho de 2024.

Além do pagamento dos R$ 10 mil, que seriam destinados ao Rio Grande do Sul, o acordo também previa que o deputado deveria remover a publicação de suas redes sociais. Segundo a proposta, o conteúdo poderia ser republicado após a exclusão do trecho controverso que se referia a Lula como “ladrão”. No entanto, Nikolas Ferreira deixou claro em suas redes que não cederia à proposta.

Nikolas Ferreira: “Não Faço Acordo com Censura”

No perfil no X, na terça-feira, 27 de junho, Nikolas Ferreira afirmou: “Querem me impedir de chamar Lula de ladrão e ainda pagar multa? Não faço acordo com censura. Vários que hoje são aliados do Lula já o chamaram de coisas muito piores e absolutamente nada aconteceu – como sempre. Coragem pra enfrentar e força pra resistir. Não recuarei”. Essa declaração abriu um debate acalorado nas redes sociais e nos ambientes políticos.

Entenda o Caso: O que Disse Nikolas Ferreira na ONU?

Em novembro de 2023, Nikolas Ferreira fez um discurso, em inglês, na Cúpula Transatlântica da ONU, onde chamou Lula de “ladrão que deveria estar na prisão”. Suas palavras foram: “Isso se encaixa perfeitamente com Greta Thunberg e Leonardo DiCaprio, por exemplo, que apoiaram o nosso presidente socialista, chamado Lula, um ladrão que deveria estar na prisão”. A fala gerou repercussão negativa e culminou em ações legais.

O Processo e as Repercussões Legais

Em janeiro de 2024, Ricardo Cappelli, então secretário-executivo do Ministério da Justiça, solicitou que o caso fosse investigado pela Polícia Federal, acusando Nikolas de suposto crime de injúria ao fazer um “discurso ofensivo à honra” do presidente. A acusação só ganhou mais força quando o vice-procurador-geral da República, Hindemburgo Chateaubriand, reconheceu a imunidade parlamentar de Nikolas, mas apontou que a prerrogativa “não se estende a situações que, sendo estranhas a essa causa, a transformem em privilégio”.

Em março de 2024, foi encaminhado um parecer ao Supremo Tribunal Federal. Um mês depois, o relator autorizou a abertura de um inquérito na Corte para investigar o parlamentar. Em junho de 2024, a Polícia Federal concluiu que as declarações, embora ofensivas, configuram um crime de menor potencial ofensivo, resultando na decisão de não indiciar Nikolas Ferreira. Porém, a PGR prosseguiu com a denúncia de injúria contra o deputado.

A audiência preliminar ocorreu na quarta-feira, 14 de junho de 2024. Durante a sessão, foi oferecido ao deputado Nikolas Ferreira a possibilidade de um acordo, o qual ele prontamente recusou, gerando ainda mais debate sobre liberdade de expressão e imunidade parlamentar.

O Futuro de Nikolas Ferreira no Cenário Político

Com a recusa do acordo, Nikolas Ferreira continua no centro das atenções políticas e jurídicas. Seu futuro no cenário político pode sofrer impactos significativos, dependendo do desfecho das investigações e julgamentos subsequentes. A decisão de não aceitar a oferta da PGR reforça seu posicionamento combativo e crítico ao atual governo, atraindo tanto simpatizantes quanto opositores.

O caso ainda será discutido e poderá causar consequências nas próximas eleições e na forma como os políticos lidam com a imunidade parlamentar e a liberdade de expressão. Resta agora acompanhar os próximos capítulos dessa novela política.

Informações TBN


“A placa da obra vai fazer aniversário e nada de a prefeitura de Itabuna construir a escola do bairro Daniel Gomes”, denuncia o candidato a prefeito, Chico França (PL). Segundo ele, no local designado para a implantação de uma unidade municipal para a educação infantil até hoje não foi colocado um tijolo.

“Atrás da placa que informa as especificações da construção e seu custo de R$ 7 milhões, permanece um campinho de futebol e ao lado uma área que virou depósito de lixo”, diz Chico França, acrescentando que os recursos estão liberados.

Para o candidato de Bolsonaro a prefeito de Itabuna, quem sofre com a incapacidade do atual prefeito Augusto Castro de construir a escola são as mães que moram no bairro. “Essas mães têm mais dificuldade em trabalhar fora, porque ficam sem ter onde deixar os filhos pequenos”.

Engenheiro experiente, responsável por várias construções em Itabuna, Chico França reclama que toda obra tem que ter prazo, principalmente as públicas. “Se tem placa é porque tem projeto, orçamento e empresa designada a fazer o serviço. Quanto mais demorada, mais cara fica a execução”.

Na avaliação de Chico França, o prejuízo é duplo. “Sofre a população à espera do funcionamento do serviço, que às vezes nem começa, e a prefeitura que acaba gastando mais do que o devido, deixando de aplicar aquele dinheiro a mais em outro serviço para os itabunenses. Se for eleito, as obras municipais serão executadas com celeridade”.


O candidato a prefeito José Ronaldo (União Brasil) denuncia estar sendo vítima de notícias falsas “plantadas” ou disseminadas por meio de releases encaminhados a órgãos de comunicação. E citou como exemplo uma fake news divulgada por um veículo de imprensa de Salvador, a exemplo de outros também veiculados em períodos eleitorais para tentar manchar a sua imagem.
Defendendo o combate às fake news durante as eleições de 2024, José Ronaldo garante que sua campanha eleitoral, como padrão, também não usará de forma alguma deste recurso indevido e criminoso em respeito à sociedade feirense e por questão ética.
A denúncia foi feita por José Ronaldo durante coletiva à imprensa, na manhã desta terça-feira (27), na Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). “Recentemente um órgão de imprensa de Salvador divulgou que a Justiça me impediu de ser candidato. Que eu havia sido condenado. Mentira. Felizmente, a imprensa de Feira de Santana não repercutiu porque sabe que era fake news”, pontuou.
Ao pontuar que é ficha limpa, critério rigoroso exigido pela Justiça Eleitoral para liberar uma candidatura, José Ronaldo destacou que é justamente por isso que está apto a disputar as eleições municipais em Feira de Santana este ano. “Uma denúncia não macula ninguém, exceto quando é condenada. Inclusive, quantas denúncias contra Jaques Wagner e Rui Costa já foram feitas? Nunca fui à imprensa condenar, mesmo porque não foram condenados”, observou.
José Ronaldo observa ainda que o teor da matéria e a forma como ela é conduzida deixa claro que foi produzida por uma assessoria a serviço da oposição. “O que ganha eleição é trabalho e não fake news”, alertou.

Confira o vídeo:


AGENDA DE JOSÉ RONALDO
27 DE AGOSTO (TERÇA-FEIRA)
Pela manhã:
8h – Reunião com apoiadores
8h30 às 9h30 – Visita empresas
10h às 12h – Reunião com apoiadores
Pela tarde:
13h – Entrevista ao programa Conexão Esportiva, com Miro
Nascimento, na Rádio Sociedade News
14h30 às 17h – Grava programa eleitoral
Pela Noite:
18h30 – Reunião na Rocinha com a cand


Jornal diz que o petista se elegeu com a promessa de defender a democracia, mas segue incapaz de denunciar a fraude eleitoral de Nicolás Maduro

Lula quer uma ditadura alinhada ao 'Sul Global', afirma Estadão
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, no Palácio do Planalto | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que se elegeu com a promessa de defender a democracia, segue incapaz de denunciar a “ditadura companheira” de Nicolás Maduro, afirma o jornal O Estado de S. Paulo

Maduro foi declarado reeleito pela Suprema Corte venezuelana, mesmo sem nenhuma evidência. O “roubo das eleições” do país, que escandaliza a oposição e a comunidade internacional, foi o tema do editorial de opinião do Estadão desta terça-feira, 27. 

Observadores independentes confirmaram a vitória esmagadora de Edmundo González, da oposição, que obteve quase 70% dos votos. 

Diante dos fatos, os Estados Unidos, a União Europeia, dez países da América Latina e a Organização dos Estados Americanos assinaram um documento, na última semana, no qual rejeitam a reeleição de Maduro. Lula, porém, não colaborou com o comunicado por “discordar do texto”. 

Onde está o líder da ‘frente pela democracia’, pergunta o Estadão

Sobre a postura do petista diante das fraudes nas eleições da Venezuela, o jornal pergunta: “Onde está o líder da ‘frente pela democracia’?”. 

“Não resta nenhuma dúvida sobre a vontade do povo venezuelano, e o sigilo imposto pela Corte [que escondeu as atas das eleições] equivale a uma confissão de culpa”, avaliou o jornal. “A farsa eleitoral acabou. Começa agora a farsa da legitimação do regime e da criminalização da oposição.”

A publicação ressalta que “governos responsáveis e comprometidos com a democracia, à esquerda e à direita, já denunciaram o novo teatro” que o regime chavista tenta implementar no país. 

O texto cita o presidente do Uruguai, Luis Lacalle Pou, o qual afirmou: “Maduro confirma o que a comunidade internacional tem denunciado: fraude”. Também ressalta que o presidente esquerdista do Chile, Gabriel Boric, anunciou que seu país “não reconhece esse falso e autoproclamado triunfo de Maduro & cia”.

“Já o presidente Lula da Silva continua a cumprir ciosamente seu papel no jogo de sombras de Maduro”, criticou o Estadão.

Ex-presidente da Colômbia: 'Lula abriu as portas para Maduro, mas foi enganado'
Lula nunca se posicionou contra a ditadura de Nicolás Maduro na Venezuela | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

‘Lula quer uma ditadura’

De acordo com o texto, a fraude eleitoral começou bem antes do pleito. Mas, enquanto a ditadura prendia opositores, cassava candidaturas e impedia imigrantes de votar, “Lula estendia o tapete vermelho a Maduro” e “lançava especulações filosóficas sobre a relatividade da democracia”.

“Depois das eleições, quase 30 opositores foram mortos e cerca de 2 mil foram detidos, mas o PT celebrou essa ‘festa da democracia’”, observou o editorial.

Estadão continua: “Lula continua a ser, como sempre foi, utilíssimo para Maduro e seus suseranos – a China e a Rússia –, mas não é idiota e sabe bem o que quer: uma ditadura alinhada ao tal ‘Sul Global’, ao invés de uma democracia eventualmente simpática a Washington”.

Informações Revista Oeste


O presidente do PL na Bahia, João Roma, destacou as boas condições de disputa que os candidatos a vereador do partido terão para disputar cadeiras nos legislativos municipais tanto em Salvador quanto nas principais cidades baianas. “Nas cidades com propaganda de TV, os candidatos a vereador do PL são aqueles que terão o maior tempo perante outros candidatos porque o PL é o maior partido do Brasil, com 99 deputados federais. Essa é uma ferramenta importante”, disse o dirigente, em entrevista à Rádio Salvador FM, na noite desta segunda-feira (26).

Roma também destacou que o PL tem uma clara identidade política e isto também aumenta a possibilidade dos votos de legenda, o que, no final, ajuda a eleger mais membros do partido. “Nós temos uma sigla partidária também muito conhecida. Assim como do lado da oposição, você tem a força do símbolo do PT, no caso nós temos aqui um partido de reconhecimento nacional, o PL 22 de Bolsonaro, o que efetiva uma maior quantidade de votos de legenda”, explicou. “São muitas variáveis que teremos nessa disputa. Estou muito entusiasmado com a animação dos nossos candidatos; cada um com sua característica, cada um com sua forma de pedir voto, mas eu tenho certeza que a gente terá um bom resultado”, comentou o ex-ministro da Cidadania.

O dirigente do PL baiano apontou, entretanto, a postura que deve ser adotada pelos candidatos do PL. “O principal é um: não buscar competir com o outro; o que nós temos é que levar nossas bandeiras, criar um clima de harmonia interna dentro do partido e sair trilhando a política com cabeça erguida. No final, mesmo aqueles que não saírem eleitos, sairão com um degrau a mais na vida pública que é passar por um processo eleitoral também enriquecedor do ponto de vista político”, ponderou o ex-deputado federal.

João Roma também pontuou que os apoios do PL a candidatos a prefeito se deu por estratégia principal de não permitir que o PT conquiste as maiores cidades baianas. “Em seis cidades com tempo de TV, somente uma com candidatura própria: Chico França, em Itabuna. Percebemos internamente que se observa um cenário macro em que o PT quer buscar ocupar as maiores cidades na Bahia já possuindo as gestões estadual e federal”, apontou Roma.

O dirigente ainda comentou sobre a atuação do governador Jerônimo Rodrigues como, por exemplo, em Feira de Santana, onde o PL decidiu apoiar José Ronaldo (União Brasil). “O Jerônimo Rodrigues vai lá querer criticar a cidade de Feira de Santana no quesito da saúde; mas a dificuldade da saúde em Feira de Santana é justamente a ineficiência do Governo do Estado da Bahia. Mas ele está lá de corpo e alma tentando interferir no cenário eleitoral”, destacou. Roma ainda enfatizou que José Ronaldo é um nome extremamente estratégico para vencer em Feira de Santana. Sobre o PL, ele destacou que o objetivo é “ter capilaridade e porta-vozes legitimados”, visando já a disputa eleitoral de 2026

Por falar em 2026, o presidente estadual do PL reafirmou a sua intenção de sair candidato a governador. “Pretendo me candidatar a governador da Bahia. O que eu percebo é que é muito frustrante você perceber um estado com todo o potencial como o nosso estar perdendo protagonismo. No último sábado, eu estive com Ronaldo Caiado, governador de Goiás, lá em Feira de Santana e ele conseguiu tomar providências sobre segurança pública”, comparou Roma, ao citar o avanço do crime organizado na Bahia.

Ainda sobre esse encontro com Caiado, Roma falou: “O governador de Goiás falou o benefício de combater o crime para a população. A população não estava mais comprando carro a diesel em Goiás porque tinha uma quadrilha que só estava roubando carros a diesel. Com as ações rápidas que ele adotou, acabou isso logo e até o preço de seguro, que era o mais caro do Brasil, ficou mais barato”. Roma também citou que a Bahia vem perdendo protagonismo econômico para estados como Santa Catarina, que possui território bem menor.

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