A questão da falta de saneamento básico em Itabuna é um problema muito sério que está na mira do candidato a prefeito Chico França (PL). “O rio Cachoeira se transformou num esgoto a céu aberto”, indigna-se. Entre as prioridades de Chico, está a despoluição e revitalização daquele que é o símbolo natural e berço da cidade.
“Todo itabunense sabe que ‘ita’ significa pedra em tupi-guarani e ‘buna’, preta. Foram as pedras pretas do leito do Rio Cachoeira que deram o nome à nossa cidade. Não podemos mais assistir passivamente à morte daquele que motivou o povoamento, que se transformou no município de Itabuna”, relata Chico França.
Para o candidato a prefeito de Bolsonaro, além da despoluição e revitalização do rio Cachoeira, a urgente ação de saneamento de Itabuna se faz necessária à saúde da população.
“Por meio do saneamento, com água tratada, coleta e tratamento de esgoto, é possível reduzir as internações por doenças de veiculação hídrica e proporcionar um ambiente mais saudável para as pessoas”, destaca.
Engenheiro civil, Chico França sabe quais os investimentos em infraestrutura que serão capazes de reverter o trágico destino do rio Cachoeira e dotar Itabuna de um sistema de saneamento que garanta a saúde dos itabunenses.
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que 10% das doenças registradas mundialmente poderiam ser evitadas com investimentos para a ampliação do acesso à água, medidas de higiene e saneamento básico.
“A dengue, por exemplo, é um doença que é altamente favorecida pela falta de saneamento”, lembra Chico França, que sendo eleito vai trabalhar intensivamente pela despoluição e revitalização do rio Cachoeira e saneamento de Itabuna. “Eu e os itabunenses vamos voltar a nos banhar em águas limpas e salubres do velho Cachoeira”.
O candidato a prefeito da coligação Pra Fazer o Futuro Acontecer, Zé Neto, disse nesta quinta-feira (29) durante entrevista ao programa Subaé Notícias, na Rádio Subaé AM, que, se for eleito, vai criar o Centro Administrativo na região central de Feira de Santana para melhorar a prestação dos serviços públicos à população.
O espaço, conforme explicou Zé Neto, vai concentrar boa parte das secretarias e órgãos municipais em um único local para evitar gastos desnecessários aos cofres públicos.
“Uma parte temos que colocar no Centro Administrativo e outra manter, talvez, em prédios públicos. Onde demanda muita gente circulando é bom que seja no centro da cidade mesmo, como espaços do governo federal que não são utilizados, a exemplo dos antigos prédios do INSS na praça Bernardino Bahia e da Delegacia do Trabalho, no bairro Santa Mônica. Esse é caminho: melhorar a prestação dos serviços públicos evitando gastos desnecessários”, afirmou Zé Neto.
O candidato a prefeito José Ronaldo (União Brasil) convida os feirenses para participarem juntos da caminhada de inauguração do Comitê Central do 44, que será realizada nesta sexta-feira (30), às 15h44, no Centro comercial. A concentração será na Praça Monsenhor Renato Galvão, a Praça da Matriz da Catedral de Senhora Sant’Anna, de onde seguem em direção ao comitê, na avenida Getúlio Vargas, cruzamento com a avenida Maria Quitéria, em frene ao monumento em homenagem a heroína feirense Maria Quitéria. A caminhada pelo centro da cidade é mais uma oportunidade do candidato a prefeito José Ronaldo estar ao lado do povo e ouvir sugestões para uma futura administração, sempre antenada com as necessidades dos cidadãos. E é justamente na área comercial onde trabalham pessoas de todas as localidades do município, tanto zona urbana quanto rural. José Ronaldo vai estar ao lado do candidato a vice-prefeito Pablo Roberto e dos candidatos a vereador pelos partidos que compõem a coligação. Saem da concentração na Praça da Matriz pela rua Conselheiro Franco e seguem pelas praças da Bandeira e J. Pedreira seguindo pela avenida Getúlio Vargas, onde inaugurará o Comitê Central. O espaço oferece todo o suporte para contato com os cidadãos feirenses, distribuição de material publicitário da campanha, encontros entre apoiadores e também para que os feirenses possam deixar propostas contribuindo para um governo mais democrático, ainda mais cidadão.
Já há questionamentos sobre o novo agente financeiro que vai gerir a conta da Câmara Municipal de Feira de Santana a partir de 1º de setembro de 2024, o Sicoob. É que a Caixa Economia Federal, a atual detentora da conta do Legislativo, repassava mensalmente R$ 7.802,25 à Câmara Municipal. O Sicoob deve dar pouco mais de R$ 1.200,00. Quem está com essas informações é o vereador José Carneiro (União Brasil – foto ilustração), que deseja interpelar junto à Justiça a presidente Eremita Mota (PP), sobre a negociação com essa instituição financeira. “Acho que debaixo desse angu tem carne”, alerta José Carneiro com esse ditado popular.
AGENDA DE JOSÉ RONALDO 29 DE AGOSTO (QUINTA-FEIRA)
Pela manhã: 9h – Reunião política 10h – Reunião com apoiadores 11h30 – Visita a empresa
Pela tarde: 14h – Reunião com apoiadores 14h30 às 17h – Visita empresas com o candidato a vereador Ricardo da Farol 17h – Visitas com o candidato a vereador Pastor Fábio Araújo
Pela Noite: 18h – Reunião na Pitombeira com Pastor Roberto 19h – Caminhada na Chácara São Cosme
Confiante no desejo do povo pelo seu retorno ao Governo Municipal, expresso nas manifestações populares nas ruas da cidade, o candidato a prefeito José Ronaldo (União Brasil) garante que vai cumprir todo os 4 anos de seu governo. O compromisso foi reafirmado durante entrevista ao programa Bom Dia Feira, transmitido pela Rádio Princesa FM, na manhã desta quinta-feira (22). Ao fazer um balanço de sua trajetória política, José Ronaldo frisa que a ideia de disputar o Governo do Estado já passou e que agora entende que contribuir para o desenvolvimento de Feira de Santana, encarando os desafios que vêm pela frente, com o único propósito de ver a cidade crescer e se modernizar, é o único compromisso. “Feira de Santana é maior do que José Ronaldo e o governador”, ressaltou. O projeto, no passado, de disputar o Governo da Bahia, foi encarado por José Ronaldo como uma missão à qual ele abraçou com o desejo maior de continuar servindo a Feira de Santana em uma esfera de governo na qual pudesse contribuir ainda mais para a promoção de grandes obras para o avanço da cidade, a exemplo do que significou para a eleição do então governador feirense João Durval.
A ex-prefeita de Maragojipe, Vera da Saúde (PSD), protagonizou um episódio de grande confusão no distrito de Nagé, na tarde desta quarta-feira (28). Ela tentou iniciar, sem qualquer autorização da Prefeitura, uma obra de asfaltamento. A ação ocorreu mesmo com a pavimentação já programada pela atual gestão municipal para começar no dia 10 de setembro. A Prefeitura de Maragojipe já havia realizado a Concorrência Nº 90.002/2024, P.A. Nº 677/2024, do tipo menor preço, com o objetivo de contratar uma empresa para a execução das obras de pavimentação asfáltica em concreto betuminoso à quente (C.B.U.Q.) sobre o pavimento existente, em uma área de 20.314 m² nos distritos de Nagé e Coqueiros. O certame foi concluído com a adjudicação do contrato em favor da empresa RJV Empreendimentos e Engenharia Ltda, no valor global de R$ 1.774.856,16. A tentativa de Vera da Saúde de iniciar a obra sem a devida autorização foi prontamente interrompida pela Prefeitura, o que gerou um tumulto na comunidade. O prefeito, Valnício Armede (PP), classificou a medida como arbitrária e afirmou que a ação da ex-prefeita teve o único objetivo de tumultuar a gestão e o processo eleitoral. “Quero refirmar nosso compromisso com Nagé e Coqueiros que iremos pavimentar os dois distritos. A obra já está licitado e será iniciada em breve. Não vamos aceitar nenhum tipo de provocação muito menos de arbitrariedade da ex-prefeita e seu grupo”, disse o prefeito Valnício Armede. FCHA SUJA A ex-prefeita de Maragojipe, Vera da Saúde, enfrenta uma série de desafios legais e políticos. Recentemente, seu nome foi incluído na lista dos impedidos de disputar a eleição de 2024, encaminhada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) ao Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). Além disso, a ex-prefeita também teve as contas referentes ao ano de 2020 reprovadas pela Câmara de Vereadores, decisão que ela tenta reverter na Justiça, sem sucesso até o momento. As ações recentes da ex-prefeita têm sido vistas como tentativas desesperadas de se manter na disputa eleitoral, mas encontram resistência não apenas da atual administração, como também dos órgãos de controle e da Justiça.
Segundo uma reportagem do UOL, a propriedade fica localizada entre os municípios de Ipiaú e Itagibá, a 360 quilômetros de Salvador (BA)
Ministro da Casa Civil, Rui Costa | Foto: Reprodução/@ruicostaoficial
O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), possui uma fazenda no interior da Bahia que está registrada em nome de uma aliada política. As informações estão presentes em uma reportagem do portal UOL, publicada em 21 de agosto.
A fazenda, situada entre Ipiaú e Itagibá, a cerca de 360 quilômetros ao sul de Salvador, não tem o registro formalizado em cartório.
A região onde a propriedade está situada recebeu R$ 42 milhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), coordenado por Costa. A transação da fazenda não foi registrada no cartório de imóveis local, e também não houve pagamento do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) referente à negociação.
Segundo o UOL, jornalistas percorreram a região por três dias. Eles confirmaram com um funcionário da fazenda e com o prefeito de Itagibá que a propriedade pertence ao ministro da Casa Civil. Rui Costa, por sua assessoria, preferiu não comentar o assunto.
O prefeito de Itagibá, Marquinhos Barreto (PCdoB), que é aliado do ministro, conversou com o UOL em seu gabinete, acompanhado de uma equipe de assessores. Na ocasião, ele afirmou já ter feito uma visita a Costa na fazenda e disse que o município tem “orgulho” de ter um ministro como morador e produtor rural.
“Ele é munícipe hoje, temos que tratar bem”, afirmou, em entrevista ao UOL. “Já visitei ele [sic] na fazenda. Ele tá com uma vontade doida de produzir, plantar as coisas dele. Chega dia de domingo ele tá lá com a bota dele, tirando mato. A gente torce para que dê certo e ele consiga produzir na área dele. Ele tá plantando lá umas mudas de cacau, ‘tá’ fazendo as coisas dele lá.”
Produtores rurais estimam que a fazenda tenha cerca de 100 hectares, o que a caracteriza como uma “pequena propriedade rural” segundo a classificação fundiária da Bahia. O valor do hectare na região varia de R$ 15 mil a R$ 25 mil, o que sugere que a fazenda poderia valer aproximadamente R$ 1,5 milhão.
Falta de registro em fazenda de Rui Costa impede verificações
Lula e o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT) | Foto: José Cruz/Agência Brasil
O terreno de Rui Costa fazia parte de uma área maior da Mendonça Agropecuária, localizada junto à estrada. A empresa pertence à prefeita de Ipiaú, Maria Mendonça (PP), e sua família. Maria é uma aliada próxima do ministro da Casa Civil, que costuma se hospedar em sua casa quando visita a região.
De acordo com produtores rurais de Itagibá, a fazenda de Rui Costa foi formada por um desmembramento da área da prefeita, mas essa alteração ainda não foi registrada na matrícula do imóvel.
A ausência de registro no cartório de imóveis impede a verificação do valor e da data da transação. A legislação municipal exige um tributo de 2% sobre o valor da propriedade transferida.
No Brasil, a lei de registros públicos (nº 6.015/74) e o Código Civil determinam que os direitos sobre um imóvel só existem depois do registro, mas não estipulam um prazo para isso nem impõem penalidades.
Juridicamente, a Lei nº 8.935/94 define o registro imobiliário como um ato de publicidade, ou seja, a transmissão da propriedade deve ser registrada corretamente para garantir o interesse público e a transparência das informações.
Como é a fazenda
Ainda de acordo com o UOL, logo na entrada da fazenda, há uma casa de paredes brancas já pronta para moradia, ocupada por um funcionário. Ele foi consultado pelos jornalistas para confirmar se a propriedade era de Rui Costa.
Também foi perguntado quando o ministro estaria no local, mas o funcionário se limitou a dizer: “Não sei, vocês têm que perguntar a ele”.
Madeiras empilhadas, um pórtico ainda em construção, máquinas e uma retroescavadeira que percorre o terreno demonstram que o local está passando por obras.
Ao lado da primeira casa, há dois galpões de telhado branco usados como apoio. Ao fundo, um grande açude em construção compõe a entrada da fazenda.
Depois do açude, há duas obras em andamento. À direita, um galpão em construção. À esquerda, em uma área mais alta, trabalhadores constroem uma casa de tijolos ainda sem telhado. Um caminho já foi traçado para outra construção mais distante.
O único animal visto pela reportagem foi um pavão azul, espécie que não é nativa da região, cujo bioma é a Mata Atlântica.
Histórico do ministro
Rui Costa, economista de formação, iniciou sua carreira no Sindicato dos Químicos e Petroleiros da Bahia antes de entrar para a política. Em 2018, declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 674 mil.
Quatro anos depois, adquiriu um apartamento em Salvador por R$ 2,5 milhões, com R$ 400 mil financiados. A fazenda, segundo moradores de Itagibá, teria sido comprada entre o fim de seu governo, em 2022, e o início do governo Lula, em 2023.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Rosa Amorim disse que estava levando o ‘carinho dos brasileiros’ ao ditador
Rosa Amorom (à direita) e Nicolás Maduro (centro) durante o encontro | Foto: Reprodução/Twitter/X
A deputada estadual Rosa Amorim (PT-PE), conhecida em Pernambuco como “Rosa do MST”, chamou o ditador Nicolás Maduro de “presidente” durante uma viagem à Venezuela no último final de semana.
Ela afirmou que levou a ele o “carinho” do povo brasileiro. O gesto ocorreu na XI Cúpula Extraordinária da Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América (Alba-TCP), que inclui países como Venezuela, Nicarágua e Cuba.
Em um vídeo postado em uma rede social, Rosa declarou: “Presidente, é uma alegria encontrá-lo, trago o carinho dos brasileiros”. A deputada ainda elogiou Maduro por conduzir um “processo revolucionário pautado na soberania e participação popular” desde a morte de Hugo Chávez em 2013.
Não houve comentários sobre repressão política que o regime impõe à oposição liderada por María Corina Machado desde a eleição de 28 de julho.
“Mesmo com os ataques incessantes dos Estados Unidos, da mídia burguesa e do capital internacional com vistas à exploração do petróleo venezuelano, Maduro e o povo resistem e constroem uma experiência política única, pautada num novo projeto de sociedade”, acrescentou Rosa, em vídeo. “Viva Maduro e viva a revolução bolivariana [sic].”
A postura de Rosa Amorim reflete a do PT, que reconheceu a vitória de Maduro logo depois da proclamação dos resultados pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela, controlado pelo regime chavista.
Críticas aos elogios a Maduro
O ditador Nicolás Maduro e o presidente Lula, que integra a mesma sigla de Rosa, são aliados políticos | Foto: Ricardo Stuckert/PR
Durante a sessão plenária nesta terça-feira, 27, o deputado Renato Antunes (PL) criticou a viagem de Rosa, feita durante uma licença cultural entre os dias 23 e 26 de agosto.
“Carinho de que brasileiro? Talvez de meia dúzia, do bando que anda com ela invadindo terra em Pernambuco”, disse. “Porque eu tenho certeza que a fala dela não representa o sentimento do Brasil. Não podemos aceitar um governo autoritário e achar isso normal. Não podemos aceitar um governo que mata opositores.”
Antunes, mesmo sendo da oposição ao governo federal, disse que a fala de Rosa não representa nem mesmo a esquerda brasileira, que ele considera mais equilibrada e com posturas divergentes, mas não insensatas. Rosa Amorim continua na Venezuela e não respondeu às críticas.
Ao perguntar sobre Pernambuco, Rosa ignorou que a Refinaria Abreu e Lima, localizada no Estado, teve a Venezuela como sócia e foi o pivô da Operação Lava Jato.
No vídeo, Maduro respondeu que conhece Pernambuco e o Brasil, descrevendo-os como “muito belos”.