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O Ministério da Indústria e Comércio informou que gastou R$ 344.462,40 em um evento de moda realizado em junho, no restaurante Café de l’Homme, em Paris. A ação, chamada Brasil, Criativo por Natureza, contou com a presença da primeira-dama Janja Lula e da primeira-dama francesa Brigitte Macron.

O valor foi pago pela ApexBrasil e divulgado após pedido do deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO). Segundo o ministério, o objetivo foi promover estilistas brasileiras para o mercado europeu. Os dados foram apresentados por meio de resposta oficial ao parlamentar.

O desfile reuniu cinco criadoras do Brasil: Ângela Brito, Flávia Aranha, Marina Bitu, Rafaella Caniello e Celina Hissa. O cardápio do evento foi preparado pela chef Morena Leite, que atua em restaurante conhecido no país.

A pasta também informou que a missão brasileira na França custou R$ 2.153.239,34. O valor inclui logística, encontros e outras atividades realizadas além do desfile.

A ApexBrasil afirmou que a iniciativa destacou temas como sustentabilidade e participação feminina no setor da moda. A ação ocorreu em parceria com a ABEST e apresentou as peças das estilistas a compradores franceses.

*Pleno.News
Foto: Divulgação/Apex


Empresário, morto em 2019, foi condenado por exploração sexual infantil

Donald Trump, presidente dos EUA, durante entrevista à CBS - 02/11/2025 | Foto: Reprodução
Donald Trump, presidente dos EUA, durante entrevista à CBS – 02/11/2025 | Foto: Reprodução

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reagiu ao longo desta semana à divulgação de e-mails que envolvem o empresário Jeffrey Epstein, condenado por exploração sexual de menores. Em uma série de publicações em sua rede social, Trump afirmou que os democratas estão “tentando trazer novamente a farsa de Epstein” para “desviar a atenção de como foram mal em relação ao shutdown do governo”, paralisação temporária de parte das atividades federais.

O presidente afirmou que Epstein “era um democrata, e é problema dos democratas, não dos republicanos”, e criticou integrantes de seu próprio partido por, segundo ele, “caírem nas garras dos democratas através de uma “armadilha”.

Nesta sexta-feira, 14, Trump publicou uma reportagem de seis minutos com o título “A farsa de Epstein”, produzido pela emissora Fox News. No material, o apresentador afirma que os democratas “lançaram uma campanha difamatória disfarçada de revelação bombástica” e que mesmo veículos progressistas “reconheceram que os e-mails não contêm nenhuma prova concreta contra Trump”. O programa também recorda que “Ghislaine Maxwell [parceira de Epstein], suas vítimas e o advogado dele disseram que Trump não fez nada de errado”.

Clinton e Epstein
Epstein posa ao lado de Bill Clinton | Foto: Reprodução/Redes sociais 

O comentarista Christopher Rufo, entrevistado na gravação, afirmou que, “quando Trump descobriu o que estava acontecendo, baniu Epstein de seu clube Mar-a-Lago” e que “as evidências sugerem que o presidente não teve envolvimento com os crimes de Epstein”. Ele acrescentou que “o melhor caminho é a transparência” e pediu para que “o máximo de documentos possível seja tornado público”.

Em outra mensagem, Trump solicitou à procuradora-geral Pam Bondi e ao Departamento de Justiça que investiguem as relações de Epstein com o ex-presidente democrata Bill Clinton “e muitas outras pessoas e instituições”. O presidente informou que “registros mostram que esses homens, e muitos outros, passaram grande parte da vida com Epstein, em sua ilha” e anunciou: “Aguardem novidades”.

Epstein menciona Trump em e-mails

A reação de Trump ocorreu depois de o Congresso dos EUA divulgar arquivos com mensagens em que Epstein menciona o presidente. Em um dos e-mails, de janeiro de 2019, o empresário escreveu que Trump “sabia sobre as garotas”, em possível referência à rede de exploração sexual. Em outra mensagem, de 2018, afirmou que uma das vítimas “passou horas” com Trump na casa do criminoso.

Epstein foi um empresário norte-americano com ampla rede de contatos entre políticos, executivos e celebridades. Ele foi condenado por organizar um esquema de exploração sexual de meninas menores de idade em propriedades particulares nos EUA e em uma ilha no Caribe, apelidada pela imprensa de “ilha de Epstein”. O empresário foi preso em julho de 2019 e encontrado morto na cela um mês depois, sob a constatação de suicídio.

Informações Revista Oeste


Congresso corre para votar novo Orçamento e evitar outra interrupção de serviços públicos em janeiro

O presidente dos EUA, Donald Trump, participa de uma reunião com o presidente sul-coreano, Lee Jae Myung, no Salão Oval, na Casa Branca, em Washington, D.C. - 25/8/2025 | Foto: Brian Snyder/Reuters
Com a sanção, a máquina pública deve voltar a funcionar de forma plena nos próximos dias | Foto: Reprodução/Twitter/X

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou a lei que encerra a mais longa paralisação do governo norte-americano. A sanção ocorreu horas depois de a Câmara dos Deputados aprovar o texto por 222 votos a 209.

O placar expôs a divisão interna dos partidos. Apenas dois republicanos — Thomas Massie (Kentucky) e Greg Steube (Flórida) — votaram contra o projeto. Seis democratas apoiaram a proposta.

O impasse surgiu porque o Congresso não aprovou o Orçamento antes do prazo legal. Sem a lei orçamentária, o governo perdeu a capacidade de pagar servidores e manter serviços básicos.

A disputa se concentrou na área da saúde. Democratas queriam incluir a prorrogação de programas de assistência médica. Republicanos a recusaram, mas aceitaram debater o tema em dezembro, em uma proposta separada.

Com a sanção, a máquina pública deve voltar a funcionar de forma plena nos próximos dias. Servidores sem salário e famílias de baixa renda que dependem de auxílio emergencial serão os principais beneficiados. A recuperação da malha aérea, porém, tende a levar mais tempo.

Acordo do governo garante recursos, mas por tempo determinado.

Informações Revista Oeste


Presidente americano mencionou “grande escândalo” envolvendo o desmatamento da floresta para a construção da estrada

Foto: White House Archived

Na véspera do início oficial da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), em Belém, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, utilizou sua plataforma, a Truth Social, para fazer críticas a construção de uma rodovia que, segundo ele, teria destruído uma região da Floresta Amazônica. As informações são do jornal Estadão e do portal InfoMoney.

“Eles destruíram a floresta amazônica no Brasil para a construção de uma rodovia de quatro faixas para que ambientalistas pudessem viajar”, escreveu Trump no post, feito no domingo (9), ressaltando que o caso “se tornou um grande escândalo”.

Junto com a mensagem, Trump postou um vídeo de quatro minutos da Fox News, com uma reportagem do enviado da emissora a Belém para cobrir a COP30.

Na reportagem, o editor Marc Morano pontua que mais de 100 mil árvores foram cortadas na Amazônia para a construção da estrada e mostrar como o “governo brasileiro está cuidando da floresta tropical”, tudo isso enquanto imagens de Belém são reproduzidas ao fundo.

O jornalista ainda destaca o fato de que, pela primeira vez desde 1992, os Estados Unidos não enviarão uma delegação oficial para uma conferência do clima da Organização das Nações Unidas (ONU). Mesmo países europeus estão deixando esses compromissos de lado, ressalta o jornalista.

Informações Bahia.ba


Em publicação nas redes sociais neste sábado (8), o deputado português André Ventura sugeriu que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é ladrão. O comentário surgiu após o Palácio do Planalto publicar uma foto oficial da COP30, em que o petista aparece ao lado do primeiro-ministro de Portugal, Luís Montenegro.

Ventura, que lidera o partido de direita Chega, reagiu ao registro com ironia:

A declaração repercutiu rapidamente nas redes sociais, especialmente entre a oposição ao governo Lula, que reproduziram o comentário com uronia. Em Portugal, a postagem também teve ampla repercussão.

*Pleno.News
Foto: Ricardo Stuckert / PR


Republicano cobrou reforma eleitoral e afirmou que shutdown influenciou resultado

Donald Trump, presidente dos EUA, durante entrevista à CBS - 02/11/2025 | Foto: Reprodução
Donald Trump, presidente dos EUA, durante entrevista à CBS – 02/11/2025 | Foto: Reprodução

Logo depois da confirmação da vitória do socialista Zohan Mamdani, do Partido Democrata, para a Prefeitura de Nova York, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se manifestou nas redes sociais.

O republicano mencionou como fatos que contribuíram para o resultado da eleição a não aprovação da reforma eleitoral no Congresso e a paralisação nacional de serviços públicos (shutdown) na última semana, além do fato de seu nome não estar na cédula.

Post de Donald Trump na Truth Social depois do resultado da eleição em Nova York, traduzido pelo Google | Foto: Reprodução
Post de Donald Trump na Truth Social depois do resultado da eleição em Nova York, traduzido pelo Google | Foto: Reprodução

Ele incitou os republicanos a acabarem com o filibuster, manobra política usada pelos congressistas para atrasar ou obstruir a votação de um projeto de lei, e a aprovarem a reforma eleitoral.

Posts de Donald Trump na Truth Social depois do resultado da eleição em Nova York, traduzidos pelo Google | Foto: Reprodução
Posts de Donald Trump na Truth Social depois do resultado da eleição em Nova York, traduzidos pelo Google | Foto: Reprodução

A eleição em Nova York

Com mais de 90% das urnas apuradas, Zohran Mamdani foi eleito prefeito de Nova York nesta terça-feira, 4, segundo projeções da imprensa norte-americana.

Trump indicou o voto em Andrew Cuomo, ex-governador do Estado de Nova York, que lançou uma candidatura independente, por ter maiores chances de vencer Mamdani do que o candidato republicano, Curtis Sliwa. Ele ameaçou cortar verbas federais de Nova York caso o democrata, muçulmano e socialista fosse eleito.

Até agora, a apuração mostra Mamdani com 50,4% dos votos; Cuomo, com 41,6%, e Sliwa com 7,1%.

Informações Revista Oeste


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a primeira-dama, Janja, estão hospedados no iate Iana 3, classificado como embarcação de luxo, durante a COP30, que ocorre em Belém, Pará. O barco está atracado na Base Naval de Val-de-Cans, e os custos da hospedagem serão pagos pela Presidência da República.

A decisão foi tomada após a equipe de Lula descartar o uso de um navio da Marinha, que havia sido oferecido inicialmente, por não atender às exigências de segurança e conforto da comitiva presidencial. Segundo o Planalto, a Casa Civil buscou uma alternativa que garantisse “segurança, preço e conforto, e não luxo”.

A hospedagem no iate ocorreu devido à dificuldade do governo em encontrar acomodações adequadas em Belém, pois o evento internacional fez com que os preços cobrados por hotéis e imóveis subissem de forma expressiva, o que levou o Planalto a buscar alternativas fora da rede hoteleira tradicional para abrigar o presidente e sua comitiva.

Lula havia afirmado que ficaria hospedado em um barco para mostrar que a COP30 “não seria a COP do luxo”. A escassez de hospedagem em Belém e os altos preços cobrados por hotéis e imóveis para locação levaram o governo a buscar outras opções para acomodar o presidente e sua equipe.

*Pleno.News
Foto: EFE/Sebastiao Moreira


Socialista muçulmano Zohran Mamdani está à frente nas pesquisas

Presidente Donald Trump Foto: EFE/EPA/JIM LO SCALZO

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a se manifestar sobre a campanha eleitoral para prefeito de Nova Iorque. A poucas horas da abertura das urnas nesta segunda-feira (3), ele reiterou suas ameaças de cortar verbas para a cidade se o vencedor for o socialista muçulmano Zohran Mamdani, do Partido Democrata. Ele ainda pediu votos para o ex-governador Andrew Cuomo.

Trump, nova-iorquino e que tem se mantido atento à disputa, garantiu que só destinará “o mínimo indispensável” ao seu “amado primeiro lar” porque, “como comunista, esta cidade, outrora grandiosa, tem ZERO chances de sucesso ou sobrevivência”.

– Se o candidato comunista Zohran Mamdani vencer as eleições para a prefeitura da cidade de Nova Iorque, é muito improvável que eu contribua com recursos federais, além do mínimo indispensável – afirmou Trump em sua rede social Truth Social.

Ele insistiu que, se o eleito for Mamdani, de 34 anos e com experiência política apenas como membro da Assembleia Estadual, “a situação só pode piorar”, e a cidade será “um completo desastre econômico e social”, e por isso pediu votos no candidato de maior experiência para dirigir a cidade.

Mamdani, que se vencer será o prefeito mais jovem desde 1892 e também o primeiro muçulmano, lidera as pesquisas de intenção de voto com ampla vantagem sobre o ex-governador democrata Andrew Cuomo e o republicano Curtis Sliwa.

Após perder a primária democrata para Mamdani, Cuomo, também ex-procurador-geral de Nova York e ex-secretário federal de Habitação, optou por buscar o cargo de prefeito como independente.

Mamdani conquistou nova-iorquinos, sobretudo jovens, com sua promessa de ônibus e creche gratuitos, moradias acessíveis e uma rede de lojas administradas pela cidade com preços baixos para enfrentar o alto custo de vida.

– Preferiria mil vezes ver ganhar um democrata com um histórico de sucesso que um comunista sem experiência e com um histórico de FRACASSO TOTAL E ABSOLUTO. Também devemos lembrar disso: um voto em Curtis Sliwa (que fica muito melhor sem a boina!) é um voto em Mamdani. Gostando ou não de Andrew Cuomo, você não tem opção. Você deve votar nele e esperar que faça um trabalho fantástico. Ele é capaz, Mamdani não! – disse Trump em referência a Cuomo e Mamdani.

*EFE


Apesar da declaração, o presidente americano negou a possibilidade de uma guerra entre EUA e Venezuela

Foto: White House Archived

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou no domingo (2) que duvida da possibilidade de seu país entrar em guerra com a Venezuela, mas reforçou que o regime de Nicolás Maduro no controle da nação sul-americana “tem os dias contados”. As falas ocorreram durante uma entrevista ao programa 60 Minutes, da rede americana CBS.

“Eu duvido. Eu não acho”, respondeu Trump, ao ser questionado sobre a possibilidade de guerra. “Mas eles têm nos tratado muito mal”, ponderou.

Trump voltou a confirmar que autorizou a Agência Central de Inteligência (CIA) americana a realizar ações secretas na Venezuela, o que reforça a leitura de que Washington mantém pressão híbrida sobre o governo Maduro, combinando operações militares, sanções econômicas e medidas de inteligência.

“Eu diria que sim. Acho que os dias dele estão contados”, respondeu Trump, quando questionado se Maduro ainda permaneceria no poder.

Ao ser indagado sobre a possibilidade de ataques em terra, o presidente evitou confirmar ou negar: “Eu não falo com repórteres sobre se vou atacar ou não a Venezuela.”

Apesar disso, ele acrescentou que o envio do porta-aviões USS Gerald Ford para Mar do Caribe, nas proximidades da Venezuela, não é necessariamente um prelúdio de intervenção, mas um movimento estratégico: “O porta-aviões tem que estar em algum lugar. É grande.”

“A Venezuela, em particular, tem sido ruim. Eles têm gangues, o Tren de Aragua — o mais violento do mundo.”

As declarações surgem em meio à escalada nas tensões entre os dois países, com os EUA tendo realizado 15 ataques a embarcações suspeitas de tráfico de drogas nas últimas semanas no Mar do Caribe, como parte de uma ofensiva naval de Washington contra o narcotráfico.

O governo americano acusa Maduro de liderar o Cartel de los Soles, recentemente classificado por Trump como uma organização terrorista internacional. O presidente venezuelano, por sua vez, nega qualquer ligação com o tráfico de drogas e classifica os ataques americanos como uma violação da soberania da Venezuela.

Informações Bahia.ba


Martin de Luca criticou até a decisão do TSE contra o governador do Rio de Janeiro

Martin De Luca Foto: YouTube CNN Brasil

O advogado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Martin de Luca, criticou, nesta quinta-feira (30), as instituições brasileiras, como o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele insinuou que os tribunais estariam agindo de forma a beneficiar o crime organizado.

Os comentários de De Luca foram feitos após a megaoperação comandada pelo governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), na última terça (28), que terminou com 121 mortos. Em seu perfil na rede social X, ele compartilhou algumas reportagens brasileiras e comentou:

– Dois ministros do Supremo Tribunal Federal do Brasil, Gilmar Mendes e Flávio Dino, criticaram publicamente a grande operação do Rio contra o Comando Vermelho, um dos sindicatos do crime mais violentos da América Latina, apenas um dia depois de ter acontecido.

O advogado afirmou que os magistrados demonstraram preocupação com supostos excessos da polícia, e não com os civis afetados pela violência das facções.

– A preocupação deles não era com os civis encurralados por gangues que usavam drones, granadas e fuzis. Nem pareciam preocupados com o fato de os criminosos estarem de posse de fuzis do Exército venezuelano.

De Luca também criticou a postura do Judiciário ao interferir em decisões de segurança pública.

– Quando os juízes se preocupam mais com as autoridades do que com os criminosos, algo fundamental se rompeu. A crítica feita por esses juízes a uma operação da polícia estadual altera o cálculo de risco para quem está na linha de frente. Isso significa menos batidas policiais, resposta mais lenta e fortalecimento das organizações criminosas.

Em outra publicação, Martin de Luca elogiou o governador Cláudio Castro e sugeriu perseguição política.

– Um dia depois de o governador do Rio Cláudio Castro liderar a maior operação do Brasil contra o Comando Vermelho, grupo que os EUA estão considerando designar como organização terrorista estrangeira, o TSE, composto por ministros do STF, repentinamente marca seu julgamento para possível destituição do cargo.

Ele ainda afirmou que o governo federal seria relutante em enfrentar o crime.

– O governador do Rio é um dos poucos dispostos a enfrentar o crime organizado, algo que o governo federal parece relutante em fazer. O Brasil não pode derrotar o crime organizado se suas instituições punirem a coragem e recompensarem a paralisia.

Informações Pleno News

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