Chefe da Casa Branca afirmou que considerará proposta quando Ormuz for reaberto

Donald Trump Foto: EFE/EPA/Aaron Schwartz / POOL

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, nesta quarta-feira (1°), que o Irã solicitou um “cessar-fogo” e sinalizou que considerará essa possibilidade assim que o Estreito de Ormuz for reaberto.

– O novo presidente do regime iraniano, muito menos radicalizado e muito mais inteligente que seus predecessores, acaba de pedir um cessar-fogo aos Estados Unidos da América! Consideraremos quando o Estreito de Ormuz estiver aberto, livre e desimpedido – escreveu Trump na plataforma Truth Social, sem especificar a qual líder iraniano se referia.

Até lá, acrescentou Trump, os Estados Unidos continuarão “bombardeando o Irã até a aniquilação ou, como dizem alguns, até que retorne à Idade da Pedra!”.

O presidente estadunidense planeja fazer um “importante” discurso à nação às 21h de hoje (no horário de Washington, 22h de Brasília) para informar sobre a guerra, em uma mensagem que ocorrerá após uma série de comentários sobre o possível fim do conflito.

Trump afirmou nesta terça (31) que pretende “retirar-se” do Irã em “duas ou três semanas”, ao assegurar que os objetivos da guerra iniciada em 28 de fevereiro estão sendo alcançados, como evitar que a república islâmica obtenha uma arma nuclear.

Após ter tentado, sem sucesso, liderar uma coalizão militar com seus aliados para reabrir o Estreito de Ormuz – via fundamental para o comércio de petróleo que permanece bloqueada pelo Irã em resposta aos ataques americanos e israelenses -, Trump disse que esse assunto não é mais dos Estados Unidos.

O republicano instou os países da Otan e as nações asiáticas a agirem com “coragem” e “tomarem” o estreito, por onde circula um quinto do petróleo mundial.

Em entrevista publicada nesta quarta pelo jornal britânico The Telegraph, o chefe da Casa Branca afirmou ainda que não descarta retirar os Estados Unidos da Otan, organização que definiu como um “tigre de papel”.

*EFE


Presidente destacou que não vai mais interferir em assuntos sobre o estreito

Presidente dos EUA, Donald Trump Foto: EFE/EPA/Samuel Corum/ POOL

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu, na manhã desta terça-feira (31), aos países que se recusaram a aderir à sua ofensiva militar contra o Irã que ajam com “coragem” e “tomem” o Estreito de Ormuz.

– A todos esses países que não conseguem combustível de aviação devido ao (fechamento do) Estreito de Ormuz, como o Reino Unido, que se recusou a se envolver na decapitação do Irã, tenho uma sugestão: primeiro, comprem (petróleo) dos Estados Unidos, temos de sobra; e número dois, encontrem um pouco de coragem tardia, vão ao estreito e tomem-no – escreveu Trump em sua rede, a Truth Social.

Trump sugeriu que, após iniciar em 28 de fevereiro a ofensiva militar contra o Irã junto com Israel e sem consultar seus aliados, os EUA não têm interesse em abrir o Estreito de Ormuz, que Teerã fechou ao importante tráfego marítimo a partir do Golfo Pérsico, porque o país está menos exposto ao óleo bruto que vem dessa região.

– O Irã já foi essencialmente aniquilado. O mais difícil já foi feito. Vão buscar o seu petróleo – recomendou Trump, em uma mensagem que pode ser lida como uma advertência também aos seus aliados da Otan ou na Ásia, cada vez mais afetados pela interrupção do fluxo de petróleo, gás liquefeito e outras matérias-primas essenciais do Oriente Médio.

– Vocês têm que aprender a lutar por si mesmos. Os Estados Unidos da América não estarão lá para ajudá-los mais, da mesma forma que não estiveram disponíveis quando nós precisamos – lamentou Trump.

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, lembrou nesta segunda (30) que a reabertura do Estreito de Ormuz não faz parte dos objetivos principais da ofensiva militar de mais de um mês contra o Irã, que Washington realiza conjuntamente com Israel, já que a prioridade é acabar com a capacidade naval, de mísseis e de desenvolvimento nuclear do regime de Teerã.

Trump reiterou diversas vezes que os EUA não satisfazem a maior parte de suas necessidades energéticas com recursos do Golfo Pérsico e, apesar de ter sido ele quem decidiu, junto ao primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, iniciar esta guerra contra o Irã, entende que cabe agora aos demais países a complexa e arriscada tarefa de forçar militarmente a reabertura do estreito.

O Irã fechou o Estreito de Ormuz com ataques a petroleiros e permitiu apenas a passagem de alguns navios-tanque próximos às suas costas como tática para exercer pressão econômica mundial durante o conflito, o que levou o barril de petróleo a superar os 100 milhões de dólares e colocar o mundo à beira de uma crise econômica e energética sem precedentes.

*EFE


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ameaçar o Irã nesta segunda-feira (30), afirmando que poderá atingir pontos estratégicos do país caso um cessar-fogo não seja firmado em breve. Entre os alvos citados estão instalações de energia, campos de petróleo e a ilha de Kharg, responsável pela maior parte das exportações iranianas.

Em publicação nas redes sociais, Trump declarou que negociações estariam em andamento com o que chamou de um “novo e mais razoável” comando iraniano, embora não haja confirmação de mudança de regime em Teerã. Ele também condicionou um eventual recuo militar à reabertura do Estreito de Ormuz, fundamental para o fluxo global de petróleo.

Segundo o presidente norte-americano, caso não haja acordo em curto prazo, os EUA poderão intensificar a ofensiva e atingir estruturas que ainda não foram atacadas, como usinas e instalações petrolíferas. Ele classificou a possível ação como resposta a ataques atribuídos ao Irã ao longo das últimas décadas.

Do outro lado, o governo iraniano reagiu às declarações e criticou a proposta de Washington para encerrar o conflito. O porta-voz da diplomacia do país, Esmail Baghaei, afirmou que as condições apresentadas são desproporcionais e não refletem a realidade.

Baghaei também ressaltou que não houve negociação direta entre os dois países até o momento, apenas troca de mensagens por intermediários. Ele questionou a seriedade da condução diplomática dos EUA e reiterou que o Irã mantém posição clara desde o início da guerra.

*Metro1
Foto: The White House


O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse, nesta segunda-feira (2), que o Irã estava reconstruindo locais que tornariam o programa de mísseis balísticos e o programa de bombas atômicas imunes a ataques em alguns meses.

Netanyahu não apresentou evidências sobre as afirmações, e fotos de satélite analisadas pela Associated Press mostram atividade limitada em dois locais que abrigavam instalação nucleares do Irã antes da guerra.

Em entrevista à Fox News, o premiê israelense afirmou ainda que o ataque iniciado no último sábado (28) criará condições para que o povo do Irã forme um governo democrático.

*AE
Foto: EFE/EPA/ABIR SULTAN/POOL


Presidente Delcy Rodríguez sanciona medida e fala em ‘mais democracia, justiça e liberdade’

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, promulgou a Lei de Anistia geral nesta quinta, 19: "Porta para a reconciliação" | Foto: Reprodução/X
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, promulgou a Lei de Anistia geral nesta quinta, 19: “Porta para a reconciliação” | Foto: Reprodução/X

Justiça da Venezuela concedeu, na noite da sexta-feira 20, liberdade a 379 presos políticos depois da aprovação de uma lei de anistia pela Assembleia Nacional.

A medida foi sancionada pela presidente interina Delcy Rodríguez. Em pronunciamento na televisão estatal, ela disse que a iniciativa representa um passo na construção de “uma Venezuela mais democrática, mais justa e mais livre”.

O alcance da anistia; entenda

A lei prevê a extinção de processos e penas relacionados a crimes de natureza política cometidos no contexto de disputas institucionais e protestos registrados nos últimos anos no país.

Apesar das libertações anunciadas, especialistas e organizações de direitos humanos apontam que a norma não contempla todos os casos. Entre os possíveis excluídos estariam militares e civis acusados de crimes classificados como terrorismo ou de participação em ações armadas contra o Estado.

Antes desta rodada de solturas, estimativas indicavam que cerca de 650 pessoas ainda permaneciam presas por motivos políticos na Venezuela. Ainda na sexta-feira, durante a madrugada, o líder oposicionista Juan Pablo Guanipa anunciou que estava “totalmente livre”.

Aliado de María Corina Machado, Guanipa ficou detido por nove meses sob acusações de conspiração. Ele havia sido libertado no último dia 8, mas foi novamente preso horas depois, sob alegação de descumprimento de medidas cautelares. Desde então, estava em prisão domiciliar.

Familiares de presos políticos mantêm vigília em frente a unidades prisionais desde 8 de janeiro, quando o governo anunciou o início do processo de libertação. O impacto efetivo da nova lei dependerá da análise individual de cada caso pelo sistema judicial venezuelano.

Informações Revista Oeste


Apesar da fala do norte-americano, confirmação oficial por parte do governo mexicano ainda não ocorreu até o momento

O presidente dos EUA, Donald Trump: responsáveis deverão 'pagar um preço alto' | Foto: Reprodução/Twitter/X
O presidente dos EUA, Donald Trump | Foto: Reprodução/Twitter/X

Depois de ter emitido uma ordem executiva em que ameaçou aplicar tarifas extras a países que exportam petróleo bruto para Cuba, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou, nesta segunda-feira, 2, que o México pretende interromper o envio do produto à ilha caribenha. A confirmação oficial por parte do governo mexicano ainda não ocorreu até o momento.

Em declaração a jornalistas na Casa Branca, Trump classificou Cuba como “uma nação falida”. Ela ainda enfatizou que a medida busca combater o que considera uma “ameaça excepcional” à segurança nacional norte-americana. 

Cuba, afetada por embargo econômico dos EUA há mais de 60 anos, enfrenta atualmente a pior crise desde o fim da ex-parceira União Soviética, em 1991.

Efeitos do possível corte de Trump 

Bandeira de Cuba / Foto: Humam Musawwir/Pexels
Bandeira de Cuba | Foto: Humam Musawwir/Pexels

Nos últimos anos, o fornecimento de petróleo venezuelano foi essencial para a sobrevivência da economia cubana. Porém, desde a prisão do ditador deposto Nicolás Maduro, esse apoio foi cortado, o que agravou a situação. O eventual bloqueio do petróleo mexicano pode intensificar ainda mais as carências e os apagões que já impactam a população cubana.

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, ressaltou o temor de prejudicar relações comerciais com os EUA, maior parceiro do país. Ela afirmou que não deseja expor o México a riscos de sanções. 

Apesar disso, alertou sobre “uma crise humanitária de grande alcance” em Cuba e informou que enviará auxílio humanitário ainda nesta semana, sem ignorar as possíveis consequências do decreto norte-americano.

Trump também relatou, nesta segunda-feira, 2, que o governo dos EUA está em tratativas com autoridades cubanas. “Acho que estamos bem perto [de um acordo]”, disse, sem fornecer detalhes adicionais. 

Contudo, Havana acusa Washington de tentar “estrangular” sua economia, enquanto o vice-ministro das Relações Exteriores cubano afirmou que a população do país está sendo forçada a enfrentar um momento difícil, o qual exige “um alto grau de criatividade, estoicismo e austeridade”. Segundo ele, Cuba já vinha “se preparando” para possíveis ações do governo Trump e que “não é algo que nos pegou de surpresa”.

Informações Revista Oeste


Líder chavista tenta equilibrar discurso nacionalista com acordos energéticos com Donald Trump

Delcy Rodríguez
A fala ocorre três semanas depois da ofensiva militar norte-americana que resultou na captura de Nicolás Maduro | Foto: Reprodução/Estanislao Santos/Instituto PATRIA/Flickr

A líder interina do regime chavista, Delcy Rodríguez, endureceu o discurso contra os Estados Unidos e rejeitou a permanência de influência estrangeira sobre a Venezuela. Em pronunciamento neste domingo, 25, ela declarou que o país não aceitará mais ordens de Washington.

“Já basta das ordens de Washington sobre políticos na Venezuela”, disse Rodríguez, em discurso no Estado de Anzoátegui. “Que seja a política venezuelana a resolver nossas divergências e nossos conflitos internos. Já basta de potências estrangeiras.”

A fala ocorre três semanas depois da ofensiva militar norte-americana que resultou na captura de Nicolás Maduro. Em Nova York, o ditador responde por narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína e posse ilegal de metralhadoras.

No sábado 24, Rodríguez já havia solicitado a abertura de conversas com forças dissidentes. “Não pode haver diferenças nem políticas nem partidárias quando se trata da paz na Venezuela”, disse. “A partir das diferenças, temos que nos falar com respeito. A partir das diferenças, temos que nos encontrar e alcançar a todos.”

A Venezuela enfrenta um regime ditatorial há anos. Em 2024, protestos contra a permanência de Maduro no poder resultaram na prisão de mais de 2 mil pessoas em apenas dois dias. O país também segue sob um estado de comoção que criminaliza o apoio a ações militares dos EUA.

Enquanto ataca os EUA, Rodríguez embolsa milhões de Washington

Enquanto critica a influência norte-americana, Rodríguez celebra os milhões de dólares recebidos dos EUA pela venda de petróleo. Nos últimos dias, o governo de Donald Trump repassou US$ 300 milhões à Venezuela, referentes ao primeiro pagamento do acordo de fornecimento de 50 milhões de barris firmado entre Washington e Caracas.

Durante o Fórum Econômico Mundial, na Suíça, Trump afirmou que a Venezuela buscou rapidamente um acordo com Washington logo depois da captura de Maduro. Segundo ele, Rodríguez demonstrou interesse em firmar parcerias e, inclusive, incentivou outros países a seguirem o mesmo caminho firmado por Caracas.

Informações Revista Oeste


Presidente americano precisou trocar de aeronave ao viajar para Davos, na Suíça

Trump em viagem para a Suíça Foto: EFE/EPA/Aaron Schwartz / POOL

O avião do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apresentou um “problema elétrico menor” na noite desta terça-feira (20), quando iniciava sua viagem rumo ao Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, e precisou retornar à base em Washington para a ser trocado por outra aeronave.

De acordo com a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, a tripulação do Air Force One detectou o problema quando haviam transcorrido apenas 45 minutos de voo e os passageiros precisaram voltar à Base Conjunta Andrews, em Washington.

Na base, o presidente americano trocou de avião para retomar sua viagem rumo à Suíça, onde deve discursar nesta quarta (21) no Fórum de Davos, embora se preveja um atraso em sua chegada.

Segundo os jornalistas a bordo da aeronave, as luzes da cabine se apagaram brevemente após a decolagem, mas nenhuma explicação oficial foi oferecida até o momento.

A expectativa é que o discurso de Trump nesta quarta-feira em Davos se concentre em assuntos econômicos internos, como o custo de vida e o acesso à moradia, diante das críticas de parte de seu eleitorado por ter priorizado a agenda internacional durante seu primeiro ano, com conflitos como os da Faixa de Gaza e da Ucrânia.

Antes de embarcar no avião, Trump disse brevemente à imprensa que “esta será uma viagem muito interessante, não sei o que pode acontecer”.

*EFE


Encontro ocorreu na semana passada, segundo a CNN; grupo da família do empresário atua em diferentes setores no território venezuelano

O empresário Joesley Batista: negociador informal do governo brasileiro | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O empresário Joesley Batista: negociador informal do governo brasileiro | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Durante uma viagem rápida à Venezuela, o empresário Joesley Batista, da J&F, manteve uma reunião reservada com Delcy Rodríguez, presidente interina do país, na sexta-feira 9, em Caracas. O grupo da família Batista atua em diferentes setores na Venezuela, principalmente nos ramos alimentício e energético.

Fontes ouvidas pela CNN relataram que, no encontro, as conversas envolveram a situação do governo provisório, o respaldo que Delcy recebe do regime chavista depois da prisão de Nicolás Maduro e potenciais investimentos no território venezuelano.

Relação de Joesley com a Venezuela e governos estrangeiros

Joesley, apesar de não exercer nenhum cargo diplomático nem atuar oficialmente em nome do governo brasileiro, mantém a administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) informada sobre suas ações em Caracas. O empresário tem compartilhado impressões favoráveis do diálogo com Delcy ao governo dos Estados Unidos, além de repassar informações a investidores, empresários norte-americanos e políticos brasileiros.

Sobre a logística, Joesley partiu de Washington a bordo de um Bombardier Global 6000, matrícula PS-BJB, registrado em nome de seu irmão José Batista Júnior. O voo deixou os EUA na quinta-feira 8, às 21h58, pousando em Caracas às 2h52 do dia seguinte, de acordo com o FlightRadar 24.

Logo depois da reunião, Joesley retornou para Washington na noite de sexta-feira, 9, às 22h01, chegando aos EUA por volta das 1h15 do sábado, 10, conforme o horário local de cada país.

Informações Revista Oeste


O ex-ditador da Venezuela Nicolás Maduro assegurou a partir dos Estados Unidos, onde se encontra detido com sua esposa, a deputada Cilia Flores, que ambos estão “bem” e que são “lutadores”. A informação foi divulgada pelo filho do chavista, o parlamentar Nicolás Maduro Guerra, que afirmou ter conversado com os advogados.

Em nota publicada neste domingo (11), a emissora estatal VTV informou que o filho de Maduro se reuniu com integrantes do governista Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV) e “transmitiu uma mensagem de força” por parte de seu pai e de Flores, capturados no dia 3 de janeiro em Caracas por forças norte-americanas em meio a uma série de ataques.

– Os advogados nos disseram que ele está forte. Ele disse para não ficarmos tristes – declarou Maduro Guerra, citado na nota da VTV.

O deputado também denunciou que contra Maduro “foi empregada uma força desproporcional, por não conseguirem vencê-lo por outras vias”, segundo o canal estatal.

No entanto, Maduro Guerra insistiu que seu pai se mantém “moralmente íntegro e forte” e que “sua liderança não foi dobrada apesar das circunstâncias que enfrenta em território norte-americano”.

Na última segunda-feira (5), Maduro declarou-se “um homem inocente” das acusações de narcotráfico com as quais o governo de Donald Trump justifica sua captura e transferência para os EUA, e afirmou ser um “prisioneiro de guerra” perante o tribunal do Distrito Sul de Nova Iorque, durante sua primeira audiência.

A acusação formal, que revisa a original de 2020, imputa a Maduro os crimes de conspiração para cometer narcoterrorismo e conspiração para importar cocaína, entre outras acusações. Cilia Flores, por sua vez, é acusada de suposta participação na conspiração para o tráfico de cocaína.

Ambos se declararam “não culpados” e Maduro disse ser o presidente da Venezuela. O filho de Maduro também disse que sua família é “perseguida” e expressou confiar que, “mais cedo ou mais tarde”, ambos serão libertados e retornarão ao país sul-americano.

Além disso, Maduro Guerra expressou seu “apoio incondicional” à vice-presidente, Delcy Rodríguez, que assumiu como presidente interina da Venezuela após uma ordem do Tribunal Supremo.

*EFE
Foto: Reprodução/Donald Trump via Truth Social