O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a primeira-dama, Janja, estão hospedados no iate Iana 3, classificado como embarcação de luxo, durante a COP30, que ocorre em Belém, Pará. O barco está atracado na Base Naval de Val-de-Cans, e os custos da hospedagem serão pagos pela Presidência da República.

A decisão foi tomada após a equipe de Lula descartar o uso de um navio da Marinha, que havia sido oferecido inicialmente, por não atender às exigências de segurança e conforto da comitiva presidencial. Segundo o Planalto, a Casa Civil buscou uma alternativa que garantisse “segurança, preço e conforto, e não luxo”.

A hospedagem no iate ocorreu devido à dificuldade do governo em encontrar acomodações adequadas em Belém, pois o evento internacional fez com que os preços cobrados por hotéis e imóveis subissem de forma expressiva, o que levou o Planalto a buscar alternativas fora da rede hoteleira tradicional para abrigar o presidente e sua comitiva.

Lula havia afirmado que ficaria hospedado em um barco para mostrar que a COP30 “não seria a COP do luxo”. A escassez de hospedagem em Belém e os altos preços cobrados por hotéis e imóveis para locação levaram o governo a buscar outras opções para acomodar o presidente e sua equipe.

*Pleno.News
Foto: EFE/Sebastiao Moreira


Socialista muçulmano Zohran Mamdani está à frente nas pesquisas

Presidente Donald Trump Foto: EFE/EPA/JIM LO SCALZO

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a se manifestar sobre a campanha eleitoral para prefeito de Nova Iorque. A poucas horas da abertura das urnas nesta segunda-feira (3), ele reiterou suas ameaças de cortar verbas para a cidade se o vencedor for o socialista muçulmano Zohran Mamdani, do Partido Democrata. Ele ainda pediu votos para o ex-governador Andrew Cuomo.

Trump, nova-iorquino e que tem se mantido atento à disputa, garantiu que só destinará “o mínimo indispensável” ao seu “amado primeiro lar” porque, “como comunista, esta cidade, outrora grandiosa, tem ZERO chances de sucesso ou sobrevivência”.

– Se o candidato comunista Zohran Mamdani vencer as eleições para a prefeitura da cidade de Nova Iorque, é muito improvável que eu contribua com recursos federais, além do mínimo indispensável – afirmou Trump em sua rede social Truth Social.

Ele insistiu que, se o eleito for Mamdani, de 34 anos e com experiência política apenas como membro da Assembleia Estadual, “a situação só pode piorar”, e a cidade será “um completo desastre econômico e social”, e por isso pediu votos no candidato de maior experiência para dirigir a cidade.

Mamdani, que se vencer será o prefeito mais jovem desde 1892 e também o primeiro muçulmano, lidera as pesquisas de intenção de voto com ampla vantagem sobre o ex-governador democrata Andrew Cuomo e o republicano Curtis Sliwa.

Após perder a primária democrata para Mamdani, Cuomo, também ex-procurador-geral de Nova York e ex-secretário federal de Habitação, optou por buscar o cargo de prefeito como independente.

Mamdani conquistou nova-iorquinos, sobretudo jovens, com sua promessa de ônibus e creche gratuitos, moradias acessíveis e uma rede de lojas administradas pela cidade com preços baixos para enfrentar o alto custo de vida.

– Preferiria mil vezes ver ganhar um democrata com um histórico de sucesso que um comunista sem experiência e com um histórico de FRACASSO TOTAL E ABSOLUTO. Também devemos lembrar disso: um voto em Curtis Sliwa (que fica muito melhor sem a boina!) é um voto em Mamdani. Gostando ou não de Andrew Cuomo, você não tem opção. Você deve votar nele e esperar que faça um trabalho fantástico. Ele é capaz, Mamdani não! – disse Trump em referência a Cuomo e Mamdani.

*EFE


Apesar da declaração, o presidente americano negou a possibilidade de uma guerra entre EUA e Venezuela

Foto: White House Archived

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou no domingo (2) que duvida da possibilidade de seu país entrar em guerra com a Venezuela, mas reforçou que o regime de Nicolás Maduro no controle da nação sul-americana “tem os dias contados”. As falas ocorreram durante uma entrevista ao programa 60 Minutes, da rede americana CBS.

“Eu duvido. Eu não acho”, respondeu Trump, ao ser questionado sobre a possibilidade de guerra. “Mas eles têm nos tratado muito mal”, ponderou.

Trump voltou a confirmar que autorizou a Agência Central de Inteligência (CIA) americana a realizar ações secretas na Venezuela, o que reforça a leitura de que Washington mantém pressão híbrida sobre o governo Maduro, combinando operações militares, sanções econômicas e medidas de inteligência.

“Eu diria que sim. Acho que os dias dele estão contados”, respondeu Trump, quando questionado se Maduro ainda permaneceria no poder.

Ao ser indagado sobre a possibilidade de ataques em terra, o presidente evitou confirmar ou negar: “Eu não falo com repórteres sobre se vou atacar ou não a Venezuela.”

Apesar disso, ele acrescentou que o envio do porta-aviões USS Gerald Ford para Mar do Caribe, nas proximidades da Venezuela, não é necessariamente um prelúdio de intervenção, mas um movimento estratégico: “O porta-aviões tem que estar em algum lugar. É grande.”

“A Venezuela, em particular, tem sido ruim. Eles têm gangues, o Tren de Aragua — o mais violento do mundo.”

As declarações surgem em meio à escalada nas tensões entre os dois países, com os EUA tendo realizado 15 ataques a embarcações suspeitas de tráfico de drogas nas últimas semanas no Mar do Caribe, como parte de uma ofensiva naval de Washington contra o narcotráfico.

O governo americano acusa Maduro de liderar o Cartel de los Soles, recentemente classificado por Trump como uma organização terrorista internacional. O presidente venezuelano, por sua vez, nega qualquer ligação com o tráfico de drogas e classifica os ataques americanos como uma violação da soberania da Venezuela.

Informações Bahia.ba


Martin de Luca criticou até a decisão do TSE contra o governador do Rio de Janeiro

Martin De Luca Foto: YouTube CNN Brasil

O advogado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Martin de Luca, criticou, nesta quinta-feira (30), as instituições brasileiras, como o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele insinuou que os tribunais estariam agindo de forma a beneficiar o crime organizado.

Os comentários de De Luca foram feitos após a megaoperação comandada pelo governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), na última terça (28), que terminou com 121 mortos. Em seu perfil na rede social X, ele compartilhou algumas reportagens brasileiras e comentou:

– Dois ministros do Supremo Tribunal Federal do Brasil, Gilmar Mendes e Flávio Dino, criticaram publicamente a grande operação do Rio contra o Comando Vermelho, um dos sindicatos do crime mais violentos da América Latina, apenas um dia depois de ter acontecido.

O advogado afirmou que os magistrados demonstraram preocupação com supostos excessos da polícia, e não com os civis afetados pela violência das facções.

– A preocupação deles não era com os civis encurralados por gangues que usavam drones, granadas e fuzis. Nem pareciam preocupados com o fato de os criminosos estarem de posse de fuzis do Exército venezuelano.

De Luca também criticou a postura do Judiciário ao interferir em decisões de segurança pública.

– Quando os juízes se preocupam mais com as autoridades do que com os criminosos, algo fundamental se rompeu. A crítica feita por esses juízes a uma operação da polícia estadual altera o cálculo de risco para quem está na linha de frente. Isso significa menos batidas policiais, resposta mais lenta e fortalecimento das organizações criminosas.

Em outra publicação, Martin de Luca elogiou o governador Cláudio Castro e sugeriu perseguição política.

– Um dia depois de o governador do Rio Cláudio Castro liderar a maior operação do Brasil contra o Comando Vermelho, grupo que os EUA estão considerando designar como organização terrorista estrangeira, o TSE, composto por ministros do STF, repentinamente marca seu julgamento para possível destituição do cargo.

Ele ainda afirmou que o governo federal seria relutante em enfrentar o crime.

– O governador do Rio é um dos poucos dispostos a enfrentar o crime organizado, algo que o governo federal parece relutante em fazer. O Brasil não pode derrotar o crime organizado se suas instituições punirem a coragem e recompensarem a paralisia.

Informações Pleno News


Líder da oposição venezuelana, disse que proposta do presidente brasileiro, de mediar atrito com norte-americanos é um entrave à pressão máxima coordenada por Trump

Maria Corina Machado oposição Venezuela aliada EUA
Maria Corina Machado admitiu que tem se aproximado do governo dos EUA Foto: Reprodução/Instagram Maria Corina Machado

A líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, 58 anos, rejeitou a possibilidade de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assumir qualquer papel de mediação na crise de seu país com os Estados Unidos (EUA). Em entrevista ao jornal O Globo, ela afirmou que os venezuelanos não aceitariam uma iniciativa desse tipo e voltou a defender a pressão internacional sobre a ditadura de Nicolás Maduro.

No encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, no domingo 26, Lula se colocou à disposição do presidente norte-americano para servir de mediador entre os EUA, que têm enviado navios e militares para combate ao narcotráfico, e o ditador venezuelano.

Corina, no entanto, considera esta situação inconcebível. A posição de Lula é vista por ela como um entrave à estratégia de “pressão máxima” coordenada pelos EUA. Analistas venezuelanos afirmam que a operação norte-americana, já responsável pela explosão de 11 embarcações no Caribe e no Pacífico, pode evoluir para uma intervenção direta em território venezuelano ou colombiano.

“O presidente Lula, como todos os governos do mundo, sabe que Maduro foi derrotado [nas urnas]. A pergunta [para Lula ] é: os venezuelanos somos cidadãos de segunda classe, não temos direito a escolher e a que nossa vontade seja respeitada?” Além disso, ela considera que a própria população venezuelana não concorda com a proposta de Lula.

Questionada sobre uma reportagem da Reuters que revelou encontros, presenciais e por vídeo, entre integrantes de sua equipe e autoridades do governo Trump, María Corina, que está escondida em território venezuelano, confirmou que houve contatos com Washington, mas evitou detalhar o teor das conversas. 

Segundo ela, é uma norma de sua equipe “nunca vazar o conteúdo das conversas e com quem elas acontecem, a menos que o outro lado peça que isso seja informado”.

A aproximação com o presidente norte-americano e com políticos republicanos, como o secretário de Estado Marco Rubio, tornou-se peça central da estratégia da ala mais dura da oposição, que prega abertamente a remoção imediata de Maduro. 

Maria Corina e os EUA

María Corina, que, além de política é engenheira industrial e professora, reconhece ter participado de reuniões com o ex-conselheiro de Segurança Nacional Mike Waltz. “Evidentemente ocorrem reuniões, e com Waltz foi pública. Apareceu em todas as redes sociais”, disse ela,

“Aconteceu quando Edmundo González Urrutia esteve em Washington em janeiro deste ano”, acrescentou, mencionando o ex-candidato que, segundo a oposição, inúmeros governos e organizações internacionais, venceu as eleições de 2024.

Essa ligação com Washington integra um esforço coordenado para reforçar a pressão militar e econômica contra Caracas. Vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2025, que dedicou “aos venezuelanos e a Trump”.

Ela nasceu em 7 de outubro de 1967 em Caracas e se tornou a 20ª mulher a ganhar o Nobel da Paz, entre mais de 90 homens que já receberam o prêmio.

María Corina insiste que qualquer diálogo com Maduro só pode começar com o reconhecimento da vitória oposicionista nas urnas. 

“Todo o resto é inaceitável, e definitivamente inaceitável se vem de um mandatário que diz ser democrático”, declarou, referindo-se a Lula. Ela também acusou os governos do Brasil e da Colômbia de terem “dado tempo a Maduro para realizar uma das piores escaladas de violência no país” nos últimos 15 meses.

Para a opositora, o chavismo representa “uma estrutura narcoterrorista”, e “quem começou a guerra foi Maduro”. Ela argumenta que o país já sofre uma intervenção estrangeira: 

“Questionam a invasão pelos EUA, mas ninguém fala dos russos, iranianos, chineses e cubanos que estão atuando dentro de nosso país. A invasão já existe, e pedimos o apoio do presidente Trump para acabar com essa guerra iniciada por Maduro.”

O campo opositor na Venezuela permanece fragmentado. Setores que mantêm interlocução com o governo, como o grupo do ex-candidato Henrique Capriles, são acusados por María Corina de traição. 

“Nós ganhamos a eleição, e não apenas a última. Nos atacam, nos reprimem, nos prendem. Tivemos 17 tentativas de diálogo, e Maduro sempre violou seus compromissos”, disse, reforçando que a única saída possível é a retirada do atual presidente. “Maduro deve entender que, pelo seu próprio bem, sua melhor opção é facilitar uma transição pacífica. O ponto de partida é a saída Maduro.”

Informações Revista Oeste


O advogado de Donald Trump, Martin De Luca, criticou, nesta segunda-feira (27), o encontro entre o presidente dos Estados Unidos e o presidente Lula (PT), realizado na Malásia. Ele afirmou que o governo brasileiro exagerou ao dizer que houve grande progresso na negociação entre os dois países.

Nas redes sociais, De Luca disse que Lula viajou “24 horas para 45 minutos de conversa e uma foto”. O advogado ironizou o entusiasmo do petista ao comentar o encontro. Segundo ele, o Brasil nunca fez parte da Cúpula da Asean, onde a reunião ocorreu.

– Nunca tão pouco produziu tantas declarações de “grande progresso”. Quando você está tão desesperado por validação, até mesmo voar 24 horas para uma sessão de fotos na Malásia se torna um “encontro histórico” – escreveu De Luca.

Em outra mensagem, ele afirmou que Lula “odeia Trump, mas o respeita” e sugeriu que o petista não quis se encontrar com o presidente norte-americano na Casa Branca.

Enquanto isso, Trump disse a jornalistas que a conversa foi “ótima”, mas destacou que ainda não há decisão sobre as tarifas de 50% impostas ao Brasil. Segundo ele, o acordo ainda depende das próximas reuniões entre as equipes.

*Pleno.News
Foto: YouTube CNN Brasil


O presidente dos Estados Unidos Donald Trump repondeu com ripidez a uma jornalista da Globo durante encontro com com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Kuala Lumpur, na Malásia, neste domingo (26).

Em coletiva antes da reunião, Raquel Krähenbühl, correspondente da Globo e GloboNews em Washington (EUA), questionou se Trump trataria da situação de Bolsonaro com Lula.

– Não é da sua conta – disparou o republicano.

A resposta ácida veio após Trump fazer um comentário elogioso sobre Bolsonaro, diante de Lula.

– Sempre gostei dele. Me sinto muito mal pelo que aconteceu com ele. Sempre achei que ele era direto, mas ele passou por muita coisa – disse.

Logo após o elogio do americano ao ex-presidente brasileiro, Lula interrompeu a coletiva, pedindo que a imprensa deixasse a sala antes do início da reunião bilateral.

*Pleno.News
Foto: EFE/ Vincent Thian / Pool


Liderada por Cristina Kirchner, a coligação Força Pátria terminou em segundo lugar, com 31,6% dos votos

Milei e Trump
A sigla de Milei garantiu maioria em 16 das 24 províncias do país | Foto: Reprodução/Daniel Torok/The White House/Flickr 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou nesta segunda-feira, 27, a vitória do partido de Javier Milei nas eleições legislativas argentinas. A legenda A Liberdade Avança saiu vitoriosa no pleito deste domingo, 26, com cerca de 40% dos votos.

“Parabéns ao presidente Javier Milei por sua vitória esmagadora na Argentina”, escreveu Trump em suas redes sociais. “Ele está fazendo um trabalho maravilhoso! Nossa confiança nele foi justificada pelo povo argentino.”

Em resposta, Milei publicou uma nota de agradecimento na plataforma X. O argentino destacou a afinidade entre os dois líderes e defendeu o estreitamento da aliança história entre Washington e Buenos Aires. Para ele, a cooperação entre as nações deve se basear na defesa dos valores ocidentais e da liberdade econômica.

“Obrigado, presidente Donald Trump, pela sua confiança no povo argentino”, respondeu. “O senhor é um grande amigo da República Argentina. Nossas nações nunca deveriam ter deixado de ser aliadas. Nosso povo quer viver em liberdade. Conte comigo para lutar pela civilização ocidental, que tirou mais de 90% da população mundial da pobreza.”

Sigla de Milei garante 16 das 24 Províncias da Argentina

Com o resultado, a sigla de Milei garantiu maioria em 16 das 24 Províncias do país. A coalizão peronista Força Pátria, ligada à ex-presidente Cristina Kirchner, ficou em segundo lugar, com 31,6% dos votos.

O avanço eleitoral fortalece a posição do presidente argentino para acelerar as reformas econômicas e administrativas que propôs desde o início do mandato. Milei tem defendido cortes no Estado, privatizações e liberalização de mercados.

Informações Revista Oeste


A cúpula entre Lula (PT) e o presidente americano Donald Trump, realizada neste domingo (26), na Malásia, quando foram discutidos temas como o tarifaço dos EUA contra parte dos produtos brasileiros, ganhou destaque na imprensa internacional.

Entre os veículos que registraram o encontro, o americano The New York Times avaliou em artigo que Lula e Trump pareciam estar agitados e tinham poucas respostas em torno das negociações.

A resposta evasiva do republicano a um jornalista, logo antes reunião, de que “não é de sua conta” ao ser questionado se a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estaria na pauta – indicado por ele anteriormente como um dos motivos ao tarifaço contra o Brasil – também foi destaque na matéria.

O jornal lembrou que o presidente brasileiro disse ter levado uma pauta detalhada, escrita em inglês para entregar a Trump e que teria reclamado que ambos estavam perdendo tempo respondendo às perguntas da imprensa antes da reunião começar.

O passado como líder sindical de Lula foi lembrado pelo também norte-americano The Washington Post, segundo o qual a sobretaxa americana contra o Brasil acabou por apoiar a popularidade do presidente, reconhecendo a resiliência do brasileiro às imposições norte-americanas para retirar o tarifaço.

Já outro veículo americano, a ABC News, registrou o encontro entre os dois presidentes, lembrando que esta que foi a primeira viagem de Trump à Ásia desde seu retorno à Casa Branca

O espanhol El País publicou que Trump e Lula finalmente se aproximam, após uma das “piores crises na relação entre EUA e Brasil em dois séculos”. O jornal lembra que Washington e Pequim também dão sinais de distensão às vésperas do encontro do republicano com o líder chinês, Xi Jinping, marcado para a próxima quinta-feira.

A emissora Al Jazeera reforçou a natureza positiva do encontro, lembrando que Trump o classificou como “muito bom”. Mencionou ainda a afirmação do ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, de que as negociações começariam imediatamente e que poderiam ser concluídas nas próximas semanas.

O encontro entre os dois líderes ocorreu por volta das 15h30 (horário local), no Centro de Convenções de Kuala Lumpur (KLCC), em paralelo à Cúpula de Líderes da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean).

*Com informações AE
Foto: Ricardo Stuckert / PR


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmou, nesta quinta-feira (23), em Jacarta, na Indonésia, que vai buscar o quarto mandato nas eleições de 2026. O petista afirmou ao presidente da Indonésia, Prabowo Subianto, que ainda vai encontrá-lo “muitas vezes”, sugerindo que permanecerá no poder além do ano que vem.

– Vou completar 80 anos, mas pode ter certeza que estou com a mesma energia que tinha com 30 anos de idade. Pode ter certeza, vou disputar um quarto mandato no Brasil. Estou dizendo isso porque nós ainda vamos nos encontrar muitas vezes. Esse meu mandato só termina em 2026, no final do ano, mas eu estou preparado para disputar outras eleições – disse Lula, durante declaração conjunta à imprensa ao lado de Subianto.

O encontro entre os dois presidentes ocorreu no Palácio Merdeka, residência oficial do presidente da Indonésia. Subianto, que fez 74 anos na semana passada, convidou Lula, que completa 80 anos na próxima segunda (27), para uma festa de aniversário conjunta na noite desta quinta. A recepção em Jacarta deu início à visita de Estado de Lula à Indonésia, que segue até esta sexta (24).

*AE
Foto: PR/Ricardo Stuckert