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Foto: Reprodução.

Javier Milei, o atual presidente da Argentina, fez um anúncio em suas redes sociais sobre o término de seu relacionamento com a atriz Fátima Flórez. Ele compartilhou um post explicando os motivos da separação.

Ele mencionou no post que sua namorada tem alcançado um “enorme sucesso profissional”, algo que ele vê com orgulho. Fátima recebeu “inúmeras ofertas de emprego para trabalhar tanto nos Estados Unidos como na Europa”.

Ele declarou: “Isto, somado à complexa tarefa que hoje enfrento e que os argentinos me confiaram, nos levou a viver separados, impossibilitando o relacionamento que gostaríamos de ter, apesar do quanto nos amamos”.

Ele então anunciou o término do relacionamento, mas ressaltou que a amizade entre eles permanece. “Por isso decidimos encerrar nosso relacionamento e manter um vínculo de amizade dado o que sentimos um pelo outro e o quanto nos amamos, nos respeitamos e nos admiramos”, concluiu.

O relacionamento de Javier Milei e Fátima Flórez Eles se conheceram em dezembro de 2022, durante uma aparição no programa de Mirtha Legrand. No entanto, só tornaram público o relacionamento em agosto do ano seguinte, em meio à campanha eleitoral para a presidência do país.

A revelação do namoro foi adiada devido à corrida eleitoral e ao recente divórcio de Flórez de Norberto Marcos, seu produtor e companheiro por duas décadas.

Flórez, que é cantora, modelo e atriz, tornou-se uma figura proeminente na campanha e esteve ao lado de Milei em todos os momentos, até sua vitória no segundo turno contra Sergio Massa. Quando questionada sobre seu papel em um futuro governo, Fátima afirmou que não se via como primeira-dama, considerando a ideia sem sentido.

Fátima ganhou fama por suas imitações da ex-presidente argentina Cristina Kirchner. Ela também já foi apresentadora de um programa de TV.

Informações TBN


Uri Berliner trabalha como jornalista há 25 anos na prestigiosa rádio pública; relata como pautas identitárias e pró-esquerda passaram a dominar o ambiente profissional da emissora e como isso causa uma perda de confiança por parte do público

Sede da NPR, em Washington D.C.
A “NPR” (National Public Radio) dos EUA está sendo criticada pelo viés de sua cobertura, apontada como muito favorável à esquerda e a temas identitários; acima, placa da sede da empresa, em Washington D.C.

O público interessado na indústria de mídia nos Estados Unidos segue tendo uma discussão intensa sobre como deve ser a orientação do jornalismo profissional no país. Em dezembro de 2023, houve uma grande controvérsia com um ex-editor de Opinião do jornal The New York Times afirmando que o veículo tinha se tornado “iliberal” e se fechado para diferentes pontos de vista não alinhados ao que se costuma chamar, de maneira imprecisa, “pauta progressista”. Agora, em 9 de abril de 2024, um veterano jornalista da prestigiosa emissora NPR relata fatos semelhantes.

artigo “Eu estou na NPR há 25 anos. Eis como nós perdemos a confiança da América” é de Uri Berliner, profissional premiado e muito respeitado no setor. Ele faz um extenso relato sobre como a emissora de rádio adotou uma política de pautas identitárias e do universo woke depois que o republicano Donald Trump venceu as eleições presidenciais de 2016. O jornalista declara ter sempre votado contra Trump e diz que a mudança da política editorial causou uma perda de confiança do público –e ele dá números a respeito.

O texto de Berliner foi publicado no site Free Press, que fica dentro da plataforma Substack e é administrado pelo jornalista Bari Weiss, ex-editor de opinião do New York Times. Uri Berliner, hoje editor sênior de negócios da NPR, avalia que os norte-americanos não confiam mais na emissora por causa da falta de“diversidade de pontos de vista”.

NPR é a sigla para National Public Radio (em português, Rádio Pública Nacional). Trata-se de uma empresa de comunicação social sem fins lucrativos e mantida com dinheiro estatal (recursos dos pagadores de impostos nos EUA) e com doações diretas de seus ouvintes. A NPRproduz conteúdo que é compartilhado com centenas de emissoras locais norte-americanas. No Brasil, não há veículo de mídia com essa abrangência e com as mesmas características.

Com sede em Washington D.C., a NPR está presente em diversas cidades dos EUA e, até recentemente, era admirada pelo seu tom equilibrado. Mas, segundo Berliner, o ambiente de trabalho se transformou depois da eleição de Trump. “Não existe mais um espírito de mente aberta [na emissora], declarou o jornalista.

Segundo Berliner, em fevereiro de 2024 a “equipe de insights de audiência” da rádio enviou um e-mail anunciando com orgulho que a emissora havia obtido “uma pontuação de confiança mais alta do que a da ‘CNN’ ou do ‘The New York Times’. Mas a pesquisa da Harris Poll não é nada tranquilizadora. Descobriu que ‘3 em cada 10 entrevistados do público familiarizado com a NPR disseram que a associavam à característica ‘confiável’. Somente em um mundo no qual a credibilidade da mídia implodiu completamente uma pontuação de 3 em 10 como confiável seria algo para se orgulhar”.

No artigo, o jornalista também fala da mudança do perfil dos profissionais da NPR. Em maio de 2021, na Redação em Washington, sede da emissora, havia 87 eleitores registrados como democratas e zero como republicanos. Nos EUA, diferentemente do Brasil, quando alguém decide votar, é possível informar com qual partido se identifica. “Quando sugeri que tínhamos um problema de diversidade, a resposta não foi hostil. Foi pior. Houve profunda indiferença”, escreveu Berliner.

Em 2011, a audiência da NPR tinha uma certa inclinação à esquerda no espectro político, mas em geral refletia o que se observava na população norte-americana em geral: 26% dos ouvintes se descreviam como conservadores, 23% como de centro e 37% como liberais (como os norte-americanos às vezes se referem a quem é de esquerda).

Em 2023, o quadro mudou. Só 11% dos ouvintes da NPR se diziam muito ou um pouco conservadores, 21% eram de centro e 67% eram muito ou um pouco liberais. “Não estávamos perdendo apenas os conservadores; também estávamos perdendo moderados e liberais tradicionais. Não existe mais um espírito de mente aberta na NPR e agora, previsivelmente, não temos um público que reflita a América”, escreveu Berliner.

AS PAUTAS E A IDEOLOGIA

“Há um consenso tácito sobre as reportagens que devemos fazer e como elas devem ser enquadradas. É simples: uma história após a outra sobre casos de suposto racismo, transfobia, sinais do apocalipse climático, Israel fazendo algo ruim e a terrível ameaça das políticas republicanas. É quase como uma linha de montagem”, relata Berliner.

Prevalece nas escolhas de assuntos que serão abordados uma rígida política sobre linguagem. A NPR tem um documento interno, por exemplo, chamado “Transgender Coverage Guidance”(guia de cobertura [sobre] transgêneros). Nessa cartilha, os jornalistas são desestimulados a usar o termo “sexo biológico”. A mentalidade editorial geral, diz Berliner, estimula o que ele classifica como “pautas bizarras”. Por exemplo, reportagens sobre a banda The Beatles e ou a respeito de nomes de pássaros levantam a possibilidade de haver aí temas “racialmente problemáticos”. Há também material que estimula a divisão da sociedade em nível “alarmante”, como justificar saques no comércio, afirmar que notícias relatando crimes são racistas ou sugerir que norte-americanos descendentes de asiáticos contrários a ações afirmativas são manipulados por pessoas conservadoras brancas.

A seguir, 3 casos abordados pela NPR nos últimos anos e, segundo o relato de Berliner, como a emissora pendeu sempre para uma visão mais à esquerda no encaminhamento das pautas:

Donald Trump e Rússia – “Rumores persistentes de que a campanha de Trump conspirou com a Rússia durante as eleições [de 2016] tornaram-se uma atração que impulsionou as reportagens. Na ‘NPR’, atrelamos o nosso carro ao antagonista mais visível de Trump, o deputado [democrata] Adam Schiff [eleito pela Califórnia e de perfil liberal].

“Schiff, que era o principal democrata no Comitê de Inteligência da Câmara, tornou-se o braço orientador da ‘NPR’, a sua musa sempre presente. Pelas minhas contas, os apresentadores da ‘NPR’ entrevistaram Schiff 25 vezes sobre Trump e a Rússia. Durante muitas dessas conversas, Schiff aludiu a supostas evidências de conluio. Os pontos apresentados por Schiff tornaram-se o alvo das reportagens da ‘NPR’.

“Mas quando o relatório Mueller não encontrou provas críveis de conluio, a cobertura da ‘NPR’ foi notavelmente escassa. O Russiagate desapareceu silenciosamente da nossa programação”.

“Uma coisa é perder o foco e perder uma história importante. Infelizmente, isso acontece. Você segue pistas erradas, é enganado por fontes em que confia, está emocionalmente envolvido em uma narrativa e pedaços de indícios circunstanciais nunca se somam. É ruim estragar uma grande história.

“Mas o que que pior é fingir que nada aconteceu, seguir em frente sem ‘mea culpas’, sem autorreflexão. Especialmente quando se espera elevados padrões de transparência por parte de figuras públicas e instituições, mas não se pratica esses padrões. É isso que destrói a confiança e gera cinismo em relação à mídia”.

O laptop de Hunter Biden – “Em outubro de 2020, o ‘New York Post’ publicou uma reportagem explosiva sobre o laptop que Hunter Biden [filho de Joe Biden, então ainda candidato democrata a presidente] abandonou em uma loja de informática em Delaware. O equipamento continha e-mails sobre seus sórdidos negócios. Faltando apenas algumas semanas para a eleição, a ‘NPR’ fez vista grossa. Eis como o editor-chefe de notícias da ‘NPR’ na época explicou sua avaliação sobre aquela informação: ‘Não queremos perder nosso tempo com notícias que não são realmente notícias, e não queremos desperdiçar o tempo dos ouvintes e leitores com histórias que são apenas pura distração’. 

“Mas não foi uma pura distração nem um produto da desinformação russa, como sugeriram dezenas de antigos e atuais agentes do serviço secreto [dos EUA]. O laptop pertencia a Hunter Biden. Seu conteúdo revelou sua conexão com o mundo corrupto do tráfico de influência multimilionário e suas possíveis implicações para seu pai.

“O conteúdo do laptop tinha valor de notícia. Mas o instinto jornalístico atemporal de seguir uma história quente foi reprimido. Durante uma reunião com colegas, ouvi um dos melhores e mais imparciais jornalistas da NPR dizer que era bom não darmos cobertura para aquele assunto porque poderia ajudar Trump.

“Quando os fatos essenciais da reportagem do ‘New York Post’ foram confirmados e os e-mails verificados de forma independente, cerca de um ano e meio depois, poderíamos ter confessado o nosso erro de avaliação. Mas, tal como o conluio da Rússia, não fizemos a difícil escolha da transparência. 

A origem do vírus da covid-19 – “A política também se intrometeu na cobertura da ‘NPR’ sobre a Covid, principalmente nas reportagens sobre a origem da pandemia. 

“Um dos aspectos mais sombrios do jornalismo da Covid é a rapidez com que ele adotou linhas narrativas ideológicas. Por exemplo, houve o ‘Team Natural Origin’ (apoiando a hipótese de que o vírus veio de um mercado de animais selvagens em Wuhan, na China). E do outro lado teve o ‘Team Lab Leak’, que defendia a ideia de que o vírus escapou de um laboratório de Wuhan.

“A teoria do vazamento de laboratório recebeu tratamento severo quase imediatamente, rejeitada como racista ou como uma teoria da conspiração de direita. Anthony Fauci e o ex-chefe do NIH, Francis Collins, representando o sistema de saúde pública, foram os seus críticos mais notáveis. E isso foi suficiente para a ‘NPR’. Nós os tornamos membros fervorosos do ‘Team Natural Origin’, declarando até que o vazamento do laboratório havia sido desmascarado pelos cientistas.

“Mas não foi esse o caso.

“Quando surgiu a notícia de um vírus misterioso em Wuhan, vários virologistas importantes suspeitaram imediatamente que ele poderia ter vazado de um laboratório que conduzia experimentos com coronavírus de morcegos. Isto aconteceu em janeiro de 2020, durante momentos mais calmos antes de a pandemia ter sido declarada e antes de o medo se espalhar e a política se intrometer.

“Os relatórios sobre um possível vazamento de laboratório logo se tornaram radioativos. Fauci e Collins aparentemente encorajaram a publicação em março de um influente artigo científico ‘The Proximal Origin of SARS-CoV-2’. Seus autores escreveram que não acreditavam que ‘qualquer tipo de cenário baseado em laboratório fosse plausível’.

Mas a hipótese do vazamento no laboratório não morreu. E é compreensível que tenha sido assim. Em privado, até mesmo alguns dos cientistas que escreveram o artigo rejeitando-o tinham um tom diferente. Um dos autores, Andrew Rambaut, biólogo evolucionista da Universidade de Edimburgo, escreveu aos seus colegas: ‘Eu literalmente alterno dia após dia pensando se foi um vazamento de laboratório ou natural’.

“Ao longo da pandemia, vários jornalistas investigativos apresentaram argumentos convincentes, se não conclusivos, sobre o vazamento do laboratório. Mas na ‘NPR’ não estávamos dispostos a desistir ou mesmo a fugir na ponta dos pés diante da insistência com que apoiamos a história da origem natural. Não cedemos quando o Departamento de Energia –a agência federal com maior experiência em laboratórios e investigação biológica– concluiu, embora com pouca confiança, que um vazamento do laboratório era a explicação mais provável para o surgimento do vírus.

“Em vez disso, na nossa cobertura sobre o assunto, em 28 de fevereiro de 2023, afirmamoscom confiança que ‘as provas científicas apontam esmagadoramente para uma origem natural do vírus’.

“Quando perguntaram a um colega da nossa editoria de ciência por que desprezavam tanto a teoria do vazamento no laboratório, a resposta foi estranha. O colega comparou-a ao argumento infundado da administração Bush de que o Iraque tinha armas de destruição em massa, aparentemente querendo dizer que não seríamos enganados novamente. Mas esses 2 eventos não estavam nem remotamente relacionados. Mais uma vez, a política apagou a curiosidade e a independência que deveriam ter impulsionado o nosso trabalho”. 

NPR DIZ AOS OUVINTES O QUE PENSAR

Berliner relata que quando se encontra ocasionalmente com alguém e se apresenta como jornalista da emissora em que trabalha, costumava ouvir: “Eu amo a NPR!”. Ele diz que isso ainda acontece, mas a conversa tem ficado um pouco diferente. “Após o inicial ‘Eu amo a NPR’, há uma pausa e a pessoa reconhece: ‘Não ouço tanto quanto antes’. Ou, com algum desgosto: ‘O que está acontecendo? Por que a NPR está me dizendo o que pensar?’ ”.

No final de seu artigo, o jornalista conclui dizendo que deseja sorte à nova CEO da NPR, Katherine Maher, nomeada em janeiro de 2024. “Estarei torcendo por ela. É um trabalho difícil. Sua primeira regra poderia ser bastante simples: não diga às pessoas como pensar”.

RESPOSTA DA NPR

O artigo publicado por Berliner na 3ª feira (9.abr.2024), que atua como editor sênior de negócios na NPR, desagradou a equipe editorial da emissora.

Em um comunicado interno, a editora-chefe da NPR, Edith Chapin, afirmou discordar “fortemente” da avaliação de Berliner. Defendeu o trabalho “excepcional” da empresa e falou sobre a importância da inclusão em toda a equipe, nas fontes e na cobertura geral.

“Nenhum dos nossos trabalhos está acima de ser avaliado ou criticado. Devemos ter discussões vigorosas na Redação sobre como servimos ao público como um todo”, escreveu.

Berliner não comentou diretamente a publicação da carta nas redes sociais, mas repostou no X (ex-Twitter) opiniões de leitores da NPR e colegas de profissão.

ELOGIO REPUBLICANO

O empresário Vivek Ramaswamy, que se candidatou à indicação republicana para a eleição presidencial de novembro deste ano, publicou em seu perfil no X que discorda de Berliner em “vários assuntos”, mas que o “respeita” por vir a público falar dos “fracassos”da emissora pública.

Informações Poder 360


Condenado por corrupção, o ex-vice-presidente do Equador foi preso após policiais invadirem a Embaixada do México em Quito

Foto colorida de Jorge Glas

Policiais do Equador invadiram a Embaixada do México em Quito e prenderam, nessa sexta-feira (5/4), o ex-vice-presidente equatoriano Jorge Glas (foto em destaque). Ele foi condenado a 6 anos de prisão por corrupção em um caso que envolve a Odebrecht e tinha recebido asilo político do governo mexicano.

A invasão causou reação imediata do presidente do México, López Obrador. Ele anunciou, na madrugada deste sábado (6/4), que suspendeu as relações diplomáticas com o Equador.

O ex-vice-presidente recebeu asilo político do México e estava na embaixada desde dezembro do ano passado. Ele alega ser vítima de uma “perseguição” da Procuradoria-Geral do Equador.

Pelas redes sociais, Obrador disse ter sido informado da invasão pela Secretaria de Relações Exteriores. Ele afirmou ainda que o caso é uma violação do direito internacional e da soberania do México.

“Instruí o nosso chanceler a emitir uma declaração sobre este ato autoritário, proceder legalmente e declarar imediatamente a suspensão das relações diplomáticas com o governo do Equador”, escreveu López Obrador.

Veja o comunicado de Obrador:

Print em preto e branco do comunicado publicado no Twitter do presidente do México
Comunicado publicado no Twitter do presidente do México suspendendo relações diplomáticas

A Convenção de Viena sobre relações diplomáticas, publicada em 1961, prevê que os locais de missões de um país dentro de um outro — como embaixadas e consulados — são considerados invioláveis. Equador e México aderiram à regra ainda na década de 1960.

Considerado culpado de receber propina da construtora Odebrecht em troca da concessão de contratos governamentais, Jorge Glas foi condenado a 6 anos de prisão em 2017.

Crise diplomática

Equador e México vivem uma crise diplomática, que se agravou recentemente. Na última quinta-feira (4/4), a embaixadora do México no país foi declarada “persona non grata” após o governo afirmar que o presidente mexicano fez comentários “infelizes” sobre as eleições equatorianas de 2023.

Nessa sexta, um contragolpe. O governo do México anunciou que tinha concedido asilo político a Glas.

Informações Metrópoles


Foto: Tomas Cuesta/Getty Images

O governo liderado por Javier Milei confirmou a exoneração de 15 mil funcionários públicos na última quarta-feira, como parte de um esforço para cortar despesas governamentais na Argentina.

“Por um lado, o servidor público é mantido pelo contribuinte, que muitas vezes enfrenta dificuldades para pagar suas contas no fim do mês. Isso é uma injustiça”, declarou o porta-voz presidencial, Manuel Adorni.

De acordo com as autoridades argentinas, os contratos de trabalho que expiraram em 31 de março não serão renovados. A princípio, Milei havia proposto a demissão de mais de 70 mil empregados, mas esse número foi posteriormente ajustado para 15 mil.

“Não há muito o que acrescentar, é simplesmente uma parte do nosso plano de redução dos gastos públicos, evitando que funcionários supérfluos continuem a ser pagos pelo Estado”, ressaltou Adorni.

Em resposta, a Confederação Geral do Trabalho (CGT) convocou uma “grande mobilização” para o dia 1º de maio, Dia do Trabalhador, em protesto contra as políticas do governo. A organização já havia realizado uma greve geral contra Milei em 24 de janeiro deste ano.

Informações TBN


Foto: Reprodução/X

Na quarta-feira, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, sancionou a Lei Orgânica para a Proteção de Essequibo. Esta lei estabelece uma nova região administrativa venezuelana no território que é internacionalmente aceito como parte da Guiana.

A legislação, composta por 39 artigos, define as diretrizes para a criação da “Guiana Essequiba”, nome dado ao território pela Venezuela.

O artigo 25 da nova lei proíbe que simpatizantes do governo guianense ocupem cargos públicos ou eleitorais na Venezuela, adicionando uma barreira contra oposição ao plano de anexação.

As discussões para a formação desta lei começaram em dezembro de 2023 na Assembleia Nacional venezuelana, com a proposta de instituir uma província venezuelana em Essequibo.

No mesmo mês, o governo da Venezuela realizou um referendo, onde alegadamente 95% dos votantes apoiaram a anexação do território guianense à Venezuela.

Informações TBN


A declaração foi feita durante uma cerimônia em homenagem aos veteranos da guerra de 1982

Milei | Segundo Milei, o objetivo é o ingresso de novas companhias no setor de aviação e a diminuição dos preços | Foto: Juan Mabromata/Internazionale
Milei também se comprometeu a fazer com que as Malvinas ‘retornem às mãos argentinas’ | Foto: Juan Mabromata/Internazionale 

Durante uma cerimônia em memória dos 42 anos do confronto entre a Argentinae o Reino Unido, o presidente argentino Javier Milei afirmou que “a maior homenagem que se pode fazer aos veteranos da Guerra das Malvinas é defender a reivindicação de soberania de nosso país sobre as ilhas”.

O evento ocorreu na terça-feira, 2 de abril, marcando o primeiro tributo aos veteranos da guerra durante o mandato de Milei. A vice-presidente Victoria Villarruel, que é filha de um ex-combatente da guerra, também esteve presente na cerimônia.

“Durante meu governo, comprometo-me a ter uma rota de ação clara para que as Malvinas possam retornar às mãos argentinas”, disse Milei, em discurso. “Em nome do povo argentino, quero agradecer aos veteranos, aos seus familiares e a todos aqueles que usam uniforme pelo seu serviço.”

Milei também disse que quer mudar a imagem das Forças Armadas. Ele enfatizou que a Argentina precisa se destacar no comércio internacional e manter um Exército pronto para proteger sua soberania, como um requisito fundamental para obter respeito no cenário internacional.

Desde o fim do último regime ditatorial na Argentina, em 1983, o país tem julgado e condenado militares responsáveis por crimes cometidos durante esse período.

Entenda o conflito entre Argentina e Malvinas

As Ilhas Malvinas (chamadas de Falklands pelo Reino Unido) estão localizadas aproximadamente a 600 km da costa da Argentina e a 13 mil km do Reino Unido. A disputa sobre a soberania das ilhas entre os dois países persiste há séculos.

A Argentina sustenta que em 1833 perdeu a soberania dos territórios para os britânicos de maneira ilegal. Por outro lado, o Reino Unido alega que sua reivindicação remonta a 1765, antes daquela data, e que enviou um navio de guerra para as ilhas em 1833 para expulsar as forças argentinas que tentaram tomar posse das ilhas.

Em 1982, a Argentina invadiu as ilhas e então começou a guerra, de dois meses, que foi vencida pelos ingleses. No total, morreram:

Em 2013, anos depois do conflito, os habitantes das Ilhas Malvinas participaram de um plebiscito para determinar o status da ilha, escolhendo permanecer como um território ultramarino do Reino Unido.

Informações Revista Oeste


foto: Reuters 

Javier Milei planeja demitir 70 mil funcionários públicos nos próximos meses, em uma das indicações mais claras até o momento de como o presidente argentino está disposto a adotar medidas agressivas para reduzir o tamanho do governo do país vizinho.Durante um evento de negócios na terça-feira à noite, Milei destacou que congelou obras públicas, cortou alguns financiamentos para as províncias e encerrou mais de 200 mil planos de seguridade social, os quais ele classificou como corruptos. Tudo isso faz parte de sua estratégia para atingir um equilíbrio fiscal a qualquer custo neste ano.”Há muito mais cortes pela frente,” disse Milei em seu discurso de uma hora no IEFA Latam Forum, em Buenos Aires.Embora representem apenas uma pequena parcela dos 3,5 milhões de trabalhadores do setor público da Argentina, os cortes propostos por Milei provavelmente enfrentarão resistência dos poderosos sindicatos do país e podem afetar seus altos índices de aprovação.

Um sindicato que representa alguns servidores entrou em greve na terça-feira, enquanto dados do mercado de trabalho mostraram que os trabalhadores do setor privado enfrentaram a pior perda salarial mensal em pelo menos três décadas desde que Milei assumiu o cargo em dezembro.Após os comentários do presidente, o líder de um sindicato de servidores rapidamente respondeu nas redes sociais, anunciando uma greve nacional, sem fornecer mais detalhes.Milei citou pesquisas que indicam que os argentinos estão mais otimistas em relação ao futuro da economia, e um indicador recente de confiança no governo aumentou apesar de suas medidas de austeridade.”As pessoas estão esperançosas, estão vendo a luz no fim do túnel”, concluiu Milei.Quanto ao câmbio, Milei afirmou que os contratos futuros do peso estão alinhados com o modelo de depreciação progressiva do banco central, conhecido como “crawling peg”, e criticou as chamadas por uma nova desvalorização drástica da moeda como “ridículas”.

Ele disse que o banco central argentino está caminhando para alcançar reservas líquidas neutras, em comparação com passivos de dívida que ultrapassavam o caixa em US$ 11,5 bilhões em dezembro.Milei afirmou que seus esforços para reformar a economia argentina serão intensificados após as eleições parlamentares de 2025, com mais de 3 mil reformas planejadas pelo governo. Ele descreveu a rejeição de seu decreto de emergência no Senado como “maravilhosa”, pois expôs “todos os dedos sujos” dos políticos que ele chama de “delinquentes”.Milei expressou sua expectativa de uma recuperação econômica em forma de “V”.

com informações Folha


Reprodução

O governo argentino relatou uma interrupção no fornecimento de energia para sua embaixada em Caracas, onde estão abrigados pelo menos cinco opositores do regime de Nicolás Maduro, alvo de ordens de prisão. Esse incidente amplifica a crescente tensão entre Venezuela e o governo de Javier Milei, que frequentemente se refere ao líder venezuelano como ditador.

Em comunicado emitido nesta terça, o governo de Milei afirma que o corte ocorreu na segunda-feira, sem qualquer aviso prévio ou explicação, e “alerta o governo da Venezuela contra qualquer ação deliberada que ponha em perigo a segurança do pessoal diplomático argentino e dos cidadãos venezuelanos sob proteção”. O texto relembra a Caracas a “obrigação do Estado receptor de resguardar as instalações da missão diplomática contra intrusões ou danos, e de preservar a tranquilidade e a dignidade da mesma”. A nota não descreve se o fornecimento foi retomado, e o governo venezuelano não se pronunciou.

Segundo a imprensa argentina, citando fontes da Chancelaria e da Casa Rosada, os dirigentes oposicionistas Magallí Meda, Claudia Macero, Humberto Villalobos, Pedro Urruchurtu e Omar González estão na representação diplomática do país. Todos têm contra si ordens de prisão, emitidas pelo procurador-geral Tarek William Saab, ligado a Maduro, por “ações violentas”, “terrorismo” e “desestabilização” do país. Os nomes não são citados pela nota, que fala apenas em “cidadãos venezuelanos sob proteção”, e não se sabe desde quando os cinco estão na embaixada.

Os indivíduos mencionados estão ligados à ex-candidata à Presidência, María Corina Machado, que foi desqualificada por 15 anos por uma decisão judicial no país. Recentemente, durante o processo eleitoral, Corina Yoris, que foi considerada sua “substituta”, teve dificuldades para se inscrever no sistema do Conselho Nacional Eleitoral. Ela alegou que isso foi deliberadamente causado pelos chavistas para impedi-la de concorrer. Como resultado, nas eleições de 28 de julho, Maduro enfrentará o governador do estado de Zulia, Manuel Rosales. Este é um candidato que não é do agrado do círculo próximo de María Corina Machado.

Na nota, o governo da Argentina, além de pontuar a “histórica vocação de fomento e defesa dos direitos humanos fundamentais”, demonstra sua “inquietação diante da deterioração da situação dos direitos humanos e dos atos de hostilidade e perseguição contra figuras políticas da Venezuela”. Por fim, o texto exorta Maduro a “assegurar a segurança e o bem estar do povo venezuelano”, e “convocar eleições livres, democráticas e competitivas, sem vetos de qualquer tipo”.

Desde a ascensão de Javier Milei ao poder, as relações entre Buenos Aires e Caracas têm se deteriorado rapidamente. Além das hostilidades públicas entre os líderes dos dois países, no mês passado os argentinos optaram por submeter à Justiça dos Estados Unidos um avião da Emtrasur, uma empresa venezuelana, que permaneceu retido por vários meses na capital argentina a pedido dos americanos.

De acordo com Washington, a Emtrasur adquiriu a aeronave da Mahan Air, uma empresa iraniana, em uma transação facilitada por uma triangulação envolvendo uma empresa dos Emirados Árabes Unidos, como uma forma de contornar as sanções dos Estados Unidos. Ambas Emtrasur e Mahan Air estão na lista de empresas sancionadas pelo Departamento do Tesouro.

Em retaliação, Maduro anunciou em 12 de março que as aeronaves argentinas não teriam mais permissão para sobrevoar o território venezuelano, uma medida que afetaria pelo menos duas rotas operadas por empresas argentinas. O governo de Milei afirmou que tomará as medidas adequadas através das instituições internacionais.

Com informações de O Globo


Miriam Alster/Pool via REUTERS/File Photo

O cancelamento da visita de uma delegação israelense a Washington D.C., nos Estados Unidos, nesta segunda-feira (25 de março de 2024), foi anunciado pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.

A decisão foi motivada pela abstenção dos Estados Unidos durante a votação da resolução de cessar-fogo na Faixa de Gaza até 9 de abril, no Conselho de Segurança da ONU. A proposta foi aprovada, conforme relatado pelo Haaretz.

Segundo o jornal israelense, o gabinete de Netanyahu disse em comunicado que a decisão dos EUA de não vetar o texto “prejudica os esforços de guerra” e as tentativas “para libertar os reféns”.

Também afirmou que a aprovação da resolução “oferece ao Hamas a esperança de que a pressão internacional permitirá que” o grupo extremista aceite um cessar-fogo sem soltar os israelenses sequestrados.

A jornalistas, o porta-voz da Casa Branca, John Kirby, classificou o cancelamento da visita como “decepcionante”. As informações são da Reuters.

“Estamos muito desapontados que eles não virão a Washington D.C. para nos permitir ter uma conversa sobre as alternativas viáveis para que eles entrem em campo em Rafah”, afirmou.

A pedido do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, uma delegação de Israel estava programada para visitar o país. O propósito da viagem era se reunir com autoridades americanas e discutir as operações em Rafah, uma cidade localizada no sul da Faixa de Gaza.

Rafah tornou-se um local de refúgio para os palestinos deslocados de outras áreas desde o início dos conflitos. Em 15 de março, Netanyahu deu luz verde para as Forças de Defesa de Israel (FDI) realizarem operações na região.

Apesar do cancelamento da visita, altos funcionários dos Estados Unidos ainda planejam se encontrar com o ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant. Durante essas conversas, é esperado que abordem questões como os reféns israelenses, assistência humanitária e a proteção dos civis em Rafah.

Ele também declarou que a decisão do país de se abster na votação na ONU não representa uma mudança na posição política norte-americana. “Não há razão para que isso seja visto como algum tipo de escalada… O motivo de nossa abstenção é que o texto da resolução não condena o Hamas”, disse.

RESOLUÇÃO

Nesta 2ª feira (25.mar), o Conselho de Segurança da ONU aprovou uma resolução que determina um cessar-fogo “imediato” na Faixa de Gaza durante o Ramadã, período sagrado para os muçulmanos que começou em 10 de março e termina em 9 de abril. O documento também pede a libertação “imediata e incondicional de todos os reféns” mantidos pelo Hamas.

Ele recebeu 14 votos a favor, nenhum contrário e uma abstenção dos EUA. Em declaração depois da votação, a embaixadora dos EUA na ONU, Linda Thomas-Greenfield, agradeceu aos integrantes do conselho por aceitarem algumas das sugestões norte-americanas para o texto.

Mas ponderou afirmando que “algumas edições importantes foram ignoradas”, inclusive a solicitação dos EUA “para acrescentar uma condenação ao Hamas”.

“Não concordamos com tudo na resolução. Por esse motivo, infelizmente, não pudemos votar a favor”, afirmou a diplomata.

Com informações de Poder 360


Coalizão de oposição afirmou que enfrentou restrições na plataforma para o registro da candidatura. Prazo terminou no último minuto de segunda-feira (25).

Na Venezuela, candidata da oposição denuncia que não consegue registro para eleição 

A principal frente de oposição da Venezuelaafirmou que não conseguiu inscrever a sua candidata Corina Yoris no site do Conselho Nacional Eleitoral, o órgão responsável pelas eleições no país. O prazo terminou às 23h59 de segunda-feira (25). 

As eleições serão disputadas em 28 de julho. Nicolás Maduro buscará o terceiro mandato, que pode levá-lo a 18 anos no poder. 

Um dos chefes da coalizão da oposição, Omar Barboza, afirmou que o grupo enfrentou restrições no sistema online do Conselho Nacional Eleitoral, não conseguindo registrar a candidatura de Corina Yoris. 

Na manhã da segunda-feira, Corina afirmou que a frente de oposição havia feito todas as tentativas, mas que o sistema estava totalmente fechado

“Tentamos ir pessoalmente ao Conselho Nacional Eleitoral para entregar uma carta solicitando uma prorrogação e nem mesmo fisicamente pudemos fazê-lo”.

Analistas afirmam que o bloqueio tem motivação política. O cientista político Jorge Morán afirmou à agência de notícias AFP que o chavismo busca repetir o cenário de 2018, quando a oposição boicotou as eleições presidenciais vencidas por Maduro. 

Filósofa e professora universitária, Yoris, 80 anos, nunca trabalhou na administração pública, e seu nome aparece limpo na base de dados do Conselho Nacional Eleitoral. 

Ela foi indicada para a candidatura da oposição pelo Vente Venezuela, o partido de uma venezuelana de nome parecido, Maria Corina Machado, que venceu prévias entre todos os partidos de oposição do país.

Desde a última quinta-feira (21), já se inscreveram nove candidatos que se apresentam como opositores, mas alguns deles são acusados de colaborar com o governo chavista. 

Corina Yoris durante coletiva de imprensa em Caracas, em 22 de março — Foto: REUTERS/Gaby Oraa 

Maduro formalizou sua candidatura

O presidente da VenezuelaNicolás Maduro, não teve os mesmos problemas e formalizou nesta segunda-feira (25) sua candidatura à reeleição. 

Ele chegou ao Conselho Nacional Eleitoral acompanhado de milhares de militantes convocados pelo partido governista, o PSUV. 

O presidente venezuelano afirmou que dois homens armados, que ele vinculou ao partido de María Corina Machado, foram detidos após se infiltrarem no comício do chavismo com o plano de assassiná-lo. 

Um grupo de sete países latino-americanos (Argentina, Costa Rica, Equador, Guatemala, Paraguai, Peru e Uruguai) publicaram um comunicado em conjunto no qual afirmam estar preocupados “com o impedimento da inscrição” de Corina Yoris. 

Analistas descartam a sua candidatura e falam em buscar um outro candidato, com menos ligações com María Corina Machado. O consenso, no entanto, é de que qualquer nome inscrito pela oposição deve ser apoiado pela opositora. 

Tribunal de Barcelona aceitou pedido da defesa para que ex-jogador aguarde em liberdade a decisão final. Alves recorreu da sentença que recebeu em fevereiro pelo crime de agressão sexual.

Informações G1

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