Customize Consent Preferences

We use cookies to help you navigate efficiently and perform certain functions. You will find detailed information about all cookies under each consent category below.

The cookies that are categorized as "Necessary" are stored on your browser as they are essential for enabling the basic functionalities of the site. ... 

Always Active

Necessary cookies are required to enable the basic features of this site, such as providing secure log-in or adjusting your consent preferences. These cookies do not store any personally identifiable data.

No cookies to display.

Functional cookies help perform certain functionalities like sharing the content of the website on social media platforms, collecting feedback, and other third-party features.

No cookies to display.

Analytical cookies are used to understand how visitors interact with the website. These cookies help provide information on metrics such as the number of visitors, bounce rate, traffic source, etc.

No cookies to display.

Performance cookies are used to understand and analyze the key performance indexes of the website which helps in delivering a better user experience for the visitors.

No cookies to display.

Advertisement cookies are used to provide visitors with customized advertisements based on the pages you visited previously and to analyze the effectiveness of the ad campaigns.

No cookies to display.



ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Feira de Santana

Mais de 7 mil estudantes ainda não revalidaram o Cartão Via Feira; prazo termina em 31 de março

Foto: ACM Com encerramento nesta segunda-feira (31), mais de 7 mil estudantes de Feira de Santana ainda não revalidaram o...
Read More
{"dots":"false","arrows":"true","autoplay":"true","autoplay_interval":3000,"speed":600,"loop":"true","design":"design-2"}

Câmara dos EUA inicia processo de impeachment contra Biden

Foto: 18/10/2023REUTERS/Evelyn Hockstein.

A Câmara dos Estados Unidos aprovou a formalização de um inquérito de impeachment contra o presidente Joe Biden, que havia sido lançado em setembro pelo então presidente da Casa, o republicano Kevin McCarthy. 

Desde aquele mês, o trio de comitês que lideram a investigação interrogou vários funcionários do Departamento de Justiça e da Receita Federal dos EUA, ao mesmo tempo que obteve muitos documentos e novos registros bancários, inclusive de membros da família Biden. 

A formalização, segundo integrantes do Partido Republicano, fortalece as intimações e a posição legal do inquérito. Os membros do Partido Republicano no Comitê de Regras da Câmara também argumentaram que a medida foi uma resposta à obstrução do governo em entregar os documentos solicitados. 

Foco da investigação

O painel de supervisão da Câmara, um dos comitês que lidera a investigação, concentrou-se nas negociações comerciais estrangeiras de Hunter Biden e procurou fazer conexões com o pai, Joe Biden. 

Nas fases iniciais da investigação, interrogaram cinco pessoas e emitiram nove intimações bancárias, mas aumentaram a emissão de nove intimações para depoimentos no último mês. 

O comitê liderado pelos republicanos divulgou um documento na semana passada mostrando o pagamento da entidade empresarial de Hunter Biden, a Owasco PC, a Joe Biden quando ele não estava no cargo, mas omitiu evidências de que o filho do presidente estava reembolsando o pai por um carro. 

Também houve dois cheques pessoais do irmão do presidente, James Biden, para Joe Biden quando ele não estava no cargo, que o comitê divulgou. Contudo, as evidências disponíveis sugerem que se tratava de reembolsos de empréstimos. 

Embora estes pagamentos estejam muito longe das acusações de que o presidente lucrava com os negócios no exterior da sua família, a existência dos cheques forneceu combustível aos adversários políticos e à base de extrema-direita do Partido Republicano. 

Falta de provas

Mas, mesmo com novas intimações e agendamento de mais depoimentos pelos Republicanos, inclusive do irmão e do filho do presidente, ainda não descobriram provas que apoiem as alegações contra Biden. 

Houve apenas uma audiência relacionada ao inquérito desde o seu lançamento, onde os peritos chamados pelos Republicanos reconheceram que os investigadores do partido ainda não tinham apresentado provas suficientes para dar suporte às acusações. 

Em todas as fases, os Democratas da Câmara e a Casa Branca refutaram, e por vezes até desmentiram, as acusações levantadas pelos Republicanos, que tentaram ligar Joe Biden a acordos estrangeiros milionários do filho. 

“Golpe político infundado”, diz Biden

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, chamou a abertura de inquérito de impeachment contra ele como um “golpe político infundado”. 

“Em vez de fazerem qualquer coisa para ajudar a melhorar a vida dos americanos, eles estão concentrados em me atacar com mentiras”, comentou Biden. 

“Em vez de fazerem o seu trabalho no tema urgente que precisa ser abordado, eles estão optando por perder tempo com esse golpe político infundado que até mesmo os republicanos no Congresso admitem não ser apoiado por fatos”, afirmou. 

CNN Brasil


AGORA: assessoria de Milei desmente suposto impedimento de Bolsonaro em tentativa de foto com chefes de Estado

Foto: Luis ROBAYO/AFP.

Neste domingo (10), dia da posse de Javier Milei como presidente da Argentina, uma reportagem da Folha de S. Paulo afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tentou se infiltrar em uma foto oficial com chefes de Estado presentes, mas acabou barrado por líderes sul-americanos. 

De acordo com a matéria, os presidentes Luis Lacalle Pou (Uruguai), Santiago Peña (Paraguai), Gabriel Boric (Chile) e Daniel Noboa (Equador) expressaram descontentamento com a presença de Bolsonaro na fotografia, considerando inapropriada a participação de um ex-chefe de Estado, ainda mais por enquadrá-lo como adversário interno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As informações são do Conexão Política. 

A reportagem, assim que publicada, tomou grandes proporções no Brasil, sendo repostada pelos principais veículos de comunicação, usando a mesma estrutura de narrativa da Folha, sem acréscimos ao que estava sendo publicado. O material também ganhou espaço entre parlamentares da oposição, que foram às redes sociais repercutir a nota, além de aproveitar o suposto episódio para satirizar a figura política de Bolsonaro. 

Para obter informações precisas sobre o alegado incidente, o jornal Conexão Política afirma que contatou a assessoria de Javier Milei, incluindo três assessores com anos de trabalho junto ao novo líder argentino e uma pessoa responsável por intermediar o contato entre a comitiva brasileira e Milei. 

Outros interlocutores também foram consultados para verificar a veracidade do então tumulto, buscando confirmar as referências citadas pela Folha. Até a manhã desta segunda-feira (11), todos os assessores e interlocutores ouvidos negaram a procedência do ocorrido. 

Integrantes da assessoria de Javier Milei afirmaram ter sido surpreendidos pela matéria, negando qualquer investida contrária durante a cerimônia de posse. Segundo eles, Milei estava interessado na presença de Bolsonaro desde o início, destacando a ligação de amizade entre Eduardo Bolsonaro e Javier. 

“A ligação entre eles não vem de agora. O filho do ex-presidente brasileiro, Eduardo Bolsonaro, já possui laços de amizade com o Javier. Eles possuem ligação direta e sem qualquer barreiras”, relatou um assessor. 

“Foi a primeira vez que ambos [Bolsonaro e Milei] estiveram juntos de fato. Já existiam diversas conversas, ligações, sinalizações entre eles, mas foi de fato a primeira vez que eles estiveram lado a lado. E o Javier estava muito ansioso para recebê-lo, assim como toda comitiva do Brasil. Tanto é que mesmo diante de tantas autoridades presentes, o Javier fez questão de dar toda atenção para o senhor Jair. Ele recebeu toda boa recepção antes mesmo de chegar em solo argentino”, afirmou outro. 

“Jair Bolsonaro não apenas recebeu a devida recepção de Javier, como esteve em dois momentos centrais da cerimônia de posse, recebendo honrarias de chefe de Estado e assentando ao lado de presidentes. Todos puderam ver isso. Inclusive, a segurança montada para ele seguiu o protocolo que estava sendo aplicado a outras lideranças políticas, inclusive os chefes de Estado devidamente eleitos em seus respectivos países. Bolsonaro não apenas foi recebido na posse, como ele foi desejado para estar presente”, expôs mais um. 

O Conexão Política também ouviu um responsável por intermediar o contato e comunicação da delegação brasileira com a argentina, que negou tumulto, constrangimento ou empecilho em torno de autoridades brasileiras, incluindo Bolsonaro, durante a cerimônia de posse. 

Na manhã desta segunda-feira (11), o mesmo intermediador argentino reforçou a negativa do suposto revés, procurando outras pessoas presentes durante a cerimônia, que também negaram a versão relatada pela Folha de S. Paulo. “Não houve confusão nem ninguém sendo barrado. Não houve nada disso”, comunicou. 

“Eu ainda estou aqui no hotel onde muitas autoridades ficaram instaladas, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro e toda a sua equipe. Relatei ao pessoal aqui a confusão que estava repercutindo no exterior, me referindo especialmente ao Brasil, sobre essa nota que foi veiculada. Tentei saber de mais pessoas sobre algum conhecimento dessa atitude de presidentes terem se incomodado com a presença de Jair e, pior, de terem barrado ele de uma foto oficial ou qualquer coisa do tipo, e eles negaram, porque isso não procede mesmo. Isso é coisa da grande mídia. É fake news”, acrescentou. 

Conexão Política


Cerimônia de posse do novo presidente argentino aconteceu neste domingo

Bolsonaro sentado ao lado de chefes de Estado na posse de Milei Foto: Reprodução/YouTube La Nacion

A presença do ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro (PL) chamou a atenção na posse de Javier Milei neste domingo (10). Embora não tenha mais cargo de chefe de Estado, o brasileiro se sentou ao lado de líderes em exercício da América Latina e da Europa, enquanto Milei fazia seu primeiro discurso. O ex-presidente foi ainda presença constante na TV argentina durante o fim de semana.

Participaram da posse chefes de Estado e de governo de oito países: Paraguai, Uruguai, Chile, Equador, Armênia, Hungria, Espanha e Ucrânia – mais do que os três (Cuba, Uruguai e Paraguai) presentes na posse do antecessor Alberto Fernández, em 2019.

Diversos países decidiram enviar representantes, caso de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do americano Joe Biden. Lula enviou o chanceler Mauro Vieira em seu lugar – nesse caso, ele não recebe tratamento de chefe de Estado, mas de delegação estrangeira.

Outras ausências sentidas foram do presidente da Colômbia, Gustavo Petro, e da Bolívia, Luis Arce. Os líderes se sentaram ao lado do novo presidente nas escadarias do Congresso, onde o libertário fez seu primeiro discurso como presidente.

Bolsonaro ficou entre outros chefes de Estado, ao lado de Viktor Orbán, primeiro-ministro da Hungria, de Daniel Noboa, presidente recém-eleito do Equador, Luis Lacalle Pou, presidente do Uruguai, e Santiago Peña, presidente do Paraguai. Na mesma escadaria, do lado direito de Milei estava o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, em sua primeira visita à América Latina.

Na posse, o ucraniano deu um longo abraço no novo presidente argentino e os dois conversaram antes do discurso. Além de Zelensky, estavam do lado direito de Milei o presidente da Armênia, Vahagn Khachaturyan, o presidente do Chile, Gabriel Boric, e o rei da Espanha, Felipe VI.

COMITIVA
Bolsonaro se reuniu com Milei na última sexta-feira (8), logo depois de haver caminhado pela famosa Rua Florida, muito frequentada por turistas brasileiros. Além de Bolsonaro, foram para Buenos Aires o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), o ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), entre outros políticos.

*AE


"100 anos de fracasso não se desfazem em um dia": Milei diz que terá desafios enormes mas que "hoje é o dia" de começar a superá-los; VEJA VÍDEO

Foto: Luis Robayo/AFP.

Como sempre, forte em suas palavras, Javier Milei enfatizou em seu discurso que seu governo é capaz de superar os desafios que se fazem presentes em uma Argentina que vinha se despedaçando nas mãos da esquerda. 

Ele diz que “Não será fácil. 100 anos de fracasso não se desfazem em um dia”. Mas afirma que hoje a Argentina começa a “sair do caminho da decadência” e começa a “trilhar o caminho da prosperidade”. 

Veja o trecho do discurso a seguir: 

https://www.instagram.com/reel/C0rykN6Rm7s/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading

Informações TBN


Milei assume Argentina com inflação em expansão e pobreza alta

O libertário Javier Milei, vitorioso nas eleições presidenciais na Argentina toma posse neste domingo (10.dez.2023) na Casa Rosada. Ele assumirá o governo do país com inflação em expansão e alto nível de pobreza. 

Milei venceu o governista peronista Sergio Massa no 2º turno em 19 de novembro. Terá que encontrar soluções para evitar que a inflação suba ainda mais. A taxa anual foi de 142,7% no acumulado de 12 meses até outubro. Subiu 50,3 pontos percentuais em 2023 e está acima de 3 dígitos há 9 meses. 

O próximo resultado de inflação será divulgado na 4ª feira (13.dez.2023) com a taxa acumulada em 12 meses até novembro. O presidente do BC (Banco Central), Roberto Campos Neto, disse que o país sofre consequências de “soluções fáceis” do passado que provocaram problemas no médio e longo prazo. Ele disse ter conversado com o futuro ministro da Economia do país, Luis Caputo, sobre o ajuste fiscal. 

“A Argentina é um exemplo de que abandonou meta fiscal e meta monetária. […] Retomar essa credibilidade é muito difícil porque vão ter uma parte [de ajuste] fiscal muito apertada e vai encostar na inviabilidade política em algum momento”, disse. 

Milei enviará ao Congresso da Argentina um texto para fazer uma reforma do Estado. Terá “todas as ações a serem realizadas, incluindo reformas profundas em diversos âmbitos: econômico, financeiro e político-laboral”. 

Milei prometeu durante a campanha eleitoral fechar o Banco Central, que é responsável pelo controle do poder de consumo das famílias. Apesar disso, ele indicou um presidente para assumir a autoridade monetária. Será Santiago Bausili. 

A perda do poder de compra levou o país a ter 40,1% da população em situação de pobreza. No 2º semestre, havia 11,8 milhões de pessoas que não tinham dinheiro suficiente para custear as próprias despesas. 

Para tentar controlar a trajetória explosiva de inflação, o Banco Central da Argentina aumentou a taxa de juros para 133% ao ano em 13 de outubro. Está acima de 3 dígitos desde agosto deste ano. 

DÍVIDA BRUTA E RESERVAS 

A dívida bruta do país foi de 88,4% do PIB no 2º trimestre de 2023, sendo que 57 pontos percentuais é em moeda estrangeira e 31,2 p.p. é doméstica. Era de 85,2% em 2022 (57 p.p. externa e 28,2 p.p. interna). 

O estoque baixo das reservas internacionais agrava ainda mais a situação. Há mais de 4 anos e meio (9 de abril de 2019), era de US$ 77,5,7 bilhões. Caiu para US$ 21,2 bilhões em novembro de 2023. 

Destaca-se que não é todo esse valor que está à disposição do governo. O Banco Central da Argentina não informa os dados líquidos das reservas cambiais. 

ATIVIDADE ECONÔMICA 

O mercado de trabalho argentino também não é aquecido. A taxa de desemprego registrado no 2º trimestre de 2023 foi de 6,2%. Está abaixo que o nível registrado no Brasil no trimestre encerrado em agosto de 2023, de 7,8%, mas há diferenças metodológicas que impedem comparações. 

Diferentemente do Brasil, o Indec (Instituto Nacional de Estatísticas e Censos) calcula a desocupação do país em 31 aglomerados urbanos, excluindo a população rural. 

A população do país está em processo de envelhecimento, com menos jovens. O número de pessoas que têm mais de 35 anos cresceu 17,3% de 2013 a 2022, segundo estimativa do Indec. Os argentinos com até 34 anos tiveram alta de 3,8% no mesmo período. 

A atividade econômica do país está em processo de desaceleração. O PIB (Produto Interno Bruto) caiu 2,8% no 2º trimestre de 2023 em comparação ao mesmo período do ano passado. 

Créditos: Poder 360.


A margem de erro da pesquisa feita pelo Wall Street Journal é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos

Foto: Tia Dufour/Fotos Públicas/Reprodução, redes sociais/Casa Branca

Pela primeira vez Donald Trump ultrapassou Joe Biden em uma pesquisa de intenção de voto para as eleições de 2024. De acordo com levantamento feito pelo Wall Street Journal divulgado neste sábado (9), o republicano com 37% das intenções de voto, seis pontos à frente do democrata, com 31%. Atrás vêm os pré-candidatos Robert F. Kennedy Jr. (8%), Joe Manchin (3%), Cornel West (3%), Jill Stein (2%) e Lars Mapstead (1%). Indecisos são 14%.

A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos. Limitando as opções apenas a Trump e Biden, o ex-presidente aparece com 47% das intenções de voto, enquanto o atual ocupante da Casa Branca tem 43%. A diferença, no entanto, está dentro da margem de erro.

O cenário reforça a preocupação de democratas com uma terceira via. Hillary Clinton, que perdeu a eleição para Trump em 2016, é uma das representantes mais vocais dessa corrente, ela atribui a Jill Stein, candidata do Partido Verde, parte da responsabilidade por sua derrota.

Nenhuma dessas opções alternativas a Biden e Trump tem chance de vencer, mas podem tirar votos essenciais dos candidatos em uma disputa que se desenha como apertada. A pesquisa divulgada neste sábado aponta que, até o momento, quem mais sofre com isso é o democrata.

Informações Bahia.ba


Zelensky confirma que irá a posse de Milei

Foto: President office of Ukraine.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky (à esquerda na foto), afirmou neste sábado, 9, que está a caminho da Argentina para a posse de Javier Milei. 

Em publicação no X, ele confirmou sua viagem a Buenos Aires. 

“A caminho da Argentina, encontrei-me com o Primeiro Ministro de Cabo Verde Ulisses Correia. A primeira reunião de líderes na história das nossas relações bilaterais. A voz de Cabo Verde é de democracia e de apoio a nós na ONU, endossando resoluções que são cruciais para a Ucrânia”, escreveu. 

Além de Zelensky, também deverão comparecer à posse de Milei os presidentes do Paraguai, Santiago Peña, do Chile, Gabriel Boric, do Equador, Daniel Noboa. Felipe VI, rei da Espanha e Viktor Órban, primeiro-ministro da Hungria, também confirmaram presença. 

O ex-presidente Jair Bolsonaro já está em Buenos Aires para tirar casquinha do presidente eleito da Argentina, Lula se limitará a enviar o chanceler Mauro Vieira. 

Fonte: O Antagonista.


Ex-presidente brasileiro irá acompanhar a posse presidencial na Argentina

Bolsonaro, Milei e Bia Kicis Foto: Reprodução/Instagram Bia Kicis 

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) visitou nesta sexta-feira (8), em Buenos Aires, o presidente eleito da Argentina, Javier Milei, que tomará posse no próximo domingo (10).

Acompanhado do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), e de vários parlamentares que compõem sua comitiva, o ex-presidente chegou ao Hotel Libertador, na capital argentina, onde o líder da frente A Liberdade Avança instalou sua sede de campanha e onde reside e mantém seu escritório como presidente eleito.

Dentre os presentes no encontro estavam Patrícia Bullrich, candidata derrotada na eleição argentina e escolhida por Milei para ser ministra da Segurança, Valdemar Costa Neto (presidente do PL), o senador Ciro Nogueira (PP-PI), Fábio Wajngarten, a deputada federal Bia Kicis (PL-DF) e Gilson Machado, ex-ministro do Turismo no governo Bolsonaro.

Além de Eduardo Bolsonaro ter viajado algumas vezes à Argentina para expressar apoio ao argentino, Milei não esconde sua afinidade com o ex-presidente brasileiro, o que ficou evidente em diversas manifestações e na recente conversa telefônica que tiveram quando o libertário venceu o segundo turno em 19 de dezembro.

Ambos conversaram por meio de chamada de vídeo logo após o resultado da eleição ser divulgado.

Bolsonaro compartilhou um vídeo com imagens do encontro em Buenos Aires nas redes sociais.

Confira:

Ver essa foto no Instagram

Uma publicação compartilhada por Jair M. Bolsonaro (@jairmessiasbolsonaro)

*Com informações da EFE


Se for eleito, Trump promete caçada a seus adversários que usaram a justiça para prejudicá-lo

Foto: REUTERS/Carlos Barria.

O ex-presidente norte-americano Donald Trump afirmou que usaria “apenas o primeiro dia” de sua presidência para se aproveitar do cargo, se for eleito em 2024, agindo como um “ditador“. 

“Exceto no primeiro dia. Quero fechar a fronteira e quero perfurar, perfurar, perfurar”. O ex-presidente faz menção à crise de refugiados que lota a fronteira dos Estados Unidos com o México e à produção interna de petróleo do país. 

“Estamos fechando a fronteira e perfurando, perfurando, perfurando. Depois disso, não sou um ditador.” 

O comentário foi feito em um programa do canal Fox News. A fala de Trump ocorreu em meio a acusações da Casa Branca de que o republicano abusaria do poder caso volte a ser presidente dos Estados Unidos. 

Apesar das declarações, aliados e integrantes da campanha de Trump dizem que, se eleito, o republicano deve utilizar o poder executivo como nunca visto antes. 

O ex-presidente sugeriu que quem abusa dos poderes presidenciais é o atual mandatário norte-americano, Joe Biden. 

Em entrevista para a Fox News, Trump declarou que não acredita que Biden será seu adversário nas eleições pela idade do democrata. 

Processos de Trump

Trump enfrenta quatro processos criminais, dois deles acusado de uma suposta tentativa de reverter a derrota para Joe Biden em 2020, alegando que houve fraude eleitoral. 

Mesmo com os problemas na Justiça, Trump segue como líder absoluto nas pesquisas de intenção de voto nas primárias republicanas, processo em que o partido escolhe seu candidato na disputa. 

Nesta quarta-feira, 6, ocorreu um novo debate entre os candidatos republicanos pela vaga, mais uma vez sem a presença do ex-presidente. 

Porém, com a proximidade das votações, no próximo mês, a nomeação de Trump é dada praticamente como certa. 

Revista Oeste


Pleito abre caminho para que ele permaneça no poder pelo menos até 2030.

Vladimir Putin em imagem de 16 de junho de 2023 — Foto: Ramil Sitdikov/Reuters

Vladimir Putin em imagem de 16 de junho de 2023 — Foto: Ramil Sitdikov/Reuters 

O Parlamento russo determinou nesta quinta-feira (7) a data das eleições presidenciais de 2024 para 17 de março. 

O presidente Vladimir Putin, de 71 anos, ainda não anunciou a sua intenção de concorrer novamente, mas é provável que ele busque seu quinto mandato. As eleições de março abrem caminho para que ele permaneça no poder pelo menos até 2030.

De acordo com as reformas constitucionais — que ele próprio orquestrou —Putin está apto a concorrer a mais dois mandatos de seis anos, podendo permanecer no poder até 2036, se reeleito.

Tendo o controle do sistema político da Rússia, a vitória de Putin é praticamente garantida. Os principais opositores que poderiam desafiá-lo nas urnas estão presos ou vivendo no exterior, e a maioria dos meios de comunicação independentes foi proibida.

Nem a prolongada guerra na Ucrânia, nem umarebelião fracassada do Grupo mercenário Wagner parecem ter afetado os seus elevados índices de aprovação documentados por institutos de pesquisa independentes. 

Duas pessoas anunciaram planos de concorrer: o ex-deputado Boris Nadezhdin, vereador na região de Moscou, e Yekaterina Duntsova,jornalista e advogada da região de Tver, ao norte de Moscou, que já foi vereadora local. 

De acordo com as leis eleitorais russas, os candidatos nomeados por um partido que não esteja representado na câmara nacional ou em pelo menos um terço das cúpulas regionais têm de apresentar pelo menos 100 mil assinaturas de 40 ou mais regiões diferentes. Aqueles que concorrem de forma independente precisam de um mínimo de 300 mil assinaturas de 40 ou mais regiões diferentes.

Esses requisitos também se aplicam a Putin, que tem utilizado táticas diferentes ao longo dos anos. Ele concorreu como independente em 2018 e sua campanha reuniu assinaturas. Em 2012, concorreu como candidato do partido Rússia Unida do Kremlin. 

Este ano, é provável que ele concorra novamente como candidato independente, disse o analista político independente Dmitry Oreshkin para a agência de notícias Associated Press. 

“Será uma honra demais para o partido, ele se valoriza muito. Portanto, acho que ele concorrerá como candidato independente e provavelmente coletará assinaturas (…) Este será um bom pretexto para promover a campanha nas regiões”, disse ele.

Informações G1
1 26 27 28 29
START TYPING AND PRESS ENTER TO SEARCH