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Quase 3 anos após assassinato do ator Rafael Miguel, Paulo Cupertino é preso
Foto: Divulgação/Polícia Civil

Quase 3 anos depois da morte do ator Rafael Miguel e dos pais dele, o réu Paulo Cupertino Matias foi preso nesta segunda-feira (15), em São Paulo. O crime ocorreu em 9 de junho de 2019.

Policiais da 6ª. Seccional fizeram a prisão e encaminharam o preso para o 98º Distrito Policial, no Jardim Miriam, Zona Sul de São Paulo. Cupertino vai ser levado ao Instituto Médico Legal (IML) para fazer exame de corpo de delito e depois vai para a Divisão de Capturas, no prédio do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), no Centro da capital paulista. Depois, ele ficará à disposição da Justiça.

Segundo o delegado da 6ª seccional, a equipe de policiais recebeu uma informação de que Cupertino estaria na capital paulista, foram checar e encontraram o procurado.

Incluído na Difusão Vermelha da Interpol, Cupertino era o primeiro nome da lista dos criminosos mais perigosos e procurados de São Paulo.

De acordo com o Ministério Público (MP), o empresário assassinou a família porque não aceitava o namoro de Isabela Tibcherani, a sua filha de 18 anos à época, com o artista. Vídeos gravados por câmeras de segurança mostram o momento em que ele atira 13 vezes em Rafael, que tinha 22 anos, e nos pais do ator: João Alcisio Miguel, de 52, e a mãe Miriam Selma Miguel, 50.

Cupertino é acusado de triplo homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e recurso que impossibilitou a defesa das vítimas. Ele, que atualmente tem 50 anos, nunca constituiu um advogado para defendê-lo. Além do empresário, dois amigos dele são réus no mesmo caso por terem ajudado o assassino a fugir.

O assassinato foi cometido na frente da casa onde Isabela morava com a mãe, no bairro da Pedreira, Zona Sul da capital paulista. As duas não foram baleadas por Cupertino e sobreviveram. O empresário fugiu.

O nome, dados e fotos de Cupertino não apareciam publicamente na lista de criminosos mais procurados pela Interpol, também conhecida como Organização Internacional de Polícia Criminal. Ela tem a função de buscar mecanismos de cooperação entre as polícias no mundo para prender acusados de crimes que possam ter fugido para outros países.

Apesar disso, segundo fontes do g1, o empresário estava incluído na Difusão Vermelha do órgão. Em outras palavras, havia um mandado de prisão contra ele para ser cumprido em qualquer outro país.

Já no site da Polícia Civil paulista, Cupertino aparecia como o primeiro nome da página onde estão os 17 criminosos mais procurados pelas forças de segurança do estado. Não havia pagamento em dinheiro como recompensa para quem tivesse informações sobre o paradeiro de Cupertino.

Até junho de 2021, esses dois canais de denúncias da polícia de São Paulo receberam quase 90 endereços de possíveis esconderijos do empresário.

Segundo o Instituto São Paulo Contra a Violência, os denunciantes disseram ter visto o assassino em 25 cidades paulistas, oito municípios de sete outros estados, em uma cidade argentina e em outros cinco locais não identificados.

De acordo com as investigações do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) de São Paulo, Cupertino contou com a ajuda direta de pelo menos quatro amigos, que são investigados pela suspeita de esconderem o criminoso.

Dois desses amigos do empresário se tornaram réus na Justiça por supostamente ajudarem o fugitivo. Eles respondem em liberdade pelo crime de favorecimento pessoal. São eles: Eduardo Jose Machado, o ‘Eduardo da Pizzaria’, dono de uma pizzaria na Zona Sul de São Paulo; e Wanderley Antunes Ribeiro Senhora, que mora em Sorocaba, no interior paulista.

Rafael era conhecido na mídia por ter interpretado o personagem Paçoca na novela “Chiquititas”, do SBT, e trabalhado em um famoso comercial em que uma criança pede brócolis à mãe. Ele também atuou em novelas da Globo, como “Pé na Jaca”, “Cama de Gato” e o especial de fim de ano “O Natal do menino imperador”.

*G1


2 suspeitos de participação no assassinato de PMs são mortos em confronto com a polícia
Foto: Divulgação / PM-BA

Dois suspeitos de participação no assassinato de três policias militares no último final de semana, na região de Cajazeiras, foram mortos e outros dois ficaram feridos em confronto com a polícia nesta segunda-feira (9).

A notícia foi dada pelo comandante-geral da PM baiana, coronel Paulo Coutinho, em entrevista coletiva no início da tarde de hoje. “Foram quatro resistentes, dois foram socorridos e algumas prisões estão em andamento agora”, afirmou o militar.

Em conversa com a imprensa pela manhã, o governador Rui Costa afirmou que autorizou o uso de força máxima das unidades especializadas da segurança pública e citou o sistema judicial ao pedir que a legislação “não facilite a soltura” de marginais.

Na noite do último sábado (7), o policial militar Alexandre Menezes, de 30 anos de idade, foi assassinado, enquanto fazia rondas no bairro de Águas Claras, na periferia de Salvador, pelo Pelotão de Emprego Tático Operacional (Peto) da 3ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM Cajazeiras).

Já na noite de domingo (8), na localidade conhecida como Invasão da Independência, na região de Cajazeiras, em Salvador, dois policiais militares da 3ªCIPM foram mortos a tiros. Os militares voltavam do velório do colega, soldado Menezes, morto um dia antes em Águas Claras.


Além de procurados pela polícia, casal acusado de torturar filho de 11 anos também é alvo do “tribunal do crime”

O casal acusado de torturar e ferir o filho de 11 anos em Itu, no interior de São Paulo, é ameçado pelo tribunal do crime de uma facção criminosa. O pedreiro Juliano Ribeiro, 32 anos, e a mulher dele, Maria Angélica Gomes, de 27 anos, fugiram de casa após o caso se tornar público e em razão das ameaças, segundo o irmão de Juliano. “Qual pessoa que estaria ameaçada de morte do tribunal, do PCC, e não sairia de casa?”, afirmou em entrevista ao Balanço Geral, da Record TV.

O garoto, que vem sendo chamado de Ituzinho, foi acolhido pelo Conselho Tutelar de Itu após apresentar inúmeros ferimentos pelo corpo. Eles teriam sido feitos em tortura praticada pelos pais. Cansado de apanhar, o menino pulou o muro e pediu ajuda para os vizinhos.

Entre as agressões relatadas, estão golpes com talheres quentes e com líquido de bateria corrisivo. O couro cabeludo do menino foi ferido pelo líquido, e em parte dele já não cresce mais cabelo. O pai ainda ameaçava cortar os dedos da criança, que tinha que cuidar da casa e ainda ajudar o pai nos serviços de pedreiro.

Após denúncia, o Conselho Tutelar acionou a Guarda Municipal e começou a buscar o garoto, que foi encontrado na casa de parentes. O caso do menino já havia sido denunciado ao Conselho Tutelar em outras duas oportunidades, mas o menino seria instruído pelo pai a mentir, afirmando que não havia sido agredido.

“Eu não consigo fazer coisa dentro de casa que eu apanho também. E eu não posso pegar nada na geladeira pra comer que eu apanho também”. afirma em vídeo gravado pelos vizinhos.

Os pais do menino também são procurados pela polícia.

*R7


Foto: Arquivo pessoal

A Polícia Militar informou que a cantora e influenciadora digital Aline Borel foi encontrada morta, nesta quinta-feira (21), em Araruama, Região dos Lagos do Rio de Janeiro. Segundo o assessor dela, Pedro Henrique Guerra, a vítima tinha marcas de dois tiros no rosto.

O caso está sendo investigado pela 118ª DPA. Os agentes detalharam que Aline foi localizada na rua Dr. Leal, na Praia do Dentinho. O espaço foi isolado para a realização da perícia.

O corpo da cantora foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Cabo Frio. Os familiares estão aguardando a liberação para o sepultamento.

Aline Borel ficou famosa após seus vídeos cantando viralizarem na internet em meados de 2015. Entre as músicas que foram sucesso na web estão É cansativa a vida do crente e Eu vacilei, pô. Estou ciente.

*Pleno.News


Dados da Secretaria de Segurança Pública – SSP/BA – emitidos pelo Centro de Documentação e Estatística Policial – CEDEP – da Polícia Civil, dão conta de que Marcelo Felipe Guerra dos Santos Rocha, morto a tiros, em decorrência da intervenção policial, em Feira de Santana, na noite de 1° de abril, não possui antecedentes criminais.

Isso significa dizer que Marcelinho, como era popularmente conhecido, tinha ficha limpa e que nunca houve, ao longo dos 18 anos que viveu, um registro sequer de crime cometido em seu nome no banco de dados da Polícia Civil da Bahia.

Marcelo Felipe foi morto sob a acusação de ter efetuado disparos de arma de fogo contra uma guarnição da polícia militar, mais precisamente do pelotão Asa Branca, na Avenida Presidente Dutra, em Feira de Santana.

INVESTIGAÇÃO

O caso, que chocou amigos, familiares, conhecidos e clientes da vítima, tanto pela forma que Marcelo Felipe foi morto quanto pelo crime que a Polícia o acusa de ter cometido, está em fase de investigação pela Delegacia de Homicídios, que tem como titular o delegado Rodolfo Faro.

Na segunda-feira seguinte ao fato (04/04) o delegado afirmou, à imprensa, que “após tomar conhecimento desta ocorrência com oitiva específica dos policiais militares envolvidos nesta ação que culminou na morte desta vítima, a delegacia irá realizar as diligências necessárias à apuração e verificação da veracidade de como ocorreu essa ação policial. As primeiras providências já estão sendo tomadas”.

A OITIVA DOS POLICIAIS ENVOLVIDOS NO DIA DO FATO

De acordo com o delegado, “foi registrado que ocorreu uma blitz na avenida Maria Quitéria e de que um veículo teria furado essa blitz e apreendido fuga. Teria acontecido uma perseguição, inclusive com colisão do veículo em outros veículos que se encontravam estacionados na via e, com a parada desse veículo, após danos acarretados nestas colisões, o condutor deste veículo teria desembarcado efetuando disparos contra os agentes públicos que revidaram essa suposta ação criminosa e que alvejou essa vítima que foi socorrida ao hospital Clériston Andrade e morreu em decorrência desses ferimentos”.

Dra. Yasmim Carvalho, especialista na área criminal, advogada contratada pela família da vítima, afirmou que irá recorrer de todas as formas admitidas por lei. “Serei o braço direito nas investigações a fim de elucidar o fato e trazer justiça e limpar a imagem da vítima que foi devidamente manchada pelas acusações dos policiais condutores envolvidos, os quais agiram de forma arbitrária, sem preparo, como ficará provado no curso do inquérito”, afirmou a advogada.

O corpo de Marcelo Felipe foi enterrado sob forte comoção e clamor por justiça na manhã do dia 03/04, no cemitério Jardim Celestial. A mãe e demais familiares estavam inconsoláveis e não conseguiram conceder entrevista.

A trajetória de Marcelinho no ramo do empreendedorismo, apesar de curta, foi aplaudida por centenas de pessoas que acompanharam o sepultamento. “Era um menino promissor”, afirmavam uns. “Tinha um futuro brilhante pela frente, infelizmente mataram um inocente trabalhador”, comentavam outros em tom de lamento e revolta.

Somente em uma de suas redes sociais, Marcelo Felipe era admirado por mais de 18 mil seguidores que acreditavam no trabalho que desenvolvia comercializando Iphone na Felipe Celulares, nome de sua loja virtual no Instagram com a qual estava reescrevendo a sua própria história de superação, já que, ano passado, foi diagnosticado com um transtorno psicótico.

A investigação segue em segredo de Justiça.


Foto: Reprodução/PCDF

Nesta terça-feira (29), a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu um jovem de 20 anos na Asa Sul e o encaminhou para a Delegacia Especial de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC).

De acordo com a polícia, o suspeito confessou seus planos de cometer massacres em escolas e eventos da capital federal. Ele ainda é membro de grupos nazifascistas e antidemocráticos.

A ação foi feita no âmbito da Operação Shield, que foi deflagrada pela PCDF, com apoio do Instituto de Criminalística (IC), no ano passado. O objetivo é reprimir atos graves de violência, incluindo massacres escolares.

A PCDF conseguiu chegar até o indivíduo por meio da Coordenação do Laboratório de Inteligência Cibernética do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Informações sobre pessoas com pretensões de ataques de violência – incluindo massacres escolares – foram obtidas pela Polícia de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos da América (U.S. Immigration and Customs Enforcement) e a Agência de Investigações de Segurança Interna.

Dentre as informações coletadas, também foram encontrados materiais relacionados à pornografia infantil armazenados no celular do suspeito, que detalhou atos de grave violência que pretendia cometer em breve.

*Pleno.News


Foto: Reprodução/PCGO

Um homem foi preso nesta segunda-feira (21), em Pontalina (GO), suspeito de transmitir HIV de propósito para mulheres na cidade de Piracanjuba (GO). De acordo com a polícia, cerca de seis mulheres denunciaram o homem, dentre as quais, três já testaram positivo para a doença.

O suspeito chama-se Leovaldo, tem 37 anos, e é um servidor público da prefeitura da cidade, onde exerce a função de vigilante. Sua imagem foi divulgada pela polícia para auxiliar na descoberta de novas vítimas. Há indícios de que ele transmite o vírus deliberadamente desde 2019, pelo menos.

Em seu depoimento, Leovaldo alegou que não sabia que ele era soropositivo, tendo descoberto apenas no último mês. Leylton Barros, delegado que investiga o caso, refuta a declaração.

– As investigações e as provas, no entanto, mostram que ele teve, sim, condições de saber que era portador da doença desde 2020 – conta o delegado.

Ainda de acordo com o delegado, o suspeito se relacionou com uma pessoa soropositiva há dois anos, ciente disso. Após o término, o vigilante manteve a vida normalmente, sem alertar as parceiras sobre sua condição.

As vítimas começaram a procurar a delegacia há cerca de 15 dias. Uma das mulheres teve um relacionamento amoroso com o vigilante e decidiu fazer o exame de HIV, após o término da relação e por ter sido alertada por pessoas da cidade. A partir daí, outras mulheres se encorajaram e procuraram a polícia.

A prisão decretada pela Justiça foi de caráter preventivo e o homem foi conduzido para a unidade prisional da cidade. Até o momento, o crime imputado a ele é de lesão corporal gravíssima.

*Pleno.News


Uma tragédia se debateu sobre a família do Policial Militar conhecido popularmente por Sargento Benedito. O seu filho de 14 anos, pegou uma arma e acabou matando a própria mãe, o irmão mais novo e ferindo gravemente o próprio pai com um tiro no peito.

O fato aconteceu na tarde deste sábado, dia 19, por volta das 15h00, na residência da família, na Rua Oscar Torres, Jardim Guanabara, em Patos. Em princípio, os vizinhos achavam que se tratava de um latrocínio ocasionado por um homem que teria invadido a casa, porém, após investigações, se averiguou que o filho mais velho do casal havia cometido o crime.

Viaturas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), do 4º Batalhão do Bombeiro Militar (4º BBM, bem como guarnições do 3º Batalhão de Polícia Militar (3º BPM) e do BOPE estiveram no local.

O Sargento Bené sofreu um tiro no peito e foi socorrido pelo SAMU ao Hospital Regional de Patos onde deu entrada no bloco cirúrgico. A mãe e o irmão foram assassinados com tiros na cabeça.

No local do ocorrido, a cena é de muita comoção e perplexidade. O jovem filho do casal foi detido e está sendo acompanhado para averiguar as condições psicológicas do adolescente. As informações são de policiais militares e civis que estão no local.

*Terra Brasil Notícias


Foto: Divulgação/Governo do Estado de SP

Após a Polícia Federal concluir que não houve manipulação no vídeo em que o governador de São Paulo, João Doria, é associado a uma suposta orgia sexual, o tucano (PSDB) acusou a corporação de perseguição. Em nota divulgada nesta quarta-feira (9), Doria se disse “surpreso” com a ação da PF em “ressuscitar” o que chamou de “maior crime eleitoral contra um candidato”.

– Fui surpreendido hoje com a informação de que a Polícia Federal decidiu ressuscitar a investigação de um caso da eleição de 2018, que se tornou o maior crime eleitoral já realizado contra um candidato na história do Brasil, justamente quando se aproximam as próximas eleições presidenciais – afirmou.
Doria também lembrou que perícias independentes determinaram que houve manipulação do vídeo, e que o material se trata de “uma fraude primária”.

– É revoltante que a Polícia Federal não tenha investigado os autores do crime em 2018. Agora, quatro anos depois do episódio, utiliza essa fake news não para elucidar o caso, mas para atingir a vítima dessa armação sórdida – disse o governador.

O relatório foi elaborado pela Superintendência da PF em São Paulo, a pedido do próprio governador, para apurar o crime de difamação eleitoral. O documento afirma ainda que não foi possível identificar as mulheres que aparecem nas imagens.

Ainda assim, Doria afirmou que não irá se “intimidar” com a situação. Ele ainda reiterou que parte das instituições do Estado são aparelhadas a fim de prejudicar políticos de oposição.

– Lamentavelmente, uma parte da instituição de Estado tem sido utilizada para propósitos políticos, como já ocorreu recentemente com outros pré-candidatos à Presidência. É uma afronta ao Estado Democrático de Direito – apontou o governador.

LEIA A NOTA DE JOÃO DORIA NA ÍNTEGRA
Fui surpreendido hoje com a informação de que a Polícia Federal decidiu ressuscitar a investigação de um caso da eleição de 2018, que se tornou o maior crime eleitoral já realizado contra um candidato na história do Brasil, justamente quando se aproximam as próximas eleições presidenciais.

Laudos independentes produzidos na época do episódio comprovaram de maneira cristalina que o vídeo em questão é uma fraude primária. A Revista Veja publicou em outubro de 2018 documento técnico que comprovou “alterações digitais” e manipulação. Um segundo laudo independente também comprovou a fraude desse vídeo.

É revoltante que a Polícia Federal não tenha investigado os autores do crime em 2018. Agora, quatro anos depois do episódio, utiliza essa fake news não para elucidar o caso, mas para atingir a vítima desta armação sórdida.

Lamentavelmente, uma parte da instituição de Estado tem sido utilizada para propósitos políticos, como já ocorreu recentemente com outros pré-candidatos à presidência. É uma afronta ao Estado Democrático de Direito.

Não me intimidei na época desse crime e não me intimidarei com essa tentativa rasa para prejudicar a minha pré-candidatura.

A determinação de construir um país mais justo, próspero e pacificado é maior do que a tentativa torpe de atacar a minha honra e da minha família.

João Doria

Governador do Estado de São Paulo.

*Pleno.News


Foto: Izinaldo Barreto

Com todo respeito, além de se equivocar na matemática, o vereador Paulão do Caldeirão confundiu os cálculos ao afirmar que seria mais barato digitalizar as 380 mil cópias de documentos que encaminhamos à CPI da Saúde da Câmara Municipal”. Afirmou o secretário de Saúde, Marcelo Britto, informando que, se fosse digitalizar, gastaria no mínimo R$ 38 mil, ou seja, R$ 14 mil a mais

“Numa gráfica rápida que tenha realmente condições técnicas, a digitalização de uma única página custa mais de R$ 1,00. Suponhamos que houvesse um grande desconto, porque afinal são 380 mil páginas, e que a empresa cobrasse R$ 0,10 por página. Gastaríamos R$ 38 mil. Mas nós gastamos R$ 24 mil”, explicou o secretário.

Segundo Marcelo Britto, o vereador se equivocou na matemática quando disse, em matéria publicada no site dele mesmo, que a Secretaria de Saúde gastou R$ 0,12 por página. “Com esse valor por página, gastaríamos R$ 45.600,00, mas, repito, gastamos R$ 24 mil”, acrescentou o secretário. 

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