A psicóloga Julinda Ribeiro fala sobre a importância do acompanhamento psicológico para mulheres diagnosticadas com câncer de mama. Um diálogo essencial sobre acolhimento, autoestima e enfrentamento emocional durante o tratamento.
No episódio de hoje, a advogada Rafaela Souza fala sobre os direitos previdenciários da mulher com câncer um tema essencial que une informação, acolhimento e empoderamento. 💪💗
Ouça agora no Rotativo News e saiba mais sobre seus direitos!
Presidente e cofundador da ONG Obesidade Brasil; Médico Especialista em Cirurgia Bariátrica e Metabólica;
Formado em 1987 pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo;
Doutor Cirurgião pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – São Paulo, SP;
Nesta segunda feira (20), conversamos com o cirurgião bariátrico e presidente da ONG Obesidade Brasil sobre os desafios e mitos que cercam a obesidade, as indicações e benefícios da cirurgia bariátrica e o crescente uso das canetas emagrecedoras. Uma conversa franca e informativa sobre saúde, qualidade de vida e os caminhos possíveis para o tratamento da obesidade.
O programa Rotativo News recebeu o advogado Dr. João Gabriel para uma entrevista esclarecedora sobre um tema que ganha destaque em todo período pré-eleitoral: as pesquisas eleitorais. Durante a conversa, o advogado explicou o que caracteriza uma pesquisa eleitoral, quando ela precisa ser registrada na Justiça Eleitoral e quais cuidados devem ser tomados na hora de divulgar resultados especialmente nas redes sociais.
Dr. João Gabriel também falou sobre as diferenças entre pesquisas oficiais e enquetes, alertando para o risco de compartilhar informações sem base científica ou sem o devido registro, o que pode gerar desinformação e até punições legais. A entrevista aborda ainda se as pesquisas de intenção de voto já podem ser realizadas neste período e como o cidadão pode identificar levantamentos confiáveis.
Confira o episódio completo e entenda melhor as regras que orientam as pesquisas eleitorais no Brasil.
Por Manu Pilger – Mestra em Comunicação pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB)
Nos últimos dias, uma polêmica floresceu no jardim da música brasileira. Toni Garrido, cantor de voz marcante e alma inquieta, decidiu mudar um verso da canção Girassol, sucesso que há mais de vinte anos ilumina corações. Ele trocou “a grandeza de um menino” por “a grandeza de uma menina, de uma mulher”. E bastou um verso para dividir o país.
Uns aplaudiram. Outros torceram o nariz. E eu fiquei pensando: será que é errado revisitar o passado com novos olhos?
A arte, afinal, é um espelho do tempo. O que parecia inocente em 1999 pode soar desconfortável em 2025. A sociedade muda, as palavras ganham outros pesos, e até o amor pede revisão. Talvez Toni tenha feito o que muitos de nós evitamos: voltar ao que dissemos e admitir “hoje, eu já não penso mais assim”.
Mas há também o outro lado. Uma música é feita de muitas mãos, e mudar uma palavra sem combinar pode soar como puxar uma pétala do girassol sem avisar ao jardim. A arte é viva, sim, mas também é memória coletiva. E quando se mexe numa lembrança, é bom fazer isso com carinho, porque há quem ainda dance com a versão antiga.
Eu, particularmente, não vejo machismo em dizer que para ser homem é preciso ter a grandeza de um menino. Sempre li esse verso como um convite à pureza, à doçura, à leveza que o tempo endurece. Mas entendo o gesto de Toni. Talvez ele só tenha querido dizer que as mulheres também têm grandeza e têm mesmo.
O que me encanta nessa história é perceber que estamos aprendendo a olhar para o mundo com mais cuidado. A discutir palavras, a questionar letras, a revisar discursos. Não para apagar o passado, mas para iluminar o presente.
E se a música é sobre girassóis, talvez o recado seja esse: o importante é continuar virando o rosto para o sol, mesmo que o ângulo mude com o tempo.