O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, minimizou o acordo de delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, e disse que isso não vai afetar negativamente o partido nas próximas eleições. O dirigente mantém a previsão de eleger mais de mil prefeitos no ano que vem.
– Mais de mil com Bolsonaro à frente, o Mauro Cid não tem nada para falar de verba pública – disse o presidente do PL ao GLOBO.
O líder do PL na Câmara, Altineu Côrtes (RJ), seguiu a mesma linha:
– Qualquer covardia que fizerem, nosso presidente vai ser vítima.
Apesar disso, o partido já enfrenta dificuldades na montagem das chapas para concorrer nas eleições municipais do ano que vem. Exemplo disso acontece em São Paulo, onde o prefeito Ricardo Nunes (MDB) tem negociado o apoio do PL, mas, ao mesmo tempo, evitando associar sua imagem ao do bolsonarismo.
Isso tem provocado atritos entre o emedebista e nomes mais ligados a Bolsonaro. O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho ’02’ do ex-presidente, publicou uma mensagem nas redes sociais em que reclama do prefeito e diz que a “a estratégia ‘usar o Bozo’ está sendo desmascarada”.
Isso acontece após Nunes falar, na última quinta-feira, que “não tem proximidade” com Bolsonaro e Lula.
O prefeito também tem evitado se comprometer com a escolha de um nome bolsonarista para ser seu candidato a vice.
– Apesar de ter muitos comentários, especulações sobre vice, essa decisão será só no ano que vem. No momento certo, próximo das convenções, vamos reunir os partidos que irão compor a coligação e definir juntos – disse Nunes ao GLOBO.
Apesar disso, o prefeito afirmou que gostaria de ter o apoio de Bolsonaro e do PL em sua tentativa de reeleição. Nunes disse que o ex-presidente não condicionou apoio à escolha do vice.
–Reafirmo que gostaria sim de seguir contando com o apoio do PL que já está na nossa base e do presidente Bolsonaro também. Precisamos derrotar a extrema esquerda.
Da mesma forma, o PL ainda não decidiu como atuará na eleição do Rio de Janeiro. O partido será rival do atual prefeito Eduardo Paes (PSD) na disputa, mas ainda não está definida como se dará a participação. Os nomes do general Walter Braga Netto (PL), de Doutor Luizinho (PP) e Rodrigo Amorim (PTB) têm sido citados como opções contra Paes.
Um dos auxiliares mais próximos de Bolsonaro na gestão dele no governo federal, Cid propôs um acordo de delação premiada, que foi homologado hoje por Moraes. O acordo teve como ponto de partida as investigações conduzidas no inquérito das milícias digitais que tramita no Supremo.
O acordo teve como ponto de partida as investigações conduzidas no inquérito das milícias digitais que tramita no Supremo. A mesma decisão de Moraes deu liberdade provisória ao militar.
Há também outras apurações abertas contra o militar, como a suspeita de vendas de joias que foram recebidas como presente pelo governo brasileiro. Investigação da Polícia Federal indica que tentou vender, nos Estados Unidos, presentes recebidos por Bolsonaro recebidos enquanto presidente.
O ex-assessor de Bolsonaro estava preso desde maio após ser alvo de uma ação que apura a atuação de um grupo que teria inserido dados falsos de vacinação contra a Covid-19 nos sistemas do Ministério da Saúde.
Aras se irrita com acordo de delação de Mauro Cid, diz que não aceita e chama jornalista da Globo de mentirosa: “está desinformando”
Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo.
O procurador-geral da República (PGR), Augusto Aras, se manifestou contra a delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, que foi homologada neste sábado (9) pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O chefe da PGR defende que a exclusividade em firmar esses acordos de delação cabe apenas ao Ministério Público Federal (MPF), e não à Polícia Federal (PF). Em publicação nas redes sociais, ele chegou a citar as delações do ex-ministro Antonio Palocci e do ex-governador do Rio de Janeiro Sergio Cabral.
– A Procuradoria Geral da República não é de Augusto Aras. É da República Federativa do Brasil e é pautada pela Constituição. A PGR, portanto, não aceita delações conduzidas pela Polícia Federal, como aquelas de Antonio Palocci e de Sérgio Cabral, por exemplo – disse.
Aras discorda de um entendimento do STF, manifestado em 2018, que dá autonomia para a PF conduzir as delações.
Em crítica direta à colunista Malu Gaspar, do jornal O globo, Aras diz que a jornalista “desinformou” ao sugerir que ele teria exercido influência sobre a decisão da PGR. Ele apontou um “lavajatismo” na imprensa.
– A imprensa lavajatista, que divulga manchetes e matérias vazadas de processos sigilosos, dando prosseguimento à Operação Lava Jato, da qual foi consorciada, é tão nociva quanto aqueles que fornecem informações deturpadas – declarou.
A Apple deve lançar o iPhone 15 em alguns dias, e especialistas esperam que ele venha com uma mudança significativa.
Há muitos rumores de que o iPhone 15 abandonará o carregador Lightning da Apple e adotará o carregamento via USB-C, o que seria um marco para a empresa ao adotar o carregamento universal.
A mudança poderia, em última análise, agilizar o processo de carregamento em vários dispositivos – e marcas.
Essa alteração pode ocorrer menos de um ano depois de a União Europeia ter votado para aprovar uma legislação que exige que smartphones, tablets, câmeras digitais, alto-falantes portáteis e outros pequenos dispositivos suportem carregamento USB-C até 2024.
A lei inédita visa reduzir o número de carregadores e cabos com os quais os consumidores devem lidar quando compram um novo dispositivo e permitir que os usuários misturem e combinem dispositivos e carregadores, mesmo que sejam produzidos por fabricantes diferentes.
“Esta é sem dúvida a maior perturbação no design do iPhone em vários anos, mas, na realidade, não é uma medida dramática”, disse Ben Wood, analista da CCS Insight.
Isso ocorre porque a Apple já trocou seus iPads e MacBooks para carregamento USB-C. Mesmo assim, a empresa tem resistido em fazer a mudança no iPhone.
No ano passado, o vice-presidente sênior de marketing mundial da Apple, Greg Joswiak, enfatizou publicamente o valor e a onipresença do carregador Lightning, que foi projetado para carregamento mais rápido de dispositivos, mas observou que “obviamente teremos que cumprir” o a determinação da União Europeia.
“Não temos escolha, como fazemos em todo o mundo, a não ser cumprir as leis locais, mas achamos que a abordagem teria sido melhor ambientalmente e para os nossos clientes se não tivesse um governo [com] essa perspectiva”, disse Joswiak à época.
A decisão da União Europeia faz parte de um esforço maior para combater o lixo eletrônico, em geral, mas poderá gerar mais no curto prazo, à medida que as pessoas eliminam gradualmente os seus cabos Lightning.
Assim, a Apple provavelmente também precisará desenvolver um programa de reciclagem de cabos Lightning.
Embora a empresa de tecnologia tenha expressado preocupações ambientais sobre o que acontece com os carregadores antigos, ela também tem razões financeiras para adiar a mudança.
O que a mudança significa para os usuários do iPhone?
Atualmente, não está claro se a mudança para USB-C ocorrerá para todos os novos modelos do iPhone 15 ou apenas para dispositivos Pro.
A alteração provavelmente não será o único incentivo para as pessoas mudarem de celular, mas poderá influenciar alguns consumidores que têm resistido ao iPhone em relação às suas limitações de carregamento, de acordo com Thomas Husson, vice-presidente da Forrester Research.
Espera-se que os dispositivos iPhone 15 sejam fornecidos com um novo cabo na caixa, mas, considerando que muitos dispositivos móveis já usam USB-C, incluindo os próprios iPads e MacBooks da Apple, o acesso aos fios de carregamento não deve ser muito difícil ou caro.
“Considerando o quão amplamente o USB-C tem sido usado em outros dispositivos, é difícil imaginar que os clientes serão totalmente pegos de surpresa por esta mudança e, a longo prazo, é provável que os beneficie, com um sistema de carregamento universal tendo algumas vantagens muito óbvias”, afirmou Wood.
A Apple também poderia ignorar completamente o carregamento com fio para abrir caminho para o carregamento sem fio, mas não tão cedo porque “o carregamento sem fio é atualmente muito mais lento do que com fio”, de acordo com McQueen. “Teremos que esperar para ver isso”, argumentou.
A história do carregador Lightning
A Apple lançou o carregador Lightning junto com o iPhone 5, em 2012, substituindo seu antigo conector Dock, de 30 pinos, por um que permitia um carregamento mais rápido e tinha um design reversível.
Também deu início a um negócio de acessórios, exigindo que os usuários comprassem um adaptador Lightning de US$ 30 para conectar o dispositivo a “docks” mais antigos, despertadores e sistemas de alto-falantes mais antigos.
“Para a Apple, tudo se resumia a controlar seu próprio ecossistema. A Apple ganha um bom dinheiro vendendo cabos Lightning e seus muitos acessórios relacionados”, ponderou David McQueen, diretor da ABI Research.
Também é necessário um corte financeiro nos acessórios e cabos de terceiros que passam pelo programa Made For iPhone. “Mudar para o USB Tipo C eliminaria esse nível de controle, já que o USB-C é um ecossistema muito mais aberto”, destacou McQueen.
Além disso, a Apple poderia criar seu próprio cabo USB-C de marca para funcionar “melhor com um iPhone”, permitindo maior potência para suportar carregamento mais rápido e, ao mesmo tempo, minimizar riscos e danos às baterias, acrescentou.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que se o presidente russo, Vladimir Putin, vier ao Brasil em 2024 para participar da próxima edição da cúpula do G20 ele não será preso. A declaração foi feita em entrevista à jornalista Palki Sharma, do canal indiano Firstpost, que foi ao ar na tarde deste sábado (9.set.2023).
Segundo Lula, Putin não será preso porque os outros países não desrespeitarão o Brasil. Afirmou que a “independência” da nação sul-americana precisa ser levada a sério. A 19ª cúpula do grupo das 19 economias mais industrializadas do mundo mais a União Europeia será realizada no Rio de Janeiro, de 18 a 19 de novembro de 2024.
“A gente gosta de tratar as pessoas bem. Então, eu acho que o Putin pode ir tranquilamente ao Brasil. […] Eu posso lhe dizer que eu sou o presidente do Brasil. Se ele vier para o Brasil, não há por que ele ser preso”, afirmou Lula.
Neste ano, Putin deixou de ir a reuniões internacionais por causa do risco de ser preso. O TPI (Tribunal Penal Internacional) emitiu em março de 2023 mandados de prisão contra Putin e contra Maria Alekseyevna Lvova-Belova, comissária dos Direitos da Criança no Gabinete Presidencial russo, por suposto crime de guerra de deportação ilegal de crianças e transferência ilegal de crianças de áreas ocupadas da Ucrânia para a Rússia.
Por esta razão, o presidente russo não compareceu à reunião do Brics –bloco formado por países emergente–, realizada de 22 a 24 de agosto deste ano.
Lula concedeu a entrevista ao Firstpost durante sua visita à Índia para participar da 18ª edição da Cúpula do G20. O presidente desembarcou na 6ª feira (8.set) na capital Nova Délhi.
Além de defender a ida de Putin ao Brasil, o presidente disse que pretende discutir o conflito entre Rússia e Ucrânia na próxima Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), em 19 de setembro. Segundo Lula, o encontro será ideal para “chamar” Putin e o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, para uma “mesa de negociação”.
“Se eu sou presidente, se ele (Putin) vier para o Brasil, ele não será preso”, diz Lula.
Brasil é signatário do Estatuto de Roma e presidente russo tem um mandado de prisão em aberto expedido pelo Tribunal Penal Internacional. pic.twitter.com/pnA5WDSvi7
O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), deixou o Batalhão de Polícia do Exército, em Brasília, na tarde deste sábado (9/9). O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu liberdade provisória ao militar depois que ele fechou acordo de delação premiada com a Polícia Federal (PF).
Mauro Cid deixou o Batalhão do Exército no carro de seu advogado, Cezar Roberto Bitencourt, e foi direto ao Centro Integrado de Monitoração Eletrônica (Cime), ligada a Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape/DF), onde colocou a tornozeleira eletrônica.
Binho Bezerra tinha 67 anos, e a esposa tinha 62 | Foto: Divulgação/Sistema Verdes Mares
O bilionário José Bezerra de Menezes Neto, o Binho Bezerra, e sua mulher, Luciana, foram encontrados mortos, na manhã deste sábado, 9, no Guarujá (SP). Eles estavam na casa de veraneio da família, na Praia de Iporanga, no litoral. Os cachorros do casal também morreram.
Binho Bezerra e Luciana deixam três filhos: Marcelo, Rafael e Rodrigo. O primeiro é casado com a influenciadora digital Marcella Minelli, irmã da também influencer Gabriela Pugliesi.publicidade
A Polícia Civil investiga o caso. Segundo a corporação, não havia sinais de violência nos corpos. Uma perícia ocorrerá no local, e o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) participará das investigações.
A suspeita é de que as mortes tenham sido provocadas por um vazamento de gás. Tanto o aquecedor da piscina quanto da casa funciona com base nesse combustível.
A Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP) apura a situação. O Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar também atuam na ocorrência.
Em nota, o município informou que o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, por volta das 11h30, para atender à ocorrência num condomínio.
A prefeitura comunicou que os servidores públicos encontraram o casal na residência, já sem vida. Binho Bezerra tinha 67 anos, e a esposa tinha 62.
Quem era o bilionário encontrado morto no Guarujá
A suspeita é de que as mortes tenham sido provocadas por um vazamento de gás | Foto: Reprodução/Redes sociais
Binho Bezerra é filho de Humberto Bezerra, ex-prefeito de Juazeiro do Norte, e sobrinho de Adauto Bezerra, ex-governador do Ceará.
Ele estava na lista de bilionários da revista Forbes. De acordo com a publicação, Binho Bezerra tinha um patrimônio avaliado em R$ 1,5 bilhão. Na época, foi listado como o 205º bilionário brasileiro.
Pix automático é o único que tem cronograma de lançamento Imagem: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
O BC promete avançar em novas modalidades do Pix para os brasileiros, como o Pix offline, parcelado e internacional. Por enquanto, apenas o Pix Automático tem um cronograma de lançamento já definido. Veja o que vem aí:
Pix Automático
Pix automático já tem um cronograma de lançamento. A previsão do BC é de que ferramenta será lançada em abril de 2024. A funcionalidade vai permitir pagamentos recorrentes de forma automática, sem a necessidade de autenticação do usuário todos os meses. O BC diz que apenas a primeira autorização prévia será necessária.
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Ele vai funcionar como o débito automático. A diferença é que o débito automático depende de convênios com outras instituições para funcionar. O pagador terá à sua disposição uma série de funcionalidades para gerir os pagamentos recorrentes como, por exemplo, estabelecer um limite máximo do valor da parcela a ser debitada, podendo cancelar a qualquer momento a autorização.
Expectativa é de que ele seja usado por empresas de água, luz e gás. Outros usos esperados pelo BC são empresas que demandem pagamentos recorrentes, como instituições de ensino, academias, clubes de assinatura, serviços de streaming, planos de saúde, seguros, administradores de condomínios, clubes, portais de notícia, operações de crédito, entre outros.
Pix parcelado
Ainda não foi lançado oficialmente pelo BC, mas alguns bancos já oferecem. O BC diz que existe a possibilidade de estabelecer regras padronizadas para o parcelamento com o Pix, “mitigando o risco de crédito do recebedor em eventuais situações de inadimplência do pagador”.
Não existe um único modelo sendo oferecido pelos bancos. O BC afirma que há soluções que vinculam o Pix parcelado com a concessão de crédito pessoal e soluções que permitem que o pagamento do Pix seja feito na fatura do cartão de crédito. O Pix parcelado abre a possibilidade de concessão de crédito por meio do Pix.
Caso haja mudanças no rotativo do cartão, o Pix crédito pode ganhar espaço. “Temos a discussão do rotativo do cartão, de mudar as regras. [Se isso acontecer] vamos ter menos crédito no cartão e vai ter que desaguar o crédito em outro lugar. Já têm alguns bancos fazendo Pix crédito, vamos ver aumentar demais”, afirma Bruno Samora, diretor de produtos da Matera.Continua após a publicidade
O BC monitora a evolução desse mercado e o uso dessas soluções, podendo, futuramente, caso julgue necessário, decidir pela criação de um produto único ou pela definição de regras mínimas a serem observadas pelas instituições. Banco Central, em relatório
Pix internacional
Pix para pagamentos internacionais é uma das prioridades do BC. O diretor de Organização do Sistema Financeiro e Resolução do Banco Central, Renato Gomes, afirmou que a expansão do Pix para pagamentos internacionais é uma importante prioridade do BC, que ainda trabalha em como fazê-lo de forma eficiente.
Ideia é permitir a integração com sistemas de pagamentos instantâneos internacionais. O Pix internacional poderá viabilizar remessas transfronteiriças, pagamentos entre empresas e de compras feitas no exterior, segundo o BC.
Pix offline
Fazer um Pix sem internet é outra possibilidade estudada. O objetivo é aumentar o acesso e dar mais comodidade aos usuários. Hoje apenas os usuários que estão com acesso a internet conseguem acessar seus aplicativos bancários para concluir o Pix.Continua após a publicidade
Novidades do Pix devem facilitar experiência do usuário. “A experiência de uso ainda é um pouco limitada no mundo físico. [A pessoa] Tem que abrir o aplicativo, ainda tem uma fricção. As novas modalidades vão impulsionar bastante o uso [do Pix]”, afirma Samora.
Pix por aproximação
BC estudar formas de fazer Pix por aproximação, assim como cartões de crédito. Algumas tecnologias possíveis são NFC (usada em celulares e smartwatches), bluetooth e biometria.
Alguns usos possíveis seriam pagamentos de pedágios em rodovias, estacionamentos e transporte público, por exemplo.
Lançado em 2020, o Pix apresentou ampla adesão e já é utilizado por 133 milhões de brasileiros. O valor médio das operações de pessoas físicas é de R$ 200. Segundo relatório do BC, a maior transação já realizada pelo Pix teve o valor de R$ 1,2 bilhão, em dezembro de 2022.
O uso de novas tecnologias que tornam a experiência de pagamento ainda mais rápida pode ser benéfico principalmente em alguns casos de uso específicos, como pagamentos de pedágios em rodovias, estacionamentos e transporte público. Muitos negócios que hoje não realizados pela falta de “conectividade” poderão ser viabilizados instantaneamente, de forma simples, segura e com menor custo. Banco Central, em relatório sobre Pix
A primeira-dama, Janja Lula da Silva, publicou neste sábado (9.set.2023) em seu perfil no X (ex-Twitter) uma foto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sentado na mesa de discussões do 1º dia da 18ª Cúpula do G20, realizada em Nova Délhi, capital da Índia. Na legenda, ela errou o nome do grupo e escreveu: “Começando a reunião do G29”. Ao contrário de outros líderes que chegaram sozinhos, Lula estava acompanhado de Janja ao ser recepcionado pelo primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi.
Fábio Wajngarten disse que não teme declarações do ex-ajudante de ordens do ex-presidente
Bolsonaro disse esperar que Cid não tem feito ‘coisas erradas’ | Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
Em meio aos boatos da suposta delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, o advogado Fábio Wajngarten, que representa o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), diz ter preocupação “zero” com as informações que o ex-ajudante de ordens da Presidência pode levar à Polícia Federal.
“Não há absolutamente nada que o tenente-coronel Cid possa delatar que se relacione com o presidente”, disse Wajngarten.publicidade
Cid compareceu ao Supremo Tribunal Federal(STF) na quarta-feira 6, para ressaltar que pretende responder sempre a verdade sobre as perguntas que lhe forem endereçadas.
Na sexta-feira 8, Oeste informou que Cid não fechou acordo de delação premiada. “A defesa só teve acesso a quatro volumes dos processos”, disse uma pessoa próxima ao militar. “Nem viram tudo ainda. Tem muita coisa sigilosa. Conforme o advogado, se houvesse delação, ninguém estaria sabendo. A investigação se desdobraria em umas 20 diligências sigilosas, que não é bem assim.”
O teor das declarações prestadas pelo militar só poderão ser usadas nos inquéritos em trâmite no STF. As apurações das quais o ex-ajudante de ordens é alvo são conduzidas pelo gabinete do ministro Alexandre de Moraes. Caberá ao ministro decidir se dá andamento na proposta de delação.
Mauro Cid: confissão versus delação
O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, durante seu depoimento à CPI do DF – 24/08/2023 | Foto: Câmara Legislativa do Distrito Federal
Uma delação implica o envolvimento de mais pessoas no caso. Desse modo, o tenente-coronel deveria delatar terceiros e indicar as provas para a polícia. Em troca, Cid teria alguns benefícios, como a diminuição da pena. Para que esse processo tenha sucesso, Cid teria de provar tudo o que delatou, indicando os caminhos para os investigadores.
Já a confissão envolve apenas as questões relacionadas a Cid. Nesse caso, o militar também pode ter a pena reduzida.
O ex-ajudante de ordens é investigado em diversas operações da Polícia Federal. Entre elas, uma que apura a suposta venda ilegal de joias e de outros objetos do acervo da Presidência da República na gestão Bolsonaro.
Logo depois de assumir o caso, o advogado de Cid, Cezar Bitencourt, indicou uma mudança na estratégia da defesa, referente a uma culpabilização de Bolsonaro no caso das joias e uma possível delação.
Partida ocorreu na sexta-feira (8), no Estádio do Mangueirão na cidade de Belém (PA)
Foto: Divulgação/CBF
O Brasil venceu com folga a Bolívia por 5×1 no confronto que marcou a estreia da seleção brasileira nas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026. A partida ocorreu na sexta-feira (8), no Estádio do Mangueirão, na cidade de Belém (PA). Cerca de 43 mil pessoas assistiram ao jogo.
Com gols de Rodrigo, Neymar e Raphinha, o Brasil conquistou a liderança da tabela ao final da primeira rodada. A goleada da seleção marca também a primeira vitória do técnico Fernando Diniz.
O gol da Bolívia ficou por conta do jogador Victor Ábrego aos 78 minutos da partida.
A seleção volta a entrar em campo na terça-feira (12), contra o Peru, no Estádio Monumental de Lima. O jogo está marcado para começar às 23h (horário de Brasília).