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Uma pick-up Ford Ranger e a quatro veículos Ford KA que vão reforçar a frota da Secretaria Municipal de Saúde foram apresentados a população em ato simbólico no estacionamento da Prefeitura, na tarde desta segunda-feira, 10. Os carros foram adquiridos com recursos de bancada e por indicação do ex-deputado federal Fernando Torres.

O deputado, juntamente com o prefeito Colbert Filho e a secretaria Denise Mascarenhas, apresentaram os veículos à imprensa. Eles já haviam sido entregues oficialmente em ato presidido pelo governador Rui Costa na última sexta-feira, no Parque de Exposições de Salvador.

“É um momento difícil, com a pandemia do coronavírus, então é importante a chegada desses carros. Colocamos essa emenda em 2018, uma emenda da bancada baiana e os recursos foram liberados”, afirmou Fernando Torres.

O prefeito Colbert Martins Filho informou que os veículos entregues serão usados no combate à Covid-19. Ele informou que na Secretaria de Saúde existem muitos veículos desgastados. “Os novos carros chegam como um importante reforço para a frota da Secretaria”.


Agosto é celebrado nacionalmente como o Mês de Aleitamento Materno desde 2017. O período também é chamado de Agosto Dourado, cor que simboliza o padrão ouro de qualidade do leite humano, líquido essencial para a vida e o desenvolvimento do bebê. Mas, em meio à pandemia de covid-19, a preocupação das mães com a amamentação aumenta. . E uma dúvida surge: mulheres que contraíram a doença podem amamentar normalmente?

Para a coordenadora da assistência em aleitamento materno do Banco de Leite Humano (BLH) do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira da Fundação Oswaldo Cruz (IFF/Fiocruz), Maíra Domingues, que é enfermeira pediátrica, os estudos feitos com amostras de leite de mães que tiveram covid-19 indicaram que vírus SARS-CoV-2 não é transmitido pela amamentação.

“As mães podem e devem continuar amamentando, mesmo estando com sintomas compatíveis com a síndrome gripal ou infecção respiratória, ou mesmo a confirmação para covid-19, se for seu desejo e se estiver em condições clínicas adequadas. Mas é importante que elas utilizem a máscara quando forem amamentar ou realizar algum cuidado com o bebê. E, claro, a higienização das mãos com bastante frequência, antes e depois da mamada ou cuidado”.


O apresentador Fábio William, da TV Globo, não conteve a emoção ao encerrar o telejornal DFTV 1 de ontem (7) e ficou com a voz embargada e os olhos marejados ao falar sobre seu pai em homenagem ao Dia dos Pais, que será comemorado no domingo (9).


https://youtu.be/3f9y5rkXViA
Créditos: Jornal da Cidade

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na noite de quinta-feira (6) duas ordens executivas para banir dois aplicativos chineses, o TikTok e o WeChat, do território norte-americano em 45 dias, caso eles não sejam vendidos para companhias dos EUA.

Com a ordem de Trump, a partir dos 45 dias de prazo fica proibida “qualquer transação por qualquer pessoa, ou com relação a qualquer propriedade, sujeita à jurisdição dos Estados Unidos, com a ByteDance Ltd e com a Tencent”, que são as desenvolvedoras, respectivamente, do TikTok e do WeChat.

As ordens foram assinadas no mesmo dia em que o Senado votou, por unanimidade, um projeto de lei do senador Josh Hawley que proíbe funcionários federais de usar o aplicativo de compartilhamento de vídeos TikTok em dispositivos cedidos pelo governo. Na justificativa, os parlamentares criticaram o aplicativo e alegaram que ele promove riscos a questões de segurança nacional pelo fato de ser controlado pela ByteDance.

Já as ordens executivas do presidente americano dizem que os aplicativos “captura(m) automaticamente vastas faixas de informações de seus usuários … essa coleta de dados permite que o Partido Comunista Chinês acesse as informações pessoais e proprietárias dos americanos”.

Trump já vinha anunciando a possibilidade de banir o aplicativo TikTok nos EUA há semanas. A plataforma, que tem cerca de 80 milhões de usuários mensais ativos nos Estados Unidos, é acusada de coletar dados pessoais de americanos para compartilhá-los com o governo chinês. A Microsoft está em negociações para comprar o aplicativo da ByteDance

Além dos EUA, outros país que realizou bloqueios de apps chineses foi a Índia, que, além do TikTok, baniu outros aplicativos chineses. A Austrália, por sua vez, já proibiu a companhia de tecnologia chinesa Huawei, a fabricante de equipamentos de telecomunicações ZTE e também está considerando proibir o TikTok.


Os equipamentos roubados do Hospital João Batista Caribé, localizado na avenida Afrânio Peixoto (Suburbana), em Coutos, no Subúrbio de Salvador, foram recuperados na noite desta terça-feira, 4.

De acordo com informações da Polícia Militar, uma denúncia anônima teria dado a informação sobre o paradeiro do material, que foi roubado da maternidade na última segunda.

Ainda segundo a PM, ao chegar no local indicado, em uma transversal da Rua São Luiz, em Paripe, a guarnição da 19° Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM/Paripe) encontrou grande parte dos objetos roubados. Como o espaço estava vazio, não houve presos.

Os objetos recuperados (11 frigobares, televisão, máquina de corte – makita, bancos, lixeiras, entre outros objetos) foram apresentados na 5ª Delegacia Territorial, em Periperi, e foram devolvidas para a maternidade.

“As diligências continuam em toda a região para localizar os responsáveis por este crime”, destacou o comandante da 19ª CIPM, major Santos Rocha.

A Tarde


A corrida para desenvolver uma vacina contra o coronavírus está causando preocupação entre as empresas farmacêuticas envolvidas nela. A maioria acredita que o poder imunizante da terapia que eles estão testando será uma realidade e que eles podem começar a distribuí-la e administrá-la até o final do ano, iniciando assim a contagem regressiva para deter o maior problema de saúde pública que abalou o mundo inteiro nos últimos cem anos.

No entanto, laboratórios e empresas de biotecnologia que trabalham nos diferentes projetos em andamento temem as conseqüências do possível aparecimento de efeitos adversos inesperados que possam ser descobertos quando for aprovada a comercialização, após a administração em massa do produto. Normalmente, o prazo para o desenvolvimento de uma vacina é longo, permitindo que os pesquisadores identifiquem possíveis falhas com grande precisão e ajustem a porcentagem de eficácia e segurança que o produto pode alcançar antes de ser colocado no mercado.

A gravidade da pandemia de SARS-CoV-2, com o consequente impacto à saúde e à economia que esta nova doença está causando, fez com que esses prazos fossem reduzidos a fim de evitar milhões de novas infecções e, assim, salvar milhares ou milhões de vidas. O que aconteceria se as vacinas que estão sendo desenvolvidas finalmente fossem administradas e a médio prazo for comprovado que elas causam algum tipo de dano colateral inesperado àqueles que a tomaram? As empresas teriam que fazer frente a responsabilidade subsequente e ao pagamento de indenizações? Isso não penalizaria a quem agiu o mais rápido possível para acabar com a pandemia? Esse dilema está provocando um importante debate na indústria farmacêutica e levou vários dos laboratórios envolvidos nos projetos a exigirem soluções.

De acordo com o que LA RAZÓN pôde saber, vários desses grupos privados que promovem os ensaios que já estão em andamento dirigiram-se à Agência Europeia de Medicamentos (EMA) exigindo uma espécie de proteção ou imunidade legal face às consequências que poderão advir desses hipotéticos efeitos adversos, caso ocorram após a colocação no mercado. Essa blidagem existe na legislação dos Estados Unidos para casos de pandemia, o que isenta as empresas naquele país da responsabilidade pelo que pode acontecer aos produtos fabricados sob tais condições.

Na Europa, segundo fontes do setor, essa legislação é inexistente. Existe uma espécie de brecha legal e deveria ser decisão de cada estado. A recomendação da Agência Européia às empresas, explicam, foi precisamente que elas fossem às autoridades de cada país, para que elas decidissem em seu território cobrir uma possível responsabilidade dos fabricantes. No momento, existem grandes grupos envolvidos no desenvolvimento da vacina com o interesse de distribuí-la também na Europa. Entre eles constam, por exemplo, AstraZeneca, Johnson & Johnson, a Modern American (que chegou a um acordo com a Rovi espanhola para a fabricação de milhões de doses) ou a chinesa CanSino Biologist.

As mesmas fontes explicam que várias empresas farmacêuticas já transferiram sua preocupação para o Ministério da Saúde, exigindo que ele contornasse o vazio jurídico com algum tipo de fórmula legal que as exonere da responsabilidade em caso de falhas de segurança não detectadas como consequência da velocidade com que pesquisa foi desenvolvida. A cobertura dessa responsabilidade subsidiária é uma das condições essenciais, asseguram, para que a imunização possa ser realizada na Espanha. Segundo as mesmas fontes, a Saúde ainda não formulou uma resposta oficial. Enquanto isso, as empresas estão trabalhando na redação de um documento para definir as condições sob as quais essa vacina teria que ser aprovada em nosso país. Essa negociação também está ocorrendo em outros estados.

[*] Sergio Alonso. “Los fabricantes de la vacuna piden al Gobierno inmunidad legal ante posibles efectos adversos”. La Razón, 23 de julho de 2020.


Com Frei Vandeí Santana
Tema: Perda Multiplicada

O transporte intermunicipal será suspenso na cidades de Abaíra, Gavião, Guajeru, Itaguaçu da Bahia, Lagoa Real e Uibaí a partir de quarta-feira (5). A medida, que pretende conter o avanço do novo coronavírus na população baiana, foi publicada em decreto no Diário Oficial do Estado desta terça (4).

Ficam suspensas nesses municípios, até 14 de agosto, a circulação, a saída e a chegada de qualquer transporte coletivo intermunicipal, público e privado, rodoviário e hidroviário, nas modalidades regular, fretamento, complementar, alternativo e de vans.

O decreto também autoriza a retomada do transporte intermunicipal em Cravolândia, Mulungu do Morro e Rodelas, cidades com 14 dias ou mais sem novos casos de Covid-19.

Informações: Bahia.ba


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