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Animação conquistou o coração do público e da crítica

Netflix lança filme e ele vira um dos mais aclamados do mundo

Netflix está sempre adquirindo conteúdo de outros estúdios. No começo de 2021, o serviço de streaming comprou A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas da Sony, uma animação que havia sido planejada para o cinema.

Deu muito certo.

A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas teve uma ótima recepção com crítica e público, mas não foram simples elogios.

No Rotten Tomatoes, o filme animado da Netflix aparece com 97% de aprovação com os críticos, uma classificação que é uma das mais altas dentro do gênero de animação.

Com isso, A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas se tornou um dos filmes mais aclamados do mundo até o momento em 2021.

Muitos elogios

O filme conquistou a grande maioria das pessoas com uma história divertida e estilo de animação único. 

Poderia ter sido um sucesso de bilheteria para a Sony se tivesse chegado aos cinemas como planejado (o que teria acontecido se não fosse pela pandemia de coronavírus).

A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas foi produzido por Phil Lord e Chris Miller. Eles foram os produtores por trás do também aclamado Homem-Aranha no Aranhaverso.

Até o momento, não está claro se A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas pode ganhar uma continuação.

A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas está agora disponível na Netflix. A animação já é considerada uma das favoritas para o Oscar 2022.

Informações Observatório do Cinema


Presidente citou empregos e necessidade de autorização para impor a medida

Presidente Jair Bolsonaro acionou STF para impor ‘limites’ a decretos estaduais Foto: PR/Marcos Corrêa

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) entrou nesta quinta-feira (28) com uma nova ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra medidas restritivas impostas por governadores para conter o avanço da pandemia. O pedido é para derrubar decretos de Pernambuco, Paraná e Rio Grande do Norte.

O governo alega que os estados não têm autorização legal para determinar, unilateralmente, ‘toques de recolher’ e ‘lockdown’.

– A decretação de medidas de fundo sanitário com trágicas consequências para os direitos das pessoas somente pode ser viabilizada por meio de instrumentos institucionais compatíveis com a democracia e o Estado de Direito – diz um trecho da ação. O documento é assinado pelo próprio presidente e pelo advogado geral da União, André Mendonça.

Em março, Bolsonaro já havia entrado com uma ação para tentar derrubar decretos da Bahia, do Distrito Federal e do Rio Grande do Sul que determinaram ‘toques de recolher’ como estratégia de enfrentamento da Covid-19. O pedido foi rejeitado pelo ministro Marco Aurélio Mello. Na ocasião, o decano do STF entendeu que caberia à AGU formalizar o pedido.

Desde o início da pandemia, o Supremo tem sido acionado para arbitrar a briga travada pelos entes federativos em torno das estratégias para conter o surto do novo coronavírus. Em abril do ano passado, os ministros decidiram que governantes locais têm autonomia para adotar medidas de quarentena e isolamento social. Na nova ofensiva contra os governadores, Bolsonaro deixa claro que não está contestando a prerrogativa, mas argumenta que ‘algumas dessas medidas não se compatibilizam com preceitos constitucionais inafastáveis’.

– Mais do que isso, essas medidas ignoraram a necessidade de promover a harmonização da proteção da saúde com outros direitos fundamentais que compõem a dimensão do mínimo existencial das pessoas, dentre eles o direito de trabalhar para a obtenção do sustento vital. Em decorrência de atos como o ora questionados, estima-se que milhões de brasileiros encontram-se impedidos pelo poder público local de exercer um dos mais básicos direitos do ser humano, que é o de lutar pela subsistência própria e familiar – afirma o presidente.

*Estadão


Passeio de moto reuniu milhares de apoiadores de Bolsonaro no Rio de Janeiro

Foto: Divulgação

Este domingo (23) ficou marcado como mais um dia em que o presidente Jair Bolsonaro levou milhares de pessoas às ruas. O enorme passeio de moto do mandatário e seus apoiadores foi muito repercutido na web. No entanto, uma das principais redes de TV no país, a Rede Globo, não fez uma mínima menção ao mega evento em sua programação.

O pastor Silas Malafaia questionou a posição da emissora carioca em “ignorar” tamanho movimento promovido pelo chefe do Executivo.

– E agora? A globo News, Rede Globo e jornal O Globo não vão mostrar a carreata gigante com Bolsonaro ? Jornalismo cretino, parcial e inescrupuloso! – exclamou no Twitter ao compartilhar um vídeo de parte do evento.

Informações Pleno News


Com César Oliveira


Auxílio emergencial, Caixa Econômica Federal
Foto: Marcello Casal Jr

Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em dezembro podem sacar, a partir de hoje (17) a primeira parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro havia sido depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 29 de abril.

Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro podia ser movimentado apenas por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Com a retirada, a Caixa conclui o pagamento da primeira parcela da nova rodada do auxílio emergencial. A segunda rodada começou a ser depositada ontem (16) para os trabalhadores e inscritos no CadÚnico nascidos em janeiro.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Calendário de saques antecipados da primeira parcela do auxílio emergencial.

Regras

Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

Informações Agência Brasil


Sede do Ministério da Educação, em Brasília.
Foto: Marcelo Camargo

Após meses de aperto no caixa, as universidades federais terão alívio temporário nos seus orçamentos. O Ministério da Economia anunciou hoje (14) a liberação de R$ 2,61 bilhões para essas instituições de ensino. Os recursos ajudarão a recompor o orçamento de gastos discricionários.

Embora sejam definidos como não obrigatórios, os gastos discricionários englobam despesas essenciais para o funcionamento de serviços públicos, como contas de luz, telefone, internet, água, material de escritório, combustíveis, manutenção de prédios e de equipamentos. No caso das universidades, o pagamento de bolsas também é considerado despesa discricionária.

O dinheiro vem do remanejamento de programas que seriam custeados com emissões de títulos da dívida pública a serem autorizadas pela regra de ouro. 

A regra de ouro proíbe o Executivo de se endividar para pagar as despesas correntes – como são chamados os gastos da administração pública para manter seus serviços em funcionamento.

Ontem (13), o Diário Oficial da Uniãopublicou crédito suplementar de R$ 18,7 bilhões que aliviará os cofres de diversos órgãos e ministérios afetados pelo contingenciamento (bloqueio temporário) de recursos, anunciado no fim de abril. 

Logo após a sanção do Orçamento de 2021, o governo anunciou o contingenciamento de R$ 9,2 bilhões e o veto de R$ 19,8 bilhões em gastos. Os cortes foram necessários para garantir a execução de despesas obrigatórias que haviam sido remanejadas para emendas parlamentares.

Nesse processo, o Ministério da Educação teve cerca de R$ 3,5 bilhões cortados: R$ 2,73 bilhões bloqueados temporariamente e R$ 1,2 bilhão vetados. Quase a totalidade dos cortes, na ocasião, referiam-se a verbas para o ensino superior, com a alegação de que as universidades não estavam funcionando presencialmente durante a pandemia de covid-19.

Instituída pelo Artigo 167 da Constituição, a regra de ouro estabelece que o governo só pode emitir dívida pública para rolar (renovar) a própria dívida ou para cobrir despesas de capital, como investimentos em obras públicas e amortizações. Para cobrir gastos correntes, como os citados anteriormente, o governo precisa pedir autorização do Congresso.

O Orçamento de 2021 prevê insuficiência de R$ 434,8 bilhões para cumprir a regra de ouro, mas a quantia pode ser reduzida para R$ 125,7 bilhões com o uso de parte dos lucros do Banco Central nos últimos anos, devoluções do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ao Tesouro e pagamentos de dividendos de estatais.

Para evitar a paralisação de serviços públicos, o governo precisará pedir autorização ao Congresso Nacional nesse montante (R$ 125,7 bilhões) para custear determinados programas com títulos da dívida pública. Com a publicação da portaria, o governo antecipou a liberação dos recursos antes da votação pelo Congresso.

Agência Brasil


Vacinação drive thru na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), zona norte do Rio. A cidade do Rio de Janeiro retoma hoje (25) sua campanha de aplicação da primeira dose da vacina contra a covid-19 em idosos da população em geral.
Foto: Tânia Rêgo

O Ministério da Saúde anunciou hoje (14) que fechou o contrato para a aquisição de mais 100 milhões de doses da vacina da farmacêutica Pfizer em parceria com a empresa BioNTech. Este novo lote se soma aos 100 milhões de doses que já haviam sido adquiridos pela pasta anteriormente.

Com isso, pelo contrato, as empresas responsáveis pelo imunizante deverão disponibilizar 200 milhões de doses até o fim deste ano. As 100 milhões de doses do contrato anunciado hoje deverão ser entregues entre setembro e novembro deste ano.

O primeiro lote de 100 milhões de doses já começou a ser entregue no mês de abril, em uma remessa de 1 milhão de doses. Conforme o cronograma, está prevista a entrega de outros 2,5 milhões em maio e 12 milhões em junho.

Para o mês de maio, segundo o painel de vacinação contra a covid-19, estão previstos ainda 20,5 milhões de doses da Oxford/AstraZeneca produzida pela Fiocruz, 3,9 milhões da Oxford/AstraZeneca obtida pelo consórcio Covax Facility, cinco milhões da Coronavac e mais 842 mil da Pfizer pelo Covax Facility, totalizando 32,9 milhões de doses.

Agência Brasil


FILE PHOTO: Vials of the Pfizer-BioNTech vaccine against COVID-19
Foto: Reuters/ Denis Balibouse/ Direitos Reservados

O avião carregado com doses da vacina da Pfizer/Biontech compradas pelo Brasil chegou ao Aeroporto de Viracopos, em Campinas, interior paulista, na noite desta quarta-feira (12). As vacinas serão levadas para Guarulhos, na Grande São Paulo, onde o Ministério da Saúde tem um centro de distribuição.

O lote é o terceiro de um contrato para 100 milhões de vacinas. O Ministério da Saúde informou que o carregamento de hoje contém cerca de 628 mil doses. Somando os três lotes já recebidos, o país recebeu mais de 2,2 milhões de doses do imunizante.

A logística de distribuição desses imunizantes está levando em conta a capacidade das localidades de armazenar as doses, que precisa ficar em temperaturas mais baixas do que as demais.

Segundo informações do Ministério da Saúde, no Centro de Distribuição em Guarulhos (SP), as doses são armazenadas a uma temperatura de -90°C a -60°C. Ao serem enviadas, as vacinas estarão expostas a temperatura de -20°C. Nas salas de vacinação, onde a refrigeração é de 2ºC a 8°C, as doses precisam ser aplicadas em até cinco dias.

Informações Agência Brasil


Foto: Thiago Paixão

Feira de Santana atingiu a marca de 100.392 pessoas vacinadas com a primeira dose contra a Covid-19, nesta quarta-feira, 5. Ao todo, o Município já aplicou 153.258 doses — sendo que desse total 52.866 são pessoas que completaram o esquema de vacinação. As informações constam no Vacinômetro, disponível no site da Prefeitura.

A campanha, que começou em 19 de janeiro, obedece os grupos prioritários estabelecidos pelo Ministério da Saúde, conforme a chegada das doses. Até o momento, Feira recebeu 180.375 doses da vacina, sendo que 85% já foram aplicadas.

O secretário municipal de Saúde, Marcelo Britto, avalia o processo de vacinação, considerando que é necessário o recebimento de mais doses para atingir mais pessoas.

“Essa é uma marca importante, mas ainda insuficiente. Nossa meta é alcançar 200 mil pessoas vacinadas. Para isso, toda a equipe da Secretaria de Saúde está empenhada nesse propósito”, afirma.

Público alvo

Nesta etapa da vacinação, estão sendo vacinadas grávidas, puérperas e lactantes com comorbidades (maiores de 18 anos), trabalhadores da Educação e pessoas com comorbidades – ambos devem ter 56 anos ou nascido em 1965 – também podem receber a primeira dose da vacina.

A imunização é realizada exclusivamente na UniFTC, avenida Artêmia Pires, com divisão de horários por data de nascimento. Das 8h às 12h serão vacinados aqueles que nasceram entre os meses de janeiro a junho. Das 13h às 17h os que nasceram nos últimos seis meses do ano.

HIV/aids – Pessoas que convivem com o HIV/aids, maiores de 18 anos, podem receber a primeira dose da vacina. A vacinação para esse público será realizada, exclusivamente, no Centro de Referência Dr. Leone Coelho Lêda (CSE), das 8h às 17h, por ordem de chegada. É necessário levar atestado médico ou receita com medicação contínua, RG, CPF e comprovante de residência.

Secom


CBF confirma jogo após Conmebol anunciar retorno da competição

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Foto: Lucas Figueiredo /CBF/Direitos Reservados

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou no início da noite desta sexta-feira (23) que a seleção brasileira enfrentará o Equador, pelas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo do Catar (2022), no dia 4 de junho no estádio Beira Rio, em Porto Alegre.

Quatro dias depois (8 de junho), a equipe comandada pelo técnico Tite medirá forças com o Paraguai em Assunção. As duas partidas acontecem antes do início da participação da seleção brasileira na Copa América, programada para acontecer entre 11 de junho e 10 de julho na Argentina e na Colômbia.

Retorno das Eliminatórias

O anúncio da CBF acontece horas após a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) confirmar a realização das rodadas 7 e 8 da competição no mês de junho.

https://twitter.com/ConmebolMedia/status/1385631988317569025?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1385631988317569025%7Ctwgr%5E%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fagenciabrasil.ebc.com.br%2Fesportes%2Fnoticia%2F2021-04%2Fbrasil-recebe-equador-em-porto-alegre-pelas-eliminatorias-para-copa

O Brasil é o líder das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo com 100% de aproveitamento, com 4 vitórias em 4 partidas.

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