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Primeiro filme de língua inglesa do cineasta Tobias Lindholm, “O Enfermeiro da Noite” é um suspense baseado no livro homônimo de Charles Graeber. Lindholm é um dos expoentes do cinema dinamarquês ao lado de seu parceiro Thomas Vinterberg, com quem co-roteirizou o ganhador do Oscar “Druk — Mais Uma Rodada” e “A Caça”, ambos protagonizados por Mads Mikkelsen. “O Enfermeiro da Noite” também é uma promessa à premiação da Academia, especialmente na categoria de melhor ator para Eddie Redmayne, já indicado duas vezes e ganhador em 2015, por “A Teoria de Tudo”.

“O Enfermeiro da Noite” conta a história do assassino em série Charlie Cullen, que atuou profissionalmente em 12 hospitais nos Estados Unidos. Por onde passou, deixou um rastro de morte. Estima-se que ele tenha provocado a morte de mais de 400 pacientes. Seu método, limpo e discreto, permitiu que ele causasse muitos danos em todos os seus trabalhos, já que ele aplicava doses letais de insulina e digoxina em soros que seriam administrados nos pacientes. O filme destaca como os hospitais, mesmo desconfiados de Cullen, fizeram vista grossa e apenas o demitiam, ao invés de denunciá-lo ou admitir os crimes. Nenhum dos locais onde ele trabalhou foi judicialmente acionado e o caso só foi solucionado graças à enfermeira Amy Loughren, que auxiliou nas investigações e convenceu Cullen a admitir os crimes.

Toda essa história sombria é narrada por meio de uma fotografia nublada e fria e as interpretações fantásticas de Eddie Redmayne e Jessica Chastain. O primeiro, reproduzindo todo o realismo e insanidade por trás do verdadeiro Cullen. Na cena em que o enfermeiro é interrogado pela polícia, Redmayne tem seu ápice quando se nega a falar sobre os crimes. Para Chastain, a cena-chave é quando sua personagem chega em casa e encontra Cullen sozinho com suas duas filhas pequenas. Embora ela já saiba que ele é um assassino, tem que disfarçar para sobreviver. Quando ela consegue fazê-lo ir embora de sua casa, ela desmorona. Um misto de alívio e desespero que contagia o espectador.

“O Enfermeiro da Noite” mostra como a maldade está enraizada dentro de algumas pessoas, que a praticam apenas porque podem. Condenado a 11 prisões perpétuas, Cullen está recluso da sociedade, que não mais vive sob a ameaça de sua existência. No entanto, quantos outros semelhantes a ele não devem estar soltos praticando suas maldades apenas porque podem?


Filme: O Enfermeiro da Noite
Direção: Tobias Lindholm
Ano: 2022
Gênero: Suspense
Nota: 10/10

Informações Revista Bula


Lula é eleito para terceiro mandato e é o novo presidente do Brasil

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi eleito presidente neste domingo (30) ao derrotar no segundo turno o atual presidente Jair Bolsonaro do (PL). A votação de 2022 foi a maior da história do país, em número de votos. É a primeira vez que um presidente não consegue a reeleição na história. 

A vitória foi confirmada às 19h57 com 98,86% das das seções apuradas, com Lula chegando a 59.563.912 votos, representando 50,8%. Contra 49,2% de Bolsonaro, que obteve até o momento 57.627.462.

O embate ocorreu após a realização do primeiro turno, onde Lula teve 48,43% dos votos, totalizando 57.259.504 votos válidos. Já Bolsonaro atingiu 43,2% dos votos, com 51.072.345 votos válidos.

O petista conseguiu compor a maior coligação da corrida presidencial. Além do PSB, PV e PC do B (que fecharam uma federação com o PT), o grupo inclui Solidariedade, PSOL, Rede e Avante. Com Geraldo Alckmin (PSB) na vice, Lula teve o maior tempo de TV entre os candidatos – 3 minutos e 16 segundos, além de caixa reforçado para bancar a campanha. No segundo turno, Lula conseguiu o apoio de outras legendas, incluindo o PDT e do MDB, que tiveram candidatos na disputa. 

A eleição de 2022 foi a sexta vez disputada por Lula, que é o primeiro candidato de uma federação partidária, modalidade de aliança que consiste na união de duas ou mais partidos. O petista, que foi presidente do Brasil de 2003 a 2011, sucederá Jair Bolsonaro, eleito em 2018.

Informações Bahia Notícias


Candidato ponderou que a vontade de viver uma realidade diferente do que a ofertada pela atual gestão é o que prevalece nos baianos de todas as regiões do estado

O candidato a governador ACM Neto (União Brasil) foi recebido por centenas de pessoas na Escola de Administração da UFBA na manhã deste domingo (30). Ao conversar com a imprensa, Neto ressaltou que a expectativa para o segundo turno das eleições deste ano é “a melhor possível”. O candidato chegou ao local de votação às 11h.

“A gente chega com um clima de grande otimismo. O segundo turno foi uma nova eleição e nós vamos ter uma virada histórica, um resultado histórico no dia de hoje. Tenho notícias em toda a Bahia, nossa militância está muito animada”, contou.

O ex-prefeito de Salvador apontou que durante sua caminhada pela Bahia, o que mais ficou exposto pelos baianos foi a vontade de viver uma realidade diferente da apresentada pela atual gestão – que deixou o estado com o maior número de desempregados, de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza e líder no número de mortes violentas em todo o país.

“O sentimento que prevalece na Bahia é o desejo de mudança. Os baianos querem um novo governo que inicie um novo ciclo na Bahia. Esse grupo que está aí já dura 16 anos e o governador não tem a capacidade de enfrentar os problemas essenciais da vida das pessoas”, criticou.

“Eu quero ser governador para devolver a paz e a tranquilidade aos baianos, tirando a Bahia de primeiro lugar no número de homicídios do Brasil. Eu quero ser governador pra fazer a fila da regulação andar, para buscar investimentos, gerar empregos e tirar a Bahia dessa posição triste de campeã nacional de número de desempregados, para olhar para nossa juventude e dar educação. Qualificar, preparar o nosso jovem para o futuro. Eu quero ser governador para que esse sonho dos baianos, de ter um estado mais forte, mais vibrante, aconteça a partir do próximo ano. E se eu tiver a confiança dos baianos no dia de hoje, eu vou dar a minha vida para oferecer à Bahia o melhor governo do Brasil”, enfatizou ACM Neto.

O candidato chegou ao local de votação acompanhado pela esposa, Mariana Barreto de Magalhães e das filhas Lívia e Marcela Magalhães. Também estavam presentes o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), a candidata a vice-governadora Ana Coelho (Republicanos), e deputados federais e estaduais que fazem parte da base de apoio de ACM Neto.


Cientistas políticos comentam o desempenho dos candidatos no debate da Band e as expectativas para o da Globo. Confira dicas sobre temas que o eleitor deve prestar a atenção

crédito: Renato Pizzuto/Band

A dois dias do segundo turno da eleição presidencial, os candidatos Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se enfrentam, na noite desta sexta-feira (28/10), no debate promovido pela TV Globo. Além de ser a última oportunidade para estar cara a cara com o adversário, o debate da Globo, diferente do encontro realizado na Band em que Bolsonaro colocou a mão direita no ombro de Lula, terá regras que impedem o contato físico entre os dois.

Quanto às expectativas para o debate desta noite, o professor e cientista político da Mackenzie Rodrigo Prando destaca que a regra de proibir o contato físico entre os candidatos é de bom tom, embora essa seja uma característica típica da cultura brasileira.

“Os brasileiros são muito afetuosos, o próprio Lula sempre gosta de colocar a mão na outra pessoa, e isso já foi bastante criticado por intelectuais do PT. E quando você encosta em alguém, especialmente o Bolsonaro que é mais alto, é como se ele quisesse mostrar que tem um poder sobre aquela pessoa. Muitas vezes, a política é feita de símbolos e gestos, mas também de contato pessoal. De certa maneira, é até de bom tom evitar esse contato, porque ali (no debate) as pessoas não estão para serem afetuosas, mas para discutir propostas”, avalia o professor.

Rodrigo comenta, ainda, que o planejamento passado pelas campanhas dos candidatos nem sempre é colocado em prática, porque no momento do debate as emoções acabam se extravasando. “Vai depender muito do nível de estresse que cada um chega para o debate, porque o estresse prévio pode atrapalhar demasiadamente o comportamento dos candidatos”, afirma.

Informações TBN


A auditoria anexada ao pedido de processo administrativo da coordenação da campanha de Jair Bolsonaro, para apurar as154 mil inserções de rádio a menos que a do ex-presidente Lula, detalha a metodologia utilizada pela empresa Audiency. O documento foi entregue em menos de 24 horas, prazo estipulado pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Alexandre de Moraes. 

O documento assinado por Anacleto Angelo Ortigara, Doutor em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina, afirma que “que há fidedignidade dos dados
citados, bem como que, todas as formas de operações da empresa Audiency Brasil Tecnologia Ltda, podem ser demonstradas a qualquer tempo às autoridades competentes.

De acordo com a descrição da metodologia, a Audiency cria um algoritmo/código que captura o áudio emitido em tempo real pelo streaming público das emissoras, transformando-o em dados binários. Esses arquivos binários  são processados e  comparados com áudios cadastrados no banco de dados da plataforma por espelhamento. A armazenagem em banco de dados, com guarda dos dados pós-processados possibilitam, inclusive, buscas retroativas.

A esse processo de acompanhamento chamamos de checking de mídia ou auditagem de campanha e é ele que nos assegura o controle das veiculações da campanha, verificando o número de publicações ocorridas“, explica Anacleto em documento anexado à petição inicial. “Para que se realize esse acompanhamento, é fundamental termos dados que balizem as análises, e esses dados, quando devidamente tratados, abastecem um completo banco de dados com informações estratégicas importantíssimas, que permitem ao anunciante e sua agência avaliar a qualidade e eficácia de sua campanha publicitária, e o retorno do investimento realizado.”

O Antagonista


Moraes: “Na hora que prender dois ou três, eles param rapidinho”

Presidente do TSE mencionou possibilidade de prisão por assédio eleitoral em reunião com representantes do PT na última segunda (17)

Na reunião que fez com a comitiva do PT na última segunda-feira (17), Alexandre de Moraes (foto) mencionou a possibilidade de prisão por assédio eleitoral.

Durante o encontro, segundo o Painel da Folha, Paulinho da Força —que preside o Solidariedade e está apoiando Lula no segundo turno— disse ter recebido uma série de denúncias de trabalhadores que estariam sendo constrangidos a votar em Jair Bolsonaro (PL).

O presidente do TSE pediu, então, que o deputado encaminhasse as denúncias ao tribunal e disse que a corte também estava preocupada com o assunto.

“Na hora que prender dois ou três, eles param rapidinho”, acrescentou Moraes.

O Antagonista


Animal se tornou o mais caro do mundo da raça nelore 

Íris 8 FIV da Valônia, a vaca nelore mais cara do mundo | Foto: Reprodução/Pecuária São Jorge Reprodução

A vaca Íris 8 FIV da Valônia passou a ser a mais cara do mundo da raça nelore. Seu valor disparou para o recorde de US$ 9,6 milhões, depois de um lance de R$ 4,8 milhões por 50% das cotas do animal. A oferta ocorreu no sábado 8, em um leilão em Trancoso (BA).

O comprador de 50% da vaca nelore mais cara do mundo foi Antônio Abílio Marques Cordeiro, das Fazendas Terras de Kubera, de Uberaba (MG). O valor da vaca poderá ser pago em até 30 prestações, de acordo com a Pecuária São Jorge (PSJ), responsável pelo leilão. A valorização recorde do animal pode ser explicada em razão das premiações que já recebeu.

Entre as titulações, o de Grande Campeã da Expozebu 2019 e da Expoinel Minas 2020, além das medalhas de ouro Fêmea Jovem Ranking ACNB 2017/2018 e Fêmea Adulta Ranking ACNB 2019/2020. “Sua beleza impressiona a cada detalhe, e suas premiações nas pistas já marcaram seu nome como uma das vacas mais premiadas da atualidade, e agora Íris 8 vem se destacando pela produção de campeãs e recordistas de preços”, informa a PSJ, em comunicado.

Informações Revista Oeste


Equipe do candidato entrou com 18 ações contra Jair Bolsonaro, seus apoiadores e programas que divulgaram o que a equipe jurídica do petista considerou “fake news para difamar o ex-presidente”

A campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apresentou, nos últimos dias, 18 ações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o presidente Jair Bolsonaro (PL), seus apoiadores e programas que divulgaram o que a equipe jurídica do petista considerou “fake news para difamar o ex-presidente” e “enganar o eleitor”.

Das 18 ações, 12 foram pedidos de direito de resposta e representações eleitorais questionando inserções em rádio e TV e programas eleitorais de Bolsonaro sobre associações de Lula com criminosos.

Nas peças publicitárias citadas, a campanha de Bolsonaro tenta ligar Lula a presos, afirmando que, nas penitenciárias de todo o Brasil, o petista teria sido o candidato com maior votação.

Segundo a equipe jurídica da campanha de Lula, uma dessas propagandas “manipula descaradamente dados sobre votação nos ambientes prisionais para tentar passar a falsa impressão de que “o crime apoiaria Lula”, segundo nota divulgada pela defesa do petista.

Além disso, as demais peças “também usam os mais diversos artifícios maliciosos na tentativa de manipular o eleitor e desequilibrar o processo eleitoral. Os programas tentam induzir espectadores à falsa ideia de que Lula seria “bandido” e que coadunaria com a criminalidade”.

Também foram apresentadas três representações eleitorais contra perfis de apoiadores de Bolsonaro, entre elas uma notícia fraudulenta a respeito do sistema eleitoral, uma associação de Lula com atos violentos em outros países e uma publicação que vincula o petista ao crime organizado.

Por fim, o PT também apresentou três pedidos de direito de resposta contra a Jovem Pan e contra o vereador e deputado federal eleito Nikolas Ferreira (PL-MG).

No caso de Nikolas, a campanha de Lula pede o direito de resposta em relação a um vídeo compartilhado pelo deputado eleito em que o petista é associado ao aborto e às drogas. A publicação já foi removida do ar por decisão do ministro Paulo de Tarso Sanseverino.

Os advogados da campanha petista, porém, afirmam que o bolsonarista “desdenha” da Justiça e mantém publicações com o intuito de difundir “conteúdo sabidamente inverídico”.

“O requerido não apenas desdenha da ordem jurisdicional à qual todos os cidadãos brasileiros estão submetidos – inclusive ele -, mas também segue progredindo nas suas postagens para que o vídeo permaneça em evidência, por outros meios de comunicação, tendo como resultado a propagação de conteúdo sabidamente inverídico capaz de violar a legalidade e a lisura do processo eleitoral”, afirmam os advogados.

Informações TBN


Luiza Erundina é autora de medida que muda nome da Suprema Corte e aumenta quantidade de membros de 11 para 15

Supremo Tribunal Federal (STF) Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

A possibilidade de um futuro aumento na quantidade de ministros que compõem o Supremo Tribunal Federal (STF) foi objeto de debates e muita discussão nas últimas semanas. Do presidente Jair Bolsonaro (PL) ao vice Hamilton Mourão (Republicanos), passando por diversos veículos de imprensa, os posicionamentos sobre a medida se alternaram e acaloraram ainda mais a questão.

No entanto, ao contrário do que muitos pensam, a proposta de aumentar a quantidade de ministros do Supremo não foi apresentada recentemente, nem por qualquer aliado do atual presidente Jair Bolsonaro, mas foi protocolada ainda em 2013, durante o governo Dilma Rousseff (PT), pela deputada Luiza Erundina (então no PSB-SP, hoje no PSOL-SP), uma congressista de esquerda.

No texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 275/2013, Erundina pede a troca do nome do STF, que passaria a se chamar Corte Constitucional. Já a quantidade de ministros que faria parte da nova Corte passaria de 11 para 15. Outra mudança residiria no fato de que a escolha não passaria apenas pelo crivo do Senado, mas também seria analisada na Câmara dos Deputados.

Além da alteração na Suprema Corte, a deputada também propôs o aumento da quantidade de ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que passaria a ter 60 integrantes em vez dos 33 atuais. Outra mudança drástica é a retirada da autonomia presidencial para a escolha dos integrantes do STF e do STJ.

Isso decorre do fato de que, segundo a PEC, tanto os ministros da nova Corte Constitucional quanto do STJ seriam nomeados pelo presidente do Congresso Nacional, após aprovação de seus nomes pela maioria absoluta dos membros da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, a partir de listas tríplices de candidatos oriundos da magistratura, do Ministério Público e da advocacia.

Em tramitação desde 2013 na Câmara dos Deputados, o projeto chegou a receber parecer favorável em abril de 2017 da então deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), designada como relatora da PEC na Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJC) da Casa. Com o fim da legislatura anterior, a medida foi arquivada, sendo desarquivada novamente apenas em fevereiro de 2019.

Em julho de 2019, a deputada Clarissa Garotinho (então no PROS-RJ, hoje no União Brasil-RJ) foi designada como novo relatora do texto na CCJC, mas acabou deixando a atribuição após sair da comissão em fevereiro de 2020. Em setembro de 2021, o deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (então PSL-SP, hoje no PL-SP) foi designado como relator, mas também deixou a relatoria após sair da comissão em abril deste ano.

Informações Pleno News


Foi publicada no Diário Oficial Eletrônico, edição extra desta quarta-feira (12) a exoneração do médico Marcelo Britto, que respondia pela Secretaria Municipal da Saúde. Ele estava afastado da pasta após recomendação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal.

A chefe de gabinete da SMS, Fernanda Botto Barro, responderá interinamente pelo cargo.

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