A loteria norte-americana Mega Millions acumulou e vai pagar um prêmio de pouco mais de US$ 1 bilhão de dólares (quase R$ 6 bilhões, na cotação atual). As regras não exigem que o jogador seja residente nos Estados Unidos. Por isso, brasileiros interessados podem fazer apostas, comprando bilhetes online.
Com 24 sorteios seguidos sem um ganhador, o prêmio já é o terceiro maior da história do país. O próximo sorteio será em 10 de janeiro. Para vencer, é preciso acertar os cinco números principais, mais um número adicional.
A plataforma, que já teve alguns vencedores, compra bilhetes oficiais em nome do jogador e envia uma cópia digitalizada para a conta do apostador.
Cada bilhete custa em média US$ 5 (pouco mais de R$ 25), valor que já inclui taxas e a comissão da plataforma. O The Lotter não cobra taxas extras ou comissão, caso o apostador acerte os números. Mas, vale lembrar, que as cobranças de impostos do governo federal e imposto de renda são feitas normalmente, caso você leve o prêmio.
Se vencer, o ganhador será notificado e poderá buscar o prêmio pessoalmente ou receber em uma conta bancária.
A Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana emitiu uma nota na tarde de ontem (6) informando que suspendeu os atendimentos da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Mangabeira.
Por conta disso, em caso de urgência e emergência, os pacientes podem buscar atendimento nas sete policlínicas municipais e na UPA da Queimadinha.
Ainda segundo a nota, a Secretaria Municipal de Saúde alegou que houve uma queda no número de atendimentos na unidade, necessidade de reformas e adaptações, além da falta de energia e a restrição de atendimento dos médicos da unidade.
Em entrevista ao Acorda Cidade, na manhã desta sexta-feira (7), a coordenadora das UPAs e Policlínicas de Feira de Santana, Vera Galindo, explicou que os funcionários serão remanejados para outras unidades.
“Nós fizemos um balanço de atendimento que estava sendo realizado na unidade e percebemos uma queda na procura por parte da população. Além dos problemas estruturais e elétricos que já estavam sendo observados, veio a questão da chuva que culminou nisso, então decidimos suspender os atendimentos de forma temporária e reestruturar esta unidade para dar um melhor atendimento aos pacientes. Todos os funcionários da unidade já foram comunicados sobre esta mudança, e ninguém será demitido, eles serão realocados para outras unidades que são gerenciadas pela mesma empresa, no caso AGI”, informou.
Ainda de acordo com a coordenadora, nessa primeira semana de janeiro a UPA da Mangabeira não registrou nem 100 atendimentos.
“Nós fizemos um comparativo dos meses e constatamos que por conta da pandemia até o ano passado, nós tivemos cerca de 57 pacientes aqui aguardando uma regulação para serem transferidos, enquanto que do dia 30 de dezembro até o presente momento, nós registramos 67 atendimentos. Acredito que essa baixa da procura por atendimento seja por conta das férias, muitas pessoas viajando em praias, e provável que o aumento aconteça na segunda quinzena de janeiro, e como de costume surgem aquelas doenças sazonais típicas de verão”, explicou.
Segundo Vera Galindo, não há possibilidade de superlotação em outras unidades de Feira de Santana, com os atendimentos na UPA da Mangabeira.
“A UPA da Queimadinha não tem como ficar superlotada, porque pela portaria, ela pode atender até 200 mil pessoas, além da UPA do Clériston que chega a atender cerca de 300 mil pessoas. Este é um dado por abrangência. Lembrando que as policlínicas continuam em perfeito funcionamento”, concluiu.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, um projeto já está sendo montado para que as manutenções sejam iniciadas. Fonte: Acorda Cidade
Se o confinamento da pandemia fez os reality shows bombarem, o ano de 2022 ficou marcado pela volta ao mundo cão, inclusive nas produções audiovisuais. Documentários e séries inspiradas em crimes reais tomaram conta do streaming, e o público revisitou casos sangrentos do passado, como o assassinato de Daniella Perez (1970-1992) e a violência policial entre os anos de 1970 e 1990, retratada na série Rota 66 – A Polícia que Mata.
Além de casos brasileiros, crimes como os mostrados em O Golpista do Tinder e Inventing Anna, ambos da Netflix, exploraram a obsessão por fazer parte da alta sociedade. Os trambiqueiros das duas séries alcançam seus objetivos à custa da boa-fé de suas vítimas.
Os crimes revisitados que mais chamaram a atenção em 2022 são também os mais chocantes. Em Dahmer: Um Canibal Americano, a Netflix colocou luz nos 17 assassinatos cometidos por Jeffrey Lionel Dahmer (1960-1994) entre 1978 e 1991. Apesar de jorrar sangue na tela, a série fez um sucesso estrondoso ao atingir 1 bilhão de horas vistas em 60 dias. A marca se iguala à da quarta temporada de Stranger Things e da primeira de Round 6.
Confira sete séries sobre casos reais que foram destaque em 2022:
O Golpista do Tinder (Netflix)
O documentário de quase duas horas conta a história de um grupo de mulheres que se une a jornalistas para se vingar de Shimon Hayut, vigarista israelense que se aproveitou do aplicativo de namoro para dar golpe e roubar dinheiro de suas vítimas usando uma identidade falsa.
A produção lançada em fevereiro virou hit e se tornou a primeira atração do gênero a ficar em primeiro lugar entre os mais vistos apenas seis dias após entrar na plataforma. A repercussão mundial foi tanta que o Tinder se pronunciou sobre o assunto e informou que já havia banido o perfil do golpista em 2019.
Assista ao trailer de O Golpista do Tinder:
https://youtube.com/watch?v=_LxaB9Wyloo
Inventando Anna (Netflix)
Primeira minissérie da Netflix criada por Shonda Rhimes, Inventando Anna é protagonizada por Julia Garner (Ozark) na pele de Anna Delvey, vigarista que roubou milhões de magnatas de Nova York (EUA). Seus golpes mirabolantes surpreenderiam até Shimon Hayut.
Infiltrada na alta sociedade de Nova York, uma das mais importantes e conservadoras do mundo, Anna passou quatro anos fingindo ser uma herdeira alemã. Considerada um prodígio para a sua idade, a jovem enganou magnatas e investidores para criar uma espécie de galeria de arte, e um clube restrito, intitulada Fundação Anna Delvey.
Na época em que foi presa, Anna devia mais de US$ 200 mil (R$ 1 bilhão) a bancos, hotéis luxuosos e até mesmo uma companhia de jatos privados. Sua lábia incontestável a levava a todos os lugares, sempre acompanhada de amigos poderosos, ricos e influenciadores.
Assista ao trailer de Inventando Anna:
Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez (HBO Max)
O assassinato da atriz Daniella Perez por seu colega de trabalho Guilherme de Pádua (1969-2022) ficou marcado pela cobertura exaustiva da imprensa e por ter elementos dignos de um um folhetim. Mas a trama foi devastadora para Gloria Perez, autora e mãe da vítima.
A série da HBO Max lançada em julho deste ano apresenta versão de Gloria da tragédia. Pacto Brutal volta aos anos de 1992 e 1993 para recontar todos os passos da tragédia, desde os últimos dias em que Daniella Perez viveu até detalhes sórdidos do assassinato e do julgamento de Guilherme de Pádua e Paula Thomaz, os assassinos condenados.
Na noite de 28 de dezembro de 1992, Daniella estava voltando para casa após as gravações da novela quando seu carro foi fechado pelo de Pádua, que estava acompanhado por sua mulher, Paula Thomaz. Após desmaiar com um soco do ator, Daniella foi levada pelos dois para um matagal na zona oeste do Rio de Janeiro, onde foi morta com 18 punhaladas no peito.
Pacto Brutal não poupa os telespectadores do horror: muitas fotos do cadáver de Daniella são exibidas, além de cenas de amigos e familiares dela chorando aos pés do corpo inerte no matagal.
Assista ao trailer de Pacto Brutal:
Dahmer: Um Canibal Americano (Netflix)
Com Evan Peters no papel de Jeffrey Dahmer, a série entrou no catálogo da Netflix em setembro. O ponto de partida é a prisão do serial killer em 1991. O espectador viaja no tempo até quando o criminoso ainda era um feto –a mãe dele teve vários problemas e tomava remédios durante a gestação.
As rejeições na infância, o desejo de fazer lobotomia nas vítimas, a carência afetiva, a homossexualidade e a culpa do pai impressionam tanto quanto os assassinatos. Ao todo, Dahmer matou 17 homens em rituais que contavam com estupro e canibalismo.
Confira o trailer de Dahmer: Um Canibal Americano:
https://youtube.com/watch?v=getE-JuEOUE
Rota 66 – A Polícia que Mata (Globoplay)
A série baseada no livro homônimo de Caco Barcellostem Humberto Carrão no papel no jornalista. A cada episódio a obra mostra como policiais matavam por prazer. Pessoas eram assassinadas e descartadas como se fossem objetos.
O livro retrata histórias reais chocantes de violência policial ocorrida entre os anos de 1970 e 1990. Em geral, os agentes de segurança pública deixavam os cadáveres sem documentos para que não fossem identificados. As dores dos entes queridos e a busca por justiça estão entre os traços fortes das histórias contadas.
Confira o trailer de Rota 66:
Escola Base – Um Repórter Enfrenta o Passado (Globoplay)
Valmir Salaro é o principal personagem do documentário. O repórter revive seu maior fantasma na profissão. Foi ele que deu o furo (jargão jornalístico para a informação dada em primeira mão) sobre a então investigação que se mostrou um erro.
O caso Escola Base é considerado um dos maiores erros da história da imprensa brasileira. Em março de 1994, o casal Icushiro Shimada e Maria Aparecida Shimada, proprietários da escola, a professora Paula Milhim Alvarenga e o seu marido, o motorista Maurício Monteiro de Alvarenga, foram injustamente acusados de abuso sexual contra alunos de quatro anos.
Em consequência da revolta da opinião pública, a escola foi obrigada a encerrar suas atividades logo em seguida. Quando o caso veio à tona, pessoas revoltadas chegaram a quebrar as dependências e a tentar linchar os acusados.
Assista ao trailer de Escola Base:
Flordelis: Questiona ou Adora (Globoplay)
Lançado em novembro, o documentário conta a história de vida de Flordelis dos Santos de Souza, a pastora e cantora que foi eleita deputada federal pelo Rio de Janeiro, mas se viu envolvida no assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo. O crime ocorreu em junho de 2019, e desde o início a religiosa foi apontada como uma das principais suspeitas de ser a mandante.
Antes de tudo desmoronar, Flordelis era conhecida por suas obras de caridade, a maior delas dentro de sua própria família. A ex-deputada se gabava de ter adotado mais de 50 filhos, o que deu a ela a fama de heroína da favela do Jacarezinho, no subúrbio do Rio de Janeiro.
A pastora foi julgada em dezembro, depois do lançamento do documentário, que ganhou um episódio bônus para contar o desfecho do caso. Flordelis foi condenada a 50 anos de prisão.
Assista ao trailer de Flordelis:
Bônus: A Mulher da Casa Abandonada (Folha de S.Paulo)
O podcast jornalístico criado pelo repórter Chico Felitti virou uma febre em julho. A “casa abandonada” retratada nos episódios chegou a virar atração turística, causando aglomeração em frente ao imóvel que fica no bairro do Higienópolis, em São Paulo.
A reportagem coloca luz no caso de Margarida Bonetti, que foi acusada de ter mantido sua então empregada doméstica em condições análogas à escravidão. Ela e o marido, René Bonetti, moravam nos Estados Unidos e tinham uma empregada brasileira, que nunca recebeu salário no período em que trabalhou lá.
O FBI investigou o caso durante dois anos e constatou que a funcionária sofreu diversos maus-tratos de Margarida, como ter seu cabelo puxado pela dona da casa até sair sangue e ter vivido com um tumor do tamanho de uma bola de futebol durante anos, sem ter recebido qualquer assistência dos patrões.
René Bonetti foi julgado e condenado a seis anos de prisão nos Estados Unidos, os quais ele já cumpriu e hoje vive livre. Margarida não chegou a ser julgada: fugiu de volta para o Brasil em 1998 e desde então vivia reclusa na casa de Higienópolis. Pelos sistema judiciário brasileiro, o caso dela prescreveu.
O nome da ex-jogadora de vôlei Ana Moser está sendo cotado para assumir o Ministério dos Esportes no governo do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo aliados do petista.
Durante o período de campanha eleitoral, a ex-jogadora foi uma das figuras do meio esportivo que mais demonstrou apoio para Lula. Além disso, a atleta também participou da equipe de transição.
Moser possui um perfil que agrada aliados do presidente eleito, já que é apoiadora de longa data de Lula e tem forte presença em causas sociais, sendo fundadora do Instituto Esporte & Educação (IEE).
O prefeito Colbert Martins Filho deu posse a agentes regionais e distritais, chefes, diretores, além do comandante e do subcomandante da Guarda Municipal, nesta terça-feira (20). O ato ocorreu no Paço Municipal Maria Quitéria (sede da Prefeitura).
Ao dar as boas-vindas, Colbert Filho destacou que cada um deve oferecer o melhor de si para servir ao povo. “Espero que todos tenham o entendimento de que estamos à disposição para atender aqueles pagam os impostos. Devemos nos empenhar e nos esforçar para servir da melhor forma possível”.
O prefeito anunciou ainda a implantação das Prefeituras-Bairro e Prefeituras-Distrito, projeto que prevê a descentralização as atividades da administração municipal visando a solução dos problemas em cada região.
“Este modelo de administração nos bairros e distritos já funciona em várias capitais, a exemplo de Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo e entre outros estados. Vai melhorar o atendimento da população e exercer atividades que a Prefeitura exerce. Não é apenas aquela pessoa que sinaliza uma lâmpada queimada ou buraco na rua. Claro que não extingue essas atividades, mas vai atuar de forma mais efetiva”, explica o prefeito Colbert Filho.
A cerimônia de posse contou com a presença do secretário de Desenvolvimento Social, Antônio Carlos Borges Júnior; secretário interino de Prevenção à Violência, Luziel Andrade; Chefe de Gabinete do Prefeito, Fanael Ribeiro; e do presidente do Instituto de Previdência Municipal, Nau Santana.
José Múcio Monteiro, indicado por Lula para a Defesa Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil
O nome escolhido pelo presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o Ministério da Defesa, José Múcio Monteiro, elogiou o presidente Jair Bolsonaro (PL) durante uma entrevista concedida à CNN Brasil na última sexta-feira (16). Ao falar sobre o atual chefe do Executivo, Múcio disse que Bolsonaro é “um democrata” e “um líder”.
– Ele [Jair Bolsonaro] é um democrata. Conheço o presidente desde o período na Câmara dos Deputados. Ele é um líder e tenho certeza de que ele vai colaborar. É importante dizer que ele é um líder de uma parcela significativa da população – destacou.
Múcio e Bolsonaro foram colegas de Congresso entre 1991 e 2007. Os dois ainda conviveram juntos enquanto Múcio foi ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) e presidiu a Corte de contas já no governo do atual chefe do Executivo.
O elogio de Múcio a Bolsonaro foi relacionado ao primeiro discurso que o presidente fez a apoiadores após o resultado das eleições, quando o líder afirmou que as Forças Armadas deviam lealdade ao povo e dizer que ele nunca saiu de dentro das quatro linhas da Constituição.
– As Forças Armadas, tenho certeza, estão unidas. Devem, assim como eu, lealdade ao nosso povo, respeito à Constituição e são um dos grandes responsáveis pela nossa liberdade. (…) Nunca saí de dentro das quatro linhas da Constituição e acredito que a vitória será também dessa maneira – disse o presidente na ocasião.
O Partido dos Trabalhadores (PT) acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para tornar o presidente Jair Bolsonaro inelegível. Em duas ações enviadas ao TSE, a sigla argumentou que o presidente “atacou as urnas” e cometeu “abuso de poder em razão do pacote de bondades”, durante a disputa eleitoral.
A legenda também mirou a artilharia na direção de aliados do chefe do Executivo, como o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), o ex-ministro Braga Netto (PL-MG) e mais cinco pessoas. Esses alvos teriam feito “uso indevido” das redes e abusado do poder político.
De acordo a denúncia, todos os acusados “promoveram reiterados ataques ao sistema eleitoral com efeitos concretos de intervenção na normalidade do transcurso das eleições”. As ações foram assinadas pelos escritórios Aragão & Ferraro e Zanin Martins.
“O grave ataque às bases democráticas do Brasil foram cirurgicamente desenhadas ao semear-se a tese conspiracionista de que as urnas eletrônicas seriam fraudadas e, ainda que não fosse possível comprovar tal fraude, o sistema eleitoral como um todo seria fraudado pela suposta atuação parcial e não legítima do Poder Judiciário e demais autoridades em favor de Luiz Inácio Lula da Silva”, sustentou o PT, na ação contra Bolsonaro e aliados.
A coligação pede ainda que as informações sejam incluídas nos inquéritos das fake news e das milícias digitais, em tramitação no Supremo Tribunal Federal, sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes.
Em 2018, o PT acionou o TSE para cassar a chapa Bolsonaro-Mourão por supostas fake news, durante as eleições. Três anos depois, porém, a Corte rejeitou o processo. Não se comprovou gravidade suficiente para cassar a chapa, em virtude das denúncias do PT, com base em uma reportagem do jornal Folha de S.Paulo.
Texto também trata da utilização de meios logísticos em um possível cenário de guerra
O Ministério da Defesa divulgou ontem a segunda edição do Manual de Mobilização Militar. Trata-se de uma série de procedimentos que as Forças Armadas adotam em caso de intimidações contra o Brasil.
“São parâmetros para a qualificação da expressão ‘agressão estrangeira’, entre outros pontos, ameaças ou atos lesivos à soberania nacional, à integridade territorial, ao povo brasileiro ou às instituições nacionais, ainda que não signifiquem invasão ao território nacional”, informa um trecho do documento.
Entre outros pontos, o manual estabelece parâmetros para a convocação de militares da reserva. Eles seriam chamados para casos de guerra ou agressão estrangeira. O chamado ocorreria dos ex-militares recém-saídos para os que já deixaram as Forças há mais tempo, de acordo com o Diário Oficial da União.
O texto também trata da utilização de meios logísticos em um possível cenário de guerra. Existiria aval para mobilizar meios civis, como armazéns e galpões de grandes supermercados. Tudo isso seria utilizado por força de lei.
“Posta em execução pelo Estado por meio de decreto presidencial, a Mobilização Nacional presta-se como um instrumento legal para, sobretudo, obter, reunir e distribuir os recursos e meios disponíveis no Poder e Potencial Nacionais ou no exterior, com o objetivo de completar ou complementar a Logística Nacional, visando a contribuir com o esforço de Defesa ou o restabelecimento da Segurança Nacional”, explica outro trecho do documento.
Manual também prevê desmobilização militar
Segundo o texto, a desmobilização militar destina-se ao retorno gradativo dos militares “às proporções compatíveis com as exigências da defesa nacional em situação de normalidade”.
“O sucesso da desmobilização militar estará condicionado ao seu planejamento, que terá início concomitantemente com o da mobilização militar”, informou o documento. “A cada ação planejada para a mobilização militar corresponderão medidas na área da desmobilização militar. É desejável que o processo de desmobilização seja conduzido pelos mesmos órgãos encarregados da mobilização.”
FOTO: LUIS LIMA JR/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
O dinheiro disponível que ainda não foi sacado tanto do abono salarial quanto das cotas do PIS/Pasep soma R$ 25,1 bilhões. Os dois benefícios são pagos a trabalhadores.
No caso do abono, o prazo para resgate vai até o dia 29 de dezembro, mas fica assegurado o direito ao valor pelo período de cinco anos. Porém, será preciso esperar a abertura do calendário de pagamento do abono no próximo ano. Para as cotas, o prazo é até 1º de junho de 2025.
O abono salarial é um benefício anual no valor máximo de um salário mínimo, que atualmente é de R$ 1.212. Para ter direito, é preciso estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, ter trabalhado formalmente com carteira assinada, no mínimo, por 30 dias em 2020 e recebido, no máximo, até dois salários mínimos (R$ 2.424) mensais.
Segundo a Caixa, responsável pelo pagamento do PIS (Programa de Integração Social), 97,1 mil trabalhadores da iniciativa privada ainda não sacaram o abono salarial relativo ao calendário 2020, e R$ 76,7 milhões ainda estão disponíveis.
O Banco do Brasil, responsável pelo Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público), informou que o número de participantes que ainda não sacaram seu abono é de 290 mil, com estoque a ser pago de R$ 260 milhões.
Já as cotas do PIS/Pasep têm R$ 24,6 bilhões disponíveis para saque. Segundo a Caixa, 10,6 millhões de trabalhadores ainda não sacaram. Tem direito às cotas quem trabalhou com carteira assinada na iniciativa privada ou como servidor público no período de 1971 a 1988.
O que é o abono salarial PIS/Pasep É um benefício anual no valor máximo de um salário mínimo. O valor variar de R$ 101 a R$ 1.212, conforme a quantidade de meses trabalhados. Poderá sacar a quantia máxima quem trabalhou os 12 meses de 2020.
Quem tem direito ao abono? • É preciso estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos;
• Ter trabalhado formalmente (com carteira assinada) no mínimo 30 dias em 2020;
• Ter recebido até dois salários mínimos (R$ 2.424);
• Também é necessário que os dados tenham sido informados corretamente pelo empregador na Rais (Relação Anual de Informações Sociais) ou no esocial, conforme a categoria da empresa.
Quem não tem direito • Empregado doméstico;
• Trabalhadores rurais empregados por pessoa física;
• Trabalhadores urbanos empregados por pessoa física;
• Trabalhadores empregados por pessoa física equiparada à jurídica.
Como consultar Os trabalhadores da iniciativa privada podem consultar a data e forma de pagamento por meio dos aplicativos Caixa Trabalhador e Caixa Tem, além do Portal do Cidadão (cidadao.caixa.gov.br) e pelo atendimento Caixa ao Cidadão, pelo telefone 0800-726-0207.
No caso dos trabalhadores vinculados ao Pasep, a consulta do saldo é na página Consulte Seu Pasep. Há também a opção de ligar para a Central de Atendimento do Banco do Brasil (4004-0001, nas capitais e regiões metropolitanas, ou 0800-729-0001, no interior).
A consulta pode ser feita ainda pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou plataforma de serviços no portal gov.br. Para ter acesso às informações do abono salarial na Carteira de Trabalho Digital, será necessário que o trabalhador atualize o aplicativo, posteriormente acesse a aba “Benefícios” e “Abono Salarial”, para verificar valor, dia e banco de recebimento.