Entre sexta-feira, 12, e a madrugada desta segunda-feira,15, feriado da Proclamação da República, a operação Feira Quer Silêncio apreendeu cinco aparelhos de som, sendo três automotivos e dois em estabelecimentos comerciais, uma pessoa foi conduzida à delegacia por descumprir a ordem pública. As informações são do chefe de Fiscalização da SEMMAM (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Naturais), Camilo Cerqueira. Ele reitera que as operações de combate à poluição sonora têm sido feitas rotineiramente. A poluição sonora está enquadrada como crime ambiental e de perturbação da ordem pública. É considerado abuso o volume do som acima de 70 decibéis, de dia, e de 60 decibéis, à noite, conforme a Lei Complementar nº 041/09. O trabalho é realizado em conjunto com outros órgãos de fiscalização, a exemplo da Guarda Municipal, Polícia Militar e Superintendência Municipal de Trânsito (SMT). Denúncias podem ser feitas através do Fala Feira 156 ou pelos telefones 153 (Guarda Municipal) e o 190 (Polícia Militar).
O domingo (14) marcou a despedida oficial de Tadeu Schmidt do Fantástico. Anunciado como o novo apresentador do Big Brother Brasil, o jornalista deu o adeus ao programa para se dedicar a preparação para o reality show.
Em meio às lágrimas, Schmidt leu um “textão” digno de eliminação do BBB e aos poucos se despediu da atração. O jornalista começou pelo seu grande sucesso, os cavalinhos, onde ficou por 4 anos, e surpreendeu ao mostrar quem fica por trás dos personagens.
Ao se despedir de Poliana Abritta, Schmidt ressaltou a parceria profissional que virou uma grande amizade.
“Que felicidade passar esses 7 anos aos seu lado. Que alegria trabalhar ao lado de uma amiga. Espero que os telespectadores tenham percebido nossa sintonia. Minha colega, amiga, parceira”.
Por fim, Tadeu emocionou o público ao dedicar sua mensagem para os telespectadores:
“Quero agradecer todo mundo que trabalhou comigo. Queria poder falar de cada um. Que orgulho tenho de ter feito parte dessa equipe. Esse programa é o que é por conta dessa equipe”.
O Facebook deixou de ser uma rede social apenas. A empresa mudou de nome e passou a se chamar Meta. Essa alteração marcou a união de diferentes aplicativos do grupo (como Instagram e WhatsApp) em sua marca e indicou a valorização de sua nova aposta tecnológica e de negócios: o chamado “metaverso”.
O Facebook definiu o metaverso como “combinação híbrida das experiências sociais online atuais, às vezes expandido em três dimensões ou se projetando no mundo físico”. A empresa argumenta que será possível compartilhar “experiências imersivas” com pessoas mesmo sem estar presente.
Em carta divulgada há alguns dias, o fundador e diretor da empresa, Mark Zuckerberg, declarou que essa experiência imersiva consistirá em uma vivência em que a pessoa “está” nessa atividade ou conteúdo interativo, e não apenas olhando para ele.
O uso de realidade virtual e aumentada permitirá, nas palavras de Zuckerberg, que as pessoas “estejam” onde quiser, do trabalho a uma reunião de amigos, sem obstáculos como o tempo de deslocamento e seus problemas, o tráfego por exemplo.
“Você vai se mover por meio dessas experiências em diferentes dispositivos – óculos de realidade aumentada para ficar presente no mundo físico, realidade virtual para ficar totalmente imerso e fones e computadores para pular entre plataformas existentes”, acrescentou o fundador da empresa.
À Agência Brasil, o Facebook afirmou que o metaverso anunciado ainda está sendo desenvolvido e não informou quando os recursos e produtos desse novo ambiente estarão disponíveis no país.
“O metaverso ainda está um pouco distante, mas algumas partes dele já estão ganhando vida, e muito mais ainda está por vir. Estamos desenvolvendo para aprimorar a realidade virtual e a realidade aumentada que conhecemos até agora”, disse a empresa, em nota.
O metaverso vai combinar funcionalidades e negócios que o Facebook já oferecia, mas de forma separada. A empresa surgiu como uma rede social e ganhou o mundo, chegando a 2,9 bilhões de usuários ativos mensais em novembro deste ano, segundo a consultoria Statista.
O Facebook ampliou seu domínio nas redes sociais com a compra do Instagram em 2012 e do Whatsapp em 2014. Neste mesmo ano, adquiriu a empresa de realidade virtual Oculus, e passou a ofertar equipamentos e programas relacionados a esse tipo de tecnologia.
Mas a realidade virtual ainda demanda conexões robustas para viabilizar o carregamento dos dados de vídeo e as respostas imediatas aos movimentos realizado pelo indivíduo nos espaços imersivos. Esse ambiente tem mudado com a ampliação da capacidade de conexão da banda larga física e agora com a chegada do 5G. No Brasil, o leilão foi realizado neste mês, e a tecnologia começar a ser implantada no ano que vem pelos grandes centros.
Agora, o metaverso nasce com a promessa de se tornar uma “super rede social” em que a interação não ocorre apenas pelo teclado do computador ou smartphone, mas por meio de avatares dos indivíduos, que poderão atuar conjuntamente tanto em locais virtuais quanto acrescentando elementos virtuais a locais físicos.
Em entrevista, a ex-funcionária do Facebook que denunciou problemas na empresa em audiências no Congresso dos Estados Unidos, Frances Haugen, falou de riscos no metaverso.
Segundo ela, esse novo sistema terá capacidade ainda maior de coleta e exploração dos dados pessoais para viabilizar as experiências imersivas e poderá ter caráter viciante. O Facebook anunciou que deixaria de utilizar a tecnologia de reconhecimento facial, altamente criticada por entidades de defesa da privacidade, mas voltou atrás e informou que seguiria adotando esse recurso no metaverso.
Para André Lucas Fernandes, diretor do Instituto de Pesquisa em Direito e Tecnologia do Recife (IP.rec), o metaverso cria um simulacro que levará atividades sociais e econômicas para um cenário mais abstrato, impondo desafios às democracias e do ponto de vista jurídico.
Ele indica riscos de ampliação das desigualdades no ambiente da internet. “Se pensarmos em termos de infraestrutura e acesso à internet, há uma questão de abismo digital urgente, e o metaverso pode ser fator catalisador de exclusão das pessoas que não estão conectadas, já que demandará equipamentos sofisticados e mais caros”.
A partir de terça-feira (16) começam as apostas para a Mega da Virada, concurso especial da Mega-Sena de número 2.440. O prêmio estimado nesta edição é de R$ 350 milhões e o sorteio será realizado no dia 31 de dezembro.
Como nos demais concursos especiais das Loterias Caixa, o prêmio principal da Mega da Virada não acumula. Se não houver ganhadores na faixa principal, com acerto de 6 números, o prêmio será dividido entre os acertadores da 2ª faixa (com o acerto de 5 números) e assim por diante.
As apostas devem ser feitas com volante específico da Mega da Virada em qualquer lotérica do país, além do app Loterias
Principal ferramenta do governo para incluir famílias de baixa renda em programas sociais, o Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) também será usado para garantir o acesso ao Auxílio Brasil, programa social que paga a primeira parcela no dia 17. Todos os meses, o Ministério da Cidadania selecionará novos beneficiários para o programa, desde que os dados estejam atualizados.
Apesar de ser pré-requisito para o novo programa social, a inscrição no CadÚnico não representa garantia de que a família passará a receber o Auxílio Brasil. Apenas significa que ela está incluída em uma lista de reserva do programa, que será ampliado à medida que o governo tenha recursos no Orçamento. Os escolhidos todos os meses serão comunicados oficialmente pelo Ministério da Cidadania.
As informações deverão ser atualizadas a cada dois anos, mesmo que não haja mudança de dados. Caso haja alterações na família, a atualização deve ser feita o mais depressa possível. Isso se aplica em situações como novo endereço; aumento ou diminuição de renda; mudança de escola de filhos crianças ou adolescentes; alterações nos documentos do responsável pelo domicílio; nascimentos, mortes, chegada e saída de pessoas no domicílio.
Todos os anos, o governo federal convoca as famílias com dados desatualizados a alterar os cadastros. As prefeituras, que têm autonomia para operar o cadastro, também podem fazer a convocação. A chamada ocorre por cartas, telefonemas ou mensagens em extratos bancários. Por meio do aplicativo Meu CadÚnico, o cidadão pode acessar seus dados, acompanhar a situação do cadastro e imprimir comprovantes.
A atualização deve ser feita presencialmente, em um Centro de Atendimento de Referência Social (Cras) ou em postos de atendimento do CadÚnico, mas alguns municípios oferecem meios eletrônicos para a atualização dos dados. Os endereços dos Cras em cada município estão no site do Ministério da Cidadania. Famílias que não atualizem as informações por mais de quatro anos serão excluídas do cadastro.
Podem inscrever-se no Cadastro Único famílias que ganham, por mês, até meio salário mínimo por pessoa (R$ 550), tenham renda mensal total de até três salários mínimos (R$ 3,3 mil), pessoas que moram sozinhas ou que vivem em situação de rua (só ou com a família). Caso a família receba mais de três salários mínimos, a inscrição só será permitida se as demais condições forem atendidas, mas apenas se o cadastro for vinculado à inclusão em programas sociais federais, estaduais ou municipais.
Como se inscrever A inscrição no CadÚnico é realizada somente em postos do Cras ou em postos do Cadastro Único e do antigo Programa Bolsa Família na cidade onde a pessoa de baixa renda mora. Esses estabelecimentos são administrados pelas prefeituras. Geralmente, o processo é presencial, exigindo a ida do cidadão a esses locais, mas, por causa da pandemia de covid-19, alguns municípios abriram a possibilidade de cadastramento por telefone ou pela internet.
Só pode se inscrever no CadÚnico pessoas com pelo menos 16 anos. O cidadão deve ter Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou título de eleitor em seu nome e ser preferencialmente mulher. O responsável pela família deve levar pelo menos um desses documentos para cada membro da família: certidão de nascimento, certidão de casamento, CPF, carteira de identidade (RG), carteira de trabalho, título de eleitor ou registro administrativo de nascimento indígena (Rani), caso a pessoa seja indígena.
Quem não tiver documentação ou registro civil pode inscrever-se no Cadastro Único, mas só poderá ter acesso a programas sociais após apresentar os documentos necessários. No caso de quilombolas e indígenas, os responsáveis familiares estão dispensados de apresentar o CPF ou título de eleitor, caso não o tenham, mas devem levar pelo menos um dos documentos de identificação mencionados anteriormente.
Etapas seguintes Após a apresentação dos documentos, um funcionário da prefeitura entrevistará o responsável familiar, para conferir os dados e traçar o perfil da família. A conversa pode ser registrada em formulário de papel ou pelo computador, no Sistema de Cadastro Único. Caberá ao entrevistador social entregar o formulário preenchido ou impresso, pedir a assinatura do responsável familiar e fornecer um comprovante de cadastramento.
O Sistema de Cadastro Único verificará se as pessoas da família têm um Número de Inscrição Social (NIS). Caso não o tenham, o sistema gerará um número em até 48 horas. O NIS é necessário para a participação em todos os programas sociais.
Caso o Cras ou os demais pontos de atendimento não queiram fazer o cadastramento, o cidadão pode fazer uma denúncia à Ouvidoria do Ministério da Cidadania. Basta ligar para o telefone 121.
Para escapar do rebaixamento, o Vitória encara todo jogo daqui até o fim da Série B como uma decisão. Mais um grande desafio está diante da equipe rubro-negra na noite deste domingo (14), a partir das 19h, no Barradão: o Cruzeiro. A expectativa é de casa cheia para empurrar o Leão para cima.
A equipe vem de um grande resultado contra o Vasco em jogo fora de casa. Os três pontos deram ânimo novo ao time, que já enxerga a saída do temido Z-4. Técnico do time, Wagner Lopes vê os seus comandados “no caminho certo”.
“A gente procura estudar muito a melhor maneira de interagir com os jogadores, o melhor treinamento, buscando extrair deles o melhor. Buscamos a perfeição, mas a gente vai cometer erros, vamos precisar repensar conceitos. Não me considero o dono da verdade, estou de coração aberto para aprender o que for possível. Mas a gente está no futebol há muito tempo, vai tirando lições. Você já conhece o perfil de cada jogador, o que pode extrair de cada um. É um relacionamento. Não é uma tarefa simples, mas acho que estamos no caminho certo”, destacou Wagner.
A equipe vai ter a volta do meia Bruno Oliveira, que estava suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Por outro lado, ainda não deve ter o atacante Hitalo, que se recupera de uma contusão ligamentar no joelho esquerdo.
No momento, o Leão tem 37 pontos e pode deixar a zona de rebaixamento a depender dos demais resultados da rodada.
FICHA TÉCNICA Vitória x Cruzeiro Série B – 36ª rodada Local: Barradão, em Salvador Data: 14/11/2021 (domingo) Horário: 19h Árbitro: Jefferson Ferreira de Moraes (GO) Assistentes: Fabricio Vilarinho da Silva e Cristhian Passos Sorence (ambos de GO) VAR: Elmo Alves Resende Cunha (GO)
Vitória: Lucas Arcanjo; Raul Prata, Wallace, Thalisson Kelven e Roberto; João Pedro, Bruno Oliveira e Eduardo; Marcinho, David e Fabinho. Técnico: Wagner Lopes.
Cruzeiro: Fábio; Norberto (Flávio), Rhodolfo, Eduardo Brock e Felipe Augusto; Lucas Ventura, Rômulo e Giovanni; Vitor Leque, Wellington Nem e Thiago. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.
Levantamento também mostra que terceira via não encontra espaço na disputa
Foto: dole777/Unsplash
Apesar dos indicativos de rejeição em pesquisas eleitorais, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ainda lidera em popularidade nas redes sociais.
É o que aponta uma pesquisa da Diretoria de Análises de Políticas Públicas da FGV (Fundação Getúlio Vargas) que mostra que a queda de interações com o presidente caiu desde agosto deste ano, mas não o tirou da liderança, polarizando com o ex-presidente Lula (PT).
A FGV mostra ainda uma terceira via sem encontrar espaço, mesmo com a chegada do presidenciável Sergio Moro, que repete nas redes sociais a dificuldade do mundo real, de encontrar espaço.
No Twitter, por exemplo, segundo aponta a pesquisa, os principais nomes para 2022 apareceram em 17 milhões de postagens entre 28 de setembro e 10 de novembro.
Embora na liderança, com 41,1% das interações, Bolsonaro apresenta queda constante desde agosto e a maioria das postagens são críticas, sobretudo, pela crise econômica no país e por sua posição contrária à distribuição gratuita de absorventes.
Lula, com 34,9% das interações, vem em segundo, muito à frente dos possíveis candidatos da terceira via. Moro, João Doria e Ciro Gomes não ultrapassam juntos 12% do total das postagens.
O pedetista, porém, tem se destacado e se firma na plataforma como terceiro mais lembrado e mais que dobrou seus números entre agosto e setembro.
Bolsonaro lidera no Facebook com 80% das interações. Lula vem em seguida, com 15%. Nomes da terceira via não apresentam engajamento relevante. Um dos candidatos, Moro nem perfil na rede tem.
Cenário é semelhante no Instagram, mas a entrada do ex-juiz na disputa o fez ultrapassar Lula e ser o segundo com maior número de interações, atrás do presidente Bolsonaro.
No YouTube, Bolsonaro perdeu 50% das visualizações entre agosto e outubro, mas ainda lidera tendo os vídeos de suas lives de quinta-feira como o principal propulsor. Com informações da Folha de S.Paulo.
Dem e PSL planejam concluir na próxima terça-feira (16) o que resta de trâmites burocráticos de sua responsabilidade para a criação da União Brasil, sigla resultante da fusão dos dois.
A informação é da equipe jurídica do PSL, que afirma que todas as certidões negativas de ambos os partidos já foram emitidas e que falta somente o cartório registrar a ata do partido. Depois disso, o passo final será protocolar a documentação junto ao TSE e aguardar a conclusão do processo.
Um mês após sua cerimônia oficial de criação, a União Brasil acumula mais tensões e crises do que articulações efetivas. Há divisões a respeito da escolha de candidatos presidenciais, que ficaram mais fortes nos últimos dias com a filiação de Sergio Moro ao Podemos e seu discurso na quarta-feira (10).
Há também indecisões a respeito do controle de diretórios estaduais. Em São Paulo, por exemplo, ocorre uma das principais disputas, com Milton Leite (DEM), presidente da Câmara Municipal de SP, de um lado e Júnior Bozzella (PSL), deputado federal, de outro.
A conferência climática da Organização das Nações Unidas (ONU) na Escócia terminou com um acordo global que busca pelo menos manter viva a esperança de limitar o aquecimento global a 1,5 grau Celsius e, portanto, uma chance realista de salvar o mundo das catastróficas mudanças climáticas.
Alok Sharma, presidente da conferência, bateu o martelo para sinalizar que não houve objeções decisivas das quase 200 delegações nacionais presentes em Glasgow. As delegações incluem desde superpotência alimentadas a carvão e gás a produtores de petróleo e ilhas do Pacífico, que estão sendo engolidas pela elevação do nível do mar.
Após revisão, o acordo foi aprovado, depois de uma mudança de última hora no texto em relação ao carvão, o que provocou reclamações de países vulneráveis quer queriam um comunicado mais definitivo sobre subsídios a combustíveis fósseis.
Depois de uma mudança de última hora na linguagem em torno do carvão, com a Índia sugerindo substituir a palavra “eliminar” por “reduzir”, Sharma sinalizou que o texto foi aprovado.
O acordo é o resultado de duas semanas de negociações duras em Glasgow, que foram estendidas por um dia para equilibrar as demandas de nações vulneráveis ao clima, grandes potências industriais e países em que o consumo ou exportação de combustíveis fósseis é vital para o desenvolvimento econômico.
“Por favor, não se pergunte o que mais você pode querer, mas se pergunte o que é o suficiente”, disse Sharma aos delegados nas horas finais.
“E ainda mais importante – por favor, perguntem-se se, no fim das contas, esses textos funcionam para todas as pessoas e para nosso planeta”.
O objetivo geral da conferência, sediada pelo Reino Unido, era modesto demais, na opinião de ativistas do clima e países vulneráveis – manter a meta do Acordo de Paris de 2015 de limitar o aquecimento global a 1,5 grau Celsius acima dos níveis pré-industriais.
Um rascunho de acordo, que circulou no começo deste sábado, na prática reconheceu que os compromissos feitos até agora, para cortar as emissões de gases de efeito estufa que aquecem o planeta, não estão nem perto do suficiente. Também pediu que as nações façam promessas mais duras em relação ao clima no ano que vem, em vez de a cada cinco anos, como atualmente são obrigadas a fazer.
Cientistas dizem que um aquecimento acima de 1,5 grau Celsius geraria um crescimento extremo do nível do mar e catástrofes como secas, tempestades e incêndios muito piores do que as que o mundo está sofrendo neste momento.
Mas, até agora, as promessas dos países para cortar emissões de gases de efeito estufa – principalmente dióxido de carbono da queima de carvão, óleo e gás – limitariam o crescimento da temperatura global média em 2,4 graus Celsius.
No entanto, o rascunho deste sábado, publicado pela ONU, cobrou esforços para reduzir o uso de carvão e os enormes subsídios que governos ao redor do mundo dão ao petróleo, carvão e gás que alimentam fábricas e aquecem casas – o que nunca foi acordado em nenhuma outra conferência do clima.
A Índia, cujas demandas de energia são muito dependentes do carvão, fez objeções de última hora a essa parte do acordo.
Países em desenvolvimento argumentam que as nações ricas, cujo histórico de emissões é amplamente responsável por aquecer o planeta, precisam pagar mais para ajudá-los a se adaptar às consequências e também para reduzir suas pegadas de carbono.
A Bahia registrou, nas últimas 24 horas, 540 novos casos de Covid-19 e mais dez mortes provocadas pela doença. Os dados foram divulgados neste sábado (13) pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesab).
No total, o estado acumula 1.251.866 infecções confirmadas desde o início da pandemia, com 27.171 óbitos pela doença e 2.704 casos ativos.
A taxa de ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para pacientes adultos com coronavírus está em 36%.