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Frank Lucio Carillo foi preso pelo FBI após a investigação identificar 4,3 mil publicações feitas por ele com ameaças a líderes dos EUA

Imagem colorida de Kamala Harris - Metrópoles

Frank Lucio Carillo, 66 anos, foi preso pelo FBI (Departamento Federal de Investigação, em português), na sexta-feira (3/8), após realizar uma série de ameaças de morte à vice-presidente e candidata à presidência dos Estados UnidosKamala Harris, por meio de redes sociais.

O homem é do estado da Virgínia e deu início às ameaças após Kamala figurar como candidata à presidência pelo Partido Democrata. O FBI descobriu quase 20 ameaças à vice-presidente feitas por uma conta vinculada a Frank Carillo, conforme a documentação enviada ao tribunal para o Distrito Ocidental da Virgínia.

As ameaças realizadas por Frank incluíam promessas de matar a vice-presidente e sua família, arrancar os olhos dela com alicates e queimá-la viva. Caso condenado, Carillo pode pegar até cinco anos de prisão.

“Kamala Harris precisa ser queimada viva. Eu farei isso pessoalmente se ninguém mais fizer. Eu quero que ela sofra uma morte lenta e agonizante”, escreveu Carillo em sua rede social no dia 27 de julho.

O FBI citou “4.359 postagens/respostas” feitas pela conta do suspeito, “direcionadas a vários funcionários públicos” desde ano passo, como ao presidente dos EUA, Joe Biden, ao diretor do FBI, Christopher Wray, e a Stephen Richer, oficial do Condado de Maricopa que ficou conhecido por rejeitar as alegações de Donald Trump após as alegações de que a eleição presidencial de 2020 foi roubada.

Ameaças

A investigação do FBI teve início após o gabinete de Phoenix notificar que um usuário começou a ameaçar Stephen Richer. A investigação descobriu que Carillo também havia feito “numerosas outras mensagens sobre armas de fogo e sobre atirar em pessoas”. Ele ainda teria feito ameaças violentas contra muçulmanos, imigrantes ilegais e o primeiro-ministro canadense Justin Trudeau.

Em fevereiro desse ano, o homem afirmou que possuia rifle AR-15 “carregado e pronto”. Ao revistar a casa de Frank, os agentes do FBI recuperaram uma pistola, um AR-15 e milhares de munições.

Depois da prisão, Frank Carillo solicitou um advogado e falou: “isso tudo por causa de um comentário, hein?”.

Informações Metrópoles


Foto: Jalaa Marey/AFP

O Secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, informou aos colegas dos países do G7 que Washington acredita que um ataque iraniano a Israel pode começar nas próximas 24 a 48 horas. A informação foi divulgada pelo portal Axios, citando fontes informadas sobre a conversa.

Segundo o relatório, Blinken compartilhou essa preocupação enquanto os EUA intensificam seus esforços para desescalar as tensões na região e evitar a eclosão de uma guerra total. A situação é tensa e o cenário de um conflito iminente está sendo tratado com máxima urgência pelas autoridades americanas.

Atenção à Situação no Oriente Médio

Conforme as informações obtidas, os EUA acreditam que um ataque iraniano pode ser inevitável após a morte de altos oficiais do Hezbollah e do Hamas na semana passada. Blinken teria afirmado aos seus colegas que pressionar Teerã para limitar seu ataque é a melhor maneira de evitar uma guerra regional.

Por que os EUA estão tão preocupados?

Essa preocupação não é infundada. A morte de líderes influentes do Hezbollah e do Hamas elevou as tensões a um nível crítico. Esses grupos têm uma forte aliança com o Irã, que é conhecido por seu apoio militar e financeiro às organizações. Essa dinâmica pode desencadear respostas agressivas que podem facilmente escalar para um conflito maior.

O que os países do G7 podem fazer?

No contexto atual, Blinken sugeriu que pressionar o Irã a reduzir suas ações agressivas pode ser a chave para evitar um conflito. Aqui estão algumas das ações que os países do G7 podem considerar:

Blinken também afirmou que os EUA não conhecem o horário exato do ataque planejado pelo Irã, segundo a Axios. No entanto, ele indicou que isso pode ocorrer já na segunda-feira. Desta forma, as ações preventivas precisam ser rápidas e coordenadas.

Os próximos passos envolvem uma combinação de diplomacia e preparo militar. Os EUA devem continuar a se comunicar com seus aliados, especialmente os países do G7, para garantir uma frente unificada. Além disso, as forças militares na região podem ser colocadas em estado de alerta para responder de maneira eficaz a qualquer eventualidade.

Informações TBN


Ismail Haniyeh foi morto durante um ataque em Teerã, capital do Irã

Ismail Haniyeh, chefe do Hamas
Ismail Haniyeh esteve na posse do presidente do Irã, antes de ser eliminado | Foto: Divulgação/Governo da Rússia

O funeral de Ismail Haniyeh, chefe do grupo terrorista Hamas, foi realizado em Teerã, capital iraniana, nesta quinta-feira, 1º, com protestos e promessas de vingança a Israel. Ele morreu em um ataque aéreo nesta quarta-feira, 31, em Teerã, onde estava para a posse do novo presidente do Irã.

Uma grande multidão acompanhou o cortejo fúnebre de Haniyeh e de um de seus guarda-costas, também morto no ataque. Com bandeiras do Irã e da Palestina e fotos do líder do Hamas, milhares pediram vingança. “Perseguiremos Israel até arrancá-lo da terra da Palestina”, afirmou Khalil Al Hayya, ministro das Relações Exteriores do Hamas.

O funeral começou na Universidade de Teerã, com o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, rezando sobre o caixão de Haniyeh. O novo presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, também prometeu vingança. O Irã declarou luto oficial de três dias e anunciou que o funeral seria público. O país fechou o espaço aéreo local durante seis horas.

A televisão iraniana mostrou os caixões sendo levados em um caminhão até a Praça Azadi. Depois do funeral, os restos mortais serão transferidos para Doha, no Catar, onde Haniyeh será enterrado nesta sexta-feira, 2.

No mesmo dia, Israel anunciou a morte de Mohamed Deif, chefe do braço militar do Hamas. O terrorista comandava a brigada Al-Qassam e foi um dos arquitetos da invasão a Israel em outubro de 2023. O país judeu não assumiu a autoria da morte de Haniyeh, mas o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, afirmou que os israelenses deram “golpes esmagadores” em aliados do Irã.

O aiatolá Ali Khamenei prometeu uma “punição severa” para Israel. Masoud Pezeshkian criticou a ação em território iraniano e afirmou que “Israel se arrependerá pelo assassinato covarde”. Netanyahu disse que Israel cobrará um preço alto por qualquer agressão.

Israel não comenta morte de chefe do Hamas

O porta-voz do governo israelense não comentou a morte de Haniyeh, mas alertou para possíveis retaliações do Irã. O ministro da Defesa israelense, Yoav Gallant, declarou que Israel está preparado para todas as possibilidades, apesar de não querer guerra.

As tensões entre Israel e Irã aumentaram nos últimos meses, com batalhas contra grupos terroristas aliados ao Irã, como Hamas e Hezbollah. Em abril, as facções dispararam mais de 300 mísseis contra Israel em retaliação ao assassinato de um comandante da Guarda Revolucionária iraniana, na Síria.

O comandante da Força Aérea de Israel, major-general Tomer Bar, afirmou que aeronaves estão “prontas e preparadas em questão de minutos para qualquer cenário”. 

“Agiremos contra qualquer um que planeje causar danos aos cidadãos do Estado de Israel”, disse Bar.

Informações Revista Oeste


Philippe Katerine diz que homenageou Dionísio e negou ter feito sátira de A Última Ceia

Foto da imitação de A Última Ceia na abertura da Olimpíada
Philippe Katerine diz que abertura da Olimpíada não queria satirizar A Última Ceia | Foto: Reprodução 

O cantor e ator francês Philippe Katerine pediu desculpas a cristãos que se ofenderam com sua apresentação na cerimônia de abertura da Olimpíada de Paris. O artista explicou que retratou Dionísio, o deus grego do vinho e da festividade, e não fez uma paródia do quadro A Última Ceia, de Leonardo da Vinci, conforme alguns religiosos acreditaram.

A performance contou com artistas transgênero e drag queens. “Peço perdão se ofendi alguém, e os cristãos do mundo me concederão isso, tenho certeza. Entenderão que foi principalmente um mal-entendido. Porque, no fim das contas, não se tratava de representar A Última Ceia de forma alguma”, disse Katerine em entrevista à CNN. 

O cantor se chocou com a repercussão negativa de alguns cristãos. “Vi algo muito colorido, reconciliatório e pacífico”, avaliou. Organizadores dos Jogos Olímpicos de Paris emitiram um comunicado a grupos cristãos pela cena que foi exibida durante a festa. 

“Claramente, nunca houve a intenção de demonstrar falta de respeito a qualquer grupo religioso. Ao contrário, creio que [com] Thomas Jolly, realmente tentamos celebrar a tolerância comunitária”, disse a porta-voz da Olimpíada Paris 2024, Anne Descamps.

Foto do quadro A Última Ceia
Versão original de A Última Ceia, por Leonardo da Vinci | Foto: Reprodução

Porta-voz da Olimpíada de Paris endossa pedido de desculpas“Ao observar o resultado das pesquisas, acreditamos que esse objetivo foi alcançado. Se as pessoas se sentiram ofendidas, claro, lamentamos muito, muito”, acrescentou ela. Historiadores notaram que a performance tinha mais referências à pintura O Banquete dos Deuses, de Johann Rottenhammer e Jan Brueghel, e não à imagem cristã que retratou os momentos finais de Jesus Cristo.

Informações Revista Oeste


Foto: Hassan Ammar / Arquivo / AP Photo

Ismail Haniyeh, chefe político do Hamas, foi abatido em Teerã, Irã. A notícia foi divulgada nesta quarta-feira (31/7) pelo grupo terrorista. A Guarda Revolucionária do Irã confirmou a informação, declarando que a morte ocorreu horas após Haniyeh ter comparecido à cerimônia de posse do novo presidente do país, Masoud Pezeshkian. O órgão afirmou que está investigando a situação.

O Hamas responsabilizou Israel pelo ataque. “Irmão, líder, mártir, Mujahid Ismail Haniyeh, o chefe do movimento, foi morto em um ataque sionista traiçoeiro em sua residência em Teerã”, declarou a organização. Tel Aviv ainda não se pronunciou sobre o ocorrido. O exército israelense afirmou estar conduzindo uma avaliação situacional. As informações são da Al Jazeera.

URGENTE: líder do Hamas, Ismail Haniyeh é morto no Irã
[Foto: Mohamed Azakir/Reuters]

Morte do líder do Hamas é notícia internacional

A Guarda Revolucionária do Irã disse que investiga o ocorrido. “A residência de Ismail Haniyeh em Teerã foi atingida, resultando na morte dele e de um de seus guarda-costas. A causa está sob investigação e será anunciada em breve”, declarou o órgão.

A imprensa iraniana reporta que Haniyeh foi morto por um “projétil guiado” que atingiu a residência onde ele estava hospedado no norte de Teerã na madrugada desta quarta-feira (31.jul) no horário local – noite de terça-feira (30.jul) em Brasília. O governo palestino condenou o ataque que resultou na morte de Haniyeh.

Qual o impacto da morte de Ismail Haniyeh?

Conforme a agência de notícias estatal da Palestina, Wafa, a gestão “apelou às facções, forças e ao povo palestino para promover a unidade nacional e a firmeza diante da ocupação israelense e seus crimes”. O presidente do Estado da Palestina, Mahmoud Abbas, classificou o ocorrido como “um ato covarde” e “um desenvolvimento perigoso” dos conflitos na região.

Quem era Ismail Haniyeh?

Haniyeh atuava como uma espécie de diplomata internacional do Hamas, conversando com aliados do grupo terrorista. Ele passava a maior parte do tempo no Qatar e na Turquia. Em maio, teve um mandado de prisão solicitado pelo procurador do TPI (Tribunal Penal Internacional), Karim Khan. Outros líderes do Hamas, assim como o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e o ministro da Defesa israelense, Yoav Gallant, também tiveram pedidos de detenção solicitados.

Além disso, em abril, um ataque aéreo de Israel na Faixa de Gaza matou três filhos de Haniyeh. Segundo as FDI (Forças de Defesa de Israel), eles eram “agentes militares do Hamas que conduziam atividades terroristas no centro” do enclave palestino.

Informações TBN


© Alexei Druzhinin/Russian Presidential Press and Information Office/TASS

O líder russo, Vladimir Putin, fez uma declaração que acendeu um alerta global. Durante um evento em São Petersburgo, Putin ameaçou reiniciar a produção de armas nucleares de médio alcance se os Estados Unidos confirmarem planos para instalar mísseis na Alemanha ou em outros locais da Europa.

A cúpula da Otan em Washington revelou que os EUA e seus aliados pretendem começar o envio gradual de armamentos de longo alcance para o território alemão a partir de 2026. Essa movimentação inquietou Moscou, levando Putin a considerar a moratória unilateral sobre capacidades de ataque de médio e curto alcance como potencialmente inválida.

Putin e a Produção de Armas Nucleares de Médio Alcance

Em suas declarações, Putin foi enfático ao afirmar que o desenvolvimento de sistemas de armamento está em “fase final” em Moscou. Esta pode ser uma resposta direta a qualquer ação militar dos Estados Unidos em solo europeu, especialmente na Alemanha. O líder russo destacou que a Rússia está preparada para retomar a produção de armas nucleares de médio alcance.

Os armamentos de médio alcance mencionados por Putin eram regulamentados pelo Tratado sobre Forças Nucleares de Alcance Intermediário, assinado entre os Estados Unidos e a então União Soviética. No entanto, ambos países abandonaram o acordo em 2019, deixando uma lacuna perigosa na regulação de tais armamentos.

Qual é o Impacto das Declarações de Putin?

A ameaça de Putin deve ser levada a sério não só pelos Estados Unidos, mas por toda a comunidade internacional. A retomada da produção de armas nucleares de médio alcance pode resultar em uma nova corrida armamentista, colocando a Europa novamente no epicentro de uma possível escalada militar.

Com a moratória unilateral sendo considerada nula pelo Kremlin, isso também pode levar a um aumento nas tensões diplomáticas e militares, não apenas entre Rússia e EUA, mas com todos os países membros da Otan.

O Que é o Tratado sobre Forças Nucleares de Alcance Intermediário?

Para entender a magnitude das declarações de Vladimir Putin, é essencial conhecer o Tratado sobre Forças Nucleares de Alcance Intermediário. Assinado em 1987 pelos Estados Unidos e a União Soviética, o tratado buscava eliminar os mísseis balísticos e de cruzeiro com alcance entre 500 e 5.500 quilômetros.

  1. Redução substancial de arsenais nucleares
  2. Estabilidade estratégica entre as superpotências
  3. Confiança e segurança na Europa

O fim do tratado em 2019 trouxe incerteza e renovou as preocupações com uma possível reemergência de armas nucleares de médio alcance na Europa.

O Futuro das Relações Russo-Americanas

A relação entre Rússia e Estados Unidos já vinha sendo testada por uma série de questões, incluindo disputas cibernéticas e intervenções em conflitos regionais. A ameaça de Putin adiciona um novo nível de complexidade a essa dinâmica, reintroduzindo o medo de um confronto nuclear direto.

Aqui estão alguns pontos a serem observados no futuro próximo:

À medida que 2026 se aproxima, o mundo estará atento aos desenvolvimentos, esperando que prevaleça a diplomacia em vez da escalada militar.

É evidente que as declarações de Vladimir Putin colocam o mundo em um estado de vigília quanto ao futuro das armas nucleares. A reativação da produção de armamentos de médio alcance pela Rússia poderia levar a uma nova era de incerteza global, relembrando os temores da Guerra Fria.

Informações TBN


Foto: Leonardo Fernandez Viloria/Reuters

Em uma decisão inédita e polêmica, a Venezuela anunciou a expulsão de diplomatas de sete países sul-americanos. A medida foi tomada pelo Ministério das Relações Exteriores venezuelano e gerou uma onda de reações tanto internas quanto internacionais.

Os países que tiveram seus representantes diplomáticos expulsos são Argentina, Chile, Costa Rica, Peru, Panamá, República Dominicana e Uruguai. A carta de expulsão, publicada pelo ministro Yván Gil Pinto, contém críticas duras a esses governos e ao papel dos Estados Unidos no cenário político latino-americano.

Expulsão de Corpo Diplomático: O Que Está Por Trás da Decisão Venezuelana?

Segundo o comunicado do ministro Yván Gil Pinto, a Venezuela “rejeita as ações e declarações de um grupo de governos de direita, subordinados a Washington e comprometidos abertamente com ideologias sórdidas do fascismo internacional”. Ele acusou esse grupo de tentar deslegitimar o resultado das eleições realizadas no domingo, 28 de janeiro de 2024.

A oposição venezuelana, por sua vez, também questiona o processo eleitoral. De acordo com eles, o CNE (Conselho Nacional Eleitoral), presidido por um aliado de Nicolás Maduro, ocultou informações importantes para manipular o resultado das eleições. Nesse cenário conturbado, a posição dos países expulsos torna-se mais compreensível.

Quais Países Contestaram o Resultado das Eleições Venezuelanas?

Além dos países com diplomatas expulsos, também contestaram o resultado das eleições Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Espanha, Itália, Equador, Peru, Colômbia, Guatemala e Portugal. Esses países expressaram dúvidas sobre a legitimidade do processo eleitoral e pediram mais transparência do CNE.

Entre os argumentos da oposição, liderada por Edmundo González, estão pesquisas de boca de urna que apontavam vantagem significativa sobre Maduro. González, em discurso para seus apoiadores, afirmou que obteve 70% dos votos, enquanto o CNE anunciou a vitória de Maduro com 51,2%. Essa discrepância fortaleceu as suspeitas de fraude.

Como o Brasil Reagiu à Situação na Venezuela?

O governo brasileiro ainda não se pronunciou oficialmente sobre a crise venezuelana. O Itamaraty divulgou uma nota afirmando que “acompanha com atenção o processo de apuração” e aguarda a divulgação de informações mais detalhadas pelo CNE, como os dados desagregados das urnas. Para o governo brasileiro, esses dados são essenciais para garantir a transparência, credibilidade e legitimidade do resultado eleitoral.

Até o momento, o Brasil mantém uma posição cautelosa, esperando que outros países influenciem a situação antes de tomar uma decisão final.

Impacto da Expulsão Diplomática no Cenário Internacional

A decisão de expulsar diplomatas não é apenas uma manobra política interna; ela também afeta as relações internacionais da Venezuela. A medida pode resultar em sanções econômicas e diplomáticas, isolando ainda mais o país na comunidade internacional.

Com a situação política e econômica já frágil, a Venezuela pode enfrentar desafios adicionais na obtenção de apoio e financiamento estrangeiro. Além disso, a tensão entre Caracas e os países vizinhos pode aumentar, complicando iniciativas regionais de cooperação e desenvolvimento.

O Que a Expulsão de Diplomatas Significa para a Venezuela?

Enquanto o governo de Maduro tenta consolidar sua posição interna, a oposição e a comunidade internacional continuam a pressionar por mais transparência e justiça. Os próximos passos serão decisivos para o futuro da Venezuela e para a estabilidade da região.

A situação, ao que tudo indica, ainda terá muitos desdobramentos, e o mundo estará atento ao próximo movimento de Caracas.

Informações TBN


Segundo CNE, o candidato Gonzaléz foi derrotado nas urnas. A oposição contesta o resultado e diz que Maduro boicotou o processo de apuração

Montagem com foto colorida de Nicolás Maduro - Metrópoles

A eleição na Venezuela terminou com troca de acusações e resultado incerto. Na madrugada desta segunda-feira (29/7), o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela divulgou que o presidente Nicolás Maduro foi reeleito. A oposição nega a vitória do chavista e garante que o candidato Edmundo González venceu o pleito com pelo menos 70% do votos.

Em coletiva de imprensa após o anúncio, o grupo anti-Maduro denunciou irregularidades no processo eleitoral. Eles alegaram ter dificuldade de acesso às atas impressas das zonas eleitorais, conseguindo reunir apenas 40% dos documentos ao redor do país.

No primeiro discurso como presidente reeleito, Maduro culpou agentes internacionais pelo que classificou como um “ataque massivo” contra o sistema eleitoral venezuelano.

“Já sabemos de que país veio”, disse o líder chavista sem apresentar provas.

Resultado

O presidente do CNE, Elvis Amoroso, informou por volta da 1h20 do horário de Brasília que 80% das urnas tinham sido apuradas, mas que esse resultado parcial era irreversível, dando vitória a Maduro. A participação do eleitorado teria sido de 59%.

Segundo o CNE, Maduro teve 5.150.092 votos, o que representa 51,2% do total apurado. Já Gonzáles conquistou 4.445.978 votos, o que equivale a 44,2%, de acordo com o Conselho Nacional Eleitoral.

Ainda durante a divulgação dos dados eleitorais, o representante do CNE informou que houve um ataque ao sistema de transmissão de dados que atrasou a contagem dos votos. Ele chamou esses atos de terrorismo e disse que serão investigados, mas sem entrar em detalhes.

Eleição polêmica

A Venezuela viveu um processo eleitoral polêmico e muito criticado por opositores e pela comunidade internacional. González era o favorito nas pesquisas eleitorais.

Nicolás Maduro é herdeiro político de Hugo Chávez e tem 61 anos. Ele começou sua carreira política como sindicalista e, mais tarde, participou da campanha vitoriosa de Chávez em 1998.

Maduro foi eleito presidente da Venezuela em 2013, após substituir Chávez, que estava doente e morreu naquele ano. Considerando os dois presidentes, são mais de 20 anos de chavismo no poder. O mandato presidencial na Venezuela é de seis anos.

Oposição questiona resultado

A líder da oposição, María Corina Machado, contestou o resultado divulgado pelo órgão eleitoral da Venezuela.

Ela assegurou que o candidato da Plataforma Unitária Democrática (PUD) venceu o pleito com cerca de 70% dos votos. A líder pediu que fiscais continuem exigindo as atas impressas nas zonas eleitorais do país.

“Queremos uma Venezuela livre, nossa luta continua”, disse Machado durante coletiva de imprensa nesta segunda-feira (29/7).

Comunidade internacional pede transparência

Minutos após a divulgação do resultado, algumas lideranças usaram as redes sociais para se pronunciar sobre a reeleição de Maduro, que voltou a cobrar que nenhum país interfira nos assuntos internos da Venezuela.

O presidente do Chile, Gabriel Boric, disse que o resultado da votação é difícil de acreditar e exigiu transparência.

“Do Chile não reconheceremos nenhum resultado que não seja verificável”, escreveu no X, antigo Twitter.

Luis Lacalle Pou chamou a reeleição de Maduro de “um segredo aberto” e também disse que não pretende reconhecer o resultado.

“Assim não! Foi um segredo aberto. Eles iriam ‘vencer’ independentemente dos resultados reais”, disse o presidente do Uruguai. “O processo até o dia das eleições e a contagem foram claramente falhos. Não se pode reconhecer um triunfo se não confiarmos na forma e nos mecanismos utilizados para alcançá-los”, frisou.

Já o presidente da Colômbia, Iván Duque, chamou a vitória do líder chavista de “roubo consumado”.

“O roubo foi consumado: o tirano Nicolás Maduro cometeu fraude eleitoral para se perpetuar no poder, ignorando o apoio massivo do povo venezuelano à heroica resistência democrática liderada por María Corina Machado e Edmundo González”, escreveu no X.

Críticas durante eleições

Durante o fim de semana, a coalizão Plataforma Unitária Democrática (PUD) orientou os eleitores a acompanharem a contagem dos votos presencialmente nos centros de votação. Muitos compareceram.

No decorrer das eleições, Maduro chocou ao prever “banho de sangue” e “guerra civil” no caso de sua derrota. Ele acabou mudando o discurso no dia da votação, prometendo que reconheceria o resultado.

Antes da oficialização da candidatura de González, outras duas candidatas do PUD foram impedidas de concorrer ao pleito.

Líder da oposição, María Corina foi barrada pela Controladoria-Geral do governo de Maduro, que alegou problemas administrativos na época em que ela foi deputada, entre 2011 e 2014. Já a política Corina Yoris foi impedida após erro no sistema de internet para inserir candidaturas.

Informações Metrópoles


Foto: Reprodução.

Um recente estudo da Organização das Nações Unidas (ONU) indica que, até 2050, dez cidades podem ser “engolidas” pelo mar devido aos efeitos das mudanças climáticas. Entre essas cidades, destacam-se duas brasileiras: Santos (SP) e Rio de Janeiro (RJ). A pesquisa utilizou dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e do Climate Impact Lab (CIL).

As mudanças climáticas têm mostrado impactos cada vez mais perceptíveis. O Brasil, por exemplo, recentemente enfrentou uma onda de calor extrema, com temperaturas atingindo 42ºC. Agora, a pesquisa da ONU alerta para o risco crescente de inundações permanentes em cidades costeiras populosas na América Latina, Caribe, Pacífico e Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento.

Cidades costeiras

Segundo o estudo, até 2050, centenas de cidades costeiras altamente populosas estarão expostas ao risco de inundação. Essas inundações permanentes terão um impacto significativo não apenas em suas infraestruturas, mas também no desenvolvimento humano dessas regiões. Terras que abrigam cerca de 5% da população de cidades como Santos, no Brasil, poderão enfrentar sérios problemas.

As cidades ameaçadas de serem engolidas pelo mar incluem não só as brasileiras Santos e Rio de Janeiro, mas também:

O cenário projetado indica que 5% ou mais dessas cidades estarão permanentemente abaixo do nível do mar até o fim deste século, caso as emissões de gases de efeito estufa não sejam reduzidas drasticamente.

O que Pode Ser Feito para Reduzir os Riscos?

O estudo da ONU enfatiza que, para mitigar esses riscos, é vital reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Aqui estão algumas medidas importantes que podem ser tomadas:

 A pesquisa foi divulgada na terça-feira, 28 de novembro de 2023, pouco antes da Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP28), que ocorre de 30 de novembro a 12 de dezembro de 2023. O evento deve servir como palco para discussões sobre os resultados do estudo e as estratégias a serem adotadas globalmente para enfrentar as mudanças climáticas.

O futuro de Santos e Rio de Janeiro

Para cidades como Santos e Rio de Janeiro, os desafios são particularmente grandes. Além dos riscos de inundações, há impactos sociais e econômicos significativos que devem ser considerados. Perder território para o mar pode significar a desestruturação de comunidades inteiras e prejuízos consideráveis ao turismo e outras atividades econômicas.

Em resumo, a pesquisa da ONU ressalta a urgência de ações concretas para reduzir as emissões e adaptar as infraestruturas existentes para mitigar os impactos das mudanças climáticas. É um alerta que não pode ser ignorado, especialmente para as cidades costeiras mais vulneráveis.

Informações TBN


Jalaa Marey/AFP

As Forças de Defesa de Israel (FDI) divulgaram um vídeo neste sábado, 27 de julho, onde o porta-voz, Daniel Hagari, promete uma resposta imediata ao Hezbollah. A promessa vem após um trágico incidente em que um foguete disparado pelo grupo terrorista libanês atingiu um campo de futebol em Majdal Shams, matando pelo menos dez civis com idades entre 10 e 20 anos.

Segundo Hagari, o ataque ocorreu enquanto crianças jogavam futebol, e o Hezbollah, de acordo com o porta-voz, mentiu ao afirmar que não era responsável pelo ataque. “Podemos confirmar que o Hezbollah assassinou 10 crianças neste ataque brutal e feriu mais de 20”, declarou Hagari.

A Reação das Forças de Defesa de Israel

Daniel Hagari enfatizou que as FDI estão realizando uma avaliação da situação e que uma resposta será preparada. “Esse ataque revela a verdadeira face do Hezbollah, uma organização terrorista que visa e assassina crianças jogando futebol numa noite de sábado,” afirmou. Ele acrescentou que o objetivo das FDI é restabelecer a segurança na fronteira norte para todos os cidadãos israelenses.

Quem é o Responsável pelo Ataque?

O coronel Avichay Adraee, outro porta-voz das FDI, identificou o líder do Hezbollah responsável pelo ataque como Ali Muhammad Yahya. Segundo Adraee, Yahya dirigiu o lançamento do foguete Falaq-1, de fabricação iraniana, que atingiu Majdal Shams. “Apesar das suas tentativas de negar, o Hezbollah é responsável pelo massacre em Majdal Shams e pela morte de crianças e rapazes no campo de futebol,” reforçou Adraee.

Consequências do Ataque

Pouco antes da divulgação do vídeo, Hagari usou a rede social X para expor a gravidade do incidente. “Desde 8 de outubro temos estado em combates muito intensos no Norte. O acontecimento desta noite é o dano mais grave para cidadãos inocentes,” escreveu Hagari. Ele relatou que, além das 10 crianças mortas, mais de 20 ficaram feridas, tornando o ataque um “desastre nacional” que se abateu sobre o Estado de Israel.

Impacto na Comunidade Drusa

O porta-voz expressou solidariedade com a comunidade drusa em Israel, uma minoria religiosa e étnica que sofreu perdas significativas no ataque. “Nossos pensamentos estão com as famílias das vítimas e também com os feridos, que abraçamos e aos quais desejamos uma rápida recuperação,” disse Hagari. Ele destacou a importância da comunidade drusa como parte integrante da sociedade israelense.

O Histórico dos Ataques

Este ataque é mais um na série de ofensivas que o Hezbollah tem realizado ao longo dos últimos nove meses. “O Hezbollah está atacando nossos cidadãos no norte, lançando milhares de foguetes, mísseis e drones contra o norte de Israel, mirando famílias, residências e comunidades,” informou Daniel Hagari, ressaltando a urgência de uma reação defensiva eficaz.

As promessas de retaliação das FDI ilustram a complexidade e a periculosidade da situação na região, além de destacarem a persistência dos ataques do Hezbollah contra civis inocentes, aumentando a tensão e a instabilidade na área.

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