A medida é fruto de um ato assinado pelo presidente Donald Trump em sua posse, no último dia 20, que mudou a nomenclatura do local

Um computador com o site Google aberto, em alusão à nota sobre a mudança do Maps nos EUA, em relação ao Golfo do México, agora Golfo da América
Um computador com o site Google aberto | Foto: Juan Francia/Pixabay

Em publicação na rede social Twitter/X, o Google Maps anunciou que, a partir de decisão do governo dos Estados Unidos (EUA), o nome do Golfo do México será alterado para Golfo da América em suas plataformas dentro do país. 

Esta medida, fruto de um ato assinado pelo presidente Donald Trump em sua posse, no último dia 20, visa a renomear locais geográficos.

Oficializada pelo Departamento do Interior dos EUA na última sexta-feira, 24, a mudança será visível apenas para usuários dentro dos Estados Unidos. A iniciativa faz parte de um esforço mais amplo do governo para ajustar nomenclaturas geográficas.

Além disso, o nome do Monte Denali, o pico mais alto do país, que fica no Alasca, também recebeu alteração e passará a se chamar Monte McKinley. O ato é uma homenagem ao ex-presidente William McKinley. 

Serviço de localização do Google, o Maps atualiza os nomes geográficos com base em reconhecimentos oficiais, como os do governo.

Regras de nomenclatura geográfica nos EUA

Captura de tela do Golfo do México, no Google Maps
Captura de tela do Golfo do México, no Google Maps | Foto: Reprodução/Site

Nos Estados Unidos, essas alterações se fundamentam em atualizações do Sistema de Informação de Nomes Geográficos (GNIS), uma fonte oficial que regula as nomenclaturas. Conforme a empresa, o Google Maps aplica múltiplos nomes quando há variações entre países.

Para usuários fora dos Estados Unidos, a plataforma vai continuar a exibir ambos os nomes ”Golfo do México” e ”Golfo da América”. Essa é uma forma de garantir a manutenção das referências locais.

Debate político e internacional

À esquerda, presidente do México,  Claudia Sheinbaum; à direita, presidente dos EUA, Donald Trump
À esquerda, presidente do México, Claudia Sheinbaum; à direita, presidente dos EUA, Donald Trump | Fotos: Reprodução/Wikimedia Commons

Desde sua campanha eleitoral, Donald Trump afirma que promoveria essa mudança e instruiria o Conselho de Nomes Geográficos dos EUA a assegurar que todos os documentos e comunicações federais reflitam a nova nomenclatura.

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, manifestou sua oposição à alteração do nome. Ironicamente, ela sugeriu que os Estados Unidos poderiam receber o nome de “América Mexicana”. Claudia destacou que o nome Golfo do México tem o reconhecimento da Organização das Nações Unidas (ONU).

“Obviamente, o nome do Golfo do México é reconhecido pelas Nações Unidas”, afirmou Claudia. “Por que não chamamos [os Estados Unidos] de América Mexicana? Parece bom, não é?”.

Informações Revista Oeste


Novo presidente norte-americano também vai investigar decretos de censura do governo Joe Biden

Decretos do presidente dos EUA, Donald Trump, buscam garantir liberdade de expressão e investigar censura no governo Biden
Decretos do presidente dos EUA, Donald Trump, buscam garantir liberdade de expressão e investigar censura no governo Biden | Foto: Reprodução/X

Assim que tomou posse da Presidência dos Estados Unidos, em 20 de janeiro, Donald Trump assinou dois decretos com o objetivo de restaurar a liberdade de expressão no país e investigar práticas de censura promovidas pelo governo Joe Biden. 

Intitulado “Restaurando a Liberdade de Expressão e Encerrando a Censura Federal”, o primeiro decreto reafirma o compromisso da Casa Branca com a Primeira Emenda da Constituição dos EUA. A partir de agora, nenhum recurso federal deve restringir a liberdade de expressão dos EUA.

Trump destacou que, sob o governo Biden, houve uma “pressão substancial” sobre empresas de redes sociais para censurar conteúdos discordantes. 

“Sob o pretexto de combater a ‘desinformação’ e a ‘informação maliciosa’, o governo Biden violou os direitos de expressão protegidos pela Constituição de cidadãos em todo o país”, afirma trecho do decreto.

Medidas de Trump investiga casos de censura 

O segundo decreto, “Responsabilizando Antigos Oficiais do Governo por Interferência Eleitoral e Divulgação Indevida de Informações Sensíveis”, aborda supostas irregularidades na eleição de 2020.

Ele também revoga credenciais de segurança de 51 ex-oficiais de Inteligência do governo. Entre eles, estão James Clapper, John Brennan e Michael Hayden, acusados de manipular o processo político.

De acordo com Donald Trump, esses oficiais classificaram as revelações sobre o laptop de Hunter Biden como “desinformação russa” para proteger a campanha de Biden e influenciar o resultado eleitoral. O decreto também menciona John Bolton, que publicou um livro com “informações sensíveis” e agora perdeu suas credenciais.

Quem vai conduzir investigações sobre as atividades do governo democrata relacionadas à censura é a nova procuradora-geral, Pam Bondi. Ela deverá apresentar um relatório diretamente ao presidente, com recomendações de ações corretivas.

Dentro de 90 dias, Tulsi Gabbard, nova diretora de Inteligência Nacional, e John Ratcliffe, diretor da CIA, também devem apresentar um relatório ao conselheiro de Segurança Nacional, Mike Waltz. O documento deve incluir investigações sobre atividades inadequadas na Comunidade de Inteligência e recomendações para prevenir influências indevidas nas eleições.

Pressão sobre plataformas de redes sociais

Ministros do STF relativizaram declarações publicadas por Zuckerberg nesta terça-feira, 7 | Foto: Divlugação
Mark Zuckerberg, CEO da Meta, falou da pressão que sofreu do governo Biden para censurar conteúdos relacionados à covid-19 | Foto: Divulgação/Meta

Mark Zuckerberg, CEO da Meta, revelou que sofreu pressão do governo Biden para censurar conteúdos relacionados à covid-19 e ao laptop de Hunter Biden. Em uma carta ao Comitê Judiciário da Câmara, ele afirmou: “Acredito que a pressão do governo foi errada e me arrependo de não termos sido mais contundentes contra ela”.

Zuckerberg também mencionou que o serviço de Inteligência norte-americano, o FBI, alertou a Meta sobre o laptop de Hunter, ao insinuar tratar-se de uma campanha de desinformação russa. A Meta reduziu temporariamente o alcance da história, mais tarde confirmada como verdadeira pelo New York Post.

Consequências das revelações sobre Hunter Biden

Os documentos que estavam na máquina de Hunter levantaram questões sobre seus negócios com a Burisma, uma produtora de gás natural na Ucrânia, e a possível influência de Joe Biden nos acordos enquanto era vice-presidente. Trump acredita que, se essas revelações tivessem tido maior visibilidade, poderiam ter impactado a campanha de Biden em 2020.

Depois da vitória de Trump nas eleições de novembro, Zuckerberg anunciou mudanças na política de moderação do Facebook, promovendo maior liberdade de expressão. Ele também visitou o presidente em Mar-a-Lago durante a transição e participou da sua cerimônia de posse.

Informações Revista Oeste


A ministra da Segurança não descartou a construção de cercas, além da que será instalada na fronteira com a Bolívia

Imagem colorida mostra o presidente da Argentina, Javier Milei - Metrópoles

A ministra da Segurança de Javier Milei, Patricia Bullrich, afirmou nesta terça-feira (28/1) que a Argentina vai aumentar o controle na divisa com o Brasil. A declaração ocorreu um dia depois do governo platino anunciar instalação de uma cerca na fronteira com a Bolívia.

Construção de fronteiras

  • A ministra da Segurança da Argentina anunciou que o controle na divisa com o Brasil será intensificado.
  • O foco será na província de Misiones, onde há problemas de segurança e entrada ilegal de pessoas.
  • A medida faz parte do Plano Güemes, que visa reforçar a segurança nas fronteiras argentinas
  • A ministra não descartou a possibilidade de construir mais cercas, além da que será instalada na fronteira com a Bolívia, dependendo da necessidade.

Em entrevista para a Rádio Mitre, Bullrich explica que um dos motivos do controle da fronteira com o Brasil é por conta da facilidade em passar caminhando e por problemas com assassinatos.

“Além da Bolívia, planejamos expandir (essa política) para outros pontos de fronteira. Agora, vamos para a fronteira em Misiones com o Brasil, que é uma fronteira onde se entra no país a pé em muitos lugares, e onde tivemos assassinos e problemas”, declarou a ministra.

Essa iniciativa é parte do Plano Güemes, uma medida para reforçar o controle e a segurança nas fronteiras. A ministra também cita que o reforço na segurança é também parte de um plano de controle de contrabando de mercadorias. Com o câmbio mais favorável, os Argentinos cruzam a fronteira para fazer compras no Brasil.

“Há momentos em que saem produtos da Argentina para o Brasil porque têm preços mais baixos. E outros momentos, como agora, onde os contrabandistas tentam ingressar produtos ao país sem pagar impostos.”

Ao ser questionada sobre construção de novas cercas, além da que será instaladas em Águas Blancas que faz divisa com a Bolívia, a ministra explica que o plano é avaliado todos os dias e não descarta possibilidades. “Se necessitarmos construir mais alambrados de arames em outras zonas, vamos fazer”, diz.

O governo brasileiro ainda não se manifestou a respeito do assunto.

Informações Metrópoles


A entrega dos reféns faz parte do acordo de paz

Protesto pedindo libertação de reféns do Hamas Foto: EFE/EPA/MATTEO CORNER

Nesta segunda-feira (27), o grupo terrorista Hamas informou que, das 33 pessoas sequestradas pelo Hamas na invasão a Israel em 7 de outubro de 2023, oito estão mortas e 25 estão vivas. As famílias dos reféns foram informadas e agora aguardam a entrega dos corpos.

De acordo com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, até o próximo sábado (1º), seis reféns serão entregues pelo Hamas, sendo que três deles estarão em uma rodada adicional marcada para acontecer na quinta (30).

– Após negociações intensas e determinadas, Israel recebeu do Hamas uma lista com a situação de todos os reféns – disse Netanyahu.

Em troca dessas pessoas, Israel irá liberar o retorno de palestinos deslocados ao conflito para o norte de Gaza. O retorno dessas famílias começaram nesta segunda. Além disso, o acordo de paz envolveu do lado de Israel o comprometimento para a liberação de 1.167 palestinos detidos em Gaza desde o início da guerra e 737 detidos antes de 8 de outubro de 2023.

Informações Pleno News


A cantora gravou um vídeo chorando pelos mexicanos ilegais que foram deportado

Sam Parker e Selena-Gomez Fotos: Reprodução X e Instagram

O ex-candidato republicano ao Senado por Utah, Sam Parker, pediu publicamente a deportação da cantora e atriz Selena Gomez. A declaração foi feita nesta segunda-feira (27), em uma postagem na rede social X, onde ele escreveu: “Deportem Selena Gomez”.

O comentário veio após Gomez publicar um vídeo emocionado no Instagram. Na gravação, ela lamentava as deportações em massa de imigrantes ilegais e criminosos durante o governo de Donald Trump, dizendo:

– Eu só quero dizer que sinto muito. Meu povo está sendo atacado. As crianças, eu não entendo. Queria poder fazer algo – disse a artista chorando, mas logo ela apagou o vídeo.

Parker reforçou sua posição ao conectar sua conta principal no X, @SamParkerSenate, a outra conta, @BasedSamParker, onde acusou Gomez de apoiar imigrantes ilegais em vez dos cidadãos americanos.

– Selena Gomez escolheu apoiar imigrantes ilegais em vez dos Estados Unidos porque ela é neta de imigrantes mexicanos ilegais que conseguiram cidadania com a anistia de 1987. Ela tem uma postura de direito em relação aos EUA, assim como seus avós ilegais. Talvez Selena também devesse ser deportada, não acha? – escreveu ele na segunda conta.

Informações Pleno News


Com extensão de 200 metros, a cerca visa evitar a passagem ilegal de pessoas

Javier Milei Foto: EFE/ Octavio Guzmán

O governo do presidente da Argentina, Javier Milei, instalará uma cerca de arame farpado de 200 metros na fronteira com a Bolívia para evitar a passagem ilegal de pessoas, de acordo com uma licitação, publicada nesta segunda-feira (27) no Diário Oficial da província argentina de Salta, para a realização da obra.

A medida faz parte do plano “Fronteiras Blindadas” do Ministério da Segurança da Argentina, que também visa mobilizar mais de 300 homens das forças de segurança federais nas regiões fronteiriças.

A licitação inclui a construção de uma “cerca perimetral” na passagem da fronteira com a Bolívia no rio Bermejo, que compartilha com a Argentina.

A cerca de 2,5 metros de altura será instalada entre o escritório de migração argentino, localizado na cidade de Aguas Blancas, em Salta, e o terminal de ônibus, com o objetivo de conter o fluxo de migrantes que chegam da cidade boliviana de Bermejo, na província boliviana de Arce.

– Todos chegam a Aguas Blancas por diferentes meios e de lá pulam um pequeno muro, que é um muro para evitar inundações, e partem para Puerto Chalana, atravessam para a Bolívia, compram e de lá retornam sem passar pela Migração. Eles entram e saem ilegalmente – disse à emissora “Radio Mitre” Adrián Zigarán, que atua como autoridade máxima na ausência de um intendente ou de um prefeito.

A cerca faz parte das medidas incluídas no chamado Plano Güemes, apresentado pela ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich, no início de dezembro em Salta, que, segundo ela, visa combater o tráfico de drogas, o contrabando e o tráfico de pessoas.

De acordo com o ministério, 310 policiais de diferentes forças federais serão destacados e designados para setores considerados “críticos”, como o rio Bermejo e a Rota Nacional 34, popularmente conhecida como a “rota das drogas”.

Zigarán acrescentou que o objetivo é que, com a cerca, os agentes possam impedir a circulação de pessoas ao sul do terminal de ônibus. Isso forçaria as pessoas a caminhar ao longo da cerca perimetral em direção à Migração.

A Bolívia expressou sua preocupação com a cerca e, por meio de seu Ministério das Relações Exteriores, observou que as questões de fronteira devem ser tratadas por meio de “mecanismos de diálogo bilateral estabelecidos entre os Estados para encontrar soluções coordenadas para questões comuns”.

– Qualquer medida unilateral pode afetar a boa vizinhança e a coexistência pacífica entre povos irmãos – disse o Ministério das Relações Exteriores da Bolívia em comunicado.

O interventor respondeu que o governo boliviano “está mal informado”.

– Mas é bom que eles estejam preocupados agora, porque temos duas passagens na cidade, uma pela ponte internacional e a outra pelo porto de Chalana. São dois controles integrados, nós temos quatro ou cinco funcionários de imigração e a Bolívia tem apenas um – declarou Zigarán.

*EFE


Com a decisão colombiana, presidente americano decidiu não assinar medidas que tarifariam produtos do país sul-americano

Donald Trump Foto: EFE/EPA/Melina Mara / POOL

A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou em um comunicado na madrugada desta segunda-feira (27) que o governo da Colômbia concordou “com todos os termos” do presidente Donald Trump e irá receber os imigrantes ilegais que estavam nos Estados Unidos, sem qualquer “limitação ou demora”.

Neste domingo (26), a Colômbia havia anunciado a proibição da entrada de imigrantes colombianos deportados pelos Estados Unidos. Em resposta, Trump prometeu impor imediatamente tarifas de 25% sobre produtos colombianos vendidos aos EUA.

Leavitt disse que as ordens para impor as tarifas serão “mantidas em reserva e não assinadas”, mas que Trump manteria restrições de visto para oficiais colombianos e inspeções alfandegárias aprimoradas de bens do país, “até que o primeiro carregamento de deportados colombianos seja retornado com sucesso”.

O governo colombiano se manifestou em seguida, dizendo que considera o assunto como “superado”.

– Superamos o impasse com o governo dos Estados Unidos. Continuaremos a receber colombianos que retornam como deportados, garantindo-lhes condições dignas como cidadãos sujeitos a direitos – disse o ministro das Relações Exteriores colombiano, Luis Gilberto Murillo.

O ministro ainda acrescentou que o avião presidencial do país sul-americano está disponível para facilitar o retorno dos migrantes que deveriam chegar horas antes nos aviões militares dos EUA.

*AE


A reunião “provavelmente” deve ocorrer dentro de duas semanas, mas os detalhes ainda estão sendo acertados, e o encontro não está “totalmente fechado”

Benjamin Netanyahu tenta organizar reunião com Trump em Washington

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, busca agendar um encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Washington, conforme informou seu porta-voz, Omer Dostri, à CNN no sábado (25).

Segundo Dostri, a reunião “provavelmente” deve ocorrer dentro de duas semanas, mas os detalhes ainda estão sendo acertados, e o encontro não está “totalmente fechado”. A CNN entrou em contato com o governo Trump para obter um posicionamento. A possível reunião acontece logo após o acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas para a libertação de reféns, episódio pelo qual tanto Trump quanto o ex-presidente dos EUA, Joe Biden, reivindicaram o crédito.

Após a libertação de quatro mulheres soldados no sábado, o Hostages and Missing Families Forum agradeceu a Trump, destacando que sua “intervenção foi fundamental para mudar a trajetória dessas negociações”. Netanyahu também parabenizou Donald Trump por sua segunda posse, realizada na última segunda-feira (20).

Informações Metro1


Proposta é do democrata Bradford Blackmon

Bradford Blackmon Foto: Reprodução/ Print de vídeo YouTube 16 WAPT News Jackson 

Nos Estados Unidos, o senador democrata Bradford Blackmon, do Mississippi, apresentou um projeto de lei para tornar ilegal quaisquer ejaculações sem intenção de “fertilizar um embrião”. A proposta foi apresentada na última segunda-feira (20).

Com o nome de Lei Contracepção Começa na Ereção, o projeto visa a proibição da masturbação e outras atividades sexuais que envolvam “expelir material genético (esperma) sem intenção de fertilizar um embrião”.

Blackmon está em seu primeiro mandato. Por meio de nota à WLBT News, ele disse que o projeto visa trazer os homens para o debate sobre contracepção, que é sempre focado nas mulheres.

– Em todo o país, especialmente aqui no Mississippi, a maioria das leis relacionadas à contracepção e ao aborto focam no papel do mulher, quando os homens são 50% da equação – declarou.

O descumprimento da lei resultaria em multas de 1 mil dólares (R$ 5,92 mil) em uma primeira infração; 5 mil dólares (R$ 29,58 mil) em uma segunda; e 10 mil dólares (R$ 59,16 mil) em infrações subsequentes. Porém, há exceções para casos de doação de esperma ou uso contraceptivo. As informações são do Poder360.

Informações Pleno News


As quatro mulheres são soldados e foram sequestradas pelo Hamas. São elas: Karine Ariev, Daniella Gilboa, Liri Albag e Naama

Foto colorida reféns libertadas pelo Hamas

O Hamas libertou, na manhã deste sábado (25/1), quatro mulheres israelenses que foram mantidas em cativeiro por 15 meses. A ação faz parte de um acordo de cessar-fogo na Faixa de Gaza.

As quatro mulheres são soldados e foram sequestradas pelo Hamas. O grupo invadiu a base do Exército israelense de Nahal Oz durante o ataque a Israel em 7 de outubro de 2023.

As reféns libertadas são: Karine Ariev, Daniella Gilboa, Liri Albag e Naama Levy (foto em destaque).

Com os pais, elas embarcaram em um helicóptero da Força Aérea Israelense para seguir até o hospital, onde serão reunidas com o restante de suas famílias e receberão tratamento médico.

No último fim de semana, o Hamas entregou as primeiras reféns: duas israelenses e uma britânica com cidadania israelense, totalizando três entre os 33 previstos.

Regras definidas

O acordo entre Israel e o Hamas foi negociado por três países mediadores – Catar, Egito e Estados Unidos –, com um cessar-fogo em três etapas. A primeira delas, com duração de seis semanas, determina a troca de 33 reféns israelenses por um total de 737 detentos palestinos.

Também fica autorizada a entrada de 600 caminhões por dia, com ajuda humanitária para o território palestino. No último sábado (18/1), o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ressaltou que o cessar-fogo é “provisório” e que Israel se dá “ao direito de retomar a guerra se necessário, com o apoio dos Estados Unidos”.

Informações Metrópoles