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Além de bilhões de dólares nas contas bancárias, empresários têm outra característica comum: buscar lugares paradisíacos e longe das ‘pessoas comuns’

O bilionário Jeff Bezos, dono da Amazon, durante lazer em seu iate | Foto: Reprodução/Instagram
O bilionário Jeff Bezos, dono da Amazon, durante lazer em seu iate | Foto: Reprodução/Instagram

O fim de ano apresenta um roteiro em comum: bilionários partem em direção a destinos caríssimos para aproveitar o tempo com as suas famílias e encontrar outros bilionários para trocar ideias sobre resultados e formas de multiplicar ainda mais os seus negócios.

A bordo de iates ou depois de algum trajeto em jatinhos de luxo particulares, muitos deles procuram locais bem conhecidos. No entanto, são lugares paradisíacos e principalmente inacessíveis a quem não tem uma conta bancária com mais de 10 dígitos.

Bilionários exigem exclusividade, diz consultor

Em entrevista à revista Business Insider, Winston Chesterfield, fundador de uma empresa de consultoria focada em luxo e riqueza, diz: “Eles estão indo para lugares exclusivos. Preferem resorts privados onde fiquem isolados do resto do planeta.”

O iate Koru de Jeff Bezos, dono da Amazon (fortuna de US$ 238,5 bilhões), está flutuando no Mar do Caribe, conforme o rastreador de navios Marine Traffic. O Whisper de Eric Schmidt, CEO da Google (fortuna de US$ 28,5 bilhões) vai para Barbados. Enquanto isso, o Odessa II do investidor Len Blavatnik (US$ 28,5 bilhões em patrimônio) atracou em Antígua.

O destino: San Barth, uma ilha do Caribe 

Assim que seus donos bilionários estiverem a bordo, vários desses navios provavelmente seguirão para St. Barth, ou São Bartolomeu. “Se você quer ter os pés na areia e comer um croissant como se estivesse em Paris, St. Barth é o lugar certo”, afirma Elisabeth Brown, diretora de uma associação de serviço receptivo de luxo, a Knightsbridge Circle.

Conhecida por sua exclusividade em hotéis, gastronomia e cenários paradisíacos, a ilha tem sido a favorita entre os bilionários há décadas. Rockefellers e Rothschilds construíram propriedades lá em meados dos anos 1900.

Bezos, Jordan e diárias de R$ 30 mil

Em 2023, Bezos, sua noiva, Lauren Sánchez, e o ex-astro do basquete Michael Jordan foram vistos em St. Barth. Assim como o dono da produtora DreamWorks Records, David Geffen, que estava a bordo do superiate Rising Sun.

Para aqueles que não se hospedam em barcos, hotéis de luxo como o Eden Rock e o Cheval Blanc, do bilionário Bernard Arnault (dono da LVMH), vendem diárias pelo equivalente a R$ 30 mil a diária nesta época do ano. No entanto, é possível encontrar opção mais “baratas”, com hotéis que cobram “apenas” R$ 18 mil a diária. “É impossível se hospedar ali a menos que você seja realmente rico”, diz Chesterfield.

Informações Revista Oeste


Representação diplomática abriga asilados da oposição a Maduro

venezuela lula
O presidente Lula, durante visita do ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, no Palácio do Planalto – 31/05/2023 | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

No sábado 21, um grupo de 27 ex-chefes de Estado denunciou uma invasão armada da ditadura de Nicolás Maduro à Embaixada da Argentina na Venezuela.

A representação diplomática passou para a custódia do Brasil em agosto, depois de Maduro e o presidente da Argentina, Javier Milei, cortarem relações, em virtude da fraude que o chavismo praticou na eleição.

O local, que fica em Caracas, abriga os asilados da oposição Magalli Meda, Pedro Urruchurtu, Héctor Villalobos, Omar González e Claudia Macero.

Esse grupo afirma que um dos asilados, Fernando Martínez Motolla, foi entregue à ditadura para que “incrimine seus companheiros por atividades golpistas.” A declaração afirma que não foi concedia proteção a Motolla enquanto ele aguardava por um salvo-conduto para deixar o país em segurança.

Assédio à Embaixada da Argentina na Venezuela

Javier Milei, presidente da Argentina, gesticula de uma varanda da Casa Rosada, Casa do Governo em Buenos Aires, Argentina | Foto: Reuters/Agustin Marcarian

Durante meses, o regime tem assediado o local com cortes de energia e, mais recentemente, de água.

Conforme o documento, a invasão armada à sede diplomática é uma “violação da Convenção de Viena sobre relações diplomáticas” e tem como objetivo “pressionar os asilados com falta de suprimentos e isolamento”. O texto observa ainda que a polícia impede a entrada de alimentos ao local.

Informações Revista Oeste


Presidente da Rússia também afirmou que a decisão de invadir o país vizinho deveria ter sido tomada antes

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Vladimir Putin é o presidente da Rússia, país que invadiu a Ucrânia em fevereiro de 2022 | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons/Reprodução

O presidente russo, Vladimir Putin, admitiu recentemente que a invasão da Ucrânia, iniciada em fevereiro de 2022, não foi bem preparada. Durante uma coletiva de imprensa em Moscou, ele afirmou que a operação militar deveria ter começado antes e com uma preparação mais sistemática. 

“A decisão [de invadir] deveria ter sido tomada antes, e deveríamos ter nos preparado mais sistematicamente”, disse.

No dia 24 de fevereiro de 2022, quando as tropas russas atacaram a Ucrânia, muitos analistas acreditavam que Kiev poderia ser tomada em poucos dias. 

No entanto, a resistência ucraniana, junto com erros estratégicos russos, como falhas em linhas de suprimento e táticas desatualizadas, frustraram essas expectativas. 

Putin também falou pela primeira vez sobre como a guerra o impactou pessoalmente, afirmando: “Eu comecei a fazer menos piadas e quase parei de sorrir. Esses anos foram de tribulação para o país, e para mim também.”

Putin diz que situação está mudando “drasticamente em favor da Rússia”

Vladimir Putin discurso anual fala sobre Síria
Vladimir Putin concedeu a coletiva anual nesta quinta-feira Foto: Grigoriy Sisoev/RIA Novosti

Apesar das dificuldades enfrentadas por suas tropas, Putin afirmou que “a situação está mudando drasticamente” em favor da Rússia na Ucrânia, refletindo os avanços desde fevereiro, especialmente no leste ucraniano. 

Na quinta-feira 19, ele anunciou a captura de mais duas vilas na região de Donetsk. Putin também expressou estar disposto a negociar, mas culpou a outra parte por não querer dialogar. “A política é a arte da acomodação. O problema é que o adversário se recusou a negociar”, afirmou.

A tradicional coletiva de imprensa anual de Putin, ocorrida desde 2001, reuniu cerca de 500 jornalistas e durou 4 horas e 30 minutos. 

Durante o evento, ele foi confrontado por questões de jornalistas ocidentais como Keir Simmons, da NBC, que o questionou sobre sua liderança, mencionando que Putin seria “um líder mais fraco” por não ter alcançado seus objetivos na Ucrânia. 

Putin rebateu as críticas, afirmando que a Rússia “é verdadeiramente soberana e está mais forte hoje”. Ele citou Mark Twain: “Os rumores da minha morte foram altamente exagerados”, referindo-se à Rússia.

Presidente da Rússia desafia Estados Unidos

Putin desafiou os Estados Unidos a um “duelo tecnológico”, utilizando o novo míssil balístico Orechnik contra sistemas de defesa antiaérea ocidentais em Kiev. 

Ele afirmou que esse exercício seria benéfico para ambos os lados, destacando as capacidades do Orechnik, que possui ogivas múltiplas e um alcance de 5.500 km. Ele mencionou que testes anteriores, incluindo um em Dnipro, impressionaram analistas.

Além disso, Putin comentou sobre o assassinato do general Igor Kirillov, morto por um patinete-bomba em Moscou, classificando o ato como terrorismo. Ele reconheceu a necessidade de corrigir “erros” de segurança que permitiram o ataque. 

Durante a coletiva, uma questão veio de uma moradora da região de Kursk, chamada Tatiana, que perguntou quando poderia voltar para casa. Putin assegurou que a reconstrução virá, mas não deu uma data específica.

Informações Revista Oeste


Em uma publicação na Truth Social, Donald Trump disse que o plano de anexar o Canadá é uma “ótima ideia”

O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump.

O presidente eleito nos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a falar sobre seu desejo de que o Canadá deixe de ser um país e passe a ser uma nova região do território norte-americano. O comentário foi publicado pelo republicano na Truth Social, na quarta-feira (18/12).

“Ninguém pode responder por que subsidiamos o Canadá em mais de $100.000.000 por ano? Não faz sentido! Muitos canadenses querem que o Canadá se torne o 51º estado”, disse Trump. “Eles economizariam muito em impostos e proteção militar. Acho que é uma ótima ideia. 51º estado!!!”

No fim de novembro, o novo mandatário dos EUA já havia sugerido a ideia de anexar o Canadá durante um encontro com o premiê do país, Justin Trudeau,no resort de Mar-a-Lago.

A ameaça de Trump surge em meio a um momento de turbulência para Trudeau, que enfrenta pressão interna após a vice-premiê e ministra das Finanças Chrystia Freeland pedir demissão.

Freeland anunciou que a decisão foi tomada por discordâncias com Trudeau sobre como o Canadá deve enfrentar a ameaça de Trump, que prometeu aplicar tarifas de 25% aos produtos vindos do país. Desde então, o premiê canadense é pressionado a renunciar ao cargo.

Informações Metrópoles


Dominique Pelicot, de 72 anos, admitiu as acusações durante o julgamento, que durou três meses

Dominique Pelicot reconheceu os crimes durante o julgamento | | Foto: Sarah Meyssonnier/Reuters
Pelicot reconheceu os crimes durante o julgamento | | Foto: Sarah Meyssonnier/Reuters

O tribunal da França condenou nesta quinta-feira, 19, Dominique Pelicot. Ele foi declarado culpado por drogar e violentar sexualmente sua mulher durante quase dez anos. Além disso, permitiu que dezenas de desconhecidos cometessem os mesmos atos em sua casa enquanto ela estava inconsciente.

Os promotores pediram 20 anos de prisão para Pelicot. O caso gerou indignação mundial e transformou a vítima, Gisèle Pelicot, em um símbolo de força e determinação. Entre os envolvidos, o tribunal declarou culpados os primeiros 20 dos 50 réus que participaram dos crimes. As penas para esses homens variam entre quatro e 18 anos. O tribunal deve anunciar o veredito dos outros réus ainda nesta quinta-feira.

Dominique Pelicot, de 72 anos, admitiu as acusações durante o julgamento, que durou três meses. Ele pediu desculpas à família. Em contrapartida, muitos dos outros acusados negaram o estupro. Eles alegaram acreditar que participavam de um jogo sexual consensual planejado pelo casal. Também defenderam que, com a aprovação do marido, os atos não poderiam ser considerados estupro.

Pelicot negou essa versão. Ele afirmou que os homens, de diferentes origens e profissões, sabiam que sua mulher estava inconsciente e sem consciência do que acontecia. Gisèle Pelicot, também de 72 anos, abriu mão do anonimato durante o julgamento. Ela pediu que os vídeos do abuso, gravados pelo ex-marido, fossem exibidos no tribunal. Sua intenção era incentivar outras mulheres a denunciar casos semelhantes.

O julgamento de Dominique Pelicot gerou vários protestos na França

O julgamento gerou protestos em várias regiões da França. Manifestantes se mobilizaram em apoio à vítima. O caso também reacendeu discussões sobre mudanças na legislação de estupro no país. A lei atual não especifica que o consentimento é obrigatório.

Durante as audiências, Gisèle enfrentou os agressores com firmeza. Ela negou qualquer suposição de que teria consentido com os atos. 

“Decidi não ter vergonha, não fiz nada de errado”, disse a vítima durante um testemunho em outubro. “Eles são os que devem ter vergonha.”

Os filhos do casal, David, Caroline e Florian, estiveram no tribunal para apoiar a mãe. Eles repudiaram as ações do pai.

Informações Revista Oeste


Credito: NASA/Isaac Watson/Creative Commons

Os astronautas Barry “Butch” Wilmore e Suni Williams, que estão em missão no espaço há mais de seis meses, terão sua permanência prolongada novamente. Segundo um comunicado da NASA nesta terça-feira (17), o retorno da dupla à Terra foi adiado para o final de março. Inicialmente, a previsão era de que voltassem em fevereiro.

Quando embarcaram em 5 de junho no voo inaugural da Boeing com destino à Estação Espacial Internacional, o plano era que os dois pilotos de teste permanecessem no espaço por apenas uma semana.

Como as missões espaciais da Nasa são afetadas por atrasos?

Nasa / Créditos: depositphotos.com / sergey.miami2you.com

Os atrasos nas missões espaciais não são meramente inconvenientes; eles têm efeitos em cascata nas operações da ISS e nas agendas de treinamento dos astronautas. A NASA, por exemplo, busca manter transições suaves entre tripulações na ISS, um processo que requer sincronização precisa de tempos de lançamento e de retorno. A decisão de adiar o lançamento de uma nova tripulação da SpaceX para março demonstra a complexidade de coordenar essas movimentações de pessoal.

Além disso, a escolha da NASA de trazer os astronautas de volta ao solo utilizando a Crew Dragon da SpaceX, em vez da Starliner, ressalta a necessidade de ter sempre opções de backup confiáveis. Essa flexibilidade operacional é essencial para mitigar os riscos e assegurar que as missões continuem a cumprir seus objetivos científicos e de segurança.

Quais são os obstáculos enfrentados pela Boeing e SpaceX?

A Boeing se deparou com dificuldades inesperadas em relação aos sistemas de propulsão da Starliner, situação que foi monitorada pela NASA devido a questões de confiabilidade. Esses obstáculos resultaram em esforços contínuos de testes para garantir a segurança dos astronautas no retorno à Terra. A principal preocupação era a incapacidade do Starliner de gerar impulso suficiente para a reentrada segura na atmosfera terrestre.

Por outro lado, a SpaceX, liderada por Elon Musk, tem desempenhado um papel crucial no transporte espacial com sua espaçonave Crew Dragon. Embora a empresa também tenha enfrentado seus próprios desafios técnicos, sua habilidade para adaptar planos rapidamente permitiu que continuasse seus lançamentos em um cronograma mais flexível, uma característica que tem consolidado sua posição no setor espacial dos Estados Unidos.

Quais são as lições aprendidas com essas missões espaciais?

As experiências recentes com a Boeing e a SpaceX oferecem valiosas lições para o futuro da exploração espacial comercial. Em primeiro lugar, destacam a necessidade de investimentos contínuos em pesquisa e desenvolvimento tecnológico para melhorar a confiabilidade dos sistemas espaciais. Em segundo lugar, reforçam a importância de parcerias entre empresas privadas e agências governamentais na superação de obstáculos operacionais e técnicos.

Finalmente, essas missões também ressaltam a resiliência necessária para lidar com os imprevistos inerentes às viagens espaciais. Desde a capacidade de adaptação a mudanças de última hora até a implementação de soluções inovadoras para problemas complexos, a indústria espacial continua a enfrentar e superar desafios, impulsionando a humanidade rumo a novas fronteiras.

Informações TBN


Idade foi diminuída de 21 para 18 anos

Javier Milei Foto: EFE/EPA/ANDRE PAIN

O presidente da ArgentinaJavier Milei, reduziu de 21 para 18 anos a idade mínima para que os cidadãos possam ter acesso a armas de fogo. A medida foi oficializada em um decreto publicado no último dia 9 de dezembro. A decisão, de acordo com o governo, visa adequar a regulação sobre armas com a maioridade no país, que é obtida aos 18 anos, e não mais aos 21, desde 2009.

– Aos 16 anos, eles podem votar. Aos 18, podem ir para a guerra, formar uma família ou integrar forças de segurança. E, por incrível que pareça, em qualquer idade eles podem escolher uma mudança de sexo que os marcará para sempre. Então, por que aos 18 anos não poderiam ser usuários ou portadores legítimos de uma arma? – indagou Patricia Bullrich, ministra da Segurança.

O governo argentino destacou que a mudança “reafirma a capacidade dos cidadãos adultos para ter acesso, sob estritos requisitos legais, à condição de legítimos usuários de armas de uso civil” e que ela “procura garantir uma aplicação uniforme dos direitos e responsabilidades” estabelecidos nas leis vigentes no país.

Apesar da mudança de idade, a norma ainda exige que o cidadão não apresente anormalidades psíquicas ou físicas que o incapacite para a posse de arma, além de comprovar domicílio, identidade e meios de vida lícitos, com comprovantes de renda.

Informações Pleno News


General Igor Kirillov, do Ministério da Defesa da Rússia, em imagem de fevereiro de 2023 — Foto: Serviço de Imprensa do Ministério da Defesa da Rússia / via AP

General Igor Kirillov, do Ministério da Defesa da Rússia, em imagem de fevereiro de 2023 — Foto: Serviço de Imprensa do Ministério da Defesa da Rússia / via AP 

O general Igor Kirillov, chefe das Forças de Defesa Nuclear, Biológica e Química da Rússia, morreu nesta terça-feira (17) após uma explosão em Moscou, informou o Comitê de Investigação russo. A explosão também matou um assessor do general. Assista a explosão no vídeo acima

“Um artefato explosivo colocado em uma scooter estacionada perto da entrada de um imóvel residencial foi ativado na avenida Riazanski em Moscou”, disse o comitê em um comunicado. “O comandante das forças russas de defesa radiológica, química e biológica, Igor Kirilov, e seu adjunto morreram”, acrescentou.

A bomba foi ativada à distância e tinha cerca de 300g de TNT, reportou a agência estatal russa Tass. “Investigadores, peritos forenses e serviços operacionais estão trabalhando no local da explosão”, acrescentou a agência. A explosão, ocorrida quando Kirillov deixava o edifício, danificou a entrada e várias janelas dos apartamentos. 

Uma fonte do Serviço de Segurança da Ucrânia, o SBU, confirmou à agência de notícias Reuters que a agência de inteligência ucraniana está por trás do ataque. “A liquidação do chefe das tropas de proteção radiológica e química da Federação Russa é obra do SBU”, disse a fonte. Fontes da BBC nos serviços de segurança ucranianos também afirmaram que o país está por trás da operação. 

O ataque desta terça foi o primeiro que teve como alvo uma autoridade russa desde o início da guerra, em 2022.

O SBU já havia acusado Kirillov de usar armas químicas proibidas durante a invasão militar russa em território ucraniano, que começou em fevereiro de 2022. 

Corpo do estirado no chão onde o general Igor Kirillov, chefe das Forças de defesa nuclear, biológica e química da Rússia, morreu após explosão em Moscou em 17 de dezembro de 2024. — Foto: AP Photo

Corpo do estirado no chão onde o general Igor Kirillov, chefe das Forças de defesa nuclear, biológica e química da Rússia, morreu após explosão em Moscou em 17 de dezembro de 2024. — Foto: AP Photo 

Segundo a Reuters, a imprensa ucraniana também credita à Ucrânia o ataque que matou o general russo. O governo ucraniano ainda não se manifestou oficialmente sobre o caso. 

O SBU afirma que registrou mais de 4.800 usos de armas químicas no campo de batalha desde fevereiro de 2022, especialmente granadas de combate K-1. 

Em maio, o Departamento de Estado dos Estados Unidos também afirmou que havia registrado o uso de cloropicrina, arma química utilizada pela primeira vez na Primeira Guerra Mundial, contra as tropas ucranianas. 

Kirillov, que foi nomeado chefe das forças de defesa nuclear da Rússia em abril de 2017, foi sancionado por vários países, incluindo Reino Unido e Canadá, por seu papel na Ucrânia.


De acordo com o processo, ex-presidente se envolveu com uma adolescente de 15 anos, com quem teria tido uma filha, em 2016

Evo Morales é acusado de tráfico de menor de idade | Foto: Sebastian Baryli/Flickr
Evo Morales é acusado de tráfico de menor de idade | Foto: Sebastian Baryli/Flickr

Ministério Público da Bolívia pediu a prisão do ex-presidente Evo Morales pelo crime de tráfico de menor, devido a um suposto acordo com os pais de uma adolescente de 15 anos. A ordem de prisão foi expedida em 16 de outubro, mas só veio a público nesta segunda-feira, 16.

A promotora Sandra Gutiérrez afirmou, em coletiva de imprensa, que pediu a prisão de Morales em razão do escândalo qu envolve o suposto abuso de uma menor de idade durante seu período como presidente (2006-2019).

Segundo ela, o caso não foi mencionado antes porque “é muito complexo”, por envolver um ex-mandatário. Ele já negou as acusações diversas vezes.

O caso remonta a 2015, quando Evo ainda ocupava a Presidência da Bolívia. Conforme consta no processo, ele teria se relacionado com uma menor de 15 anos, com quem teria tido uma filha, em 2016.

A promotoria afirma que os pais da menor a colocaram na “guarda juvenil” de Morales “com a única finalidade de ascender politicamente e obter benefícios […] em troca de sua filha menor”.

Com base nesses fatos, o Ministério Público apresentou nesta segunda-feira uma denúncia contra Morales e a mãe da suposta vítima, acusando-os de “tráfico de pessoas agravado”.

Evo Morales nega as acusações

Embora Morales tenha refutado anteriormente as denúncias, alegando que elas se baseiam em investigações de 2020 sob a acusação de estupro, a promotoria agora direciona o foco à acusação de tráfico.

Esta é a segunda ordem de prisão contra Morales relacionada ao mesmo caso. Em setembro, a mesma promotora já havia emitido a prisão, mas a defesa do ex-presidente conseguiu anulá-la por meio de um recurso judicial.

Informações Revista Oeste


O apresentador George Stephanopoulos acusou o empresário de estupro

Donald Trump Foto: EFE/EPA/ALLISON ROBBERT/POOL

A rede de notícias americana ABC News e o apresentador George Stephanopoulos concordaram em pagar 15 milhões de dólares (aproximadamente R$ 92,2 milhões) ao presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump. O acordo foi anunciado no último sábado (14) e resolve uma ação por difamação movida por Trump em julho deste ano, na corte do distrito sul da Flórida.

Trump processou Stephanopoulos por comentários feitos sobre o caso da escritora E. Jean Carroll, alegando que o apresentador sabia que as declarações eram falsas. Além do pagamento milionário, os documentos judiciais indicam que o valor será destinado à criação da Biblioteca Presidencial Donald Trump. A ABC também pagará 1 milhão de dólares (R$ 6,1 milhões) em honorários advocatícios e, junto com Stephanopoulos, fará declarações públicas de “arrependimento”.

Com o acordo, as partes evitaram um julgamento que estava prestes a começar. Trump acusava Stephanopoulos de afirmar falsamente que ele havia sido condenado por estuprar Carroll.

Em maio, um júri já havia responsabilizado Trump por abuso sexual contra Carroll em um caso ocorrido nos anos 90. Trump foi condenado a pagar 5 milhões de dólares (R$ 30,7 milhões) à escritora. Em outra sentença, foi ordenado o pagamento de mais 83,3 milhões de dólares (R$ 512 milhões) à escritora por difamação.

O juiz Lewis Kaplan, responsável pelos casos, explicou que o júri não considerou Trump culpado de estupro dentro da definição técnica da lei penal de Nova Iorque. Ele ressaltou que a definição legal de estupro é mais restrita do que o uso comum do termo em outros contextos.

*Com informações DW e EFE

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