A porta-voz da Casa Branca Kayleigh McEnany teve sua conta pessoal no Twitter bloqueada pela própria plataforma. Segundo a Casa Branca, o bloqueio aconteceu porque McEnany expôs uma suposta negociação entre Hunter Biden, filho do candidato democrata Joe Biden, e um executivo ucraniano.
– O Twitter bloqueou a conta pessoal da porta-voz da Casa Branca Kayleigh McEnany por ter compartilhado notícias que os democratas não gostam – disse uma publicação do governo dos EUA.
Antes de ser bloqueada, McEnany havia publicado a informação de que Hunter recebeu a proposta de um executivo ucraniano para que ele usasse “sua influência” nos EUA em favor de sua empresa. Em troca, haveria o pagamento de 50 mil dólares por mês ao filho de Biden. McEnany diz ainda que, na época da proposta, Joe Biden era responsável pelas relações diplomáticas com a Ucrânia e Hunter fazia parte do conselho da Burisma, a empresa comandada pelo executivo.
A denúncia compartilhada por McEnany é baseada em uma reportagem do portal de notícias The NY Post. O site diz ter obtido emails que comprovariam as propostas ao filho de Biden. Curiosamente, Facebook e Twitter censuraram o alcance da reportagem. Como resposta, Trump ameaçou retirar as proteções que as plataformas gozam nos Estados Unidos.
O bloqueio da conta da porta-voz é visto como uma reação às ameaças de Donald Trump e uma tentativa de abafar as denúncias contra Biden, que segue à frente do republicano, segundo as pesquisas eleitorais.
A OMS (Organização Mundial de Saúde) alertou nesta 4ª feira (14.out.2020) a possibilidade de grande parte da população só ser vacinada contra a Covid-19 em 2022. Para a entidade, não há como todos os habitantes do planeta serem imunizados em 1 único ano.
Na visão da OMS, também não há capacidade de produzir doses suficientes para abastecer o mundo todo em 2021. Para a entidade, os grupos prioritários para receber a vacina no próximo ano serão os profissionais de saúde, idosos e pessoas com vulnerabilidades. Juntos, esses grupos representam menos de 20% da população total do planeta.
A cientista-chefe da OMS, Soumya Swaminathan, disse que o mundo deve ter uma vacina em 2021.No entanto, ela afirma que o acesso será limitado e que uma “pessoa comum, jovem, talvez vai precisar esperar até 2022”.
Swaminathan ponderou que a esperança será de que, ao vacinar uma parcela da população, a taxa de mortalidade caia. Segundo ela, a vacina só vai gerar imunidade de rebanho, após 70% da população ser imunizada, o que equivale a 5 bilhões de pessoas.
A meta da OMS até o final do próximo ano, é vacinar 2 bilhões de pessoas, o que será a maior campanha de vacinação da história.
A diretora técnica da OMS, Maria van Kerkhove, insiste que não é necessário esperar uma vacina para controlar o vírus. Segundo ela, temos “instrumentos para impedir a transmissão”, citando países que conseguiram manter baixas as taxas de contaminação, mesmo sem a vacina.
Mesmo com o grande salto de novos casos nos últimos dias, a esperança da entidade é que agora as taxas de mortalidade sejam menores, porque médicos estão mais preparados e existem alguns tratamentos para pacientes mais graves. Além disso, nesse momento, são os jovens os mais atingidos pela doença e os diagnósticos têm sido dados cada vez mais cedo.
A OMS afirmou também que “nunca recomendou” 1 lockdown completo nos países e que sempre insistiu em 1 pacote de medidas para o enfrentamento da pandemia. A diretora técnica declarou que muitos países precisaram tomar a atitude de 1 fechamento completo para aliviar os sistemas de saúde sobrecarregados. “Alguns países não tiveram opção”, pontuou.
Kerkhove disse esperar que os governos, diante da segunda onda da doença, optem por medidas localizadas, em regiões mais afetadas.
Um menino de apenas 5 anos de idade reagiu a um assalto que aconteceu dentro de sua própria casa. David Johnson estava com a mãe, na sala de casa, quando quatro criminosos entraram no local. Armados, os bandidos levaram a mulher para outro cômodo e o garotinho atacou um dos bandidos, arremessando seus brinquedos contra ele e tentando abaixar a mão que segurava a arma.
O episódio aconteceu no dia 30 de setembro, em Indiana, nos Estados Unidos, mas somente agora foi divulgado. A mãe da criança, Tamika Reid, afirmou que os criminosos chegaram a atirar. Os suspeitos fugiram sem roubar nada e seguem foragidos.
– Meu pequeno herói estava firme em tentar acertar os caras. Eu só pensava em tirar ele de casa antes que fizessem algo com meu filho – declarou Tamika para um jornal dos Estados Unidos.
A polícia local lamentou o ocorrido e expôs a preocupação com David. Eles afirmaram que, agora, é trabalho deles defender a criança.
Uma cadela de 8 anos adotou dois filhotes de leão que estavam abandonados. A equipe do parque de leões do país, localizado na cidade russa de Vladivostok, após resgatar os filhotes, apostou na pastora-alemã Sandra para resolver a amamentação dos felinos.
“O leite de cadela é mais adequado para os filhotes de leão, pois contém todos os componentes necessários para o desenvolvimento normal de um filhote de leão.”
A ação deu certo e a cadela Sandra começou a amamentar os leõezinhos. Agora, a organização do parque planeja levá-los ao público já nos próximos dias. No entanto, ainda não há data definida, pois o processo depende do sucesso contínuo da situação nutritiva.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou estar “livre de medicação” durante uma entrevista transmitida pela televisão nesta sexta-feira (9), uma semana após ele ter sido internado devido ao coronavírus. Não ficou claro quando a entrevista foi gravada.
Trump também apresentou mais detalhes sobre sua luta contra a Covid-19.
O presidente norte-americano apareceu no programa Tucker Carlson Tonight, da Fox News, para uma “avaliação médica” no ar, como descreveu a Casa Branca. Essa “avaliação” foi feita a distância pelo médico Marc Siegel, colaborador da emissora.
“Agora mesmo estou livre de medicamentos, não estou tomando nenhuma medicação há provavelmente oito horas”, revelou Trump a Siegel.
Os médicos de Trump explicaram antes que deram ao presidente um agressivo coquetel de medicamentos, incluindo o esteroide dexametasona, usualmente associado a casos graves da Covid-19.
Trump afirmou ter refeito um teste de detecção do vírus.
“Voltaram a fazer testes em mim e ainda não vi os números, mas sei que estou na parte inferior da escala ou livre [do vírus]”, disse o presidente, que acredita que fará novos exames “provavelmente amanhã [sábado]”.
O presidente republicano revelou que a doença o deixou com energia reduzida e que não se sentia “muito vital”, mas que não tem problemas para respirar, embora tenha recibo oxigênio pelo menos duas vezes.
Trump garantiu não saber onde contraiu a doença, mas chamou o vírus de “altamente contagioso”. Isso é algo que se aprende, é uma doença contagiosa”, concluiu.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, poderá voltar a cumprir compromissos públicos a partir do sábado, informou ontem (8) o médico Sean Conley. De acordo com boletim, o republicano respondeu “extremamente bem” aos tratamentos contra a Covid-19.
Conley informou que é possível afirmar o retorno de Trump a atividades em público porque, no sábado, terão se passado 10 dias desde que o presidente recebeu diagnóstico positivo para o novo coronavírus. Isso está de acordo com as diretrizes dos Centros de Controle de Doenças dos EUA.
Segundo o boletim médico, não há nenhum sinal de progressão da doença desde que ele retornou à Casa Branca, na segunda-feira. O documento não diz se o presidente tem sintomas.
O presidente dos EUA recebeu tratamento com um coquetel antiviral ainda em fase de testes no país. Em vídeo, ele disse que “sente melhor do que 20 anos atrás” e pretende liberar esse medicamento — ainda sem eficácia completamente comprovada — a todos os americanos.
A China completou nesta quarta-feira 52 dias sem contágios pelo novo coronavírus dentro do país, segundo a Comissão Nacional de Saúde do país.
O órgão estatal informou que sete pessoas foram diagnosticadas ontem com Covid-19, mas elas são viajantes procedentes de outros países. Esses chamados “casos importados” foram registrados nas províncias de Sichuan (3), Guangzhou (2), Shanxi (1) e Xangai (1).
As informações são da agência de notícias internacional EFE
Um médico ginecologista é acusado de usar o próprio esperma para realizar inseminação artificial em suas pacientes, em uma clínica de fertilidade na Holanda. Segundo os autos, Jan Wildschut é pai biológico de pelo menos 17 crianças.
De acordo com o jornal NL Times, as mulheres acreditavam que o doador era anônimo. Os casos aconteceram entre os anos de 1981 e 1993, mas só vieram a público nesta terça-feira (6).
A clínica onde o ginecologista trabalhava classificou a conduta de Wildschut como “moralmente inaceitável”. A instituição não descarta a possibilidade de ele ser pai biológico de outros crianças. Wildschut morreu em 2009.
Os casos foram revelados depois que um dos filhos gerados por ele buscou DNAs que combinasse com o seu. Ele então recebeu uma amostra do material genéticos de uma sobrinha de Wildschut.
O hospital, a família do ginecologista e os filhos identificados trouxeram o caso à tona para dar mais transparência ao processo envolvendo a doação de esperma e a fertilização.
Apesar da conduta de Wildschut, as autoridades holandesas decidiram não abrir um inquérito para apurar o caso porque no período em que as fertilizações aconteceram não havia legislação sobre o tema.
Diagnosticado com covid-19, o presidente americano Donald Trump deixou por volta de 19h30 (horário de Brasília) desta segunda-feira (05/10) o hospital militar Walter Reed, na região da capital, Washington D.C.
Ele agora seguirá tratamento na Casa Branca, de onde apareceu tirando sua máscara e acenando logo após a alta.
Trump estava no hospital desde sexta-feira (02). Nos últimos dias, ele apresentou sintomas graves de covid-19, como febre alta e quedas de oxigenação no sangue que o obrigaram a receber oxigênio suplementar.
Confiante contra a Covid-19, após a volta à Casa Branca, sua conta no Twitter postou um vídeo com trilha sonora impactante e imagens de seu helicóptero voltando do hospital.
Mais cedo na segunda-feira, ele anunciou também no Twitter que seria liberado da internação no fim do dia e escreveu: “Não sintam medo da covid-19. Não a deixem dominar suas vidas”.
Em seu tratamento até o momento, Trump recebeu dois tipos de anticorpos monoclonais experimentais, o antiviral remdesivir e o corticoide dexametasona, usado apenas em casos graves de covid-19. Ele também precisou de oxigênio suplementar.
O time de profissionais da saúde responsáveis pela atenção a Trump contava com 13 médicos e enfermeiros, liderados por Sean Conley, um médico oficial da Marinha responsável pela atenção primária ao presidente.
Um vídeo publicado no Instagram pelo vice-presidente de tênis e calçados masculinos da Versace, Salehe Bembury, na última sexta-feira (2), chamou a atenção para mais uma cena de racismo policial nos Estados Unidos.
Ao entrar na loja da marca na Califórnia (EUA), Bembury foi abordado e revistado por policiais brancos. “Estou em Beverly Hills sendo revistado por comprar em uma loja da marca para qual trabalho porque sou negro”, disse o homem, no vídeo.
Em resposta o policial afirmou: “Você está criando uma narrativa completamente diferente”. Bembury encerra a conversa. “Vocês verificaram meus documentos. Tudo certo? Então posso ir embora”, completa.
Na legenda do vídeo, o dirigente da Versace escreve: “Em Beverly Hills enquanto negro. Estou bem. Meu espírito, não”.
A vice-presidente do grupo, Donatella Versace, desejou forças para Salehe Bembury, após compartilhar o vídeo publicado por ele. “Estou chocada que isso tenha acontecido com Salehe Bembury hoje. Ele é consultor da Versace há muito tempo e o que ele viveu é totalmente inaceitável. Ele foi parado na rua apenas pela cor de sua pele. Força @salehebembury. Enviando amor e apoio”, escreveu Donatella.