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Após liberação, brasileiras presas injustamente por tráfico comemoram em Frankfurt, na Alemanha - Divulgação Redes Sociais
Não Após liberação, brasileiras presas injustamente por tráfico comemoram em Frankfurt, na Alemanha Imagem: Divulgação Redes Sociais

Após deixarem a prisão nesta terça-feira (11), asbrasileiras detidas por engano vão passar a noite em Frankfurt, na Alemanha, e somente amanhã devem planejar a volta ao Brasil em reunião com as advogadas. As etiquetas com o nomes de ambas estavam em malas com cocaína.

O que se sabe

Depois que foram liberadas do presídio feminino na cidade alemã, a empresária Kátyna Baía e a veterinária Jeanne Paollini se encontraram com familiares e a advogada Luna Provázio — responsável pela defesa do casal no Brasil —, que viajaram para a Alemanha para encontrá-las.

Assim que soube que seria solta, Jeanne entrou em contato com a advogada de defesa Chayane Kuss por meio de um celular do Consulado-Geral do Brasil naquele país.

As goianas ainda não receberam os objetos pessoais que estavam na bagagem de mão durante a viagem do Brasil para Alemanha, onde elas fariam escala, mas foram detidas.Os pertences foram apreendidos.

Voltar à cena do aeroporto é algo traumatizante para elas. Amanhã, a gente se reúne para decidir sobre a volta.”
Chayane Kuss, advogada de defesa das brasileiras na Alemanha

Como ocorreu a soltura

O Ministério das Relações Exteriores anunciou no início da tarde a soltura das duas brasileiras. Elas foram presas pelas autoridades alemãs sob a suspeita de tráfico de drogas. Segundo as investigações da Polícia Federal, ambas tiveram as malas trocadas por bagagens com cocaína.

O promotor alemão que cuida do caso arquivou o caso, após analisar vídeos e depoimentos enviados pelas autoridades brasileiras. 

Segundo o governo de Goiás, as brasileiras tiveram acesso a medicamentos (seguindo prescrição médica) e a audiência de custódia, que resultou na soltura delas, foi antecipada —conforme demandas levadas pelo Gabinete de Relações Internacionais às autoridades internacionais.

Informações UOL


O templo Kamakhya, em Guwahati, na Índia - Surjeet Yadav/AFP
O templo Kamakhya, em Guwahati, na Índia Imagem: Surjeet Yadav/AFP

Os presos, todos homens, decapitaram uma mulher em um templo hindu há quatro anos.

O que aconteceu:

Apesar de o crime ter ocorrido há quatro anos, a identificação precisa do corpo ocorreu apenas em janeiro. Shanti Shaw, à época com 64 anos, estava visitando um templo em Guwahati quando foi raptada e decapitada.

O ritual de sacrifício teria sido realizado em homenagem ao aniversário de morte do irmão de um dos homens. Cinco foram presos, mas, segundo a polícia de Guwahati, ainda há outros sete envolvidos a serem encontrados.

Desde 2014, foram registradas 103 mortes em rituais de sacrifício humano na Índia. Quando realizados, visam agradar deidades e deuses, e são mais comuns em áreas isoladas e/ou tribais.

Informações UOL


Ninguém da polícia, da administradora do prédio ou do governo verificou se a mulher estava viva ou morta, apesar das reclamações dos vizinhos.

Audrey diz que os vizinhos fizeram tudo o que podiam para alertar que algo havia acontecido com Sheila — Foto: BBC

Audrey diz que os vizinhos fizeram tudo o que podiam para alertar que algo havia acontecido com Sheila — Foto: BBC 

Atenção: esta reportagem contém detalhes perturbadores

O caso de uma mulher que morreu e cujo corpo ficou dois anos e meio dentro do seu apartamento — sem que ninguém descobrisse — revoltou moradores de um prédio em Londres

Eles moram em um prédio administrado por uma associação habitacional — entidades privadas e sem fins lucrativos que fornecem moradias de baixo custo a pessoas com necessidades financeiras no Reino Unido

A Peabody, associação habitacional que administrava o prédio em Londres, chegou a pedir que o governo pagasse diretamente o aluguel da moradora morta. Ninguém do governo, da polícia ou da administradora sequer checou se ela estava viva ou não, e o aluguel foi pago por meses. 

A BBC conversou com os moradores do prédio para tentar entender como uma pessoa pode morrer e, por mais de dois anos, ninguém descobrir o corpo. Os moradores estão avaliando se entram com um processo contra a Peabody. 

Audrey mora desde 2018 em Lord’s Court, um moderno bloco de apartamentos de três andares em Peckham, bairro no sul de Londres. 

Ela se lembra claramente do dia em que a polícia arrombou a porta do apartamento em frente ao dela. 

“Assim que a porta foi aberta, eu sabia que algo ruim havia acontecido. Você podia ver isso nos rostos dos policiais”, diz Audrey.

Dentro do organizado apartamento de um quarto, a polícia encontrou os restos mortais da secretária médica Sheila Seleoane, de 58 anos. O que havia restado dela era pouco mais que um esqueleto — vestida com calças de pijama azuis e uma blusa branca. A polícia disse que ela não foi assassinada. 

Dentro da geladeira, uma sobremesa deu um indício de quanto tempo seu corpo estava ali. A sobremesa havia expirado há dois anos e meio. 

Para os vizinhos de Sheila, há muito tempo era óbvio que alguma coisa estava errada. 

Semanas após a morte de Sheila, em agosto de 2019, Chantel*, que morava no apartamento logo abaixo, trocou as lâmpadas. Quando ela removeu a lâmpada velha, larvas caíram do teto. Nas semanas seguintes, o problema só piorou. 

“Havia larvas no quarto, na sala e no banheiro. E mais ou menos em todos os meus móveis”, lembra ela. “Você sentava no sofá e depois de um tempo encontrava uma larva esmagada”, diz ela. “Foi como viver em um filme de terror.” 

Chantel, que nos pediu para não usar seu nome verdadeiro, diz que ligou para a Peabody, a associação habitacional que administra o prédio, mas foi informada de que a entidade não lidava com larvas. 

“É muito triste que alguém possa estar em seu apartamento por tanto tempo e não ser encontrado. Ninguém estava sequer se esforçando para entrar em contato com ela”, diz ela.

Ela não foi a única vizinha a levantar preocupações ao longo dos meses seguintes. 

Audrey se lembra de voltar de uma viagem de trabalho e sentir um fedor desagradável “como o de um cadáver” ao pegar o elevador até o terceiro andar. 

“Isso me fez sentir mal”, diz ela. “Foi simplesmente horrível.” 

Um relatório identificou que houve várias 'oportunidades desperdiçadas' para se encontrar o corpo de Sheila — Foto: BBC

Um relatório identificou que houve várias ‘oportunidades desperdiçadas’ para se encontrar o corpo de Sheila — Foto: BBC 

Outros vizinhos do mesmo andar dizem que tentaram colocar toalhas e lençóis embaixo da porta para tentar impedir que o cheiro se alastrasse. 

“Não conseguíamos nem dormir no apartamento. Não dava nem para comer porque o cheiro era muito, muito ruim”, diz Donatus Okeke, que mora em um apartamento de dois quartos com sua esposa Evelyn e seus três filhos.

A todos, ficou claro que Sheila não estava mais morando no local. Sua correspondência começou a transbordar de sua caixa de correio e seu capacho — encostado em sua porta por faxineiros — nunca foi recolocado no seu lugar. 

Evelyn diz que ligou para a Peabody “muitas vezes”. 

Ela me mostra um registro escrito da primeira ligação — em 10 de outubro de 2019 — dois meses após a morte de Sheila. 

Iyesha, outra vizinha do mesmo andar, também procurou a Peabody várias vezes. “Eu continuei ligando dizendo que havia um cheiro de morte”, diz ela. “Ninguém veio.” 

Audrey diz que os vizinhos fizeram tudo o que podiam para alertar a associação habitacional. Ela diz ter ficado tranquilizada quando, na linha de atendimento ao cliente, a Peabody disse que alguém investigaria a situação. 

“Essa é a única coisa que eu lamento — que eu acreditei na Peabody. Eu lamento não ter chamado a polícia mais cedo, porque eu apenas confiei que eles iriam fazer algo.”

A Peabody disse à BBC que a associação ficou “arrasada” com o que aconteceu com Sheila e que foi “transparente sobre o que deu errado”. 

Sheila pagava o aluguel em dia desde que se mudara para o apartamento, em 2014 — Foto: BBC

Sheila pagava o aluguel em dia desde que se mudara para o apartamento, em 2014 — Foto: BBC 

Mas por que Sheila não foi descoberta antes de fevereiro de 2022? 

Depois que ela morreu, seu aluguel parou de ser pago. A Peabody enviou cartas, e-mails e mensagens de voz. Mas no ano seguinte, ninguém a visitou para ver como ela estava. Isso apesar de ela sempre pagar o aluguel em dia desde que se mudara para o apartamento em 2014. 

Em vez disso, sem ter falado com Sheila, a Peabody solicitou ao governo um benefício no nome dela. O auxílio é destinado a inquilinos que têm dificuldades para pagar suas contas. 

O pedido foi bem-sucedido, e em março — sete meses após a morte de Sheila — seu aluguel estava sendo pago pelo governo diretamente para a Peabody. 

Em abril de 2020, venceu o certificado de segurança do gás — uma obrigação anual para os proprietários. Quando os inspetores da Peabody não puderam entrar no apartamento, novamente ninguém da administradora fez nada. Em vez disso, a associação habitacional escreveu cartas para Sheila e depois cortou o fornecimento de gás. 

Um ano depois de sua morte, a Peabody finalmente visitou o prédio diante das inúmeras reclamações dos vizinhos. A associação pediu à polícia que verificasse como estava Sheila, mas quando os policiais bateram em sua porta e ninguém respondeu, a administradora decidiu que não tinha justificativa suficiente para entrar no apartamento. 

Um erro do operador da polícia agravou ainda mais o problema: uma mensagem falsa foi enviada à Peabody dizendo que Sheila havia sido avistada. Depois disso, foram mais 16 meses até que o corpo de Sheila fosse descoberto. A polícia de Londres pediu desculpas e disse que o operador responsável só não foi investigado porque já havia se aposentado. 

Ainda assim, diante de diversas evidências e reclamações, em nenhum momento ninguém da Peabody havia tentado visitar Sheila. 

Um relatório independente encomendado pela Peabody afirma que houve várias “oportunidades desperdiçadas” de se encontrar o corpo de Sheila antes. 

O documento disse que a metodologia de trabalho de Peabody fez com que todos os incidentes — como as reclamações dos vizinhos e a verificação de segurança de gás — fossem tratados isoladamente.

A associação habitacional “parece não ter percebido os gatilhos, ouvido… os vizinhos ou ligado os pontos”, diz o relatório. O documento diz que a Peabody tem uma cultura burocrática e “orientada por metas” que “não coloca o cliente no centro das suas ações”. 

Outro problema é que poucos gerentes da Peabody supervisionavam muitos imóveis, e não davam conta de todos os problemas. 

As associações habitacionais costumam dividir os apartamentos e casas que administram em grupos. Cada grupo tem um gerente de bairro ou oficial de habitação cujo trabalho é lidar com os problemas e preocupações dos residentes. 

Mas, enquanto os tamanhos típicos desses grupos são de 250 a 500 propriedades, na Peabody cada gerente supervisionava de 800 a mil propriedades naquela época. 

A Peabody disse à BBC News que, desde que o corpo de Sheila foi encontrado, a entidade reduziu o tamanho médio dos seus grupos para cerca de 500 propriedades. 

Os vizinhos de Sheila em Lord's Court dizem que ela era "reservada" e "tímida", mas amigável — Foto: BBC

Os vizinhos de Sheila em Lord’s Court dizem que ela era “reservada” e “tímida”, mas amigável — Foto: BBC 

Charlie Trew, da organização não-governamental Shelter, diz que as associações habitacionais estão sob pressão crescente por causa de “problemas fundamentais com o modelo de financiamento”. 

Ele disse que os cortes do governo desde 2010 forçaram as associações habitacionais a encontrar financiamento alternativo, muitas vezes por meio da construção e venda de casas particulares para financiar o custo de construção de casas sociais. 

“Isso resulta em uma experiência pior para o inquilino, porque essas associações habitacionais estão cada vez mais focadas no desempenho financeiro de sua organização do que na experiência do inquilino”, diz ele. 

Um porta-voz do Departamento de Habitação, Comunidades e Governo Local disse: “O trágico evento em torno da morte de Sheila Seleoane joga luz nos impactos totalmente devastadores dos administradores sociais que ignoram seus inquilinos”. 

Charlie Trew, da Shelter, diz estar preocupado com o fato de que, à medida que as associações habitacionais se fundem e se concentram mais no lucro, os inquilinos às vezes podem ser tratados como “um problema, ou uma questão, uma tarefa da qual precisam se livrar”. 

“Essa cultura fundamental precisa mudar para que as associações habitacionais, mais uma vez, priorizem a saúde e o bem-estar de seus inquilinos, ouçam-nos e sintam que têm o dever de cuidar para garantir que seus inquilinos tenham uma vida feliz e gratificante.”

Outro fator que explica por que Sheila não foi encontrada antes é a sua solidão. 

Um vídeo de seu funeral mostra apenas uma pessoa parada na frente de um crematório vazio — seu meio-irmão Viktor, que disse que não falava com ela há anos. Outra pessoa — um representante da Peabody — chegou atrasada. 

Nenhuma outra família. Nenhum amigo. 

Sheila trabalhava para uma agência, então é provável que ela não tivesse um local de trabalho fixo ou colegas. 

E pesquisas online revelam uma presença muito limitada nas redes sociais. Uma postagem no Facebook de 2012 sugere que ela estava procurando por um antigo amigo de escola com quem havia perdido contato. “Não consigo me lembrar do seu endereço e cometi o erro de não anotá-lo”, escreveu ela. Ninguém respondeu. 

O Escritório de Estatísticas Nacionais diz que cerca de 7% dos adultos britânicos se sentem solitários com frequência. 

Alguns estudos científicos sugeriram que a solidão pode aumentar a chance de uma morte prematura. 

Não sabemos como Sheila morreu, mas seus registros médicos sugerem várias complicações de saúde. 

Seus vizinhos dizem que ela era “reservada” e “tímida”, mas amigável. Eles a cumprimentavam na escada, mas não a conheciam. 

“Isso me fez olhar para meus vizinhos e minha comunidade de uma maneira diferente”, diz Audrey. “Devemos realmente cuidar das outras pessoas.”

Em nota, a Peabody disse que não fez o suficiente para entender a situação. 

“Escrevemos e telefonamos repetidamente sem reconhecer que isso não era suficiente”, disse um porta-voz. 

A Peabody disse que mudou a forma como investigava as reclamações. A cobrança do aluguel e as verificações de segurança do gás também mudaram como resultado do caso de Sheila. 

A organização admitiu que seu relacionamento com os moradores de Lord’s Court era ruim e disse que pediu desculpas a eles. 

Apesar dos esforços da Peabody para melhorar, os vizinhos de Sheila ainda se dizem traumatizados. A BBC descobriu que eles estão conversando com advogados e avaliando processar a Peabody. 

Audrey diz que o prédio desencadeia memórias horríveis daqueles dois anos e meio vivendo a poucos metros de um cadáver e suas múltiplas tentativas de alertar a Peabody. 

“Eu sempre me perguntei o que estava acontecendo atrás daquela porta”, diz ela. 

“Eles não sabem as noites sem dormir que passamos depois disso e como isso nos afetou”, diz Audrey. “Ainda me afeta toda vez que saio de casa — vejo o apartamento de Sheila e me lembro constantemente do que aconteceu lá.”

Evelyn e sua família também estão tentando ir embora. Desde que o corpo de Sheila foi descoberto, o filho de 12 anos de Evelyn, Chialuzue, tem tido insônia e seu desempenho na escola piorou. Ela atribuiu ao que aconteceu com Sheila. 

“Estamos sendo negligenciados. Eles não se importam conosco. Eles só se preocupam com o dinheiro e nada mais”, diz ela. 

A Peabody disse que havia uma escassez desesperada de habitação social em Londres, mas que iria checar qual outro apoio poderia oferecer a Audrey e Evelyn. 

*Nome fictício, a pedido da entrevistada

Informações BBC


Dalai Lama causa polêmica após pedir para garoto ‘chupar a língua’ dele

Dalai Lama, líder espiritual do Tibete, se pronunciou após ter beijado na boca um rapaz e lhe ter pedido para “chupar a língua” durante um evento público, na Índia, no final de fevereiro. O vídeo foi partilhado nas redes sociais e gerou bastante polémica. 

Segundo o The Guardian, Tenzin Gyatso reuniu-se, no templo do Dalai Lama, em Dharamshala, com cerca de 100 jovens estudantes que tinham acabado de se formar na Fundação indiana M3M.

No vídeo que se tornou viral, um dos jovens estudantes do sexo masculino perguntou ao Dalai Lama se o podia abraçar. O líder espiritual pediu-lhe que subisse à plataforma e pediu ao menino para o beijar na cara. “Primeiro aqui”, disse.

“Aqui também”, pediu. O rapaz beijou-o na boca e, seguida, Dalai Lama disse: “E chupa-me a língua”, disse pondo a língua de fora. O rapaz mostrou a língua e foi-se embora enquanto o Dalai Lama ria.

Muitos dos comentários ao vídeo diziam que o comportamento tinha sido “inapropriado”, “escandaloso” e “nojento”. A controvérsia suscitou um pedido de desculpas do gabinete do Dalai Lama, que disse que o seu comportamento tinha sido “inocente e lúdico”.

“A sua santidade deseja pedir desculpa ao rapaz e à sua família, bem como aos seus muitos amigos em todo o mundo, pelo mal que as suas palavras podem ter causado. A sua santidade provoca frequentemente pessoas que encontra de uma forma inocente e brincalhona, mesmo em público e perante as câmaras. Ele lamenta o incidente”, disseram numa declaração, citada pelo The Guardian.

Informações TBN


Documentos secretos vazados mostram informações de espionagem dos EUA sobre a Rússia

Foto: Emile Ducke/The New York Times – 26/2/2023.

Documentos do Pentágono vazados nas redes sociais dariam uma ideia da extensão da penetração dos Estados Unidos nos serviços de inteligência da Rússia e sua capacidade de alertar a Ucrânia sobre os planos de Moscou e sua maquinaria de guerra. A revelação foi feita pelo jornal The New York Times neste sábado (8).

Os documentos, datados de final de fevereiro e início de março, falam sobre um exército russo esgotado após um ano de guerra contra a Ucrânia e um aparato militar profundamente comprometido. No entanto, também mostram que os EUA parecem estar espionando os principais militares e políticos da Ucrânia para obter informações sobre suas estratégias de combate.

NYT noticiou o vazamento dos documentos, agora investigado pelo FBI, detalhando os planos dos EUA e Otan para reforçar a ofensiva da Ucrânia na guerra contra a Rússia. Eles continham tabelas de futuras entregas de armas, dados sobre o efetivo de tropas e batalhões, bem como planos militares.

O Pentágono afirmou que está “analisando” a publicação dos documentos vazados nas redes sociais Twitter e Telegram, e ainda no site de imagens 4chan, com informações sobre Ucrânia, Oriente Médio e China.

As autoridades americanas destacaram que os documentos oferecem pistas sobre os métodos dos EUA para coletar informações sobre os planos russos, mas ainda não sabem se alguma de suas fontes de informação será cortada como resultado do vazamento.

A divulgação dos documentos complicou as relações com os países aliados e levantou questões sobre a capacidade dos Estados Unidos de manter seus segredos. O vazamento também pode afetar as relações diplomáticas com outros países, pois os documentos deixam claro que os EUA não estão apenas espionando a Rússia, mas também seus aliados, ainda segundo o jornal norte-americano.

Um alto funcionário dos EUA disse ao jornal que o Pentágono instituiu procedimentos nos últimos dias para “bloquear” a distribuição de documentos de informação altamente confidenciais.

Créditos: Gazeta do Povo.


Levantamento foi realizado durante todo o mês de março e concluído antes da acusação contra o ex-presidente Donald Trump

Pesquisa CNN: Chances de Biden ser reeleito em 2024 são mínimas

Foto: istoé

Pesquisa CNN: somente um terço dos americanos diz que Biden merece ser reeleito em 2024

Apenas um terço dos americanos diz que o presidente Joe Biden merece ser reeleito, de acordo com uma nova pesquisa da CNN conduzida pelo SSRS. Entre os membros do partido democrata, a maioria prefere ver outra pessoa como candidata à Presidência no ano que vem.

A pesquisa foi realizada durante todo o mês de março, outra pesquisa da CNN, divulgada na segunda-feira (3), realizada após a acusação de Trump, sugeriu que isso teve pouco efeito nas opiniões sobre o republicano.

levantamento de março sugere que, pouco antes da acusação, o aumento nas intenções de voto em Biden, que parecia ter sido desencadeado por democratas superando as expectativas nas eleições de meio de mandato de 2022, estagnou.

A pesquisa mostra que o índice de aprovação de Biden é de 42% no geral, com 57% de desaprovação. Em janeiro, 45% aprovavam e 55% reprovavam. Essa mudança está dentro da margem de erro da pesquisa e não é estatisticamente significativa.

Em questões importantes, os números de Biden também estão estagnados. Seus índices de aprovação para lidar com imigração (35% aprovam), economia (37%) e política de armas (37%) caem significativamente abaixo de seu índice geral de aprovação.

Sobre segurança nacional (44% aprovam) e o relacionamento dos EUA com a China (40% aprovam), esses números são quase os mesmos de seu índice geral de aprovação. A única questão em que Biden supera significativamente sua posição geral é a política ambiental e, mesmo aí, a maioria desaprova (46% aprovam, 52% desaprovam).

A pesquisa também descobriu que as opiniões negativas sobre Biden persistem em vários atributos pessoais, com a maioria dizendo que ele não tem resistência e perspicácia para servir efetivamente como presidente (67%), não inspira confiança (65%), não é honesto e confiável (54%) e outros 54% acham que ele não se importa com pessoas como eles.

Informações TBN


Ele já foi indiciado no processo criminal, agora, o ex-presidente dos EUA deve ouvir quais são as acusações que vai enfrentar. No fim do dia, está programado um discurso na Flórida.

O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump vai se apresentar a uma corte de Justiça na cidade de Nova York nesta terça-feira (4) como parte de um processo criminal no qual ele é acusado de disfarçar registros contáveis para esconder um pagamento de US$ 130 mil dólares para uma atriz pornô (leia mais sobre o caso abaixo). 

Ele já foi indiciado (formalmente acusado) no processo criminal, e nesta terça-feira, espera-se que as seguintes etapas sejam cumpridas: 

O ex-presidente dos Estados Unidos já está na cidade de Nova York. Ele viajou na segunda-feira da Flórida, onde ele vive, para se apresentar à Justiça. A expectativa é que Trump se entregue voluntariamente. 

Os dois lados (a promotoria, que acusa Trump, e a defesa do ex-presidente) já fizeram alguns acordos para que os protocolos na Justiça sejam cumpridos 

Donald Trump chega à Trump tower em Manhattan — Foto: Reuters/Jeenah Moon

Donald Trump chega à Trump tower em Manhattan — Foto: Reuters/Jeenah Moon 

A Justiça pode fazer pequenas adaptações no protocolo porque o acusado é um ex-presidente dos EUA. O padrão, nessas situações, é que o acusado esteja algemado, mas dada a circunstância de Trump (e pelo fato de ele não representar um perigo físico aos presentes na corte), pode ser que ele fique com as mãos livres. 

A leitura das acusações

O ex-presidente será incluído no sistema da Justiça como acusado: ele será fotografado (nos EUA, essas fotos são conhecidas como “mugshots”), e suas digitais serão registradas. 

Segundo o jornal “Washington Post”, espera-se que Trump ouça as acusações às 14h15 de Nova York (15h15 de São Paulo). 

Oficialmente, ainda não se sabe quais são as acusações que a promotoria vai apresentar. Será nesse momento que isso se tornará público. 

O momento da acusação é, geralmente, a primeira vez que um acusado aparece no tribunal depois do indiciamento. 

O juiz que vai dizer a Trump quais são as acusações contra ele e também vai aconselhar o ex-presidente sobre o direito de ir a julgamento. 

Trump então terá a chance de fazer uma confissão de culpa (ao menos esse é o padrão para os acusados). 

Montagem mostra Stormy Daniels e Donald Trump — Foto: Ethan Miller, Olivier Douliery/AFP

Montagem mostra Stormy Daniels e Donald Trump — Foto: Ethan Miller, Olivier Douliery/AFP 

Trump não deve ficar preso

Espera-se que Trump deixe o tribunal depois disso. Não se sabe exatamente quais são as acusações contra ele, mas a expectativa é que nenhuma delas se enquadre nos crimes que exigem que o acusado tenha que ficar preso enquanto aguarda as etapas seguintes do processo. 

O ex-presidente dos EUA já até mesmo marcou uma entrevista coletiva na noite desta terça-feira em sua residência na Flórida. 

A expectativa é que, nesse momento, ele esteja acompanhado de apoiadores. Trump é um pré-candidato à presidência dos EUA pelo Partido Republicano, e o processo criminal vai ser um tema da temporada de eleições. 

O que é indiciamento nos EUA?

Por enquanto, Trump foi apenas indiciado. Na Justiça dos EUA, isso significa que uma pessoa foi acusada formalmente de um crime por um grande júri ou por um promotor público. O indiciamento é o resultado de uma investigação policial ou do FBI que reuniu evidências suficientes para sustentar a acusação. Ser indiciado não significa que a pessoa é culpada, mas apenas que há motivos para levá-la a julgamento. 

Qual é a acusação contra Trump?

Os detalhes das acusações ainda não foram divulgados, mas o caso em questão tem relação com um suposto pagamento de US$ 130 mil (cerca de R$ 682 mil, na cotação atual) feito por Trump à atriz Stormy Daniels nas semanas prévias às eleições de 2016, para que ela se mantivesse em silêncio sobre um suposto relacionamento extraconjugal que tiveram anos antes. Ele foi eleito naquele ano. 

O pagamento em si não seria ilegal, mas, na prática, o dinheiro foi justificado como honorário advocatício para um dos advogados de Trump, Michael Cohen —é essa tentativa de esconder a natureza do pagamento que pode ser considerada criminosa. Os promotores afirmam que foi uma falsificação de registro comercial. 

Além disso, o pagamento indireto também seria uma tentativa de esconder uma relação dos eleitores, afirmam os promotores. 

A principal testemunha do caso é justamente Cohen. Foi ele quem pagou o dinheiro para que Stormy Daniels ficasse em silêncio — de acordo com o advogado isso foi feito por ordens do próprio Trump. 

Os registros desse pagamento foram feitos por uma das empresas do ex-presidente, a Trump Organization. Só que, no balanço, a companhia afirma que o dinheiro foi gasto em despesas legais.

Informações G1


País não quitou a dívida de US$ 45 bilhões que tem com o órgão

O presidente da Argentina, Alberto Fernández, pouco depois de receber a faixa presidencial - 10/12/2019 | Foto: Divulgação/Instagram/Alberto Fernández

O Fundo Monetário Internacional (FMI) concedeu um empréstimo de quase US$ 5,5 bilhões à Argentina, na sexta-feira 31.  Em contrapartida, o órgão cobrou “medidas econômicas mais duras” para o país vencer a inflação de quase 100% ao ano, além de reduzir os níveis de pobreza e de desemprego.

Gita Gopinath, vice-diretora administrativa do FMI, levou em conta a situação dos hermanos, contudo, disse que “será necessário um pacote político mais robusto para salvaguardar a estabilidade e manter o papel de âncora do programa”. A vice-diretora advertiu para o cumprimento da meta de déficit fiscal de 1,9% do Produto Interno Bruno neste ano, vista como “importante”.

O país ainda não quitou a dívida de US$ 45 bilhões com o FMI. O valor foi obtido durante o governo Mauricio Macri, em 2018, na tentativa de tirar o país da situação econômica quase falimentar.

Empréstimo do FMI à Argentina e pobreza no país

Sob o comando dos peronistas Alberto Fernández e Cristina Kirchner, a pobreza na Argentina alcançou quase 40% em 2022 (cerca de 20 milhões de pessoas). Os dados foram divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec), na quinta-feira 30. O órgão portenho equivale ao nosso IBGE.

Conforme o Indec, a taxa de extrema pobreza ficou em pouco mais de 8% — quase 4 milhões de pessoas —, uma queda de 0,7 pontos porcentuais em relação ao primeiro semestre do ano passado. A quantidade, porém, deve aumentar, de acordo com as projeções do órgão.

Os números são um claro sinal de que a inflação de aproximadamente 100% está impactando a sociedade e a economia da Argentina, que deve entrar em recessão em 2023. Neste ano, o povo vai às urnas escolher um novo governo.

Informações Revista Oeste


Conhecer os parques da Disney, um sonho para muitos brasileiros, ficará mais caroImagem: Abigail Nilsson/ABC via Getty Images

Os vistos de não imigrantes que não necessitam de petição — ou seja, o apoio ou “patrocínio” de empresas ou indivíduos — como é o caso dos vistos de turistas (B1/B2) ficarão mais caros a partir de 30 de maio, anunciou o Departamento de Estado dos EUA nesta terça (28).

A taxa cobrada para a emissão do documento passará de US$ 160 (R$ 822,30) a US$ 185 (R$ 950,75), um aumento de cerca de 15,6%. No entanto, o valor final ainda é consideravelmente menor do que o sugerido pelo órgão em dezembro: US$ 245 ou R$ 1.259,10.

O último reajuste dos valores havia sido feito em 2012, embora parte da lista de vistos afetados pela atual tabela tenha sofrido alterações em 2014, segundo informações do jornal El País.

Outros vistos mudam de preço; quais são eles?

Os vistos de turista não foram os únicos que ganharam novos valores — os valores mudam também para intercambistas, viajantes a negócios, trabalhadores temporários, entre outros.

Os custos de candidaturas a vistos de classe H, L, O, P, Q, e R subirão de US$ 190 (R$ 976,45) a US$ 205 (R$ 1.053,55) um aumento de 7,9%. Já os BCCs (Cartão de Cruzamento de Fronteira, expedido para cidadãos mexicanos a partir de 15 anos) irão de US$ 160 (R$ 822,30) a US$ 185 (R$ 950,75) assim como os vistos de turistas — uma correção de 15,6%.

As taxas para a categoria E passarão de US$ 205 (R$ 1.053,55) para US$ 315 (R$ 1.618,85), uma variação de 53,7%. Anteriormente o procedimento que sofreria o maior aumento, a emissão de dispensa de visto de visitante de intercâmbio para dois anos de residência será mantida em US$ 120 (R$ 616,70) temporariamente. O reajuste foi adiado.

Confira qual é o seu tipo de visto não imigrante:Imagem: Divulgação/Embaixada dos EUA no BrasilImagem: Divulgação/Embaixada dos EUA no Brasil

Informações mais detalhadas também podem ser encontradas no site do Departamento de Estado, no Bureau of Consular Affairs.

Segundo o relatório disponibilizado no Federal Register com os detalhes das correções de valores, os custos são atualizados para cobrir os serviços consulares oferecidos, já que os valores atuais não estariam cobrindo a alta demanda pelos documentos.

O governo americano não acredita que turistas deixarão de viajar por causa das novas taxasImagem: william87/Getty Images/iStockphoto

O governo do presidente Joe Biden, após uma consulta aberta ao público que durou 60 dias (até 28 de fevereiro), revelou ter recebido questionamentos a respeito do impacto da alta dos vistos no turismo e, principalmente, na comunidade de estudantes internacionais.

Estas queixas resultaram nos aumentos mais modestos do que o previsto no fim de 2022. No entanto, o Departamento de Estado frisou que não acredita que as taxas que serão aplicadas a partir de 30 de maio impedirão que turistas e outros visitantes se candidatem para entrar no país.

Informações Nossa UOL


Ex-presidente responde por caso no qual, segundo promotores, pagou atriz pornô para ocultar relação extraconjugal com ela no ano de sua eleição.

Trump é indiciado em caso de suborno a atriz pornô

O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump foi indiciado nesta terça-feira (21) pelo caso envolvendo a atriz pornô Stormy Daniels. A decisão deve ser anunciada pela promotoria nos próximos dias, segundo o jornal “The New York Times”. 

O Ministério Público de Nova York já entrou em contato com os advogados de Trump para que o ex-presidente se entregue. Os defensores de Trump afirmaram à rede NBC que esperam que isso aconteça no começo da semana que vem. 

É a primeira vez na história que um ex-presidente dos EUA é indiciado na Justiça. 

Trump publicou uma declaração após a notícia do indiciamento na qual afirmou que é vítima de uma perseguição. Veja um trecho da declaração dele: 

“Isto é perseguição política e interferência eleitoral no mais alto nível da história. Desde o momento em que desci a escada rolante dourada da Trump Tower, mesmo antes de ser empossado como presidente dos EUA, os democratas da esquerda radical se envolveram em uma caça às bruxas para destruir o movimento Make America Great Again (torne os EUA grandes novamente)”.

Trump fala em interferência eleitoral porque ele é um dos pré-candidatos para a nomeação do Partido Republicano para presidente nas eleições de 2024. 

Ele também fez diversas críticas aos adversários políticos (leia mais abaixo). 

O que é indiciamento nos EUA?

Ser indiciado na Justiça dos EUA significa que uma pessoa foi acusada formalmente de um crime por um grande júri ou por um promotor público. O indiciamento é o resultado de uma investigação policial ou do FBI que reuniu evidências suficientes para sustentar a acusação. Ser indiciado não significa que a pessoa é culpada, mas apenas que há motivos para levá-la a julgamento. 

As acusações específicas serão anunciadas quando ele for formalmente indiciado. 

Manifestantes do lado de fora da Corte Criminal de Nova York pedem a condenação de Donald Trump, em 30 de março de 2023 — Foto: Jeenah Moon/Reuters 

Segundo a denúncia, Trump pagou US$ 130 mil (cerca de R$ 682 mil) à atriz nas semanas prévias às eleições de 2016, para que ela se mantivesse em silêncio sobre um suposto relacionamento extraconjugal

Ele foi eleito naquele ano. 

O pagamento não seria ilegal, mas, na prática, o dinheiro foi justificado como honorário advocatício para um dos advogados de Trump, Michael Cohen — é essa tentativa de esconder a natureza do pagamento que pode ser considerada criminosa; os promotores afirmam que foi uma falsificação de registro comercial. 

Ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump durante anúncio de que irá concorrer à presidência em 2024. — Foto: Reuters 

Além disso, o pagamento indireto também seria uma tentativa de esconder uma relação dos eleitores, afirmam os promotores. 

A principal testemunha do caso é justamente Cohen. Foi ele quem pagou o dinheiro para que Stormy Daniels ficasse em silêncio — de acordo com o advogado isso foi feito por ordens do próprio Trump. 

Os registros desse pagamento foram feitos por uma das empresas do ex-presidente, a Trump Organization. Só que, no balanço, a companhia afirma que o dinheiro foi gasto em despesas legais. 

“Ninguém está acima da lei; nem mesmo um ex-presidente. A acusação de hoje não é o fim deste capítulo; mas sim, apenas o começo”, disse Cohen numa mensagem após a divulgação do indiciamento.

“Agora que as acusações foram apresentadas, é melhor deixá-las falar por si mesmas. As duas coisas que gostaria de dizer neste momento é que a responsabilidade é importante e mantenho meu testemunho e as evidências que forneci à promotoria”, acrescentou. 

Trump se diz perseguido pelos oponentes políticos

Em sua declaração, após dizer que é vítima de perseguição política, Trump faz críticas ao Partido Democrata. 

“Os democratas mentiram, trapacearam e roubaram com a obsessão deles de tentar ‘pegar Trump’, mas agora eles fizeram o impensável: indiciar uma pessoa completamente inocente em um ato de flagrante interferência eleitoral”, afirma.

“Nunca antes na história de nossa nação isso foi feito. Os democratas trapacearam inúmeras vezes ao longo das décadas, inclusive espionando minha campanha”, diz Trump. 

Ele também fez críticas ao promotor do caso, Alvin Bragg. Para Trump, Bragg está “fazendo o trabalho sujo de Joe Biden, ignorando os assassinatos, roubos e assaltos nos quais ele deveria estar focado”. 

A acusação contra Trump dá início a um processo que pode durar vários meses. 

No prazo mais imediato, são desencadeadas várias etapas, inclusive a determinação de como seria a detenção ou, mais provavelmente, a entrega às autoridades, em vista da natureza não violenta das acusações e pelo fato de Trump ser ex-presidente. 

Na semana passada, no entanto, Trump disse que poderia haver haver “morte e destruição” se fosse indiciado criminalmente e detido. 

“Isso não tem precedentes e não há um procedimento definido”, disse o ex-agente do Serviço Secreto americano Robert McDonald, agora professor de justiça penal na Universidade de New Haven.

Segundo o especialista, o Serviço Secreto, encarregado de proteger altos dignatários, coordenará com o escritório do promotor Alvin Bragg para que Trump se apresente ao tribunal sem que sua chegada se transforme em um “espetáculo”. 

Em outras palavras, não entrará algemado pela porta principal da corte, disse McDonald. 

O ex-promotor federal Renato Mariotti comentou que espera que Trump “se apresente voluntariamente ao tribunal, tirem suas impressões digitais e o registrem, e que seja posto em liberdade sob fiança”. 

Dada a proeminência de Trump e sua candidatura em curso às eleições presidenciais de 2024 (ele já lançou sua pré-candidatura), é provável que o juiz não considere que o ex-presidente traga risco de fuga, e Trump poderá ir embora depois do procedimento, mediante o pagamento de uma fiança se necessário. “Suponho que não será retido durante a noite”, disse McDonald. 

No entanto, alguns acreditam que o ex-presidente pode se negar a se entregar, desafiando o promotor distrital de Manhattan a detê-lo. 

“Alguém pode imaginar que Trump esteja querendo fazer isso”, disse o ex-promotor Shan Wu. “Isso é algo que o escritório de Bragg estaria temendo”. 

Preparativos de segurança

As autoridades estão em alerta após o pedido de Trump aos seus seguidores para protestarem contra uma eventual acusação contra ele. Já houve um episódio de violência, em 6 de janeiro de 2021, quando manifestantes pró-Trump, estimulados pelo então presidente, invadiram a sede do prédio do Congresso dos EUA buscando deter a certificação da vitória de seu adversário, o atual presidente Joe Biden. 

Agora, as forças de segurança, do FBI em nível federal à polícia de Nova York em nível estadual, se coordenam a fim de evitar possíveis distúrbios.

Informações G1

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