Australiana Kathleen Folbigg passou 20 anos na prisão, acusada de sufocar seus quatro filhos enquanto bebês - Fairfax Media/Getty Images
Australiana Kathleen Folbigg passou 20 anos na prisão, acusada de sufocar seus quatro filhos enquanto bebês Imagem: Fairfax Media/Getty Images

Kathleen Folbigg, conhecida como “a pior assassina em série da Austrália”, foi inocentada e solta hoje após passar 20 anos na prisão, acusada de matar seus quatro filhos.

O que aconteceu?

Novas provas mostraram que motivo de morte não está claro. Evidências encontradas no ano passado indicam que duas das crianças tinham uma mutação genética rara que pode causar arritmia cardíaca e morte súbita.

Mulher foi presa em 2003, mas sempre se declarou inocente e disse que filhos morreram de causas naturais. 

Folbigg era conhecida como “a pior assassina em série da Austrália”, acusada de ter sufocado os filhos. Os pequenos morreram um depois do outro, ao longo de dez anos, entre 1989 e 1999. 

Mutação genética pode causar morte súbita, segundo cientistas. “A variante estava em um gene chamado CALM2 (que codifica a calmodulina). As variantes da calmodulina podem causar morte cardíaca súbita”, disse a professora Carola Vinuesa, professora de imunologia e medicina genômica da Universidade Nacional Australiana, à BBC em 2021.

Em 2015, legista disse que não havia evidências que crianças tivessem sido mortas. “Não há suporte para dizer que qualquer uma ou todas essas crianças foram assassinadas”, disse Stephen Cordner, patologista forense. “Não há sinais de asfixia”. 

*UOL com informações da Reuters


Clemente é um dos seis filhos de Leonardo Del Vecchio, fundador de uma marca global de óculos, responsável por fabricar modelos como Ray-Ban, Oakley e Giorgio Armani.

Clemente del Vecchio, em uma de suas únicas fotos públicas — Foto: Reprodução

Clemente del Vecchio, em uma de suas únicas fotos públicas — Foto: Reprodução 

O bilionário mais jovem do mundo é um italiano de 19 anos recém-completados, que herdou uma fortuna atualmente estimada em US$ 3,8 bilhões (cerca de R$ 19 bilhões), segundo dados do ranking de bilionários da Forbes da última segunda-feira (29). 

Ele é Clemente Del Vecchio, o mais novo dos seis filhos de Leonardo Del Vecchio, o magnata fundador da Luxottica, a maior marca de óculos do mundo, que faleceu aos 87 anos em junho de 2022. 

A empresa é a responsável pela fabricação de óculos de grifes bastante populares, como Ray-Ban, Oakley, Giorgio Armani, Prada, Vogue e Dolce & Gabbana, por exemplo.

Em 2018, a companhia de Del Vecchio passou por uma fusão com uma empresa francesa de lentes e se tornou a EssilorLuxottica, que tem um valor de mercado estimado em mais de US$ 80 bilhões

💰 A divisão da herança

Com a morte do pai, Clemente herdou uma participação de 12,5% na Delfin, que é a holding (empresa que concentra a posse majoritária das ações de outras empresas) da EssilorLuxottica. 

Essa holding também possui ações dos bancos italianos Mediobanca e UniCredit, da seguradora Generali e da incorporadora imobiliária Covivio. 

O patrimônio de Clemente vem dessas participações. 

A herança de Del Vecchio foi dividida, ainda, entre seus outros cinco filhos – Claudio, Marisa, Paola, Luca e Leonardo -, sua esposa Nicoletta Zampillo (madrasta de Clemente), e outros executivos que trabalharam com o magnata ao longo da vida. 

🕶️ Quem foi Leonardo Del Vecchio 

Leonardo Del Vecchio, fundador da ótica EssilorLuxottica, famosa pela marca Ray-Ban — Foto: Handout / Essilor / AFP

Leonardo Del Vecchio, fundador da ótica EssilorLuxottica, famosa pela marca Ray-Ban — Foto: Handout / Essilor / AFP 

Leonardo Del Vecchio foi um dos principais empresários da Itália e se destacou pela sua história de superação. Ele nasceu na pobreza, com uma condição de vida difícil, e cresceu em um orfanato. 

Em 1961, fundou a Luxottica, que inicialmente fornecia componentes para óculos, mas que logo passou também a desenvolver suas próprias armações. 

O patriarca Del Vecchio permaneceu como presidente e principal acionista da companhia até 2018, quando se uniu à Essilor. 

Durante sua carreira, Leonardo fez amizade e uma parceria de sucesso com o estilista Giorgio Armani. À época do falecimento do magnata italiano, Armani disse, em homenagem ao amigo: “Juntos, inventamos um fenômeno que não existia: percebemos imediatamente que os óculos, de simples objetos funcionais, se tornariam acessórios de moda indispensáveis”. 

💎 Italianos no ranking de bilionários

Atualmente, a Itália tem 65 pessoas no ranking de bilionários da Forbes, sendo 46 homens e 19 mulheres. 

O homem mais rico do país é Giovanni Ferrero (58), presidente-executivo da marca de chocolates Ferrero, com uma fortuna estimada em US$ 38,9 bilhões. Giorgio Armani (88), amigo de Leonardo Del Vecchio, ocupa o segundo lugar da lista, com US$ 11,1 bilhões

Já a mulher mais rica da Itália é Massimiliana Landini Aleotti (80), dona da rede farmacêutica Menarini, com patrimônio de US$ 7,1 bilhões

De todos os 65 bilionários italianos, 29 são da indústria da moda, assim como a família Del Vecchio. Entre eles, estão os fundadores da grife Dolce & Gabbana e os herdeiros da Prada, Bulgari e Benetton.

Informações G1


Transferências estão sendo negadas: “Conta inválida”

Daniel Ortega Foto: EFE/Jorge Torres

O governo de Daniel Ortega congelou as contas bancárias de pelo menos três das nove dioceses da Igreja Católica da Nicarágua, segundo denunciaram neste sábado (27) fontes eclesiásticas locais.

De acordo com essas fontes, as dioceses com contas bancárias restritas são as de Manágua, presidida pelo cardeal Leopoldo Brenes, e as de Matagalpa e Estelí, dirigidas pelo encarcerado bispo Rolando Álvarez, que em fevereiro foi condenado a mais de 26 anos de prisão por crimes considerados “traição contra a pátria”.

Por sua vez, o cardeal Brenes disse ao portal “Expediente Público” que não podia confirmar o congelamento das contas bancárias das dioceses e que no momento está vendo “como resolver a situação”.

Já o presidente da Conferência Episcopal da Nicarágua, bispo Carlos Herrera, declarou à plataforma “Despacho 505” que recebeu informações sobre os problemas com as contas bancárias das dioceses, mas que não foi notificado oficialmente.

TRANSFERÊNCIAS NEGADAS
A pesquisadora exilada da Nicarágua, Martha Patricia Molina, publicou capturas de tela de tentativas malsucedidas de fazer transferências bancárias para as contas da Arquidiocese de Manágua.

As mensagens “verifique se a conta inserida está correta e tente novamente”, “sua transferência não pôde ser realizada” e “conta inválida” são algumas das que surgem na tela quando se tenta fazer uma transferência para as contas da Arquidiocese de Manágua, segundo Molina.

Até o momento, nem o governo nem os bancos privados se pronunciaram sobre a restrição dessas contas bancárias diocesanas ou sobre a prisão de três padres nesta semana.

Há dois dias, a Polícia Nacional informou que está investigando o padre Jaime Montesinos pela prática de atos atentatórios à independência, à soberania e à autodeterminação da nação.

O religioso é pároco da igreja João Paulo II do município de Sébaco, no departamento de Matagalpa, diocese presidida pelo bispo Álvarez.

A polícia também investiga outros dois padres por “assuntos administrativos” da extinta Cáritas Diocesana de Estelí, no norte da Nicarágua, também administrada por Álvarez.

SILENCIAR A IGREJA
Na opinião do líder da oposição nicaraguense Félix Maradiaga, “o bloqueio das contas bancárias de várias dioceses da Igreja Católica na Nicarágua é um ato extremo de agressão e perseguição”.

– Também é uma declaração explícita das verdadeiras aspirações da ditadura: calar e dissolver completamente a voz e até a presença de uma instituição que, por seu peso moral na Nicarágua, é um obstáculo nos planos dos Ortega-Murillo, de consolidar uma ditadura dinástica – advertiu Maradiaga em comunicado público.

– É hora de a comunidade internacional entrar na fase de total desconhecimento do regime – acrescentou.

As relações entre o governo Ortega e a Igreja Católica vivem agora momentos de grande tensão, marcados pela expulsão e prisão de padres, a proibição de atividades religiosas e a suspensão de suas relações diplomáticas.

O papa Francisco chegou inclusive a classificar o governo sandinista como “ditadura grosseira” em entrevista ao portal Infobae.

A Nicarágua vive uma crise política e social desde abril de 2018, que se agravou após as polêmicas eleições gerais de novembro de 2021, nas quais Ortega foi reeleito para um quinto mandato, o quarto consecutivo e o segundo junto com sua esposa Rosario Murillo como vice-presidente, com seus principais concorrentes na prisão ou no exílio.

*EFE


Estados Unidos ofereceram cerca de R$ 75 milhões pela cabeça de Maduro

Foto: REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria 

Uma recompensa de U$ 15 milhões foi oferecida pelos Estados Unidos a quem ajudar a capturar o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. O líder chavista e políticos e militares da cúpula de seu governo foram acusados pelo Procurador Geral dos Estados Unidos, William Barr, dos crimes de narcotráfico e terrorismo internacionais e de corrupção.

Foram anunciadas também recompensas no valor de US$ 10 milhões pela ajuda na prisão do presidente da Assembleia Nacional Constituinte, Diosdado Cabello, pelo ministro da Indústria, Tareck El Aissami, pelo ex-diretor de Inteligência, Hugo Carvajal, e pelo general Clíver Alcalá.

Durante a coletiva de imprensa organizada nos Estados Unidos, o procurador mostrou uma tela onde estava escrito “Corrupto Regime Venezuelano” e apresentou fotos de autoridades chavistas, entre elas o ministro de Interior e Justiça, Nestor Reverol.

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Com esta denúncia, a Venezuela passa a integrar a lista norte-americana dos países que apoiam o terrorismo. Fazem parte do rol a Coreia do Norte, o Irã, o Sudão e a Síria.

Droga como terrorismo

De acordo com Barr, nos últimos anos a Venezuela enviou aos EUA entre 200 e 250 toneladas de cocaína. “A intenção de Maduro era inundar os EUA com drogas. Ele usou a cocaína como arma”, afirmou Barr.

A droga sairia da Colômbia rumo à Venezuela, de onde seria enviada para a América Central e de lá para os EUA. Alguns carregamentos de drogas também teriam como destino países no Caribe.

De acordo com a autoridade americana, existe uma parceria “narcoterrorista” consolidada nas últimas décadas entre a Venezuela e integrantes das antigas Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia). Através deste apoio, o grupo colombiano -transformado em partido político em 2017, mas que ainda tem dissidentes dedicados ao crime– passava carregamentos de cocaína pela fronteira com a Venezuela.

Em troca do apoio, as Farc enviavam armas e outros suprimentos para incentivar o terrorismo no país comandado por Nicolás Maduro desde 2013.

Corrupção como método

Para conseguir ampliar a rede do tráfico, “Maduro corrompeu as autoridades do país”, acusa Barr. “Informamos que o governo da Venezuela está infectado de corrupção, em todas as áreas de governo”, afirmou o norte-americano.

No ranking do Índice de Percepção de Corrupção, divulgado pela ONG Transparência Internacional, a Venezuela ocupa o posto 166 de uma lista de 176 países.

Neste negócio, segundo o norte-americano, as Farc ganhavam a cobertura da Venezuela para promover a produção de cocaína. Após chegar ao território venezuelano, a droga era enviada em navios e aviões para os EUA.

A expansão desta rota internacional do tráfico de drogas teria começado em 1999, ano da chegada ao poder do ex-presidente Hugo Chávez, segundo a acusação.

O cartel dos Sóis

De acordo com as acusações feitas pelas autoridades dos Estados Unidos, militares venezuelanos de alta patente também estariam envolvidos nos crimes de narcotráfico internacional. Eles seriam parte do chamado Cartel de los Soles (Cartel dos Sóis), em referência ao emblema do sol usado nos uniformes dos oficiais de alta patente no país.

Na coletiva de imprensa, o porta-voz declarou que Nicolás Maduro era o “líder do cartel dos sóis”.

Ex-seguidor de Hugo Chávez, Diosdado Cabello, um militar reconhecido como o segundo homem forte do chavismo e apresidente da Assembleia Constituinte, é acusado de ser um dos principais aliados de Nicolás Maduro no Cartel dos Sóis. Ele teria ajudado a enviar foguetes às Farc.

Com a formação de cartéis, a cúpula do chavismo é acusada de “usar poder político e militar em detrimento da população da Venezuela”, explicou o norte-americano.

A sentença mínima para o presidente venezuelano é de 50 anos e a máxima, prisão perpétua.

“Ele pode viajar para fora da Venezuela. O Departamento de Estado oferece uma recompensa de U$15 milhões pela prisão de Nicolás Maduro”.

Atéa publicação desta matéria, Maduro não havia se pronunciado sobre a acusação.

Os “narcossobrinhos”

Em novembro de 2015, dois sobrinhos da primeira-dama Cília Flores foram presos por tráfico internacional de drogas. Efraín Antonio Campos Flores e Francisco Flores de Freitas foram pegos pela Administração de Repressão às Drogas dos Estados Unidos no Haiti, ao tentar transportar 800 quilos de cocaína para os EUA.

No momento da prisão, eles portavam passaportes diplomáticos. Os dois foram condenados e cumprem pena de 18 anos de prisão nos Estados Unidos. Tanto Nicolás Maduro como a primeira-dama Cília Flores evitam comentar o caso dos sobrinhos.

UOL


Rússia fez ataque duro a Ucrânia nessa madrugada: “maior ataque com drones já visto”

Foto: Gleb Garanich/Reuters.

A Rússia realizou novos ataques aéreos contra Kiev na madrugada deste domingo (28). Segundo as autoridades ucranianas, esse foi o maior ataque de drones desde o início da guerra e envolveu pelos menos 40 desses equipamentos aéreos apenas na capital do país.

Os ataques provocaram duas mortes, além de três feridos, e foram realizados no dia em que a cidade se prepara para comemorar o aniversário de sua fundação oficial, há 1.541 anos.

A Ucrânia afirma ter destruído 52 dos 54 drones russos em seu território, incluindo mais de 40 só em Kiev.

“No total, foi registrado um número recorde de ‘drones’ explosivos lançados: 54!”, diz a força aérea ucraniana no Telegram.

“Este é o ataque com ‘drones’ mais significativo contra a capital desde o início da invasão russa”, afirma a administração militar regional na rede social, acrescentando que “ocorreu em várias ondas e o alerta aéreo durou mais de 5 horas!”

Créditos: O Antagonista.


URGENTE: Erdogan é reeleito presidente da Turquia

Foto: Muhammed Selim Korkutata / Anadolu Agency via Getty Images.

Recep Tayyip Erdogan, de 69 anos, foi reeleito presidente da Turquia neste domingo (28.mai.2023). De acordo com a agência de notícias turca Anadolu, ele contabiliza 52,08% dos votos com 99,02% das urnas apuradas. Erdogan é do partido AK (Partido da Justiça e Desenvolvimento) e está no poder há 20 anos. Com a reeleição, ele garante mais 5 anos de mandato. 

Erdogan concorreu no 2º turno contra o candidato social-democrata da esquerda Kemal Kiliçdaroglu, que recebeu 47,92% dos votos.

Durante a campanha eleitoral, Erdogan prometeu continuar com o sistema presidencialista, reduzir a taxa de juros e fortalecer a influência turca na Europa. Já Kiliçdaroglu prometia voltar ao sistema parlamentar (retirado em 2017) e aproximar a Turquia da União Europeia e Estados Unidos.

No novo mandato Erdogan deve continuar com uma política de redução da taxa de juros para conter a alta da inflação. Segundo o TURKSTAT (Instituto Estatístico da Turquia, na sigla em inglês), o índice de Preços ao Consumidor do país no mês de abril de 2023 foi de 43,68% ao ano. 

No 1º turno eleitoral, realizado em 14 de maio de 2023, Erdogan foi o candidato com melhor resultado e recebeu 49,24% dos votos. Kiliçdaroglu teve 45,07%. Os dados são do Supremo Conselho Eleitoral da Turquia. Em 3º lugar ficou Sinan Ogan com 5,28% dos votos.

TRAJETÓRIA POLÍTICA

Em 15 de março de 2003, Erdogan assumiu o cargo de primeiro-ministro da Turquia, cargo que exerceu durante 3 mandatos, ficando até 2014. No mesmo ano, foi eleito presidente. Por meio de um referendo popular, o sistema parlamentarista foi substituído pelo presidencialismo no país em 2017.

Ao considerar o tempo como primeiro-ministro e presidente, Erdogan está no poder do país há 20 anos.

Informações Poder 360


Piloto de avião presidencial da Argentina ignora instruções da torre de controle e quase provoca acidente; VEJA VÍDEO

Foto: Reprodução.

O novo avião presidencial da Argentina, Tango 01, um Boeing 757-256, fez uma manobra arriscada em sua chegada ao país, no aeroporto Jorge Newbery, em Buenos Aires, na última quinta-feira (25).

Pintado com as cores da bandeira argentina, a aeronave ficou próxima à pista de pouso e não tocou o solo. Houve uma arremetida, com o piloto realizando uma subida rasante, com a asa esquerda inclinada para baixo antes de retomar a altitude. Ele chegou a ficar 45 metros do chão. Assista abaixo:

O Boeing 757-256 custou US$ 22 milhões para o país.

Piloto ignorou instruções
Conforme áudios da torre de controle revelados pelo jornal argentino “Clarín”, o comandante Leonardo Barone, que é secretário-geral de Logística da Secretaria-Geral da Presidência da Argentina, ignorou as instruções dos controladores de voo.

Barone solicitou autorização para descer abaixo de 3.000 pés. Entretanto, a torre pediu para que ele aguardar alguns minutos a liberação do espaço aéreo sobre o aeroporto de San Fernando.

Mas o piloto não entendeu o comando e questionou: “Descida livre para o ARG-01 [prefixo do avião]?” E a controladora argumentou: “Negativo, mantenha 3.000 pés” e prosseguiu: “Mantenha 3.000. Me dê alguns minutos e liberaremos o aeroporto de Sanfer e eu te dou livre descida”.

Mesmo assim, Barone insiste: “Ah, entendi que era descida livre. Estamos mantendo 2.300 pés.”

Em seguida, a torre adverte: “Eu nunca te dei livre descida”.

E o comandante se desculpa: “Perdão, estamos a 3.000 pés. Liberado 3.000 pés”.

Créditos: CNN.


Cigarro eletrônico explode durante voo e assusta passageiros 

Foto: Lindsay Fox/Pixabay

Passageiros ouviram um estalo e fumaça começou a sair de dentro do bagageiro; a história foi veiculada no portal britânico Mirror 

Um cigarro eletrônico explodiu dentro do avião em um voo que ia de Genebra, na Suíça, a Amsterdã, na Holanda, assustando os passageiros. A história foi veiculada no portal britânico Mirror.

Os passageiros do voo ouviram um estalo pouco depois da decolagem, e fumaça começou a sair de dentro do compartimento de bagagem de mão.

Um grupo de passageiros abriu o compartimento e pegou a bolsa na qual o cigarro eletrônico estava, ainda em chamas. A bagagem foi jogada no chão, e as pessoas apagaram o fogo pisando em cima dela, enquanto mais fumaça começa a preencher o avião.

A companhia aérea EasyJet, responsável pelo voo, informou à emissora Radio Television Switzerland (RTS) que “o incidente será objeto de uma investigação formal, de acordo com os procedimentos”.

CNN Brasil


19.jun.2020 - "Juneteenth": manifestantes participam de ato em Nova York no dia em que é celebrado o fim da escravidão nos EUA - Timothy A. Clary/AFP
19.jun.2020 – ‘Juneteenth’: manifestantes participam de ato em Nova York no dia em que é celebrado o fim da escravidão nos EUA Imagem: Timothy A. Clary/AFP

O Brasil vive uma fase de aumento nas denúncias e flagras de trabalho análogo à escravidão, mas não está sozinho. Os Estados Unidos aparecem à frente na estimativa do Índice de Escravidão Global 2023, divulgada nesta quarta-feira (24), em Londres, pela Walk Free, organização internacional de direitos humanos especialista neste assunto.

O ranking aponta os Estados Unidos como um dos 10 países com o maior número de pessoas em situação de escravidão contemporânea no mundo. Em números totais, os americanos aparecem no 10º lugar, com 1,1 milhão de pessoas nessa situação. O país está uma posição à frente do Brasil, que tem 1,05 milhão de pessoas escravizadas.

Veja o ranking:

  1. Índia – 11 milhões
  2. China – 5,8 milhões
  3. Coreia do Norte – 2,6 milhões
  4. Paquistão – 2,3 milhões
  5. Rússia – 1,9 milhão
  6. Indonésia – 1,8 milhão
  7. Nigéria – 1,6 milhão
  8. Turquia – 1,3 milhão
  9. Bangladesh – 1,1 milhão
  10. EUA – 1,1 milhão
  11. Brasil – 1,05 milhão

Quando considerada a prevalência de escravizados em relação ao tamanho da população, a Coreia do Norte surge na frente, com 104,6 de pessoas vivendo em escravidão para cada mil habitantes. No Brasil, são 5 pessoas para cada mil.

Resposta americana ao problema é bem avaliada

Estima-se que 50 milhões de pessoas viviam em situação de escravidão contemporânea em 2021, em levantamento divulgado no ano passado pela Organização Internacional do Trabalho em parceria com a Organização Internacional para Migração e a Walk Free.

Os EUA são vistos como um dos países que têm dado respostas mais contundentes como forma de enfrentar a situação, aparecendo ao lado de Holanda, Reino Unido, Austrália, Portugal, Irlanda, Noruega, Espanha e Suécia.

Coreia do Norte, Eritreia, Irã, Líbia, Somália, Guiné Equatorial, Rússia, Gabão e Chade são vistos como os menos ativos.

Países como Sudão do Sul, Afeganistão, Palestina, Síria e Iêmen foram excluídos do levantamento por viverem situação de conflito, com governos em dificuldade para colocar ações em prática.

Informações UOL


Acordo é essencial para evitar que Estados Unidos dê calote.

Joe Biden em 21 de abril de 2023 — Foto: Kevin Lamarque/Reuters

Joe Biden em 21 de abril de 2023 — Foto: Kevin Lamarque/Reuters 

De volta aos EUA após participar da cúpula do G7 em Hiroshima, no Japão, o presidente americano, Joe Biden, terá em princípio até o dia 1º de junho para negociar um acordo com a oposição republicana e aumentar o teto da dívida do país, evitando um calote.   

Biden se reunirá pessoalmente nesta segunda-feira (23) com Kevin McCarthy, presidente da Câmara dos Representantes, para tentar encontrar uma saída para o impasse que divide democratas e republicanos. 

“Meu posicionamento continua sendo o mesmo: Washington não pode continuar gastando o dinheiro que não temos”, escreveu McCarthy no Twitter após uma conversa com Biden pelo telefone. Segundo ele, o diálogo foi produtivo. 

Os republicanos exigem cortes drásticos de gastos, o que os democratas recusam. Ambas as partes se responsabilizam mutuamente pela situação atual. Biden classificou de “inaceitáveis” as propostas dos republicanos para elevar o limite de endividamento do país. 

“Chegou a hora de abandonar as posições extremas. Muito do que foi proposto é pura e simplesmente inaceitável”, declarou Biden aos jornalistas durante a cúpula do G7 no Japão. 

Um dos pontos mais polêmicos é a exigência da oposição em reduzir os gastos federais ao nível de 2022, o que representa um corte de US$ 130 bilhões (R$ 648 bilhões, na cotação atual).  

Os democratas são contrários a esses cortes e, em troca, propõem reduzir gastos aumentando os impostos aos mais ricos e às empresas que atualmente se beneficiam de restituições fiscais. Os republicanos, por outro lado, são contra o aumento de impostos. 

O presidente americano mencionou a possibilidade de recorrer à 14ª Emenda da Constituição para evitar um default e honrar seus compromissos, como o pagamento das aposentadorias, por exemplo. 

 A 14ª Emenda, que foi acrescentada à Constituição em 1868, estipula que “a validade da dívida pública dos Estados Unidos, autorizada por lei, não deve ser questionada”. Em outras palavras, as despesas já votadas devem poder ser pagas. 

Segundo alguns especialistas, esta disposição torna o teto da dívida inconstitucional. Se o Tesouro contrair empréstimos acima do limite de dívida estabelecido pelo Congresso, isso violaria a lei. 

Mas, o não cumprimento das despesas obrigatórias estabelecidas pelo Congresso pode ser uma violação ainda pior, dando ao Tesouro uma justificativa para tomar mais dinheiro emprestado e seguir pagando suas contas. 

O uso da 14ª Emenda pode levar a disputas na Justiça, mas não o fazer também acarreta riscos. Se o Tesouro ficar sem margem para cumprir com suas obrigações e acabar atrasando certos pagamentos, os credores terão um argumento legal perfeitamente válido, afirmam especialistas. 

Os beneficiários da Previdência Social que não receberem seus contracheques podem se juntar em uma ação coletiva. Mas, se o governo Biden continuar pedindo dinheiro emprestado, os republicanos podem processá-lo por descumprir com o teto da dívida. 

“Podemos conseguir um acordo”, reiterou Biden durante o voo de volta a Washington do Japão neste domingo, a bordo do Air Force One. Mas “não posso garantir que os republicanos não vão forçar um default”, acrescentou, ao justificar estar considerando invocar a 14ª Emenda. 

“Acho que temos a prerrogativa” de usar o recurso, mas “a questão é se isso pode ser feito e invocado a tempo”, comentou o presidente. 

A secretária do Tesouro, Janet Yellen, reiterou à emissora NBC neste domingo (21) que o 1º de junho é uma data crucial. “Minha avaliação é que a possibilidade de chegar a 15 de junho, sendo capazes de pagar todas as nossas contas, é muito baixa”, indicou. 

Elevar o teto da emissão de dívida costuma ser um procedimento rotineiro no país, que usa este sistema dependente do Congresso há décadas. Mas, desta vez, e como vem ocorrendo com mais frequência, o assunto se tornou uma disputa política. 

Os Estados Unidos superaram o limite máximo de emissão da dívida pública em janeiro, que é de 31,4 trilhões de dólares (R$ 156,5 trilhões, na cotação atual), e, desde então, vêm aplicando medidas extraordinárias que apenas permitem cumprir com as obrigações por um determinado tempo.

Informações G1