Em decorrência do Projeto Novo Centro, iniciativa da Prefeitura que vai revitalizar o centro da cidade, diversas obras estão sendo realizadas, o que resulta em mudanças no trânsito de algumas vias. Neste sentido é importante que motoristas, pedestres e comerciantes fiquem atentos.
A praça do Nordestino já foi fechada com tapumes e as barracas que estavam desocupadas foram retiradas. Os feirantes desta região terão disponíveis espaços no Centro de Abastecimento e os ambulantes serão direcionados para o Shopping Cidade das Compras, o Centro Comercial Popular.
O fechamento da praça Bernardino Bahia, conhecida como praça do Lambe-lambe, está marcado para o dia 22. O ponto de ônibus do local será relocado para o passeio das lojas C&A e Marisa. Já o ponto de táxi irá para avenida Senhor dos Passos, em frente ao antigo banco Sudameris.
Também no mesmo dia, haverá a intervenção na rua Hermínio Santos (decida da Euterpe). Será fechada com tapumes no sentido da rua Conselheiro Franco. Neste local será instalado o ponto de visita Túnel Linner.
A rua Marechal Deodoro terá tráfego interrompido no sentido da praça da Bandeira até a travessa Santana, onde existe um ponto de vans. E também será fechada no sentido a Monsenhor Moises até a Comendador Targino.
Nesta terça-feira, 18, assistentes sociais da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedeso) e da Secretaria de Planejamento (Seplan) estarão na Marechal entregando planfetos sobre as obras do Projeto Novo Centro e informando sobre as mudanças de tráfego, de pontos vans e táxis, e passando informações para o comércio formal e o comércio de rua.
O ponto de táxi localizado em frente a loja Casa do Sofá será transferido para avenida Senhor dos Passos, em frente a Lojas Americanas. O do GBarbosa irá para o fundo do estacionamento do estabelecimento, na Conselheiro Franco. O ponto de vans da Comendador Targino será transferido para avenida Sampaio.
Com uma série de obras na Bahia, o setor da aviação civil decola e leva desenvolvimento a diversas regiões do estado. Os municípios de Senhor do Bonfim e Bom Jesus da Lapa vão ganhar dois novos aeroportos. Os estudos de viabilidade para a implantação de um novo aeroporto em Porto Seguro estão em fase de finalização e, em Vitória da Conquista, o Aeroporto Glauber Rocha aumentou a movimentação de passageiros em 37%, em um ano de funcionamento e mesmo com a pandemia.
O Aeroporto de Barreiras, no oeste do estado, também vai passar por uma reforma completa. Para a conservação dos aeródromos em toda a Bahia foi feito um investimento de aproximadamente R$ 25 milhões nos últimos cinco anos. Somente em 2020, por exemplo, os aeródromos de Remanso, Irecê, Xique-Xique, Gentio do Ouro, Barra, Piritiba, Prado e Sento Sé passaram por serviços de manutenção.
Segundo o secretário da Infraestrutura do Estado, Marcus Cavalcanti, as construções de novos aeroportos baianos devem aquecer a aviação regional no estado nos próximos anos. No entanto, na lista de investimentos em aeroportos divulgada ontem (16) pelo Governo do Estado, Feira de Santana ficou fora da relação. As cidades beneficiadas podem ser conferidas no site http://www.secom.ba.gov.br
Dois homens foram mortos no final de semana, em Feira de Santana. Segundo o Centro Integrado de Comunicações (CICOM190), por volta das 12h de ontem (16), policiais militares da 66ª se deslocaram até a Rua Guadalajara, no bairro Jardim Cruzeiro, em Feira de Santana para averiguar uma possível ocorrência de homicídio.
No local, os policiais encontraram um homem de idade não informada, vítima de disparo de arma de fogo. De imadiato foi acionado o Departamento de Polícia Técnica (DPT).
Já às 18h, de acordo com informações policiais, um jovem de 23 anos teria sido alvejado por um adolescente de 16 anos após desentendimento em um bar, no bairro Campo Limpo, em Feira de Santana. Apesar de ter sido socorrido para a Policlínica do George Américo, a vítima não resistiu.
Em consenso com os barraqueiros, avisados desde o início deste mês, a Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) iniciou a remoção de barracas do centro da cidade, porque as obras estão avançando rapidamente e há também o processo de mudança para o Centro Comercial Popular. A retirada começou neste fim de semana, na praça Dom Pedro II, conhecida como praça do Nordestino.
Inicialmente, foram removidas barracas fechadas pelos seus donos há muito tempo. Tanto que outras quatro, que ainda estão funcionando, vão permanecer mais algum tempo no local. A Prefeitura disponibilizou um caminhão para que os barraqueiros pudessem fazer o transporte sem despesas.
O trabalho de remoção começou às 16 horas e terminou no início da noite, período em que a praça tem pouca movimentação de pedestres e, portanto, mais seguro. A prefeitura também utilizou um caminhão-guincho adequado para o trabalho, evitando danos nas barracas.
Daqui por diante, essa remoção será intensificada, porém tudo está sendo feito por meio de consenso com os ambulantes e barraqueiros. “A população terá o centro da cidade que reivindica há algum tempo e os ambulantes e barraqueiros terão seus pontos no Centro Comercial Popular, um entreposto com toda a infraestrutura digna de comerciantes”, salienta o secretário do Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico, Antônio Carlos Borges Junior.
A transição envolve a FPI, para que a mudança seja feita com segurança e a logística apropriada, com a coordenação da Secretaria Municipal de Prevenção à Violência (Seprev) e a participação da Secretaria Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), Superintendência Municipal de Trânsito (SMT), Secretaria do Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico (Settdec), Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), Polícia Militar e Coelba, além do apoio da Defesa Civil.
Em consenso com os barraqueiros, avisados desde o início deste mês, a Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) iniciou a remoção de barracas do centro da cidade, porque as obras estão avançando rapidamente e há também o processo de mudança para o Centro Comercial Popular. A retirada começou neste fim de semana, na praça Dom Pedro II, conhecida como praça do Nordestino.
Inicialmente, foram removidas barracas fechadas pelos seus donos há muito tempo. Tanto que outras quatro, que ainda estão funcionando, vão permanecer mais algum tempo no local. A Prefeitura disponibilizou um caminhão para que os barraqueiros pudessem fazer o transporte sem despesas.
O trabalho de remoção começou às 16 horas e terminou no início da noite, período em que a praça tem pouca movimentação de pedestres e, portanto, mais seguro. A prefeitura também utilizou um caminhão-guincho adequado para o trabalho, evitando danos nas barracas.
Daqui por diante, essa remoção será intensificada, porém tudo está sendo feito por meio de consenso com os ambulantes e barraqueiros. “A população terá o centro da cidade que reivindica há algum tempo e os ambulantes e barraqueiros terão seus pontos no Centro Comercial Popular, um entreposto com toda a infraestrutura digna de comerciantes”, salienta o secretário do Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico, Antônio Carlos Borges Junior.
A transição envolve a FPI, para que a mudança seja feita com segurança e a logística apropriada, com a coordenação da Secretaria Municipal de Prevenção à Violência (Seprev) e a participação da Secretaria Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), Superintendência Municipal de Trânsito (SMT), Secretaria do Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico (Settdec), Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), Polícia Militar e Coelba, além do apoio da Defesa Civil.
A Câmara de Feira de Santana deverá votar na próxima semana, a partir de segunda-feira, dia 17, um projeto de lei que pode determinar ao Município o uso de parte de parte dos recursos vinculados aos precatórios do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) para proporcionar aos estudantes da rede municipal a aquisição de alimentos, nesse período em que as aulas estão suspensas devido a pandemia de coronavírus. A proposição é de autoria do vereador Isaías de Diogo (MDB).
“A Câmara aprovando o projeto, o prefeito Colbert teria um instrumento legal para poder utilizar uma pequena parte desta verba em benefício dos nossos estudantes sem qualquer receio de ordem jurídica”, raciocina. Os precatórios do Fundeb, da ordem de R$ 259 milhões, estão disponíveis na conta da Prefeitura, que tentou na Justiça autorização para usar cerca de 8% na compra de alimentos para socorrer aos mais de 56 mil alunos da rede municipal de ensino que se encontram sem a merenda escolar desde que as escolas interromperam as atividades.
O Governo da Bahia fez um cartão para os estudantes da rede estadual de ensino e vem repassando a quantia de R$ 65,00 mensais para compra de alimentos em supermercados credenciados. “A Prefeitura tem milhões no banco e o que estamos propondo é a destinação de uma pequena parcela para que seja providenciado o alimento das nossas crianças que infelizmente não tem neste momento a merenda escolar”, disse o vereador à Assessoria de Comunicação Social do Legislativo.
Embora um juiz tenha negado ao Município, o socorro aos estudantes foi recomendado pelo Ministério Público Federal e pela Defensoria Pública da União.
Em mais um de seus posicionamentos a favor do uso da hidroxicloroquina no combate da Covid-19, o jornalista Alexandre Garcia dessa vez ironizou aqueles que negam a utilização do fármaco sob o argumento de “falta de comprovação científica” e usou como exemplo a cidade de Belém, no Pará, classificada por ele como “a cidade do milagre”.
No vídeo, publicado em seu canal no último dia 13, Alexandre falou sobre a ida de Bolsonaro a Belém e citou que a capital paraense sofria com uma situação caótica, com UTIs cheias e muitas mortes e, segundo ele, assim que o protocolo com a hidroxicloroquina foi adotado, a situação mudou de figura.
– Belém é a cidade do milagre. Vocês devem estar lembrados da crise, dos hospitais lotados, das UTIs lotadas, de gente morrendo na porta, gente morrendo no carro. E aí, o que aconteceu? O protocolo dos médicos brasileiros [com] a Azitromicina, Ivermectina, a Hidroxicloroquina, anticoagulante, vitamina D, resolveu – disse Alexandre.
Garcia também aproveitou para “alfinetar” as pessoas, especialmente jornalistas, que insistem em utilizar o discurso de que o medicamento não tem comprovação científica de sua eficácia contra a Covid-19 e chamou o remédio de “milagre”.
Milagre… Tem gente que diz que não tem comprovação científica – completou, aos risos.