O Ministério da Educação pretende, em 18 meses, unificar em um aplicativo informações da trajetória dos estudantes. A expectativa é de que uma primeira versão do produto, chamado Jornada do Estudante, seja disponibilizada ainda no primeiro semestre de 2022, conforme disse à Rádio Nacional o subsecretário de Tecnologia do MEC e gestor da unidade responsável pelo projeto da Jornada do Estudante, André Castro.
“Historicamente já tivemos iniciativas do MEC visando uma ID estudantil que alcançava um ponto desse projeto. Agora vimos, com a nova proposta, um produto mais amplo, a ser construído de forma conjunta com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)”, disse o subsecretário.
Segundo ele, a equipe ministerial identificou, em outubro, “um gap e uma série de oportunidades de avanço nos planos de transformação digital do MEC”. Desde então, o ministério mapeou serviços e definiu “eixos estratégicos” de produtos de transformação digital.
“Um desses eixos é o projeto da Jornada do Estudante. A ideia é ser um produto que possa ser entregue direto ao estudante. Como pano de fundo teremos capacidade de gestão de dados e serviços para que os alunos acessem isso de forma facilitada”, disse.
Segundo Castro, quando entrar em operação, o aplicativo representará também um canal direto de comunicação com os estudantes para divulgar “iniciativas, programas ou oportunidades” disponibilizadas pela pasta. “Hoje, o MEC não dispõe de um canal efetivo de diálogo direto com o estudante”, disse.
“A ideia é que, a longo prazo, toda pessoa que estudou ou realizou jornada acadêmica possa ter suas informações nesse aplicativo de forma integrada, autêntica e reconhecida pelo MEC”, complementou.
A Jornada do Estudante faz parte do escopo da Rede Aprender, que tem como proposta implementar a plataforma de interoperabilidade da educação brasileira.
Segundo o MEC, o aplicativo será disponibilizado gratuitamente na loja do Gov.br para as plataformas Android e IOS.
Investimento em infraestrutura, tecnologia e recursos para o desenvolvimento pedagógico dos estudantes. Estes são alguns destaques da Educação Municipal neste ano de 2021. Mesmo diante do cenário de dificuldades estabelecido pela pandemia da Covid-19, a Secretaria de Educação garantiu mais acesso e oportunidade aos 51 mil estudantes da rede municipal. Para complementar o material didático, as escolas estão ainda mais conectadas graças à aquisição de 17 mil Chromebooks que estão sendo utilizados nas diversas atividades em sala de aula pelos estudantes e professores. O Governo Municipal ainda prevê a ampliação para 30 mil Chromebooks. As 207 unidades escolares estão recebendo os dispositivos que já começaram a ser utilizados nas aulas, tornando-as mais interativas e criativas. Os Chromebooks são aparelhos parecidos aos notebooks, porém, com a especificidade de acessar apenas a “nuvem”. Ou seja, tudo que é produzido e guardado através do equipamento deve estar na Internet. Os aparelhos são configurados e cadastrados na plataforma do Google e chegam às escolas prontos para serem utilizados. Somente este ano, mais de 50 unidades foram totalmente reformadas e/ou ampliadas. Outras 30 unidades de ensino estarão passando por intervenções de grande porte – serão reformadas através do Regime Diferenciado de Contratações (RDC), tão logo sejam concluídos os processos licitatórios. A Prefeitura está construindo também mais dez escolas nos bairros e distritos mais populosos. Além de tudo isso, continuam as obras do centro de educação especial, no antigo Feira Tênis Clube (FTC), o maior de todo o interior da Bahia, e ainda preserva o patrimônio cultural de Feira de Santana. Durante o período de aulas não presenciais, a Secretaria de Educação elaborou conteúdos digitais e investiu na produção e montagem de videoaulas através de plataformas digitais diversas para veiculação no canal do YouTube da Seduc e em dois canais de TV aberta (com sinal da Rede Bahia), conforme contrato com a emissora. Os canais são o 10.2 e 10.3, cada um com programação específica dedicada a um segmento escolar. Com a retomada das atividades escolares, no formato híbrido, em 23 de agosto, os estudantes passaram a frequentar a escola presencialmente através do regime de rodízio. Os recursos tecnológicos continuam dando suporte aos alunos quando não estão em sala de aula. Neste novo período, os alunos permanecem uma semana em atividades presenciais e, na semana subsequente, em casa, integrados à dinâmica não presencial – com acesso às aulas transmitidas pela TV e pelo canal da Seduc no YouTube. Os estudantes contam também com o material didático e atividades impressas que são produzidas pelos professores.
Estudantes e professores da Escola Cívico-Militar Municipal Quinze de Novembro, em Jaíba, comemoraram nesta quinta-feira, 16, a premiação conquistada neste ano de 2021. Eles se destacaram em duas categorias no Prêmio ArcelorMittal de Meio Ambiente, etapa nacional.
A escola conquistou o 1º lugar na categoria Jovem Cientista I e o 3º lugar na categoria Cientista Jovem II. No primeiro projeto, os estudantes e professores do 7º ano criaram estratégias para a destinação dos resíduos sólidos no distrito de Jaíba, como a implantação de um ecoponto na escola e a produção de composteiras domésticas.
Já no segundo projeto, envolvendo estudantes do 9º ano, a turma abordou a educação ambiental como princípio de ações sustentáveis no tratamento do lixo doméstico produzido nos condomínios Minha Casa Minha Vida, também em sua localidade. A principal proposta do projeto era desenvolver uma campanha de recolhimento de resíduos eletrônicos nos condomínios e na escola.
Durante a entrega do prêmio, a secretária de Educação, professora Anaci Paim, ressaltou o protagonismo da Escola Cívico-Militar Municipal que vem se destacando desde o ano de sua fundação, em 2020.
“Esta unidade de ensino merece todo o reconhecimento e vem sendo destacada por suas ações, inclusive em Brasília, entre as escolas cívico-militares de maior sucesso do país. O corpo docente e estudantes estão realmente de parabéns!”, elogiou a secretária.
Pelo desempenho nos projetos, a escola ganhou dois prêmios nos valores de R$ 2.000,00 e R$ 2.200,00. As professoras responsáveis pelo desenvolvimento dos projetos são Adriana Campos e Patrícia Teixeira Damasceno Lobo, ambas da área de Ciências.
A Prefeitura de Feira provou que são improcedentes as denúncias de irregularidades no processo seletivo para contratação temporária de 300 professores para a Educação Municipal, através do Regime Especial de Direito Administrativo, REDA. O Ministério Público arquivou o processo, conforme documento publicado na última quinta-feira, 9, pela 21ª Promotoria de Justiça de Feira de Santana.
O promotor Audo da Silva Rodrigues, autor da “Promoção de Arquivamento”, observou que não há irregularidades na seleção pública, uma vez que as questões levantadas pelos denunciantes não justificam ações judiciais ou medidas extrajudiciais.
As vagas para a seleção são temporárias – ou seja, para a substituição de professores em licença médica, maternidade, prêmio ou ainda por interesse particular dos servidores.
Já o concurso público realizado em 2018, ainda com validade até dezembro de 2022, garante vagas para professores efetivos, já que estes vão substituir profissionais do quadro permanente. No último dia 3 de dezembro, a Prefeitura convocou mais 50 professores aprovados naquele certame, chegando ao número de 1.022 convocados.
O procurador geral do município, Carlos Alberto Moura Pinho, afirma que a administração municipal se comporta dentro da legalidade.
“Fizemos a comprovação legal e o Ministério Público constatou a lisura do procedimento, sem qualquer ilegalidade”, pontua Moura Pinho.
É inacreditável, mas gradativamente a verdade está aparecendo.
Aqueles que implantaram o terror estão sendo obrigados a reconhecer os seus erros.
E não foram poucos…
O editorial de “O Globo” deste domingo (12) considera que foi um “crime” manter as crianças fora da escola por tantos meses.
Na realidade, muitos foram os crimes praticados.
O texto, aliás, é muito claro e elucidativo:
“Foi um crime — não há outra palavra — manter as crianças longe da escola por tantos meses. Um crime de reparação longa e custosa, que deixará marcas profundas em toda uma geração. É essa a conclusão inescapável a tirar do relatório ‘A path to recovery’ (Um caminho para a recuperação), iniciativa conjunta de Unesco, Unicef e Banco Mundial publicada neste mês.”
E prossegue o texto:
“O fechamento das escolas, avalia o relatório, afetou 1,6 bilhão de crianças em 188 países. Na média, foram 121 dias de aula totalmente perdidos e 103 parcialmente. O ensino remoto ou híbrido apresentou resultados insatisfatórios, e a perda de aprendizado foi brutal. Quase dois anos depois da eclosão da pandemia, as aulas não tinham voltado ao normal para mais de 400 milhões. O documento estima em US$ 17 trilhões, ou 14% do PIB mundial, as perdas ao longo da vida dos afetados. Obviamente, os danos não se resumem ao custo econômico.”
E diz mais o editorial do jornal:
“A questão agora é como resgatar o que foi perdido. ‘As consequências para a geração atual de crianças e jovens serão duradouras se não agirmos rápido’, afirma o documento. A primeira — e mais óbvia — medida é reabrir as escolas imediatamente. Nesse ponto, apesar das resistências e exceções, até que o Brasil já tomou a atitude sensata. Mas só isso não basta. ‘Para evitar que as perdas se tornem permanentes, é essencial que os países implementem um pacote de recuperação do aprendizado; mesmo que o conjunto específico de intervenções possa ser diferente, o objetivo deveria ser garantir que as crianças e adolescentes fiquem na escola e alcancem pelo menos o mesmo nível de competência das gerações que não foram expostas à pandemia’.”
E a conclusão:
“As ferramentas sugeridas pelo relatório para isso vão da ampliação da carga horária à revisão de metodologia e pedagogia. Mas primeiro é preciso entender a urgência da questão. Ela deveria ser a prioridade imediata não apenas do ministério ou das secretarias estaduais e municipais de educação, mas de todos os candidatos que tentarão conquistar o voto dos brasileiros nas urnas no ano que vem. Ignorá-la seria cometer um novo crime contra as mesmas vítimas: nossas crianças e nosso futuro.”
A unidade de ensino atende 94 crianças e ainda recebeu Chromebooks
O prefeito Colbert Martins Filho e a secretária de Educação, professora Anaci Paim, visitaram na tarde desta segunda-feira, 6, a Pré-Escola Municipal Marina Carvalho, localizada no bairro Subaé, que acaba de passar por manutenção.
Na unidade de ensino, que atende a 94 crianças, foram feitos serviços diversos, como as revisões elétrica, hidráulica, das janelas, portas e telhados; limpeza e substituição de calhas danificadas; e também outros serviços gerais, como a instalação de forro em algumas salas e ajuste no portão. A escola ganhou a nova fachada, obedecendo ao padrão arquitetônico atual da Prefeitura.
A diretora da pré-escola, professora Cristina Passos, acompanhou a visita dos gestores a cada setor da unidade de ensino e destacou o investimento na qualificação dos serviços “que tem garantido uma estrutura mais adequada para os professores e crianças”.
O prefeito aproveitou a visita para fazer a entrega dos Chromebooks que também já estão disponíveis também nas creches e pré-escolas.
O presidente Jair Bolsonaro assinou, nessa segunda-feira (6), medida provisória (MP) que altera o Programa Universidade para Todos (Prouni), que concede bolsas de estudo integrais e parciais em faculdades particulares.
De acordo com a Secretaria-Geral da Presidência, a medida busca ampliar o acesso a estudantes egressos do ensino médio privado que fizeram o curso com bolsas parciais. Na seleção, também está incluída a possibilidade de dispensa de apresentação do documento que comprovem a renda familiar e a situação de pessoas com deficiência, quando as informações estiverem disponíveis em bancos de dados de órgãos do governo.
Além disso, houve alteração na reserva de cotas destinadas a negros, povos indígenas e pessoas com deficiência. Com a medida, o percentual de pretos, pardos ou indígenas e pessoas com deficiência será considerado de forma isolada, e não mais em conjunto.
A MP também prevê a inclusão de penalidade de suspensão imposta para quem descumpre as obrigações assumidas no termo de adesão e a readmissão da mantenedora da universidade punida com a desvinculação.
Segundo o órgão, as alterações têm o objetivo de “ampliar as políticas de inclusão na educação superior, diminuindo a ociosidade na ocupação de vagas antes disponibilizadas, e promover o incremento de mecanismos de controle e integridade e a desburocratização”.
A abertura de diálogo entre as instituições e a população permite muitos benefícios para a comunidade escolar e para a sociedade. Lideranças quilombolas reuniram-se com profissionais da Secretaria Municipal de Educação (Seduc) com o objetivo de discutir demandas da educação quilombola em Feira de Santana. O encontro aconteceu na última quinta-feira, 2, na sede do órgão.
Além das lideranças, participaram a secretária de Educação, professora Anaci Paim e representantes do Departamento de Ensino e da Divisão de Inclusão e Diversidade, da Seduc. Os representantes quilombolas são das comunidades Lagoa Grande, Matinha dos Pretos e Fazenda Candeal II, territórios certificados oficialmente pela Fundação Cultural Palmares.
Durante a reunião, foram debatidos o currículo e gestão pedagógica, política de alimentação escolar e, principalmente, a formação de professores e lideranças para pensar a prática da educação quilombola no município. Também foram abordados o mapeamento das escolas do segmento e o direcionamento para uma equipe de gestão apropriada.
“Foi uma conversa bastante proveitosa, pois fizemos uma ponte para garantir direitos para a nossa educação. E isso só é possível através de uma base sólida, pautada em leis e diretrizes específicas. Essa abertura com a Seduc é muito importante”, avalia Renilda Cruz, assistente social e presidente da Associação Quilombola de Maria Quitéria.
A secretária Anaci Paim destacou a capacidade de organização das comunidades que buscam estabelecer um contato cada vez mais próximo com a Seduc. “Pretendemos avançar juntos nessa política dirigida às comunidades de Feira de Santana”, observa.
Para a professora Maria Cristina de Jesus Sampaio, da Divisão de Inclusão e Diversidade/Seduc, este é um passo importante para a materialização da educação quilombola em Feira de Santana. “Seguiremos neste processo e vamos colher muitos frutos. Todas as demandas foram ouvidas e discutidas”, ressalta.
Mais 50 professores estão convocados para ingressar na Educação municipal como efetivos. Esta é a 15ª convocação da Prefeitura de Feira resultante do concurso de 2018 que já chamou mais de um mil aprovados no último certame para o cargo de professor da Educação Infantil e do Ensino Fundamental.
O edital de convocação de nº 014/2021 está disponível na edição de nº 1.937 do Diário Oficial eletrônico do município, desta sexta-feira, 3. O documento pode ser consultado no site da Prefeitura.
Os professores têm o prazo de 30 dias para se apresentar, contado a partir da data de publicação do edital. Devem dirigir-se ao Departamento de Gestão de Pessoas da Secretaria Municipal de Administração. A SEADM fica localizada à avenida Sampaio, nº 344, no centro.
Os documentos (original e cópia) exigidos para a apresentação ao órgão são: carteira de identidade; comprovante de inscrição no cadastro de pessoa física (CPF); certidão de nascimento, se solteiro, ou casamento; cartão de inscrição no PIS/PASEP; carteira de Trabalho e Previdência Social–CTPS; título de eleitor e comprovante de regularidade com as obrigações eleitorais; comprovante de regularidade com o serviço militar; diploma ou certificado de conclusão de curso, com histórico escolar; comprovante de residência em nome do candidato; e, caso haja, registro civil dos filhos.
Os convocados devem levar uma foto colorida 3×4 (recente) e atestado ou certidão negativa de antecedentes criminais. Também é exigida a declaração de bens e valores que integram o patrimônio ou a última declaração de IR/PF (imposto de renda). E, para os selecionados que possuam outros vínculos com o serviço público, declaração dos órgãos de origem, informando a jornada de trabalho.
Já para os candidatos que concorreram às vagas com cota para aluno oriundo da escola pública ou bolsista de escola particular, deverão apresentar também comprovante de vínculo com a instituição (histórico escolar).
EXAMES OBRIGATÓRIOS
Além disso, é fundamental a apresentação de alguns exames para todos: hemograma completo e sumário de Urina, com validade de até 3 meses; acuidade visual (exame de vista) e fundoscopia, com validade de até 6 meses; e exame de laringoscopia – válido por até 3 meses.
Em alguns casos específicos, outros exames também são necessários. As candidatas do sexo feminino devem levar avaliação ginecológica e exames de colposcopia, citologia, e microflora – todos com validade de até 6 meses.
Para as mulheres acima de 40 anos, a mamografia, feita até um ano atrás, também é solicitada. Já para os candidatos a partir de 40 anos do sexo masculino, deverão apresentar o exame Antígeno Prostático Específico (PSA) – válido por até 6 meses. Outros exames específicos são exigidos para todos os candidatos com mais de 40 anos de idade: glicemia em jejum – válido por até 3 meses; e, finalmente, tonometria e eletrocardiograma – válidos por até 6 meses.
Candidato tem até as 23h59 para fazer pedido na Página do Participante
Foto: Marcello Casal Jr
Os participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021, que deixaram de fazer o exame por motivo de doença infectocontagiosa ou por problema de logística ou de infraestrutura, previstos nos editais das versões impressa e digital, têm até as 23h59 de hoje (3) para solicitar a reaplicação. Ela deve ser feita na Página do Participante, onde também será divulgado se o pedido foi aprovado.
“São doenças infectocontagiosas consideradas como condições para a reaplicação: coqueluche, difteria, doença invasiva por Haemophilus influenza, doença meningocócica e outras meningites, varíola, Influenza humana A e B, poliomielite por poliovírus selvagem, sarampo, rubéola, varicela e covid-19. É obrigatório inserir documento legível que comprove a doença”.
Na documentação a ser enviada, por meio da Página do Participante, deve constar o nome completo da pessoa, o diagnóstico com a descrição da condição de saúde, o código correspondente à Classificação Internacional de Doença (CID 10), além da assinatura e da identificação do profissional competente, com o respectivo registro do Conselho Regional de Medicina (CRM), do Ministério da Saúde (RMS) ou de órgão competente, assim como a data do atendimento.
De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), podem também solicitar a replicação os candidatos que não conseguiram fazer o exame por problemas logísticos, de infraestrutura ou outras ocorrências específicas. Entre elas estão desastres naturais que prejudicaram a aplicação do exame, devido ao comprometimento da infraestrutura do local, à falta de energia elétrica que comprometa a visibilidade da prova pela ausência de luz natural, falha no dispositivo eletrônico fornecido ao participante ou erro de execução de procedimento de aplicação, que incorra em comprovado prejuízo ao inscrito.
Aprovação
Segundo o Inep, quem tiver a solicitação aprovada poderá participar do exame nos dias 9 e 16 de janeiro de 2022. Nessas datas, o instituto também aplicará o exame para Pessoas Privadas de Liberdade ou sob medida socioeducativa que inclua privação de liberdade (Enem PPL) 2021 e para os participantes que se inscreveram entre 14 e 26 de setembro, após nova oportunidade destinada às pessoas isentas da taxa de inscrição que faltaram ao Enem 2020.