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A unidade escolar será entregue à comunidade nesta quarta-feira (19) pelo prefeito Colbert Martins Filho e pela secretária de Educação Anaci Paim. O ato de inauguração será às 9h.

A Escola Municipal Profª Luíza Carmo de Jesus foi construída dentro do alto padrão estabelecido pela atual gestão para todas as novas unidades que estão sendo construídas. 

A obra contempla três blocos distintos, num espaço amplo, conectados por passarelas de ligação. No espaço foram instalados: seis salas de aula climatizadas, biblioteca, laboratórios, cozinha, refeitório e sanitários. Além de um bloco administrativo, com sala de professores, diretoria e secretaria. 

O prédio tem capacidade para 500 alunos, em dois turnos, é completamente adaptado para pessoa com deficiência. Entre construções e reformas de grande porte promovidas pela Secretaria Municipal de Educação, a Escola Municipal Profª. Luíza Carmo de Jesus é a quarta unidade escolar entregue à comunidade este ano.

A escola ainda possui uma quadra poliesportiva com vestiários que está em construção e será integrada em breve às atividades da unidade.


Foto: Ed Santos/Acorda Cidade

Na última quarta-feira (12) o Prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins Filho, foi informado pelo Ministério da Educação (MEC), sobre o encerramento do Programa Nacional das Escolas Cívico Militares, que vai afetar a Escola Cívico Militar Municipal Quinze de Novembro, no distrito de Jaíba, em Feira de Santana.

O programa do governo federal, liderado pelo MEC, a Secretaria de Educação Básica e o Ministério da Defesa, estão desmobilizando o trabalho da educação em conjunto com as Forças Armadas.

Foto: Ed Santos/Acorda Cidade

A Escola Cívico Militar Municipal Quinze de Novembro é a única do estado a fazer parte do programa. A escola foi reconhecida pelo MEC, em 2021, como destaque no ensino pela organização e desenvolvimento das atividades entre professores e alunos.

A estudante do 9º ano, Aiana Santos Brito, de 14 anos, estuda na escola muito antes da implementação do programa. Entrevista ao Acorda Cidade, ela lamenta o encerramento e falou sobre o aprendizado obtido.

Foto: Ed Santos/Acorda Cidade

“Eu fiquei triste, porque a escola nos ajuda a ter respeito pela nossa nação, nos forma patriotas, seres civis, nos ensina a ter respeito. Às vezes os alunos reclamam porque passam muitas atividades, mas temos que dar valor. Aprendi muito. Realmente comecei a dar valor às coisas pequenas, porque reclamamos do que a gente tem, falamos coisas que não devíamos falar e a escola vem nos ensinando a ter respeito pela nossa pátria. A tomar decisões corretas em nossa vida”, disse a aluna. 

Mikaele Santos Cardoso, de 14 anos, está no 8º ano e estuda na escola desde o 1º ano. Ela contou ao Acorda Cidade como foi o processo de adaptação ao programa.

Foto: Ed Santos/Acorda Cidade

“No começo quando falou que iria colocar a escola, eu pensei que não iria gostar. Mas com o tempo, quando fomos conhecendo mais os monitores, a gente sabe que o que eles estão falando é para o nosso bem. Eles não querem ver a gente lá na frente cometendo algum erro, sendo que aqui, eles nos ajudaram a melhorar esses erros”, informou a estudante. 

Foto: Ed Santos/Acorda Cidade

De acordo com a vice-diretora, Edna Cirino, a escola bateu o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), com uma nota de 4.6. No início do programa, o local foi escolhido por ter baixo rendimento no Ideb.

Ao Acorda Cidade, ela contou como o programa da escola atua e impacta no cotidiano dos alunos.

Foto: Ed Santos/Acorda Cidade

“As pessoas confundem muito que a escola tem uma gestão militar, aquela coisa dura. Mas lembrando que temos uma gestão civil, temos uma rede de apoio pedagógico que acompanha o aluno durante todo o seu período escolar. O acompanhamento é feito por psicólogo e psicopedagogo. Temos uma supervisão de ensino que garante todo o andar pedagógico e temos a gestão militar que nos apoia na questão disciplinar e em outras questões”, explica a vice-diretora.

Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade


Foto: ACM

“A escola está incrível. Temos o laboratório de Ciências e Matemática e a biblioteca. Eu gostei muito”. Esse é o relato do estudante Kauan Victor, 13, oitavo ano do Ensino Fundamental da Escola Municipal Ernestina Carneiro, no bairro Rua Nova, que foi reinaugurada nesta sexta-feira (14). O valor investido na reforma foi de R$ 916.921,42. 

O prédio da unidade escolar está de ‘cara nova’. O telhado, forro e revestimentos de toda unidade foram trocados; e também foi instalado piso de alta resistência. Cozinha, refeitório, sanitários, sala de professores e secretaria passaram por reformulação completa. E ainda foi realizada revisão geral – elétrica, hidráulica e sanitária – e pintura nas dependências da unidade.   

Com a reforma, os estudantes ganharam uma nova área para circulação no pátio, ar-condicionados em todas as dez salas, laboratório de ciências e matemática e uma biblioteca mais completa. Foram construídos depósitos e um reservatório de água. 

“Fizemos uma ampliação no ambiente físico da escola para proporcionar uma educação com qualidade ainda maior e vamos licitar, ainda este mês, a quadra poliesportiva da unidade”, disse a secretária de Educação do município, Anaci Paim. 

O prefeito Colbert Martins Filho, que conduziu a cerimônia de entrega, reforçou que a prefeitura tem investido cada vez mais para melhorar a educação em Feira de Santana. 

“Ainda ontem, assinei a ordem de serviço autorizando as obras das escolas municipais Colbert Martins da Silva (Jaguara), Laura Ribeiro Lopes (Feira VII), Profª Margarida Lisboa de Oliveira (Gabriela) e Faustino Dias (Feira VII). Todas as escolas passarão por reforma e ampliação. Um investimento no valor de 13.490.871,43. E hoje estamos entregando à comunidade da rua nova a escola Ernestina Carneiro totalmente recuperada”.

A escola, que homenageia Ernestina Carneiro, a dona Pomba, uma importante figura da história do bairro, foi municipalizada e atende a 864 estudantes dos Anos Finais do Ensino Fundamental (6º ao 9º ano) e Educação de Jovens e Adultos. 


Foto: Ed Santos/Acorda Cidade

O prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins Filho, recebeu uma circular do Ministério da Educação (MEC), comunicando o encerramento do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares, liderado pela equipe da Secretaria de Educação Básica, Ministério da Educação e o Ministério da Defesa.

Isso significa que o Governo Federal vai iniciar o processo de desmobilização do trabalho do pessoal das Forças Armadas – que são profissionais da reserva envolvidos em sua implementação e lotado nas unidades educacionais vinculadas ao Programa – e haverá também a adoção gradual de medidas que possibilitem o encerramento do ano letivo dentro da normalidade necessária.

Feira de Santana foi contemplada com uma unidade localizada no distrito de Jaíba, Escola Cívico-Militar Municipal Quinze de Novembro. O local foi escolhido por ter um dos mais baixos Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), e com a implantação do programa, passou a ter um dos melhores entre as escolas rurais do país.

“Significa que o governo do PT decidiu acabar com as escolas cívico-militares no Brasil inteiro. Isso afeta apenas a parte federal, porque a Escola da Polícia Militar em Feira, da rede estadual, continua. A extinção foi somente por uma questão ideológica, há uma extinção de todas as escolas cívico-militares, inclusive, essa de Jaíba em Feira de Santana que é a única escola do interior do Norte/Nordeste, do Brasil inteiro e que tem um índice de avaliação do Ideb dos melhores do país”, destacou o prefeito.

Apesar do comunicado de extinção, o prefeito informou ao Acorda Cidade que vai manter a escola, sem os recursos do Ministério da Educação.

“ O colégio tem uma fila de espera devido a sua qualidade de ensino e sua disciplina. Então, há uma ação ideológica do governo do PT em extinguir as escolas cívico-militares no Brasil inteiro.O governo autoriza a forma de trabalho. Agora, as outras escolas como a Diva Portela do Campo Limpo que existem há muitos anos é uma boa escola, boa formadora da mesma maneira que é a escola de Jaíba. Mas, independentemente do governo federal manter ou não, nós vamos manter a escola de Jaíba com os recursos municipais. Todas as pessoas que são responsáveis pela parte disciplinar entre outras áreas que são pagas pelo Ministério da Educação vão ser retiradas, essa é a decisão. Elas são da reserva da Marinha e do Exército. Já a direção, parte pedagógica e coordenação é do município”, explicou.

Foi o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 56/23 que sugeriu a revogação do decreto que criou, durante o governo de Jair Bolsonaro, o programa das escolas cívico-militares.

Conforme informações da Agência Câmara, “o objetivo do programa era melhorar a qualidade dos ensinos fundamental e médio no país, incentivando a participação de militares na gestão de processos educacionais, pedagógicos e administrativos, sem, no entanto, atuarem em sala de aula.

Ainda segundo a Agência Câmara, ao defenderem a revogação do programa, os deputados Rogério Correia (PT-MG) e Fernando Mineiro (PT-RN) argumentam que a gestão escolar deve ser feita por profissionais da educação. “A Lei de Diretrizes e Bases da Educação não prevê a possibilidade de que ( seja exercida por militares, cujas responsabilidades funcionais são distintas dos profissionais da educação”, argumentam os deputados no texto que acompanha o projeto.

*Acorda Cidade


Fotos: Sara Silva

A Galeria do Artesão, localizada na avenida Olímpio Vital, se transformou em uma grande sala de aula sobre Feira de Santana nesta segunda-feira (10). Estudantes, do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, da Escola Municipal Regina Vital (Campo Limpo), visitaram as instalações do local como parte do projeto de valorização da cultura regional.

Entre couro, palha, objetos de barro e madeira, as crianças se divertiram e tiveram contato de perto com a identidade feirense, que perpassa entre tropeiros, o artesanato, movimentos culturais, um grande entroncamento rodoviário e um comércio pujante em seu DNA. 

O estudante Marlus Amorim Suzarte, do 3º ano, contou que gostou muito de aprender mais sobre Princesa do Sertão e conseguiu identificar diversas características que foram trabalhadas em sala de aula durante a visita. Ele aproveitou para sentir a textura dos produtos de palha, em esteiras e cestos, e a riqueza da sela de montaria. 

Além de visitar os boxes da galeria, que abriga 36 artesãos, os alunos ouviram sobre a história da cidade, personalidades, importância do comércio local, entoaram o hino da Feira de Santana e fizeram muitas perguntas para os artesãos. Todos os assuntos foram abordados previamente na escola e a vivência é importante para fixar os conteúdos.

“O aniversário da nossa cidade está chegando e nossa intenção é que até lá os estudantes se apropriem da história de Feira. Vamos conhecer outros pontos turísticos e aliar ainda mais a teoria e prática para dinamizar o nosso ensino”, explicou Celenilde de Sá Barreto, professora da escola.

Maria Eduarda Carvalho, estudante do 2º ano, aproveitou para experimentar um chapéu de couro e aprender a tocar o berrante – tradicional corneta feita de chifres de boi ou de outros animais, com tamanhos variados, usada para guiar o gado por áreas abertas ou trilhas. E quem ensinou a pequena a tocar o instrumento foi Adriano Fábio Silva, conhecido como Fábio da Sela, que vende artefatos de couro há 27 anos. 

“Um dos meus objetivos é levar nossa cultura para as próximas gerações. Iniciativas como essa fazem com que tudo isso não se perca com o tempo. Foi um prazer receber as crianças e sentir este espaço vivo”, afirmou com entusiasmo. 

Para a Chefe da Divisão de Atividades Turísticas de Feira de Santana, Graça Cordeiro, esta é uma importante ação para levar conhecimento aos alunos, integrar educação e cultura, divulgar o espaço e valorizar os artesãos da terra. Qualquer pessoa pode visitar a Galeria, que funciona de segunda a sexta, das 8h às 17h; e aos sábados, das 8h às 13h.


Segundo o levantamento, se o país triplicasse a oferta do ensino médio técnico, o PIB subiria mais de 2% e a desigualdade social diminuiria.

Estudo concluiu que uma oferta maior de ensino médio técnico tornaria o país mais produtivo

Um estudo concluiu que uma oferta maior de ensino médio técnico tornaria o país mais produtivo.

A educação pública e técnica não é feita só de régua e compasso. 

“Além de ser a nossa base comum, que já ensina matemática, português normal, como todo mundo tem, mostra para a gente como se portar em uma entrevista de emprego, como fazer um currículo e prepara a gente para a vida adulta. Tipo, como encarar os desafios da vida adulta, acredito”, diz a estudante Maria Clara Souza, de 17 anos.

Para Maria Clara e para a Maria Eduarda, fazer o ensino médio técnico tem sido como expandir os limites da escola. Para a sociedade, o ganho foi calculado por estudiosos que se debruçaram sobre os indicadores econômicos: a pesquisa mostra que aumentar o acesso a esse tipo de ensino é fazer o país crescer.

“Um dos objetivos da educação profissional é prover para o jovem um ganho de habilidade que vai ser traduzido em habilidades no mercado de trabalho. Isso leva a uma economia, pessoas com uma produtividade maior. E o país, consequentemente, cresce a uma taxa mais alta ao longo do tempo”, afirma Vitor Fancio, economista e pesquisador do Insper.

O estudo revela que se o Brasil triplicasse a oferta do ensino médio técnico, o PIB subiria mais de 2% e a desigualdade social diminuiria.

“Os meus pais não tiveram essa oportunidade que eu estou tendo, mas eles se desdobraram para eu estar aqui onde eu estou. E eu, com certeza, percebo que, estar cursando o ensino técnico, me deixa mais preparada, me deixa mais autoconfiante para quando eu for sair daqui, ingressar no mercado de trabalho”, diz a estudante Maria Eduarda Rodrigues, de 16 anos.

Para além dos muros da escola, os pesquisadores queriam saber qual o impacto do que é vivido dentro na vida profissional desses jovens. Eles concluíram que, quem têm formação técnica, tende a ganhar mais do que aqueles que fizeram apenas o ensino médio tradicional. E essas pessoas correm menos risco de cair no desemprego.

Quem pensa a educação profissional e tecnológica não vê futuro sem formação contínua para cada vez mais jovens. 

“A gente tem uma taxa, aproximadamente, de 20% de jovens de 18 a 24 anos nas universidades. 80% está fora das universidades e, para eles, é necessário dar um encaminhamento para que eles possam prosseguir se desenvolvendo profissionalmente. Os jovens de hoje estão inseridos no mundo em constante mudança e isso certamente vai ser exigido deles, essa continuidade na formação”, diz Ana Inoue, superintendente do Itaú Educação e Trabalho.

“Eu me descobri, né? Quando eu comecei aqui a cursar administração. Acho que foi o curso que eu me identifiquei muito, que eu falei: ‘Meu Deus, como eu não sabia que isso existia?’. Foi incrível, foi tipo ‘uau’. E aí eu falei: ‘Nossa, é o que eu quero fazer’”, conta Maria Eduarda.

Informações G1

Foto: Patrícia Laís

Começou nesta segunda-feira (10) a programação de formações continuadas para uso dos laboratórios de ciências e matemática instalados em mais de 50 escolas municipais de Feira de Santana. De hoje até a próxima quarta-feira, dia 13, os professores efetivos dos anos iniciais estão imersos numa rotina de aprendizado para utilizar os equipamentos. As atividades estão acontecendo nas Escolas Municipais Maria Antônia da Costa e Agostinho Fróes da Mota.

As formações são a continuação do projeto da Secretaria Municipal de Educação (Seduc) para dinamizar o ensino de ciências e matemática, além de proporcionar ao aluno da rede uma educação de nível cada vez mais elevado.

“Nós queremos assegurar uma melhora de ensino e aprendizagem através desses instrumentos que os laboratórios trazem além de permitir um novo olhar e novas contribuições para as atividades de ciências e matemática em nossas escolas”, explicou Marta da Graça Lima, diretora do Departamento de Ensino.

Os laboratórios já foram instalados em 61 unidades escolares. Ao todo, 164 escolas serão contempladas. As formações têm o objetivo de deixar os professores atualizados dos novos recursos. “Estamos aqui para agregar conhecimento, viemos garantir que os professores usem os recursos tecnológicos de forma adequada e que tenham facilidade em inserir as novidades nos métodos já praticados”, disse a assessora pedagógica Ana Paula Godk, uma das três formadoras do curso.

Para a professora Késia Alvim, essa formação chega para expandir ainda mais o universo pedagógico dentro das escolas municipais. “Nós vamos alinhar ainda mais a teoria à prática. Os nossos estudantes vão manusear objetos, visualizar imagens de animais, conhecer estruturas. Ou seja, mais possibilidades de construir o conhecimento”, explica.

A formação vai contemplar ainda, na próxima quinta-feira, 110 professores efetivos dos anos finais.  


Foto: ACM

Mais 33 profissionais da Educação foram encaminhados para atuar nas escolas municipais neste início da semana. São 14 novos professores e 19 cuidadores que passam a integrar o quadro da Rede. Todos já foram direcionados para alguma das 209 unidades do município.

Entre os docentes encaminhados estão 6 servidores efetivos e 8 via Regime Especial de Direito Administrativo (REDA). Os professores que vão atuar em turmas da Educação Infantil ao Ensino Fundamental são de áreas como Pedagogia, Ciências e Matemática.

Os 19 cuidadores vão atuar como suporte para estudantes com deficiência que integram a rede, auxiliando-os em atividades rotineiras como locomoção, higiene e alimentação. Estes profissionais são oriundos do REDA realizado pela Prefeitura de Feira no início do ano.


Candidato terá até sexta-feira (7) para se inscrever em até três opções de curso em instituições privadas. Lista de pré-selecionados será divulgada em 11 de julho.

Inscrições no Fies vão até sexta — Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

Inscrições no Fies vão até sexta — Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil 

O prazo de inscrições para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) 2023 do segundo semestre começou nesta terça-feira (4) e vai até sexta (7). Os candidatos devem acessar o portal do Fies

O Fies é um programa do governo federal de financiamento das mensalidades de estudantes de graduação em instituições privadas de ensino superior enquanto eles cursam a faculdade. 

No ato da inscrição, o candidato pode escolher até três opções de curso em instituições privadas. 

Para se inscrever, o candidato precisa:

Informações G1


Foto: Paulo José/Acorda Cidade

Através de uma audiência, realizada na tarde desta segunda-feira (3), o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), concedeu, por unanimidade, que o pagamento referente aos precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental (Fundef), não fosse repassado aos professores do magistério do município.

O montante, que estava bloqueado, correspondia a cerca de 60% do valor de R$ 170 milhões, poderá somente ser utilizado na área da educação de Feira de Santana, atendendo a necessidade do município.

Procurado pelo Acorda Cidade, o procurador-geral do município, o advogado Antônio Graça Leal, Guga Leal, ressaltou que o repasse seria pago à categoria caso o resultado fosse positivo aos professores.

“Não estamos em pé de guerra com eles (APLB). Se fosse certo de que teríamos que pagar, pagaríamos, o prefeito já havia determinado isso. Eles fazem com o que tenhamos uma rivalidade, mas não existe”, disse.

*Acorda Cidade

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